Colunistas

Alunos da Unit-PE desenvolvem solução para facilitar doação a quem precisa

Uma ideia que surgiu em uma competição virtual pode ser colocada em prática para aproximar, no mundo real, ainda mais aqueles que querem ajudar e os que precisam. É o Together, uma solução (software) que foi criada por alunos de pós-graduação em Desenvolvimento de Software, do Centro Universitário Tiradentes (Unit-PE), para o “Desafio Quarentena”, realizado pelo Porto Digital. Eles concorreram com outros dez projetos de diferentes instituições de ensino de Pernambuco e conquistaram o primeiro lugar na prova. A ideia inicial da plataforma é a doação direta de alimentos de pessoa para pessoa. Ainda mais nesse período de pandemia. Mas existem outros quatro eixos que também poderão ser oferecidos no futuro: emprego, celular ou tablet para estudo, apoio emocional e orientação educacional e empreendedorismo. A solução ainda está em fase de melhoria e não está disponível ao público. Mas a vontade desses idealizadores é transformá-la em um aplicativo. “Estamos buscando parcerias. Com apoio de investidores ou através de seleção para incubadoras, queremos tornar o Together uma realidade para reduzir os impactos da pandemia e melhorar a vida das pessoas, unindo diferentes realidades”, defende Clérison Souza, aluno e um dos participantes da equipe vencedora. Segundo o estudante de pós-graduação da Unit-PE, o foco inicial é atender a comunidade do Pilar. Para isso, é feito um cadastro tanto do doador quanto do beneficiário, que interagem antes. Por meio do aplicativo, há a desburocratização do processo e agilidade do objetivo final: a entrega e com transparência. Os itens também poderão ser adquiridos em parceiros, inclusive em pequenos estabelecimentos do local ou entorno. Participaram do projeto vencedor os estudantes Ayres Correia, Jonata Arruda, Fernando Filho, Mariana Neves, Samuel Melo, Clérison Souza, Gilcele Nicoles. A mentoria do projeto foi realizada pela professora Márcia Vanderlei. Conheça mais o Together: https://drive.google.com/file/d/1F-UwfvPyKKpsZhj_HMYMIkb950IGaSBD/view?usp=sharing

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Experimentando inovar em mercados tradicionais

Quando falamos em inovação, naturalmente lembramos de marcas e modelos de negócios baseados em tecnologia que estão transformando os vários segmentos de mercado nos últimos anos, como UBER, Netflix, Ifood, entre outras empresas que já estão no nosso dia a dia. Empresas “jovens” já valem mais que grandes corporações tradicionais e, muitas vezes, até centenárias. Um bom exemplo é a Tesla, montadora de carros elétricos que em com apenas 10 anos, já registra maior valor de mercado que a Toyota, ou a Ford e GM juntas. O sucesso das empresas pertencentes a setores tradicionais da economia se deve, em boa parte, a produtos ou serviço pensados e lançados no passado e que refletiam as necessidades da sociedade naquele momento. Em tempos em que a concorrência vem até mesmo de setores diferentes, produzir inovação se tornou ainda mais relevante. Além de diferencial competitivo, inovação é agora prioridade absoluta.Por isso, o desafio das organizações de setores tradicionais da economia é dar continuidade à criação de bens e serviços de alto valor agregado por meio de qualificação e envolvimento dos colaboradores no tema.   Um dos setores mais tradicionais e formais do Brasil é o setor jurídico, de acordo com estatísticas de OAB (Ordem dos advogados do Brasil) o País já possuí 1 advogado(a) para cada 190 habitantes. Com um dos judiciários mais caros do mundo, o mercado jurídico brasileiro possui um lastro grande de barreiras, regras e burocracias, ou seja, um ótimo ambiente para gerar inovações e soluções disruptivas. Inovar não significa apenas criar um novo produto ou serviço novo, mas buscar novos formatos, mais eficientes e eficazes, novos modelos de negócios que, com base em dados, conseguem ser escaláveis e personalizados ao mesmo tempo. Essa forma de pensar e desenvolver negócios pode, sim, se aplicar a mercados tradicionais, assim como o jurídico. Um bom exemplo no Recife é o Escritório Carlos Pinto que, mesmo dentro de um mercado rígido e tradicional, incorporou na empresa uma cultura de inovação baseada nos princípios da agilidade de negócios, cultura empreendedora e uso massivo de dados para a tomada de decisão, inclusive para contratação de pessoas. Confira abaixo um pouco da conversa com o fundador do escritório: Como foi imaginar e colocar em prática um novo modelo de escritório de advocacia? Nosso foco hoje é 80% consultivo, e nesse sentido, o sucesso do cliente também é o nosso, então fomos em busca de conhecimento para melhorar e maximizar esta relação. Focamos em buscar conhecimento e viajamos ao Vale do Silício onde experimentamos de perto o poder de transformação de novas práticas e o potencial de gerar valor da inovação. Carlos, como é inovar em um ambiente que exige tanta formalidade? O modelo da advocacia tradicional é muito direcionado em cadeia de valor de topo, por questões históricas e regulamentações. Dizemos que somos inovadores, pois prezamos pelo senso de responsabilidade, pelo bem comum, sem hierarquia, pessoas se sentem responsáveis pelos resultados em geral e principalmente pelo sucesso dos nossos clientes. Nossas decisões são baseadas em dados o tempo todo, criamos nossa própria metodologia de análise de dados. Quais as principais barreiras que você encontrou? Mentalidade é a maior barreira na inovação no ramo jurídico. Não adianta ter ambiente moderno se ali existe uma obrigação de horário e todos precisam ser chamados de “doutor” ou “doutora”. Contratamos por perfil, antes de currículo. Nossa estrutura de colaboradores é definida por seus perfis comportamentais, e iniciativas são mais importantes do que anos de experiências. Quando encaramos o escritório como um negócio e trabalhamos a experiência do cliente, o que vale é a capacidade de cada um de criar valor dentro do nosso ambiente. Como o mercado e os colaboradores visualizam esse modelo diferente de trabalho? Os escritórios tradicionais nos olham com desconfiança e sem acreditar muito nessa mudança de visão, mas nossos números e a ampliação de negócios e clientes falam por nós. No meu escritório ninguém me chama de doutor. Nossos colaboradores são parte deste sucesso, distribuímos 20% dos lucros, temos um modelo de participação semelhante as startups de tecnologia, focamos em produtividade, nossos colaboradores têm total liberdade para trabalhar em casa (home-office). Mesmo com um bom time, é difícil ter mais de quatro pessoas no escritório. Nosso caminho até aqui foi erros e acertos, como a inovação tem que ser, mas somos orgulhosos dos resultados que geramos. E os próximos passos da inovação do escritório? Estamos experimentando muita coisa legal, temos hoje nosso braço de tecnologia, um robô que automatiza parte do atendimento e nos gera mais dados para análises, além novos modelos de negócios que estão em estudo.

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Em meio à pandemia, SegurPro contrata mais de 120 funcionários em PE

A SegurPro, empresa do Grupo Prosegur, contratou 121 novos colaboradores por meio de processo 100% digital em Pernambuco, em meio à pandemia do Covid-19. Entre os cargos contratados estão vigilante patrimonial, porteiro, recepcionista e operador de monitoramento. Durante o primeiro semestre de 2020, a empresa já contratou mais de 5000 funcionários em todo o Brasil. Desde 2018 a companhia aderiu ao processo de seleção 100% digital. As vagas são divulgadas pelos meios de comunicação digital inclusive pelas redes sociais do Grupo e o candidato interessado é direcionado para a página do Trabalhe Conosco onde pode preencher seu cadastro. Em seguida, já na plataforma EasyRecrue, os candidatos realizam a gravação de uma vídeo entrevista, com questões direcionadas e específicas para cada uma das vagas. Desde que foi implantado na empresa, a plataforma já recebeu mais de 210 mil cadastros. Com o candidato já aprovado inicia-se a jornada de admissão digital, quando todos os documentos são enviados virtualmente e inclusive o processo de assinatura dos contratos é feito de forma digital. “O processo completo de contratação digital acelerou ainda mais o processo de inovação dentro da companhia, mas o RH precisa ir além disso, precisamos garantir a experiência e a satisfação dos candidatos e futuros colaboradores. Alguns candidatos que estão em situação de desemprego muitas vezes tem restrições financeiras para se locomover, para o transporte até o local da entrevista. Com essa iniciativa conseguimos, além de acelerar o processo de contratação, ser mais eficientes e otimizar também o tempo e os custos do possível colaborador”, explica Marcelo Rucker, diretor de Recursos Humanos da SegurPro.

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MV e Banco do Nordeste firmam parceria

Apostar em novas estratégias para fortalecer negócios e vencer desafios diante da crise gerada pela pandemia de Covid-19 pode ser a garantia de sustentabilidade a muitas empresas. Para a MV, o caminho escolhido envolve investimentos em P&D, M&A e inovações. Nesse sentido, a parceria com o Banco do Nordeste é estratégica. “Como empresa com atuação essencial na área da Saúde, transformar a crise econômica em oportunidade é uma possibilidade que, infelizmente, não é fácil a muitos empreendedores e empreendimentos no atual cenário”, comenta o presidente da MV, Paulo Magnus. Segundo ele, o aporte financeiro vindo do Banco do Nordeste permite à empresa a manutenção do giro de caixa e a utilização dos recursos para gerar mais receita. “Novas aquisições de mercado, por exemplo, resultam em mais clientes, ampliação de expertise e aumento do market share.” Com 33 anos completos no último dia 20 de julho, a MV mantém o seu modelo de negócio entendendo que a expansão, mesmo durante uma crise econômica, representa menores riscos. “Sendo um banco fomentador em regiões específicas, como o Nordeste do Brasil, onde está situada a sede da MV, essa parceria proporcionará crescimento local, nacional e até nos países em que estamos presentes”, conclui Paulo Magnus. A operação junto à MV é um exemplo de como o papel do Banco do Nordeste tem sido importante para manter empresas da região focadas no desenvolvimento de seus negócios. “O valor aplicado em Pernambuco pelo Banco do Nordeste, no primeiro semestre, foi superior a R$ 2 bilhões, distribuídos em mais de 165 mil operações, que garantiram o fôlego necessário para os empreendedores pernambucanos diante do cenário imposto pela pandemia. Ficamos felizes de ter a MV entre nossos clientes atendidos. Sabemos do potencial multiplicador que a empresa e seus empreendedores possuem, especialmente por atuar fortemente no segmento de inovações para a área de Saúde, que tem sido tão demandada no momento”, ressalta Pedro Ermírio Freitas, superintendente estadual do Banco do Nordeste em Pernambuco. O Banco destaca ainda que a grande demanda de crédito atualmente tem sido por capital de giro, com foco em cobrir necessidades como folha de pagamento e honrar pagamentos de insumos já adquiridos. O BNB tem direcionado esforços para garantir parceria e suporte aos empreendedores. O valor do investimento realizado pelo Banco do Nordeste em toda sua área de atuação, no primeiro semestre de 2020, soma R$ 18,4 bilhões.

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Fintech tem 12 vagas abertas na área de tecnologia no Recife

A fintech Justa, que atua nos segmentos de meios de pagamento e crédito, está com vagas abertas na área de tecnologia e busca talentos para integrar o time. Profissionais com formação nos cursos de Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e outras ligadas à tecnologia, podem se inscrever, para trabalhar na sede de Recife. A Justa encontra-se num momento de rápido crescimento e por isso viu a necessidade de dobrar o seu time de tecnologia, que atualmente conta com 14 colaboradores. A expansão deve acontecer ao longo dos próximos meses e vagas em Front-end, Back-end, DevOps e Banco de Dados já estão abertas. A empresa oferece diversos benefícios e ótimas oportunidades de desenvolvimento profissional para os programadores, num ambiente de trabalho descontraído na sua sede de Recife. Os contratados terão como benefícios: auxílios em refeição, transporte, saúde e odontológico, acesso à Academia JUSTA, uma plataforma de cursos online própria da empresa, acesso à Alura, maior plataforma brasileira de cursos de tecnologia com treinamentos específicos da área além de palestras semanais sobre diversos assuntos do mundo da programação. “Estamos em um momento ímpar aqui na Justa. Trabalhamos com as tecnologias mais atuais e com uma arquitetura de software estruturada através de micro serviços. Nossa equipe é multidisciplinar e acreditamos muito no processo de mentoria para lapidar novos talentos técnicos. Por isso estamos querendo dobrar, quem sabe até triplicar nossa equipe de desenvolvedores nos próximos seis a nove meses”, explica Felipe Bonezi, CO-Founder da Justa. Fundada há apenas dois anos, a Justa vem apresentando um crescimento constante nesse período, por isso oferece uma oportunidade de desenvolvimento rápido na carreira para jovens talentos, com planejamento de cargos e salários. Os interessados em trabalhar na construção desta fintech, que promete ser o próximo unicórnio brasileiro, devem se inscrever pelo site da JUSTA na sessão Trabalhe Conosco: www.justa.com.vc. A JUSTA foi fundada em 2018 e tem atualmente 85 colaboradores, distribuídos nas sedes em Alphaville (SP), Recife (PE) e alocados em parceiros de todo o Brasil, pois tem atuação em todo o território nacional, com milhares de lojistas na sua plataforma, que utilizam as soluções de pagamentos e crédito, entre outros serviços. Destes, cerca de 50% estão no localizados na região Nordeste. Atualmente a Justa tem em média 200 representantes regionais em todos o país, denominados Justos, com o objetivo de chegar a 1.000 parceiros nos próximos meses.

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Vivo Ads lança plataforma de publicidade online para pequenas e médias empresas

Com o objetivo de facilitar o acesso de pequenas e médias empresas a ações de mobile marketing, a Vivo Ads lançou sua plataforma online no modelo autosserviço, permitindo que qualquer empresa do Brasil veicule campanhas na plataforma, que tem potencial para alcançar mais de 50 milhões de consumidores. “Com esse lançamento, estamos democratizando o acesso à publicidade relevante e contextualizada no Brasil. Com investimento inicial de apenas R$ 100, qualquer marca poderá atingir seu público-alvo com formatos de publicidade mobile altamente eficazes, como propagandas em vídeo, campanhas de cadastro e também pesquisas. Além disso, a plataforma também permite acompanhamento dos resultados em tempo real”, explica Luiz Médici, VP de Dados e Estratégia da Vivo. Nesse novo ambiente, as agências ou os próprios anunciantes poderão escolher diferentes tipos de publicidade e com base em seus objetivos e definir, com facilidade, o público-alvo, a região, o momento da abordagem desse público, entre outras configurações. A novidade chega no mercado oferecendo três produtos da Vivo Ads: Data Rewards Video, para propagandas em vídeo; Data Rewards Leads, que permite aos anunciantes gerarem campanhas para o cadastro de novos clientes interessados no seu negócio; e Vivo Ads Research, para realização de pesquisas com seu público-alvo. O sistema “self-service” da Vivo Ads está disponível online (https://business.vivoads.com.br), onde cada usuário pode gerenciar uma ou mais contas, com possibilidade de compartilhar acessos e atribuir diferentes níveis de permissão para toda a equipe. Dentro da plataforma, as possibilidades estão direcionadas de forma intuitiva e com opção de configuração guiada para que as escolhas possam ser feitas considerando os detalhes que cada ação necessita.

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Para adoçar

“O Nordeste do Brasil, pelo prestígio quatro vezes secular da sua sub-região açucareira (…) Não só do açúcar: também a área por excelência do bolo aristocrático, do doce fino, da sobremesa fidalga (…) do bolo de rua , do doce e do bolo de tabuleiro, da rapadura (…) de saborear com farinha, juntando a sobremesa a alimento de substância .” (Gilberto Freyre, Nordeste) Da cana sacarina uma civilização marcada pelo que é doce. Açúcar mascavo, mais escuro, com a cor do caldo, do tacho que prepara a massa que é rapadura. Essa cor que traz o verde do caldo é referência visual e tradicional da nossa rapadura, que dá um doce à boca, faz o paladar lembrar que somos, também, herdeiros e filhos de um amplo processo social e econômico da saga dos engenhos que transformaram a Mata Atlântica em imensos oceanos de canaviais. As rapaduras chegam, na sua maioria, dos engenhos domésticos e familiares. O caminho de se fazer o açúcar é longo, exige além do bom caldo os conhecimentos adquiridos durante gerações, nas experiências de purgar, purificar o caldo no fogo profundo, que os mestres de rapadura sabem de olhar, no cheiro, na prova freqüente para conquistar a qualidade ideal, como uma assinatura, uma marca autoral. Assim, os engenhos, em especial os do Nordeste, continuam os seus rituais de moagem, de fabricarem os tijolos de rapadura, que ficam durante algum tempo nas formas de madeira para conquistarem a textura e qualidades necessárias, adquirindo o verdadeiro buquê tão marcante quanto o do vinho, do conhaque, ou mesmo da nossa tão querida cachaça, também filha dos engenhos. Em contextos de reconhecimento em âmbito e de valorização gastronômica, cada vez mais os processos artesanais e autorais dos engenhos, mesmo aqueles que combinam processos industriais, querem investir numa produção especial para o consumo de um público que valoriza o que é feito-à-mão, que busca o autoral, o saber artesanal que é a ação direta do saber tradicional sobre uma técnica, e por isso pode-se chamar, então, de tecnologia tradicional. Nada melhor do a prova da rapadura, daquela que saiu do tacho de cobre, ainda mole e quente, um verdadeiro manjar. A rapadura é de um doce tão saboroso e que se apresenta em inúmeras variações, é quando se vê, então, as marcas dos engenhos, marcas que se repetem à fogo no queijo-de-manteiga, no gado bovino, verdadeiras logos que identificam o lugar, o mestre, o próprio engenho. Assinaturas que fazem ‘terroir”. Assim, nas feiras e mercados, nas lojas, os consumidores vão escolher a rapadura como se escolhe o vinho. Ora pela procedência, cor, datação; ora pela prova, odor. O consumidor reconhece a marca, vê a cor, prova, realiza, então, o encontro com a memória do paladar, reconhecimento do paladar, e assim encontra o gosto desejado, ativa suas emoções diante do que é doce. A rapadura, também, é misturada com a farinha de mandioca _ jacuba. Acompanha o café com o tareco. É ingrediente indispensável no tão conhecido bolo pé-de-moleque pernambucano , entre tantos outros usos culinários.        

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Hotel de Pernambuco entre os melhores do mundo

O Bugan Hotel Recife by Atlantica faz parte de um seleto grupo de 10% dos melhores do setor no mundo. O hotel marca própria do Grupo Rio Ave, em Boa Viagem, acaba de ganhar o prêmio 2020 Travellers’ Choice TripAdvisor. O certificado de excelência é concedido com base em avaliações, classificações e itens salvos por viajantes no mundo. Mantendo-se aberto, desde o início da pandemia, para atender quem precisava estar longe de casa, o Bugan foi o primeiro da capital pernambucana a receber o selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo. A certificação garante que o estabelecimento cumpre requisitos de higiene e prevenção contra a covid-19. O hotel adota um manual de higienização, elaborado pelo Real Hospital Português.

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Webinar sobre resolução de conflitos marítimos hoje (6)

Demora na operação de embarque e desembarque de carga, avaria, validade de cláusulas de contratos e questões ligadas ao setor portuário e de transporte aquaviário. Essas são algumas das situações que, muitas vezes, geram conflitos no mercado logístico e portuário. Para tratar o tema e propor soluções, a Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem Ciesp/Fiesp realiza webinar, nesta quinta-feira (06/08), às 14h. A titular de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro do escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia e também doutora em Direito Marítimo e Ambiental, Ingrid Zanella, vai abordar arbitragem e resolução de disputas envolvendo Direito Marítimo. Também participam Camila Mendes Vianna Cardoso (LLM pela London School of Economics) e Eduardo Clarkson Lebreiro (LLM pela University of Southampton). O Câmara Talks será ao vivo pelo Facebook: https://lnkd.in/d_nfDuq. Não é necessário fazer inscrição e as perguntas poderão ser enviadas pelo chat.

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Jackeline Galvão comemora 25 anos da Intertotal

Jackeline Galvão, CEO da Intertotal Comunicação, comemora 25 anos de existência da sua marca, que oferece serviços de branding, planejamento estratégico, soluções on e offline. Na carteira, clientes como Comercial Batista, Panda Pool e Sobral Calçados e Manoel Florêncio Diagnósticos, este último, cliente da casa há mais de 10 anos.

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