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Menor que em 2025: Páscoa deve injetar R$ 410,9 milhões em Pernambuco

A Fecomércio-PE projeta que a Páscoa de 2026 movimente R$ 410,9 milhões na economia pernambucana, uma retração de 2,9% em relação ao ano anterior, sinalizando desaceleração no consumo. O estudo mostra a sensibilidade do período a variáveis-chave: cada ponto de alta na intenção de consumo adiciona R$ 4,02 milhões às vendas, enquanto o avanço do endividamento retira cerca de R$ 6,19 milhões por ponto percentual. A pressão inflacionária sobre itens típicos é outro vetor relevante, com destaque para o chocolate, que acumula alta de 26,3% em 12 meses, bem acima do índice geral de 3,81%. Esse fator tem levado o consumidor a substituir produtos. Apesar da moderação, a data segue estratégica para o varejo no primeiro semestre, sustentando o fluxo de caixa do setor mesmo em um ambiente mais restritivo. Turismo internacional dispara em Pernambuco O fluxo de passageiros internacionais no Aeroporto Internacional do Recife mais que dobrou no primeiro bimestre de 2026, com crescimento de 115% em relação ao mesmo período do ano anterior. O total de viajantes foi de 66,3 mil viajantes entre embarques e desembarques. O resultado reflete a intensificação das ações de promoção turística do Governo de Pernambuco, que ampliou sua presença em eventos e mercados estratégicos, além de investir na captação de novos voos. A Argentina lidera como principal emissor de turistas, concentrando mais da metade das chegadas internacionais. Os demais destaques são na sequência Portugal, Uruguai, Chile e Espanha. Lucro recorde e crédito em alta no BNB O Banco do Nordeste do Brasil fechou 2025 com lucro líquido de R$ 3,1 bilhões, um salto de 31,6% em relação ao ano anterior. O desempenho veio acompanhado de expansão na carteira de crédito, que alcançou R$ 68,4 bilhões em contratações, representando uma alta de 11,6%. Os desembolsos também avançaram, somando R$ 64,1 bilhões, crescimento de 5,8%. No microcrédito, um dos carros-chefes da instituição, os números reforçam a escala da operação: R$ 13,4 bilhões no Crediamigo e R$ 9,5 bilhões no Agroamigo. Já o agronegócio movimentou R$ 12,8 bilhões em financiamentos, com alta de 15,3%.  Drones reduzem em até 75% o tempo de pulverização no Vale do São Francisco O uso de drones agrícolas vem acelerando a transformação produtiva no Vale do São Francisco, com ganhos expressivos de eficiência, custo e produtividade na fruticultura, segundo a empresa GM Drone e Tecnologia. Em uma área de um hectare, a pulverização que antes levava mais de uma hora com trator agora é realizada em cerca de seis minutos, reduzindo também em até 25% os custos da operação. A tecnologia permite monitoramento detalhado das lavouras, identificação de pragas e mapeamento do solo com alta precisão. Expansão farmacêutica injeta R$ 3,2 milhões e reforça interiorização em Pernambuco O Grupo AMR Saúde acelera sua presença em Pernambuco com a abertura de 16 novas lojas, investimento de R$ 3,2 milhões e geração inicial de 112 empregos, com potencial de superar 180 vagas no médio prazo. O movimento ocorre em um mercado regional aquecido, onde o varejo farmacêutico nordestino movimenta R$ 28,6 bilhões e cresce acima da média nacional, consolidando o estado como principal base da rede na região, com 89 unidades. A estratégia aposta na interiorização e no ganho de escala das farmácias independentes, com faturamento médio de R$ 240 mil por loja, quatro vezes acima da média nacional do segmento. Senac Pernambuco é reconhecido com Selo ODS Educação pelo segundo ano consecutivo O Senac Pernambuco recebeu, pelo segundo ano seguido, a certificação do Selo ODS Educação, concedida pelo Instituto Selo Social a iniciativas alinhadas à Agenda 2030 da ONU. A premiação ocorreu na última quarta-feira (18), no Parque Dona Lindu, reunindo instituições de todo o país. Com 16 projetos aprovados, a Faculdade Senac PE se destacou por ações voltadas a áreas como educação de qualidade, redução das desigualdades e saúde e bem-estar, reforçando seu papel na formação de profissionais comprometidos com o desenvolvimento sustentável e o impacto social.

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Solar Porto de Galinhas completa 40 anos e marca a evolução do turismo no litoral de Pernambuco

Primeiro hotel da antiga vila de pescadores acompanhou e impulsionou a transformação do destino em um dos mais visitados do Brasil Pioneirismo na hotelaria de Porto de Galinhas Inaugurado em fevereiro de 1986, o Solar Porto de Galinhas surgiu como o primeiro hotel da então pequena vila de pescadores localizada no município de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco. Naquele período, a região ainda recebia principalmente visitantes que chegavam para passeios de um dia e retornavam ao Recife no fim da tarde, já que praticamente não havia estrutura organizada de hospedagem. Ao apostar na permanência dos turistas e na experiência de hospedagem à beira-mar, o empreendimento acabou desempenhando um papel decisivo na formação da atividade turística local. A iniciativa ajudou a estimular o comércio, atrair investimentos e impulsionar a cadeia produtiva do turismo em um momento em que Porto de Galinhas ainda não figurava entre os principais destinos nacionais. Crescimento do destino turístico Quatro décadas depois, o cenário mudou completamente. Porto de Galinhas se consolidou como um dos destinos turísticos mais relevantes do Brasil, reunindo cerca de 20 mil leitos em meios de hospedagem e recebendo aproximadamente 1,2 milhão de visitantes por ano. A permanência média de 5,3 dias reforça a capacidade do balneário de manter os turistas por mais tempo, movimentando a economia local e fortalecendo o setor. Nesse processo de crescimento, o Solar Porto de Galinhas é reconhecido como um dos empreendimentos pioneiros que apostaram no potencial da região quando ainda não havia demanda consolidada nem estrutura turística desenvolvida. “A decisão de investir aqui, nos anos 80, foi vista como ousada, mas o meu pai, Artur Maroja, um veranista da então desconhecida Porto de Galinhas, que nada entendia de turismo, acreditou no potencial do destino. Ao estimular a permanência dos visitantes, ajudamos a movimentar o comércio local e a fortalecer toda a cadeia do turismo”, destaca Otaviano Maroja, diretor comercial do hotel. Ampliação do público e reconhecimento internacional Nos primeiros anos de operação, o público do hotel era formado majoritariamente por moradores do Recife. Com o aumento da visibilidade do destino, o perfil dos visitantes passou a incluir turistas de outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. Posteriormente, o fluxo internacional também ganhou força, com visitantes vindos da Argentina, Portugal, Chile, Uruguai e Paraguai. A promoção turística articulada por entidades como a Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas e o Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau contribuiu para consolidar o destino em mercados nacionais e internacionais, ampliando a presença da região no mapa do turismo global. Hotel cresce junto com o destino Ao longo de quatro décadas, o Solar Porto de Galinhas ampliou sua estrutura para acompanhar o crescimento da demanda turística. Atualmente, o hotel possui 140 acomodações distribuídas em um terreno de aproximadamente 8 mil metros quadrados e mantém o perfil de hospedagem voltado ao lazer, com localização estratégica próxima à vila e o conceito “pé na areia”. Para a direção do empreendimento, a comemoração dos 40 anos representa também um marco simbólico na história do destino. “Celebrar 40 anos é celebrar a própria evolução de Porto de Galinhas. Crescemos junto com o destino e continuamos acreditando no seu potencial para as próximas gerações”, conclui Otaviano Maroja.

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“Uma localidade onde a qualidade de vida não é elevada dificilmente poderá oferecer uma experiência turística positiva”

Diante do impacto do turismo de massa no litoral, professor da UFPE aponta que a ausência de políticas urbanas nos destinos afeta moradores, visitantes e meio ambiente. Ele propõe um planejamento turístico realizado juntamente com o ordenamento urbano, e investimentos em educação ambiental e na capacitação dos trabalhadores. Neste verão, o litoral de Pernambuco e de boa parte do Brasil estampou o noticiário e as redes sociais com notícias que não tinham como foco suas belezas naturais, mas os impactos provocados pelo turismo de massa. Para o professor do Departamento de Hotelaria e Turismo da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Sérgio Rodrigues Leal, as praias, ao longo das décadas transformaram-se em vitrines econômicas, territórios disputados pelo mercado imobiliário e espaços de lazer cada vez mais pressionados por fluxos intensos de visitantes. O crescimento acelerado, muitas vezes dissociado do planejamento urbano, ampliou conflitos cotidianos, como a ocupação irregular da orla, a poluição sonora, o acúmulo de resíduos, a inflação local e a precarização de serviços. Nesse cenário, a atividade turística permanece estratégica para a economia regional mas enfrenta o desafio de se reinventar para não comprometer os próprios atributos que a sustentam: paisagem, sociabilidade, cultura e qualidade ambiental. Em Pernambuco, onde praias urbanas convivem com destinos de alto valor ecológico e histórico, o debate sobre ordenamento territorial, regulação de serviços e participação comunitária tornou-se incontornável. Sérgio Rodrigues Leal é docente do Programa de Pós-Graduação na área e atual vice-coordenador do Bacharelado em Turismo, além de pesquisador do planejamento turístico e das dinâmicas socioeconômicas associadas à atividade. Nesta entrevista a Larissa Aguiar, ele analisa como o turismo de massa se consolidou no litoral brasileiro, de que forma a ausência de políticas urbanas afeta moradores e visitantes, quais são os impactos ambientais e culturais do crescimento desordenado das áreas costeiras e por que a regulação dos espaços públicos se tornou tema sensível. Como o turismo de massa se consolidou no litoral brasileiro e quais fatores históricos e econômicos contribuíram para esse modelo? Desde a segunda metade do Século 20, houve uma priorização do turismo de sol e praia no Brasil. Esse processo ocorreu por diversos motivos. Um deles foi a difusão internacional do próprio modelo de turismo de massa, que já vinha se estruturando havia décadas na Europa e em outros países. Soma-se a isso o desenvolvimento histórico do Brasil, marcado por maior concentração populacional e infraestrutura no litoral, em comparação com o interior. Também pesaram as características físicas dessas regiões, como o clima e a presença de extensas faixas de areia, capazes de atrair visitantes de diferentes partes do País e do exterior. Houve ainda investimentos privados em hotéis, resorts e condomínios, além de uma decisão política de promover o Nordeste brasileiro como destino tropical, com potencial para rivalizar com o México e outros polos do Caribe. Todos esses fatores, combinados, ajudaram a consolidar o modelo atual. De que forma a ausência do ordenamento urbano impacta diretamente a experiência turística e a qualidade de vida das comunidades locais? O turista deve ser encarado como um morador temporário. Por isso, grande parte dos problemas urbanos que afligem a população local também acaba afetando quem visita à cidade. Como dizia Caio Luiz de Carvalho, ex-presidente da Embratur, nos anos 1990, um bom destino para o turista é, também, uma boa cidade para o cidadão. Nesse sentido, a experiência turística sofre impactos diretos quando não há ordenamento urbano. Uma localidade onde a qualidade de vida não é elevada dificilmente poderá oferecer uma vivência positiva, exceto quando essa experiência se dá dentro de uma espécie de “bolha”, em que o visitante tem acesso a serviços e produtos desvinculados da realidade local. Isso não é uma solução estrutural mas, apenas, uma maquiagem para esconder problemas persistentes. O ordenamento urbano, quando bem conduzido, pode trazer ganhos tanto para turistas, quanto para comunidades residentes. O crescimento desordenado das áreas litorâneas pode ser considerado hoje o principal gargalo para a sustentabilidade do turismo de praia? Por quê? O turismo sustentável, seja em áreas costeiras ou em outros contextos, baseia-se em três pilares: meio ambiente, cultura e sociedade, e economia. A complexidade da atividade impossibilita tratar esses elementos de forma isolada, já que cada um influencia e é influenciado pelos demais. Dentro desse quadro, o crescimento desordenado traz impactos evidentes para os três campos. A especulação imobiliária, muitas vezes, leva à destruição de áreas de preservação para dar lugar a empreendimentos, provocando danos ambientais, mudanças nos modos de vida e nos meios de subsistência da população e concentração de renda em pequenos grupos, frequentemente compostos por investidores externos. Por isso, esse tipo de expansão é incompatível com o desenvolvimento sustentável do turismo. O uso de caixas de som em alto volume nas praias tem se tornado uma das maiores fontes de conflito. O que essa prática revela sobre a falta de regulação e fiscalização dos espaços públicos? A ausência de regulação nas praias é um problema antigo. Os frequentadores que utilizam caixas de som em volumes elevados sabem que dificilmente serão legalmente impedidos. Quando não há proibição clara ou punição efetiva, o espaço público tende a se transformar em um território sem regras, no qual cada um faz o que quer, sem considerar os demais usuários. Isso não se resume à fiscalização: envolve também educação básica e respeito ao próximo. Campanhas de conscientização são necessárias, assim como ações mais amplas, que incluam educação para o turismo nas escolas, palestras com comerciantes locais e sinalização visível sobre o que é ou não permitido. Conjuntos de medidas desse tipo podem ajudar a minimizar conflitos recorrentes. Quais são os impactos ambientais, sociais e culturais do turismo de massa quando não há planejamento adequado nas praias? O turismo sempre gera impactos, tanto positivos quanto negativos. Quando não há planejamento, os efeitos tendem a ser mais prejudiciais para a localidade. Entre eles estão o acúmulo de lixo na areia, construções irregulares, conflitos entre visitantes e moradores e a descaracterização de práticas culturais. Existe uma percepção simplificada de que o turismo é sempre positivo para a

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Grupo Amarante Thiago Cavalcanti

Resorts da Amarante batem recorde e crescem 21% em 2025

Grupo pernambucano, com sede no Recife, cresce 21% em receita de diárias e supera 250 mil hóspedes nos empreendimentos do litoral alagoano A Amarante, grupo pernambucano com sede no Recife e proprietário dos resorts Salinas Maragogi, Salinas Maceió e Japaratinga Lounge Resort, alcançou um novo recorde em 2025 no turismo de Alagoas. A empresa registrou receita de diárias de R$ 717.541.223, crescimento de 21% em relação a 2024. No período, os empreendimentos receberam mais de 250 mil hóspedes e contabilizaram 295 mil diárias, avanço de 5% na comparação anual. Desempenho por empreendimento Entre os três resorts, o Japaratinga Lounge Resort apresentou o maior crescimento em 2025, com receita de R$ 315.186.491, representando aumento de 31% em relação ao ano anterior. O Salinas Maragogi encerrou o período com R$ 303.480.570 em receita, crescimento de 14%, enquanto o Salinas Maceió alcançou R$ 96.341.483, com evolução de 11%. O perfil de demanda é liderado por hóspedes de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, que buscam estruturas completas, serviços de alto padrão e gastronomia diferenciada. Expectativas para 2026 Com base no desempenho recente, a Amarante projeta um novo ciclo de crescimento. “Para 2026 as expectativas estão positivas, esperamos um crescimento na ordem de 12% de receita nos 12 meses, com uma ocupação anual na casa dos 93%, mantendo o patamar histórico de resultado da Amarante”, destaca o Diretor de Revenue e Vendas da empresa, Igor Castelo. Black Friday com faturamento recorde Outro marco relevante foi a 12ª edição da Black Friday Amarante, que registrou faturamento de R$ 181 milhões em apenas 15 horas de campanha, por meio de vendas diretas nos sites dos resorts. Ao todo, foram comercializadas 85 mil diárias, com descontos entre 20% e 40%. O Japaratinga Lounge Resort respondeu por R$ 91 milhões em vendas, o Salinas Maragogi por R$ 66 milhões e o Salinas Maceió por R$ 27 milhões. As diárias vendidas durante a Black Friday serão utilizadas entre abril e dezembro de 2026, com exceção de julho e feriados, reforçando a estratégia de ocupação ao longo do ano.

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Recife Marco Zero

Turismo em Recife cresce nas festas de fim de ano e projeta janeiro mais aquecido

Hotelaria registra alta na ocupação, contrata temporários e aposta na efetivação como oportunidade para 2026 A hotelaria de Recife encerra o ano com resultados positivos no turismo de fim de ano e perspectivas ainda melhores para janeiro. Impulsionado principalmente pelo turismo regional e nacional, o desempenho supera o registrado em 2024 e reflete uma combinação de aumento da demanda, antecipação das reservas e melhor planejamento do setor. As estimativas são construídas a partir do comportamento do mercado nacional, do diálogo com o trade turístico e do acompanhamento de dados internos do Recife Convention & Visitors Bureau. De acordo com a presidente do Recife Convention & Visitors Bureau, Carolina Oliveira, a capital pernambucana vem consolidando um desempenho consistente nesse período. “Ainda há espaço para avançar em estadias mais longas e em maior diversificação do perfil de consumo, mas o desempenho geral é positivo e consistente”, afirma. O Réveillon concentra os picos de ocupação, com hotéis operando próximos da capacidade máxima, enquanto o Natal mantém bons números, com perfil mais familiar e permanências mais curtas. O turismo regional segue como principal base de sustentação da ocupação, especialmente com visitantes oriundos do Nordeste. “Esse movimento reforça a vocação do destino para viagens de curta e média distância, especialmente em momentos de alta demanda. Além do mercado regional, Recife mantém uma demanda consistente de turistas provenientes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, mercados já consolidados para o destino. O desafio agora é ampliar a permanência média desses visitantes e estimular um consumo mais distribuído ao longo da cidade”, explica Carolina Oliveira. No turismo internacional, o crescimento é gradual, mas consistente em relação ao ano anterior, favorecido pela conectividade aérea, câmbio e ações de promoção do destino. “Esse avanço está relacionado à melhoria da conectividade aérea, ao câmbio favorável e ao trabalho contínuo de promoção do destino. É um crescimento consistente, mas que exige planejamento e constância”, relata. Para ela, o alinhamento entre poder público e iniciativa privada é decisivo para fortalecer o destino: “As entidades públicas têm um papel decisivo, especialmente na organização da programação de Natal e Réveillon, na promoção do destino e na articulação com o trade turístico. O alinhamento entre setor público e iniciativa privada traz segurança ao visitante e gera resultados mais consistentes”. A expectativa para janeiro também é superior à do ano passado, o que levou a hotelaria a se preparar com antecedência, inclusive com a contratação de mão de obra temporária. Apesar dos desafios já conhecidos relacionados à mão de obra, o período de alta segue sendo uma porta de entrada importante para novos profissionais. “Aqueles que se destacam pelo desempenho, comprometimento e alinhamento com a cultura do hotel têm chances reais de efetivação, conforme a necessidade de cada empreendimento”, garante Carolina Oliveira.

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Delforno

Porto de Galinhas consolida liderança no turismo com alta antecedência de compra e tarifas valorizadas

Em apresentação no Visit Travel Show, Rodolfo Delphorno destaca que o destino mantém o maior volume de reservas do estado, cresce de forma consistente e transforma a Black Friday em data estratégica para o setor. Um destino acima da capital Ao apresentar o Hotel Report 2025 da Omnibees, Rodolfo Delphorno ressaltou a posição privilegiada de Porto de Galinhas dentro do turismo nacional. Segundo ele, o balneário é um dos dois únicos destinos do Brasil que superam a capital do Estado em volume de reservas — ao lado de Porto Seguro. “Ipojuca é mais relevante em volume de reservas do que Recife”, afirmou, arrancando aplausos do público. A análise mostra ainda que Porto segue como o local mais reservado de Pernambuco, com crescimento consistente mesmo num cenário nacional competitivo. Desempenho dos destinos do Nordeste (Reservas | Tarifas) Antecedência de compra e estadia em alta Os dados apresentados apontam um comportamento claro: Porto de Galinhas atrai um viajante que planeja mais e permanece mais tempo. O destino lidera a antecedência de compra no país, registrando mais que o triplo da média nacional, e permanece entre os primeiros colocados em estadia média no Nordeste. Esse perfil planejado abre uma janela estratégica para aumentar receitas com experiências, gastronomia e serviços adicionais, um potencial destacado por Delphorno ao comentar que o hóspede “vem com tempo para ser trabalhado antes da viagem”. Tarifas valorizadas e estabilidade comercial Entre 2019 e 2025, a diária média em Porto de Galinhas cresceu 97%, mesmo com inflação acumulada de 38%. O aumento real de cerca de 59% posiciona o destino entre os mais valorizados do Nordeste, mantendo tarifas elevadas ano após ano. A parceria com grandes operadoras, segundo Delphorno, segue essencial para garantir “previsibilidade, permanência e estabilidade ao longo do ano”. Black Friday vira motor do turismo A apresentação também confirmou uma mudança estrutural no calendário turístico: a Black Friday se consolidou como o maior pico de emissões do ano. Em novembro, o volume de reservas dispara, e Porto de Galinhas acompanha esse movimento com força. Delphorno foi enfático: “Black Friday não é mais uma data do varejo. É uma data do turismo”. Em 2025, o destino registrou 211 canais ativos de venda e manteve equilíbrio entre operadoras, OTAs e venda direta.

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AeroportoRecife

Pernambuco registra salto de turistas argentinos e consolida liderança internacional

Estado cresce 268,30% na chegada de visitantes da Argentina e fortalece conexão aérea com Buenos Aires Pernambuco registrou um aumento expressivo no fluxo de turistas argentinos entre janeiro e outubro de 2025, com crescimento de 268,30% no período, segundo dados da EMPETUR. A Argentina se tornou o principal mercado emissor de visitantes internacionais, ampliando sua participação e reforçando o peso do turismo sul-americano na movimentação internacional do Estado. Argentina lidera ranking dos mercados emissores De acordo com o levantamento do Setor de Estudos e Pesquisas da EMPETUR, baseado em informações da OBMigra/Polícia Federal, a Argentina respondeu por 35,92% das entradas internacionais em Pernambuco. Em seguida aparecem Portugal (21,07%), Uruguai (10,35%), Chile (4,85%) e Itália (4,19%), evidenciando a diversidade do fluxo turístico e o destaque de países europeus e sul-americanos no perfil de visitantes. Esse avanço é diretamente influenciado pela ampliação da malha aérea entre Buenos Aires (Aeroporto de Ezeiza) e Recife, operada pela JetSmart. A nova frequência reforça a competitividade do Estado no cenário regional e amplia a conectividade para visitantes que buscam destinos no Nordeste brasileiro. Kaio Maniçoba “Continuamos trabalhando para consolidarmos Pernambuco como um destino de referência na América do Sul. Com a chegada da alta estação esperamos aumentar ainda mais essa movimentação” A declaração do secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Kaio Maniçoba, reforça a estratégia estadual de ampliar a atração de turistas internacionais. A perspectiva é que a alta temporada intensifique ainda mais o movimento, impulsionando a cadeia produtiva do turismo. Movimentação internacional e perspectivas O estudo divulgado pela EMPETUR também aponta que, no mesmo período analisado, Pernambuco recebeu 77.431 estrangeiros. Considerando entradas e saídas, o fluxo total de passageiros em voos internacionais chegou a 420.551 viajantes, sendo 264.799 brasileiros.

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Pre 770mio VIHP Hoteleiro do Ano

Eduardo Malheiros, do The Westin Porto de Galinhas, é eleito Hoteleiro do Ano no Prêmio VIHP 2025

A 10ª edição do Prêmio VIHP (Very Important Hotel Professional) consagrou Eduardo Malheiros, diretor do The Westin Porto de Galinhas e do Grupo PGA, como Hoteleiro do Ano. O reconhecimento aconteceu em São Paulo, durante a programação da Equipotel, reforçando a trajetória de mais de três décadas do executivo dedicadas ao setor hoteleiro. Negócio em expansão À frente do primeiro resort da marca Westin no Brasil, Malheiros contribuiu para marcar Porto de Galinhas em um destino de luxo e bem-estar, levando o empreendimento a ser reconhecido pela Marriott International como o melhor all-inclusive das Américas. O executivo também anunciou a expansão com o The Westin João Pessoa, no Polo Turístico de Cabo Branco, e lidera a chegada da bandeira City Express by Marriott ao país, com previsão de 30 novos hotéis no Nordeste em 15 anos. Discurso de agradecimento “Eu me sinto muito honrado em ser reconhecido com um prêmio tão importante quanto este. É um prêmio que eu divido com a minha esposa e meu filho, Ana Helena e Tarcysio, e divido com o meu time, que todos os dias tratam a hospitalidade com muito respeito, com muito carinho. Vocês são muito importantes para mim. Divido também com a Marriott International, muito bem representada neste momento pelo Renato Carvalho [gerente de Desenvolvimento sênior da Marriott], que acreditou no nosso projeto e segue junto com a gente buscando essa excelência na hospitalidade”, afirmou.

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Turismo no Nordeste gera 433 mil empregos formais e supera nível pré-pandemia

Setor representa 9,8% do PIB regional e registra crescimento na chegada de turistas estrangeiros, aponta boletim da Sudene O turismo no Nordeste alcançou, em 2024, o maior número de empregos formais dos últimos seis anos, totalizando 433,3 mil trabalhadores. O resultado supera o patamar pré-pandemia e corresponde a 18,6% das vagas formais do setor no Brasil, segundo boletim temático inédito divulgado pela Sudene. A publicação analisa os principais indicadores econômicos e sociais do turismo regional, destacando avanços expressivos e desafios estruturais. De acordo com o levantamento, a atividade já responde por 9,8% do PIB do Nordeste, a maior participação entre todas as regiões do país. Embora o turismo de sol e praia continue em destaque, segmentos como negócios, cultura, religião e ecoturismo vêm ampliando sua relevância. A análise mostra também desigualdades no mercado de trabalho. Bahia, Ceará e Pernambuco concentram quase dois terços dos empregos, com destaque para o setor de alimentação, que reúne mais de 247 mil vagas, mas com a menor remuneração média (R$ 1.549). Já o transporte aéreo, com menor número de trabalhadores, oferece salários até três vezes maiores. O tempo médio de permanência no emprego foi de 40 meses, ligeiramente acima da média nacional, enquanto a participação feminina no turismo formal nordestino (45,6%) segue abaixo da média do país (49,9%). O fluxo internacional também cresceu de forma expressiva. Em 2024, os aeroportos do Nordeste receberam 337 mil turistas estrangeiros, alta de 36,7% frente ao ano anterior – mais do que o dobro da média nacional (14,6%). A Bahia liderou em chegadas (143,6 mil), seguida por Ceará (96,8 mil), Pernambuco (70,6 mil) e Rio Grande do Norte (25,9 mil). Salvador, Recife e Fortaleza concentraram 87% dos pousos internacionais no primeiro semestre de 2025, consolidando-se como hubs de conexão. O boletim integra a série de estudos da Sudene que oferecem dados estratégicos para apoiar políticas públicas e investimentos privados. Além do turismo, já estão disponíveis análises sobre desertificação, emprego e rendimento, comércio exterior e outros temas. Os documentos podem ser acessados em: www.gov.br/sudene/pt-br/assuntos/boletins-tematicos.

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ESTACAO DA CULTURA BEZERROS

Bezerros é destaque no Mapa do Turismo Brasileiro por mais um ano

Certificação do Ministério do Turismo reforça potencial cultural, econômico e sustentável do município do Agreste O município de Bezerros, no Agreste pernambucano, foi novamente reconhecido no Mapa do Turismo Brasileiro, iniciativa do Ministério do Turismo que integra o Programa de Regionalização do Turismo. A certificação garante maior acesso a recursos federais, estaduais e privados para fortalecer políticas públicas voltadas à infraestrutura turística, capacitação profissional e valorização cultural. Segundo a prefeita Lucielle Laurentino, o reconhecimento reforça a vocação turística do município. “Nosso município mostra sua força e potencial turístico para quem vem nos conhecer e visitar, por isso receber essa certificação do Ministério do Turismo nos faz ter ainda mais certeza de que Bezerros é o lugar certo para vivenciar experiências inesquecíveis, contemplando paisagens paradisíacas, riqueza cultural, gastronômica e turística, além da hospitalidade e aconchego que só esse pedacinho do Brasil pode oferecer. Bezerros está de braços abertos para quem ama nossa terra”, destacou. Além da certificação da cidade, o Conselho Municipal do Turismo de Bezerros também foi reconhecido pelo Ministério do Turismo e pela Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, em iniciativa válida por um ano. O secretário municipal de Turismo e Cultura, Eudes Mateus, ressaltou a importância da conquista. “Receber esse reconhecimento do Ministério do Turismo só aumenta nossa responsabilidade em promover um turismo cada dia mais responsável, atrativo, plural, sustentável e voltado para conscientização sobre o meio ambiente e sua colaboração para o desenvolvimento social e econômico de nossa região. Agradeço imensamente a prefeita Lucielle e a vice-prefeita Socôrro Silva pela confiança em nosso trabalho e a todo o time da secretaria que faz tornar essas conquistas realidade”, afirmou. Bezerros integra a Região Serras e Artes, que também reúne os municípios de Gravatá, Caruaru, Brejo da Madre de Deus e Chã Grande. A proposta é valorizar tanto a diversidade natural das serras quanto as expressões artísticas tradicionais, consolidando o Agreste como um dos principais polos turísticos de Pernambuco e do Brasil.

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