Agreste

Fábrica japonesa anuncia 1,6 mil empregos em Pernambuco

Com investimento de R$ 60 milhões e perspectiva de gerar 1,6 mil empregos diretos, a japonesa Yazaki começa em fevereiro as obras de construção da sua nova planta no Nordeste, que atenderá o polo automotivo da FCA/Jeep, em Goiana, a partir do ano que vem. As negociações com a multinacional de origem japonesa foram seladas hoje (30), no Palácio do Campo das Princesas. O destino do investimento será Bonito, que fica no Agreste, 136 km distante do Recife. A planta industrial fabricará chicotes para até mil veículos por dia a partir de janeiro de 2021. A japonesa será o primeiro sistemista do pólo automotivo pernambucano no Agreste Central. Até o momento, as 16 sistemistas do polo automotivo Jeep estão concentradas na Região Metropolitana do Recife. “A chegada da Yazaki, empresa de referência mundial, ao município de Bonito reforça a nossa política de descentralização dos investimentos para desenvolver a economia de Pernambuco. Estamos expandindo o nosso polo automotivo, gerando emprego e renda em diferentes regiões do Estado. Tudo é fruto dessa forma que o governo está tratando o enfrentamento da crise. Mas agimos com responsabilidade para dar todas as condições necessárias aos empreendimentos que aqui chegam. Tenho certeza de que essa planta contribuirá bastante para o crescimento do Agreste pernambucano”, afirmou o governador Paulo Câmara, que recebeu o presidente da Yazaki Mercosul, Lázaro Figueiredo. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Roberto Abreu e Lima, e o prefeito de Bonito, Gustavo Adolfo, também estiveram no evento.

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Agreste Tex abre inscrições gratuitas para visitantes

Os empresários, profissionais e estudantes ligados à indústria têxtil e de confecção e o público em geral com interesse em visitar a Agreste Tex, feira de máquinas, serviços e tecnologias para o setor, já podem se inscrever gratuitamente no site do evento (agrestetex.com.br). Considerada uma das feiras mais importantes do segmento no Nordeste, a Agreste Tex terá a sua quinta edição realizada entre os dias 24 a 27 de março de 2020, no Polo Caruaru. A promessa é levar para o Agreste pernambucano todas as novidades relacionadas à produção têxtil nacional. Quem passar pela Agreste Tex, além de conferir os estandes das mais de 300 marcas participantes, que oferecem maquinário como bordadeiras ultramodernas e máquinas de costuras de última geração, também poderá participar de uma intensa programação de palestras gratuitas. São esperados em Caruaru profissionais do setor, empresários de todo o Nordeste, compradores, professores e estudantes interessados na indústria da moda. Os primeiros 100 inscritos na feira, e que visitarem o evento, concorrerão ao sorteio de uma máquina de costura Siruba. Uma das novidades da Agreste Tex para 2020 é o aumento da capacidade da feira, que destacará mais de 300 marcas nacionais e internacionais e ocupará área ainda maior do que a ocupada na edição de 2019. O evento tem a expectativa de gerar mais de R$ 300 milhões em negócios, um acréscimo de 20% em comparação com a edição anterior. Em relação à visitação, os organizadores estimam que a próxima edição irá superar os mais de cinco mil registrados em 2019. A Agreste Tex tem a promoção do Febratex Group e realização da Associação Comercial e Empresarial de Caruaru – Acic. A feira conta ainda com o patrocínio das empresas Santana Textiles, Avil, Silmaq, Makital e Vicunha. O evento é aprovado internacionalmente pela UFI e conta com o apoio da ABIMAQ, Abit, ACIT, ASCAP, NTCPE, Sinditêxtil-PE, GBLJeans, CDL Santa Cruz do Capibaribe e Santa Cruz na Moda. A Feiratur é a agência de viagens oficial do evento. O Febratex Group é uma empresa associada à UBRAFE. SOBRE O FEBRATEX GROUP O Febratex Group é uma empresa 100% brasileira, que está no mercado há mais de 25 anos, especializada na promoção e organização de feiras de negócios, principalmente nos segmentos de máquinas e insumos para o setor têxtil, de confecção e de impressão digital. O portfólio da empresa reúne as feiras Febratex, Maquintex, Signs Norte-Nordeste, Agreste Tex, Tecnotêxtil Brasil e Febratex Summit. Serviço: Agreste Tex – Feira de Tecnologias para a Indústria Têxtil e de Confecção Data: 24 a 27 de março de 2020 Horário: das 16h às 22h Local: Polo Comercial de Caruaru/PE (BR-104, km 62)

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Agreste Tex se consolida no Agreste e confirma a 5ª edição em Caruaru

A capital do Agreste de Pernambuco, Caruaru, se prepara para receber mais uma edição da Agreste Tex. A feira de máquinas, serviços e tecnologias para a indústria têxtil e de confecção chega à sua quinta edição, marcada para acontecer de 24 a 27 de março de 2020. Mais uma vez, a Agreste Tex promete apresentar o que existe de mais moderno para o setor. Voltada a atender as necessidades do Polo de Confecções do Agreste, o evento tem a expectativa de gerar mais de R$ 300 milhões em negócios, um acréscimo de 20% em comparação com a edição anterior. Em relação à visitação, os organizadores estimam que a próxima edição irá superar os mais de cinco mil registrados em 2019. A feira tem a promoção do Febratex Group e realização da Associação Comercial e Empresarial de Caruaru – Acic. Uma das novidades da Agreste Tex para 2020 é o aumento da capacidade da feira, que destacará mais de 300 marcas nacionais e internacionais. O presidente do Febratex Group, Hélvio Pompeo Madeira, conta que o evento trará para o Agreste pernambucano os últimos equipamentos e tecnologias utilizadas no setor, com cada vez mais qualidade e velocidade de produção. “Nossos expositores trarão ainda equipamentos que estão revolucionando a indústria têxtil nacional, como grandes máquinas bordadeiras e de costura, além de tecnologia para lavanderias do ramo do jeans, que são utilizadas em todo o mundo”, destaca o executivo. Desde a primeira edição da feira, a Agreste Tex mantém o objetivo de produzir um grande encontro de empresas e profissionais. O evento é norteado por dados concretos. Pesquisas de mercado apontam as necessidades dos produtores e o interesse dos expositores em fazer negócios na região. Para se ter uma ideia da rentabilidade envolvida, o Polo do Agreste é a segunda região de produção têxtil do País, gerando uma movimentação financeira de mais de R$ 3,5 bilhões ao ano. Com relação ao mercado de trabalho, são 120 mil empregos diretos e indiretos relacionados a mais de 18 mil empresas. “Para trazer o expositor para a Agreste Tex precisamos explicar que naquele lugar há um mercado comprador grande. Para 2020, temos o crescimento do número de expositores e a qualificação dos visitantes, o que aponta para um público cada vez mais exigente. Conseguimos exibir o melhor da tecnologia da indústria têxtil nos quatro dias de evento. Esse contato direto com os distribuidores é de fundamental importância e responsável também pela visita dos grandes representantes com os seus consumidores na feira”, salienta Pompeo. Além de Pernambuco, empresários de outros estados do Nordeste e do Norte também são esperados na Agreste Tex. Para saber mais como participar e os detalhes de outras edições basta acessar o site oficial: agrestetex.com.br. SOBRE O FEBRATEX GROUP

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Fiepe promove oficina de gestão de relacionamento com o cliente

O relacionamento com o cliente é fundamental para a manutenção de uma marca. Porém, é comum que os profissionais ainda tenham a mentalidade de que fechar uma venda ou serviço é mais importante do que criar um relacionamento duradouro com o público. Para capacitar as empresas do Agreste a desenvolverem um atendimento diferenciado que vai além da relação comercial e fideliza o consumidor, a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) promove, no dia 18 de setembro, em sua Unidade Regional, a oficina Gestão de Relacionamento com o Cliente, das 8h às 17h. O objetivo da oficina é orientar os participantes a conhecer os mais variados tipos de clientes e como abordá-los, criando ligações e promovendo uma reflexão sobre a importância da boa relação com o cliente externo e interno. Para isso, o conteúdo terá como foco desenvolver nos inscritos a motivação, o trabalho em equipe, a liderança e postura profissional para que estejam aptos a argumentar com segurança sobre os procedimentos da organização, bem como identificar oportunidade de negócios pelo relacionamento com cliente. O instrutor Wilker Leite Moraes é graduado em Administração com ênfase em Marketing, consultor de empresas, coaching e analista de inteligência de mercado e atuou nas áreas de análise e desenvolvimento de mercados, pesquisas e relações do consumidor e produto. Entre os assuntos que serão abordados pelo administrador estão: princípios básicos para o atendimento e relacionamento com o cliente, modelo humano x modelo comercial, postura e atitude profissional do atendente e marketing pessoal. As inscrições para participar da oficina estão abertas e podem ser feitas pelo site da Fiepe (www.fiepe.org.br), pelo e-mail regional.agreste@fiepe.org.br ou pelo telefone: (81) 3722.5667. O investimento é de R$ 165 que pode ser dividido em até 3x sem juros nos cartões. A Fiepe dispõe de uma política de descontos: até 20% para indústrias associadas. Para estudantes e idosos, o desconto é de 15% (no caso dos estudantes, é necessária a apresentação de comprovante estudantil). Serviço: Oficina Gestão de Relacionamento com o Cliente Data: 18 de setembro Horário: 8h às 17h Local: Auditório da Unidade Regional Agreste da Fiepe, na Rua Padre Félix Barreto, nº 79, Maurício de Nassau

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12 fotos de Caruaru Antigamente

Destacamos hoje a Capital do Agreste. No mês de aniversário de Caruaru apresentamos uma coletânea de fotografias do Banco de Imagens da Biblioteca do IBGE. Trazemos imagens da Feira de Caruaru, da Avenida Agamenon Magalhães, do Hotel Sol, a Prefeitura, o Estádio Luiz Lacerda, entre outras. As descrições das imagens são do IBGE. Clique nas fotos para ampliar.   Feira de Caruaru . Avenida Agamenon Magalhães (Nota-se à direita o Hospital São Sebastião) . Antigo Hotel Sol (Com uma área total de 78.212,33 m² e localizado no Entroncamento da BR 232 com a BR104, o Hotel foi extinto e sua estrutura abriga a unidade de Caruru da Faculdade Maurício de Nassau).   . Praça Coronel Porto . Caruaru em 1955 (Egler, Walter Alberto, 1924-1961; Acervo: Jablonsky, Tibor) . Rádio Difusora de Caruaru . Rua da Matriz . Prefeitura de Caruaru . Terminal Rodoviário de Caruaru . Sociedade Caruaruense de Ensino Superior . Vista aérea da cidade (Nota-se ao fundo a Igreja do Rosário) . Estádio Luiz Lacerda

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Ciclo de Debates Agreste Telúrico discute o barro e suas subjetividades

Entre os dias 13 e 15 de setembro, o Museu do Barro de Caruaru vai sediar o projeto Agreste Telúrico, idealizado pelo artista Carlos Mélo, com apoio do Funcultura. A proposta é realizar um ciclo de palestras e performances que possam ampliar as discussões levantadas na primeira Bienal do Barro do Brasil, “Água mole, pedra dura”, realizada em 2014, e também a importância da mostra para a região e suas repercussões. A proposta é ir além do debate da Bienal do Barro enquanto projeto, se constituindo como um espaço de reflexões sobre as relações do barro, da tradição, da memória, da história com a arte contemporânea, sobre o lugar dos artesãos e sobre o cenário cultural do agreste pernambucano. A intenção é problematizar as questões conceituais e simbólicas levantadas pela Bienal, assim como da região, cuja tradição cultural vem dessa matéria-prima, o barro, que possibilitou a fama de ícones como os mestres Vitalino e Galdino. A primeira Bienal do Barro foi motivada pelo interesse de levar a arte contemporânea até uma região onde a tradição e a matéria são os constituintes principais da produção artística. “Quando comecei a pensar a bienal, lá atrás, existia uma dúvida se chamaria o evento realmente de bienal, devido ao desgaste da palavra. Mas como era a primeira, optei por manter esse nome, numa espécie de contravenção. Criei essa mostra que pretendia discutir a questão do barro, indo além da cerâmica. Agora, voltamos a falar sobre a necessidade e a finalidade de uma bienal e o porquê de ter uma em que o barro seja o ponto central de reflexão”, pontua Carlos Mélo. O ciclo de debates também aposta, assim como a bienal, na descentralização, invertendo o fluxo. As bienais acontecem geralmente nas capitais, aqui ela foi deslocada para o interior e é no seu local de realização que ela também será debatida e pensada. “Uma vez que a bienal só faz sentido se estiver em total conexão com os interesses da comunidade, e possa assim criar condições, não só para o resgate da tradição, mas também para propor em sua continuidade a ampliação e produção de novos sentidos”, defende Mélo. No primeiro dia do evento, o mote da discussão será “Por que uma Bienal?”, com a participação de Raphael Fonseca (RJ), que foi o curador da primeira edição da mostra, e de Marcus Lontra (SP), outro nome de destaque na cena curatorial brasileira. Para tornar o diálogo mais profícuo, a mesa será composta por três mediadores de Pernambuco, o diretora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia, e pelos artistas Sonia Costa e Abel Carvalho (PE). Sonia Costa aproveitará o espaço do evento para fazer um instalação com cabaças, ainda sem título, e apresentará a performance Sopro. A artista vai aproveitar a passagem por Caruaru para realizar também um vídeo performance. O pernambucano Abel Carvalho tamb&eacute ;m vai apresentar trabalhos que refletem sobre memória, pertencimento e história. No segundo encontro, dia 14, o anagrama Agreste/Resgate, trabalhado recorrentemente por Carlos Mélo em suas obras, vai suscitar questões relativas ao lugar, sua história, memória e tradição, e contará com a participação de Mélo, dos artistas José Rufino (PB), Sonia Costa e Abel Carvalho (PE), e da professora e fotógrafa Juliana Leitão. Fechando o ciclo, a pergunta que norteará os debates do terceiro dia será: “Por que uma Bienal do Barro?”. A proposta é que os artistas Sonia Costa, Carlos Mélo, Abel Carvalho e Marcelo Cidade (SP), junto com o jornalista e pesquisador Paulo Carvalho, discutam a simbologia do barro e o que ele representa como contribuição para a contemporaneidade. A ideia é que o artista Marcelo Cidade proponha um projeto para a próxima edição da Bienal do Barro do Brasil, cuja data ainda não está definida. No dia 14, após a conversa, Mélo vai apresentar uma performance, que usará o anagrama Agreste/Resgate como eixo conceitual do projeto da Bienal do Barro. Curiosamente, a proposta da bienal se formou através de experiências com a palavra, no poema ‘ocorpobarroco’, outra instalação do artista, que foi fracionado em “o corpo, o barro e o oco”, como espécie de tripé poético. O barro virou uma bienal, o corpo e o oco são plataformas conceituais do trabalho do artista. A proposta da performance é compartilhar essa experiência, realizando uma reflexão sobre a arte hoje, como uma obra pode ser um projeto cultural, algo além do objeto artístico. Entre a zona da mata e o sertão esse entre-lugar, que é o agreste. O “resgaste” proposto por Mélo é uma reconstrução da subjetividade de uma comunidade de artesãos e de uma região cuja fonte cultural é o barro. Com leituras de textos, exibição de vídeos e de obras, a performance acontecerá em vivo contato com as pessoas presentes. “Resgatar, não e trazer de volta, uma imagem ou um estereótipo ou um artístico. Nossa proposta é transcultural, ela pretende trazer diálogos cruzamentos, atualização de linguagem, um olhar contemporâneo sobre a cultura popular”, diz. O projeto contará com ações de inclusão para p ortadores de deficiência. Haverá intérprete de Libras para as palestras e mesas. O evento é gratuito e aberto ao público. PROGRAMAÇÃO Ciclo de Debates Agreste Telúrico Local: Museu do Barro de Caruaru Endereço: Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru Telefone: (81) 3727.7839 | 3721.2545

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21ª Corrida da Galinha movimenta o agreste pernambucano

A irreverente Corrida da Galinha, festa já tradicional no calendário do agreste pernambucano, realiza a sua 21ª edição entre 01 a 05 de agosto, na cidade de São Bento do Una, com estrutura montada no Parque de Exposições Eládio Porfírio de Macedo. O nome do evento, idealizado em 1992 por um grupo de amigos, encabeçados pelos irmãos Marcos e Marcelo Valença, foi inspirado na fama do município, considerado um dos principais produtores de ovos e frangos do Nordeste e com destaque no cenário nacional do setor. Com o tema “No terreiro dos embargos dos embargos, o Galo nega ser ladrão de galinha!”, a 21ª edição traz uma programação intensa com grandes shows, atividades culturais, exposição de artesanato, Feira de Avicultura do Nordeste e as irreverentes brincadeiras, que são o ponto alto da festa. As famosas competições da Corrida da Galinha são realizadas em uma pista de circuito fechado, chamada de Galinhódromo, com uma arena de capacidade para 5 mil pessoas. Como uma espécie de paródia da Fórmula 1, a corrida apresenta os ícones do circuito automobilístico, com direto a prêmios para os três primeiros e último lugares. O Galinhódromo tem 85 metros de extensão, sendo protegido por uma tela e instalado em local amplo para dar mais espaço e segurança aos pilotos e suas “máquinas voadoras”. A estrutura ainda conta com o espaço Pinto Stop e a Torre de Comando, onde é feita a transmissão da corrida com narração exclusiva do Galão Bueno e seus respectivos comentaristas. E as arquibancadas são cobertas para a proteção dos telespectadores da corrida. Haverá novidades em competições no evento deste ano. Entre elas, A corrida do ovo no saco, prova semelhante a corrida do saco, Beiseovo, uma nova modalidade de beisebol no Galinhódromo, A Escolha do Príncipe dos Frangos, versão masculina da musa do poleiro, O Brasil que você quer, semelhante ao quadro da Rede Globo e até Árbitro de Vídeo, com tecnologia disponível no galinhódromo. Além das tradicionais corridas, há provas para saber quem come mais rápido frango e ovo, concurso de fantasias e imitações. As inscrições são gratuitas e feitas no local do evento. Outro destaque da festa é sua programação cultural, contando com shows gratuitos de artistas nacionais e da terra. Entre as atrações: Gabriel Diniz, Forrozão das Antigas e Trio e Banda Asas da América, na sexta (03/08); Trio e Banda Asas da América, Ricardo França, e Douglas Pegador, sábado (04/08); e Xand Avião e Amor Eterno, no domingo (05/08). Os shows acontecerão das 22h às 0h, num grande palco montado no local. Haverá também atração em trio elétrico parado, na sexta, a partir das 20h, e um arrastão, no sábado, saindo a partir das 18h, próximo ao Terminal Rodoviário em direção ao parque de exposições. E como o artesanato é outro setor que movimenta a economia de São Bento do Una, haverá barracas com exposição de artesanatos locais, onde cada artista terá o seu espaço para comercializar os seus produtos. Haverá ainda o polo da Agricultura Familiar, contando com comidas elaboradas a base dos produtos produzidos por famílias de agricultores locais. Para comer, o público poderá conferir também outros restaurante no parque, que vão oferecer cardápio recheado de comidas elaboradas com frango, galinha e ovos, localizado dentro da feira de avicultura. A Corrida da Galinha traz ainda o Ninho do Conhecimento e da Cidadania. A proposta é vivenciar, no espaço escolar e no Galinhódromo, atividades semelhantes às que são realizadas durante a festa, enfatizando para as novas gerações a importância da festividade na cultura regional e para a economia local. Cerca de 2.400 estudantes da Rede Municipal de Ensino participarão do projeto. Para sua 21ª edição, a expectativa da organização é que 200 mil pessoas circulem pelos cinco dias da Corrida da Galinha, número que é motivo de orgulho para o município. Ele é maior evento da cidade e um dos maiores do interior de Pernambuco, gerando cerca de 700 empregos, entre diretos e indiretos, nesta edição. A festa vai contar com efetivo da Polícia Militar e ambulâncias do hospital municipal e SAMU. Durante os shows um stand de atendimento será montado com ambulância, enfermeiros e técnicos em enfermagem. A estrutura do evento também conta com um parque de diversões e estacionamento. O evento é uma realização da Prefeitura de São Bento do Una, através da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes e concepção do Grupo Asas da América. Mais informações: (81) 3735.1027 e cultura@saobentodouna.pe.gov.br. Feira de Avicultura do Nordeste Outro destaque é a realização da terceira Feira de Avicultura do Nordeste, a única feira específica do segmento da região nordestina, que acontecerá nos dias 02 e 03 de agosto. Com o objetivo de proporcionar oportunidades de negócios, trocas de conhecimento, e potencializar a avicultura e a agroindústria, o evento é realizado pela Prefeitura de São Bento do Uma, contanto com o apoio da Associação Avícola de Pernambuco (Avipe), Sebrae/PE, Granja Almeida e TRX Net. A feira contará com espaço para 70 expositores do setor de agronegócios do Nordeste, Sul e Sudeste. Haverá também uma rodada de palestras ministradas por estudiosos da agricultura e de negócios, médico veterinário e fiscal agropecuário. A estimativa da organização do evento é de que cerca de R$ 30 milhões sejam movimentos este ano. Interessados em expor podem entrar em contato através do e-mail avicultura@saobentodouna.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 98240.2209. São Bento do Una Localizado a 206 km do Recife, é composto pelos distritos sede e Espírito Santo, além dos povoados de Jurubeba, Pimenta, Queimada Grande, Manicoba e Gama. Sua população é de 57 mil habitantes e a avicultura industrial é o segmento mais importante do seu agronegócio, sendo o maior produtor de ovos do Nordeste e o quarto no Brasil. Atualmente, são produzidos mais de 7 milhões de ovos por dia e mais de 150 toneladas de frango para abate por semana, contando com mais de 90 produtores e geração de 13 mil empregos. No último ano houve um aumento de 30% na produção do município, incluindo os novos empreendedores que

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Seminário vai abordar a educação patrimonial e arqueologia do agreste central de Pernambuco

Uma iniciativa do Laboratório de Antropologia do Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea, do Centro Acadêmico do Agreste da UFPE (CAA) , o I Seminário Educação Patrimonial e Arqueologia do Agreste Central de Pernambuco será realizado amanhã (15), a partir das 14h, no Auditório Luiz Gonzaga, no Campus do Agreste. O evento, que é aberto ao público, abordará a produção de conhecimentos sobre o patrimônio arqueológico da região, as ações de preservação, dialogando com as perspectivas de desdobramentos das pesquisas para a comunidade, considerando, sobretudo, a elevada concentração de pobreza no semiárido pernambucano, com destaque para as localidades onde se encontra a grande maioria desses sítios. REGIÃO | O Agreste Central de Pernambuco possui diversos sítios arqueológicos pré-contato, que registram, de diferentes formas, a presença dos primeiros grupos humanos na região. Localizados em serras, muitas delas pouco exploradas e de difícil acesso, esses sítios necessitam de cuidados para sua conservação e salvaguarda, tanto em relação às intempéries naturais quanto em relação à ação humana. Para tanto, faz-se necessário conhecê-los, inventariá-los, cadastrá-los, bem como a realização de um trabalho de educação patrimonial junto aos moradores e moradoras. Programação 15/05 – Auditório Luiz Gonzaga – Centro Acadêmico do Agreste – CAA 14h – Mesa: Arqueologia, Educação e Produção de Conhecimento Coordenador: Ricardo Pinto de Medeiros (UFPE/CFCH) Participantes: Elenita Helena Rufino (Iphan-PE), Roberta Richard Pinto (Museu de Arqueologia da Unicap) e Sandro Guimarães de Salles (UFPE/CAA) 19h – Mesa: Educação Patrimonial e Arqueologia no Agreste Central Coordenador: Saulo Ferreira Feitosa (UFPE/NCV) Participantes: Leandro Surya (UFVSF), Mônica Mendonça (Museu Histórico do Brejo da Madre Deus), Josué Euzébio Ferreira (Instituto Histórico de Caruaru)

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Pernambuco assegura recursos para Adutora do Agreste

O ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, empenhou, na semana passada, R$ 79,9 milhões para a Adutora do Agreste, atendendo pedido do governador Paulo Câmara, feito no último dia 14 de março. Os dois conversaram por telefone e o ministro convidou Paulo para a última reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, nesta quarta-feira (04/02). O governador confirmou presença. Será a última reunião presidida por Barbalho, que deixará o cargo de ministro nesta semana. “Nosso trabalho e esforço é para que a obra da Adutora do Agreste não pare e a gente consiga manter o calendário de obras”, disse o governador Paulo Câmara. O pedido de Pernambuco para a Adutora do Agreste foi apresentado durante reunião do presidente da Compesa, Roberto Tavares, com o secretário Nacional de Infraestrutura Hídrica, Antônio de Pádua. “Esse anúncio demonstra o apreço e atenção do ministro Hélder à solicitação do governador Paulo Câmara para que a mais importante obra hídrica de Pernambuco não seja paralisada por falta de recursos”, afirmou Tavares. Até o momento, o Governo Federal repassou R$ 804 milhões para a Adutora do Agreste de um total conveniado de R$ 1,246 bilhão. Segundo o presidente da Compesa, Roberto Tavares, em 2018, a obra segue em ritmo acelerado pois graças ao repasse conseguido em dezembro foi possível quitar as faturas em atraso e permitiu colocar 26 frentes de trabalho. “A liberação de mais R$ 68 milhões, completando os 70% previstos nas regras de liberação dos recursos, será muita bem-vinda neste momento em que precisamos entregar a primeira etapa útil da Adutora do Agreste, que se integrará a Adutora do Moxotó, em Arcoverde, beneficiando 400 mil pessoas ainda nesse semestre”, observa Tavares. O presidente da Compesa ainda pontua que esses recursos permitirão abrir novas frentes de trabalho, a exemplo da que vai para Águas Belas e Iati e São Bento do Una e Lajedo. “Temos o desafio imposto pelo governador Paulo Câmara de ampliar o atendimento das águas do Rio São Francisco para outras cidades, além das dez previstas na etapa inicial”, finalizou Tavares.

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Convivência com o Semiárido e Cisterna-calçadão são compartilhadas em Angola

Tecnologia social que tem feito a diferença no Semiárido brasileiro, a cisterna-calçadão será compartilhada pela primeira vez com famílias agricultoras de Angola, a partir de um intercâmbio de experiências realizado pela Ajuda da Igreja Norueguesa (AIN) com a ONG Diaconia. A cooperação terá uma duração de 45 dias a começar hoje (15), com a ida do assessor político-pedagógico Afonso Cavalcanti e do pedreiro construtor de cisternas Dilson Nunes de Brito, ambos do Sertão do Pajeú. Na programação, estão previstas oficinas para construção de quatro tecnologias em comunidades rurais de duas províncias do país, que vivenciam realidades semelhantes ao Semiárido, de períodos cíclicos de seca. A iniciativa é um projeto piloto, que também envolve outras tecnologias a serem experimentadas posteriormente, como o biodigestor. “Queremos fortalecer o intercâmbio na perspectiva do conhecimento mútuo. Muito além de implementar tecnologias, queremos aprender, valorizar a cultura local e debater estratégias para que as pessoas manejem o ambiente em que elas vivem, tendo consciência de como as mudanças do clima afetam sua vida”, destaca Afonso. “Pra mim, o momento é de ansiedade e alegria, por essa nova experiência na minha vida”, afirma o pedreiro Dilson, 37 anos, que pela primeira vez vai atravessar o oceano e conhecer outra parte do mundo. Agricultor do Sítio Santa Rita, em São José do Egito, ele já prestou serviços de construção de cisternas em várias comunidades rurais ao longo dos últimos 8 anos. Cisterna Calçadão – Tecnologia que capta a água da chuva por meio de um calçadão de cimento construído sobre o solo, a cisterna-calçadão tem capacidade para armazenar até cerca de 52 mil litros de água. A água captada é utilizada para irrigar quintais produtivos: plantar fruteiras, hortaliças e plantas medicinais, e para criação de animais. A tecnologia faz parte de diversas estratégias desenvolvidas pela Diaconia e parcerias como a Articulação Semiárido (ASA), a partir dos conceitos da agroecologia e da convivência com as mudanças climáticas.

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