espetáculo

22º Festival de Dança do Recife movimenta a cidade

A primeira noite da 22ª edição do Festival de Dança do Recife foi de muitos ritmos. A programação, oferecida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, segue até o próximo dia 29, em vários teatros e equipamentos da cidade. Na noite deste domingo (22), foram apresentados dois espetáculos: Território Nu, da mineira Cia Mário Nascimento, e Eu por Destrás de Mim, da Diadema Cia de Dança, de São Paulo. Vencedor do prêmio de Melhor Espetáculo de Dança de 2011, promovido pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais, Território Nu, da Cia Mário Nascimento, trata de territórios objetivos e substantivos. Com seis bailarinos em cena, o grupo mineiro coreografa a delimitação física e emocional no agora, no presente palpável. E, assim, conta a história da própria companhia, que vem conquistando seu espaço no universo da dança experimentando, arriscando e trilhando um caminho seu. A coreografia e direção são de Mário Nascimento. Já a paulista Diadema Cia de Dança, com 22 anos de palco, levou para o Teatro Barreto Júnior, um espetáculo que nasce de um pas de deux entre a literatura de Guimarães Rosa e a arte visual do dinamarquês Olafur Eliasson. O espetáculo Eu por Detrás de Mim transita pelo mundo dos reflexos e das reflexões, sugerindo a possibilidade de um universo existente por trás do espelho, onde simulacro e realidade se encontrem para um balé existencial. Direção e coreografia são de Ana Bottosso. Abertura – A solenidade de abertura, na noite de sábado, começou com uma apresentação de vários números de diferentes estilos. Teve solo de balé clássico da Stúdio de Danças, dança latina acrobática com Lili Vidal e Kelson, tango com Andréa Carvalho e André Felipe, solo de Frevo da Cia do Frevo e dança do ventre com Igor Kisrcka. Para encerrar a noite, a Diadema Companhia de Dança apresentou o espetáculo Força Fluida. “Essa edição do festival é resultado de várias reuniões com grupos de dança da cidade. Nosso objetivo, desde o princípio, era chegar num formato democrático de evento, que desse oportunidade a vários segmentos da dança, congregando estilos e retomando as origens do festival”, disse Heloísa Duque, do Serviço de Dança da Fundação de Cultura Cidade do Recife, ao abrir a noite. O público aprovou o formato. “Hoje é o aniversário da minha mãe. A família inteira decidiu comemorar fazendo um programa diferente. Nada melhor que comemorar com dança” disse a estudante de enfermagem Ana Beatriz Mattoso, 21 anos. “Dança é sempre leve. Faz bem assistir”, concordou a professora de piano aposentada Adriane de Carvalho, que curtiu o embalo da primeira noite de festival ao lado de uma amiga. “Voltaremos.” A paulista Gabriela da Cunha, 19 anos, aproveitou a programação para matar a saudade da sua terra natal, Diadema. “Minha mãe me falou da apresentação da Diadema Cia de Dança aqui no Recife. Fiquei louca, pois todas as gerações da minha família participam deste projeto: minha avó, minha mãe e eu, que já participei quando criança. Foi muita emoção ”, disse a estudante de economia. Movida por sua paixão pela dança, a estudante de medicina Isabelly de Paula, 18 anos, aproveitou o ensejo para conhecer o Teatro de Santa Isabel. “O festival dá oportunidade para toda a população conhecer espetáculos de outros lugares do Brasil com um preço bem convidativo, sem falar na beleza do teatro. Tudo maravilhoso!” Confira a programação dos próximos dias: 22º FESTIVAL DE DANÇA ESPETÁCULOS – Dia 23 Para Sempre Teu – Da Cia Qualquer Um de 2 (Petrolina), às 19hs, no Teatro Apolo Homem Invisível – Da Cia Mário Nascimento (BH), às 20h, no Teatro Barreto Júnior – Dia 24 Garrafa Enforcada – Da Cia Mário Nascimento (BH), às 20h, no Teatro Apolo Caio – Da Cia Qualquer Um de 2 (Petrolina), às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho Sr Will – Da Cia Giro 8 (Goiás), às 21h, no Teatro Barreto Júnior – Dia 25 Bumba Meu Boi – Do Grupo Matulão (PE), às 19h, no Teatro Barreto Júnior Mostra de Coreografias – Com Jarbas Homem de Melo (SP), Roberto Cristiano (PE), Cia do Frevo (PE), Cia Carol Lemos de Sapateado (PE), Igor Kisrcka (BH), Claudio Sobral (PE) e Cia PE-Nambuco deDança (PE), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça – Dia 26 ZOE – Do Grupo Cultural ZOE (PE), às 21h, no Teatro Apolo. Indicação etária: 18 anos Mostra de Coreografias – Com Jaime Arôxa (RJ), Lili Vidal e Kelson (PE), Cristian Douglas (PE), Cia Amazing (PE), Jeferson Andrade e Munique Munir (PE) e Valdeck Farias (PE), às 20h, no Teatro Barreto Júnior – Dia 27 Na Mancha ninguém Pega – Do Encena Arte e Cidadania (PE), às 10h, no Compaz Escritor Ariano Suassuna Quadrilha Junina Mirim – Do Grupo Cultural Menezes (PE) Graxa – Do Projeto Graxa, às 19h, no Teatro Barreto Júnior Mostra de Coreografias Clássicos da Noite – Com São Paulo Cia de Dança (SP), Ballet Simone Monteiro (PE), Cia Carol Lemos D’ançarte (PE), Ária Social (PE), Cia Endança (PE) e Ballet Claudia São Bento (PE), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça – Dia 28 Re/In-flexão – De Valeria Vicente (PE), às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho A Batalha de Hip Hop – Do grupo Ginga Bboys e Bgirls, da Associação Metropolitana de Hip Hop, das 14h às 21h, no Compaz Eduardo Campos – Dia 29 Memória de Brinquedo – Curitiba Cia de Dança (PR), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça

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Senhora de Engenho/ OUTUBRO OU NADA

O espetáculo Senhora de Engenho – Entre a Cruz e a Torá volta à cena no projeto OUTUBRO OU NADA/ 2° mostra de Teatro Alternativo do Recife. A apresentação será no dia 06 de outubro, uma sexta-feira, às 20h no Solar da Marquesa, Largo do Varadouro, n 05, Varadouro, Olinda, Pernambuco. O texto é baseado na história real, quase lendária, da portuguesa Branca Dias, e da sua luta para se manter fiel a sua fé judaica, enfrentando tanto a santa inquisição em Portugal, o que lhe rendeu uma passagem pelo cárcere, quanto o preconceito e a intolerância lhe tiraram a liberdade. Fugida de Portugal encontra abrigo em Pernambuco, no Brasil colônia, em 1550. Em meio a conflitos familiares, Branca Dias torna-se a primeira mulher a dar aulas e também assume o comando do Engenho Camaragibe. Senhora de Engenho, participou de vários projetos e já viajou pro Chile, Rio de Janeiro, Caicó/RN e Interiores de Pernambuco. Participou do VIII Festival Internacional de Teatro do Chile, Janeiro de Grandes Espetáculos/Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, I Festival de Teatro Hermilo Borba Filho/ Palmares-PE, Todos Verão Teatro, Festival de Teatro de Igarassu, Festival de Teatro de Olinda e o Festival de Teatro do Sertão do Pajeú, entre outros. Ficha Técnica Realização: OUTUBRO OU NADA/ 2° Mostra de Teatro Alternativo do Recife Produção: Companhia Popular de Teatro de Camaragibe Produtora: Patrícia Assunção Produção Executiva: Juvino Agner Texto: Miriam Halfim Encenação, Programação Visual e Seleção Musical: Emanuel David D’Lucard Assistente de Encenação e Operadora de Som: Fabiana de Souza Direção de Arte: Lupercio Kallabar e Bernardo Junior Preparação Corporal: Anderson Henry Divulgação: Pedro Dias Contrarregras: Edson Rodrigues e Naldinho Alves Assessoria e Consultoria Histórica e Religiosa: Tânia Kafman e Suzana Veiga Figurino, Pesquisa e Execução: Francis de Souza Designer de Luz: João Paulo e Geraldo Cosmo Confecção do Cenário e Adereços: Bernardo Junior Operador de Luz: João Paulo Fotografia: Pedro Portugal e Carlos Kamara Filmagem/Edição: Sérgio Gusmão e Ambar Produções Plano de Maquiagem: Cláudia Alves Execução do Projeto: Lúcio Fábio No Elenco: Barbara Warner, Claudia Alves, Dul Santos, Euclides Farias, Francis de Souza, Geraldo Cosmo, Lom Paz, Maria Eduarda Salustiano, Patrícia Assunção, Pedro Dias, Yah Vasconcelos, Wanderson Oliveira e William Gomes Serviço: Peça: Senhora de Engenho – Entre a Cruz e a Torá Local: Solar da Marquesa, Largo do Varadouro, n 05, Varadouro, Olinda, Pernambuco Data: 06 de Outubro, sexta-feira Horário: 20h Duração: 80 min Ingressos: Inteira R$20,00 Meia R$10,00 Informações: 99729-9589 / 99536-4746

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O tapete de Aladim já tem data para voar no Recife

O Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, será o palco da estreia de ‘Aladim – O Musical Recife’. Montado pela produtora pernambucana Nível 241, o espetáculo será apresentado nos dias 12 e 13 de outubro, com duas sessões por dia, às 16h e às 20h. Os ingressos já estão à venda. Quem nunca sonhou em encontrar Aladim e a princesa Jasmine no tapete mágico que voa? Ter os três desejos realizados pelo gênio da lâmpada? A equipe local fez uma adaptação de um dos contos clássicos. Pensando no público de toda idade, a produção busca mostrar um mundo ideal completamente diferente. A montagem vai trazer grande referência cultural do estado, valorizando costumes e tradição do povo nordestino. A releitura vai trazer figurinos fluidos e sofisticados, remetendo ao luxo que o espetáculo exige. No repertório, 19 músicas, que serão cantadas e acompanhadas de uma orquestra – tudo ao vivo, envolvidas em diversas coreografias elaboradas. Apresentação tem duração de 2h, a classificação é livre. O musical tem a direção geral dos produtores Ana Letícia Lopes e Gabriel Lopes. Direção artística de Emmanuel Matheus, direção coreográfica de Stepson Smith. Valdetaim do Monte e Hugo Leonardo, assinam a direção musical. O pernambucano Israel de França, regente da orquestra Sinfonieta de Granada, na Espanha, vai reger a orquestra durante as apresentações. “Estamos oportunizando os artistas local e valorizando o talento de cada participante. O elenco reúne 39 artistas, entre bailarinos, cantores e atores. Victor Leal, viverá Aladim, Camila Bastos, dará vida a princesa Jasmine, o gênio será interpretado por Kleber Valentim”, detalha a diretora geral do musical e atriz, Ana Letícia Lopes. Os assentos para a área da plateia VIP podem ser adquiridos no valor de R$ 165,00 e R$ 82,50 (meia). Plateia A: R$145,00, meia R$72,50, enquanto plateia B custa R$120,00, meia R$ 60,00. Os valores do balcão variam entre R$ 100,00 (inteira) e R$50,00 (meia). Os bilhetes já estão disponíveis na internet (link eventim (http://www.eventim.com.br/aladdin-o-musical-recife-ingressos.html?affiliate=BR1&doc=artistPages%2Ftickets&fun=artist&action=tickets&erid=1990466) ou nas lojas do Ticket Folia (Shopping Recife e Guararapes), nos shoppings Boa Vista, Rio Mar e Tacaruna, as lojas do Ticket funcionam na loja Riachuelo. Os ingressos também podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Guararapes. A produção do musical colocou à venda os produtos da marca “Aladim: o Musical Recife”. Para adquirir os interessados devem acessar o site oficial da produtora através do www.nivel241.com.br. SERVIÇO: Aladim: o musical Recife – “O tapete de Aladim já tem data para voar no Recife” Local: Teatro Guararapes (Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda) Quando: 12 e 13 de outubro de 2017 Horário das sessões: Às 16h e às 20h. Ingressos: Plateia VIP: R$ 165,00 e R$ 82,50 (meia). Plateia A: R$145,00, meia R$72,50, enquanto plateia B custa R$120,00, meia R$ 60,00. Os valores do balcão variam entre R$ 100,00 (inteira) e R$50,00 (meia). Os bilhetes já estão disponíveis na internet (link eventim) – ou nas lojas do Ticket Folia (Shopping Recife e Guararapes), nos shoppings Boa Vista, Rio Mar e Tacaruna, as lojas do Ticket funcionam na loja Riachuelo. Os ingressos também podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Guararapes. Mais informações: (81) 3132.4477 Classificação Indicativa: Livre

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Abertas as inscrições artísticas para a 8ª Mostra de Circo

Setembro é mês de picadeiro na capital pernambucana. Para fazer rir e comover recifenses de todas as idades, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, lançou a convocatória para a 8º Mostra de Circo, que será realizada entre os próximos dias 21 e 24 de setembro na cidade. As inscrições encerram no próximo dia 8 de setembro. O regulamento e formulário de inscrição já estão disponíveis no site da Prefeitura do Recife, no link: http://www2.recife.pe.gov.br/pagina/secretaria-de-cultura. As propostas devem ser encaminhadas pelos Correios ou entregues presencialmente, das 9h às 17h, no Pátio de São Pedro, Casa 10 – 1º Andar, Bairro de São José. Poderão participar da convocatória espetáculos e números circenses com, no mínimo, oito minutos e, no máximo, uma hora e meia de duração, individuais ou de grupo. Da proposta, devem constar: release do espetáculo, sinopse, ficha técnica e histórico, CD com fotos, currículo do grupo e DVD com apresentação na íntegra, entre outros documentos. Não serão habilitados espetáculos que participaram da última edição da Mostra de Circo do Recife. O resultado será divulgado no dia 14 de setembro. (PCR)

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El Titiriteiro de Banfield na CAIXA Cultural Recife

O argentino Sergio Mercurio e seu teatro de bonecos (títeres) para adolescentes e adultos retorna à CAIXA Cultural Recife dias 23, 24, 25, 26, 30, 31 de agosto e 1 e 2 de setembro de 2017 com o espetáculo “Aqueles Velhos de…” Trazendo a amizade como tema central, a montagem é a última da trilogia sobre a velhice, que começa com a peça Velhos e segue com Beatriz. As apresentações serão realizadas às 20h e os ingressos custam R$ 20 e 10 (meia). As vendas iniciam hoje (22/08), a partir das 10h para as sessões de 23 a 26. No dia 29 iniciam as vendas para as sessões de 30 e 31 de agosto e 1 e 2 de setembro. A classificação indicativa é 16 anos. É a terceira de Mercurio na CAIXA Cultural Recife. Ele já apresentou a Trilogia El Titiriteiro de Banfield e depois a Retrospectiva de seus trabalhos. A montagem apresenta dois amigos de longa data que vivem em uma pensão, universo no qual se desenvolve a história de – Juanito, um boneco gigante, e Juárez, interpretado pelo próprio Mercurio, também responsável pela manipulação do boneco. Juanito começa lentamente a perder a memória e seu companheiro faz de tudo para não perder o colega. Para tanto, Juárez traz à tona, em desenhos, suas memórias e esperanças, que passam pelo confronto, a ternura, a empatia e, finalmente, o amor. Para a ilustração das memórias, Mercurio desenvolve uma técnica de desenhar com erva mate, assim, o mate que tantas vezes tem servido para selar amizades aqui se transforma em ferramenta para recordar e imaginar. Esses desenhos são feitos, ao vivo, numa mesa e que o público as vê numa tela. Sergio Mercurio – ficou conhecido por transformar espuma em personagens com expressões muito particulares e por contar histórias inspiradas no bairro do sul de Buenos Aires, onde nasceu, Banfield. “El titiritero de Banfield” realiza espetáculos de bonecos só para jovens e adultos. Com o sonho de percorrer o continente com seu trabalho, viajou de 1992 a 2004, por países como França, Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile, Uruguai, Peru, Brasil, Equador, Colômbia, Venezuela, Costa Rica, El Salvador, Honduras, Guatemala e México, promovendo mais de 1700 apresentações de seu trabalho. O périplo pelas Américas rendeu o livro “De Banfield ao México”, já na segunda edição. SERVIÇO: “Aqueles Velhos de…”, por Sergio Mercurio Local: Caixa Cultural Recife – Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife/PE Fone: (81) 3425-1915 Datas: 23, 24, 25, 26, 30, 31/08 e 1 e 2/9, às 20h Ingressos: R$ 20,00 e R$10,00 (meia para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos) – a partir das 10h do dia 22/08 – apresentações de 23 a 26/08, e dia 29/08 – para as apresentações dos dias 30 e 31 de agosto e 1 e 2/09 Duração: 75 minutos Classificação Indicativa: 16 anos Produção executiva: Banalíssima Arte Produção: Alexandre Sampaio Assessoria de imprensa: Flora Noberto Fanpage: www.facebook.com/eltitiriterode.banfield/ Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

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Isadora Melo faz campanha para realizar o espetáculo Dorinha, meu amor

Sem dúvida, Isadora Melo é uma das grandes revelações da cena musical pernambucana. Entre as múltiplas habilidades como artista, a cantora e atriz tem se dedicado ao musical intitulado Dorinha, meu amor, escrito pelo renomado João Falcão. Agora imagine o que pode sair dessa parceria? O resultado é um espetáculo que mistura elementos cênicos, história, personagens e claro, bastante música. O musical, feito especialmente para Isadora, une o riso dos cabarés com o drama do teatro, e conta ainda com a participação dos músicos Juliano Holanda e Rafael Marques. No entanto, embora a ideia já tenho sido concebida,  para a concretização desse musical, eles precisaram recorrer a campanha de crowdfunding, ou seja um financiamento coletivo, por meio do site do Kickante. A ideia é arrecadar uma quantia estipulada de R$ 50.000, para que com essa contribuição, o espetáculo possa ser apresentado no próximo mês, dia 07, no Teatro Ariano Suassuna, onde ficará em cartaz por cerca de dois meses, sempre as quintas-feiras. O prazo para a arrecadação é até o dia 05 de setembro. Para quem quiser contribuir pode acessar o site: https://www.kickante.com.br/campanhas/dorinha-meu-amor João Falcão – Nasceu na Usina Tiúma, Zona da Mata de Pernambuco, em 1958. Estreou em teatro como ator e músico em Recife com “Morte e Vida Severina” em 1980, sob a direção de Rubem Rocha Filho e Mônica Japiassu. Como autor e diretor teve sua primeira experiência também em Recife com a revista musical “Muito pelo Contrário” em 1981. Seguiu carreira em Recife como dramaturgo, diretor de teatro e publicitário, até se mudar para o Rio de Janeiro em 1995, onde fez teatro, cinema, televisão e música. Seus trabalhos mais conhecidos são “A Ver Estrelas”, “Mamãe Não Pode Saber”, “A Dona da História”, “Uma Noite na Lua”, “A Máquina”, Comédia da Vida Privada”, “Auto da Compadecida”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “Sexo Frágil”, “Clandestinos”, “Gonzagão, a Lenda” e “Gabriela, Um Musical”. Isadora Melo – Nasceu em Recife, em 1989. Aos 27 anos, a cantora acumula no currículo apresentações nos palcos do ExcentriCidades, Museu do Estado de Pernambuco, Festival Contemporâneos, além de passagens pelas cidades de Bordeaux e Orleans (França), e Lisboa (Portugal). Fez participações em shows do grupo Arabiando (do qual foi vocalista entre 2009 e 2012) e Zoca Madureira; e nos discos de artistas como Trio Pouca Chinfra e Orquestra Contemporânea de Olinda. Ao lado dos compositores Juliano Holanda e Zé Manoel, já passou por festivais de renome como o Festival MIMO, Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Festival Rec-Beat e Prata da Casa do Sesc Pompeia. Em 2015 participou da série “Amorteamo” (Rede Globo, 2015) e em 2016 integrou o elenco de “Gabriela, um musical”, de adaptação e direção de João Falcão. Seu Primeiro disco, “Vestuário” (2016) vem despertando interesse do público e crítica especializada.

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Projeto Quartas da Dança apresenta mais dois espetáculos a partir de hoje

Nesta quarta-feira (12), às 20h, os admiradores da dança e da arte poderão assistir a mais dois espetáculos que fazem parte do Projeto Quartas da Dança. O teatro Barreto Junior, equipamento cultural da Prefeitura do Recife, recebe o espetáculo O Homem Sambaqui, da Trapiá Cia de Dança, e o Teatro Arraial Ariano Suassuna será palco para Os Guerreiros, do Balé Afro Raízes. O Quartas da Dança é uma parceria entre a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, e o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. O projeto dedica a pauta de equipamentos culturais da cidade à cena local de dança, com condições especiais. Os grupos selecionados têm direito à bilheteria das apresentações, pagando apenas 10% da arrecadação pela ocupação dos teatros. Em cena amanhã, O Homem do Sambaqui propõe uma releitura do Brasil atual, convidando o público a se questionar sobre as causas que levaram à turbulência que o país atravessa. O projeto contou com uma rigorosa investigação através de trabalhos desenvolvidos por antropólogos e historiadores brasileiros. A encenação fica em cartaz nas quartas-feiras 12, 19 e 26 de julho, sempre às 20h, no Teatro Barreto Junior. O espetáculo Os Guerreiros, do Balé Afro Raízes, retrata a história da luta pela sobrevivência nas tribos africanas, além das tradições daquele aguerrido povo, que faz da dança e de suas crenças as maiores armas para enfrentar as dificuldades cotidianas. A encenação fica em cartaz nas quartas-feiras 12, 19 e 26 de julho, às 20h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Serviço – Quartas de Dança O Homem do Sambaqui, Trapiá Cia de Dança Onde: Teatro Barreto Junior Quando: 12, 19 e 26 de julho, às 20h Os Guerreiros, Balé Afro Raízes Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna Quando: 12, 19 e 26 de julho, às 20h   (PCR)

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Uma semana de atividades para celebrar o centenário de Hermilo Borba Filho

Entre os próximos dias 8 e 15 de julho, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), celebra um dos maiores romancistas e homens de teatro que o Nordeste já produziu. No ano em que completaria 100 anos, Hermilo Borba Filho, autor, encenador, professor, crítico e ensaísta, será homenageado com uma semana de programação cultural intensa, anunciada hoje, em coletiva de imprensa realizada no Teatro Hermilo Borba Filho. “Precisamos despertar entre os jovens o interesse pela obra de Hermilo, que se mantém muito pertinente e necessária, tratando e retratando o Nordeste com fidelidade e devoção”, disse a secretária de Cultura do Recife, Leda Alves, viúva do autor. Também à mesa da coletiva, o diretor-presidente da Cepe, Ricardo Leitão, garantiu que a celebração desse centenário vai durar muito mais que uma semana. “Ao longo dos próximos doze meses, relançaremos muita coisa da vastíssima obra do romancista, ensaísta, estudioso do folclore e dramaturgo Hermilo Borba Filho. Além disso, dedicaremos a ele a próxima edição da Fenelivro.” O secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, também ressaltou as qualidades do artista e a importância de render a ele justas e muitas homenagens. “Artistas têm essa virtude de serem eternizados por sua obra. Para começar a festejar Hermilo, faremos uma homenagem a ele no Festival de Inverno de Garanhuns deste ano.” Representando a cidade natal do escritor, o presidente da Fundação Casa de Cultura Hermilo Borba Filho, de Palmares, disse que a festa também está garantida na cidade para celebrar seu filho ilustre. “Teremos exposição e exibição de filmes e entrevistas concedidas por Hermilo, entre os próximos dias 17 e 21.” No Recife, a obra marcada pelo realismo fantástico com sotaque nordestino inaugurado pelo autor será festejada com lançamento de livros, leituras dramatizadas, exposição de fotos, espetáculos teatrais e exibição de filmes. A programação da Semana Hermilo é uma realização do Centro de Formação e Pesquisa em Artes Cênicas Apolo-Hermilo, da Prefeitura do Recife, e será aberta ao público e gratuita. No próximo dia 8 de julho, data de nascimento de Hermilo, as atividades começam às 18h, com uma apresentação do Banco de Cavalo Marinho Boi Pintado Mestre Grimário, criado em Aliança e sediado na Cidade Tabajara. Depois, a programação segue intensa, com fala da secretária de Cultura do Recife, atriz e viúva de Hermilo, Leda Alves, do presidente da Cepe, Ricardo Leitão, e do professor doutor da Universidade Federal de Pernambuco, Luís Reis, estudioso incansável da obra de Hermilo. A noite contará ainda com lançamento do livro Contos e da novela Os Ambulantes de Deus, ambos da Editora Cepe. E com a inauguração da exposição Hermilo 100 anos, de fotos e outros registros da vida e intensa produção do escritor e autor, cuja obra nunca encontrou cenário melhor nem mais pertinente que Palmares, sua terra natal, que ele visitava sempre em sua ficção de muros baixos, baseada em fatos e personagens reais. “Palmares é minha marca para toda a vida”, costumava dizer o autor. A exposição tomará conta do hall dos teatros Hermilo e Apolo e ficará em cartaz durante toda a semana de comemorações e pelos próximos dozes meses. Ainda no dia 8, a programação segue com uma leitura dramatizada de trechos de várias obras de Hermilo, pelos atores Adriano Cabral e Hilda Torres, às 19h. A partir das 19h30, será apresentado o espetáculo Mucurana, o Peixe, no Teatro Hermilo Borba Filho, uma adaptação de Carlos Carvalho do conto O Peixe, com Mario Miranda, Iris Campos e Flávio Renovatto, da companhia Construtores de Histórias, no elenco. No domingo (9), a partir das 16h, será encenado o espetáculo infantil Luzia no Caminho das Águas, texto de Alexsandro Souto Maior, com direção de Eron Vilar e Lane Cardoso, Vanessa Lins, Edjalma Freitas, Kamila Souza e Tatto Medinni no elenco, celebrando os 15 anos do grupo Engenho de Teatro. A obra tem como cenário o mesmo imaginário nordestino que abriga a produção hermiliana. No dia 10, a programação continua com a exposição Hermilo 100 anos, em cartaz nos teatros Apolo e Hermilo. Na terça (11), além da exposição, haverá exibição do documentário Hermilo Borba Filho, de Carla Denise, da Fundação Joaquim Nabuco, no Teatro Hermilo, partir das 19h. Na quarta (12), outro filme será exibido, desta vez no Teatro Apolo: O Canto do Mar, de Alberto Cavalcanti, cujos diálogos são assinados por Hermilo. A partir das 19h da quinta (13), será encenado o espetáculo A Gloriosa Vida e o Triste Fim de Zumba sem Dente, adaptação de Carlos Carvalho do conto hermiliano O Traidor. No elenco: Mario Miranda, Flávio Renovatto, Daniel Barros e Andrezza Alves. Na sexta (14), Mucurana, o Peixe será novamente encenado, a partir das 19h. E no sábado (15), encerrando a programação, mais um conto de Hermilo ganha os palcos, a partir das 19h. O espetáculo A Rã, adaptado e dirigido por Luiz Manuel, a partir do conto de mesmo nome escrito por Hermilo, será encenado pelo Coletivo Caverna, com os atores Claudio Lira e Raimundo Branco. “Buscamos espetáculos que possuíssem alguma coisa a ver com a estética hermiliana. A partir disso, optamos por apresentações que primam pela cena aberta livre, pouco material cênico, e onde a dramaturgia se debruça sobre a cena brasileira. Outra marca da obra de Hermilo era a presença da cultura popular nordestina em seus contos”, explica o diretor e curador da Semana Hermilo, Carlos Carvalho. Sobre Hermilo – Um dos autores e homens de teatro mais atuantes e inventivos do Nordeste, Hermilo Borba Filho, nascido no Engenho Verde, da cidade de Palmares, em 1917, tinha enorme e declarado apreço pela cultura e pelas tradições nordestinas. Escritor, encenador, professor, crítico e ensaísta, foi diretor artístico do Teatro do Estudante de Pernambuco e fundador do Teatro Popular do Nordeste, além de ter deixado uma profícua produção literária, de Palmares para sempre. Na próxima edição da revista iremos trazer uma matéria falando sobre

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Orquestra Sinfônica do Recife apresenta quarto concerto da temporada

No mês do forró, a música erudita pede passagem na programação cultural da cidade. Nesta quarta-feira, a partir das 20h, a sanfona vai dar lugar a violinos, tuba, trombone, contrabaixo e oboé, entre outros instrumentos, durante o quarto concerto da temporada 2017 da Orquestra Sinfônica do Recife. A apresentação, oferecida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura, é gratuita e aberta ao público. O programa escolhido pelo maestro Marlos Nobre começa com duas grandes obras do compositor e pianista austríaco, Amadeus Mozart. A Sinfonia nº 41 em Dó Maior, K. 551 (Júpiter) foi composta rapidamente pelo compositor, durante o verão de 1788, sendo a última das suas 41 sinfonias. “Não é comprovado que esta sinfonia foi interpretada com o compositor ainda vivo”, diz o mastro Marlos Nobre, para quem Mozart foi o maior gênio de sua época e um dos mais importantes autores de toda a história da música no mundo. O segundo momento do concerto é a interpretação da abertura Fantasia Romeu e Julieta, primeira grande obra-prima orquestral do compositor russo Peter Ilyich Tchaikovsky, composta em 1869, quando ele tinha apenas 29 anos. “Após a estreia, em 1870 , o jovem Tchaikovsky fez uma profunda revisão na obra, trabalhando nela arduamente por dois meses, reescrevendo as passagens introdutórias em diferentes tonalidades e aperfeiçoando a seção do desenvolvimento e também o clímax final”, conclui o maestro. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria do teatro, a partir das 19h. Serviço 4º Concerto Oficial da Orquestra Sinfônica do Recife Quando: Quarta-feira, 21 de junho Horário: 20h Local: Teatro de Santa Isabel, Praça da República, s/n, Bairro de Santo Antônio Informações: 3355-3322 Entrada franca (PCR)

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Espetáculo Cão Sem Plumas faz estreia internacional no Recife

A coreógrafa e bailarina Deborah Colker faz em Cão sem plumas, baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), seu primeiro espetáculo de temática explicitamente brasileira. A estreia internacional acontece neste sábado (03) de junho, no Teatro Guararapes, em Recife. A Cia. Deborah Colker conta com o patrocínio da Petrobras desde 1995. Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno. “O espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana. Destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, diz Deborah. A dança se mistura com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longas-metragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando coreógrafa, cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias do limite entre sertão e agreste até Recife. A jornada também foi documentada pelo fotógrafo Cafi, nascido em Pernambuco. Na trilha sonora original estão mais dois pernambucanos: Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator), além do carioca Berna Ceppas, que acompanha Deborah desde o trabalho de estreia, Vulcão (1994). Outros antigos parceiros estão em cenografia e direção de arte (Gringo Cardia) e na iluminação (Jorginho de Carvalho). Os figurinos são de Claudia Kopke. A direção executiva é de João Elias, fundador da companhia. Os bailarinos se cobrem de lama, alusão às paisagens que o poema descreve, e seus passos evocam os caranguejos. O animal que vive no mangue está nas ideias do geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de Geografia da fome e Homens e caranguejos, e do cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do mangue beat. O movimento mesclava regional e universal, tradição e tecnologia. Como Deborah faz. Para construir um bicho-homem, conceito que é base de toda a coreografia, a artista não se baseou apenas em manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco. Também se valeu de samba, jongo, kuduro e outras danças populares. “Minha história é uma história de misturas”, afirma ela. Tendo a Petrobras como mantenedora desde 1995, seu grupo se firmou como fenômeno pop em Velox (1995), Rota (1997) e Casa (1999). Os espetáculos Nó (2005), Cruel (2008), Tatyana (2011) e Belle (2014) trataram de temas existenciais, como os afetos. Em Cão sem plumas, Deborah reúne aspectos de toda a sua carreira. “Cabem a elegância do clássico, a lama das raízes e o olhar contemporâneo. O nome disso é João Cabral”, diz ela.   Serviço: Cão Sem Plumas Data: 03 (21h) – 04 (20h) de junho Local: Teatro Guararapes Classificação: Livre  

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