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A dificuldade de falar “me desculpe”: como o contexto molda nosso jeito de reconhecer erros

*Por Isabela Thalia Quando falamos em orgulho e humildade, percebemos como a cultura ocidental tende a atribuir essas atitudes a características internas ou traços fixos de personalidade. Assim, quem tem facilidade em pedir desculpas costuma ser visto como uma pessoa humilde, enquanto quem evita reconhecer erros ou apresenta dificuldade em se desculpar é frequentemente considerado orgulhoso. No entanto, é necessário olhar para o ambiente em que o sujeito está inserido, compreendendo-o como um espaço que envolve sua história, cultura e formas de aprendizado. É a partir desse contexto que conseguimos descrever os comportamentos observados, identificar os antecedentes que os evocam e as consequências que os mantêm. Dessa forma, obtemos um panorama que permite entender em quais condições o orgulho se torna um obstáculo e de que maneira a humildade pode ser desenvolvida como repertório comportamental, favorecendo o convívio social. Considerando isso, chamaremos de orgulho as situações em que o sujeito comete um erro, seja em relações pessoais ou profissionais, mas apresenta dificuldade em assumir a responsabilidade, atribuindo culpa a terceiros, evitando iniciar conversas sobre o ocorrido ou desviando o assunto sempre que alguém tenta falar a respeito. Tais respostas podem ser entendidas como comportamentos de esquiva, que trazem consequências como receio de críticas, perda de status ou punições sociais. Como efeito, os conflitos se mantêm e o fortalecimento de vínculos se torna de difícil acesso, o que nos leva a refletir sobre a ausência de habilidades de comunicação assertiva. Quando a dificuldade em se desculpar se repete com frequência, podemos considerar que uma das possibilidades esteja relacionada a questões emocionais de difícil acesso para a pessoa, bem como à forma como aprendeu a se comunicar ao longo da vida. Nota-se, então, uma resistência em admitir falhas, mesmo em situações pequenas, acompanhada de reações desproporcionais diante de críticas, o que leva à repetição do comportamento em diferentes contextos. Provavelmente, o sujeito não teve acesso a modelos de comunicação assertiva que favorecessem a instalação do repertório de desculpar-se, ou foi exposto a ambientes coercitivos nos quais assumir erros resultava em perdas significativas. Esse histórico contribui para o estabelecimento de um padrão rígido de esquiva em situações que demandam esse comportamento. Diante disso, é importante diferenciar quando a resistência em pedir desculpas cumpre uma função adaptativa e quando está ligada ao “orgulho excessivo”. Avaliamos que o ato de recusar-se a pedir desculpas pode ser saudável quando há uma análise crítica da situação, sustentada por evidências, evitando assumir culpas indevidas. Já o orgulho excessivo se manifesta em um comportamento inflexível de não pedir desculpas mesmo diante de provas do erro. Nesse caso, o comportamento exerce outras funções, como evitar o contato com o desconforto. O treino de habilidades sociais pode ser uma estratégia prática para desenvolver um repertório de comunicação mais efetivo, incluindo o ato de pedir desculpas. Quando o ambiente valoriza de forma genuína o reconhecimento de erros, favorece-se o processo de modelagem desse comportamento. Além disso, a exposição gradual a situações de baixo risco reduz a função aversiva de admitir falhas. Práticas baseadas em aceitação e mindfulness permitem que a pessoa entre em contato com sentimentos desconfortáveis, facilitando a mudança. Dessa forma, tanto o orgulho quanto a humildade para pedir desculpas podem ser compreendidos como padrões de resposta mantidos por contextos específicos. O objetivo não é eliminar o orgulho, mas ampliar o repertório para que a pessoa consiga agir de maneira mais flexível, preservando vínculos sociais e favorecendo relações mais saudáveis. *Isabela Thalia é psicóloga e professora de Psicologia da Wyden

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Como escolher a mochila escolar ideal e proteger a coluna das crianças

Ortopedista do IOT, Dr. Túlio Rangel alerta para cuidados simples que ajudam a prevenir dores e problemas posturais no retorno às aulas Com a proximidade do início do ano letivo, a atenção de pais e responsáveis deve ir além da lista de material escolar e incluir a escolha da mochila. O uso inadequado desse item, seja pelo excesso de peso ou por modelos mal ajustados, pode impactar diretamente a saúde da coluna de crianças e adolescentes, fase em que o corpo ainda está em desenvolvimento. Segundo o ortopedista especialista em coluna do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Dr. Túlio Rangel, o problema está na sobrecarga e na compensação postural que o corpo passa a fazer. “Quando a criança carrega peso excessivo ou utiliza uma mochila inadequada, o corpo tenta compensar inclinando o tronco ou elevando os ombros. Com o tempo, isso pode gerar dor, fadiga muscular e problemas posturais”, explica. Entre as principais orientações está o controle do peso da mochila, que não deve ultrapassar 10% do peso corporal da criança. “Uma criança de 30 quilos, por exemplo, não deve carregar mais do que três quilos diariamente”, ressalta o médico. Além disso, o tamanho da mochila precisa ser proporcional à estatura do aluno, sem ultrapassar a linha dos ombros ou descer além da cintura. O modelo também faz diferença. Alças largas, acolchoadas e reguláveis ajudam a distribuir melhor o peso, que deve ser sempre sustentado pelos dois ombros. “A mochila deve ser usada sempre com as duas alças, ajustadas de forma que fique bem próxima às costas. Pendurar a mochila em apenas um ombro provoca sobrecarga unilateral e favorece desvios posturais”, alerta o especialista. A organização interna é outro fator relevante: materiais mais pesados devem ficar próximos às costas, enquanto os mais leves ocupam os compartimentos externos. Mochilas com divisórias facilitam essa distribuição. Já os modelos com rodinhas podem ser utilizados em casos de maior peso, desde que não exijam esforço excessivo, como subir escadas com frequência ou puxar a mochila com o tronco torcido. Sinais como dor nas costas, cansaço excessivo, postura inclinada ou dificuldade para caminhar são indicativos de que a mochila não está adequada. Nesses casos, a avaliação médica é recomendada. Para o Dr. Túlio Rangel, a atenção precoce faz toda a diferença: “Cuidar da coluna na infância é investir na saúde do adulto do futuro. Pequenas escolhas no dia a dia escolar fazem grande diferença no desenvolvimento postural”.

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Carolina Holanda corporativo

“Cuidar do ambiente de trabalho será sempre uma vantagem para empresas e profissionais”

Atualização da NR-1 inclui riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos e exige que empresas passem a tratar a saúde mental como parte da rotina de compliance e segurança A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) representa uma mudança relevante na forma como as empresas brasileiras devem lidar com saúde e segurança no trabalho. Ao incluir oficialmente os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, a norma amplia o olhar para além dos riscos físicos e ambientais e passa a exigir ações concretas voltadas ao clima organizacional, às relações de trabalho e à saúde emocional dos profissionais. Nesta entrevista, Carolina Holanda, sócia da TGI Consultoria, explica os impactos da nova regra na rotina das empresas, os prazos de adequação e os efeitos esperados para profissionais e organizações. Quais são as principais mudanças introduzidas na nova versão da NR-1 e como elas impactam a rotina de compliance e segurança das empresas? Com a atualização da NR-1, uma das principais mudanças diz respeito a inclusão dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho, ou seja, fatores que impactam diretamente a qualidade do clima organizacional e, por isso, afetam os profissionais devem ser considerados formalmente no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Na prática, significa que além de identificar e avaliar fatores que geram riscos psicossociais, como situações de conflitos não administrados, sobrecarga de trabalho, excesso de pressão, falta de autonomia, assédio moral entre outros, as empresas precisam ter estratégias definidas para combatê-los. Reforço aqui que o plano de ação que deve ser criado, acompanhado e revisado de modo sistemático não deve ser apenas para cumprir a lei. Seu objetivo é criar um ambiente de trabalho adequado que minimize riscos não apenas físicos, ambientais ou biológicos, mas também de adoecimentos emocionais. Dessa forma, ganham todos: profissionais e empresas, já que em um ambiente adequado de trabalho onde as pessoas se sintam bem e felizes, a produtividade é maior e qualidade do trabalho melhor. Em relação ao impacto na rotina de compliance e segurança, as empresas precisam implantar de fato uma análise das condições do ambiente de trabalham que geram riscos além dos físicos, mas principalmente que afetam as pessoas do ponto de vista psíquico. Para uma análise adequada e a elaboração consequente de um plano de ação, é importante envolver os principais gestores da empresa com o apoio da área de RH. É necessária atenção porque a partir de 2026, todas as etapas desse novo processo, como identificação dos riscos, classificação, elaboração da estratégia e monitoramento precisam ser documentadas. Também, é importante considerar que para isso acontecer de fato e as empresas passarem a ter um ambiente mais saudável, as políticas de gestão de pessoas precisam ser mais consistentes. Faz parte desse pacote: gestão do clima organizacional, programas de treinamento, desenvolvimento das lideranças, gestão do desempenho e as demais políticas que foquem em reforçar a cultura organizacional e criar e manter um clima de trabalho de bem-estar. Quais setores econômicos devem sentir mais fortemente os efeitos dessa atualização? Independente do segmento ou do tamanho da empresa, todas devem ser impactadas pela atualização da NR-1, porém entendo que as mais impactadas não serão exatamente de um setor ou outro. São aquelas que têm cultura de alta pressão por metas e prazos, ritmo intenso com jornadas longas de trabalho, um ambiente que gera excesso de competição e conflitos e que não há espaço de diálogo nem tratamento adequado das lideranças com as equipes. As empresas precisam ficar atentas ao seu histórico de adoecimento dos profissionais, ao resultado de pesquisas de clima que já realizaram, ao conteúdo das entrevistas de desligamento e a relatos mesmo que informais de como se dão as relações no ambiente de trabalho. São nesses conteúdos que vão ter pistas importantes do que precisa ser trabalhado. Quais os prazos as empresas devem ter para se ajustar? A norma começou a ter vigência oficial em maio de 2025, mas as empresas têm até maio de 2026 para se adequarem às novas exigências. Minha sugestão é que quem ainda não começou a cuidar das adequações necessárias, faça isso o quanto antes até para evitar riscos legais. Apesar de ser uma “obrigação” para as empresas cumprir a NR1, a maior preocupação com a saúde psicológica e social deve trazer um impacto positivo para as corporações. Que efeitos podemos esperar nos profissionais após a implantação da lei? Os efeitos tendem a ser positivos já que identificar e trabalhar para minimizar os riscos psicossociais estimulam a criação de um ambiente de trabalho mais saudável, colaborativo e transparente. Agora, é importante destacar que isso só acontece de fato se as empresas entenderem que apesar de ser uma norma, tratar as pessoas com respeito, cuidar das condições de trabalho (e, por isso, entenda-se dar orientação adequada das tarefas, estimular o desenvolvimento profissional, dar feedback, inclusive com elogios verdadeiros e dar oportunidade de crescimento quando possível) e ter políticas de gestão de pessoas claras e transparentes são condições essenciais para se ter uma empresa competitiva. Pessoas satisfeitas com o ambiente de trabalho e com a atividade desempenhada são mais engajadas, motivadas e mais comprometidas com o resultado empresarial. Sem esquecer que um vínculo sólido com as lideranças faz com que as pessoas se sintam mais seguras e confiantes, gerando maior sentimento de pertencimento. Outro efeito esperado é a redução de adoecimento relacionados à saúde mental. Ao tratar situações que geram pressão excessiva, assédios, desgastes psicológicos, as empresas podem prevenir profissionais com ansiedade, depressão, burnout entre outros. Cuidar do ambiente de trabalho será sempre uma vantagem para empresas e profissionais. Ganham todos! LEIA TAMBÉM

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Férias com crianças neurodivergentes: como viajar, brincar e aproveitar o verão com segurança e acolhimento

Rotina, seletividade alimentar, estímulos sensoriais e deslocamentos longos podem desafiar as famílias. Especialistas orientam como preparar viagens, curtir praia e piscina com segurança e tornar o período em casa mais leve para crianças e adolescentes autista As férias de janeiro, marcadas por viagens, praias, encontros sociais e quebra de rotina, podem ser emocionantes para muitas crianças, mas desafiadoras para crianças e adolescentes neurodivergentes. Mudanças no ambiente, estímulos sensoriais intensos e deslocamentos longos exigem preparo prévio da família. A psicoterapeuta Ana Paula Calado, da Clínica Mundos, destaca que o primeiro passo é ajustar expectativas. “A criança autista sente segurança quando entende o que vai acontecer. O ideal é antecipar, explicar o roteiro e procurar manter alguns elementos da rotina, mesmo durante a viagem”, explica. Seletividade alimentar: como lidar fora de casa Refeições novas, texturas diferentes e cheiros intensos podem aumentar a seletividade alimentar, um comportamento comum em crianças autistas. Planejar refeições é essencial. “A seletividade alimentar é sensorial, não é falta de educação. A família deve levar itens que a criança aceita, evitar pressão e buscar adaptar o cardápio, quando possível”, afirma Ana Paula Calado. Levar lanches conhecidos, manter horários próximos dos regulares e apresentar novidades sem obrigatoriedade ajudam a reduzir o estresse alimentar durante as férias. Viagens longas: o que fazer em deslocamentos de carro, ônibus e avião Para muitas famílias, o maior desafio das férias é o trajeto. Ruídos, cheiros, lugares apertados e a duração da viagem podem sobrecarregar a criança. Criar um kit de suporte sensorial pode transformar o percurso. Algumas estratégias incluem:• Fones abafadores.• Brinquedos de manipulação calmante.• Tablet com vídeos favoritos.• Almofadas, mantas ou objetos de apego. “Preparar a criança com antecedência, mostrar fotos do transporte e explicar o tempo estimado ajuda muito a reduzir a ansiedade”, reforça a psicoterapeuta. Praia, piscina e verão: como prevenir acidentes e garantir conforto As férias de janeiro costumam levar as famílias ao mar e à piscina, ambientes que exigem cuidado especial com crianças autistas, especialmente por riscos de afogamento, superestimulação e fugas rápidas. Ana Paula Calado orienta atenção redobrada.“Na praia, o ideal é sempre ficar muito próximo, evitar distrações e usar boias apropriadas. Crianças autistas podem se encantar com a água e correr para ela sem perceber a profundidade ou correnteza”, destaca. Outras recomendações incluem:• Evitar horários de sol intenso.• Usar camisetas UV e protetor solar com reposição.• Criar um ponto de referência visual na areia. Uma dica importante é usar identificação visível, como pulseiras com nome, contato dos responsáveis e informação sobre o diagnóstico, caso a criança se perca. Passeios de lancha: cuidados essenciais O passeio de lancha pode ser uma aventura divertida, mas exige cuidado extra com crianças neurodivergentes. “No barco, tudo é mais imprevisível. A criança deve ficar sempre sentada, com colete salva-vidas e acompanhada de perto. É importante explicar o barulho do motor e as vibrações para que não seja um susto”, recomenda a especialista. Evitar horários de mar agitado, usar protetor solar e garantir hidratação são medidas que tornam o passeio mais seguro. E se a família decidir passar as férias em casa? As férias em casa também podem ser ricas e divertidas quando bem estruturadas. Manter horários aproximados de comer, brincar e dormir favorece a regulação emocional. Alternar atividades ao ar livre, brincadeiras manuais e momentos de descanso ajuda a reduzir o excesso de telas. “Telas podem ser usadas, mas não como única fonte de entretenimento. O ideal é criar uma rotina com previsibilidade, inserir atividades sensoriais e reservar momentos de calma durante o dia”, orienta Ana Paula Calado. Montar pequenas programações, como tardes de arte, brincadeiras com água, jogos de montar ou visitas curtas a parques, torna o período mais leve e estimulante. Checklist das férias com crianças autistas • Leve alimentos conhecidos e respeite a seletividade.• Mantenha horários aproximados da rotina.• Prepare a criança com antecedência sobre a viagem.• Use identificação visível em ambientes abertos.• Tenha um kit sensorial para deslocamentos.• Use abafadores auditivos quando necessário.• Na praia e piscina, supervisão constante.• Em lanchas, colete salva-vidas obrigatório.• Diminua telas com alternativas divertidas e previsíveis. Viajar ou descansar em casa com uma criança neurodivergente exige organização, acolhimento e paciência. Com preparação adequada, respeito às necessidades sensoriais e atenção aos riscos, as férias tornam-se não apenas possíveis, mas prazerosas e seguras. Quando a família compreende como a criança percebe o mundo, cada experiência se transforma em oportunidade de conexão, aprendizado e leveza.

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Leonardo Pereira

Selfit completa 14 anos e consolida DNA nordestino como uma das maiores redes de academias do Brasil

Criada em 2012, em Salvador, por empresários pernambucanos, a Selfit celebra 14 anos em 2026 com cerca de 200 unidades no país e quase R$ 1 bilhão investido em expansão. Em entrevista exclusiva à Revista Algomais, na coluna Algomais Fitness e Wellness, o fundador Leonardo Pereira revisita a trajetória da rede, os desafios do crescimento e a visão de futuro do setor fitness Uma academia que nasceu na Bahia, mas carrega Pernambuco no DNA Apesar de ser hoje uma das maiores redes de academias do Brasil com origem nordestina, a Selfit não nasceu em Pernambuco. A primeira unidade foi inaugurada em Salvador, na Bahia, dentro do mall do Extra Paralela, do Grupo Pão de Açúcar. “A Selfit não nasceu em Pernambuco, ela nasceu na Bahia, em Salvador, dentro de um grande mall do Extra Paralela, pertencente ao Grupo Pão de Açúcar. Naquele momento, a ideia era ofertar para as classes C e D uma boa experiência, com preços absolutamente acessíveis e competitivos”, afirma Leonardo Pereira. Segundo o fundador, a escolha por Salvador foi estratégica. “Salvador se mostrava uma praça muito mais aderente à nossa proposta de valor do que outras cidades do Nordeste. Existia uma grande oportunidade naquele mercado”, explica. Mesmo com Recife sendo a cidade de origem dos fundadores, a decisão foi guiada por visão de crescimento. “A gente sabia que o projeto seria de expansão. Não necessariamente precisava começar na cidade onde morávamos. Fomos bastante agnósticos em relação à localização”, pontua. Um mercado fragmentado e a oportunidade de consolidação Desde o início, a Selfit enxergou um cenário favorável no Nordeste, marcado por baixa oferta de serviços qualificados e preços elevados praticados pelo mercado tradicional. “Entendemos que existia muito espaço para crescer na região Nordeste, especialmente por ser uma região mais desabastecida, com níveis de serviço mais baixos e preços médios mais altos. Era uma condição muito interessante para começar a consolidar um mercado extremamente fragmentado”, destaca Leonardo. Inspirada por movimentos internacionais e nacionais, a Selfit apostou em uma proposta de valor clara, baseada em acessibilidade, escala e eficiência operacional. Capital intensivo e disciplina financeira como pilares do crescimento Crescer rápido exigiu decisões estratégicas desde os primeiros anos. O principal desafio, segundo Leonardo Pereira, sempre esteve relacionado à estrutura financeira do negócio. “O maior desafio da Selfit sempre foi ser um business de capital intensivo. Logo no início, com quatro ou cinco operações, tomamos a decisão de trazer um fundo de investimento”, relembra. Hoje, com aproximadamente 200 unidades no Brasil, o volume de investimentos realizados impressiona. “Se fizermos uma avaliação do total investido até hoje, esse número se aproxima de um bilhão de reais. Isso exige uma estrutura de capital inteligente, confortável e responsável”, afirma. Para sustentar essa trajetória, a empresa adotou uma gestão rigorosa. “Sempre tivemos uma orientação muito forte para custos e eficiência operacional. A austeridade foi fundamental para garantir caixa e crescimento sustentável”, reforça. Conhecer o aluno para desenhar experiências relevantes Entender profundamente o comportamento do consumidor foi outro fator decisivo para o sucesso da Selfit. A empresa mapeou perfis claros de consumo fitness e passou a moldar sua proposta a partir deles. “Nós ultra segmentamos o cliente e identificamos quatro perfis principais de comportamento. Os heavy users, os que buscam relações sociais, os que querem mais saúde e bem-estar e os sazonais, que treinam por objetivos específicos”, explica Leonardo. Essa leitura permitiu ajustes finos em cada região. “Quando expandimos para bairros como a Tijuca, no Rio de Janeiro, percebemos uma população mais idosa. Isso refletiu diretamente na oferta de aulas, com mais yoga e práticas voltadas para esse público”, exemplifica. Valores que sustentam a cultura da Selfit Mesmo hoje atuando como membro do conselho, Leonardo destaca que os valores definidos na fundação continuam vivos na operação. “A Selfit tem quatro valores fundamentais. O primeiro é o esmero, o cuidado com cada detalhe da experiência. O segundo é a pessoalidade, olhar para as pessoas de forma individual. O terceiro é a orientação a resultados, com foco no longo prazo. E o quarto é a integridade, ser absolutamente honesto e correto em todas as relações”, enumera. Esses pilares sustentam o propósito da marca. “Nosso propósito é despertar nas pessoas a paixão pelo movimento. Por isso chamamos nossos colaboradores de acolhedores e nossos alunos de convidados. Tudo está alinhado a uma lógica de servir, acolher e encantar”, afirma. Tecnologia, experiência e retenção como diferenciais Em um mercado cada vez mais competitivo, Leonardo acredita que a distinção está além da estrutura física. “A experiência baseada apenas em hardware tende a se tornar commodity. A diferença está na experiência, na retenção, no trato com as pessoas e na tecnologia ancorando decisões”, analisa. A Selfit investe fortemente em soluções digitais, integração entre treino presencial e online e redução de fricções nos pontos de contato. “Treinos digitais, aplicativos e plataformas como a Weburn fazem parte do nosso ecossistema, oferecendo fluidez e personalização”, diz. O resultado aparece nos indicadores. “Temos churn muito baixo e um nível de engajamento alto, tanto dos alunos quanto dos acolhedores”, completa. O futuro do fitness e uma mensagem para 2026 Para Leonardo Pereira, o setor fitness vive um movimento consistente e duradouro. “O fitness e o bem-estar vêm crescendo no mundo inteiro e é um movimento com poucas chances de reversão. Tudo o que envolve wellbeing tende a evoluir nos próximos anos”, afirma. Ele faz um alerta realista, mas otimista. “Não é um setor simples, porque envolve recorrência, frequência e relacionamento. Encantar pessoas exige habilidade. Mas é um setor absolutamente promissor para quem entende o negócio de verdade”, conclui. Uma história que inspira o movimento Ao completar 14 anos em 2026, a Selfit reafirma sua posição como uma das maiores redes de academias do Brasil, construída a partir do Nordeste, com disciplina financeira, propósito claro e foco genuíno em pessoas. Uma história que mostra que crescer é importante, mas inspirar movimento, saúde e transformação é essencial.

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Anvisa autoriza estudo clínico de medicamento brasileiro para lesões na medula espinhal

Pesquisa com a polilaminina, desenvolvida em universidade pública, marca avanço na ciência nacional e no tratamento do trauma raquimedular A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, condição causada por lesões na medula espinhal ou na coluna vertebral. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (5) e representa um avanço relevante para a pesquisa científica e a saúde pública no Brasil. Durante a apresentação da autorização, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o impacto social da iniciativa. “Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, afirmou, ao ressaltar que a pesquisa pode se tornar um marco para pacientes que sofreram lesão medular e para seus familiares. Segundo ele, trata-se de uma inovação radical, com tecnologia 100% nacional. Os estudos com a polilaminina são conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália. Nesta primeira fase, o estudo será realizado com cinco pacientes voluntários que apresentem lesões agudas da medula espinhal torácica, entre as vértebras T2 e T10, com indicação cirúrgica ocorrida em até 72 horas após o trauma. O diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, explicou que a liberação do estudo foi priorizada pelo comitê de inovação da agência, com o objetivo de acelerar pesquisas de alto interesse público. “Uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e saúde do nosso país”, declarou. A etapa inicial tem como foco avaliar a segurança do medicamento e identificar possíveis riscos antes do avanço para fases posteriores. A empresa patrocinadora do estudo será responsável por monitorar e avaliar todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a segurança dos participantes ao longo da pesquisa. O Ministério da Saúde informou ainda que investiu recursos desde a fase de pesquisa básica, reforçando o apoio institucional ao desenvolvimento científico nacional.

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Menos férias, mais esgotamento: por que o descanso virou tema estratégico nas empresas

Especialista alerta que a falta de pausas impacta a saúde mental, a produtividade e o engajamento dos colaboradores Descansar, viajar, cuidar da vida pessoal e recarregar as energias ainda não é uma realidade para grande parte dos trabalhadores. Uma pesquisa da Expedia, realizada com 11,5 mil pessoas ao redor do mundo, aponta que 62% dos profissionais sentem que tiram menos férias do que deveriam. No Brasil, esse cenário ajuda a explicar o avanço de quadros de esgotamento emocional e burnout no ambiente corporativo. Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ligado ao Ministério da Previdência Social, mostram que, apenas no ano passado, 421 pessoas foram afastadas do trabalho em razão do burnout. Em um intervalo de dez anos, o número de afastamentos relacionados ao problema cresceu quase 1.000%, evidenciando os impactos da rotina intensa e da ausência de pausas adequadas. Para Mariana Villalva, sócia da EXEC, consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, as férias cumprem um papel central na recuperação física, mental e emocional dos profissionais. “Elas permitem que o colaborador se desconecte do trabalho, reduza o estresse e renove as energias. Com minha experiência pessoal, percebi o impacto positivo que isso tem, principalmente na saúde mental”, afirma. Mariana destaca que a liderança exerce influência direta na construção de uma cultura organizacional mais saudável. “O líder deve dar o exemplo, mostrando que é seguro e saudável se desconectar, além de reforçar que a pausa é necessária para manter o equilíbrio e a produtividade”, diz. Segundo ela, práticas como planejamento prévio, divisão de responsabilidades e respeito ao período de descanso contribuem para equipes mais engajadas e produtivas. Ao priorizar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, empresas não apenas reduzem riscos de adoecimento, como também fortalecem o vínculo com seus colaboradores. “O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é essencial para se manter engajado”, reforça Mariana, ao defender que o descanso deixe de ser visto como privilégio e passe a ser tratado como estratégia de gestão. ServiçoEXEC – Consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheirosAtuação: liderança, engajamento, cultura organizacional e desenvolvimento humano

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Crianca e para se movimentar nas ferias canva

Veja dicas de cuidados com crianças nas férias para evitar acidentes

(Da Agência Brasil) Por Alana Gandra – repórter da Agência Brasil As mudanças no dia a dia das crianças durante as férias escolares combinam uma rotina mais livre, com novas atividades e menor supervisão direta, trazendo desafios para os pais e responsáveis. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil dão dicas e recomendações simples de cuidados para evitar acidentes em casa ou em outros lugares, durante esta época que começa em meados de dezembro e vai até fevereiro, variando em cada estado e município. “A gente tem aí esse desafio de entreter as crianças e ocupá-las no período de férias. As famílias acabam entrando em programações onde os pais tiram também suas férias e propõem alguma atividade extra para as crianças. Então, o primeiro desafio é o local onde serão realizadas essas novas atividades para ir ocupando as crianças e para elas se divertirem”, destacou o pediatra e alergista do Hospital Santa Catarina – Paulista, Josemar Lídio de Matos. De acordo com Matos, a primeira dica é estar atento se os locais escolhidos para a brincadeira oferecem o mínimo de segurança.  “Se vai a um parquinho diferente, é preciso ver se é um parquinho em que os brinquedos estão conservados, são seguros, se tem um piso que absorve impacto em caso de queda. Se, eventualmente, a família frequentar clubes, hotéis, deve-se averiguar se oferecem sistemas de segurança, como rede nas janelas, proteção de piscinas para que os pequenos não caiam, se a área da piscina está isolada”. Riscos Segundo o pediatra, os riscos devem ser medidos conforme a idade da criança. Em crianças de até 3 anos de idade, os principais riscos podem estar até mesmo dentro de casa, como o risco de queda. “É a queda do sofá, é a queda da cama. A família viaja para uma casa e aí, na hora de dormir, não vai ter o berço da criança. Ela dorme em uma cama mais alta, cai e bate a cabeça. São os traumas”. Josemar Lídio de Matos cita também os riscos de queimaduras: “O bebê vai lá, puxa alguma coisa, puxa uma panela quente, puxa um prato que está com algo que acabou de sair do forno”. Às queimaduras, segue-se o risco de intoxicação por ingestão de produtos de limpeza, por exemplo, que não deveriam estar ao alcance da criança. O pediatra explica que quando se trata de crianças maiores, os mecanismos de trauma são resultantes da própria energia das crianças que se expõem a riscos de queda, por exemplo, ao andar em aparelhos sobre rodas, como bicicletas, skates e patins. Lídio de Matos recomenda aos pais que fiquem atentos e garantam equipamentos de proteção como capacete, cotoveleiras e joelheiras adequados à idade da criança: “E sempre sob supervisão de um adulto”. Ao alugar uma residência para passar as férias, os pais têm que verificar se os brinquedos que eventualmente estejam nessa casa são apropriados para a criança e se contêm peças pequenas que oferecem risco de engasgo, por exemplo. “Se tiver um playground, deve-se verificar que brinquedos são aqueles, se estão bem conservados, se não têm risco de a criança escorregar, de o brinquedo quebrar enquanto ela estiver brincando e cair”. O pediatra também alerta para os riscos de afogamento em locais com piscina ou praia. Nesse sentido, ele recomenda checar se há proteção sobre a piscina e que os pequenos não acessem esses locais sem supervisão de um adulto.  A pediatra Patricia Rolli, que também trabalha no Hospital Santa Catarina, chama a atenção para a importância de os pais estarem atentos, já que basta um segundo de distração para um potencial risco aos pequenos.  “O acidente acontece em segundos. Basta um instante de desatenção para que a criança fique em perigo”.  Diálogo Para as crianças maiores, a orientação do pediatra Lídio de Matos é que os pais estimulem sempre o diálogo. Assim, ao programar um passeio no shopping, por exemplo, é importante explicar para os pequenos os riscos de se perder dos pais, e como proceder nessas situações: procurar um adulto confiável, explicar a situação e pedir ajuda. “Esse hábito cotidiano deve ser posto em prática nas férias, porque é uma coisa que foge da rotina.” “Quando os adultos seguem regras de segurança no trânsito e na hora do lazer, as crianças reproduzem esse comportamento naturalmente. Ensinar como agir em situações de risco, como pedir ajuda, reconhecer perigos e memorizar números de emergência, também contribui para uma rotina mais segura”, lembra a pediatra Patricia Rolli. Como as crianças vão fazer atividades diferentes das habituais e, muitas vezes, em locais diferentes, os pais já devem incutir nos filhos algumas regras de segurança. “Por exemplo, a família chegou na praia. Deve-se ensinar a criança a entender as sinalizações dos guarda-vidas sobre o mar. E o adulto também não pode desobedecer a placa. Isso ajuda bastante. É o adulto dando o exemplo”, salientou Josemar de Matos. Outra recomendação é dar dicas de localização para a criança, pedir que não se distancie muito do local escolhido e mostrar pontos de referência claros. Uma dica da pediatra Patrícia Rolli é escolher roupas chamativas para as crianças ao se frequentar locais com muita gente. “Uma criança com uma roupa em um tom pastel meio que se apaga na água, na areia. É muito mais difícil de o adulto localizar à distância, de estar monitorando o tempo inteiro onde está essa criança”. Daí, a importância de sempre usar cores bem fortes e chamativas nas crianças, para que elas estejam sempre no radar do adulto responsável.

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JUSTINIANO LUNA FW Revista Algomais 1

Infecções e excessos no Réveillon: como evitar problemas de saúde ao levar comida e bebida para a praia

O Réveillon é sinônimo de celebração, encontros ao ar livre e mesas improvisadas na praia. Mas, junto com a alegria da virada, cresce também o risco de intoxicações alimentares, desconfortos digestivos e complicações causadas pelo consumo excessivo de álcool. O calor intenso, o transporte inadequado de alimentos e o tempo prolongado fora da geladeira transformam a noite mais festejada do ano em um período de atenção redobrada com a saúde. Especialistas alertam: prevenir é mais simples do que tratar e pequenas escolhas fazem toda a diferença para atravessar a virada com segurança e bem-estar. Por que o risco de infecção alimentar aumenta no Réveillon? O verão cria o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias. No Réveillon, esse risco se intensifica porque muitos alimentos são preparados com antecedência, transportados por longas distâncias e permanecem horas expostos ao calor. Pratos como salpicão com maionese, carnes, aves recheadas, arroz temperado e sobremesas cremosas são especialmente perigosos quando ficam fora da refrigeração adequada. Na praia, a combinação de sol, areia e manipulação sem higiene favorece a contaminação. O gastroenterologista Justiniano Luna, da Endogastro Recife, explica que os sintomas nem sempre aparecem imediatamente: “A infecção alimentar pode surgir poucas horas após o consumo ou somente no dia seguinte. Náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e febre são sinais de alerta, principalmente quando acompanhados de desidratação.” Como transportar alimentos para a praia com segurança Se a ceia vai para a areia, alguns cuidados são indispensáveis: Justiniano Luna reforça: “Alimentos de procedência duvidosa ou mal conservados devem ser descartados. Em caso de dúvida, não consuma.” Empachamento após a virada: o que fazer no dia seguinte Exagerar na ceia, nos petiscos e nas bebidas pode resultar em empachamento, digestão lenta e mal-estar. No primeiro dia do ano, a orientação é aliviar o sistema digestivo: “O corpo precisa de tempo para processar o excesso de gordura, açúcar e álcool. Alimentação leve e hidratação são essenciais para a recuperação”, explica o médico. Substituições inteligentes para evitar mal-estar no Réveillon Quem já sabe que tem digestão sensível pode fazer escolhas mais estratégicas: Essas substituições ajudam a reduzir inflamação, estufamento e desconfortos após a festa. Bebidas alcoólicas: cuidado redobrado na praia O consumo de álcool costuma aumentar no Réveillon, especialmente em ambientes abertos. O problema é que o álcool desidrata, sobrecarrega o fígado e pode mascarar sinais de mal-estar. Bebidas que merecem atenção: Chás como hortelã, boldo e erva-doce ajudam na digestão, mas não neutralizam os efeitos do álcool. “O fígado é resistente, mas exageros repetidos podem causar inflamação aguda e exigir atendimento médico. Hidratação antes, durante e após o consumo é indispensável”, alerta Justiniano Luna. Atenção ao pâncreas e ao risco de emergências O pâncreas é especialmente sensível ao excesso de gordura e álcool. Em situações extremas, pode ocorrer pancreatite aguda, uma condição grave. Procure atendimento imediato se surgirem: Coma alcoólico: risco real no Réveillon Durante a virada do ano, aumentam os atendimentos de emergência por coma alcoólico. A condição ocorre quando o álcool compromete o sistema nervoso central. Sinais de alerta: “Se a pessoa não responde a estímulos ou apresenta respiração irregular, o SAMU deve ser acionado imediatamente. Coma alcoólico é emergência absoluta”, reforça o médico. Hidratação: o cuidado que salva a virada A hidratação é o ponto central da prevenção. Água, água de coco, sucos naturais e chás frios ajudam a manter o equilíbrio do organismo, protegem o fígado e auxiliam na digestão. O ideal é começar a hidratação antes da festa, mantê-la durante a virada e intensificá-la no dia seguinte. “A água continua sendo o melhor remédio. Ela reduz o risco de ressaca, melhora a digestão e previne complicações”, conclui Justiniano Luna.

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Cia do Lazer abre inscrições para Acampamento de Férias em Porto de Galinhas

Colônia de Férias Acampamento de férias é alternativa de atividade para o recesso escolar de janeiro Com a rotina cada vez mais marcada pelo excesso de telas, muitos pais procuram alternativas seguras, educativas e divertidas para o período de férias. Em janeiro, a Cia do Lazer, realiza mais uma temporada do seu tradicional Acampamento de Férias em Porto de Galinhas, que há 36 anos transforma a semana de crianças e adolescentes com experiências reais, convivência e natureza. A proposta é simples: uma semana longe do celular e perto da vida, com atividades planejadas por educadores, psicopedagogos e profissionais experientes em recreação infantil. Trilhas, atividades aquáticas, oficinas criativas, jogos cooperativos e desafios de grupo fazem parte da programação, tudo com segurança, acompanhamento integral e estrutura especializada. “Através dos jogos, dinâmicas, oficinas, trilhas e brincadeiras, desenvolvemos nas crianças e jovens autoestima, independência, confiança, responsabilidade e muitos outros aspectos fundamentais. Por meio dessas vivências, formamos, educamos e criamos laços fraternos”, explica Rose Jarocki, idealizadora e coordenadora geral da Cia do Lazer, empresa com 36 anos de atuação no mercado de eventos de recreação, entretenimento e lazer. Os acampamentos da Cia do Lazer acontecem em uma ampla estrutura localizada em Porto de Galinhas, onde crianças e adolescentes de 7 a 16 anos participam de atividades recreativas em um ambiente seguro, acolhedor e monitorado. A segurança é garantida por uma equipe multidisciplinar composta por quase 90 profissionais, entre educadores físicos, pedagogos, psicólogos, além das equipes de cozinha e manutenção. Todos atuam diretamente na vigilância, cuidado e desenvolvimento dos acampados. “Existe um conjunto de processos que garantem o bem físico e psicológico de todos. Nossa estrutura foi desenhada para este propósito. Toda a equipe é treinada e capacitada para atuar com este tipo de trabalho. As atividades são centradas na criança, estimulando que ela supere seus desafios ao longo da temporada”, complementa Jarocki, que também é graduada em Educação Física e Pedagogia. Mais de 10 mil crianças já viveram essa experiência Ao longo de mais de três décadas, mais de 10 mil crianças e adolescentes já passaram pelas temporadas da Cia do Lazer, que mantém um índice de 70% de retorno nas edições seguintes. “Eu sempre digo que o desapego é sobretudo um ato de amor. Permitir que o filho viva uma experiência como esta é fundamental para o crescimento da criança e de toda a família. É um processo de transformação, e é importante que a família também se prepare para dar esse passo. Trata-se de uma grande oportunidade de desenvolver autoconfiança, independência, responsabilidade e o protagonismo nas escolhas”, destaca Rose. Temporada de Verão 2026 A Temporada de Verão 2026 da Cia do Lazer oferece estadia, alimentação, programação recreativa e monitoramento 24 horas já inclusos no valor. As temporadas acontecem em dois períodos — de 7 a 11 de janeiro e de 14 a 18 de janeiro de 2026 — e são voltadas para crianças e adolescentes de 7 a 16 anos, em uma estrutura exclusiva em Porto de Galinhas. Durante toda a temporada, os acampados contam com seis refeições diárias, atividades esportivas, trilhas, oficinas, dinâmicas educativas, acompanhamento de equipe especializada e um ambiente seguro, acolhedor e planejado para proporcionar desenvolvimento, diversão e autonomia em cada detalhe da experiência Serviço Valores e condições de pagamento: @cialazer | 81 9.9242.7435

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