Oficina Francisco Brennand reúne performance em homenagem ao cavalo-marinho e visita especial na mostra “Noites de Sol”

A Oficina Francisco Brennand terá bilheteria gratuita para todos os públicos neste domingo (24), reunindo uma programação voltada à democratização do acesso à arte, à memória e ao patrimônio cultural. A ação faz parte da 24ª Semana Nacional de Museus, Das 9h às 17h (última entrada às 16h) com o tema “Museus: Unindo um Mundo Dividido”.

O público poderá visitar gratuitamente os espaços expositivos do museu-ateliê, além de acompanhar a performance “Pisadas”, do grupo Manifesto Cultura Popular, inspirada na tradição do cavalo-marinho. Na agenda do dia, uma visita especial com a curadoria no encerramento da mostra “Noites de Sol”, às 11h, no Cineteatro Deborah Brennand.

Integrando o Programa “Ocupa Oficina”, que promove mensalmente atividades em diálogo com artistas de diferentes segmentos culturais, “Pisadas” tem como eixo a brincadeira do cavalo-marinho, destacando a riqueza da cultura popular pernambucana. Idealizada e interpretada por Alê Alves, Gel Lima e Felipe Matarazzo, a performance articula dança, música e elementos da estética armorial a partir de narrativas inspiradas nos saberes da Zona Canavieira.

Noites de Sol

O domingo (24) marca também o encerramento da exposição “Noites de Sol”, instalada no Cineteatro Deborah Brennand, com uma visita guiada, junto à sua curadora, Rita Vênus, às 11h.

Inaugurada em novembro de 2025, a mostra propõe o encontro entre a poesia de Deborah Brennand e a pintura da artista amorí a partir do poema homônimo publicado no livro “Noites de Sol ou As Viagens do Sonho” (1966).
Cartografia Social – Encontro de Professores e Professoras
Ainda dentro da programação da 24ª Semana Nacional de Museus, a Oficina promove, na próxima quinta-feira (21), nova edição do programa de formação continuada “Encontro com Professoras e Professores”.

Voltada à comunidade educativa, a atividade convida estudantes, educadores, pesquisadores e pessoas interessadas nos processos de ensino e aprendizagem a refletirem sobre o potencial da cartografia social como ferramenta pedagógica, valorizando vivências, coletividades e protagonismos locais.

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