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Mercado Modelo da Super Mix 2025 apresenta soluções para pequenos varejistas

Mini mercado montado dentro da feira traz todos os setores de um supermercado em formato compacto, com foco em tecnologia e inovação Um dos grandes destaques da Super Mix 2025 será o Mercado Modelo, um mini mercado funcional montado dentro do pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco, entre os dias 5 e 7 de novembro. A iniciativa foi criada para inspirar pequenos varejistas, apresentando de forma prática todos os setores de um supermercado — de hortifrúti a laticínios — em um espaço otimizado e moderno. O projeto é coordenado pela consultora Mônica Leão e pela arquiteta Fátima Nogueira, especialista em design de lojas e supermercados. O ambiente foi pensado para demonstrar na prática o que há de mais atual em layout, exposição de produtos e soluções tecnológicas voltadas ao varejo alimentar. “O Mercado Modelo tem como missão inspirar os pequenos supermercadistas a enxergarem novas possibilidades para os seus negócios. É uma vitrine viva, que mostra como o ponto de venda pode ser mais eficiente, atrativo e acolhedor para o cliente”, explica Mônica Leão. Nesta edição, o espaço dará ênfase à digitalização do varejo, com a presença da parceira Instabuy, que apresentará uma plataforma interativa em TV Touch. A tecnologia permite que o lojista amplie o mix de produtos além do espaço físico e ofereça vendas por delivery, serviço que, segundo Mônica, já se tornou indispensável para a sustentabilidade do pequeno comércio. Entre as inovações expostas estarão equipamentos voltados à conveniência e praticidade, como descascadores automáticos de abacaxi e máquinas de suco de laranja e água de coco natural, que terão demonstrações ao longo dos três dias do evento. Todos os alimentos e bebidas não alcoólicas utilizados no Mercado Modelo serão doados a quatro instituições de caridade previamente cadastradas. “Essa é uma das partes mais bonitas do projeto. Cada edição conseguimos doar mais, e isso é o que dá sentido a todo o trabalho”, afirma Mônica. A Super Mix 2025, em sua 19ª edição, é realizada pela Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (ASPA), com co-realização da Associação Pernambucana de Supermercados (APES) e organização da Insight Feiras & Negócios. Serviço:Super Mix 2025 – Feira do Setor Supermercadista e Varejista📅 De 5 a 7 de novembro, das 14h às 21h📍 Pernambuco Centro de Convenções🌐 feirasupermix.com.br📱 @feirasupermix🎟 Credenciamento gratuito para profissionais com CNPJ ativo💵 Passaporte para visitantes pessoa física: R$ 50 (válido para os três dias)

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Lula prevê acordo “de muito boa qualidade” entre Brasil e Estados Unidos

Presidente afirma que negociações para suspensão de tarifas avançam e devem ter solução definitiva nos próximos dias O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (27) que está confiante em relação à suspensão das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Em coletiva de imprensa realizada em Kuala Lumpur, na Malásia, o presidente declarou que os dois países devem chegar a um entendimento em breve. “Tive ontem na reunião [com o presidente Donald Trump] uma boa impressão de que logo, logo não haverá problema entre Estados Unidos e Brasil”, disse Lula, destacando o clima positivo das conversas. Argumentos sobre o comércio bilateral Durante o encontro, Lula reforçou que o Brasil não representa déficit comercial para os Estados Unidos, argumento que, segundo ele, elimina a justificativa para as taxações. “Eu não estou reivindicando nada que não seja justo para o Brasil e tenho do meu lado a verdade mais verdadeira e absoluta do mundo, os Estados Unidos não têm déficit com o Brasil”, afirmou o presidente, acrescentando que entregou um documento com os temas prioritários das negociações. Compromisso, não promessa Ao ser questionado sobre possíveis promessas do governo norte-americano, Lula respondeu de forma bem-humorada: “Para mim, o que ele tem que fazer é compromisso. E o compromisso que ele fez é que ele pretende fazer um acordo de muito boa qualidade com o Brasil.” O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, confirmou que equipes técnicas dos dois países se reunirão nas próximas semanas para estruturar o acordo. Segundo o secretário-executivo do MDIC, Márcio Rosa, as tratativas estão “avançando espetacularmente bem”. Venezuela e clima também estiveram na pauta Além das questões comerciais, Lula afirmou que o Brasil está disposto a colaborar nas negociações envolvendo a Venezuela. “Isso ficou muito claro, se precisar que o Brasil ajude, estamos à disposição”, disse. O presidente também reiterou o convite para que Donald Trump participe da COP30, em novembro, em Belém, reforçando a importância do diálogo sobre mudanças climáticas: “Convidei ele para ir a COP outra vez, disse para ele: ‘É importante que você vá para dizer o que você pensa.’” Expansão diplomática no Sudeste Asiático A visita de Lula à Malásia e à Indonésia também marcou a ampliação das relações do Brasil com o Sudeste Asiático, região vista como estratégica para o comércio internacional. “O Sudeste Asiático é o epicentro do crescimento global, zona dinâmica e polo de inovação tecnológica”, afirmou Mauro Vieira. O presidente ainda manifestou apoio à entrada da Malásia como membro pleno do Brics. No dia em que completou 80 anos, Lula encerrou a coletiva afirmando: “Eu nunca me senti tão vivo e com tanta vontade de viver.”

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Nova regulamentação do Imposto de Renda redefine o papel das holdings familiares no Brasil

Com a previsão do fim da isenção irrestrita sobre lucros distribuídos, mudança prevista no Projeto de Lei 1087/2025, estruturas familiares voltarão a focar em governança, reinvestimento e proteção patrimonial, alerta advogado A aprovação, pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei nº 1087/2025 marca uma mudança estrutural no tratamento tributário das pessoas físicas e jurídicas no Brasil, com reflexos diretos sobre a utilização das holdings familiares como instrumento de planejamento patrimonial e sucessório. O texto já tramita na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal. Para o advogado Amadeu Mendonça, especialista em Negócios Imobiliários e Planejamento Patrimonial, o endurecimento na tributação desde a fonte sobre lucros e dividendos exige das holdings uma redefinição de propósito. “A partir da vigência da nova norma, a função da holding deixa de ser essencialmente tributária e passa a concentrar-se, também, em outros pilares, como governança patrimonial, reinvestimento de resultados e proteção jurídica de ativos”, afirma. Até então, a constituição de holdings familiares era em muitos casos estimulada pela isenção de tributação sobre distribuição de lucros e dividendos, vantagem que se esgota com o PL 1087/25. O texto aprovado prevê retenção de 10% do Imposto de Renda na fonte sobre lucros e dividendos pagos a pessoa física quando ultrapassarem R$ 50 mil mensais por beneficiário.  “Muito mais do que repensar a estrutura jurídica, os sócios precisam encarar que a holding deixa de ser veículo meramente fiscal e volta a assumir tarefas estratégicas, como a perpetuação do patrimônio familiar, a proteção patrimonial, regras de gestão e governança familiares e reinvestimento do lucro em novos ativos”, observa Mendonça. Embora não exista uma base pública de dados sobre a representatividade das holdings familiares e family offices no Brasil, a Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitaisestima que o montante financeiro nas mãos dos gestores de patrimônio chegou a R$ 540,3 bilhões ao final do primeiro semestre. O valor corresponde a um aumento de 7,1% na comparação com o fechamento de 2024. Necessidade de retenção e reinvestimento dos lucros Com a introdução da tributação na fonte, pode ser mais vantajoso manter os lucros dentro da pessoa jurídica, por meio de retenção, e direcioná-los ao reinvestimento em participações societárias, imóveis ou negócios operacionais. Esse movimento permite postergar o momento do fato gerador e preservar liquidez dentro da estrutura.  “As empresas cujos sócios têm retirada mensal a partir de R$ 50 mil e que ainda não revisaram sua política interna de distribuição de dividendos a partir do ano que vem podem enfrentar sérios prejuízos, sobretudo pela incidência da retenção na fonte. O impacto tende a ser duplo: reduz a liquidez dos sócios e compromete o fluxo de caixa da própria empresa, limitando sua capacidade de reinvestimento e expansão.”, adverte. Entre as recomendações do especialista, estão a criação de uma política formal de retenção de lucros; a segregação contábil entre resultados acumulados até 2025 e resultados apurados após vigência da nova regra, e a manutenção de atas de reuniões de sócios que expressem as deliberações sobre destinação de lucros, de reinvestimento e de destinação patrimonial. Isso implica em revisão de acordos societários e cláusulas de governança, atualização das estruturas contratadas para gestão e aquisição de imóveis por meio de holdings, e análise de regimes de tributação ou de participação societária para privilegiar reinvestimento sobre distribuição. “Com a mudança nas regras, não há alternativa senão se planejar para mitigar os impactos. Quem agir com antecedência sairá na frente, pois conseguirá se adaptar melhor e ajustar sua estrutura antes que os efeitos sejam sentidos.” Retenção antecipatória e impacto no fluxo de caixa Mesmo sendo possível compensar a retenção posteriormente no ajuste anual da pessoa física, a antecipação da tributação representa perda imediata de liquidez. Por exemplo, sócios que recebam R$ 1,2 milhão anuais em lucros líquidos estarão sujeitos à retenção de R$ 120 mil — valor que é imobilizado, sem retorno financeiro, até o momento da compensação. “Isso exigirá um planejamento financeiro mais estruturado, pois os sócios precisarão ponderar os efeitos tributários e os impactos operacionais de manter o capital no caixa da empresa ou postergar a distribuição de lucros”, pondera Mendonça.

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Arena Pernambuco será palco do maior evento imobiliário do Nordeste

Fórum Imobi 2025 deve reunir mais de dois mil profissionais do setor e nomes de destaque nacional, como Martha Gabriel, Murilo Gun e Camila Farani. Foto: Lucas Rodrigues Nos dias 13 e 14 de novembro, a Arena Pernambuco vai receber o Fórum Imobi 2025, considerado o maior evento imobiliário do Nordeste e o terceiro maior do Brasil. O encontro promete dois dias intensos de conteúdo e networking voltado a corretores, gestores, investidores e demais profissionais do mercado imobiliário. “São dias de muito conhecimento, de estratégias de alta performance, liderança e formação de equipes campeãs. É um evento que proporciona conhecimento único, uma experiência memorável e um networking pra vida”, afirma Igor Santos, cofundador e diretor da PSIU Educação, empresa idealizadora do evento. Três palcos, 25 palestrantes e 30 expositores A programação contará com mais de 25 palestrantes nacionais e locais, distribuídos em três palcos simultâneos, além de 30 expositores e 16 horas de conteúdo. Esta será a 13ª edição do Fórum Imobi, a quarta em Pernambuco, reunindo participantes de todo o Brasil. “Agora, em Pernambuco, será o maior Fórum Imobi de todos os realizados até hoje. É a primeira vez que um evento imobiliário de grande porte acontece num estádio de futebol e que foi palco de uma Copa do Mundo”, destaca Ney Lins, também diretor da PSIU Educação. Palestrantes que inspiram inovação e estratégia Entre os nomes confirmados estão Martha Gabriel, referência internacional em tecnologia e inteligência artificial; Murilo Gun, especialista em criatividade e inovação; e Camila Farani, investidora do Shark Tank. O evento também reunirá grandes nomes do setor imobiliário, como Guilherme Machado, Sophia Martins, Felipi Adauto, Edgar Ueda e Paola Brescianini, que trarão insights sobre vendas, branding e comportamento de consumo. Mercado em alta impulsiona expectativa O evento acontece em um cenário de expansão do mercado imobiliário. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor cresceu 9,6% nas vendas no primeiro semestre de 2025, e o Nordeste liderou o aumento, com alta de 27,3%. Serviço Fórum Imobi 2025📍 Arena Pernambuco📅 13 e 14 de novembro🔗 Inscrições: forumimobi.com📱 Instagram: @psiueducacao

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Maior evento de Customer Experience da América Latina chega ao Recife

CSX Week reunirá mais de 700 participantes e contará com líderes nacionais, como Alan Souza, do Grupo Iquine, debatendo o papel da inteligência e dos dados no futuro das relações com o consumidor Recife recebe, nos dias 22 e 23 de outubro, a 10ª edição do CSX Week, o maior e mais influente evento sobre Sucesso e Experiência do Cliente (CX e CS) da América Latina. Organizado pela Key University, o encontro retorna à capital pernambucana com uma proposta imersiva e interativa. Uma experiência dentro da experiência O primeiro dia do evento acontece no Instituto Ricardo Brennand, eleito o melhor museu da América do Sul e o 17º do mundo pelo TripAdvisor. O espaço, localizado em uma reserva de Mata Atlântica na Várzea, foi escolhido por traduzir a essência do CSX Week. “Não buscamos um local tradicional. O Castelo de Brennand traduz nossa essência: unir história, arte e inovação para transformar conhecimento em impacto. Queremos que cada detalhe seja parte de uma jornada memorável”, destaca Camila Barbalho, fundadora do evento. Durante os dois dias, o público poderá participar de palestras e painéis com grandes nomes do mercado de CX, CS e Inteligência Artificial, com conteúdos práticos baseados em dados reais e cases inspiradores. A expectativa é reunir mais de 700 participantes, entre empresários, líderes de startups, executivos de marketing, vendas e relacionamento. Conexões e negócios no Porto Digital O segundo dia será dedicado ao Business Day, no Moinho Recife Business & Life, no coração do Porto Digital — o maior parque tecnológico urbano do Brasil. A programação inclui rodadas de negócios, benchmarking e networking exclusivo para quem busca parcerias estratégicas e oportunidades de inovação. Grupo Iquine compartilha visão sobre uso de dados Entre os convidados desta edição está Alan Souza, presidente do Conselho de Administração do Grupo Iquine, que participa do painel “Do Insight à Ação: Como a Inteligência conecta Experiências, Negócios e Governança no Brasil”. “Vivemos um momento em que a inteligência e os dados estão no centro das decisões de negócio. No Grupo Iquine, entendemos que personalizar a experiência do cliente e criar conexões genuínas com cada região do país é o caminho para crescer de forma sustentável e relevante”, afirma o executivo. Serviço:CSX Week 2025📅 22 e 23 de outubro de 2025📍 Instituto Ricardo Brennand (Várzea) e Moinho Recife (Porto Digital), Recife – PE🌐 Mais informações e ingressos: www.csxweek.com.br

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Edmir Ribeiro presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste Sindsegnne

Mercado segurador de Pernambuco cresce e movimenta R$ 3,8 bilhões no 1º semestre

Setor registra alta de 3,9% impulsionado por seguros de automóveis, vida e patrimoniais. Edmir Ribeiro (foto acima) é o presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) O mercado segurador de Pernambuco apresentou desempenho positivo no primeiro semestre de 2025, arrecadando R$ 3,83 bilhões entre janeiro e junho, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). O resultado representa um crescimento de 3,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e reflete a consolidação de ramos voltados à proteção patrimonial e de pessoas, que seguem em expansão no estado. Automóveis e patrimoniais lideram arrecadação O seguro de automóveis manteve a liderança no volume arrecadado, com R$ 655,9 milhões e alta de 8,7%. O ramo patrimonial também se destacou, movimentando R$ 145,2 milhões, um avanço de 16%. Dentro dessa categoria, os seguros residencial e condominial apresentaram crescimentos expressivos — 14,2% e 37%, respectivamente. O seguro empresarial teve desempenho sólido, com R$ 35,6 milhões em prêmios (+13,7%), enquanto o de risco de engenharia disparou 79,2%, atingindo R$ 7,2 milhões. Seguro habitacional e de vida seguem em alta O segmento habitacional cresceu 27,8%, somando R$ 57,1 milhões, enquanto o seguro de vida apresentou avanço de 18%, movimentando R$ 334,6 milhões. O ramo de viagem também se destacou, com expansão de 52,5% e arrecadação de R$ 6,1 milhões, impulsionado pela retomada do turismo e maior procura por proteção durante deslocamentos. Mais de R$ 1 bilhão retornou à sociedade Entre indenizações, benefícios, resgates e sorteios, o setor devolveu R$ 1,06 bilhão à sociedade pernambucana no período, o que representa aumento de 3% em relação a 2024. O ramo de automóveis concentrou o maior volume, com R$ 413,8 milhões (+11,9%), enquanto o seguro condominial cresceu 74,7% em pagamentos. O habitacional teve o maior salto percentual, com R$ 15,7 milhões em indenizações (+108,4%), e o seguro de viagem devolveu R$ 4,1 milhões, alta de 67,7%. Cultura de prevenção e fortalecimento do mercado De acordo com Edmir Ribeiro, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o cenário mostra um crescimento sólido e diversificado. “O avanço expressivo em seguros como o condominial e o de engenharia revela que há um movimento de fortalecimento da cultura de prevenção entre empresas e administradoras de imóveis. Já o crescimento do seguro de vida e de viagem indica que o consumidor está cada vez mais atento à proteção individual e familiar. Esses resultados reforçam a importância do seguro como ferramenta de segurança financeira e mostram que Pernambuco segue como um dos polos mais dinâmicos do setor na região Nordeste”, finaliza.

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Nestlé investe R$ 86 milhões em centro de distribuição em Pernambuco

Nova estrutura amplia presença da companhia no varejo do Nordeste e promete reduzir prazos de entrega em até quatro dias A Nestlé inaugurou um novo centro de distribuição (CD) em Cabo de Santo Agostinho (PE), resultado de um investimento de R$ 86 milhões. Considerado um dos maiores da companhia no país, o espaço tem capacidade de expedição anual de mais de 128 mil toneladas e estrutura com mais de 15 mil posições-palete. O objetivo é ampliar a presença no varejo nordestino, especialmente em categorias estratégicas como chocolates, cafés, leites, achocolatados e produtos culinários da linha Maggi. Redução no tempo de atendimento A unidade deve garantir maior eficiência logística e agilidade, reduzindo em até 96 horas o tempo médio de entrega. Antes, o prazo de atendimento podia ultrapassar sete dias. O centro atenderá exclusivamente o canal B2B, abastecendo atacadistas, distribuidores, supermercados e redes regionais em todos os nove estados do Nordeste. A operação também integra a logística de Purina, marca de petfood da Nestlé, segmento em expansão na região. Empregos e inovação tecnológica Com mais de 110 empregos diretos e indiretos gerados, o CD segue padrões globais da companhia em digitalização e sustentabilidade. Entre os diferenciais estão agendamento de transportes 100% digital, gestão de documentos sem uso de papel e torre de controle com indicadores em tempo real. A unidade também adota práticas alinhadas à agenda ESG, como utilização de veículos a biocombustível e o programa “Mulheres em Movimento”, que capacita motoristas e operadoras de empilhadeira. Relevância estratégica da região “A região Nordeste tem papel estratégico para a Nestlé. A região representa cerca de 10% do faturamento médio anual da empresa no país, considerando todas as categorias que atuamos. Com este novo centro de distribuição, conseguimos reforçar nossa conexão com os consumidores e garantimos a presença dos nossos produtos nas prateleiras dos supermercados de forma mais ágil e eficiente, evitando rupturas e fortalecendo nossa proximidade com nossos clientes e parceiros” – Alexandre Teixeira, Diretor-Geral de Logística Física da Nestlé Brasil,

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Conquistar clientes é o maior desafio para PMEs no início da jornada, aponta pesquisa da Serasa Experian

Levantamento revela que dificuldades como marketing, gestão de pessoas e divulgação do negócio acompanham os empreendedores mesmo após a fase inicial Conquistar e reter clientes é o maior obstáculo enfrentado por 3 em cada 10 pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras ao iniciar um negócio, segundo pesquisa da Serasa Experian. A dificuldade em atrair público é seguida pela divulgação da marca (29%) e pela contratação de pessoas (27%). No setor de comércio, os números são ainda mais expressivos: 35% relatam problemas em conquistar clientes e 38% enfrentam falta de mão de obra qualificada já nos primeiros passos. Outros entraves também aparecem com força entre os empreendedores, como compreender as particularidades do próprio setor (21%) e lidar com leis e impostos (21%). Esses fatores são especialmente desafiadores para os segmentos de comércio e indústria, que lidam com maior complexidade operacional e regulatória. Mesmo com a maturidade, os desafios não desaparecem. A pesquisa mostra que 33% das PMEs apontam a contratação e a gestão de pessoas como principal obstáculo atual, especialmente no comércio (40%) e na indústria (37%). A retenção de clientes (32%), a necessidade de atualização constante (29%) e a divulgação eficiente do negócio (29%) seguem no topo das dificuldades, enquanto gestão financeira (25%) e contabilidade (19%) também permanecem como preocupações recorrentes. “Gerir uma empresa, mesmo pequena, é uma atividade complexa. É comum que o empreendedor domine a atividade-fim, mas tenha lacunas em áreas como gestão financeira ou estratégias de crescimento. São pontos que atravessam toda a jornada e, em muitos casos, se tornam gargalos permanentes. Por isso, temos investido em conteúdos e soluções que apoiem as PMEs com abordagens práticas e aplicáveis, como nosso webinar ‘Serasa Apresenta – Como vender mais utilizando marketing e as redes sociais’ Nele, trouxemos dicas para os empreendedores para ter uma presença digital estratégica, com uma construção de conteúdo relevante e vendável e um atendimento centrado no cliente, por exemplo.”, explica Cleber Genero, vice-presidente de PMEs da Serasa Experian. Serviço: A íntegra da pesquisa está disponível no site da Serasa Experian: https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/

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Saúde mental influencia dívidas e compras por impulso, aponta pesquisa da Serasa

Estudo revela que 46% dos brasileiros já compraram para aliviar emoções e 54% acumularam dívidas por problemas emocionais Uma pesquisa realizada pela Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, mostra como a saúde mental tem impacto direto nas finanças pessoais dos brasileiros. O levantamento revela que 54% já acumularam dívidas devido a problemas emocionais e que 46% realizaram compras por impulso para se sentir melhor momentaneamente. Embora esse comportamento traga alívio imediato, ele resulta em consequências duradouras para o orçamento. “As compras por impulso ou o endividamento por questões emocionais mostram que saúde mental e saúde financeira estão diretamente ligadas. Essas compras por impulso estão diretamente ligada a busca pelo alívio momentâneo da dor, mas nunca resolve a longo prazo. Cuidar do equilíbrio emocional é fundamental para evitar dívidas, tomar decisões mais conscientes e até reconstruir a confiança no próprio planejamento financeiro”, explica Rodrigo Costa, especialista da Serasa em educação financeira. O estudo também aponta outros fatores que contribuem para a pressão emocional e o ciclo da inadimplência. Entre eles, o nome negativado (43%), o atraso no pagamento de contas (37%), a dificuldade em conseguir crédito (34%) e a renda insuficiente (29%). Esses problemas financeiros reforçam a relação entre saúde mental fragilizada e dificuldades econômicas. Apesar do cenário desafiador, a pesquisa mostra sinais de esperança: 60% acreditam que cuidar da saúde mental pode favorecer decisões financeiras mais conscientes e 30% afirmam que o bem-estar emocional ajudaria a reduzir gastos relacionados à própria saúde mental. “O Brasil enfrenta uma nova fase de inadimplência: a emocional. Silenciosa e crescente, a incerteza fala muito alto, refletindo na falta de equilíbrio mental e impactando diretamente a vida financeira de todas as classes sociais. O planejamento, atrelado a educação financeira, é imprescindível para uma melhor saúde mental e física”, finaliza Rodrigo. Metodologia Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 8 e 19 de agosto de 2025, com 1.240 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 2,8 pontos percentuais.

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Resposta ao tarifaço: Mercosul fecha acordo de livre comércio com países da EFTA

Tratado amplia acesso a mercados europeus e fortalece agenda multilateral em meio a tensões globais O Mercosul assinou nesta terça-feira (16) um acordo de livre comércio com os quatro países que compõem a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA): Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. O tratado cria um mercado de 290 milhões de consumidores, em economias que somam PIB de US$ 4,39 trilhões, e representa um passo importante na ampliação da presença do bloco sul-americano no continente europeu. Multilateralismo em destaque Durante a cerimônia no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, o vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a relevância do pacto em um cenário de tensões comerciais. Segundo ele, o acordo é um “grande e importante” passo. “Em um mundo de incerteza, nós estamos dando uma prova de que é possível fortalecer o multilateralismo e o livre comércio. O comércio aproxima os povos, e o desenvolvimento promove a paz”. Impacto tarifário e cooperação internacional O tratado prevê eliminação de tarifas em setores industriais e pesqueiros, além de maior acesso para produtos agrícolas do Mercosul, como carnes, grãos, frutas e sucos. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, ressaltou que o acordo “concilia ampliação do acesso a mercados com a manutenção da capacidade do Estado de agir em setores sensíveis”. Já representantes da Noruega e da Islândia reforçaram que a iniciativa simboliza uma aposta na cooperação em um mundo “marcado por incertezas”. Próximos passos e expectativa com a União Europeia Para entrar em vigor, o acordo ainda precisa passar por trâmites internos em cada país, incluindo a aprovação do Congresso Nacional no Brasil. O governo também sinalizou que segue empenhado em avançar em outras frentes comerciais, como negociações com Emirados Árabes Unidos, Canadá, México e Índia. Paralelamente, há expectativa de que o aguardado acordo Mercosul-União Europeia seja finalmente aprovado ainda este ano, criando um mercado de mais de 700 milhões de pessoas. A ampliação de parceiros comerciais foi uma das recomendações em recente entrevista concedida pelo economista Ricardo Amorim à Revista Algomais. Ele sugeriu que o País fizesse o contrário do que é realizado atualmente pelo presidente Donald Trump, que tem dificultado os caminhos para o comércio internacional.

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