Rafael Dantas, Autor Em Revista Algomais - A Revista De Pernambuco - Página 5 De 444

Rafael Dantas

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Governo de Pernambuco e JetSMART lançam voo entre Recife e Buenos Aires

Companhia aérea low cost inicia operações no estado com quatro voos semanais e tarifas acessíveis Amanhã, 1º de julho, o Governo de Pernambuco e a companhia aérea JetSMART anunciam oficialmente uma nova rota internacional que conectará diretamente Recife a Buenos Aires. O lançamento do voo inaugural está marcado para às 11h, no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no balcão de check-in da JetSMART. Com quatro frequências semanais – às terças, quartas, sextas e domingos –, os voos partirão da capital argentina às 5h, com chegada prevista ao Recife às 10h20. A expectativa da empresa é transportar cerca de 57 mil passageiros no primeiro ano de operação, impulsionando o turismo internacional e a economia local. Reconhecida por seu modelo de baixo custo, a JetSMART é uma companhia aérea chilena que vem expandindo sua presença na América do Sul. Sua chegada ao estado representa uma nova alternativa de conectividade para os pernambucanos e um incentivo à maior competitividade no setor aéreo regional. Agenda – Voo inaugural Recife–Buenos Aires📅 Data: Terça-feira, 1º de julho de 2025🕚 Horário: 11h📍 Local: Aeroporto Internacional dos Guararapes – balcão de check-in da JetSMART

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STELLANTIS Funilaria Abril23

Indústria de Pernambuco ganha força e ocupa 2º lugar no Nordeste em valor da transformação

Fabricação de veículos lidera em receita, mas alimentos seguem como principal empregador no setor industrial do estado. Foto: Stellantis A Pesquisa Industrial Anual – Empresa (PIA-Empresa) do IBGE revelou que, em 2023, Pernambuco contava com 5.649 empresas industriais com cinco ou mais ocupados, empregando um total de 208.711 pessoas. A indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias se destacou na geração de receita, com 23,07% da receita líquida de vendas, enquanto a indústria de produtos alimentícios manteve a liderança em geração de empregos, com 34,69% das vagas no setor. Ao longo da última década, o número de trabalhadores na indústria pernambucana caiu 11,46%, o que representa uma redução de 27 mil postos de trabalho. No entanto, houve reação nos últimos anos: entre 2020 e 2023, o contingente de empregados aumentou 9,5%, refletindo a retomada da atividade após os impactos da pandemia. Segundo o gerente de Análise Estrutural do IBGE, Marcelo Miranda, “a Pesquisa Industrial Anual busca retratar as características estruturais do segmento empresarial da atividade industrial no país, que são informações relevantes para a análise e o planejamento econômico das empresas do setor privado e dos diferentes níveis de governo”. No ranking nordestino do Valor da Transformação Industrial (VTI), Pernambuco aparece em segundo lugar (22,7%), atrás apenas da Bahia (33,4%), que perdeu participação nos últimos anos. Desde 2014, Pernambuco ganhou 5,5 pontos percentuais, impulsionado pelo fortalecimento da indústria de petróleo, ao contrário da Bahia, onde esse segmento perdeu relevância. O Ceará ocupa a terceira posição no ranking da região, com 17,1%. As empresas industriais de Pernambuco geraram R$ 136,3 bilhões em receita líquida de vendas em 2023, sendo R$ 126,8 bilhões oriundos das indústrias de transformação e R$ 512 milhões das extrativas. Juntas, essas empresas desembolsaram cerca de R$ 8 milhões em salários, retiradas e remunerações. A pesquisa é uma ferramenta para compreender o desempenho do setor industrial no estado e subsidiar estratégias de desenvolvimento econômico.

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raul jungmann palestra

Do colapso à reconstrução: o que fazer diante do fracasso da segurança pública?

Raul Jungmann explica, no Pernambuco em Perspectiva, por que o Brasil precisa de um Sistema Nacional de Segurança Pública antes que o crime organizado vença. *Por Rafael Dantas | Fotos: Tom Cabral O Brasil corre o risco de se tornar um narcoestado. Ou seja, o poder do tráfico ilegal de drogas está avançando em território nacional no domínio de instituições legítimas do País, como no poder político, empresarial e em instâncias jurídicas. O alerta foi feito pelo ex-ministro da Segurança Pública e da Defesa, Raul Jungmann, e pelo consultor Francisco Cunha, durante o encontro Pernambuco em Perspectiva – Estratégia de Longo Prazo, nesta semana. O projeto é uma realização da Revista Algomais e da Rede Gestão, com patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil e do Governo Federal. Para conter a escalada da violência e enfrentar o domínio das facções, ele defende que todos os esforços devem partir da criação de um verdadeiro Sistema Nacional de Segurança Pública (Susp). Enquanto o crime organizado está distribuído em praticamente todo o território brasileiro e com atuação até em outros países, o combate ao tráfico está fragmentado nos sistemas estaduais de segurança pública. Jungmann explicitou na sua apresentação que, constitucionalmente, não há coordenação central da segurança pública no Brasil. Ela é de responsabilidade estadual, sem articulação nacional nem vinculação orçamentária. O papel dos municípios também não é mencionado nesse esforço de combate à violência.”O nosso sistema de segurança pública, que não é um sistema, é funcional à criminalidade, à violência e à insegurança do nosso País”, criticou Raul Jungmann.  Associado a isso, o crescimento acelerado do encarceramento tem retroalimentado o tráfico. Com a superlotação do sistema prisional e nenhuma expectativa de regeneração dessa população, é criado um ambiente propício à entrada de uma massa cada vez maior de brasileiros a serviço das facções. “Nós tiramos bandido da rua e o que é que acontece? O que acontece é que nós estamos engordando os exércitos do crime organizado, que nos violenta, sequestra e mata”, relatou. A quantidade de indivíduos privados de liberdade no Brasil em 2024, segundo dados da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais), é de aproximadamente 885 mil pessoas. Dez anos antes, esse número era de 622 mil. Trata-se da terceira maior população carcerária do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, que têm muito mais habitantes. Caso o ritmo de crescimento anual de 8,3% se mantenha, o País pode dobrar esse total até 2033. FORÇA ECONÔMICA DAS FACÇÕES Um estudo realizado pelo think tank Esfera Brasil estima que as facções criminosas podem movimentar até R$ 335 bilhões por ano apenas com o tráfico de cocaína no Brasil. O montante representa cerca de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) do País, evidenciando o poder econômico paralelo que sustenta o crime organizado. Além do tráfico de cocaína, as facções têm ampliado sua atuação para setores legais da economia brasileira. Essas organizações criminosas estão infiltradas em atividades como mineração, comércio de combustíveis, transporte público e mercado imobiliário, utilizando esses setores tanto para lavar dinheiro quanto para ocultar produtos de crimes. Ao todo, o estudo identificou 21 atividades com fluxos ilícitos em operação no Brasil, muitas delas com ramificações internacionais. “A degradação da segurança pública e o avanço do crime são fatores de grande impacto na realidade brasileira e estadual”, afirmou o consultor Francisco Cunha.  Ele mencionou, a partir de pesquisas e do noticiário, que as facções já controlam, por exemplo, mais de mil postos de gasolina no País. Um problema que tem chegado também ao Estado. “Segundo o presidente do sindicato dos postos de gasolina em Pernambuco, 30 postos já foram identificados como de propriedade do PCC”. Francisco Cunha alertou para a infiltração das facções não só no tráfico de drogas, mas em setores legais também. “A degradação da segurança pública e o avanço do crime são fatores de grande impacto na realidade brasileira e estadual”, afirmou. Essa influência financeira obtida a partir do tráfico e das atividades ilícitas permite às facções ampliar sua penetração em setores legais da economia, garantir a fidelidade de membros e aliados, e corromper agentes públicos. A combinação de recursos e controle fortalece o poder dessas organizações, dificultando ainda mais o enfrentamento da criminalidade no Brasil. RESISTÊNCIAS AO SUSP Apesar do risco que isso representa ao País, um fato dado nos diferentes grupos políticos que estiveram no Governo Federal é de que há o distanciamento – ou até a repulsa – ao envolvimento com essa pauta. Jungmann declarou no evento que governos de direita, centro e esquerda se esquivaram de puxar a bandeira do Susp. Diferentemente da Reforma Tributária, uma pauta complexa que avançou no Congresso Nacional graças à articulação conjunta dos estados, a agenda da segurança pública carece desse mesmo alinhamento de unidade política. O contexto de polarização vivido no Brasil contribui para esse desajuste.  “Há uma resistência pelo polo político. Nós temos eleição em 2026. Um governador de oposição, por exemplo, pode achar que isso pode ser uma vitória do governo central e não beneficia os projetos dele [e ser contrário ao SUSP]. Temos visto isso. A segunda resistência parte dos governadores e dos comandos policiais. Por quê? Porque temem a perda de poder”, sentenciou Jungmann. Essa disputa pelo poder é um fator importante que dificulta o avanço da unificação do sistema de segurança no Brasil. Porém, ele considera ser possível construir no debate público no Congresso Nacional uma solução mediada, que minimize os receios existentes hoje dos governadores e dos comandantes das forças policiais. A falta de um debate mais profundo sobre essa pauta, no entanto, impossibilita que sejam construídos consensos para a aprovação do Susp na Constituição. “Esse é um tema interdito. É um tema que vocês não vão ouvir falar sobre ele porque esse é um tema maldito. E ele é o coração das trevas daquilo que nós vivemos”, afirmou Jungmann. CAMINHO PARA APROVAÇÃO DO SUSP E EFEITOS ESPERADOS A constitucionalização do Susp precisa da aprovação via Proposta de Emenda à Constituição, com definição clara de competências e a garantia de

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16 fotos dos festejos de São João em Pernambuco Antigamente

Com a proximidade das datas juninas, selecionamos 16 imagens do São João no Recife e no interior em décadas passadas. Muitas quadrilhas, bandeiras, palhoças e bacamartes compõem o  cenário dos tradicionais festejos na região. As imagens são da Hemeroteca da Biblioteca Nacional, da Fundaj e de algumas prefeituras. Confira! De acordo com Hugo Menezes Neto, em sua dissertação, há registros de festas juninas ainda em 1857, mas que foram recusadas no Brasil Republicano. Apesar de abandonadas nos centros urbanos, as quadrilhas juninas nunca deixaram de acontecer no campo. Já no século 20, a modernização, o aumento da urbanização e diante do crescimento das migrações, essas manifestações culturais voltaram às práticas culturais brasileiras para não sair mais. Clique nas imagens para ampliar. . Noite do Bacamarte, em 1972, no Caxangá  (Hemeroteca da Biblioteca Nacional) . Festa Junina no Instituto Regina Coeli, no Espinheiro, nos anos 50. (Hemeroteca da Biblioteca Nacional) . Luiz Gonzaga no São João de 1956 (Hemeroteca da Biblioteca Nacional) .Quadrilha Junina em Olinda – Componentes da Quadrilha Flor do Abacate, atual Junina Forró Moderno, agremiação fundada em 1981, na Rua do Abacate, em Rio Doce (Foto da Página Olinda Antigamente, originalmente no livro nos Arraiais da Memória). .Festejos na Rua São Roque, na década de 70 (Foto: site Medium) .Palhoção no São João em Belo Jardim (Foto: site da Prefeitura Municipal de Belo Jardim) .O músico Pedro Raimundo, no Acordeon, veio a Pernambuco em 1955, para os festejos juninos, a convite da Rádio Tamandaré. (Hemeroteca da Biblioteca Nacional) . Bacamarteiros (Fundaj) . Fazendinha na Rua São Roque (Blog Paulo Nailson) . Quadrilha Junina olindense Pisa no Espinho, do Bairro do Rio Doce, nos anos 90 (Página Olinda Antigamente) . Quadrilha Kokota da Roça (Do arquivo Nos Arraiais da Memória) Festejos juninos no Recife antigamente, em 1989 (As imagens abaixo foram extraídas da Dissertação O Balancê no Arraial da Capital, de Hugo Menezes Neto) Quadrilha Truaka, em 1992, no Recife Quadrilha Deveras, no Recife, em 1992 Quadrilha Pelo Avesso, em 1990, no Recife Quadrilha Moderna Fuzarca, já em 2007, no Recife . Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com)

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CLD Janaina Pepeu Secom

CDL Recife celebra 65 anos destacando força do comércio local

Com mais de 8 mil associados, entidade reforça papel estratégico no desenvolvimento econômico da capital pernambucana. Fotos: Janaína Pepeu/Secom A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do Recife comemorou, nesta quinta-feira (19), seus 65 anos de atuação como uma das principais entidades de representação do comércio na capital e em Pernambuco. A celebração reuniu autoridades e lideranças do setor produtivo para marcar mais de seis décadas de contribuição ao fortalecimento do varejo local e à promoção da atividade econômica. Compromisso com os lojistas Com um universo de mais de 8 mil estabelecimentos associados, a CDL Recife tem papel ativo na defesa dos interesses dos lojistas e na articulação de parcerias institucionais. “Os 65 anos chegam com muita representatividade. Nós trabalhamos com o lojista, que é o nosso principal foco. Agradecemos as parcerias do Governo do Estado, principalmente a Polícia Militar, por meio da segurança, parceiro em todos os momentos”, afirmou o presidente da entidade, Fred Leal, que entregou um quadro comemorativo à governadora Raquel Lyra. Comércio como motor da economia Presente à cerimônia, a governadora destacou a força do setor de comércio e serviços em Pernambuco, bem como os investimentos públicos em infraestrutura e recuperação do Centro do Recife. “Pernambuco é terra de mascates, o comércio sempre foi um serviço muito forte na nossa região. Apesar de todas as adversidades, nosso setor de serviço e de comércio cresce, acompanhando aquilo que vem acontecendo no nosso estado ao longo dos últimos tempos”, declarou Raquel Lyra. Investimentos e crescimento do PIB Os dados recentes reforçam o bom momento vivido pelo setor. Apenas em 2024, Pernambuco investiu mais de R$ 2,8 bilhões, o que impulsionou um crescimento de 4,7% no Produto Interno Bruto (PIB), o maior dos últimos 15 anos. O ambiente favorável, segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, é resultado da aproximação com o setor privado e da modernização de processos que impactam diretamente o ambiente de negócios.

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Emanuele Cappellano Foto Leo Lara 2

“Queremos chegar a 100 sistemistas nos próximos anos”, afirma Emanuele Cappellano

Com o novo ciclo de investimento, a montadora projeta a ampliação da sua cadeia local de fornecedores O Polo Automotivo Stellantis em Goiana, Pernambuco, vive um momento de grande expansão estrutural e estratégica. Segundo Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, a empresa pretende ampliar significativamente o número de sistemistas locais, passando dos atuais 39 para 100 nos próximos anos. Essa expansão é parte do robusto ciclo de investimentos de R$ 13 bilhões, que reforça a importância da planta como um polo de inovação, geração de empregos e desenvolvimento socioeconômico na região. Como tem sido a implementação do novo ciclo de investimentos da empresa? Quais as principais novidades que ele tem promovido na empresa em Goiana? Com os R$ 13 bilhões em investimentos anunciados para o Polo Automotivo Stellantis Goiana (PE), a Stellantis avança em um novo ciclo estratégico, que contempla renovação do portfólio de produtos, desenvolvimento de tecnologias nacionais e expansão da cadeia local de fornecedores, com forte impacto em geração de empregos e inovação industrial. Recentemente, durante a comemoração dos 10 anos do Polo, foram confirmadas duas grandes novidades que integram esse novo ciclo: a chegada de uma nova marca ao portfólio da planta e o lançamento de seis novos modelos até 2030, incluindo o primeiro veículo equipado com a tecnologia Bio-Hybrid produzido em Goiana, a partir de 2026. Com isso, aceleramos rumo a um futuro promissor com novas marcas, produtos, e tecnologias híbridas. Além da geração de empregos, que é um impacto muito relevante para a sustentabilidade das cidades da região, como tem sido a relação da Stellantis com outros entes locais, como o poder público, organizações sociais ou mesmo empresas locais? A Stellantis mantém um relacionamento respeitoso e colaborativo com governos, organizações e empresas nas regiões nas regiões onde atua. Em Pernambuco, esse compromisso se concretiza por meio de parcerias institucionais voltadas ao desenvolvimento socioeconômico, à qualificação profissional, à inclusão produtiva e ao fortalecimento das cadeias locais. Além da geração direta e indireta de empregos, a companhia participa ativamente de iniciativas conjuntas com o poder público, como programas de formação técnica e apoio a políticas de desenvolvimento regional, contribuindo para o fortalecimento da indústria e para a criação de oportunidades sustentáveis. Também desenvolvemos ações de responsabilidade social em parceria com organizações locais, com foco em educação, cidadania, meio ambiente e empreendedorismo. Entre os projetos de destaque, estão: o Vem Pra Roda (Projeto de economia circular que transforma resíduos da indústria automotiva em produtos de moda sustentável. A iniciativa já reaproveitou cerca de 48 toneladas de materiais reutilizáveis do Polo Automotivo de Goiana), Programa de Biodiversidade de Goiana (Voltado à recuperação e conservação da Mata Atlântica, bioma nativo da região. O projeto acompanha toda a cadeia, desde a coleta de sementes até ações de educação ambiental, promovendo a preservação da fauna e flora locais junto às comunidades do entorno) e o Programa de Residência Tecnológica (Promove a capacitação de profissionais em áreas estratégicas da indústria automotiva em parceria com instituições de ensino e pesquisa). Em 2022, numa entrevista com Mateus Marchioro (plant manager da fábrica em Goiana), ele falou do plano de “passar dos 30 sistemistas que temos atualmente aqui para chegar a 50”. Quantos sistemistas estão em Pernambuco atualmente? Além de gerar empregos diretos e indiretos, a fábrica da Stellantis em Goiana também estimulou a criação de um ecossistema automotivo na Zona da Mata Norte de Pernambuco, atraindo fornecedores e ampliando a cadeia produtiva. O número de fornecedores locais cresceu de 22, em 2015, para 39, em 2025, com a perspectiva de atingir 100 nos próximos anos. Esse crescimento demonstra o impacto estrutural da Stellantis no território e o compromisso com o desenvolvimento econômico regional de longo prazo. Marchioro apontou entre os desafios: “desenvolver as pessoas de dentro do polo e buscar fortalecer a nossa identidade como polo na região”. Como é a política de desenvolvimento de pessoas da fábrica? Na Stellantis, o desenvolvimento das pessoas é um dos pilares centrais da nossa estratégia de longo prazo. Valorizamos nossos talentos internos e promovemos a formação contínua dos colaboradores, com foco na qualificação técnica, no crescimento profissional e na construção de uma cultura forte e integrada ao território onde atuamos. No Polo Automotivo de Goiana, temos o compromisso de fortalecer a identidade regional do time, promovendo o crescimento de profissionais locais. Esse compromisso se traduz em programas estruturados de capacitação, formação técnica, desenvolvimento de liderança, trilhas de carreira e incentivo à aprendizagem contínua, como o Rocket, que é um programa de aceleração de carreira para desenvolver futuros líderes da organização; o Plural Mentoring, que é um programa de mentoria interna para o compartilhamento de experiências, conhecimentos, orientações; e o Corporate Leadership Development Program, iniciativa global de desenvolvimento de liderança. Qual a produção da fábrica de Goiana em 2024 e qual a previsão para 2025? Em 2024, o Polo de Goiana produziu 233.513 veículos, consolidando-se como uma das unidades industriais mais produtivas e estratégicas da companhia na América do Sul. A expectativa para 2025 é superar esse volume, acompanhando o bom desempenho da fábrica no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, já foram produzidas 56.972 unidades, representando um crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2024. Esse avanço reflete o impacto positivo do novo ciclo de investimentos e a maior demanda por modelos produzidos em Goiana. A perspectiva é de crescimento sustentado da produção ao longo do ano, alinhado à estratégia da Stellantis de atender aos mercados nacional e internacional com um portfólio competitivo e diversificado. Como estão as exportações? Com o novo ciclo de investimentos deve crescer? As exportações do Polo Automotivo Stellantis de Goiana seguem em ritmo crescente e refletem o fortalecimento da presença internacional da companhia. Em abril, a planta registrou seu maior volume mensal de embarques desde a inauguração, em 2015, com 7.194 unidades exportadas. No acumulado entre janeiro e abril de 2025, foram 17.479 veículos exportados, o que representa um aumento de 38,8% em relação ao mesmo período de 2024. Esse desempenho reforça não apenas

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marilan

Marilan celebra cinco anos em Pernambuco e anuncia expansão do portifólio

Com 400 colaboradores, fábrica lança panetone exclusivo e cracker adaptado ao paladar nordestino; produção deve crescer até 19% no segundo semestre A unidade do Grupo Marilan em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, completou cinco anos de operação consolidando seu papel estratégico na expansão da marca no mercado nordestino. Para marcar o aniversário, a empresa anunciou a produção de dois novos itens desenvolvidos com foco no consumidor regional: o Marilan Cream Cracker Nordeste e o Panettone Bello Forno, este último criado exclusivamente para o público da região. Expansão com geração de empregos Com um portfólio nacional de mais de 200 produtos, a companhia reafirma sua aposta na planta pernambucana como base de crescimento e inovação. “Para o futuro, nossa expectativa é manter um ritmo consistente de crescimento, com a expansão da área construída, explorando novos segmentos e categorias de produtos, além de fortalecer ainda mais nossa presença no mercado”, destacou o diretor-presidente Rodrigo Garla durante evento comemorativo, com presença de autoridades estaduais e representantes do setor industrial. Fábrica estratégica no Nordeste A fábrica de Igarassu já conta com quatro linhas de produção e emprega 400 pessoas diretamente. Durante o pico de vendas de panetones, no segundo semestre, o quadro deve crescer em até 19%, impulsionado pela produção da linha Bello Forno, voltada ao mercado nordestino. Outro destaque é o Cracker Nordeste, que apresenta sabor mais tostado e salgado, adaptado ao gosto local, sendo fabricado exclusivamente em Pernambuco. Capacidade produtiva e infraestrutura Inaugurada em 2020, a planta Iracema Fontana Garla abastece os mercados do Norte e Nordeste, com capacidade anual de 30 mil toneladas de biscoitos e 3 milhões de panetones e pascoattones. A unidade ocupa 30 mil m² de área construída em um terreno de 250 mil m² e tem sido essencial para ampliar a capilaridade do grupo na região. Com sede em Marília (SP), o Grupo Marilan está presente em mais de 70% dos lares brasileiros e exporta para mais de 30 países. A empresa, que completou R$ 3 bilhões de faturamento em 2024, conta hoje com cinco fábricas no Brasil e 4,5 mil colaboradores.

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Scopo Empreendimentos Alvorada Boa Viagem

Jovem construtora lança novo projeto enquanto se prepara para primeira entrega

A Scopo Empreendimentos, é uma construtora que em apenas três anos de atividade já demonstra grande dinamismo, com a construção de seu mais novo projeto imobiliário: o Shopping View Rooftop. O empreendimento, que promete ser um marco no valorizado bairro de Boa Viagem, no Recife, oferecerá apartamentos studio (um quarto) e dois quartos. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$88,5 milhões, o Shopping View Rooftop está localizado na Rua Jorge Couceiro da Costa Eiras, a apenas dois minutos do Shopping Center Recife. Lançado em março deste ano e com obras em andamento, o projeto tem previsão de entrega para dezembro de 2028. Seu diferencial é um rooftop de dois andares com vista panorâmica de 360 graus, que concentrará todas as opções de lazer do empreendimento. O valor dos apartamentos partem de R$222 mil (studio) e R$499 mil (2 quartos), com a opção de financiamento na planta pela Caixa Econômica Federal. “Nossa ideia é conceber cada empreendimento para ser a melhor moradia, onde a localização estratégica se encontra com a modernidade e funcionalidade do projeto. Não queremos construir simples residências. Estamos determinados a criar comunidades que ofereçam um estilo de vida completo, adaptado às necessidades e desejos das pessoas” – Raimundo Souza Neto, CEO da Scopo Empreendimentos. Além do ambicioso Shopping View Rooftop, a jovem Scopo Empreendimentos se prepara para um marco importante: a entrega de seu primeiro projeto no fim deste ano. Trata-se do Alvorada Boa Viagem, um empreendimento com 288 unidades, financiado pela faixa 3 do programa Minha Casa, Minha Vida. Localizado na Antônio Falcão, o Alvorada Boa Viagem contará com cerca de 16 itens de lazer, consolidando a atuação da Scopo no mercado e seu compromisso em oferecer moradia de qualidade.

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natura gravata

Natura amplia presença no São João com destaque para Pernambuco

Pelo segundo ano consecutivo, a Natura é patrocinadora oficial do São João em Campina Grande (PB), e expande sua participação nas festas juninas em cidades estratégicas do Nordeste. Em Pernambuco, a marca marca presença em Gravatá, importante polo turístico do interior durante o período junino, fortalecendo sua conexão com o mercado local e com a cultura popular. A ação integra a estratégia da marca de associar suas fragrâncias e produtos à memória afetiva e às tradições regionais. Além de Gravatá, a Natura está presente também em Santo Antônio de Jesus e Itabuna (BA) e em São Luís (MA), onde une o São João ao Bumba Meu Boi. As ativações incluem experiências sensoriais, espaços instagramáveis, distribuição de brindes e testes de produtos. Lançamentos temáticos com foco em afeto e identidade Entre os destaques da temporada estão dois lançamentos: a linha Tododia Maçã Caramelada & Baunilha, inspirada na maçã do amor, e o perfume Humor Envolve, que chega com identidade visual exclusiva assinada pela artista alagoana Melina Farias, traduzindo o espírito do São João em arte. Ambos reforçam a estratégia de sazonalidade e conexão emocional com os consumidores. Nordeste como mercado prioritário Segundo Julia Ceschin, head da marca Natura e marketing estratégico no Brasil, “o Nordeste é um mercado prioritário para a Natura” e o São João oferece uma oportunidade única para se aproximar do público e fortalecer laços com a cultura local. A atuação em Pernambuco exemplifica esse compromisso, com ativações que integram produto, identidade regional e experiência sensorial em um só movimento de branding. Melina Farias assina identidade visual da campanha junina da Natura A identidade visual da campanha de São João da Natura em 2025 foi assinada pela artista, ilustradora e designer Melina Farias, natural de Alagoas. Reconhecida por seu traço delicado e expressivo, Melina criou ilustrações exclusivas que estampam as embalagens dos produtos e as ativações da marca, incorporando elementos típicos das festas populares do Nordeste, como bandeirolas, fogueiras, dançarinos e referências ao forró. Sua arte traduz com sensibilidade o espírito junino, conectando território, tradição e sensorialidade de forma vibrante, afetiva e contemporânea, fortalecendo o elo entre a marca e a cultura regional. Natura é eleita a marca que mais representa a identidade brasileira A Natura foi apontada como a marca que melhor expressa a identidade do Brasil, segundo a edição 2025 da pesquisa “Brasilidades”, realizada pela MindMiners com 2.400 entrevistados. O estudo destacou a força, a resiliência e a felicidade como características marcantes do povo brasileiro, além da importância da natureza para o imaginário nacional. Reconhecida também como líder em beleza e cosméticos na América Latina pelo Euromonitor International, a Natura foi citada como a marca mais representativa em quatro das cinco regiões do país, incluindo o Nordeste.

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Queiroz

Nova fase do Queiroz Cavalcanti marca aposta em soluções jurídicas para negócios

Escritório inaugura unidade no RioMar Trade Center e reúne mais de 100 profissionais em áreas estratégicas do Direito Empresarial Com 27 anos de atuação e presença nas regiões Nordeste, Norte e Sudeste, o Queiroz Cavalcanti Advocacia inicia um novo capítulo em sua trajetória. A inauguração de sua nova unidade, na Torre 5 do RioMar Trade Center, no bairro do Pina (Recife), consolida a estratégia de posicionamento do escritório como parceiro jurídico das empresas na tomada de decisões complexas. A estrutura será dedicada a soluções integradas nas áreas Empresarial, Tributária, Imobiliária, Ambiental, Marítima e Portuária, Negócios Internacionais e Trabalhista. Mais de 100 profissionais atuarão no novo endereço, que se soma à sede do Espinheiro, voltada ao contencioso estratégico e de volume. A iniciativa acompanha o movimento de modernização do setor jurídico, em que a advocacia se reposiciona como ferramenta de inteligência para os negócios – cada vez mais conectada a um ambiente empresarial dinâmico, regulado e globalizado. “Mantemos nossa base sólida e avançamos com uma atuação cada vez mais conectada à realidade das empresas”, afirma Manuela Moura, sócia-diretora do escritório.

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