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UFPE inaugura Núcleo de Extensão e Cultura em Sertânia

(Da Prefeitura de Sertânia) A Universidade Federal de Pernambuco inaugurou nesta semana em Sertânia, o Núcleo de Extensão e Cultura do Sertão do Moxotó, Ipanema e Pajeú (NEMIP). O ato aconteceu na Câmara de Vereadores e teve a participação de várias lideranças, como o reitor da UFPE, Dr. Alfredo Gomes, que abriu a solenidade por vídeo chamada, o Pró-reitor da UFPE, Dr. Oussama Naouar e o Prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, presentes no local. O evento contou com a fala das autoridades e com uma apresentação cultural da banda dos professores da Casa de Cultura da Princesa do Moxotó. O momento foi aberto a toda a comunidade que pôde conhecer os quatro eixos de atuação do NEMIP em Sertânia. São eles: Laboratório de Fabricação Digital (Espaço Maker) – trabalha com processos de fabricação por impressão 3D, cortadora laser e uso de computadores que contribuem na formação de estudantes de ensino fundamental e médio; Programa de Cursos de Extensão e Cultura direcionado para a qualificação profissional de jovens e adultos em temas diversos que dialogam com a cultura, tecnologia, ciência e sustentabilidade ambiental; Programa de Educação Continuada (PEC) para Gestores e Professores de Escolas Municipais. É voltado à realização de cursos para professores e gestores, passando por temáticas priorizadas em colaboração com o público-alvo; Pós-Graduação (Lato Sensu) em Governança Municipal, que compreende um diálogo com a Prefeitura de Sertânia para que, colaborativamente, possam ser definidos cursos de extensão e ajustes, se necessários, na formatação dos cursos de gestão e de pós-graduação, que atenda as necessidades locais. Estiveram presentes, ainda, o vice-prefeito de Sertânia, Antônio Almeida; Secretária de Educação, Simoni Laet; presidente do SINTEMUSE, Quitéria Neta e o ex-prefeito de Sertânia, José Ivan de Lima. Os vereadores Antônio Henrique Ferreira (Presidente da Câmara), Washington Passos, Niltinho Souza, Tadeu Queiroz, Junhão Lins e Galba Siqueira também prestigiaram o ato. Assim como os professores da UFPE, Sadi da Silva Seabra Filho, Flávio José da Silva, Tatiana Cristina dos Santos Araújo e Roberta de Moraes Rocha, responsáveis pelas apresentações de cada eixo. Esse é o primeiro encontro de extensão e cultura do núcleo e tem uma programação agendada para toda a semana. O encerramento será com o Fórum “Trilhas da Cultura do Inédito-viável no Sertão com Paulo Freire”, que começa na próxima quinta-feira (12/05).

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Senado discute projeto que regula produção de energia em alto-mar

(Da Agência Brasil) De autoria do senador Jean Paul Prates (PT-RN), o projeto define regras de outorga para o aproveitamento de potencial energético offshore. A medida vale para empreendimentos situados fora da costa brasileira, como o mar territorial, a plataforma continental e a Zona Econômica Exclusiva (ZEE). O projeto também estabelece diretrizes dando poderes ao órgão regulador e aos agentes para elegerem suas prioridades, conforme as diretrizes políticas de um plano de governo. A audiência pública contou com a presença de representantes do governo e da iniciativa privada. Segundo Gabriela Oliveira, gerente de Desenvolvimento de Energias Renováveis da Shell, o Brasil está entre os quatro países considerados prioritários para investimentos em energias renováveis onshore (gerados em terra firme). “Com a consolidação do nosso marco regulatório, espero que o Brasil se encontre também como um dos países prioritários para o investimento offshore. O potencial eólico offshore deve ser visto como uma nova fonte de energia para o Brasil. Uma fonte limpa, que possibilita diversos usos finais de energia. Não só a elétrica, mas também o hidrogênio verde e a amônia renovável”, afirmou. O gerente de Desenvolvimento de Negócios da Ocean Winds, José Partida Solano, defendeu que a legislação leve em conta investimentos já realizados pelas empresas privadas e que a remuneração da União – originalmente prevista de 3% a 5% – seja limitada a 1% ou 1,5%. O diretor de Éolicas Offshore da Equinor para o Brasil e América Latina, André Leite, disse que a empresa norueguesa deve aplicar metade dos investimentos previstos até 2030 em projetos de energia renovável e em descarbonização. Ele defendeu que a legislação brasileira não onere “de antemão” as empresas interessadas em investir no segmento offshore. “Apenas em eólica offshore, serão 23 bilhões de dólares a serem investidos nos próximos cinco anos [em todo o mundo]. O Brasil possui grande potencial. Seria ideal atrelar a remuneração da União ao sucesso do empreendimento. Onerar de antemão um empreendimento, sem que se tenha uma visão clara de sua rentabilidade, pode inibir a participação de empresas que conhecem a complexidade, os custos e os riscos desse mercado”, disse. O advogado Diogo Pignataro, representante do Instituto Brasileiro de Transição Energética, lembrou que a transição para fontes limpas de energia “é uma pauta global”. Para ele, o Brasil pode sair na frente se desenvolver leis seguras e estáveis para o setor. “A energia renovável através da eólica offshore é aquela com o maior potencial de descarbonização por megawatt instalado. O mundo precisará implantar a eólica offshore para substituir a geração baseada em combustíveis fósseis. Agora precisamos no Brasil de estruturas políticas concretas, regras bem definidas e estáveis. Um ambiente estável para seu desenvolvimento”, disse. O representante do Ministério do Meio Ambiente, Eduardo Wagner da Silva, lembrou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) começou a analisar os primeiros processos para a geração de energia offshore em 2017. Desde então, o número de pedidos abertos no órgão saltou de sete para 54. Na avaliação do secretário-adjunto da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Marcello Nascimento Cabral, já há regulação do tema no Brasil. “Quando o MME começou a desenhar a regulação para offshore, a primeira pergunta que nos fizemos foi: precisamos de lei? Depois de diversas reuniões, entendemos que na verdade a lei não seria necessária para começar, para dar o passo inicial. Depois que o decreto foi publicado, o mercado respondeu de maneira rápida e positiva. Houve um aumento de 40 gigawatts [em processos abertos] no Ibama para mais de 130 gigawatts. Isso demonstra a importância do tema e a receptividade que o mercado teve com o decreto”, disse. Para o senador Jean Paul Prates, o Decreto 10.946, editado pelo Poder Executivo em janeiro, que trata do aproveitamento dos recursos naturais no mar territorial, na zona econômica exclusiva e na plataforma continental a partir de empreendimento offshore, “muito mais confunde do que ajuda”. “O decreto cria um ambiente provisório, precário, burocrático, frágil e contestável. O próprio setor deveria discutir isso mais seriamente, e não ficar embevecido com a rapidez do processo. Vamos regular uma relação de 50 a 100 anos. Não podemos abrir o setor no ano que vem com dois tipos de outorgados diferentes. O decreto é uma regulamentação capenga, fraca. Quem investir por ele estará sob alto risco”, disse. * Com informações da Agência Senado

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“Há outra cidade colonial por baixo do Recife”

Suely de Luna, historiadora e arqueóloga da UFRPE, conta como são realizados os trabalhos nas escavações da região do Pilar, no Recife, onde foram encontrados dois cemitérios, um da época da ocupação holandesa e outro do Século 19, os vestígios de um forte e várias peças e fragmentos de objetos. Desde março, a mídia tem noticiado a descoberta de verdadeiros tesouros arqueológicos na comunidade do Pilar, no Bairro do Recife. Na região está sendo construído um conjunto habitacional e durante as escavações foram revelados dois cemitérios, dos quais não havia registros, e vestígios do Forte de São Jorge, um dos primeiros da cidade. Também foram encontrados peças e mais de 40 mil fragmentos de objetos. Um verdadeiro quebra-cabeça que profissionais da Fundação Apolônio Salles de Desenvolvimento Educacional, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, estão montando para entender melhor o nosso passado e sua influência no presente. Para explicar como é realizado esse trabalho, Cláudia Santos conversou com Suely de Luna, historiadora arqueóloga e coordenadora geral do programa de resgate arqueológico na Comunidade do Pilar. Ela fala da importância dessas descobertas e da possibilidade que proporcionam de transformar a região em ponto turístico, abrindo novas perspectivas de geração de renda entre os moradores locais. Como está sendo o trabalho das escavações no Pilar? Para realizar qualquer projeto de construção no Centro histórico do Recife é necessário que seja feito o trabalho arqueológico, por ser uma área histórica tombada. Uma outra equipe já atuou no local tempos atrás. Em 2015 a prefeitura fez uma licitação pública e a Fundação Apolônio Salles de Desenvolvimento Educacional, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, ganhou e, no final daquele ano, começamos a escavação. Eles dividiram a área em quadras (ao todo são cinco quadras) e estipularam que a primeira a ser trabalhada seria onde havia uma parte de um habitacional construído. Concluímos o trabalho nessa área onde foram implantadas obras, como alguns edifícios, creche, escola e o posto de saúde. Essa parte já está entregue à comunidade. À medida em que foi sendo trabalhada cada quadra, tivemos vários achados. É muito material de praticamente todas as épocas, desde o final do Século 16 até o Século 21. Mas a concentração maior é do Século 19, quando houve uma expansão do Recife e aquela região foi mais ocupada por pessoas. Antes no período colonial, era uma área chamada de “fora de portas”, que era o limite do que seria a Vila do Recife, e que começou a expandir no final do Século 18. No Século 19 houve um boom. Foram construídas muitas casas. A Igreja do Pilar é do Século 18 e foi erguida com parte das pedras que eram de uma fortificação. Com as escavações conseguimos localizar uma parte da fundação dela. Era o Forte de São Jorge, que foi o primeiro do Recife. Existiam dois: um ao lado da barra e outro no istmo. Quando houve a invasão holandesa da Companhia das Índias Ocidentais, esse forte se transformou numa enfermaria. Depois que os holandeses foram embora (nós chamamos os holandeses, mas, na verdade, trata-se da Companhia das Índias Ocidentais, que era uma empresa privada) aquela região ficou quase abandonada, o forte ficou sem serventia e houve a doação daquele pedaço de terra para uma pessoa da época. Uma das cláusulas para a doação era que se construísse a igreja que foi a de Nossa Senhora do Pilar. E o que se sabe sobre os esqueletos encontrados? Ninguém sabia, mas no período da ocupação havia um cemitério próximo de onde hoje está a igreja e do antigo forte. Calculamos que que ele seja do final do Século 16 até, pelo menos, meados do Século 17, pelas datações que fizemos de carbono 14. O cemitério tem características bem peculiares, são esqueletos de pessoas de porte alto, que condizem mais com um tipo de europeu do centro da Europa, a região nórdica, do que da península. A maioria, 99% deles, são homens, jovens, de idade militar. Até agora, pelo menos o que a gente conseguiu identificar em campo, é que só há uma mulher e é uma menina relativamente nova, de uns 14 anos, que tinha cerca de 1,75 m de altura, portanto, mais alta do que a média normal das mulheres da colônia. A estrutura desse cemitério também é diferente, há sepulturas com um esqueleto, outras têm dois e existem sepulturas com três esqueletos. Geralmente quando se tem sepulturas duplas ou triplas significa que aquelas pessoas morreram no mesmo dia e que foram enterradas nessa coletividade. Por que eles foram enterrados assim? Qual a causa dessas mortes? São questões que vamos investigar em laboratório. Mas há duas possibilidades. Primeiro, é que foram mortos em enfrentamentos bélicos, talvez uma parte, não todos. Outra grande possibilidade é que morreram em decorrência de alguma epidemia, porque ter sepulturas com duas ou três pessoas significa que foram mortes sucessivas, em períodos extremamente curtos. Mas só os estudos de laboratório, que serão feitos por especialistas na área de bioantropologia humana, é que podem comprovar essa possibilidade. Existia alguma epidemia naquele período? Existiram vários surtos de epidemia desde o período colonial até o período imperial, na verdade, até o Século 20, de doenças como difteria, cólera, e muitas pessoas, na época inicial da ocupação, principalmente, sofriam de escorbuto. Não era uma epidemia, mas uma doença que se desenvolvia por falta de vitaminas. Eram comuns também febres e diarreias crônicas devido à qualidade de água ou de algum alimento contaminado, porque a água não era fácil de ser encontrada. Isso ocorria, principalmente, nos anos iniciais em que os holandeses estiveram no Recife. Eles ficaram ilhados, não tinham acesso a uma água boa, a frutas, a uma alimentação mais rica e isso deve ter causado grandes problemas de saúde. Lembrando que a área era pequena e o contingente de pessoas muito grande para o espaço. Isso a gente encontra nos relatos históricos, como a reclamação dos preços dos aluguéis no Recife, onde se amontoava muita gente, havia muitos soldados mercenários da companhia que não

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Programador desenvolve projeto para ajudar profissionais que estão iniciando no mercado

Consultorias serão feitas em grupo e de forma individual e cada aluno será acompanhado de 3 a 4 meses, dependendo da evolução. O programador Bendev Júnior lançou um projeto social, a fim de contribuir com os profissionais que estão entrando no mercado. Segundo Bendev, a ideia é formar grupos com cinco pessoas, respeitando o nível de conhecimento. As consultorias serão feitas em grupo e de forma individual e cada aluno será acompanhado de 3 a 4 meses, dependendo da evolução. “Muitas pessoas me procuram com dúvidas sobre como ingressar no ramo, ou questionamentos sobre o mercado de trabalho, entre outras questões. Por isso decidi colocar a minha experiência à disposição e oferecer consultorias gratuitas”, explicou o programador. Bendev é considerado autoridade no mundo da tecnologia, mas não se esquece da dificuldade do início da carreira. “Passei por situações no começo da profissão que poderiam ter sido evitadas se alguém tivesse me orientado, por isso acho importante dar esse apoio a essas pessoas. Vou instruir desde o início e contribuirei até que apresentem avanços”, se comprometeu.   A consultoria consistirá em dinâmicas e aulas em grupo, onde serão apresentados conceitos básicos e atendimentos individuais. Segundo Bendev, os encontros individuais servirão para esclarecer dúvidas e respeitar a evolução de cada participante, fazendo com que eles avancem no lado profissional. Para receber a consultoria o interessado pode se inscrever aqui. Sobre Bendev Júnior Benedito Manoel da Silva Júnior, ou Bendev Júnior, é programador, Tech influencer e empreendedor na área de tecnologia. Escritor do e-book ‘Transformando códigos em Sonhos’, onde enfatiza dicas para iniciantes na área da programação, disponível de forma gratuita na plataforma Amazon, Google Books e no site do próprio escritor.

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Instituições e Conestoga College promovem evento para quem quer saber como estudar, trabalhar e viver no Canadá

Todos os anos, o Ministério da Imigração do Canadá atualiza a meta de quantos imigrantes serão aceitos em programas de seleção – hoje, 22% da população do país é formada por imigrantes. O plano atual é receber 1,2 milhão de pessoas entre 2021 e 2023, 20% a mais do que a meta estabelecida para 2020. Em 2021, o governo também anunciou um investimento de US$ 100 milhões para os próximos três anos com o objetivo de melhorar os programas de integração de recém-chegados, que ajudam a pessoa a conseguir trabalho, aprender o idioma e encontrar um lugar para morar. O salário mínimo canadense é pago por hora, mas na média, por mês gira em torno de 2 mil dólares canadenses, cerca de R$ 8,3 mil. Para quem tem interesse de imigrar para o Canadá, ou apenas estudar ou trabalhar por um período no país, A My intercâmbio e Conestoga College, uma das maiores instituições públicas canadenses de ensino superior realizam a 7ª edição do MY Canada Day. O evento reúne instituições canadenses de ensino superior e especialistas em imigração para tirar todas as dúvidas de Instituições de educação e Conestoga College promovem evento no sábado (dia 7 de maio ) para quem quer saber como estudar, trabalhar e viver no Canadá Todos os anos, o Ministério da Imigração do Canadá atualiza a meta de quantos imigrantes serão aceitos em programas de seleção – hoje, 22% da população do país é formada por imigrantes. O plano atual é receber 1,2 milhão de pessoas entre 2021 e 2023, 20% a mais do que a meta estabelecida para 2020. Em 2021, o governo também anunciou um investimento de US$ 100 milhões para os próximos três anos com o objetivo de melhorar os programas de integração de recém-chegados, que ajudam a pessoa a conseguir trabalho, aprender o idioma e encontrar um lugar para morar. O salário mínimo canadense é pago por hora, mas na média, por mês gira em torno de 2 mil dólares canadenses, cerca de R$ 8,3 mil. Para quem tem interesse de imigrar para o Canadá, ou apenas estudar ou trabalhar por um período no país, A My intercâmbio e Conestoga College, uma das maiores instituições públicas canadenses de ensino superior realizam a 7ª edição do MY Canada Day. O evento reúne instituições canadenses de ensino superior e especialistas em imigração para tirar todas as dúvidas de como entrar e se fixar no Canadá, com destaque para a região de Waterloo, com muitos empregadores que precisam de trabalhadores qualificados, principalmente dos setores de tecnologias de informação e comunidade, automotivo, manufatura avançada, aeroespacial, serviços comerciais e financeiros e processamento de alimentos. O encontro acontece no dia 7 de maio, das 9h às 11h, no hotel Best Western Manibu Recife, em Boa Viagem. A inscrição é grátis e pode ser realizada no Sympla, através do link https://www.sympla.com.br/evento/estude-trabalhe-e-imigre-no-canada-recife/1550442. entrar e se fixar no Canadá, com destaque para a região de Waterloo, com muitos empregadores que precisam de trabalhadores qualificados, principalmente dos setores de tecnologias de informação e comunidade, automotivo, manufatura avançada, aeroespacial, serviços comerciais e financeiros e processamento de alimentos. O encontro acontece no dia 7 de maio, das 9h às 11h, no hotel Best Western Manibu Recife, em Boa Viagem. A inscrição é grátis e pode ser realizada no Sympla, através do link https://www.sympla.com.br/evento/estude-trabalhe-e-imigre-no-canada-recife/1550442.

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Prefeitura implanta Câmara da Educação e anuncia colegiado para o Recentro no CEDES/Recife

Da Prefeitura do Recife Discutir a cidade, os desafios do combate às desigualdades sociais e o planejamento urbano sustentável, dando protagonismo direto à sociedade civil. Foi com essa proposta que o Conselho Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Recife (CEDES/Recife), reuniu-se, nesta quarta-feira (4), sob o comando do prefeito João Campos, em um hotel no bairro de Boa Viagem. Nessa segunda reunião plenária do conselho, o gestor municipal assinou o decreto que cria uma câmara temática permanente específica para tratar do Programa Recentro, repercutiu as novidades da gestão de Educação do município com as ações do EducaRecife Gestão e falou sobre diversas ações da Prefeitura do Recife. Antes disso, o chefe do Executivo municipal também exibiu o vídeo de uma conversa sua com o professor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Michael J. Sandel, sobre desigualdades e democracia. “A gente sai daqui com a compreensão de que a escuta é fundamental. Espaços como esse devem ser multiplicados, somados. Nós temos prioridades que devem concentrar os nossos esforços e a primeira delas é transformar a saúde do nosso município, fazer uma transformação que olhe para o recifense, que ele tenha dignidade no acolhimento, no tratamento, em todo o processo. Na educação, nós temos que radicalizar, seguir a institucionalidade, mas também ter provocação, disrupção e inconformismo, e isso a gente vai fazer”, destacou João Campos, ao final do encontro. “E construir uma grande proteção social na cidade, que a gente fortaleça isso, que a gente compreenda que tem desafios estruturantes, mas há necessidades de sobrevivência de ordem imediata. E a inovação urbana, a gente tem que cuidar do nosso território e fico feliz de ver que vamos fazer um amplo investimento em espaços públicos, de qualidade, eles têm referência internacional e é um caminho sim para fortalecer a democracia e enfrentar as desigualdades. Que a gente entenda que o CAPAG B é meio, nosso fim não é o equilíbrio fiscal, mas a gente precisa dele para chegar na ponta. A gente está disposto a construir o futuro, mas temos que fazer hoje”, finalizou ele. No encontro do CEDES/Recife, o prefeito João Campos detalhou o novo modelo de gestão da educação da cidade através do programa EducaRecife Gestão, fez o lançamento da Coletânea Recife 500 e assinou o decreto de criação da Câmara Temática Permanente do Recentro, que é uma instância colegiada vinculada ao Conselho e que visa apoiar a política de requalificação do Centro do Recife. Além disso, foram debatidos, entre outros temas, a desigualdade social e as ações da Prefeitura no enfrentamento à desigualdade, focando nos eixos da educação e primeira infância; cidade para todas e todos; geração de oportunidades; proteção social; e desenvolvimento econômico. Além disso, foi apresentada a estrutura de governança participativa da Câmara Técnica do Gabinete do Centro. “Esse é um passo fundamental e importante nesse processo de escuta, de diálogo, de cooperação e colaboração de diferentes atores, de diversos segmentos, que atuam no território da nossa área central. Essas contribuições, essas discussões específicas para o nosso centro vão gerar planos e projetos prioritários construídos de forma colaborativa e participativa. Estou muito feliz por esse anúncio e por esse momento”, comentou a chefe do Gabinete do Centro do Recife, Ana Paula Vilaça, sobre a na câmara temática do CEDES/Recife. O CEDES/Recife tem a missão de ser uma ferramenta de participação social com objetivo de fazer escuta permanente no mais alto nível da esfera municipal. A iniciativa é um reconhecimento na prática de que só o diálogo contínuo e intenso entre sociedade civil e poder público promoverá a capacidade de superar os desafios vivenciados na cidade. Uma das características do colegiado é a sua pluralidade, com personagens importantes de áreas como Economia Criativa; Esportes; Tecnologia e Inovação; Educação; Religião; Conselho e Sindicatos; Cultura; Academia; Turismo; Movimentos Sociais; Meio Ambiente; Lideranças Locais; e Setor Privado. O CEDES foi criado em março do ano passado, com o objetivo de impulsionar a escuta e troca de ideias para formulação de políticas públicas, que promovam o desenvolvimento econômico, a garantia da proteção social e o combate às desigualdades na cidade do Recife. A conselheira Chopelly Santos, técnica de enfermagem e ativista pelos direitos LGBTQIA+, comentou sobre a importância do CEDES/Recife para o segmento da sociedade que ela representa. “Para a gente da população LGBTQIA+, a qual represento no conselho, é muito importante estar participando das discussões de como se dará a reestruturação do Recife a partir do plano de desenvolvimento que vem sendo traçado dentro da Prefeitura. A ideia é trazer a expertise de cada um dos conselheiros para somar ao planejamento que a Prefeitura tem dentro da cidade do Recife. A ideia do conselho é de debater e pegar essas expertises e aplicar o conhecimento dentro dos projetos desenvolvidos na cidade. Em nome da população que represento, eu considero muito importante esse esse passo, essa discussão”, disse ela. Já o instrumentista, Maestro Spok, falou da alegria de ser um dos conselheiros do CEDES/Recife. “Estar aqui fazer parte do Conselho para mim é uma felicidade e um orgulho muito grande porque posso colaborar, participar e ouvir profissionais de tantos segmentos. E aqui se fala muito em cultura, cidade e educação, coisas com as quais me envolvo diretamente. Daqui vai sair muita coisa brilhante e importante para a nossa cidade”, expressou. A professora da Rede Municipal do Recife, Mirtes Santos, comentou sobre a importância da união entre diversas pessoas para a construção de uma sociedade mais desenvolvida e menos desigual socialmente. “Eu acho que é uma ousadia muito positiva do prefeito realizar esse conselho porque todos juntos constroem a cidade. Há um ditado africano que diz que ‘é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança’. Então, o prefeito viu isso não só para uma criança, mas para a cidade como um todo. Com todos juntos, pensando em prol de um mesmo objetivo, a gente chega lá”, opinou. COLETÂNEA RECIFE 500 ANOS – Durante o encontro, também houve o lançamento da Coletânea Recife 500 anos. A obra traz 12 livros com

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Inamara Melo

“Com o plano de descarbonização é possível Pernambuco ter um PIB 6% maior em 2050”

Secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado conta como Pernambuco pretende chegar à neutralidade das emissões de gases de efeito estufa até 2050 e ainda ter crescimento econômico. Ela rechaça a ideia de que ações ecológicas prejudicam o desenvolvimento da economia. Capturar na atmosfera o dióxido de carbono, um gás causador do aquecimento global, utilizá-lo como combustível e até armazená-lo. Usar o biogás, originado do lixo, como fonte energética em indústrias e em refinaria de petróleo. Essas são algumas das tecnologias inovadoras que constam no Plano Pernambuco Carbono Zero, uma estratégia para o Estado alcançar a neutralidade das emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 2050. O plano aponta metas, prazos e ações para mitigação das emissões. Para saber detalhes sobre essa estratégia de descarbonização e quais as ações para implantá-la, Cláudia Santos conversou com Inamara Mélo, que acaba de assumir a Semas (Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco), em substituição a José Bertotti, que lançou sua candidatura a deputado estadual. Com formação em jornalismo, Inamara tem larga experiência na área de sustentabilidade, é mestranda em gestão ambiental, já atuou na Secretaria de Meio Ambiente do Recife, onde também assumiu a pasta, quando a então secretária Cida Pedrosa foi disputar a eleição. Junto com Bertotti, direcionou a agenda da Semas para priorizar a política climática e participou da elaboração do Pernambuco Carbono Zero. Nesta entrevista, Inamara conta as dificuldades decorrentes da falta de apoio do Governo Federal para o País atingir o chamado net zero. E como em razão disso, os Estados, em especial Pernambuco, acabaram exercendo um protagonismo, inclusive junto a organizações internacionais. E, para os que pensam que cuidar do meio ambiente prejudica o crescimento econômico, a secretária rebate afirmando que o plano de descarbonização promoverá aumento do PIB e geração de emprego no Estado. Quais são as ações do governo para neutralizar os gases de efeito estufa? Pernambuco vem estruturando sua política climática desde a primeira década dos anos 2000, ainda na época do governo de Eduardo Campos. Na gestão de José Bertotti na Semas, o objetivo foi fortalecer esse trabalho, porque o Plano Estadual de Mudança Climática e a Política Climática já tinham sido aprovados, mas precisávamos avançar tanto nos instrumentos, quanto em ações efetivas para dar conta dessa política. Montamos o nosso Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa, que reuniu dados de 2015 a 2018. Naquele momento o Governo Bolsonaro decidiu não realizar no Brasil a COP 25, que o governo anterior havia se comprometido a sediar. Pernambuco recebeu, então, a missão de realizar a 1ª Conferência Brasileira de Mudança Climática e assumimos junto à Abema, que é a associação brasileira dos órgãos estaduais de meio ambiente, a tarefa de apoiar a participação dos estados no evento. Na medida em que o Governo Federal se retirou dessa agenda, houve a emergência dos governos subnacionais nesta pauta. Ampliamos nosso protagonismo e passamos a discutir quais seriam os compromissos climáticos e como poderíamos efetivá-los. Isso trouxe para Pernambuco o olhar de organizações internacionais e passamos a tratar com diversos desses organismos uma cooperação em apoio ao trabalho desenvolvido na Abema e internamente em Pernambuco. Em 2022 atualizamos o inventário de emissões com informações de 2015 a 2020, sendo que Pernambuco é o primeiro estado da Federação a apresentar esses dados desagregados por município. Agora, já conseguimos identificar o perfil de cada município relacionado à agenda climática e o que precisamos potencializar nesta agenda municipal. Conseguimos o apoio da União Europeia, com a consultoria da agência alemã GIZ, para o desenvolvimento do nosso plano de descarbonização, o Programa Pernambuco Carbono Neutro, que estabelece o compromisso do Estado de chegar em 2050 atingindo a neutralidade das emissões de GEE. Esse trabalho teve o acompanhamento e a participação do Fórum Pernambucano de Mudança do Clima. O que prevê o Programa Pernambuco Carbono Neutro? Ele aponta metas, prazos e ações para mitigação das emissões de GEE no Estado. Essa redução é de 15% em 2025 e 32% em 2035, e em 2050 será alcançada a neutralidade climática. Para chegar a esse resultado, o plano foca em quatro setores estratégicos: energia e indústria, transportes, resíduos e Afolu (agricultura, florestas e outros usos da terra). Para cada um desses setores foram estabelecidas soluções tecnológicas de mitigação. Porém, mesmo se todas essas medidas forem adotadas, ainda assim, não chegaremos a um resultado de carbono neutro, porque, com a adoção delas, é possível evitar 75% das emissões projetadas para 2050. Para os 25% restantes, será necessário fazer a remoção de carbono na atmosfera. Como essa remoção é possível? Hoje existe tecnologia em desenvolvimento para captura, transporte, utilização e armazenamento de CO2. Estuda-se, por exemplo, a implantação de unidade de geração de hidrogênio na Rnest (refinaria) com captura de carbono e em processos industriais. Trata-se de uma tendência que está sendo trabalhada em diversas regiões do mundo. É importante destacar que esse plano de descarbonização fez com que caísse por terra o antigo conceito de que cuidar do meio ambiente impactaria no crescimento econômico. Ao adotarmos essas medidas de descarbonização, é possível ter um crescimento no produto interno bruto 6% maior até 2050, são R$ 20 bilhões a mais na projeção do PIB. Também impactaria positivamente naquilo que é o consumo das famílias em R$ 30 bilhões a mais. A estimativa é gerar 100 mil empregos a mais se forem adotadas essas soluções tecnológicas. Quais são os próximos passos? Ao concluirmos o plano, temos um grande desafio: nós temos um planejamento pronto e agora como implementamos e como desenhamos o monitoramento? A avaliação da União Europeia é que alcançamos um produto de altíssimo nível. Os pernambucanos precisam compreender o que foi feito e como precisamos, a partir de agora, agir envolvendo um grande pacto social no sentido de garantir a implementação deste plano. Fazemos parte da rede Under2 Coalition, que é uma espécie de top dos estados de várias regiões do mundo comprometidos, com a pauta da descarbonização. Nós trabalhamos com eles no projeto para fazermos o controle das

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Prazo para emitir ou regularizar título termina quarta-feira

Quem quiser votar nas eleições 2022 tem até a próxima quarta-feira (4) para emitir ou regularizar o título de eleitor. Esse é o prazo legal para que a Justiça Eleitoral conclua o cadastro de todo o eleitorado apto a votar em outubro. O mesmo prazo vale para quem quiser transferir o domicílio eleitoral, mudando o município onde vota, bem como para incluir o nome social no título de eleitor – no caso de pessoas transsexuais e travestis. A data vale também para idosos e pessoas com mobilidade reduzida solicitarem a transferência do local de votação para uma seção acessível. Assim como em todo ciclo eleitoral, a busca por regularizar a situação do título tem aumentado com a proximidade do fim do prazo, o que levou a Justiça Eleitoral de diversos estados a ampliar o horário de funcionamento dos cartórios eleitorais.  Vale lembrar, contudo, que todos os procedimentos relativos ao título de eleitor, incluindo a emissão do documento pela primeira vez, podem ser realizados inteiramente online, sem a necessidade de sair de casa, por meio do Atendimento Online ao eleitor. Por meio da internet é possível, por exemplo, pagar multas eleitorais atrasadas e solicitar a revisão de dados no caso de título cancelados. De acordo com a Justiça Eleitoral, mais de 6 milhões de títulos foram cancelados de 2018 a 2021. Isso pode acontecer, por exemplo, quando o eleitor não comparece à votação nem justifica a ausência por três eleições consecutivas, apesar de se enquadrar nos critérios de obrigatoriedade do voto. Contudo, quem teve o título cancelado por ter faltado à revisão do eleitorado e à coleta de biometria em seu estado não precisa se preocupar. No mês passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu os efeitos do cancelamento devido à continuidade da pandemia de covid-19. Dessa maneira, os eleitores nessa situação poderão votar normalmente em outubro.  Para verificar e resolver pendências relativas ao título, o eleitor deverá ter em mãos documentos como cadastro de pessoa física. Em alguns casos é necessário tirar fotos de rosto e de documentos, entre eles RG e comprovante de residência, para solicitar determinados procedimentos. Todas as informações estão disponíveis no portal da Justiça Eleitoral.  O prazo limite para emitir ou modificar informações relativas ao título de eleitor é decorrente da Lei das Eleições, que prevê o fechamento do cadastro eleitoral 150 dias antes do pleito. Neste ano, a data do fechamento é 5 de maio.

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Pernambuco tem a segunda rota mais procurada do País

No ranking do acumulado de janeiro e fevereiro, voo SP (Guarulhos)-Recife foi vice-líder no ranking nacional, perdendo apenas para a ponte-aérea Rio-SP. Estado conta ainda com o nono voo com mais passageiros do Brasil, via Congonhas Pernambuco continua a se destacar nesta retomada das atividades turísticas, econômicas e culturais em todo o Estado. Os excelentes indicadores puderam ser conferidos em recente pesquisa da movimentação de passageiros referente ao primeiro trimestre do ano. Os dados, levantados pela Aena Brasil, administradora do Aeroporto Internacional do Recife – Gilberto Freyre, apontam que o terminal atingiu 98% dos passageiros do mesmo período na pré-pandemia. A novidade agora é a análise feita pela Anac, colocando Pernambuco em segundo lugar no ranking das 10 frequências mais procuradas no primeiro bimestre, com a ligação São Paulo (Guarulhos)-Recife. Foram cerca de 260 mil passageiros só em janeiro e fevereiro. No primeiro lugar, está a ponte-aérea Rio-São Paulo (Santos Dumont-Congonhas). Pernambuco aparece ainda em nono lugar no ranking, com o voo São Paulo (Congonhas)-Recife, que movimentou 183 mil passageiros. “As recentes pesquisas do setor de aviação têm trazido bastante alegria para o nosso Turismo e reforçam a importância dos projetos desenvolvidos pelo Governo do Estado voltados a atrair cada vez mais visitantes a Pernambuco nesta retomada. Ter duas frequências aéreas no ranking dos voos mais procurados no primeiro bimestre do ano muito nos anima e nos leva a vislumbrar tempos de bons frutos para o turismo. Queremos, cada vez mais, fortalecer nossos destinos e atrair ainda mais visitantes”, comenta a secretária de Turismo e Lazer, Milu Megale. A pesquisa traz ainda mais um resultado a ser comemorado: quando analisado apenas o mês de fevereiro, a rota São Paulo (Guarulhos)-Recife também é vice-líder do ranking, totalizando 121 mil passageiros.

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Pernambucano vencedor no judô e no BMX encara desafios nacionais

Com apenas 11 anos de idade, Mateus Menezes coleciona troféus de várias competições e torneios pernambucanos e regionais. Ele é campeão não apenas em uma modalidade, mas em duas. Os primeiros passos foram no judô, mas ele experimentou também o bicicross. Após faturar a maioria das disputas locais, ele está atravessando as fronteiras e passa a ter desafios nacionais na prematura carreira. Os primeiros passos no judô foram em 2015, quando ele tinha apenas 4 anos de idade. Após alguns anos participando apenas em festivais, devido a idade, ele iniciou 2022 estreando nas competições da Federação de Judô, na categoria Sub-13, abaixo dos 47 quilos. “Esse ano venceu a primeira etapa do Campeonato Pernambucano e a seletiva para o Campeonato Brasileiro de Judô, Regional 2, que será em Natal. O campeão garante vaga para o Brasileirão que acontecerá em Curitiba”, afirma o pai e entusiasta Osvaldo Menezes. A competição começa hoje. Para se manter competitivo, o adolescente treina diariamente na Associação Sandro Ferraz, que funciona em Boa Viagem. Em paralelo, o jovem treina também BMX. Era para ser apenas uma brincadeira, um segundo esporte. Mas ele pediu para competir também e ele já coleciona os primeiros prêmios. “Seria só uma diversão, ir para a pista brincar. Mas ele pediu para participar de um campeonato e ficou em segundo lugar geral no Pernambucano, em sua primeira competição. No ano seguinte foi campeão, antes da pandemia. As competições voltaram no meio de 2021 e conseguiu ser campeão do Campeonato Pernambucano, do Nordeste Brasil, do Campeonato Paraibano e da Copa Nordeste. Ele foi finalista também do Campeonato Brasileiro, ficando entre os 8 melhores em 2021”, relata o pai. Em 2022, Mateus, que é treinado por Gilmar Batista, ganhou as duas etapas do Pernambucano e a Copa Pernambuco. O próximo passo no BMX será a disputa do Campeonato Brasileiro, em julho, na cidade de Londrina, no Paraná. No Judô, a expectativa é garantir uma vaga para o Brasileirão de Curitiba, em novembro. “Estamos buscando apoio ou patrocínio para ele, pois são duas competições de alto custo. Sem apoio é muito difícil o fomento de novos talentos do esporte”. Para conhecer mais sobre o jovem atleta e se comunicar com a família, a trajetória dele pode ser acompanhada no perfil @mateussoaresdemenezes

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