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Empresários de Pernambuco embarcam no Unidos pela Vacina para ajudar o Estado

Com o objetivo de otimizar a logística e aumentar a capacidade de armazenagem das vacinas em Pernambuco, empresas pernambucanas, por meio do Unidos pela Vacina, doaram 30 câmaras frias à Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco. Além das câmaras foram realizados “amadrinhamentos” de municípios do litoral ao Sertão para identificação das necessidades primárias para realização da imunização. Mais de 60 municípios foram contemplados pela iniciativa. O movimento Unidos pela Vacina tem como meta contribuir com a logística para tornar viável que toda a população brasileira seja vacinada até setembro deste ano. Integram a ação local: Grupo Moura, Grupo Cornélio Brennand, Viana e Moura, Ferreira Costa, Natto Alimentos, Reunidas Renda, MV Sistemas, Usina São José, Pitú, Cone, Usina Olho D´Água, BRK Ambiental, Cooperativa do Agronegócio dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar, Ricardo Pessoa de Queiroz, Liner Digital Plásticos, Droga Raia/Drogasil, Laboratório Lapon, Agemar, Meira Lins Hoteis, Preserve, entre outras empresas madrinhas. Seguindo o planejamento estratégico do movimento Unidos pela Vacina, as empresas “amadrinharam” cidades de Pernambuco e, a partir de uma lista de materiais e equipamentos definidos como prioritários, realizou a doação das câmaras frias, apontadas como estratégicas para expansão da vacinação no estado. As máquinas são movidas a baterias, como medida de segurança para preservação permanente das vacinas, especialmente contra casos de queda de energia. “Estamos atuando em rede, participando dessa grande união entre iniciativa privada, Poder Público, Terceiro Setor e sociedade para, juntos, acelerarmos a imunização da população brasileira. Isso significa reforçar a infraestrutura do sistema de saúde, contribuindo com equipamentos e insumos estratégicos, além de possibilitar a descentralização do processo de vacinação”, destacou Pedro Ivo Moura, representante dos empresários no Unidos pela Vacina e acionista do Grupo Moura e da Viana e Moura Construções. Unidos pela Vacina – O movimento da sociedade civil reúne centenas de entidades, empresas, associações e ONGs. A mobilização surgiu por iniciativa do Grupo Mulheres do Brasil, liderado pela empresária Luiza Helena Trajano, para engajar a sociedade, em conjunto com empresários de todo o Brasil. As premissas do movimento vão desde promover pesquisas com os gestores estaduais e municipais de Saúde para identificar barreiras e gargalos que dificultam o processo de vacinação e, com isso, definir prioridades para superar esses desafios. Até dialogar diretamente com o Governo Federal para reforçar o trabalho Sistema Único de Saúde (SUS) e evolução do Plano Nacional de Imunização (PNI).

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Aeroportos de Pernambuco com mais voos em julho

Da Secretaria de Turismo de Pernambuco O mês de julho começa trazendo expectativas positivas para o Turismo de Pernambuco. A perspectiva para a malha aérea nos próximos 30 dias consolida o status de crescimento do Aeroporto do Recife, principal porta de entrada para o Estado. Tradicional mês de férias, julho terá 5.950 voos, entre pousos e decolagens, valor que representa um aumento de 19,62% em comparação a junho. O resultado previsto para este mês é o melhor do ano até então. Boas notícias também com relação a outros terminais do Estado: o Arquipélago de Fernando de Noronha ampliou em 14% o volume de pousos e decolagens, chegando a 228 voos; já o Aeroporto de Petrolina atingiu 261 voos, o que é 19% a mais que em junho. Em um panorama comparativo no Nordeste, a capital pernambucana supera Salvador e Fortaleza, que projetam 4.038 e 2.729 voos, respectivamente. Na média diária, o Recife terá 192 operações; Salvador, 130, e Fortaleza, 88. Os dados são da Anac e foram avaliados pelo Setor de Estudos e Pesquisas da Empetur. “A onda de crescimento vista nos últimos meses segue em progressão também em julho, mês impulsionado pelas férias, o que nos leva ao melhor resultado do ano em termos da expectativa da malha aérea. Seguimos trabalhando lado a lado com as companhias aéreas, com a Aena, que administra o terminal do Recife, e com o trade turístico do Estado para seguirmos mantendo este ritmo de crescimento, que é fator crucial para que o nosso turismo recupere o fôlego e volte a gerar empregos”, destaca o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes. Em recente levantamento, feito pelo portal Aeroin, a partir de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a rota Guarulhos-Recife movimentou 537.318 passageiros entre os meses de janeiro e maio deste ano, sendo o voo mais procurado do País no acumulado dos cinco primeiros meses do ano. DESTINOS Para julho, a estimativa é de que o Aeroporto do Recife opere 34 destinos, sendo 33 nacionais e um internacional. Os voos são para as cidades de Aracaju, Aracati, Belém, Brasília, Campina Grande, Caruaru, Confins, Cuiabá, Fernando de Noronha, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Juazeiro do Norte, Maceió, Manaus, Mossoró, Natal, Palmas, Petrolina, Porto Alegre, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Salvador, São Luís, São Paulo (Campinas, Congonhas, Guarulhos, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto), Serra Talhada, Teresina, Uberlândia e Vitória. Fora do Brasil, a operação é para Lisboa. FERNANDO DE NORONHA E PETROLINA Os outros aeroportos do Estado que contam com duas malhas aéreas que também apresentam expectativa bastante positiva para o mês de julho são o Aeroporto Governador Carlos Wilson, de Fernando de Noronha, e o Aeroporto Senador Nilo Coelho, de Petrolina. O primeiro subiu de 200 voos no mês de junho para 228; já o segundo foi de 220 para 261 pousos e decolagens previstas para o período. Com relação aos destinos, o terminal de Petrolina recebe e envia voos diretos para o Recife, Campinas, Guarulhos e Salvador. E Noronha, atualmente, só conta com operações para o Recife.

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Fundaj disponibiliza 400 vagas em cursos de julho e agosto

Os cursos “Procedimentos de Justiça Restaurativa na Escola”, “Noções de Empreendedorismo Cultural”, “Atualização em Língua Portuguesa 1” e “Economia Criativa” estão com inscrições abertas.Promovidos pela Diretoria de Formação Profissional e Inovação (Difor) da Fundaj, por meio de sua Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP), eles são gratuitos e serão ministrados remotamente nos meses de julho e agosto. Cada um conta com 100 vagas. “Esses cursos já fazem parte do portfólio da EIPP. O de ‘Procedimentos de Justiça Restaurativa na Escola’, por exemplo, é fruto de um acordo de cooperação de 2018 com o Tribunal de Justiça de Pernambuco e também com a Secretaria de Educação do Estado. Já o curso ‘Noções de Empreendedorismo Cultural’ se insere no bojo do observatório de economia criativa da Fundaj. Ainda este ano, ofereceremos novas turmas de todos eles”, afirmou afirmou o diretor da Difor da Fundaj, Wagner Maciel. Quem quiser se inscrever no curso “Procedimentos de Justiça Restaurativa na Escola” precisa ter concluído o curso de “Introdução a Justiça Restaurativa” ministrado pela Fundaj ou por outra instituição. A Justiça Restaurativa é uma técnica de solução de conflitos e nesse módulo os alunos aprenderão como são aplicadas as práticas restaurativas e a cultura desse universo. Quem ministrará as aulas será o pós-doutor em Bioética, doutor em Filosofia e mestre em Antropologia Filosófica, Marcelo Pelizzoli. Já a capacitação “Noções de Empreendedorismo Cultural” abordará assuntos relacionados à inovação dentro do universo de sua temática. Ela falará sobre formas de tornar rentáveis as manifestações culturais como teatro, circo, dança, música e artes plásticas. Contando com 20 horas de duração online, as aulas serão comandadas pela doutora em Ciências Contábeis e mestre em Administração, Vivian Duarte. Como de costume, o curso “Atualização em Língua Portuguesa 1” será ministrado pela doutora em Letras/Linguística, mestre em Linguística e especialista em Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa, Solange Carvalho. A capacitação é para todos que desejam atualizar-se sobre a formalidade da língua portuguesa e tem o total de 20 horas online de duração. Nesse curso, as inscrições recebidas passarão por uma seleção e os alunos selecionados serão informados com antecedência. No mês de agosto, o curso “Economia Criativa” ensinará sobre o conceito da Economia Criativa, as políticas públicas que envolvem a área, o planejamento que é preciso para desenvolver um projeto, o orçamento e as leis. Além disso, os alunos também conversarão sobre diversidade, sustentabilidade, modelos de negócios e analisarão casos práticos. No total, o curso tem uma carga horária de 26h, sendo 20h na plataforma online Google Meet e 6h no Moodle. As aulas serão ministradas pela pós-doutoranda no Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em Ciências Sociais (2017), Amanda Coutinho. Serviço: Procedimentos de Justiça Restaurativa na Escola (Módulo 2) Professor: Marcelo Pelizzoli Datas: 12 a 15 e 19 de julho Hora: 13h às 17h Inscrições: https://bit.ly/3hJ3N2w Plataformas: Google Meet (duração de 20h) e Moodle EAD (duração de 6h) Noções de Empreendedorismo Cultural Professora: Vivian Duarte Datas: 12 a 15 e 19 de julho Hora: 13h às 17h Inscrições: https://bit.ly/2UwikXG Plataforma: Google Meet (duração de 20h) Atualização em Língua Portuguesa 1 Professora: Solange Carvalho Datas: 19 a 23 de julho e 26 e 27 de julho Hora: 19h às 22h Inscrições: https://bit.ly/2TK0MXL Plataformas: Google Meet (duração de 20h) Economia Criativa Professora: Amanda Coutinho Datas: 9 a 13 de agosto Hora: 9h às 13h Inscrições: https://bit.ly/3xjdcVn Plataformas: Google Meet (duração de 20h) e Moodle EAD (duração de 6h)

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Ser mais solidário para quem precisa

Nesta pandemia do covid-19, muitas pessoas foram afetadas pela doença e algumas ficaram em situação de vulnerabilidade. Pensando nisso, jovens empreendedores da Agência C+ se juntaram numa ação social com o intuito de ajudar lares de idosos e famílias de comunidade carente da Zona Norte do Recife. A arrecadação vai até o dia (12). De acordo com Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da covid-19 no Brasil. Em 2018, eram 10,3 milhões. Ou seja, em dois anos houve um aumento de 27,6% (ou quase 9 milhões de pessoas a mais). Pensando no agravamento da situação atual de vulnerabilidade das pessoas, o projeto C+ Solidário foi criado com o objetivo auxiliar dois asilos da capital pernambucana: Casa do Amor (Arruda) e Padre Venâncio (Várzea). A ação visa contemplar também cinco famílias da comunidade do Córrego do Deodato, bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Para ajudar os vovôs e vovós podem ser doados materiais de higiene pessoal, materiais de limpeza e de cozinha para as Casas de Repouso, fraldas geriátricas e alimentação para manter a dieta dos idosos. Já para a Comunidade, o projeto quer arrecadar cinco cestas básicas, uma para cada família. Para fazer um gesto de solidariedade podem ser feitas doações via PIX (cmaissolidario@agenciacmais.com.br) em qualquer valor ou entregar num ponto físico parceiro, Ana Ótica, localizada no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife. A causa é apoiada pela Agência C+ de Comunicação, no qual contribui na divulgação e arrecadação dos insumos. A Agência existe desde 2019 e é composta por três jovens comunicadores e empreendedores, Francisco Bezerra (publicitário), Caio Pessoa (jornalista) e Francisco Barbosa (publicitário). “Queremos nos unir a essa corrente do bem tão necessária no Brasil que algumas pessoas, empresas, ONGs, pastorais e igrejas tentam realizar, inspirados por essas iniciativas dispusemos da expertise de comunicação da Agência C+ juntamente com o voluntariado e boa vontade de amigos para promover através dessa ação de solidariedade um pequeno gesto de esperança, e contribuir por meio da mobilização de pessoas que desejam doar o que puder e somando forças pouco a pouco buscando amenizar a situação de algumas famílias e de idosas residentes das instituições elencadas pelo projeto. Para mim é antes de mais nada um gesto de humanidade e compromisso social. “, relata Francisco Bezerra um dos coordenadores do C+ Solidário sobre a criação do projeto. Serviço: O que: Projeto C+ Solidário. Como: Pix (cmaissolidario@agenciacmais.com.br) de qualquer quantia ou entregar pessoalmente na Ana Ótica, Av. Manoel Borba,337, Boa Vista- Recife Quando: Até dia 5 de julho Mais informações e lista completa no site: www.agenciacmais.com.br/cmaissolidario

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Hospital das Clínicas da UFPE está em campanha por doação de sangue

O Hospital das Clínicas da UFPE, unidade vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), promove até quinta-feira (8) campanha ao público para doação de sangue. A ação, realizada em parceria com o Hemope (Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco), acontece das 8h30 às 12h e das 13h30 às 16h, na Unidade de Reabilitação, no térreo do HC. Para participar, não é necessário fazer agendamento, mas os que desejarem podem agendar enviando mensagem para o e-mail prosanguehcufpe@gmail.com, informando nome, dia e horário que deseja fazer a doação. “Quem doa sangue, compartilha vida. Sempre é momento de exercitarmos a solidariedade tanto doando quanto convidando e incentivando alguém a doar sangue. Neste tempo de pandemia, se for para sair de casa, saia para fazer o bem”, convida a hemoterapeuta Irmgard Buhr, uma das coordenadoras do evento. A campanha de doação de sangue faz parte do Programa Pró-Sangue do HC-UFPE, que atua em três eixos dentro do hospital-escola: o uso racional e seletivo de hemocomponentes, a ampliação da captação de doadores de sangue e o monitoramento dessas atividades. Em novembro do ano passado, campanha semelhante foi realizada no HC, com 114 doações efetivadas. A expectativa é de que esse número seja ultrapassado nesta edição. CRITÉRIOS No Brasil, para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, mas, em virtude das medidas de biossegurança impostas pela pandemia de Covid-19, as ações itinerantes do Hemope estão captando doadores de 18 até 69 anos (até 60 anos, se esta for a primeira doação), já que os menores de idade precisariam da presença de um dos responsáveis. Além da faixa etária indicada para doação, é preciso pesar, no mínimo, 50 quilos, estar em bom estado de saúde, não ter tido gripe, resfriado ou Covid-19 nos últimos 30 dias. Caso o doador já tenha sido vacinado contra a Covid-19, é preciso um intervalo de mais de sete dias (ou dois dias, se com a Coronavac) para a doação. Além disso, o doador tem que estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas), não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação, não fumar (cerca de três horas antes e após a doação) e não estar em jejum. No dia da doação, é importante apresentar documento original com foto recente, que permita a identificação. Vale lembrar que a doação é segura para o doador e para a pessoa que vai receber a transfusão sanguínea, já que uma série de medidas são tomadas, como a triagem clínica da situação de saúde e hábitos de vida do candidato e testes para a detecção de doenças transmitidas pelo sangue. (Texto: Unidade de Comunicação Social/HC-UFPE/Ebserh)

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Oficina ensina como estimular o hábito de leitura em crianças

O primeiro contato da criança com o livro pode ser determinante para a relação com a leitura ao longo de toda a vida. Por isso, a oficina “Contar e encantar” oferecida pelo Sesc Pernambuco foca em ensinar conceitos e técnicas de contação de histórias para estimular crianças a construírem o hábito de ler. A atividade é ministrada pela contadora de histórias Thays Meirely e é voltada para pais, professores, bibliotecários e mediadores de leitura. Os encontros da formação acontecem por meio da plataforma Google Meet e as atividades se dão de forma síncrona e assíncrona de 13 a 15 de julho, das 19h às 21h. Ao longo das aulas são apresentadas técnicas e disponibilizados textos de apoio, vídeos e outros materiais para embasar as discussões sobre o mundo da leitura. “O convite é para todos os que querem contagiar seus filhos, alunos, amigos, sobrinhos… Qualquer criança próxima, a se envolver no mundo mágico da leitura, auxiliando no fortalecimento do hábito de ler, por meio de técnicas, e do contato com a literatura, com dicas de livros infantojuvenis e novas ideias”, diz a facilitadora Thays Meirely. Os interessados em participar da oficina podem se inscrever na plataforma de cursos do Sesc Pernambuco (cursos.sescpe.com.br). O investimento para a formação é de R$20. Facilitadora – Thays Meirely é bacharel em Hotelaria pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) em 2011. Graduanda em Biblioteconomia pela UNIVERSO (Universidade Salgado Oliveira). Cursando a Formação Sociopolítica e Cultural na Biblioteconomia – 2. ed. Associação Profissional de Bibliotecário da Paraíba. Curso de Sensibilização em Artes para professores ministrado pelo Sesc Pernambuco em 2018 e 2019. Sesc – Fundado em 1947 em Pernambuco, o Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Atuante na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte, Zona da Mata Sul, Agreste e Sertão, oferece atividades gratuitas ou a preços populares nas áreas de Educação, Cultura, Lazer, Assistência e Saúde. Atualmente, suas 23 unidades, incluindo os hotéis em Garanhuns e Triunfo, operam respeitando os protocolos de saúde e alinhadas aos órgãos públicos, tendo ações presenciais, virtuais ou híbridas. No campo digital, a instituição oferece o aplicativo Sesc-PE, facilitando acesso às atividades, renovação e habilitação do cartão, entre outras funcionalidades, e disponibiliza a plataforma Sesc Digital (https://cursos.sescpe.com.br/todos). Por ela, é possível conhecer o cronograma de cursos e realizar a inscrição de forma online e segura. Para acompanhar todas as informações sobre o Sesc, acesse www.sescpe.org.br. Oficina: Contar e encantar Especificidade: Educação Período: 13 a 15 de julho / 2021 Carga Horária: 6 horas (síncronas e assíncronas) Horário: 19h às 21h Oficineira: Thays Meirely

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Recife antecipa prazo de segunda dose da Astrazeneca para 60 dias

Da Prefeitura do Recife Como forma de acelerar o processo de vacinação contra a covid-19 na cidade, a Prefeitura do Recife lançou mão de mais uma estratégia: a antecipação do prazo de aplicação da segunda dose do imunizante da Astrazeneca/Fiocruz. Com isso, os moradores do Recife que já tiverem tomado a primeira dose dessa vacina há, pelo menos, 60 dias terão a possibilidade de completar o seu esquema vacinal em um período mais curto. Na capital pernambucana, aproximadamente 90 mil pessoas já estão aptas a receber a dose de reforço nesse prazo. “Vamos acelerar a imunização, quem tomou Astrazeneca vai poder receber a 2ª dose a partir de 60 dias após a 1ª dose. Dessa forma a gente vai conseguir ter mais recifenses com o esquema vacinal completo antes do prazo previsto”, declarou o prefeito. A sugestão de antecipação desse prazo foi apresentada pela gestão municipal ao Comitê Técnico Estadual de Vacinação de Pernambuco e aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite Estadual de Pernambuco (CIB/PE), em reunião na última segunda-feira (5). De acordo com a Fiocruz, que produz a vacina Astrazeneca no Brasil, a segunda dose do imunizante pode ser administrada em um intervalo de quatro a 12 semanas (entre 30 e 90 dias) após a primeira dose. Sendo assim, a antecipação da dose de reforço para 60 dias não compromete a eficácia da vacina. Atualmente, 88.069 pessoas já podem receber a segunda dose da vacina Astrazeneca. É importante salientar que essa antecipação está condicionada à disponibilidade do imunizante no estoque da Prefeitura. Quem estiver apto a receber a segunda dose do imunizante a partir dos 60 dias, no Recife, receberá uma mensagem de texto ou e-mail com alerta para agendar a dose pelo site ou aplicativo do Conecta Recife. O agendamento já estará aberto 21 dias antes da data que marca os sessenta dias da aplicação da primeira dose, permitindo que os munícipes possam escolher datas e locais com antecedência e tranquilidade. “Tomar essa decisão foi a forma que encontramos para dar agilidade ao processo de vacinação na nossa cidade. Queremos o maior número de pessoas com o esquema vacinal completo o mais rápido possível e de forma segura”, destaca a secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque. Para receber a dose de reforço, é preciso realizar o agendamento através do site conectarecife.recife.pe.gov.br ou do app Conecta Recife, que está disponível gratuitamente na PlayStore, para Android, e AppStore, para quem utiliza o sistema iOS. No dia escolhido para a vacinação, é necessário apresentar o cartão de vacina.

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Governo prorroga auxílio emergencial por mais três meses

Da Agência Brasil O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que prorroga por três meses o pagamento do auxílio emergencial à população de baixa renda afetada pela pandemia da covid-19. Com isso, o benefício, que terminaria agora em julho, será estendido até outubro. Também foi editada uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário para custear o pagamento complementar do auxílio. No mês passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões. O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia da covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada. Neste ano, a nova rodada de pagamentos prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil. As famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150. Regras Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

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“Precisamos de um grande processo de inclusão digital do idoso.”

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 67% da população com 60 anos ou mais no Brasil tem apenas o ensino fundamental incompleto. Uma situação desafiadora, como ressalta o economista João Cavalcanti, diante de uma sociedade que demanda cada vez mais capacitação das pessoas, não só para o trabalho, mas também para viver neste mundo tão digital. Por isso Cavalcanti, que é professor da disciplina de Análise de Conjuntura e Cenários Econômicos da Católica Business School, defende a necessidade de ampliar a inclusão digital do idoso. Nesta conversa com Cláudia Santos, o economista, que também é sócio-fundador do GrupoSALTE, ressalta que 20% dos lares brasileiros têm como renda principal a do familiar idoso. “Essa populaçãopassa a ser estratégica não só para as políticas públicas, como para as empresas”, salienta Cavalcanti que atua há 25 anos na área de empreendedorismo. A chamada economia prateada, composta por essas pessoas de cabelos grisalhos, é promissora e desconhecida pelas empresas. “O comportamento do consumidor idoso é diferente, aquele impulso por acumular bens é bem menor. Isso pode provocar uma grande mudança no mercado que ainda é muito baseado no consumo excessivo e no acúmulo de bens”, adverte. Cavalcanti salienta que a população idosa também é composta em sua maioria por mulheres que desejam expandir seus horizontes, em contraposição à repressão que viveram na juventude. “Enquanto parte dos homens idosos tendem à procrastinação, as mulheres idosas tendem à experimentação”, diferencia o economista que também fornece algumas dicas para os jovens sobre como se planejarem para a velhice. Qual o impacto do envelhecimento da população na economia brasileira? Estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que dos 71 milhões de lares brasileiros, cerca de 20% deles têm como renda principal a do idoso. Numa outra perspectiva, o consumo de cerca de 30,6 milhões de brasileiros dependem da renda do idoso. Boa parte dessa renda vem das aposentadorias mas a participação dos idosos no mercado de trabalho também tem crescido, passou de 5,9% em 2012 para 7,2% em 2020. Essa população passa a ser estratégica não só para as políticas públicas, como para as empresas. Além do envelhecimento cada vez maior, por causa da base populacional, temos sistematicamente queda na taxa de natalidade. Estimativas indicam que a partir de 2060 a população brasileira começará a diminuir. Segundo o IBGE, em 2060, os idosos representarão 25% da população brasileira. Quais os desafios para a saúde pública e para a previdência? Os desafios vão além da saúde e da previdência, pois, por exemplo, 67% das pessoas com 60 anos ou mais, têm apenas o ensino fundamental incompleto, numa sociedade que demanda cada vez mais capacitação das pessoas, não só para o trabalho mas, também, para viver neste mundo tão digital. Mas, sem dúvida, a saúde e a previdência são as mais impactadas. No âmbito da previdência, a base que gera a poupança que financiará as aposentadorias está diminuindo de maneira relativa, enquanto a parcela da população que irá usar essa poupança só aumenta. Isso inevitavelmente levará a ciclos de revisão do sistema previdenciário, aumentando sempre a idade mínima de aposentadoria e aumentando o tempo de contribuição. Também teremos necessariamente um aumento da demanda global por serviços de saúde. Mas, além disso, é necessária uma requalificação da matriz desses serviços que melhor atenda as necessidades do idoso. Então, teremos uma mudança quantitativa e qualitativa nos investimentos em saúde. A pandemia de alguma forma afetou esse cenário? Mais de 70% das mortes pela Covid-19 recaíram sobre as pessoas de 60 anos ou mais. O efeito, além da perda devastadora emocionalmente, leva a uma grande crise financeira nas famílias que dependiam desses idosos. Essa grande mortalidade, além da dor, também representa uma perda permanente da principal fonte de renda de milhares de famílias. Além disso, a perda de renda das famílias, agravada pela pandemia, levará a um aumento da precarização dos meios dos idosos, pois uma parte maior da sua renda terá que suprir as necessidades da família com uma renda menor, devido ao desemprego. Essa precarização, a médio prazo, pode levar a um aumento das demandas por serviços de saúde. Os idosos estão permanecendo mais tempo no mercado de trabalho, cada vez mais disruptivo, com transformações constantes. Como eles podem acompanhar essa evolução? Você acredita serem necessárias políticas públicas para a atualização de suas habilidades? Não tenho a menor dúvida de que precisamos ter um grande processo de inclusão digital do idoso para, não só ampliar sua trajetória de aprendizagem em geral mas, também, para sua interação social. Por outro lado, fazendo isso de forma ampla e adequada ao idoso, aumentaremos bastante a autonomia deles nos serviços do dia a dia. Outro grande desafio será o desenvolvimento de segurança digital, visando a esse público que já é a maior vítima de crimes cibernéticos. Assine a Algomais e leia a entrevista completa na edição 184.1: assine.algomais.com

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O que muda a partir de hoje no Plano de Convivência de Pernambuco?

A partir de hoje (05.07), o Governo de Pernambuco permite a realização de eventos sociais e ampliação de horários de funcionamento de atividades. Na Macrorregião 1, que contempla o Grande Recife, Mata Norte e Sul e parte do Agreste, os eventos sociais – como aniversários, batizados, casamentos e formaturas – poderão acontecer das 8h às 23h durante a semana, e das 8h às 22h nos finais de semana. Já nas Macrorregiões 2, 3 e 4, essas celebrações estarão permitidas entre 8h e 22h ao longo da semana, e das 8h às 21h aos sábados e domingos. O número máximo de participantes permitido nos eventos, em todas as macrorregiões, será de 50 pessoas, ou 30% da capacidade do local, o que for menor. O secretário estadual de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes, explicou as novas regras também para eventos corporativos. “Na macro 1, vão funcionar das 8h às 22h, tanto durante a semana quanto aos sábados e domingos. Antes, podiam acontecer até às 21h nos finais de semana. Já nas macros 2, 3 e 4, os eventos vão poder ocorrer das 8h às 22h na semana, e das 8h às 21h nos finais de semana. O número de participantes, em todas as macrorregiões, será ampliado de 50 para 100 pessoas, ou 30% da capacidade”, esclareceu. Especialmente para ocasiões como colação de grau, aula da saudade e culto ecumênico, que já estavam permitidos, as novas regras seguem os mesmos horários dos eventos sociais, de acordo com cada macrorregião, e a capacidade permitida nos eventos corporativos. Nesse caso, alimentos e bebidas continuam proibidos. As apresentações e shows com música ao vivo, em qualquer tipo evento, também seguem suspensos. Ainda de acordo com Rodrigo Novaes, na Macrorregião I os bares e restaurantes terão funcionamento permitido até às 23h nos dias de semana e 22h nos fins de semana. Já nas Macros 2, 3 e 4, poderão funcionar até 22h durante a semana e até 21h aos sábados e domingos. “Além disso, no que diz respeito ao funcionamento desses estabelecimentos, eles ganham mais uma hora. Essa é mais uma iniciativa importante para o setor. Evidentemente, os empresários devem seguir cumprindo os protocolos determinados”, complementou. A secretária executiva de Desenvolvimento Econômico do Estado, Ana Paula Vilaça, anunciou a ampliação no horário de funcionamento de outras atividades. “Com as novas regras, os clubes sociais terão permissão para funcionar uma hora a mais na Macrorregião 1, das 5h às 23h na semana, e das 5h às 22h nos finais de semana. No restante do Estado, esses estabelecimentos estarão liberados das 5h às 22h na semana, e das 5h às 21h nos finais de semana”, explicou. Seguem vedados, nos clubes, o uso de saunas e as apresentações de músicos ao vivo. Na macro 1, cinemas, teatros e circos que podiam funcionar das 10h às 22h na semana, e das 10h às 21h aos sábados e domingos, agora vão poder abrir às 9h e seguir até 23h durante a semana, e das 9h às 22h nos finais de semana. Já nas macros 2, 3 e 4, vão poder funcionar das 9h às 22h na semana, e das 9h às 21h nos finais de semana. O número de pessoas permitido nesses locais, em todas as macrorregiões, passará de 100 para 200, ou 50% da capacidade do local, o que for menor. Os museus e demais equipamentos culturais também terão a carga horária ampliada. Na Macrorregião 1, vão funcionar das 9h às 22h na semana e nos finais de semana. Antes, a regra de funcionamento era das 10h às 22h na semana, e das 10h às 21h aos sábados e domingos. Já nas Macrorregiões 2, 3 e 4, estarão abertos das 9h às 22h na semana, e das 9h às 21h nos finais de semana. Continua valendo a regra de distanciamento social, com um visitante a cada 20 metros quadrados nas áreas expositivas internas e um visitante a cada 10 metros quadrados nas áreas expositivas externas.

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