Arquivos Rafael Dantas - Página 121 De 189 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

Rafael Dantas

"Se nada for feito para socorrer o transporte coletivo haverá a quebra dos sistemas"

De acordo com o presidente-executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Ubanos (NTU), Otávio Cunha, a pandemia provocou um prejuízo acumulado de R$ 3,72 bilhões até 30 de junho. Os sistemas perderam passageiros e agora têm a pressão de ter um número reduzido de usuários, devido os riscos de infecção do novo coronavírus. Conversamos com ele sobre os desafios desse setor e sobre as possíveis alternativas para solucioná-los. . Qual o tamanho do impacto da Pandemia no setor de transporte público?  A edição Semanal do relatório Impactos do coronavírus no transporte público por ônibus revela que ainda é forte o impacto da pandemia no setor. De 13 a 17 de julho, tivemos ao todo 169 sistemas com redução de oferta ou suspensão total do serviço e 163 sistemas com redução de demanda de passageiros. Nesse caso, a redução varia de 25% a quase 100%. Na média nacional a redução neste momento é de 60%, mas chegou a 80% no início da pandemia. O transporte público perdeu em média cerca de 30 milhões de passageiros ao dia em todo o país. Até 17 de junho o setor contabiliza 2.708 demissões, 9.235 suspensões de contratos trabalhistas. Os prejuízos acumulados foram da ordem de R$ 3,72 bilhões até 30 de junho. Há algum dado de Pernambuco que poderia destacar? No Recife, tanto no transporte municipal quanto no intermunicipal metropolitano, a redução de demanda chega a 60% e oferta do serviço é de 30%, com passageiros transportados somente sentados. . A aglomeração, principalmente no horário de pico, contribui para a sustentabilidade econômica do setor. Como o setor poderia atender a necessidade de distanciamento social tanto do aspecto operacional, como no aspecto econômico? Que alternativas de financiamento do setor estão em discussão? Essa é uma decisão do poder público local, que define os parâmetros da prestação dos serviços e quanto deve ser a tarifa correspondente. Um modelo baseado na aglomeração para atender a sustentabilidade econômica do setor não é mais viável hoje, com as regras sanitárias e os protocolos de prevenção do coronavírus. Mas é preciso definir quem paga a conta, porque uma oferta maior significa custo maior para as empresas operadoras. A única saída é contar com o auxílio financeiro do governo, que o setor está pleiteando desde o início da pandemia, sem resultado. Com o prejuízo acumulado de R$ 3,72 bilhões até 30/06/20, não há tarifa que resolva essa situação. Aliás, a ideia é que esse modelo de financiamento amparado somente pelo valor da passagem paga seja extinto, como tem sido proposto por várias entidades ligadas ao transporte público no país. Temos bons exemplos de modelos sustentáveis onde o usuário banca uma parte do custo do serviço, através da tarifa, e toda a sociedade, representada pelo poder público, entra com a outra metade. Nossa principal proposta de resgate do setor, formulada até o momento, é o projeto elaborado com base na proposta levada por entidades ligadas ao transporte público para o Governo Federal, ainda no início da pandemia. A sugestão é criar um programa que consiste na aquisição mensal de créditos eletrônicos de passagens, enquanto perdurar a crise do COVID-19, em volume suficiente para cobrir a diferença entre receita e despesa das empresas. O transporte público é atividade essencial e precisa continuar rodado mesmo com baixa demanda. Segundo a proposta, cada crédito eletrônico de passagem corresponde a uma tarifa pública vigente no sistema de transporte coletivo por ônibus de cada localidade. Assim, o Governo Federal poderia usar os créditos do programa Transporte Social como um estoque a ser empregado agora de depois da crise do coronavírus, para distribuir entre os beneficiários dos seus próprios programas sociais. A proposta é assinada pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana, Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e NTU. Desde que foi proposto, o programa já serviu de subsídio para a criação de projetos de lei no Congresso. Infelizmente, ainda não teve o desfecho que o setor espera, porque não foi acatada pelo Governo Federal. Pelo medo (e desconforto) da aglomeração muitas pessoas tem deixado o transporte público para o individual mesmo antes da pandemia. Quais os impactos sociais e econômicos da fuga das pessoas do transporte público para os carros e motos? Em recente “Manifesto por um Transporte Público Digno, Econômico e Ambientalmente Sustentável”, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) traz dados que ilustram bem essa questão. Informa que se nada for feito para socorrer o transporte coletivo urbano haverá a quebra dos sistemas organizados de transporte público, com perdas para a sociedade da ordem de R$ 320 bilhões por ano. Esse seria o custo da substituição do sistema público coletivo por opções individuais de transporte. Para se ter uma ideia do que isso significa, apenas 10% deste valor já permitiria reduzir a tarifa do transporte em 50% para todos os brasileiros. Também é importante ressaltar que a migração para o transporte individual vai promover um retrocesso, do ponto de vista urbano, social e ambiental, com aumento da poluição, dos congestionamentos. E mais, deixará desassistida a camada da população que hoje depende do transporte coletivo para se deslocar ao trabalho, por exemplo. Como vocês observam o surgimento dos serviços de aplicativo para atender o transporte coletivo sob demanda? Se os serviços sob demanda por aplicativos estiverem integrados à rede de transporte coletivo, como é o caso do CityBus 2.0, em Goiânia; do Ubus, em São Paulo; e do TopBus+, em Fortaleza (CE), que são serviços complementares à rede convencional de ônibus coletivo urbano da cidade, entendemos que são extremamente positivos, por serem um extensão do serviço público que podem atender gargalos de demanda específica que o ônibus convencional não está atendendo. Isso não vale para os aplicativos de transporte individual que oferecem serviços compartilhados, que não dão o mesmo atendimento e na verdade atuam de forma predatória, buscando apenas atender trechos de alta demanda e ignorando as premissas do verdadeiro transporte público, que é um serviço essencial e também um direito social do cidadão.

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Desemprego desacelera pelo segundo mês consecutivo em Pernambuco

Do Governo de Pernambuco No mês de junho passado, de acordo com dados do Caged, 17.387 pernambucanos foram admitidos no mercado de trabalho com carteira assinada e 20.651 desligados. O saldo entre admissões e demissões é - 3.264 postos de trabalho nesse último mês, o que reflete ainda o cenário da pandemia provocada pelo novo coronaravírus. O número ainda é alto, porém é inferior se comparado ao mês de maio (-6.952) e ao de abril (-24.965), no pico da pandemia. Em junho de 2019, o saldo foi de -253 empregos. "Tivemos um saldo positivo de empregos na área de agricultura, na indústria, de modo geral, na construção, na saúde e nos serviços sociais. Mas continuamos com perdas no comércio. Um exemplo é o Polo de Confecções do Agreste do Estado e a área de serviços, que inclui o setor de alojamento e hotelaria. Temos a esperança que todos os profissionais e empresas estão dando o seu melhor para ter segurança na retomada do seu trabalho para que possamos recuperar os empregos e a vida com a normalidade possível. O governador Paulo Câmara e toda equipe dele estão empenhados nesse objetivo todos os dias", disse Alberes Lopes. Ainda de acordo com os números do Caged, no acumulado do ano, 146.248 pessoas foram contratadas em Pernambuco e 214.144 demitidas, gerando um saldo de -67.896. O maior impacto engloba os meses de março e abril, os de maior isolamento social, quando 55.630 pessoas ficaram desempregadas, no auge do contágio provocado pela Covid-19, associado à sazonalidade negativa da agroindústria canavieira. No Brasil, em junho passado, houve 895.460 contratações e 906.444 desligamentos, gerando um saldo negativo de 10.984 empregos, uma variação de -0,03%. No acumulado do ano, houve 6.718.276 admissões e 7.916.639 demissões, resultando um total de 1.198.363 empregos perdidos. Os setores de maiores perdas foram serviços (-507.708), comércio (-474.511), indústria em geral (-246.593), construção (-32.092). Em relação ao mês de junho de 2019, o País sofreu perdas. Naquele ano, o saldo foi positivo de 48.436 empregos formais gerados.

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Morya assina campanha da Rio Ave

Com a retomada de operações de grande porte na construção civil, confiante na recuperação da economia do Estado, a Rio Ave Construções saiu na frente com o lançamento do Edifício Alameda Brunehilde Trajano, em Boa Viagem. A agência de publicidade e comunicação Morya Recife assina a campanha de lançamento. Em apenas 15 dias (antes do lançamento oficial) foram comercializadas 70% das unidades oferecidas em pré-vendas. Com um inovador "mall" com lojas (agora usado como Show Room) voltadas para a Av. Conselheiro Aguiar, o projeto de 90 unidades residenciais traz como conceito da sua campanha "Viver é melhor que sonhar". A Morya Recife montou uma série de ações com lives, reuniões virtuais com segmentos de clientes e prospects, uma inédita Convenção de Vendas on line (com Corretores), além de um mix de mídias alternativas (como painéis na orla) e tradicionais (brindes, folder físico e virtual - top lights - TV por assinatura).

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TGI e INTG lançam na Live Algomais o e-book "Pernambuco Além da Crise"

Ontem (27) a Live Algomais marcou o lançamento do e-book Pernambuco Além da Crise. Assinado pela TGI e INTG, com apoio da Revista Algomais, a publicação é a primeira de uma série sobre os rumos para a retomada da economia pernambucana, após a intensa crise promovida pela pandemia da Covid-19. O sócio da TGI e do INTG e diretor da Revista Algomais, Ricardo de Almeida, foi o responsável pela mediação da live, que contou com a participação de cinco dos seis articulistas convidados para a primeira edição da série Pernambuco Além da Crise. "O nosso objetivo com a série de publicações que ora se inicia é criar um espaço para que permita, com realismo e conhecimento de causa, lançar luz e esperança em direção ao futuro que nos espera. Temos certeza de que essa crise, como muitas outras que já enfrentamos, vai passar e, quanto mais preparados, alertas e embasados em opiniões consistentes estivermos, melhor aproveitaremos os ensinamentos obtidos nesse período de distanciamento social e de tanta dificuldade. Em suma, consistência, realismo e esperança é o que procuraremos sempre disponibilizar para o leitor na série que iniciamos agora", afirmou Ricardo de Almeida no texto de apresentação. O primeiro e-book da série conta com artigos assinados por Eduardo Lemos Filho (LMS-TGI), Luana Tavares (CLP Liderança Pública), Gilliatt Falbo (FPS), Sérgio Cavalcante (Grupo Cornélio Brennand), Renato Cunha (Sindaçúcar/Fiepe), além de uma entrevista com Thales Castro (Iperid/Unicap/Consulado de Malta). Você pode baixar o e-book no link a seguir: ebook.algomais.com A live que contou com um debate dos articulistas também fica disponível abaixo e no nosso canal do Youtube para quem não conseguiu assistir ao vivo. . Nos próximos dias a coluna publicará posts sobre a participação de cada um dos participantes da Live Algomais de lançamento do e-book Pernambuco Além da Crise. Os próximos livros da série serão lançados mensalmente.

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"Achatar curva de demanda do transporte traria mais conforto e fluidez do trânsito"

Um dos entrevistados da última edição da Revista Algomais foi o empresário Marcelo Bandeira de Mello, diretor executivo das empresas Pedrosa, Transcol e São Judas Tadeu, e membro do conselho de inovação da NTU (Associação Nacional de Transportes Urbanos). Fazendo uma comparação com a luta nacional contra à Covid-19, ele defende que é preciso "achatar a curva" a demanda do transporte público. Diante da queda abrupta de receita das empresas do setor de transporte público e da necessidade de melhorar o conforto dos passageiros, tendo menos pessoas por veículo, reduzir a pressão sob o sistema de ônibus nos horários de pico (com o escalonamento dos horários de entrada e saída das atividades produtivas) é a sua proposta. Essa mudança de comportamento da sociedade, que distribuiria melhor os usuários ao longo do dia, demanda de uma ampla participação da sociedade para poder funcionar com resultados.   Diante da necessidade de reduzir as aglomerações no transporte público, que medidas você defende que podem ser tomadas para aumentar a segurança dos passageiros e caminhar para uma solução viável para o setor? A preocupação com a saúde pública é um dever de todos e as empresas do setor estão muito engajadas nesta iniciativa, de maneira a proporcionar mais segurança aos nossos clientes e colaboradores. Por este motivo, antes mesmo da formalização de um protocolo para o setor por parte do Grande Recife, as empresas já haviam implementado diversas medidas, como forma de proporcionar um padrão de segurança sanitária ainda mais alto nas garagens e veículos. Entre as principais iniciativas adotadas podemos destacar o reforço da higienização dos veículos, com limpezas sendo realizadas ao longo do dia nos terminais no intervalos das viagens, instalação de anteparos de proteção para os motoristas e cobradores, pulverização do veículo com desinfetante de aplicação hospitalar e a diminuição da capacidade total de passageiros dos veículos. . Você poderia explicar como colocar em prática um "achatamento da curva do transporte público"? E quais os principais benefícios dessa medida? Em que pese a demanda de passageiros ainda estar 60% abaixo do patamar anterior à pandemia, observamos que a utilização dos veículos tem se dado em faixas de horários bastante reduzidas, de maneira que há uma sobrecarga no sistema nos horários de pico, enquanto que há capacidade de transporte não utilizada nas demais faixas horárias. A nossa proposta é, portanto, achatar a curva da demanda pelos serviços de transportes, observando a capacidade efetiva do sistema face à nova especificação de lotação adotada. Precisamos reunir o poder público, setores econômicos da sociedade civil e empresas de transportes na montagem de um comitê para discutir o ajuste dos horários das atividades, de maneira a distribuir a demanda de forma mais homogênea ao longo do dia, proporcionando uma taxa de ocupação inferior nos veículos e um melhor padrão de qualidade. Tal iniciativa repercutiria também na melhoria da fluidez do trânsito da cidade, o que geraria um segundo benefício para o passageiro, na medida em que melhoraria a velocidade comercial dos veículos, reduzindo o tempo de viagem. Toda a sociedade precisa estar em sintonia para construir o novo normal estabelecido após a pandemia.   Nas minhas leituras, encontrei o dado de que para viabilizar o transporte coletivo as empresas calculam uma média de 6 passageiros por metro quadrado. Essa estatística é real? Se considerar que a aglomeração é o que garante a viabilidade do serviço, quais são as alternativa para financiar o setor diante da necessidade de melhorar a segurança e o conforto dos passageiros com mais espaço nós coletivos? Não só no Brasil, mas em todo o mundo, o transporte de alta capacidade era planejado pelos órgãos gestores de maneira a considerar uma ocupação que chegava a 6 passageiros por metro quadrado nos horários de pico. Esta realidade fatalmente não é compatível com a necessidade de aumentar o distanciamento social e por este motivo toda a sociedade (e não apenas as empresas de transporte) precisa repensar o novo formato de transporte a ser adotado. Importante destacar que o achatamento da curva da demanda é um mecanismo que auxiliará nessa distribuição mais racional dos deslocamentos, mas um novo modelo de financiamento, que considere outras formas de arrecadação que não apenas a tarifa, se mostra mais do que nunca necessário. Precisamos encontrar alternativas que possibilitem a melhoria da qualidade dos serviços com uma tarifa socialmente justa e adequada e nesta equação é necessário identificar fontes de receitas extra-tarifárias. . Que inovações no transporte público no exterior poderiam servir de inspiração para uma qualificação do nosso modelo de mobilidade urbana? Temos acompanhado e avaliado a implantação de várias iniciativas de ampliação dos pagamentos eletrônicos, possibilitando a substituição do dinheiro não apenas pelo cartão de passagens, como também pelos cartões de débito e crédito, QRcode, carteiras virtuais, dentre outros. Outras tecnologias já existentes, como a contagem automática de embarques e desembarques através das câmeras instaladas nos veículos traduzem-se como importante aliado na gestão da demanda, como forma de determinar a lotação efetiva, em tempo real de cada veículo, possibilitando, inclusive a reprogramação das linhas ao longo do dia. Por fim, os já conhecidos corredores exclusivos para o transporte público precisam ser continuamente expandidos, como forma de possibilitar uma melhor eficiência nos deslocamentos da população. . No Recife, qual o cenário deixado pelo isolamento social para o setor de transporte? O cenário é muito preocupante e ainda incerto. Nosso modelo é baseado quase exclusivamente na arrecadação tarifária, tendo as receitas do sistema sido duramente impactadas a ponto de ameaçar a subsistência do setor. O colapso do transporte com o consequente retorno do transporte clandestino é o pior mal que pode ocorrer em uma cidade que pretende avançar com a pauta da mobilidade sustentável. O setor tem sobrevivido graças à postergação dos compromissos junto a agentes financeiros, bem como se socorrido das medidas de redução de jornada dos trabalhadores apresentadas pelo Governo Federal. O problema é que tais medidas possuem prazo determinado de duração e avaliamos que a demanda ainda levará um tempo de ao menos 6 meses para normalização.

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Curso ensina como usar o WhatsApp na campanha eleitoral

As mídias sociais são cada vez mais determinantes nas campanhas eleitorais. Se as eleições para presidente há cerca de dois anos ficaram marcadas pelas disputas entre os candidatos na arena virtual, com o cenário caracterizado por mudanças de comportamento devido à pandemia do novo coronavírus, o pleito desse ano deve se valer ainda mais dessas ferramentas. Pela primeira vez, a campanha não poderá contar com eventos presenciais para evitar aglomerações e o WhatsApp, que está em 99% dos celulares dos brasileiros, é um veículo perfeito para compartilhamento de informações. Pensando nesse cenário, a Le Fil, que está há 13 anos no mercado de marketing digital, promove no dia 4 de agosto, das 8h às 12h, o curso “Whatsapp para campanha eleitoral”. A capacitação será ministrada por Rosário de Pompéia, sócia-fundadora da Le Fil, com mestrado em Comunicação e pós-graduação em Ciência Política. O treinamento tem quatro horas de duração e é voltado para assessores, coordenadores e equipes de campanha de candidatos que pretendem concorrer às eleições municipais deste ano. . . O isolamento social ainda precisará ser adotado até que surja uma vacina ou medicamento contra a Covid-19. “A disputa eleitoral será travada mais do que nunca no ambiente virtual. Espera-se que não se tenham comícios e outros tipos de eventos presenciais, que busquem tirar os eleitores de casa. Dos cidadãos que têm acesso à internet hoje no Brasil, 98% usam WhatsApp, ou seja, o app é atualmente a principal mídia para se realizar campanha nas eleições. Falta aos partidos políticos do país encontrarem caminho assertivos para estabelecer diálogos nesta mídia, focado em construir programas que atendam demandas da população local. Entender que WhatsApp não é uma mídia massiva para propaganda”, explicou Rosário. Durante o treinamento os participantes vão aprender um pouco sobre marketing de conteúdo para WhatsApp, como realizar o planejamento de campanha para WhatsApp, como dialogar com eleitores, como potencializar a militância, como combater fake news e quais as ferramentas essenciais para a campanha. O objetivo é fazer com que saibam como potencializar as funcionalidades do aplicativo de mensagens para atingir os eleitores. Políticos e parlamentares têm usado ferramentas digitais desde o início da pandemia, em março, para continuar dialogando e divulgando seus trabalhos e projetos junto aos seus eleitores. “A tendência é que isso continue principalmente se até as eleições, previstas para novembro, o nosso cenário sanitário não mudar”, comenta Rosário. As inscrições para o curso “Whatsapp para campanha eleitoral online” podem ser feitas no link https://bit.ly/whatsappeleições. O primeiro e o segundo lotes já estão esgotados. O terceiro lote pode ser adquirido a partir do dia 26/7, por R$ 300,00 (+ taxa de 29,97). Mais informações no site da Le Fil (www.lefil.com.br) ou no seu perfil no Instagram (@lefil_).

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Confiança do empresário industrial pernambucano volta a ficar positiva

Da Fiepe Depois de três meses de quedas consecutivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de Pernambuco volta a ficar acima dos 50 pontos. Isso quer dizer que o cenário ficou positivo depois que o índice marcou 52,7 pontos neste mês de julho, crescendo 9,2 pontos em relação a junho passado. A reabertura da atividade econômica do Estado foi o principal motivo para esta melhora – que não acontecia desde que as medidas de isolamento social foram impostas para conter a disseminação da Covid-19. Na visão do economista da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Cézar Andrade, o resultado é positivo, mas a situação ainda não é das melhores visto o que aconteceu nos últimos meses. “Percebemos isso quando analisamos com os números do ano passado. Nesta mesma época, o ICEI pontuava 59,8 pontos, e, de um ano para o outro, como se pode ver, despencou 7,1 pontos”, analisou. Para chegar ao resultado geral (52,7 pontos), a FIEPE considerou as respostas dos empresários sobre os indicadores de condições atuais e os das expectativas econômicas. Em relação ao primeiro, percebe-se uma leve recuperação de 5,6 pontos na comparação a junho, fazendo com que o índice chegasse a 39,4 pontos. Já o índice de expectativas quanto à confiança empresarial para o mês de análise, apresentou a mesma tendência de crescimento observada nos componentes anteriores. O indicador registrou crescimento de 11 pontos em relação a junho de 2020 (48,3) e chegou a 59,3 pontos. “Isso quer dizer que, agora, os empresários conseguem ter alguma previsibilidade quanto ao futuro, o que os deixa mais confiantes e com predisposição para investir”, disse o economista. Métrica do ICEI Elaborados mensalmente pela FIEPE com base nos resultados da Sondagem Industrial da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), os resultados para o ICEI acima de 50 pontos indicam que os empresários setoriais estão confiantes. Quanto mais acima de 50 pontos o índice estiver, maior e mais disseminada estará a confiança do empresariado em sua região.

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Isolamento aquece venda de TVs e Nagem aposta nas telas grandes

Como consequência direta do isolamento social, as vendas de TVs dispararam no Brasil. O mercado estima um crescimento em torno de 80%. De olho nesse nicho, a Nagem está ampliando seu portifólio. A rede é especializada em tela grande (acima de 50 polegadas) e vem peformando acima do mercado desde março. Nesse segmento específico, as vendas cresceram mais de 150%. Ao contrário da média nacional, em que as campeãs de venda são as televisões de 32 polegadas, na Nagem a liderança fica com as de 55 polegadas. Mas a rede estima que o consumidor quer tela ainda maiores. Nesse sentido, está introduzindo a nova linha de TVs da Samsung, com telas de até 85 polegadas, cujos apelos vão desde as altas resoluções, design, som, conectividade e até obras de artes.  Pioneira com a tecnologia 8K no Brasil, a multinacional coreana expande o portfólio e traz, entre outras novidades, uma TV que é 99% tela, com espessura de apenas 1,5 cm. No total, são 19 modelos à disposição do consumidor, com preços a partir de R$ 2,3 mil. Uma curiosidade é a linha The Frame, que deve desembarcar por aqui em agosto. Criada para ser uma televisão quando ligada e uma obra de arte quando desligada. Acionando o exclusivo Modo Arte, o usuário tem acesso a Coleção Samsung e suas 20 obras pré-carregadas na TV como degustação; mas a grande oportunidade é a Art Store17 – uma galeria online exclusiva que dá acesso a mais de 1200 conceituadas obras de arte, desde Monet até Kandinsky, via assinatura mensal ou aquisição de obra específica.

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Rio Ave abre showroom com novo conceito ao mercado imobiliário

Para apresentar ao mercado e criar experiência sensorial com o público de seu novo residencial de alto padrão na Zona Sul, a Rio Ave – com mais de 50 anos de atuação e referência no mercado de alto padrão - traz novo conceito de showroom ao mercado imobiliário. Uniu parceiros de peso de diversos segmentos e abriu o espaço, nesta quarta-feira (22). O showroom tem 200 m2 e traz diversos detalhes e elementos naturais que vão compor o novo residencial de alto padrão em Boa Viagem, o Alameda Brunehilde Trajano. Inovador e de projeto arrojado, o conceito leva a assinatura de empresas como Florense, Tidelli, Villa Garden, Eco Green, Casa Revest e Kriese Automação Residencial e Light Design. Os detalhes vão desde o projeto, iluminação, paisagismo, à arquitetura e mobiliário. “A ideia é a pessoa ter a vivência do pé na areia, do verde e dos elementos naturais e não só o concreto – como será no empreendimento - e perceber também inovação, segurança e conforto”, observa Carolina. Itens da arquitetura industrial também são utilizados na estrutura. Além de visita agendada individualmente e atendimento personalizado, são adotadas medidas sanitárias de segurança no showroom.

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Porto de Suape recebe navio de 330 metros pela primeira vez

Do Porto de Suape Ao longo dos últimos anos, os navios empregados pelas companhias de navegação evoluíram em capacidade e tecnologia, podendo transportar mais produtos com redução de custos. Um tipo de embarcação de grande porte é o navio porta-contêiner da classe Sammax (a maior disponível na América do Sul), que pode chegar a medir 336 metros de comprimento, 48 metros de largura e 15,2 de calado máximo. Foi um navio dessa classe que o Porto de Suape recebeu nessa quinta-feira (23), pela primeira vez. E desatracou na manhã desta sexta (24). A embarcação MSC NITYA B, pertencente à companhia MSC - Mediterranean Shipping Company, atracou no cais 2 para o desembarque de 233 contêineres e embarque de 55, num total de 288 movimentados. O navio veio do Porto de Valência (Espanha) e deixou Suape, ao nascer do dia, com destino ao Porto de Salvador (Bahia). A embarcação possui 330 metros de comprimento (LOA), capacidade para transportar 12 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 15,2 metros de calado máximo (distância medida entre a lâmina d’água e fundo da embarcação). Navios desse tipo só podem atracar em portos com grande profundidade e infraestrutura adequada. Anteriormente, o maior porta-contêiner que havia atracado no porto pernambucano tinha 305 metros de comprimento e 48,2 metros de largura. No ano passado, a Portaria Suape 136/2019 estabeleceu parâmetros operacionais e de manobra de navios para que Suape pudesse receber embarcações com até 336,99 metros de comprimento total e 48,99 metros de largura máxima (boca máxima). A viabilidade para receber a classe Sammax foi comprovada através de estudo da Universidade de São Paulo (USP), contratado no início do ano passado. “Receber megaconteineiros é condição primordial para que Suape se consolide como hub port nacional, por isso a primeira ação de nossa gestão foi contratar esse estudo. A participação da Praticagem de Pernambuco, da Capitania dos Portos de Pernambuco e da Marinha do Brasil foi fundamental desde o planejamento desse processo, passando pela simulação em São Paulo, treinamento e avaliação contínua, até este momento onde recebemos, com sucesso, a primeira operação”, comemora o presidente de Suape, Leonardo Cerquinho. “Todos os envolvidos trabalharam com muito profissionalismo”. Para realizar manobras de entrada e atracação ou saída e desatracação, é necessário o emprego de alguns requisitos, como atuação de pelo menos dois práticos a bordo e as manobras devem ocorrer somente com luz natural. Além disso, deve-se utilizar o mínimo de três rebocadores. Uma vez atracado, o navio pode operar em qualquer horário, já que o Porto de Suape funciona durante 24 horas. “Suape é um porto de classe mundial, tem águas profundas, localização estratégica e profissionais capacitados para garantir uma atracação segura, estamos preparados para as grandes embarcações”, salienta o diretor de gestão portuária, Paulo Coimbra. Líder na movimentação de contêineres na região Nordeste, Suape fechou o primeiro semestre deste ano com 230.504 TEUs e 2,4% de crescimento em relação ao mesmo período de 2019. No ano passado, bateu recorde histórico na carga conteinerizada com o total de 476.304 mil TEUs e 4,7% de aumento em relação a 2018.

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