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UPE inaugura Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Computação no Agreste Meridional

(Da Universidade de Pernambuco) A iniciativa oferece oportunidades de estudo avançado em nível de mestrado e pós-doutorado Como marco histórico para Garanhuns e região, a Universidade de Pernambuco (UPE), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, anuncia a inauguração do primeiro Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Computação no Agreste Meridional, oferecendo níveis de mestrado e doutorado. A aula inaugural está agendada para esta sexta-feira, 19 de abril, às 10h, no campus Garanhuns. O programa, pioneiro na região, é uma iniciativa inovadora da UPE para promover a excelência acadêmica e impulsionar o desenvolvimento tecnológico local. A aula inaugural será transmitida ao vivo para os polos do Recife e Campinas, demonstrando o compromisso da universidade em ampliar o acesso ao conhecimento em toda a sua rede de ensino. Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Mauricélia Montenegro, uma das características mais marcantes do programa é o seu funcionamento multicampi, que permite que as aulas sejam ministradas simultaneamente no Recife, Caruaru, Garanhuns e Campinas, utilizando recursos avançados de videoconferência. “Isso permite que os estudantes participem das atividades acadêmicas em qualquer campus, sem qualquer prejuízo para sua formação”, comentou a gestora pública. Durante a formação, os estudantes terão a flexibilidade de escolher seus orientadores, podendo optar por professores de qualquer um dos polos, conforme suas áreas de interesse e afinidades acadêmicas. A interiorização deste programa está alinhada com os compromissos do Governo do Estado de Pernambuco e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, que têm como foco o fortalecimento da educação superior e o estímulo à pesquisa e inovação em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). “Essa iniciativa está em total consonância com as propostas do plano do governo Raquel Lyra, que destacam a importância de fortalecer a UPE e incentivar a pesquisa científica e tecnológica, bem como promover a integração entre empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento”, pontuou Mauricélia. De acordo com a reitora da UPE, Socorro Cavalcanti, a inauguração do PPGEC atende a uma demanda por profissionais de tecnologia no Agreste de Pernambuco. “A UPE, com sua capilaridade em todo o Estado, tem contribuído com o desenvolvimento socioeconômico em diferentes localidades. O novo curso vai fortalecer os estudos sobre tecnologia na região e atrair diferentes profissionais e pesquisadores para a cidade”, destacou a professora Socorro Cavalcanti. “A instalação deste programa é fundamental para a região, pois a localidade está se tornando um importante Polo de Tecnologia da Informação. Com a estrutura, a UPE poderá colaborar com a formação de novos profissionais, inclusive com o curso de graduação já existente, e o aperfeiçoamento daqueles que já estão em atuação. Com o programa, os profissionais poderão desenvolver softwares de alta qualidade e soluções digitais relevantes para Pernambuco”, completou o professor Carmelo Bastos, Pró-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Inovação.

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Senado aprova PEC sobre criminalização da posse de drogas

(Da Agência Brasil) O Senado aprovou nesta terça-feira (16), em dois turnos, a proposta que inclui na Constituição Federal a criminalização da posse e do porte de qualquer quantidade de droga ilícita. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) teve 53 votos favoráveis e nove contrários no primeiro turno, e 52 favoráveis e nove contrários no segundo turno. Apresentada pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a PEC acrescenta um inciso ao art. 5º da Constituição Federal para considerar crime a posse e o porte, independentemente da quantidade de entorpecentes e drogas sem autorização ou em desacordo com a lei. Segundo a proposta, deve ser observada a distinção entre o traficante e o usuário pelas circunstâncias fáticas do caso concreto, aplicando aos usuários penas alternativas à prisão e tratamento contra dependência.  Pacheco esclareceu que a PEC faz uma ressalva sobre a impossibilidade da privação de liberdade do porte para uso de drogas. “Ou seja, o usuário não será jamais penalizado com o encarceramento”, disse. Ele também destacou que a utilização de substâncias derivadas de drogas ilícitas para uso medicinal não será afetada pela PEC. Atualmente, a Lei nº 11.343, de 2006, conhecida como Lei das Drogas, estabelece que é crime vender, transportar ou fornecer drogas. A pena é de reclusão de cinco a 15 anos, além de multa. Adquirir, guardar,  transportar ou cultivar drogas para consumo pessoal também é considerado crime pela lei atual, mas neste caso as penas previstas são advertência, medidas educativas e prestação de serviços à comunidade. A legislação não estabelece uma quantidade de entorpecentes que diferencie os dois delitos.  Ao justificar a apresentação da PEC, Rodrigo Pacheco argumenta que não há tráfico de drogas se não há interessados em adquiri-las. “O traficante de drogas aufere renda – e a utiliza para adquirir armamento e ampliar seu poder dentro de seu território – somente por meio da comercialização do produto, ou seja, por meio da venda a um usuário final”, diz. As propostas de emenda à Constituição devem ser aprovadas em dois turnos de votação, precedidos de cinco e duas sessões de discussões em Plenário, respectivamente, para entrarem em vigor. Uma PEC é aprovada quando acatada por, no mínimo, três quintos dos senadores (49 votos), após dois  turnos de deliberação. Após aprovada no Senado, a proposta seguirá para a análise da Câmara dos Deputados. Para que a mudança seja incluída na Constituição, a PEC precisa ser aprovada nas duas Casas do Congresso. Votação no STF A aprovação da PEC pelo Senado é uma resposta ao Supremo Tribunal Federal, que  também avalia a questão do porte de drogas. O julgamento do tema foi suspenso em março por um pedido de vista apresentado pelo ministro Dias Toffoli. Antes da interrupção, o julgamento está 5 votos a 3 para a descriminalização somente do porte de maconha para uso pessoal. No recurso analisado, o STF julga a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas. Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e o comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal. A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvo de inquérito policial e de processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas. No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime.  O acusado foi detido com 3 gramas de maconha. Debate  A votação em plenário foi precedida de debate entre senadores contrários e favoráveis à PEC. Marcos Rogério (PL-RO) disse que a PEC vem em defesa da sociedade brasileira. Segundo ele, um terço das prisões do país se dá em razão das drogas. “Mas não porque são usuários, mas porque são traficantes, que atormentam as famílias brasileiras”.  O senador Humberto Costa (PT-CE) disse que a PEC amplia a discriminação contra pessoas pobres, negras e marginalizadas e defendeu que a mudança vai desestimular os usuários de drogas a buscarem o tratamento adequado. “Procurar o serviço de saúde será reconhecer a condição de usuário e dependente e, portanto, estar submetido à possibilidade de ser criminalizado e responder a vários processos”.  Em seu relatório, o senador Efraim Filho (União-PB) destacou a nocividade social e de saúde pública que as drogas proibidas geram. “Nesse contexto, vale destacar que a simples descriminalização das drogas, sem uma estrutura de políticas públicas já implementada e preparada para acolher o usuário e mitigar a dependência, fatalmente agravaria nossos já insustentáveis problemas de saúde pública, de segurança e de proteção à infância e juventude”, disse. 

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Unidade do Senac no Porto Digital

Senac-PE lança edital para incubação de startups no Porto Digital

A Incubadora para o Desenvolvimento de Inovação e Aceleração do Senac (i.d.e.i.a.S.) inicia hoje (17) seu primeiro edital para receber propostas. Serão oferecidas dez vagas para incubação e outras dez para pré-incubação na unidade do Senac no Porto Digital. O prazo para inscrição se estende até 28 de abril, com o anúncio das startups selecionadas previsto para 20 de maio. Criada para impulsionar empreendimentos de base tecnológica nas áreas de atuação do Senac-PE, a i.d.e.i.a.S. é uma iniciativa do PRINTS, o Programa de Inovação e Tecnologia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, em colaboração com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O ciclo de incubação terá duração de 24 meses, abrangendo as etapas de Pré-Incubação, Ideação, Validação, Operação, Tração, Scale-Up e Graduação. As propostas submetidas devem atender a alguns critérios, como viabilidade técnica e econômica, potencial inovador e integração com a estrutura de ensino e pesquisa do Senac Pernambuco. Além disso, devem estar alinhadas com as áreas de atuação do setor do comércio de bens, serviços e turismo, sendo impedida a incubação de empreendimentos sem estudantes ou ex-alunos de cursos do Senac-PE com carga horária mínima de 15 horas e até três anos de conclusão do edital. A incubadora oferecerá às startups selecionadas infraestrutura e suporte operacional, incluindo área física, tecnológica, de apoio, de gestão e educacional.

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“Queremos que pacientes com diabetes do SUS tenham acesso a medicamentos disponíveis na rede particular”

Rui Lyra, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, defende que diabéticos atendidos pelo serviço público de saúde tenham acesso a fármacos mais avançados no controle da doença que atinge mais de 14 milhões de brasileiros e que tende a aumentar a prevalência nos próximos anos. Pessoas diabéticas que não recebem um tratamento adequado e condizente com o mais avançado arsenal terapêutico desenvolvido pela medicina, podem evoluir e sofrer problemas renais e cardiovasculares. No Brasil, pacientes assistidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) não têm acesso a esses medicamentos e insumos, o que levou a Sociedade Brasileira de Diabetes a atuar para tentar reduzir a diferença existente entre o tratamento na rede privada e pública. Esse tem sido um dos principais objetivos do endocrinologista pernambucano Ruy Lyra, à frente da presidência da Sociedade Brasileira de Diabetes, que assumiu em 19 de janeiro. Nessa entrevista a Cláudia Santos, o médico conta como tem sido a receptividade do Ministério da Saúde a essa reivindicação e ressalta que a doença, que hoje atinge entre 14 milhões a 16 milhões de brasileiros, tem apresentado um crescimento no número de casos e a perspectiva é de aumentar ainda mais. Uma das metas da sua gestão à frente da Sociedade Brasileira de Diabetes é diminuir a diferença entre o tratamento oferecido nas redes de saúde pública e privada. O senhor poderia explicar essa diferença e como pretende eliminá-la? No serviço privado, muitas vezes, os pacientes têm plano de saúde e acesso a toda parte laboratorial que facilita o diagnóstico. Pela condição socioeconômica, esses pacientes, geralmente, podem comprar os melhores medicamentos para o diabetes, que não causem hipoglicemia, têm um efeito neutro no peso ou que levem ao emagrecimento que podem trazer benefícios cardiovasculares, renais, entre outros. No serviço público, embora já haja melhora, infelizmente, existe uma escassez de medicamentos gratuitos. Então, nossa proposta, junto ao governo, ao Ministério da Saúde e organismos que militam na área de tratamento, é que os pacientes do SUS tenham acesso aos mesmos medicamentos e insumos que estão disponíveis na rede particular. É tentar colocar novos fármacos que não estejam na cesta que é disponibilizada para as pessoas com diabetes no serviço público. Eu me sinto muito desconfortável ao fazer uma medicina no setor público e outra no privado, pois o médico é treinado para dar o melhor ao paciente, as ferramentas de tratamento adequadas para que se evitem complicações. É um grande desafio mas acho que somos movidos a desafios, sobretudo quando se tenta favorecer os mais pobres que, muitas vezes, sequer têm dinheiro para o transporte, quiçá para comprar um medicamento de melhor produção. Então, essa é uma proposta nossa. Já começamos nossas viagens à Brasília e estamos sentindo, nos primeiros contatos com os parlamentares e com alguns organismos governamentais, uma sensibilidade, uma perspectiva de buscar alternativas interessantes para os nossos pacientes. Que consequências são colocadas às pessoas que não têm acesso a esses medicamentos de última geração? Geralmente, complicações renais e cardiovasculares relacionadas ao ganho de peso. Entre 85% a 90% das pessoas com diabetes tipo 2 têm sobrepeso e obesidade. Hoje há medicamentos que proporcionam aos diabéticos uma redução de glicose sem risco de hipoglicemia, levando a não ganho de peso e, eventualmente, à perda de peso. Esses são medicamentos que trazem benefícios cardiovasculares e renais. Hoje, um grupo desses fármacos de última geração é disponibilizado a diabéticos com doença cardiovascular prévia com 65 anos ou mais. Recentemente já tivemos um posicionamento positivo do Ministério da Saúde para reduzir essa idade para 40 anos. E, para o paciente que recebe o Bolsa Família, esses medicamentos serão totalmente gratuitos. Os que não recebem Bolsa Família vão pagar uma parte do valor e o restante será subsidiado pelo governo, ou seja, uma coparticipação. Esse é um avanço, mas há muitos outros sendo trabalhados pela Sociedade Brasileira de Diabetes, em termos de monitorização de glicose, entre outros aspectos pertinentes ao benefício à população carente. Além de trazer qualidade de vida e prevenir morte de pacientes em casos mais graves, essas iniciativas também podem diminuir os números de hospitalizações e trazer economia para o governo? Sim. Um estudo publicado há alguns anos analisou o impacto socioeconômico das pessoas com diabetes e mostrou que se gasta menos tratando bem o diabético do que com o tratamento das complicações. Entretanto, tratar muito bem esse paciente não é só cuidar da glicose mas, também, da pressão arterial. Em termos das drogas antidiabéticas, é preciso usar as anti-hipertensivas, as drogas de redução do colesterol. Assim, ao disponibilizar medicamentos para cada uma dessas situações, as complicações vão reduzir e, consequentemente, vai se gastar menos onde hoje se gasta mais. Mesmo em relação à farmacoeconomia, há um custo-benefício em tratar bem os pacientes. Quantas pessoas diabéticas vivem no Brasil? Esse número tem aumentado nas últimas décadas? Infelizmente, sim. Hoje há cerca de 14 milhões a 16 milhões de pessoas com diabetes no Brasil e, segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, as projeções são alarmantes, não só para o Brasil, mas para o mundo todo. E a perspectiva é de um crescimento grande até o ano de 2045. Então, infelizmente, apesar do conhecimento efetivo do risco da pessoa com diabetes, em termos de morbidade e de mortalidade, nós não estamos conseguindo prevenir essa doença. E não me refiro apenas aos médicos, mas à população que ainda não percebe a importância de evitar sobrepeso, de ter uma alimentação adequada, de praticar atividade física, ou seja, hábitos saudáveis recomendáveis a todos, sobretudo às pessoas com histórico familiar de diabetes. Então é fundamental que haja um envolvimento de todos, não só dos profissionais de saúde e do governo mas, também, das pessoas em geral para prevenir esse incremento da doença. Então esse aumento se deve ao diabetes tipo 2? Sim. Nove entre 10, ou seja, 85% a 90% dos diabéticos no mundo têm o tipo 2. É por isso que o impacto é grande. A presença de diabetes tipo 2 presume histórico familiar de diabetes, sobrepeso ou obesidade. Então essa

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Uma história de vida dedicada ao Náutico e ao desporto

*Por Paulo Monteiro Em 1934, o Clube Náutico Capibaribe conquistou o seu primeiro título pernambucano de futebol. Porém, esse não é o único feito memorável de sua história naquela data. No mesmo ano, nascia um dos maiores patrimônios humanos do nosso clube. No dia 20 de abril, nascia Ricardo Breno de Pontes Borges Rodrigues, mais conhecido nos meios esportivos, e em especial na nação Alvirrubra, como Cacá.   Poucos anos depois, com apenas sete anos de idade, começava sua bela e exemplar trajetória no nosso Clube, como atleta infantil de tênis e basquete. Esportes que praticou por muitos anos, sendo campeão em todas as categorias que atuou. Diante do espírito de liderança e capacidade de aglutinar que demonstrou desde criança, tornou-se rapidamente orador e presidente do Núcleo Infantil Alvirrubro, setor responsável por organizar todas as competições infantis dentro do clube. Uma verdadeira escola de formação de líderes. Neste ano, o Náutico completa 123 anos de fundação e, durante sua existência, Cacá – que completa noventa anos no dia 20 de abril – é, até hoje, o único alvirrubro a ocupar seis diretorias distintas no clube. Sendo também o único a ocupar, por nove vezes, o cargo de vice-presidente esportivo. Depois, vice-presidente do executivo por dois mandatos, presidente do executivo, secretário do Conselho Deliberativo e, posteriormente, presidente, sendo o único até hoje reeleito.  Merecidamente, Cacá é o único sócio a possuir os títulos de emérito (pelas conquistas esportivas), benemérito (pelos relevantes serviços prestados) e grande benemérito (pelos relevantes e excepcionais serviços prestados), dividindo, hoje, a honraria de grande benemérito com Américo Pereira, também de grandes, relevantes e excepcionais serviços prestados ao clube. Merece um registro, que desde 1960 Cacá é conselheiro do Náutico, ausentando-se apenas para exercer cargos no executivo. Vários foram os eventos esportivos realizados por Cacá ao longo de sua exemplar trajetória no Náutico. Realizou, durante vários anos, a tradicional Corrida da Fogueira, a segunda mais antiga competição do gênero no país. Promoveu, durante três anos e com o apoio do ex-presidente Luciano Azevedo, seu primo, os Jogos Infantis de Pernambuco, que teve uma repercussão nacional, merecendo voto de elogio e registro do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que o Clube Náutico Capibaribe deu uma grande contribuição aos esportes olímpicos brasileiros.  Há quinze anos, quis o destino, por conta de uma enfermidade, que Cacá ficasse privado de sua visão. Porém, em momento algum, tal acontecimento impediu que Cacá continuasse prestando relevantes serviços ao nosso clube. Mesmo sem visão, presidiu várias competições, reuniões solenes e posses de vários presidentes. Mais recentemente, como prova de sua liderança e espírito agregador, liderou um movimento para que o Clube tivesse apenas uma chapa única no conselho deliberativo. Tal movimento contou com nossa contribuição e do ex-presidente Márcio Borba e, pela primeira vez, o Náutico teve numa eleição uma única chapa para o conselho deliberativo. Como reconhecimento pela sua bela e expressiva participação na vida do nosso Náutico, Cacá recebeu uma justa homenagem, sendo dada a sede da Avenida Rosa e Silva o seu nome. Homenagem esta que perpetua a forte e exemplar ligação de sua vida à história do nosso centenário Clube. Sua trajetória de vida e ligação com o desporto não se restringiu ao Náutico. Fora das dependências do clube, exerceu vários cargos como diretor e presidente de federações, tais como: presidente da Federação Pernambucana de Remo, diretor e membro dos conselhos das federações pernambucanas de basquete, ciclismo, aquática. Homenagens também foram muitas, como reconhecimento aos relevantes serviços prestados por onde passou. A dedicação de toda uma vida voltada ao Náutico e ao desporto amador/olímpico rendeu também a Cacá homenagens e comendas de várias federações e confederações. Entre elas, Grande Benemérito da Federação Pernambucana de Remo e de Futebol, Benemérito da Confederação Brasileira de Remo e Benemérito do Remo Brasileiro, Medalha Centenário de Eládio de Barros Carvalho, Medalha Amigo da Marinha, Medalha Joaquim Nabuco concedida pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, Medalha Barbosa Lima Sobrinho concedida pela Associação Brasileira de Imprensa e a Medalha Conde da Boa Vista, concedida pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco.  Em outras entidades esportivas, Cacá também prestou relevantes serviços como Presidente da Federação Pernambucana de Remo, Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Remo e Membro do Conselho Fiscal das Federações Pernambucana de basquete, aquática e de ciclismo.  Além de uma incansável dedicação aos desportos em geral, Cacá é um grande aficionado por relógios, selos, moedas, canetas e xícaras, chegando a ter grandes coleções desses objetos, fazendo parte e recebendo homenagens do Clube Filatélico do Recife, pelo seu trabalho como presidente e da Sociedade Numismática de Pernambuco. Mas sua determinação e incansável capacidade de trabalho e de agregação de pessoas possibilitam ainda a Cacá, apesar dos problemas de saúde e da falta de visão, uma grande motivação para, junto com seu primo e amigo Fernando Azevedo, coordenarem o Terraço Literário, nas tardes de sábado, em sua casa, debatendo sobre temas e literaturas diversas. Aliás, nesse terraço acolhedor, desde 1962, Cacá reúne semanalmente alvirrubros para tratar de assuntos relacionados ao Náutico. Muitas definições importantes foram tomadas, muitos problemas e divergências políticas e pessoais foram resolvidas nesse local, onde só se conspira para o bem. Cacá para mim é uma pessoa diferenciada que sabe olhar para a vida com olhos de quem tem experiência e história suficientes para conseguir extrair o que há de melhor em cada situação. Apesar dos seus noventa anos tem uma disposição e capacidade de aglutinação características da juventude.  É um privilégio conhecer e conviver com ele, compartilhar momentos da minha vida, em especial os momentos relacionados ao nosso amado Clube. Quantas histórias guardadas, quantos momentos marcantes e quanta experiência de vida. São os relatos vivos da história do Náutico, dos esportes em geral, do Recife e do Brasil.  Que bom poder se sentar ao lado dele no seu terraço, ouvir suas histórias e, principalmente, ver como ele vive e acompanha todas as mudanças e avanços de tudo que hoje faz parte das nossas vidas, da vida no nosso clube e da nossa sociedade. Obrigado Cacá por

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UPE abre seleção simplificada para professor

(Da Universidade de Pernambuco) Nesta terça-feira (09/04), a Universidade de Pernambuco (UPE) publicou edital para seleção pública simplificada para contratação temporária de 22 (vinte e dois) docentes auxiliares, para atuar em diferentes cursos de graduação da instituição. A contratação temporária terá validade de até 12 (doze) meses, renováveis por igual período, até o prazo máximo de 06 (seis) anos, respeitadas as exposições contidas na Lei Estadual nº 14.547. O Processo Seletivo será executado pela Comissão Permanente de Concursos Acadêmicos (CPCA) da UPE, auxiliada pelas Comissões Locais a serem por elas instituídas em cada Unidade de Educação onde exista vaga posta no processo. Os candidatos aprovados e classificados serão contratados com a carga horária de 40 horas semanais, para o desenvolvimento de atividades de ensino em componentes curriculares de graduação teóricos e ou práticos, e outras atividades inerentes à atuação docente conforme. A remuneração corresponde ao vencimento base inicial da Categoria Professor Auxiliar para 40h. As vagas são destinadas aos Campi de Surubim, Ouricuri, Escola Politécnica de Pernambuco, Arcoverde, Mata Norte, Serra Talhada e Garanhuns. O período de inscrições é entre os dias 09 e 25 de abril de 2024. A taxa custa R$ 55. Informações complementares sobre o certame serão realizadas através do atendimento da Comissão Permanente de Concursos Acadêmicos, no horário das 9h às 16h, de segunda a sexta-feira, através dos telefones (81) 3183-3660 ou (81) 3183-4000 ou pelo e-mail selecaodocente@upe.br Os interessados também podem acessar mais informações no endereço eletrônico http://www.upe.br/concursos.html

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Saiba como transformar vidas por meio do seu IR 2024

Cidadãos e empresas podem contribuir com o desenvolvimento social, destinando parte do seu imposto a iniciativas culturais A cultura ganhou destaque com a sanção do marco regulatório da Lei do Sistema Nacional de Cultura (SNC) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na última quinta-feira (4), no Recife. Apelidada de “SUS da Cultura”, a legislação estabelece uma estrutura colaborativa entre municípios, Estados e União, um modelo que já vem mostrando resultados positivos. Atualmente, mais de 60% dos municípios brasileiros aderiram ao sistema, após ele ter sido aprovado no Senado Federal em 6 de março, totalizando mais de 3.500 cidades.  Mas como as pessoas e empresas podem aderir a esse incentivo fiscal, enquanto preparam sua declaração de Imposto de Renda? Tanto cidadãos quanto as empresas têm acesso ao SNC — mais conhecido como Lei Rouanet — que é uma das maneiras mais impactantes de contribuir com iniciativas culturais. Quem fez doações no ano passado, por exemplo, pode abatê-las na declaração do seu IR, até o dia 31 de maio, pois a legislação permite que até 6% do valor do chamado “imposto devido” seja convertido em doação no momento da entrega da declaração, desde que você tenha optado pelo modelo completo de tributação.  Ao destinarem parte do seu imposto para projetos culturais através da Lei Rouanet, os contribuintes não apenas exercem seu direito de decidir para onde vai parte de seus recursos, mas também se tornam agentes ativos na construção de uma sociedade mais culturalmente rica e inclusiva. Além disso, ao invés de destinar o dinheiro diretamente ao governo, o cidadão tem a oportunidade de auxiliar uma entidade sem qualquer custo adicional. REGIME TRIBUTÁRIO – A conselheira do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e do Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco (CRC-PE), Joana Dark Nascimento enfatiza a relevância da destinação do IR para as empresas de lucro real. “Qualquer tipo de empreendimento pode fazer opção por esse regime tributário. Mas, talvez por conta das obrigações acessórias, que são os instrumentos auxiliares para a apuração, fiscalização e arrecadação de tributos e da necessidade de uma boa organização administrativa financeira para melhor prestação de conta junto ao fisco, a maioria das empresas que escolhem destinar recursos para projetos culturais ainda são as de médio e grande porte”, revela. Além disso, Joana reforça que pessoas físicas e jurídicas podem apoiar ações culturais na declaração do IR. “É uma forma inteligente de destinar parte do que seria devido ao Estado para impulsionar setores criativos, gerando empregos e oportunidades de negócios, bem como incidir positivamente nas próprias organizações e na sociedade como um todo”, destaca a contadora. OPORTUNIDADES – Dentre as entidades pernambucanas beneficiadas pela população e pelo uso da Lei de Incentivo à Cultura – mais conhecida como Lei Rouanet – está o Aria Social que, desde 2004, garantiu oportunidades transformadoras a 10 mil crianças, jovens e seus familiares. “Com os recursos arrecadados por meio dessa legislação e de outros donativos, hoje conseguimos atender 578 alunos em situação de vulnerabilidade social, no município de Jaboatão dos Guararapes, zona sul da Região Metropolitana do Recife”, afirma o diretor de Relações Institucionais do projeto, Joaquim Coelho.  As doações custeiam aulas semanais de música, ballet, teatro e português, transformando vidas por meio da arte com uma formação completa de bailarinos-cantores, que também são introduzidos ao universo musical e ao empreendedorismo. Desde a sua fundação, o Aria Social já produziu 27 espetáculos, dentre eles, o consagrado musical ‘Capiba, pelas ruas eu vou’, que se apresentará nos dias 20 e 21 de abril, no Teatro do Parque.  DEDUÇÃO – O Art. 18 da Lei nº 8.313/1991 permite ao contribuinte, pessoa física ou jurídica, abater integralmente do imposto de renda devido ou a receber, respeitado o limite de até 6%, os valores destinados ao apoio de projetos culturais e esportivos de diversos segmentos, a título de doação ou patrocínio. Além da dedução no imposto de renda, a Lei Rouanet possibilita que o setor empresarial e as pessoas físicas mostrem sua responsabilidade social junto àqueles que mais precisam, colaborando com instituições com projetos aprovados pela legislação.  Para Coelho, essa prática não é apenas um ato fiscal, mas um investimento no tecido social e cultural do País. “Ao fazer parte da iniciativa, as empresas e as pessoas não apenas cumprem com suas obrigações tributárias, mas também se comprometem com uma causa maior: a construção de uma sociedade mais equitativa e enriquecida pela diversidade cultural”, comenta.

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Cresce o número de profissionais em busca de migração de carreira em TI

Pessoas desempregadas e em busca de migração de carreira são as que mais apostam em cursos voltados para uma nova profissão em tecnologia Com um mercado de trabalho cada vez mais flexível e volátil, muitas empresas têm adotado projetos que visam a retenção de profissionais, além de ações para atrair e capacitar novos talentos. Hoje em dia, a transição de carreira é vista como algo muito mais natural, que independe de idade, por exemplo, onde as pessoas lidam muito melhor com as possíveis mudanças, sendo capazes de entenderem que as escolhas profissionais do passado podem ser alteradas ao longo dos anos, em busca de trajetórias de sucesso, que ao mesmo tempo, gerem satisfação a longo prazo. A boa notícia para o mercado de tecnologia é que 78% dos profissionais que atuam em outras áreas querem iniciar uma nova carreira em TI, como afirma um estudo feito pela Alura. E esse movimento ficou bem claro durante a seleção do último Programa de Formação da Orange Juice, comunidade tech patrocinada pela multinacional brasileira FCamara, criada com o intuito de guiar, ajudar e incentivar iniciantes ou amantes da área. O programa é uma iniciativa para treinar e contratar quem está no início da trajetória em tecnologia. Desde o início do projeto, em 2017, houve um aumento considerável de pessoas desempregadas ou em migração de carreira entre os inscritos. Em 2021, por exemplo, esses números representavam 40% e 47%, respectivamente; na última edição, 65% dos inscritos estavam desempregados e 60% em migração de carreira. “Os dados enfatizam o fato de muitas pessoas estarem insatisfeitas com o trabalho atual, mas também mostra que o mercado de tecnologia está ganhando espaço com diversos tipos de atuação, além de estar disposto a abraçar as pessoas. É um mercado em crescimento acelerado, com um boom de oportunidades. Quem se qualifica, tem um campo enorme de atuação para explorar”, pontua Joel Backschat, CIO da FCamara e fundador da Orange Juice. Juntas, a Orange Juice e a FCamara têm realizado ações importantes no desenvolvimento de profissionais para o segmento. Dentre os selecionados do programa deste ano, 80% estavam desempregados e 55% em migração de carreira, o que reafirma a iniciativa de ambas no fomento a essa transição. “Para participar, não é necessário ter ensino superior, por exemplo, o que de fato ajuda a abrir muitas portas para profissionais que gostariam de entrar no setor e tiveram menos oportunidades na sua história”, explica o CIO. O programa existe há sete anos e bateu recorde de inscrições em sua última edição, realizada entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024. Houve um aumento de 37% de inscritos em relação à edição de 2022, totalizando mais de 13 mil pessoas. Diversidade e inclusão A comunidade Orange Juice tem como meta diversificar o perfil dos candidatos, com intuito de atrair pessoas de todas as regiões do Brasil, gerando também processos mais inclusivos no que diz respeito a raça, gênero, orientação sexual e deficiência. “Tivemos um aumento no número de inscritos dos grupos afirmativos, assim como no processo de contratação. Dessa vez, tivemos pessoas de todos os estados brasileiros se candidatando. Só do Nordeste, foram 25% entre os contratados”, complementa Joel. Os participantes da ação da Orange Juice passam primeiro por um processo seletivo e, caso sejam aprovados, começam a fase de formação, que é remunerada e têm a possibilidade de efetivação. “Nosso programa é eficiente naquilo que propõe e beneficia não só os participantes, mas nós também. Hoje, podemos dizer que já formamos 600 pessoas, todas muito bem colocadas no mercado de trabalho, algumas que se tornaram C-Levels de grandes empresas, inclusive. Só na FCamara, temos sete desses executivos de senioridade, ou seja, construir essa lapidação do zero e ajudá-las em todos os processos é muito importante para nós, que temos esse senso de comunidade e estamos no centro de um ecossistema envolvendo grandes nomes”, conclui Backschat.

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“O púlpito: fé, poder e o Brasil dos evangélicos” discute a influência da religião no País

Representando um olhar atual e moderado sobre a fé evangélica e seu crescimento no Brasil, a jornalista Anna Virginia Balloussier apresenta seu novo livro, explorando a influência política e social desses segmento da população que vive décadas de ascensão. Desde a formação da primeira bancada evangélica em 1987 até a atualidade, onde a fé evangélica atinge um terço dos brasileiros, a obra mergulha nos púlpitos, reais e virtuais, para examinar como questões como aborto, sexualidade e prosperidade estão remodelando a paisagem religiosa e ideológica do país. Com uma abordagem histórica e uma análise penetrante das convicções religiosas, morais e políticas que permeiam o movimento evangélico, Balloussier dá voz a um segmento da população frequentemente ignorado. A autora entrevista lideranças e fiéis anônimos para revelar a complexa interseção entre fé e poder que molda a sociedade brasileira contemporânea. Nascida no Rio de Janeiro em 1987, Balloussier é jornalista da Folha de S.Paulo e repórter especial do jornal, cobrindo religião, política e direitos humanos. Seu livro oferece um mergulho profundo em um fenômeno social em crescimento, proporcionando uma visão panorâmica das transformações que estão moldando o Brasil dos evangélicos. O livro é uma publicação da editora Todavia , em formatos impresso e ebook.

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Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco

(Da Agência Brasil) O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.  “O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.  Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto. “Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.  Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. “Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo”.  Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco. O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).  “A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo” Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.

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