Arquivos Cultura E História - Página 4 De 362 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

Cultura e história

Fortaleza 2024 Foto Arthur Henrique

Bruno Hrabovsky estreia turnê “Rock ao Piano – 1975” no Recife

Pianista curitibano abre nova fase do projeto no Teatro de Santa Isabel com releituras de clássicos do rock. Foto: Arthur Henrique O pianista Bruno Hrabovsky escolheu o Recife para a estreia de sua nova turnê, “Rock ao Piano – 1975”, uma celebração aos 50 anos de lançamentos icônicos do rock mundial. O espetáculo acontece nos dias 21 e 22 de março, às 20h, no Teatro de Santa Isabel. Conhecido por transformar grandes sucessos do rock em interpretações ao piano, o curitibano retorna à capital pernambucana após três apresentações esgotadas no mesmo palco. O concerto reúne um repertório que passeia por diferentes estilos do rock, trazendo versões instrumentais de clássicos lançados em 1975. Entre as músicas escolhidas, estão “Wish You Were Here” (Pink Floyd), “Bohemian Rhapsody” (Queen) e “Houses of the Holy” (Led Zeppelin). Nesta edição, Hrabovsky também inclui homenagens a artistas brasileiros, como Raul Seixas, com “Tente Outra Vez”, e Rita Lee, com “Ovelha Negra”. A apresentação será realizada no piano Steinway do Teatro de Santa Isabel, sem amplificação ou efeitos, recriando a experiência de um concerto erudito. Os ingressos estão disponíveis antecipadamente online, e, caso restem bilhetes, também poderão ser adquiridos na bilheteria do teatro nos dias do evento. Após o espetáculo, o artista atenderá o público e disponibilizará produtos exclusivos do projeto, como CDs e camisetas. Serviço:📍 Rock ao Piano – 1975, com Bruno Hrabovsky📅 Quando: 21 e 22 de março, às 20h📌 Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio, Recife)🎟️ Ingressos: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia) | Camarotes a partir de R$ 60🔗 Vendas antecipadas online

Bruno Hrabovsky estreia turnê “Rock ao Piano – 1975” no Recife Read More »

Mary Del priore

Mary Del Priore analisa a relevância de Gilberto Freyre no mundo contemporâneo

Os 125 anos de Gilberto Freyre: como suas ideias sobre identidade, cultura e mestiçagem permanecem atuais No ano em que se comemoram os 125 anos de nascimento de Gilberto Freyre, seu legado segue vivo e provoca debates sobre identidade, cultura e sociedade. Autor de obras fundamentais para a compreensão do Brasil, Freyre antecipou questões que hoje ganham ainda mais relevância, como a mestiçagem, a interdisciplinaridade na produção acadêmica e a fluidez das relações raciais e sociais no país. Para discutir a atualidade de suas ideias e os desafios de sua interpretação no presente, conversamos com a historiadora Mary Del Priore, especialista na história da vida privada e da cultura no Brasil. Na entrevista, Del Priore destaca a visão inovadora de Freyre, que rompeu com paradigmas acadêmicos de sua época ao unir história, antropologia e literatura na análise da sociedade brasileira. Além disso, comenta como o sociólogo antecipou fenômenos globais, como a diversidade resultante das migrações e os desafios da identidade nacional em um mundo cada vez mais interconectado. Quais os temas que Gilberto Freyre escreveu e discutiu na sua época que a Sra considera mais vanguardistas e permanecem atuais?  Autor da obra fundamental sobre a cultura brasileira, GF antecipou um tema de grande relevância atual: a mestiçagem, agora visível em todo o mundo. A globalização, o capitalismo e as migrações Sul-Norte transformaram os países que, no século XVI, colonizaram o Oriente e as Américas. Embora hoje tentem fechar fronteiras e erguer muros, é tarde demais: as novas gerações de imigrantes estão mestiçando a Europa e a América do Norte. Essa diversidade é evidente nos esportes, na mídia, nas Forças Armadas, nas artes, na política e nas Academias. Há “morenos”, café-créme, mixed-blood, mestizos, misticci, mischling. Eles consomem alimentos estrangeiros, dançam ritmos variados, vestem-se e se penteiam inspirados pelo Outro, adotam costumes e crenças antes desconhecidos por seus avós. Essa miscigenação, pioneiramente descrita por GF, é hoje chamada de globalização. No entanto, os wokistas veem a mestiçagem como “estupro”, ignorando deliberadamente os estudos de milhares de historiadores que, como mostrou GF, confirmam a importância da mestiçagem, evidente desde 1872, quando o primeiro censo do Império registrou mais pardos (mestiços) do que brancos. As mestiçagens biológicas e culturais são fatos históricos indiscutíveis e continuam a moldar o mundo, não podendo ser ignoradas. Acerca da forma dos seus textos e dos espaços que ele ocupou no debate público, a Sra observa que houve inovação também por parte de Gilberto Freyre? Imenso estilista da palavra, introdutor de poesia e humor em seus textos, GF é autor de um livro irresistível não apenas pela riqueza de informações e documentos, mas também pela beleza de sua escrita. Já em 1933, ele antecipou abordagens que só se tornaram populares a partir dos anos 1980: a antropologia histórica e a história da vida privada. Ao aproximar a antropologia social e cultural da história, da literatura e das artes, inaugurou uma nova categoria de saber. GF foi um pioneiro da interdisciplinaridade entre nós, privilegiando estudos sobre temas como família, casamento, culinária, moradia, sexualidade, crenças, entre outros. Contudo, a atual formação monodisciplinar de muitos cientistas sociais não permite apreciar seu pioneirismo em focar a intimidade e o cotidiano como espaços de contradições e permanências na vida de um povo. Em pleno 2025, a Sra destacaria alguma ou algumas reflexões propostas por Gilberto Freyre que não são ainda bem conhecidas ou discutidas pela sociedade? Que aspectos da obra dele merecem uma maior atenção na sociedade contemporânea? Gilberto Freyre destacou temas que merecem atenção, entre eles o despotismo e o mandonismo ainda presentes. No entanto, considero fundamentais seus estudos sobre o pardo e o mestiço, que desconstroem a falácia de que o Brasil é negro e branco, como nos EUA. De acordo com o último Censo do IBGE de 2022, os pardos representam 45,3% da população. Gilberto Freyre pioneiramente narrou a história da mobilidade social deste povo “junto e misturado”. A consolidação do modelo binário que separa “brancos” e “negros” ocorreu nos anos 1990, quando pesquisadores do IPEA, adotaram essa categorização. Em vez de utilizarem a nomenclatura "não brancos", eles optaram por agrupar pretos e pardos sob o termo "negros", em consonância com as demandas do Movimento Negro. O resultado foi o aumento do número de “negros” no censo de 2000. A decisão foi absurda, pois o Brasil nunca foi uma nação birracial como os Estados Unidos, onde uma gota de sangue negro define a identidade racial da pessoa. O convívio fluido e sem barreiras descrito por Gilberto Freyre foi substituído por uma cultura de ódio e desconfiança, alimentada por interpretações apressadas e radicais de movimentos contemporâneos.

Mary Del Priore analisa a relevância de Gilberto Freyre no mundo contemporâneo Read More »

125 anos de Gilberto Freyre: o olhar pioneiro do Mestre de Apipucos

O sociólogo pernambucano antecipou debates da atualidade sobre temas como ecologia, globalização, o valor cultural da gastronomia e a urbanização *Por Rafael Dantas Autor de mais de 80 publicações que explicam o Brasil e o Nordeste, Gilberto Freyre completaria neste mês 125 anos. O Mestre de Apipucos teve uma trajetória intelectual marcada por antecipações de debates que em nossos dias seguem na agenda pública do País. As discussões ecológicas, os desafios do desenvolvimento urbano, a questão racial, entre tantas outras, estiveram em seus livros e artigos. Análises que mobilizam pesquisadores de vários lugares do mundo e que seguem contribuindo para o pensamento crítico no Brasil, mesmo muitas décadas após sua escrita. O mais famoso livro de Freyre, Casa Grande & Senzala, foi escrito quando ele era ainda um jovem pesquisador com pouco mais de 30 anos. Ele deixou outros clássicos que confundem os admiradores da sua obra sobre o mais apreciado, como Nordeste, Açúcar e Sobrados e Mucambos. Até a sua terceira idade, o sociólogo publicou vorazmente. Além dos livros, seu pensamento estava impresso em jornais, com destaque para o Diario de Pernambuco, onde escreveu por décadas. Fernando Freyre Filho, presidente da Fundação Gilberto Freyre, revela que, além das publicações que o avô fez em vida, ele deixou ainda quase uma dezena a ser publicada após a sua morte. Além disso, a fundação tem lançado coletâneas e versões em quadrinhos dos seus clássicos. Porém, mais que volumosa, a obra de Gilberto Freyre tratava de temáticas que explodiriam no debate público anos e até décadas depois. A pauta ecológica, que está diariamente nos jornais brasileiros e mundiais, era assunto dos artigos e publicações do sociólogo, mesmo na primeira fase da sua longa vida de escritor. Contrapondo-se a uma visão de precariedade e diminuição da região, que ainda está em desconstrução no País, em Nordeste (1937), Gilberto Freyre não nega os desafios da seca mas reivindica o reconhecimento dos valores naturais locais e reafirma o papel econômico do setor sucroalcooleiro para o País. Mais que isso, aponta um olhar muito peculiar da posição regional como berço da história nacional. “Porque através daqueles dias mais difíceis de nação da civilização portuguesa nos trópicos, a terra que primeiro prendeu os luso-brasileiros, em luta com outros conquistadores, foi essa de barro avermelhado ou escuro. Foi a base física, não simplesmente de uma economia ou de uma civilização regional, mas de uma nacionalidade inteira”. Além do olhar para o valor do solo massapê, o sociólogo discute questões ambientais e, especialmente, de trabalho do homem que movia a economia da época. Ele não alivia as críticas às péssimas condições de trabalho, de moradia e de alimentação. Chega a afirmar em Nordeste que as condições da jornada laboral de sua época representavam “talvez um trabalho mais penoso do que no tempo da escravidão. Porque os senhores de terras de cana e os armazenários de açúcar dispõem hoje de menor número de trabalhadores para o esforço agrícola” Quase 100 anos depois, é difícil não fazer pontes entre esses debates, circunscritos aos trabalhadores braçais da época, com discussões contemporâneas relacionadas à qualidade de vida profissional, redução de jornadas, burnout, entre outras pautas econômicas e laborais. Mencionando vários pesquisadores da época, Freyre descreve teorias que afirmam que o menor desenvolvimento físico e até produtivo do homem na época tinha relação com aspectos como má saúde pública, má alimentação, má dormida, entre outros. Ao mencionar trabalhos de médicos brasileiros do Século 19, o sociólogo chega a relacionar os problemas de saúde da população com a destruição das matas e a falta de cuidado na conservação dos animais. A diretora executiva da Fundação Gilberto Freyre, Jamille Barbosa, destaca que o Mestre de Apipucos teve uma contribuição relevante sobre a ecologia, especialmente nas relações do homem com a natureza. “Ele tratou de uma ecologia mais humana. Não é aquele conceito de meio ambiente sacralizado, idealizado. Ele queria realmente estudar esse meio ambiente que é afetado pelo homem e esse homem que é afetado pelo meio ambiente. De que forma esse meio ambiente condicionou a forma do ser humano de estar, de se alimentar, de conviver. Isso é muito presente na obra de Gilberto. Bem como da forma que esse homem vai afetando negativamente esse meio ambiente”, afirmou Jamille. Mais do que escrever e refletir sobre o convívio harmônico com a natureza, ele vivenciou isso no seu sítio em Apipucos, que abriga a Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre. Toda a área verde no entorno da residência é vista pela pesquisadora como uma forma do sociólogo colocar em prática o que ele defendia nos livros e artigos. Em um momento que o mundo se volta para a adaptação às mudanças climáticas e discute o impacto do ser humano no meio ambiente, muitas reflexões e preocupações do pensador pernambucano permanecem atuais. Pesquisador da obra de Freyre, Anco Márcio Tenório Vieira, professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE, aponta dois pioneirismos da obra do pensador pernambucano. “O primeiro, é um tema que perpassa toda a obra de Freyre e que foi relevada ao seu tempo, mas que hoje, na nossa contemporaneidade, é a principal pauta destas primeiras décadas do Século 21: a ecologia e a economia autossustentável. Freyre foi um crítico contumaz do modelo de progresso que orientou e vinha orientando o mundo ocidental e ocidentalizado e um defensor incansável da economia autossustentável, de soluções ecológicas no campo urbanístico, da arquitetura e da construção civil, da moda, da produção de alimentos, da industrialização”. O segundo pioneirismo destacado pelo docente da UFPE diz respeito ao conceito de regionalismo. “Freyre vai pensar o Brasil a partir das regiões, das suas especificidades sociais, econômicas, culturais, religiosas, ecológicas etc. Freyre vai assentar o seu conceito de regionalismos em cima da tríada Tradição, Região, Modernidade; Tradição, Região, Modernismo; ou Tradição, Região, Modernização”. Anco Márcio explica que, para Freyre, a tradição era o conjunto de experiências sociais, estéticas e culturais originadas das influências lusas, ibéricas, africanas e ameríndias. Essas influências se miscigenaram e se transformaram ao longo do tempo, dando origem

125 anos de Gilberto Freyre: o olhar pioneiro do Mestre de Apipucos Read More »

coco negras

Coco Negras e Negros do Leitão Lança EP "Coisa de Cinema"

Grupo homenageia a cultura quilombola com novas canções em projeto audiovisual. O grupo Coco Negras e Negros do Leitão apresenta seu novo EP intitulado "Coisa de Cinema", já disponível em link. Composto por seis faixas, sendo quatro inéditas e duas regravações, o projeto foi desenvolvido a partir de um desafio do produtor Leonardo Lemos, que incentivou os integrantes a criar músicas para os curtas "No Leitão Onde Estiver" e "Leitão da Carapuça: um século de Resistência", ambos dirigidos por Luiz Galdino. As novas canções retratam a vivência e a força da cultura quilombola, como em "Isso é coisa de Cinema", que celebra o cotidiano, e "Não deixe o Coco Acabar", que clama pela continuidade da tradição. Outras faixas, como "Dona da Casa" e "Meu Mamão", são clássicos do repertório do grupo, enquanto "Águas do Rio Pajeú" presta homenagem ao Rio do Pajé, berço de seus ancestrais. Gravado em Afogados da Ingazeira, o EP conta com a produção executiva de Leonardo Lemos e a direção musical de Isabella Brito, entre outros colaboradores. O lançamento reforça o compromisso do grupo em valorizar e disseminar a rica cultura do samba de coco e a tradição quilombola. Serviço: Lançamento do EP "Coisa de Cinema" do Coco Negras e Negros do Leitão Local: Online, acessível pelo link: Coco Negras e Negros do Leitão - Coisa de CinemaDescrição: O grupo Coco Negras e Negros do Leitão apresenta seu novo EP "Coisa de Cinema", que conta com seis faixas, incluindo quatro inéditas e duas regravações. O projeto homenageia a cultura quilombola e foi desenvolvido para os curtas "No Leitão Onde Estiver" e "Leitão da Carapuça: um século de Resistência". As canções celebram a vivência do cotidiano, a continuidade das tradições e a força da cultura afro-brasileira.

Coco Negras e Negros do Leitão Lança EP "Coisa de Cinema" Read More »

Telmo Santiago credito Arnaldo Carvalho

Agenda Cultural da semana recheada com programações sobre o Dia da Mulher e ainda de Carnaval

RioMar Recife celebra o Dia da Mulher com show gratuito em tributo a Alcione No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o RioMar Recife apresenta uma programação especial com um show tributo a Alcione, prometendo encantar o público com sucessos da diva do samba nacional. A apresentação, realizada por Telmo Santiago, acontece às 19h na Praça de Alimentação, no Piso L3, com acesso gratuito. O repertório incluirá clássicos como “Meu Vício é Você”, “Você me vira a cabeça”, “Meu ébano” e “Estranha loucura”, destacando a influência de Alcione na carreira de Telmo Santiago, que começou sua trajetória solo em 2014 com um CD em homenagem à rainha do samba. Para mais informações sobre a programação do shopping, os visitantes podem acessar o App RioMar Recife, disponível para download gratuito. CineMaterna exibe "Ainda Estou Aqui" no RioMar Recife em sessão especial para famílias Na próxima terça-feira, 11 de março, às 14h10, o CineMaterna apresenta o filme “Ainda Estou Aqui” na Cinemark do RioMar Recife. Esta sessão é especialmente voltada para famílias com bebês de até 18 meses, mas crianças acima dessa idade e seus acompanhantes também são bem-vindos. As sessões do CineMaterna oferecem uma experiência única, com trocadores na sala, estacionamento para carrinhos, som reduzido e ambiente levemente iluminado, proporcionando conforto e segurança para as famílias. As 10 primeiras famílias com bebês nessa faixa etária ganham ingressos cortesia, e os bebês até 2 anos têm entrada gratuita. Além de assistir ao filme, as famílias podem participar de um bate-papo descontraído após a exibição, fortalecendo a rede de apoio entre pais. Prêmio Tacaruna Mulher 2025 homenageia pernambucanas de destaque O Shopping Tacaruna promove, no dia 13 de março, a cerimônia do Prêmio Tacaruna Mulher 2025, que reconhece mulheres que se destacam por suas contribuições à sociedade. A premiação celebra trajetórias de impacto em nove categorias, como Comunicação, Educação, Cultura, Saúde e Economia. O evento será realizado no UCI Kinoplex Tacaruna, com coquetel exclusivo para convidados. Entre as homenageadas deste ano estão Adélia Souza (Medicina e Saúde), Alessandra Nilo (Ação Social), Ângela Belfort (Comunicação) e Isabella de Roldão (Política, Economia e Negócios). As vencedoras receberão o Troféu Feminilidade, criado pela artista plástica Margot Monteiro. Shopping Guararapes celebra o Dia da Mulher com show gratuito de Erica Natuza No Dia Internacional da Mulher, o Shopping Guararapes promove um tributo às grandes vozes femininas da música brasileira com um show especial de Erica Natuza, no dia 8 de março, às 19h, na Praça de Alimentação. O evento gratuito faz parte da programação em homenagem às mulheres. No repertório, clássicos de Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Marisa Monte, Rita Lee, Ivete Sangalo, entre outras artistas que marcaram gerações. Finalista do The Voice Brasil 2018, Erica Natuza promete emocionar o público com sua voz marcante e interpretações envolventes. Exposição celebra mulheres inspiradoras de Carpina com programação especial O Shopping Carpina promove, de 08 a 16 de março, a exposição "Mulheres de Carpina – Histórias que inspiram, conquistas que transformam", em homenagem a figuras femininas que fazem a diferença na cidade. O evento, realizado em parceria com a Prefeitura de Carpina e o Sebrae Pernambuco, contará com feira de artesanato, palestras, workshops e rodas de conversa, destacando o impacto das mulheres na cultura, política, empreendedorismo e outras áreas. A abertura oficial acontece no Dia Internacional da Mulher (08/03), às 18h30, com show da cantora Rayanne Lima. A entrada é gratuita e a programação completa pode ser acompanhada nas redes sociais do Shopping Carpina. Home Center Ferreira Costa celebra o Dia Internacional da Mulher com programação gratuita em Recife Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Home Center Ferreira Costa, localizado na R. Cônego Barata, 275 - Tamarineira, Recife - PE, preparou uma programação especial com atividades gratuitas para suas clientes no próximo sábado, 8 de março. A programação inclui uma palestra sobre Inteligência Emocional com a pedagoga Betânia Cantalice, das 09h às 11h no auditório do 4º andar, que abordará como lidar com as emoções no dia a dia, acompanhada de um café da manhã. As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelo link da Sympla. Além da palestra, as clientes poderão aproveitar serviços gratuitos de penteados e maquiagens clássicas, das 11h às 14h, no 3º andar, em frente ao bordado, atendendo por ordem de chegada. Essa programação foi pensada para proporcionar momentos de aprendizado e autocuidado, celebrando a força e a beleza feminina. A Ferreira Costa convida todas a participar dessa celebração especial. Gravatá Prolonga o Carnaval com a Edição Especial do Tardes no Polo neste Sábado (8/3) Neste sábado, 8 de março, Gravatá dará início ao calendário de 2025 do projeto Tardes no Polo, estendendo as festividades de Carnaval em uma celebração vibrante no Polo Moveleiro. O evento, que ocorrerá das 16h às 21h, contará com uma orquestra de frevo, cortejos com passistas e bonecos gigantes, além de apresentações musicais em três minipalcos. Agremiações locais, como o Rosa Amarela e o Bloco Zé Pereira, prometem animar a festa, que também incluirá uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, com um palco dedicado a cantoras da região. Com atividades para todas as idades, o Tardes no Polo é uma iniciativa da Prefeitura de Gravatá, reafirmando a cidade como um destino cultural pulsante do interior pernambucano. O evento é gratuito e aberto ao público. Festival Recife Capital do Brega anima o Marco Zero com mais de 30 artistas nesta sexta (7) O Festival "Recife Capital do Brega" acontece hoje, a partir das 16h, no Marco Zero, reunindo mais de 30 artistas para a gravação de um especial da TV Globo. A programação, que durará mais de seis horas, celebra o brega como uma manifestação cultural que representa a identidade do Recife. A Prefeitura do Recife está promovendo uma infraestrutura completa, com ações de saúde, trânsito e acessibilidade, garantindo um evento seguro e organizado para o público. Entre as atrações confirmadas estão Anderson Neiff, Michelle Melo, Dany Miller e MC Tróia, entre outros. A festa contará com uma estrutura adequada, incluindo acessibilidade, intérprete de

Agenda Cultural da semana recheada com programações sobre o Dia da Mulher e ainda de Carnaval Read More »

maracatu

Iphan promove oficinas para capacitação em projetos de preservação cultural

Iniciativa visa fortalecer a captação de recursos e execução de projetos em defesa do patrimônio imaterial. Foto: Divulgação O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) inicia, no dia 11 de março, um ciclo de oficinas voltado à elaboração de projetos culturais para a preservação e salvaguarda do patrimônio brasileiro. A primeira edição ocorrerá em Recife (PE), na Faculdade de Ciências de Administração de Pernambuco da Universidade de Pernambuco (FCAP/UPE), das 18h às 22h. A iniciativa busca capacitar produtores culturais, educadores, comunidades tradicionais e demais agentes envolvidos na proteção do patrimônio cultural. As oficinas atendem a uma demanda crescente de detentores de saberes e práticas culturais reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil, como o Frevo, o Ofício dos Mestres de Capoeira e as Matrizes Tradicionais do Forró. Além de promover a capacitação, a ação visa ampliar o acesso a recursos por meio de editais públicos e privados, leis de incentivo e programas como a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). O ciclo será conduzido por Clara Marques, produtora cultural e coordenadora-geral de Fomento e Economia do Patrimônio no Iphan. Segundo a organização, as oficinas são abertas a todos os interessados e garantem certificado de participação. As inscrições devem ser realizadas on-line. Serviço 📍 Oficina de Elaboração de Projetos Culturais de Preservação e Salvaguarda do Patrimônio📅 Data: 11 de março de 2025⏰ Horário: 18h às 22h📍 Local: Auditório João Coutinho, FCAP/UPE – Av. Sport Club do Recife, 252, Madalena, Recife-PE🔗 Inscrições: http://bit.ly/OficinaIphan

Iphan promove oficinas para capacitação em projetos de preservação cultural Read More »

carnaval glitter lantejoulas

Carnaval além da rua: a influência da festa na cultura pernambucana

As cores, os movimentos e a alegria da folia inspiram a literatura, as artes plásticas, o cinema e até a moda em Pernambuco. *Por Rafael Dantas Pernambuco é o berço de um ciclo carnavalesco que repercute muito além das suas fronteiras. O som e as danças do frevo, do maracatu, dos caboclinhos e de uma infinidade de outras manifestações culturais e brincantes movimentam milhões nos dias da folia. Porém, além dos festejos típicos do período, as cores e signos do Carnaval influenciam bastante as demais artes pernambucanas, como na literatura, no cinema e nas artes plásticas. “O Carnaval é uma celebração viva, latente, orgânica, que inspira e molda nossa forma de ver e compreender o mundo. Na literatura, por exemplo, temos muitos nomes que traduziram as nossas expressões culturais em verso e prosa”, afirma o historiador e professor da Universidade de Pernambuco, Mário Ribeiro dos Santos. A partir dessa percepção, ele destaca, por exemplo, que a força dessa festa se espraia pelo mundo das letras e na pintura, não apenas das canções carnavalescas e dos adereços e decorações que caracterizam as pessoas e as cidades na festa momesca. Ele enumera entre os grandes nomes que conseguiram costurar sua escrita com os ritmos e balanços da folia os escritores Solano Trindade, nascido no Bairro de São José, e Inaldete Pinheiro, natural do Rio Grande do Norte, mas radicada no Recife há mais de seis décadas. “Nas obras de Solano Trindade encontramos referências ao maracatu, ao samba, ao frevo, ao boi bumbá; a personagens como: Bastião, Mateus, Dama do Paço… Muitas são as referências que podemos encontrar nos seus poemas. Inaldete Pinheiro nos presenteia com abordagens empretecidas potentes, aproximando o leitor, por meio da literatura, de temas como racismo, identidade, ancestralidade, cultura afro-brasileira e resistência”. Os clássicos da literatura pernambucana também deixaram os passos da folia em seus escritos. Em distintas décadas e observando a festa por ângulos diferentes, os poetas e amantes do Carnaval registraram suas experiências e sentimentos pelos arlequins e pelas colombinas. Com mestrado em teoria da literatura, Taciana Ferreira Soares, explica que por estar entranhado culturalmente, o Carnaval acaba não sendo problematizado e é até percebido como algo inferior nos meios acadêmicos. Uma percepção que não impediu os grandes nomes das letras pernambucanas de reverenciar a maior festa popular do País. “Manuel Bandeira, Ascenso Ferreira e Carlos Pena Filho, grandes nomes da literatura brasileira e foliões, sublimemente utilizam o Carnaval como um vigoroso tema em suas produções, cada qual a seu modo”, destacou no artigo científico Espero Um Ano Inteiro Até Chegar Fevereiro: Representações do Carnaval Por Três Poetas Pernambucanos. Nomes mais contemporâneos da nossa literatura como Raimundo Carrero, Cícero Belmar, Marcelino Freire e Ney Anderson também dedicaram parte das suas obras às festividades carnavalescas. “Saudades do tumbança. Do papangu, do maracatu de lança. Saudades do Carnaval. Do fandango e da ciranda”, registrou Freire, em O Futuro Que Me Espera. A PINTURA COM AS MARCAS DA FOLIA Pernambuco também é uma terra de muitos destaques nas artes plásticas. De grandes nomes do modernismo aos potentes agentes das artes urbanas, a capital e o interior têm contribuições relevantes nessa área. No campo da pintura, Mário Ribeiro destaca gigantes como Tereza Costa Rêgo e José Cláudio. Ambos, por sinal, foram homenageados do Carnaval do Recife em 2010 e 2011, respectivamente. “Nesses dois anos, os traços, as paisagens, os personagens de Carnaval se misturavam com o cotidiano da cidade, além de retratar também as cores, fantasias e diversidade da festa. O Recife se vestiu com as obras desses artistas. Foi lindo. Uma forma de aproximar os foliões nativos e os turistas dessa produção artística. Foi pedagógico, vale salientar”. Apaixonada pelo Carnaval de Olinda, Tereza chegou a pintar o quadro Homem da Meia-Noite e Mulher do Dia. As cores da folia estiveram também nas telas de artistas como Cícero Dias e Lula Cardoso Ayres, entre outros. Dos clássicos aos contemporâneos, não é preciso entrar em nenhuma galeria para ver como as inspirações do Carnaval têm chegado aos artistas pernambucanos. Com o projeto dos Megamurais do Recife, várias fachadas de prédios centrais da cidade receberam obras que reverenciam as manifestações culturais do período momesco. “O Carnaval pernambucano e a arte urbana compartilham uma essência comum: ambos nascem das ruas, do povo, da resistência e da celebração da cultura popular. O Carnaval transforma a cidade em um grande palco, onde a criatividade e a espontaneidade ganham vida, e essa mesma energia se reflete na arte urbana. As cores, os personagens icônicos e o movimento presente nos blocos e folguedos são fontes de inspiração para quem pinta os muros da cidade”, ressaltou o artista Vários Nomes, que é sócio-fundador da Cordalama Graffiti Shop e Galeria Lama. O artista afirma que desde a infância, no bairro de Linha do Tiro, foi profundamente influenciado pelo Carnaval multicultural do Recife. Suas avós tinham comércio no Mercado de São José, um dos berços do frevo e dos principais blocos pernambucanos. No Centro conviveu com as músicas antigas do frevo e o artesanato do barro, rico em referências carnavalescas. Na periferia, vivenciou os ensaios do Caboclinho Kapinawá e os festejos dos blocos. “Hoje, essa vivência se reflete no meu trabalho, seja em murais, telas ou grafite, trazendo elementos do Carnaval: personagens vestidos de chita (referência aos tecidos usados pelos foliões), personagens históricos, e minha observação do que absorvo nos carnavais da vida”. Entre suas obras está o painel A Rua Cria, a Cidade Dança, aprovado no edital Recife Cidade da Música e localizado na Rua da Saudade. “Os megamurais que tomaram o Recife também carregam essa celebração carnavalesca. Nesse mural, homenageio duas mulheres fundamentais para o frevo: as passistas Rebecca Godin e Inae Silva, além de uma musicista criada artisticamente para representar a essência do ritmo. A obra busca transmitir a energia do Carnaval o ano inteiro, convidando o público a sentir o movimento e a vibração da festa por meio das cores e dos gestos retratados”, explicou Vários Nomes. CARNAVAL NO CINEMA PERNAMBUCANO A sétima arte pernambucana também

Carnaval além da rua: a influência da festa na cultura pernambucana Read More »

oscar2025o Easy Resize.com

Brasil celebra Oscar de Melhor Filme Internacional com 'Ainda Estou Aqui'

Filme de Walter Salles conquista estatueta inédita para o país; Fernanda Torres fica sem prêmio de Melhor Atriz O cinema brasileiro alcançou um marco histórico na 97ª edição do Oscar, realizada na noite deste domingo (3), em Los Angeles. O filme "Ainda Estou Aqui", dirigido por Walter Salles, venceu na categoria de Melhor Filme Internacional, tornando-se a primeira produção brasileira a conquistar a estatueta nesta categoria. A obra superou concorrentes de países como França, Alemanha, Dinamarca e Letônia. Durante seu discurso de agradecimento, Walter Salles dedicou o prêmio a Eunice Paiva, viúva do ex-deputado Rubens Paiva, desaparecido durante a ditadura militar no Brasil. O roteiro do filme foi inspirado na incansável busca de Eunice por respostas sobre o paradeiro do marido. O diretor também exaltou o trabalho da protagonista Fernanda Torres e sua mãe, Fernanda Montenegro, relembrando o legado das atrizes na história do cinema nacional. Apesar da vitória histórica, "Ainda Estou Aqui" não levou a estatueta de Melhor Filme, que ficou com "Anora", grande destaque da noite com cinco prêmios no total. Fernanda Torres, indicada na categoria de Melhor Atriz, também não venceu, sendo superada por Mikey Madison, protagonista de "Anora". A indicação, no entanto, reforçou a tradição familiar de excelência no cinema, já que Fernanda Montenegro também concorreu ao Oscar em 1999, por "Central do Brasil". No Brasil, a premiação coincidiu com o período do carnaval, gerando uma celebração digna de Copa do Mundo. Máscaras de Fernanda Torres e Selton Mello (intérprete de Rubens Paiva), além de fantasias inspiradas no Oscar, marcaram presença em blocos carnavalescos do Recife, de Olinda e de diversas cidades. O filme de Walter Salles, que já havia gerado grande repercussão antes da premiação, consolidou seu impacto cultural ao conquistar a estatueta inédita. A vitória de "Ainda Estou Aqui" também reacendeu debates sobre a ditadura militar e suas consequências. O livro autobiográfico que inspirou o filme, escrito por Marcelo Rubens Paiva, voltou ao topo das listas de mais vendidos. Além disso, em janeiro deste ano, a Justiça determinou a correção da certidão de óbito de Rubens Paiva, reconhecendo oficialmente que sua morte foi resultado de violência do Estado brasileiro. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou que revisará a aplicação da Lei da Anistia para crimes de sequestro e cárcere privado cometidos durante o regime militar. Confira abaixo a lista dos premiados nas 23 categorias: Ator coadjuvante – Kieran Culkin, em A verdadeira dor Animação – Flow Curta-metragem animado – In The Shadow of Cypress Figurino – Wicked Roteiro original – Anora Roteiro adaptado – Conclave Maquiagem e penteado – A substância Edição – Anora Atriz coadjuvante – Zoe Saldaña, por Emília Pérez Design de produção – Wicked Canção original – El Mal, de Emilia Pérez Documentário de curta-metragem – A única mulher na orquestra Documentário   - No other land Som – Duna: Parte 2 Efeitos visuais: Duna: Parte 2 Curta-metragem em live-action – I´m not a robot Fotografia – O Brutalista Filme internacional – Ainda estou aqui Trilha sonora  – O Brutalista Ator –Adrien Brody, em O Brutalista Direção – Sean Baker, de Anora  Atriz – Mikey Madison, em Anora Filme – Anora

Brasil celebra Oscar de Melhor Filme Internacional com 'Ainda Estou Aqui' Read More »

carnaval amor

Amor de Carnaval 

*Por Manu Siqueira Eu tive um amor de Carnaval. Alguns, eu diria. Mas um, especificamente, foi mais marcante. Depois do Carnaval, tivemos apenas um encontro. A magia se perdeu. Carnaval tem um encanto, não é? Uma energia meio inexplicável. Foi bonito o que vivi, e guardo memórias lindas desse Carnaval, que foi intensamente saboreado, com todos os seus exageros e fantasias.  Como celebrante de casamentos, contei, no altar, a história de um casal que se conheceu em pleno Carnaval, no Recife Antigo. Um amor mais maduro e bem inspirador, inclusive. Eu acho triste quem nunca amou no Carnaval. Quem nunca trocou olhares com alguém em um bloco e suspirou: “tô apaixonada”. Quem nunca trocou um beijo ardente embaixo de um sol de 40 graus. Quem nunca fez uma amizade que durou menos de cinco minutos. Carnaval faz isso. A gente toma banho de mangueira em meio a uma multidão de desconhecidos, borra toda a maquiagem, mas mantém o sorriso largo no rosto. Nada nos abala.  Tem uma coisa que gosto muito no Carnaval: a democracia. Na festa, brincam os ricos e os pobres, pretos e brancos, todos os gêneros e credos, quem torce pelo Náutico ou para o Santa Cruz. A gente é mais feliz no Carnaval. Lembro de uma vez estar com uma latinha não mão, ao lado de uma orquestra de frevo, em um bloco de rua, pulando e dançando, quando um catador, esfuziante de alegria, perguntou, com um sorriso grande no rosto, se minha latinha estava vazia para ele recolher. Resultado: pulamos juntos e nos abraçamos no meio do bloco. Nesse dia, chorei emocionada. Eu e ele éramos apenas foliões.  Carnaval, para mim, é isso: a manifestação mais autêntica, irreverente e original, vinda do povo para o povo. Para mim, é, ainda, um ato, sobretudo, político. É uma forma de amar, reivindicar, debochar, se emocionar e ser feliz. Uma ofegante epidemia, como disse Chico Buarque. O mesmo Chico também disse que Carnaval é desengano: “Deixei a dor em casa me esperando. E brinquei, e pulei e fui, vestido de rei. Quarta-feira sempre desce o pano”.  Carnaval, para mim, tem cheiro, gosto, tato e audição. Amo me arrumar para os blocos já ouvindo frevo. A minha memória olfativa mistura o cheiro das colônias infantis que eu usava nas matinês dos clubes na minha infância com a fumaça incessante dos churrasquinhos de rua. Tem mãos e braços entrelaçados ao som do frevo bem quente. Amo o ritual: preparar a fantasia no dia anterior, encontrar os amigos, pular e dançar até as pernas ficarem dormentes, reclamar do calor, da cerveja quente e da falta de carros de aplicativo. Chegar em casa, tomar um banho, desmaiar na cama e acordar no outro dia para começar tudo de novo.  Nasci no Carnaval. Tenho a alma festiva e, nessa época, glitter espalhado por todos os cantos do meu corpo. Quero continuar acreditando que, no Carnaval, “quem sabe um dia a paz vence a guerra. E viver será só festejar”.  Neste Carnaval, eu desejo que você receba “Aquela Rosa”, cantada lindamente pela Banda de Pau e Corda, que diz: “Lembro-me bem quando o bloco passou, você sorrindo jogou aquela flor, e eu, que na hora um violão tocava, lhe joguei um beijo e suspirei de amor”. Que a gente continue suspirando de amor pelo Carnaval e pela vida! *Manu Siqueira é jornalista (mmsiqueira77@yahoo.com.br)

Amor de Carnaval  Read More »

carnaval recife

Nos preparativos finais para os dias da folia

Recife se Prepara para o Carnaval 2025 com Mais de 230 Atrações em 12 Polos A Prefeitura do Recife revelou uma programação vibrante para o Carnaval 2025, com mais de 230 shows e apresentações espalhadas pelos 12 polos descentralizados e o Novo Cais. A festa começa no Novo Cais, em Santo Antônio, no dia 28 de fevereiro, e nos outros polos nos dias 2, 3 e 4 de março. Os locais, que vão desde a Várzea, com atrações como Nação Zumbi, até Brasília Teimosa, onde se apresenta Elba Ramalho, prometem diversidade musical, celebrando a rica cultura pernambucana. Além das tradicionais apresentações de frevo e samba, a programação inclui artistas consagrados e novas revelações, proporcionando uma mistura de sons que atendem a todos os gostos. No Novo Cais, o palco estará aberto a ritmos contemporâneos e à cultura popular, com shows começando sempre às 18h e encerrando com DJs. Os detalhes da programação podem ser conferidos no site oficial do Carnaval do Recife. (https://carnaval.recife.pe.gov.br/).  Camarote Balança Rolha: últimos ingressos para a festa mais aguardada do Galo da Madrugada Faltando apenas 10 dias para o Carnaval, o camarote Balança Rolha 2025 já é um sucesso absoluto, com 90% dos ingressos vendidos. Quem ainda deseja curtir o desfile do Galo da Madrugada com exclusividade, conforto e uma programação animada precisa garantir as últimas unidades disponíveis no site oficial. Com uma estrutura premium de 3.000m², incluindo varanda de 850m² com vista privilegiada, climatização, food park e open bar premium, o espaço promete uma experiência única para os foliões. A programação deste ano traz shows de Kelly Olliveira, Pagunça e Clara Sobral, celebrando a atmosfera nostálgica e festiva do evento, que há 30 anos faz parte da memória afetiva do pernambucano. Bloco Só Falta Testar vai movimentar o dia de abertura do Carnaval do Recife Em sintonia com a abertura do Carnaval do Recife, o bloco Só Falta Testar ganha sua terceira edição pelas ruas do Bairro do Recife, nesta quinta (27), com acesso aberto ao público em geral. O desfile da agremiação, que é fruto da iniciativa das empresas Di2win, Yolo, MEXX e CMTECH, embarcadas no Porto Digital, terá concentração a partir das 15h e desfile a partir das 16h. Entre as atrações, a Orquestra Maestro Carlos, que promete agitar os foliões com hinos e marchinhas consagradas na tradição momesca de Pernambuco, assim como o boneco gigante O Galã, para receber o público e abrir alas com muita diversão e estilo. “Será mais uma ótima oportunidade de reunir muitos nomes do mercado de inovação e tecnologia em um momento descontraído, uma festa linda que é o Carnaval do Recife”, destaca o CEO da Di2win, Paulo Tadeu. Bloco do Costinha agita Carnaval do Shopping Costa Dourada nesta quinta (27) O Shopping Costa Dourada encerra sua programação carnavalesca em grande estilo nesta quinta-feira (27), a partir das 17h, com o desfile do Bloco do Costinha. Já em seu 8º ano, a atração é gratuita e voltada para toda a família, que vai poder se divertir com orquestra de frevo, passistas e bonecos gigantes. No dia, além do Bloco do Costinha, o Shopping Costa Dourada traz ainda o parque inflável. A atração infantil fica montada na área externa do centro de compras das 17h às 20h. O ingresso tem o valor de R$ 30 para três horas de brincadeira. Bloco dos Ursos nos Aflitos Pelo terceiro ano, a escola canadense bilíngue ABA Maple Bear comemora o carnaval com o bloco ABAlando na Folia, no dia 28 de fevereiro. A concentração será a partir das 7h, na unidade da Av. Rosa e Silva, e seguirá desfilando pelos arredores da escola, ao som de orquestra de frevo. No mesmo dia, a unidade Boa Viagem coloca os pequenos da educação infantil na folia, com o ABAilinho. Camará Shopping Celebra o Carnaval 2025 com Programação Especial para Toda a Família O Camará Shopping está pronto para receber o Carnaval 2025 com uma programação especial, oferecendo diversão em um ambiente seguro e climatizado para toda a família. Nos dias 1º e 3 de março, o shopping promoverá o Camará Folia, repleto de atividades lúdicas e musicais gratuitas que prometem encantar crianças e adultos. No Sábado de Zé Pereira, as festividades começam às 14h, com o Camarim de Carnaval, onde os pequenos poderão se fantasiar e participar do tradicional Desfile de Fantasias a partir das 16h, exibindo sua criatividade e brilho. Na Segunda-feira de Carnaval, a programação continua com a Pinturinhas de Carnaval, uma oficina divertida da Turma da Karol Recreação, seguida pelo animado Frevinho do Camará, que promete contagiar a todos com ritmos carnavalescos a partir das 16h. Além das festividades, o shopping também abriga a exposição Camará na Folia: Ritmos e Tradições Carnavalescas de Camaragibe, em parceria com a Federação de Agremiações Carnavalescas de Camaragibe (FACC), que destaca a rica diversidade cultural da cidade. A entrada para todas as atividades é gratuita, e o Camará Shopping convida a todos a se vestirem de fantasia e aproveitarem a festa em segurança. Para mais informações, acesse as redes sociais @camarashopping.

Nos preparativos finais para os dias da folia Read More »