Colunistas

Martorelli Advogados se destaca em pesquisa da Latin American Lawyer

Com o objetivo de entender e visualizar a presença das mulheres no âmbito jurídico, a The Latin American Lawyer fez um estudo a partir de informações coletadas com escritórios brasileiros de advocacia com atuação nacional e internacional. Martorelli Advogados se destacou na pesquisa, ficando em segundo lugar, na categoria de maior porte, em relação à quantidade de mulheres sócias, com a porcentagem de 59%. A Revista destacou o Comitê de Diversidade, Inclusão e Compromisso Social, de Martorelli, coordenado por Ana Vasconcelos Negrelli, que aborda não apenas a questão da política de gênero, mas também políticas sociais, de raça, idade e de pessoas com deficiência. A área de Direito ainda é vista como um campo masculino, mas as mulheres estão conquistando espaço. É o que comprova os dados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que demonstram que as mulheres representam 50% do total de profissionais do país. No começo de março, no quadro de advogados registrados constava 606.220 advogadas e 607.714 advogados. Apesar disso, as mulheres ainda estão em desvantagem na comparação com os cargos e departamentos.

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Especialista faz faz live sobre inflação x investimentos

A taxa Selic subiu para 2,75% e a inflação, em 12 meses, foi de 5,20%, a maior variação desde janeiro de 2017. Mas o que isso significa para quem investe? João Scognamiglio, planejador de investimentos e sócio da empresa Múltiplos, realizará live hoje (quinta, dia 25, às 17h) sobre o tema. A transmissão será através do instagram da empresa @multiplosinvestimentos.

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Valexfruit cresceu 25% na pandemia e enviou primeiras exportações

O dólar alto e maior preocupação dos consumidores brasileiros e de todo mundo com a saúde impulsionaram o consumo de frutas e, consecutivamente, o mercado para os produtores do Vale do São Francisco. A região, que é a principal exportadora do País de mangas e uvas, viveu um 2020 aquecido e tem boas perspectivas para 2021, como é o caso da cooperativa Valexfruit. Na reportagem publicada neste mês sobre as oportunidades na cidade de Petrolina, conversamos com o presidente da Valexfruit, Givaldo Macedo Soares. Sendo fundada apenas em 2018, a cooperativa reúne 13 fazendas, emprega cerca de 600 funcioários e produz aproximadamente 200 mil kg de uvas finas de mesa por mês. “Nossa cooperativa começou com as conversas de três pessoas, que já sabiam as vantagens do cooperativismo. Tínhamos o desejo de participar, ms a união demorou mais de um ano para ser concretizada e reuniu 21 cooperados, que juntos produzem em 190 hectares.” No ano passado, em plena pandemia, a cooperativa realizou a sua primeira exportação, levando as uvas do Vale do São Francisco para o porto de Roterdã, na Holanda. De lá os produtos foram distribuídos para os países da União Europeia. Com o aumento do consumo e o cenário positivo para exportações, a receita da Valexfruit subiu de 16 milhões em 2019 para 20 milhões em 2020. “O crescimento de consumo foi uma surpresa, pois acreditávamos que com a pandemia e o fechamento dos restaurantes haveria uma redução. Mas aumentamos a nossa produção devido à busca das pessoas por mais saúde e consequentemente mais frutas in natura. Isso aconteceu tanto no mercado interno, quanto no externo. Como alguns países fecharam os postos de trabalho, houve uma retração da produção e aumento de importações”, explica Givaldo Soares.

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Déjà vu: o bug não está na Matrix, mas no mundo real

Há exatos um ano entrávamos numa espécie de loop infinito do caos, e que parece sem fim. Logo me veio na cachola uma expressão relatada por Thomas A. Anderson no filme The Matrix de 1999: Déjà vu!! Pense numa ‘sinuca de bico da gota’, meu véi, minha veia. Na grande maioria das histórias de ficção científica, as máquinas, dotadas de inteligência artificial, ao notarem que a humanidade não é confiável, iniciam um processo de ‘Control+Shit+Dell’, ou melhor, deletar a espécie humana, pois para elas, somos os destruidores do planeta. É sobre este argumento que Ultron tenta acabar com os Vingadores e posteriormente com os humanos. A Skynet não vê futuro para o planeta se estivermos no controle. A própria Matrix foi criada para nos controlar, para que não interferíssemos na Mãe Terra e nem mesmo contra as máquinas, assim como HADES, um dos subsistemas da inteligência artificial denominada GAIA, do jogo Horizon Zero Dawn, da Guerrilla Games. Perceba que estamos falando de máquinas, mas nosso problema é um ‘fela da gaita’ de um vírus, que não dá pra ver, sentir, cheirar e até tocar. Mas será que a humanidade é isso mesmo? O que me deixa doidinho é perceber que existem alguns ‘caboclos miseravis’ dizendo que não estamos no caos. Vem logo à mente uma cena de Morpheus falando para Neo que ‘a maioria dessas pessoas não está preparada para despertar, e vão lutar com unhas e dentes para proteger o sistema que eles estão tão dependentes’. Será que esses mentecaptos são parecidos com Fauce de Ébano, personagem do universo da Marvel que diz para os humanos celebrarem por morrerem pelas mãos do Thanos? Eita povo ‘doidinho danado’, é possível!!! Na verdade, parece que estamos vivendo em um bug, uma espécie de problema computacional gerado no sistema que compromete a experiência de um usuário de um programa ou de um jogador num game. Este bug é muito sério, enquanto nos videogames nós podemos morrer e voltar a vida para iniciar ou reiniciar a partida, na vida real isso não é possível. Bugs clássicos dos videogames como os que ocorreram em Assassin’s Creed Unity e o mais recente, Cyberpunk 2077, com personagens aparecendo sem roupa, sem pele, travando no meio da jogabilidade ou desrespeitando as leis da física, ‘eita muletas’, só para termos exemplos, em algum momento, até dão vontade de rir, porém o que o Covid-19, monstro pior que o Thanos e Darkseid, tem provocado em nossa realidade só nos traz tristeza. 3149 até parece com nome de um game sobre um mundo pós apocalíptico, mas na realidade é o número de vítimas em um dia no Brasil, isso é uma tristeza da ‘gota serena’! No meio deste nosso caos, lembrei do Gato de Schrödinger, um experimento mental clássico, mental, viu! ‘Uma viage’ que o físico Erwin Schrödinger e Albert Einstein, durante um ‘dedo de prosa’ em 1949, pensaram em uma caixa preta, sem permitir que seja visto algo do lado de dentro e de fora da caixa, e nela estaria um gato, um frasco de veneno, um contador Geiger e uma pedra. O problema é que a pedra era radioativa e haveria 50% de chance que a emissão de partícula subatômica poderia ativar o contador Geiger a quebrar o frasco, pense numa viagem da ‘gota serena’ meu véi, minha veia! A grande questão seria definir se após uma hora, o gato estaria vivo ou morto. Aí te pergunto, será que iremos chegar numa viagem dessa em nosso país? Espero muitíssimo que não. Como gosto do mundo dos games, das histórias de super heróis, lembrei que do caos surge a luz! o bem vence o mal! Vamos nos cuidar, manter-se no isolamento social, se possível, usar máscara e continuar nessa batalha contra o monstro Covid-19 e os ‘cavaleiros do apocalipse’, e vamos gritar: ‘Per aspera ad astra!’, traduzindo do latin, Da dificuldade às estrelas!!!!

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Crítica| Professor Polvo (Netflix)

Só o título já seria suficiente para despertar nossa curiosidade, ainda mais se descobrirmos que se trata de uma história real. Professor Polvo conta como o cineasta Craig Foster deu início a uma profunda relação de confiança e amizade com um polvo. Sim, isso mesmo que você leu. O filme é narrado em primeira pessoa por Craig, que já no primeiro ato revela ter passado por um período de crise na profissão e, consequentemente, na família, o que o levou a praticar mergulho. Foi quando em meio a uma floresta subaquática de algas marinhas nas águas turbulentas do Atlântico na cidade do Cabo, África do Sul, encontrou o polvo.     Dirigido por Pippa Ehrlic e James Reed, o filme é um emocionante tratado sobre amizade e respeito à natureza. As sequências são costuradas por relatos carregados de emoção de Craig, que demonstra profundo apego ao polvo, a ponto de entender ter adquirido a mesma linha de raciocínio do animal. Apego que não o faz interferir no curso da natureza. O cineasta, mesmo sofrendo, assume o papel de observador. Cenas tensas, como a que mostra o polvo sendo atacado por um tubarão-gato-listrado. A direção de fotografia de Roger Horrocks é outro ponto a se destacar. As belas tomadas aéreas e registros no fundo do mar, por vezes parecem encarnar o colorido trabalho de um pintor impressionista. Horrocks foi diretor de fotografia em documentários de natureza como “Elefante” e “Mergulhando com Golfinhos”, da Disney, e “Nosso Planeta”, da Netflix. Oscar 2021 A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na última segunda-feira (15) a lista com os indicados ao Oscar 2021. A Netflix foi o serviço de streaming que mais recebeu indicações: 35 ao todo. “Professor Polvo” foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário ao lado de “Crip Camp: Revolução pela Inclusão”.

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Um ano de pandemia: impactos e perspectivas?

*Por Rafael Ramos Os transtornos causados pela epidemia da covid-19 na saúde e na economia de todo o país contribuem para adiar a recuperação ao qual o setor produtivo pernambucano e em especial o setor do comércio, serviços e turismo vem passando. O momento pede atenção do setor público e privado, visto que os impactos sentidos por outros países que já passaram pelo momento da segunda onda das infecções são significativos. Grandes players do comércio internacional ainda apresentam recuperação lenta da economia devido ao foco de contenção da doença, como China, Estados Unidos, Alemanha e Japão, o que também traz desdobramentos negativos para o nosso comércio externo visto que reduz o nível de demanda desses países por parte dos nossos produtos, além de criar restrições para a produção nacional que necessita de componentes importados, como a falta de insumos para a produção das vacinas. Para conter a velocidade da epidemia e assim evitar um colapso no sistema público de saúde, os governos estaduais voltaram a adotar medidas de restrição em 2021 que mais uma vez se desdobrarão em impactos negativos que inevitavelmente vão atingir de maneira mais forte o desempenho do comércio e dos serviços. Fechando os shoppings, praias, bares e todo o varejo não essencial, permitindo apenas o funcionamento de estabelecimentos que vendem alimentos, medicamentos, material de higiene e itens ligados a segurança da população em relação a saúde, como os armazéns de construção que vendem equipamentos de proteção individual. O resultado do comércio em 2020 foi de -0,4%, dos serviços -12,2% e do turismo -39,2%. As atividades que mais sofreram foram “Livros, jornais, revistas e papelaria” (-46,1%), “Tecidos, vestuários calçados” (-17,6%) e “Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação” (-12,9%). Todas muito ligadas as restrições, que proibiram eventos sociais, desincentivando a renovação de roupas, além do funcionamento de escolas e escritórios, com a redução do uso de seus respectivos materiais. Em Pernambuco, no difícil ano da pandemia foram encerradas 31.752 empresas, o saldo de empregos formais foi negativo em aproximadamente -5 mil e a taxa de desocupação atingiu os 19% no último trimestre de 2020. O mercado de trabalho mostra-se deteriorado desde a crise de 2015/2016, um indicador importante da economia do Estado que entrou em um movimento de piora desde o início da pandemia e do início das medidas restritivas. A crise atual contribuiu para uma variação de 27,7% no número de desocupados, alcançando 749 mil pessoas em Pernambuco. Vale destacar que no ano passado tivemos dois programas importante criados pelo governo federal que contribuíram de maneira efetiva para a redução dos impactos, o Auxílio Emergencial, que entre abril e dezembro de 2020 realizou uma injeção R$ 16 bilhões no estado e de quase R$ 300 bilhões a nível nacional e o Benefício Emergencial possibilitando a suspensão e redução de carga horária de quase 381 mil empregos formais. Em 2021, teremos um auxílio com bem menos força, o que limitará o benefício nas vendas do comércio e até o presente momento não foi confirmada a possibilidade do retorno da suspensão de contrato, o que cria mais dificuldades para as contas das empresas. Estamos comparativamente em um cenário bem mais crítico. Este ano a vacinação é um dos principais alentos para as expectativas de recuperação. O ritmo ainda é lento, mas ao menos a imunização foi iniciada e os esforços para a sua aceleração vem sendo destaque na classe política. As incertezas são muitas, elevam o comportamento conservador de famílias e empresários, reduzindo consumo e o investimento. Mas é importante lembrar que são momentos de crise que criam a oportunidades de grandes mudanças. O período de inovação foi intenso e necessário, permitindo uma aceleração da transformação digital dos negócios, deixando uma herança positiva de um avanço digital significativo no período de pandemia. Por fim, lembrar que as crises nascem e morrem, e o passado prova isso, visto que nosso país vem passando por crises recorrentes, sejam econômicas, sanitárias, ambientais ou políticas, mas sempre nos reinventamos e voltamos mais fortes. Temos o espírito empreendedor em nossas veias, nos adequamos as dificuldades, resistimos, inovamos e avançamos. Sejamos fortes, pois o dia vai clarear. *Rafael Ramos da Conceição Moura é Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com MBA em Gestão Empresarial pelo Cedepe Business School; Economista com experiência na área de Desenvolvimento Regional e Urbano, com ênfase em: Análises conjunturais e Economia de Pernambuco e é conselheiro efetivo do Conselho Regional de Economia (CORECON) em Pernambuco.

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“A balança comercial de Petrolina fechou com superávit de 2020 maior que em 2019”

Pesquisas recentes sobre a qualidade de vida da cidade de Petrolina, destaque do Nordeste, e do potencial de atração de investimentos, sendo apontado como segundo melhor destino nacional para a agropecuária, motivaram a Revista Algomais a publicar uma matéria de capa sobre o município do Vale do São Francisco. Uma das entrevistadas foi a economista Liliane Caraciolo, que é professora da Univasf. Publicamos hoje a entrevista na íntegra. Confira abaixo.   Há um conhecimento amplo sobre o potencial do agronegócio no município. Qual o peso do agronegócio na economia de Petrolina atualmente?  O Produto Interno Bruto (PIB) ou Valor adicionado Bruto a preço de mercado, conforme a metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é composto por três setores, Agropecuária, Indústria e Serviços – Exclusive administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. A participação de cada um dos setores na formação econômica de Petrolina é distribuída respectivamente na proporção de 19,59%, 16,47% e 63,94%. (IBGECidades@, 2018) A partir do ponto de vista anterior, a maior participação na formação da riqueza do município é do setor de serviço. Vale ressaltar que serviço tem por dinamismo o resultado dos setores agropecuário e indústria. Logo, o setor com maior dinamismo na formação de riqueza do município de Petrolina é o setor agropecuário. E o Agronegócio? Agronegócio é um conceito moderno que entre outras variáveis acrescenta o dinamismo dos serviços que são gerados pelos produtos agropecuários “Agrosserviços”. Difere do conceito de agropecuária que não visualiza a cadeia de produção em sua totalidade. Em outras palavras, não agrega o que é produzido (para) e consumido (pelo) setor agropecuário, o “antes da porteira” e o “depois da porteira”. (CEPEA/USP, 2020) É no conceito de agronegócio que se estuda e analisa o impacto do dinamismo do setor agropecuário na formação de riqueza de uma região. Quais as demais atividades econômicas em destaque? Saúde, Educação e Tecnologia são os setores que mais se destacam na região tendo em vista a extensão do ciclo de desenvolvimento econômico instituído por uma política governamental de longo prazo. Na sua avaliação, quais os principais fatores tem posicionado Petrolina em destaque nesses estudos relacionados ao potencial econômico e à melhoria da qualidade de vida? Houve alguma mudança substancial nos últimos anos? O principal fator que posiciona destaca Petrolina é a participação do município no polo de fruticultura irrigada voltada à exportação. É o maior polo de fruticultura irrigada do Brasil. (IBGENoticias,2017). A qualidade de vida de um município pode ser analisada pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM), “uma medida resumida de progresso de longo prazo em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: saúde, educação e renda”. O IDHM é baixo quando menor que 0,500, médio entre 0,500 e 0,799; alto entre 0,800 e 0,899 e muito alto a partir de 0,900. (PNUD, 2010) O IDHM de Petrolina é médio, 0,697. Desagregando por dimensões, o maior resultado fica com a saúde, 0,799; seguido da renda, 0,695 e da educação 0,611. É pouco maior que o IDH estadual; Pernambuco, IDH 0,673. (Banco de Dados de Estado – BDE,2010) Como a pandemia afetou o município e a sua economia?  Não há números confiáveis para essa resposta. É preciso tempo para que os órgãos de pesquisa e a academia levantem os dados. Tudo é novo. Há consenso em uma nova Economia. A alta do dólar contribuiu para aumento das exportações e redução dos impactos econômicos na cidade? A balança comercial brasileira fecha 2020 com superávit maior que 2019. O saldo comercial, diferença entre exportação e importação, ficou com valor positivo de US$ 50,9 bilhões (Gov.br Economia, 2021). A balança comercial de Petrolina também fecha com superávit 2020 maior que 2019. Em Valor FOB US$, exportou US$ 185.176.311 e importou US$ 20.567.113, saldo comercial de US$ 164.609.198. Em 2019, o saldo comercial foi de US$ 159.491.477 (US$ 181.690.408 – US$ 22.198.931) (MDIC/COMEX,2021) Para a teoria econômica, o aumento do dólar estimula as exportações e desestimula as importações. A realidade empírica confirma a teoria, mas a análise requer um olhar mais profundo porque rendimento é composto de duas variáveis, receita e custos de produção. Levando em conta a crise econômica, a injeção de capital externo é ponto positivo para Petrolina e a Economia Brasileira. Como a consolidação da universidade e demais instituições de pesquisa e formação de mão-de-obra contribuíram e contribuem ainda para a robustez da economia da cidade e da geração de novos negócios? Desenvolvimento econômico é resultado de política de longo prazo. Embrapa, CODEVASF, UNIVASF, enfim, as instituições atendem a um plano de desenvolvimento regional de um longo período. As demandas sociais surgem nesse processo e precisam ser atendidas para que o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico permaneça. Quais os desafios que a Sra. apontaria para o crescimento econômico e desenvolvimento municipal de Petrolina nos próximos anos? As variáveis conjunturais sempre desafiam a realidade a ser enfrentada. A pandemia é o maior desafio a ser enfrentado por todos. Uma nova realidade se impõe. A resposta está no desenvolvimento da ciência, nos órgãos de pesquisa e na academia.

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Voz Comunicação completa 20 anos

Os sócios Raquel Lafayette e Nilton Lemos celebram 20 anos da VOZ Comunicação. “Chegamos nesses 20 anos ampliando de atualizando nosso portifólio de serviços. Saímos do projeto de uma assessoria de imprensa para uma agência de comunicação que realiza uma verdadeira curadoria da comunicação do nosso cliente. Estamos o problema e caímos em campo para buscar a melhor solução de comunicação para cada necessidade”, ressalta Nilton Lemos. Hoje a Voz oferece além de assessoria de imprensa, serviços como gerenciamento de redes sociais, mídia training – presencial e online, gerenciamento de crise, projetos de comunicação interna, produção de material gráfico como jornais, boletins e manuais, entre outros serviços. A VOZ foi também uma das primeiras associadas à Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom em nosso estado.

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Olinda, de onde se vê…

Com a sua paisagem tecida de sonho e claridade, impregnando pelas diversas tonalidades de verde, nas águas do seu mar, e de azul e outras cores no crepúsculo do seu céu, Olinda vem fascinando a todos que a conhecem desde os primórdios de sua colonização. A sua paisagem litorânea, povoada de jangadas e outros tipos de embarcações, foi uma sedução para esses viajantes ao longo dos séculos sendo hoje fonte de deleite e de paz para o visitante e mesmo os próprios olindenses. Para Joaquim Nabuco, esta paisagem tem seus fascínios quando vista do alto, de onde “o olhar não precisa mover-se para apanhar a totalidade do cenário que se prolonga à beira do mar, salpicado das velas brancas das jangadas, penas destacadas das grandes asas da coragem, do sacrifício e também da necessidade humanas!” Em passeio por Olinda e seus arredores, como cicerone do escritor português Ramalho Ortigão, em 1887, Joaquim Nabuco assim descreve a paisagem, quando vista do terraço da Sé de Olinda: O que faz a grande beleza deste nosso torrão pernambucano é em primeiro lugar o seu céu, que muda a cada instante, leve, puro, suave, onde as nuvens parecem ter asas, e que não é o mesmo em um minuto; é depois o nosso mar, verde, vibrátil e luminoso, as nossas areias tépidas e cobertas de relva, os nossos coqueiros, que vergam desde o soco até ao espanador de um brilho metálico e dourado, com que parecem ao longe sacudir as nuvens brancas, as jaqueiras e mangueiras cuja sombra rendada é um oásis de frescura e abundância… Em sua descrição, publicada no jornal O Paiz (Rio de Janeiro), em sua edição de 30 de novembro de 1887, Joaquim Nabuco, pinta, com a mão de um mestre, as belezas do seu torrão natal, utilizando-se das mais contagiantes cores de sua palheta. … não é uma dessas vistas de altura, das quais o mar fica tão abaixo aos pés do espectador, que perde o movimento e a vida, parecendo uma tela diáfana estendida sobre o fundo vazio do ar, vistas em profundidade, que dão vertigem e nas quais a perspectiva é tão longínqua como se víssemos por um óculo virado. A vista de Olinda é outra; é uma vista em comprimento, em que os planos sucedem-se uns aos outros como o desenvolvimento da mesma sensação visual, em que desde Olinda até ao  Recife, e mais longe até o Cabo de Santo Agostinho, o olhar não precisa mover-se para apanhar a totalidade do cenário que se prolonga à beira do mar, salpicado das velas brancas das jangadas, penas destacadas das grandes asas da coragem, do sacrifício e também da necessidade humanas! O que mais impressionava o visitante e seu cicerone era a limpeza da cidade: “O que primeiro fere a vista […] é a limpeza da cidade, a brancura de toda ela. Vê-se bem a cidade de um povo de rio, que vive n’água, como o pernambucano. É um reflexo da Holanda, que brilha aqui!”. Possuído do orgulho de ser pernambucano, enfatiza Joaquim Nabuco, com o seu poder de observador:  Para conhecer uma paisagem não basta vê-la, é preciso muito mais, é preciso que as duas almas, a do contemplador e a do lugar, cheguem a entender-se, quantas vezes elas nem mesmo se falam! Não é a todos que a natureza conta os seus segredos e inspira o seu amor, mas mesmo com os poucos de quem ela tem prazer em fazer pulsar o coração é preciso que eles se aproximem dela sem pressa de a deixar, com tempo para ouvi-la. Os viajantes nunca estão nessa disposição de espírito em que é possível estabelecer-se o magnetismo da paisagem sobre os sentidos, de fato sobre o coração. Felizmente Ramalho Ortigão é uma máquina fotográfica instantânea, que apanha num segundo o seu objetivo todo, e acontece que hoje as boas máquinas percebem e notam sombras na pele, que não se veem a olho nu, e que servem para conhecer a enfermidade latente. Ele não terá sentido os eflúvios desta nossa terra, os quais talvez seja preciso ser pernambucano para sentir e que podem não ter realidade e magia senão para nós mesmos, mas a impressão que lhe causou a nossa Veneza há-de render-nos uma pintura que durará como as gravuras holandesas do Século XVII. Por Leonardo Dantas Silva *Publicado originalmente em 16 de abril de 2018

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Tintas MegaÓ iniciam operação em São Paulo

A marca pernambucana MegaÓ chega neste mês ao mercado do Sudeste do país. O início das operações foi no Estado de São Paulo, mas até o fim de 2021 estão previstas unidades no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. O Centro de Distribuição paulista fica localizado no município de Sorocaba, interior de São Paulo, e conta com capacidade inicial para atingir todo o Estado de São Paulo. “Estamos muito felizes em estar cumprindo esta meta ainda no primeiro semestre do ano. Levar a MegaÓ até o mercado paulista, além de fortalecer a nossa marca no país, vai gerar cerca de 100 empregos diretos e indiretos nos primeiros anos. Em 2020, investimos nas áreas de produção, comercial e logística da empresa com o objetivo de chegarmos neste momento. Ainda no decorrer do ano passado, conquistamos mais espaço nos Estados do Nordeste. Estamos muito próximos de entrarmos na Região Norte, consolidando assim nossa participação neste importante mercado. Já no Sudeste, o nosso objetivo é aumentar a força de venda no maior Estado do país e fortalecer a operação na Região”, afirmou o diretor da MegaÓ, Antônio Brito. Todos os produtos do mix da MegaÓ estão disponíveis para venda em São Paulo. A empresa possui uma equipe comercial experiente e uma logística de distribuição arrojada, o que permite oferecer um atendimento aos lojistas da região. Para suprir a demanda do mercado, principalmente durante o período da pandemia, e como parte do seu plano de expansão, a MegaÓ ampliou a quantidade de funcionários das fábricas de tintas e de cal.

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