Cultura e história

Exposição revela atuação do Ministério Público contra o racismo

Na mostra “Memórias: enfrentamento ao racismo”, organizada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em colaboração com o Laboratório de Expografia do Curso de Museologia da UFPE, os visitantes são convidados a interagir em três espaços distintos para conhecer a atuação da organização no combate ao racismo. A exposição, que conta com o apoio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), foi inaugurada na Galeria Massangana do Museu do Homem do Nordeste, em Casa Forte, Recife, no último dia 5 de abril, e estará em exibição até 16 de junho. Por meio de fatos históricos e registros extraídos de processos e procedimentos em defesa das vítimas de crimes de racismo, a mostra narra a atuação do Grupo de Trabalho de Combate à Discriminação Racial (GT Racismo) do MPPE ao longo dos últimos 22 anos, o mais antigo em atividade no Brasil. Frases chocantes e pensamentos de combate ao racismo, como os do escritor indígena Aílton Krenak, estão exibidos em flâmulas de voile. Os visitantes têm a oportunidade de compartilhar ainda suas vivências com qualquer forma de racismo em uma linha do tempo marcada pelos anos de atuação do GT Racismo do MPPE. Além disso, são convidados a deixar suas impressões sobre obras visuais e audiovisuais de jovens artistas que abordam a questão da racialidade. Por fim, podem montar uma narrativa utilizando figuras de “amas de leite”, personagens do Brasil escravagista, em um retroprojetor. Com a curadoria dos professores Alexandre de Jesus e Elaine Müller, do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE, e do doutorando em antropologia Cássio Raniere, a exposição é uma iniciativa das divisões responsáveis pela memória e pelos arquivos do MPPE.

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Orquestra Zeze Correa

Mostra Canavial de Música Instrumental começa hoje (10)

Reunindo atrações locais e de outros estados do Nordeste, a 5ª mostra será realizada entre quarta-feira (10) e domingo (14) em Nazaré da Mata e Condado. Foto: Ederlan Fábio A Mostra Canavial de Música Instrumental chega a sua 5ª edição em 2024. Entre os próximos dias 10 e 14 de abril, moradores e visitantes da Zona da Mata Norte de Pernambuco poderão contemplar 13 diferentes espetáculos que serão realizados por artistas, bandas, orquestras e bandas filarmônicas, de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, em Condado e Nazaré da Mata. Diferentes vertentes da música instrumental se encontrarão nessas cidades, promovendo uma comunicação universal e transcendendo barreiras linguísticas e culturais. O público vai poder conferir coco, ciranda, forró, maracatu rural, cavalo marinho e frevo em acordes instrumentais, e sempre de forma gratuita. “As bandas filarmônicas têm uma longa tradição na região, remontam há séculos de história. Elas ajudam a preservar e promover a cultura local, mantendo vivas as tradições musicais da Zona da Mata Norte. Durante a 5ª Mostra Canavial de Música Instrumental, o público vai poder conferir o encontro entre bandas e também artistas e grupos da região e de Vicência, Recife, Garanhuns, Natal, João Pessoa” comentou o produtor cultural e coordenador do evento, Ederlan Fábio. No primeiro dia da mostra, quarta-feira (10), a sede da Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena – Capa Bode, localizada na Praça Herculano Bandeira em Nazaré da Mata, vai receber uma experiência intitulada Movimento Sonoro. Haverá um intercâmbio entre a Orquestra Capa Bode, com seus 136 anos de história, patrimônio vivo de Pernambuco desde 2010, e Nino Alves, artista de Garanhuns, Agreste de Pernambuco. A programação acontecerá às 10h e às 17h deste dia e se repetirá nos mesmos horários na sexta-feira (12). Também na sexta-feira, haverá apresentações memoráveis na Igreja Nossa Senhora das Dores, em Condado. Às 20h, a Banda XV de Novembro de Vicência entrará em cena; na sequência, 20h45, será a vez da Desdobrado Trio, do Recife, mesclando vivência erudita com popular; e a noite será encerrada, às 21h30 com a Orquestra das Meninas de João Pessoa (PB). Já em Nazaré da Mata, na mesma noite, a partir das 20h, a Igreja Nossa Senhora da Conceição receberá a atração musical Som do Sol Duo, de Recife. No sábado (13), a Mostra Canavial de Música Instrumental se fará presente na Praça Herculano Bandeira, a famosa Praça do Frevo, em Nazaré da Mata. A Banda Capa Bode e Nino Alves estarão juntos mais uma vez às 20h. Depois Marco César, de Recife, apresentará a sua arte às 21h. Também do Recife, Nelson Brederode e a charada sincopada estarão no palco às 22h. E o fim da noite de festa se dará com o experiente acordeonista Beto Hortiz às 23h. No último dia da Mostra Canavial de Música Instrumental, domingo (14), a mesma Praça do Frevo reunirá o público para mais quatro espetáculos. A programação vai comerçar mais cedo, às 16h, com Lídia Fernandes Trio do Recife. Às 17h, com grandes clássicos instrumentais jazzísticos, a Big Band Jerimum Jazz, de Natal (RN), começa a tocar. Já Wallace Seixas Trio, do Recife, que já levou o seu jazz para vários países do mundo, subirá ao palco às 18h. O encerramento da Mostra será com a Orquestra de Frevo Zezé Corrêa, de Aliança às 19h. A programação será realizada com incentivo da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. O evento será acessível, pois haverá legendas para surdos e ensurdecidos nos teasers; reserva de espaço para pessoas em cadeiras de rodas e assentos para pessoas com deficiência motora e/ou mobilidade reduzida. Além disso, o evento contará com intérprete de libras para tradução dos shows e serviço de atendimento e informações a pessoas com deficiência auditiva, antes e depois das apresentações. A acessibilidade também se fará presente nos espaços físicos: móveis, rampas, equipamentos, tudo adequado. .PATRIMÔNIOS – A Mostra Canavial realiza a difusão de artistas e grupos musicais, contribuindo com aspectos culturais e econômicos dos municípios da região. O evento promove a música instrumental de forma conectada à história e aos patrimônios da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco, de forma acessível, gratuita e com qualidade. O objetivo é fazer cultura viva e perpetuar o legado musical da região. O projeto se apoia nos monumentos históricos que marcaram o desenvolvimento da música por entre os canaviais, são engenhos, capelas, vilarejos, e igrejas que guardam sonoridades de tempos memoriais. “Muitas composições musicais instrumentais têm uma longa história e são consideradas parte do patrimônio cultural de uma sociedade, transmitindo conhecimento sobre períodos históricos e tradições passadas. A música instrumental também funciona como uma fonte de inspiração para novas criações musicais e experimentações, impulsionando a inovação”, explicou, Ederlan Fábio. Portanto, durante a 5ª edição da mostra, o patrimônio imaterial, música instrumental, vai estar imerso no patrimônio material – sede de banda histórica, igrejas, praça. A sede da Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena – Capa-Bode – espaço de formação musical, que é Patrimônio Vivo do Estado e Ponto de Cultura. Outro ponto festivo desta edição é a Praça HercuPraça do Frevo. Os músicos já passaram por outras duas casas, mas consideram essa como definitiva. No espaço acontecem ensaios e reuniões. As recordações de 136 anos de história estão nas fotografias e pôsteres nas paredes, junto à imagem de Santa Cecília, padroeira dos músicos. A Catedral Nossa Senhora da Conceição da Diocese de Nazaré repousa sobre o mesmo solo que abrigou a primeira ermida dedicada à Nossa Senhora da Conceição, inaugurada em 20 de janeiro de 1806. A assistência religiosa era provida pelo Reverendo Luiz José da Silva, capelão do Engenho (A)Lagoa d’Anta. A construção da ermida foi supervisionada por uma comissão eleita pela comunidade, conforme estabelecido na escritura de doação do terreno. Essa Ermida de Nossa Senhora da Conceição de Nazaré foi elevada à categoria de Matriz com a criação da Paróquia (Freguesia), conforme estipulado pela lei nº 75 de 30 de abril de 1839. Já a Paróquia de Nossa Senhora das Dores ou Paróquia

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capas maos

Várias Mãos, uma cultura: retratos da arte popular pernambucana

Uma jornada pelo mundo da arte popular pernambucana que resultou numa coleção de cinco fascículos, evidenciando e trazendo nuances sobre a vida para valorizar os talentos e narrativas dos mestres e mestras que moldam a riqueza cultural de Pernambuco. “Várias mãos, uma cultura: Retratos da arte popular pernambucana” é um testemunho dedicado à preservação e celebração de heranças vivas. Nesta primeira edição, a coleção apresenta as histórias de vida e de trabalho de cinco mestres e mestras, cada um representando um trabalho essencial no retrato da cultura pernambucana: Nicola, J. Borges, Cida Lima, Marcos de Sertânia e Maria da Cruz. Originários de diferentes cidades, seus trabalhos ecoam cada região de Pernambuco. Com incentivo do Funcultura e idealizado pela pesquisadora e curadora Marly Queiroz, os livros têm pesquisa e textos de Bruno Albertim, autor de, entre outros, Pernambuco Modernista (Cepe Editora, 2022) e fotografia de Isabela Cunha. A produção executiva é de Camila Bandeira e Júlia Almeida, da Proa Cultural. A audiodescrição é de Liliana Tavares, da Com Acessibilidade. O design gráfico é da Zoludesign. “Cada página destes fascículos é um convite para explorar as memórias, os sentimentos e as inspirações que contemplam não apenas as obras desses artesãos, mas também suas vidas”, diz Marly. “Desde as lembranças da infância até os desafios e conquistas enfrentados ao longo do caminho, cada história é um testemunho da força transformadora da arte e da cultura”. Para capturar todo material de pesquisa, a equipe embarcou em uma viagem de carro desde Recife até Petrolina por vários dias. Marly Queiroz, idealizadora do projeto, ao lado de Camila Bandeira, Bruno Albertim e Isabela Cunha. Juntos, entrevistaram artesãos e familiares, mergulharam nos espaços de trabalho e nas cidades que criaram esses talentos, buscando cada detalhe para construir a pesquisa. Mais do que um registro histórico, “Várias mãos, uma cultura” é um tributo à resiliência, à criatividade e à humanidade que transmite em cada peça desses mestres e mestras. É um lembrete de que a arte não só preserva tradições, mas também inspira comunidades e enriquecendo vidas. Clique nos fascículos e baixe os livros para leitura:

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Patio do Carmo Recife seculo XIX

5 imagens do Recife e Olinda pelos caminhos da Confederação do Equador

Neste ano, a Confederação do Equador completa 200 anos. A coluna Pernambuco Antigamente faz uma viagem pelo tempo no Recife e em Olinda para apresentar algumas fotos antigas dos lugares por onde andou Frei Caneca, o líder do movimento que separou parte do nordeste do restante do País. Bairro do RecifeJoaquim da Silva Rabelo, depois Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, nasceu no bairro de Fora de Portas, que é um local bem próximo atualmente à Comunidade do Pilar e ao próprio Terminal de Passageiros do Porto do Recife. A imagem abaixo é do Porto antigamente. Rua do Bom Jesus O desenho de L. Kraus, (litogeravura de F. H. Carls) é do Album de Pernambuco e seus arredores, 1878 Pátio do Carmo e a Basílica e Convento de Nossa Senhora do CarmoFoi nesse convento em que o herói pernambucano iniciou sua formação religiosa, aos 17 anos, em 1796. A imagem é de Franz Heinrich Carls, em 1878. Seminário de OlindaO seminário foi um dos locais de estudos e formação do religioso, sendo um lugar relevante para as leituras que o motivaram a ter uma atuação mais política no Estado. Forte das Cinco PontasÉ do lado externo da fortificação onde o líder da revolução foi executado. No local onde aconteceu o fuzilamento, 200 anos atrás, há um busto do herói. Além das imagens desses lugares icônicos do Recife, destacamos abaixo duas pinturas sobre Frei Caneca. A tela Estudo para “Frei Caneca”, de Antônio Parreiras (abaixo), retrata o julgamento do revolucionário Para encerrar, o quadro Execução de Frei Caneca, por Murillo La Greca *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com | rafaeldantas.jornalista@gmail.com)

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Lula Cultura

Lei que institui o Sistema Nacional de Cultura é sancionada no Recife

Presidente Lula firma o marco regulatório dos direitos culturais no Brasil, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, enquanto o prefeito João Campos revela planos para o Sistema Municipal de Cultura. (Foto: Rodolfo Loepert) O Recife foi a cidade escolhida para a sanção da lei que institui o marco regulatório do Sistema Nacional da Cultura (SNC). Na noite desta quinta-feira (4), o presidente Luíz Inácio Lula da Silva esteve no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, onde assinou a nova lei. O prefeito do Recife João Campos participou da solenidade, que também contou com a presença da Ministra da Cultura Margareth Menezes, autoridades políticas e artistas de pernambucanos e de outros estados.  No último dia 6 de março, o Senado aprovou o Sistema Nacional da Cultura, representando um marco significativo na garantia dos direitos culturais no país. Essa iniciativa visa fomentar a colaboração entre os diferentes níveis de governo – municípios, estados, Distrito Federal e União – para uma gestão conjunta das políticas públicas de cultura. Além disso, busca fortalecer a articulação, informação, fomento e promoção cultural, com participação ativa da sociedade civil. Durante a cerimônia realizada no Teatro Luiz Mendonça, o presidente Lula ressaltou a importância desse marco, destacando que, com o Sistema Nacional da Cultura, o Ministério da Cultura terá recursos assegurados para realizar ainda mais, incluindo iniciativas como a Lei Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo. No evento, o prefeito João Campos revelou ainda que um projeto para a criação do Sistema Municipal de Cultura será encaminhado à Câmara de Vereadores do Recife. Ele destacou a importância desse sistema para que a cidade esteja preparada para integrar o Sistema Nacional de Cultura, cumprindo todas as suas obrigações e compromissos. Afirmou que essa iniciativa é fundamental para garantir a soberania cultural e realizar os sonhos da comunidade recifense. João Campos, prefeito do Recife “Cícero Dias disse que viu o mundo e que ele começava no Recife. Eu diria que, juntos, nós podemos dizer que a gente está vendo o mundo e ele recomeça no Recife. Ele recomeça com a cultura. Presidente e ministra, obrigado por vocês terem escolhido o Recife para fazer a sanção do marco regulatório do Sistema Nacional de Cultura. Tinha que ser na capital de Pernambuco, essa noite que marca um novo tempo na nossa história. A nossa identidade, a nossa força, a nossa unidade se dá através da nossa cultura, da nossa língua, então é fundamental que a gente construa essa proteção não enquanto governo, mas enquanto Estado. Nós vimos um tempo muito difícil que o Brasil atravessou e, se não fosse a força da nossa gente, da nossa cultura, nós dificilmente conseguiríamos atravessar esse período, mas não é para a cultura passar risco em momento nenhum” Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil “Os artistas brasileiros precisam da mesma força que os homens e as mulheres do SUS precisaram ter durante a pandemia da covid-19. Agora nós temos um Sistema Nacional de Cultura, com isso, ninguém vai poder achar que extinguindo um Ministério da Cultura, se extingue a cultura. O que seria do mundo se não fosse a cultura, a arte, a dança? A cultura é parte da alma da nação” Margareth Menezes, Ministra da Cultura “Eu quero dizer que essa conquista é sem precedentes para a consolidação das responsabilidades do Governo Federal, dos governos estaduais, das prefeituras. É uma responsabilidade com o setor artístico do Brasil. Queremos respeito com as trabalhadoras e os trabalhadores da cultura”

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maria flor

Companheira das horas

Paulo Caldas “Maria Flor”, publicação assinada por Mitafá, a mesma autora do elogiado “Jorge, o guerreiro” destinado ao público infantojuvenil, traz no conteúdo entre outras virtudes a criatividade. Conhecida também no universo das contadoras de história, a autora conduz a tiracolo a arte das cores e formas das ilustrações da professora Rosália Cristina que completa com imagens caprichadas cenários onde se passam as cenas. A história revela o entrelaçado amoroso da protagonista com um ser inanimado, certo objeto por ela humanizado e que se torna parte de sua vida, seu bem viver, enquanto enfoca do seu cotidiano (do despertar ao adormecer, na escola, em casa, na rua), ao lado dos sonhos acalentados e desejos ansiados, ganhos ou frustrados. O livro, excelente opção para a literatura paradidática, possui requintada apresentação, teve o projeto gráfico consolidado pela Editora Plena Voz, impresso em papel couché em policromia, traz capa e diagramação de Monique Leite. Os exemplares podem ser adquiridos na Livraria do Jardim, Avenida Manoel Borba,  número 292, Telefone: (81) 2123-5853.

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Retrokon

Feira Retrokon promete nostalgia aos amantes do universo geek e nerds

A grande atração deste ano é o talk show gratuito com o ator Nizo Neto De 5 a 14 de abril, das 11h às 20h, ocorrerá a 5ª edição da Retrokon 2024, a Feira Geek de Cultura Pop Retrô, no Paulista North Way Shopping. Durante 9 dias, o evento contará com mais de 60 atrações no palco principal, 10 estandes e uma variedade de produtos à venda, incluindo camisetas, discos de vinil, quadrinhos, livros, adereços, miniaturas e outros itens, com preços a partir de R$ 5. Entre as atrações, destacam-se desfiles de cosplay, apresentações de kpop, performances de bandas musicais e um campeonato de RPG. Com a presença de lojistas de Fortaleza/CE, Maceió/AL, João Pessoa/PB e São Paulo/SP, o evento promete movimentar a economia local, esperando receber cerca de 10 mil visitantes. “Na Retrokon, a diversão é para toda família: um mergulho no passado com muita nostalgia e alegria. Além da diversão, a Retrokon também é um espaço para o empreendedorismo, com estandistas que trazem suas paixões e coleções para compartilhar com os visitantes”, informa Kelmer Luciano – produtor do evento. Nizo Neto celebra 40 anos de carreira com talk show na Retrokon 2024, neste sábado (06) No próximo sábado, dia 6 de abril, às 17h, o ator Nizo Neto, filho do falecido humorista Chico Anísio, estará presente em um talk show durante a 5ª edição da Feira Geek de Cultura Pop Retrô – Retrokon 2024, no Paulista North Way Shopping, em Paulista/PE. Celebrando seus 40 anos de carreira, Nizo Neto conversará com o público sobre sua jornada artística e realizará dublagens de seus personagens mais famosos, incluindo o papel de Daniel San na série Cobra Kai da Netflix, um spin-off dos filmes Karate Kid. A entrada para a feira e a participação no evento com Nizo Neto são gratuitas. No entanto, a produção solicita que os visitantes contribuam com um quilo de alimento não perecível, que será destinado à creche “Lar Manuel Quintão”, localizada em Ouro Preto, Olinda/PE. Além disso, haverá a oportunidade de participar de um Meet & Greet por R$ 45, que inclui um espaço VIP para os fãs tirarem fotos com o artista. O evento com Nizo Neto acontecerá no palco principal da Feira de Cultura Geek, localizado no piso L3.

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Doutores da Alegria oferece curso livre de palhaçarias para jovens

Curso gratuito tem duração de sete meses e possibilita uma iniciação nos estudos e práticas da palhaçaria. Inscrições vão até o dia 15 de abril. Os 25 jovens selecionados vão receber ajuda de custo mensal de R$ 650 Há 33 anos, Doutores da Alegria inaugurou a presença do palhaço nos hospitais, sendo pioneira nessa iniciativa. Ao longo do tempo, além das visitas hospitalares, a organização expandiu suas atividades, integrando as áreas de saúde, cultura, assistência social e educação. Em Recife, a Escola Doutores da Alegria está com inscrições abertas para o Curso Livre de Palhaçarias para Jovens, destinado a jovens entre 17 e 25 anos em situação de vulnerabilidade social. Gratuito, o curso tem duração de sete meses, de maio a dezembro, oferecendo aos participantes uma introdução aos estudos e práticas das palhaçarias, explorando sua diversidade na linguagem cômica. É importante ressaltar que o Curso Livre de Palhaçarias para Jovens não está relacionado à seleção de elenco para os Doutores da Alegria nem à atuação nos hospitais. “Há muitos anos, tínhamos o desejo de investir na formação de jovens. Esse é um curso livre que estimula o estudo, a pesquisa, o aprofundamento na palhaçaria e discute oportunidades para jovens nesse campo na nossa cidade”, conta Arilson Lopes, coordenador artístico de Doutores da Alegria no Recife. No ano passado, a Escola Doutores da Alegria ofereceu o curso de formação Jovens Brincantes – Iniciação à Palhaçaria, que serviu como um piloto para o programa ofertado agora em 2024. Neste novo formato, a grade curricular foi ampliada e organizada em seis eixos temáticos: ludicidades, sonoridades, narratividades, habilidades, oportunidades e contextualidades. Disciplinas e demais atividades de eixos distintos vão acontecer de modo concomitante. Embora o curso ainda não seja profissionalizante, os participantes vão discutir possibilidades de inserção no mercado da economia criativa no setor da cultura. “No eixo oportunidades, queremos discutir temas como empreendedorismo e protagonismo juvenil, passando pela economia criativa e o conhecimento de editais públicos para a criação de oportunidades de trabalho e de renda”, complementa Luciano Pontes, formador da associação. Estão sendo oferecidas 25 vagas para o curso. Para participar, é preciso cumprir alguns pré-requisitos: ter entre 17 e 25 anos; residir no Recife ou na Região Metropolitana; estar inscrito e com cadastro atualizado no CadÚnico, do Governo Federal; estar em situação de vulnerabilidade social, de acordo com a Política Nacional de Assistência Social; ter concluído o Ensino Fundamental ou estar matriculado na rede pública de ensino; e não estar matriculado em nenhum curso de formação gratuito ou pago de formação de média ou longa duração.As inscrições vão até o dia 15 de abril e podem ser feitas por meio de um formulário disponível no site de Doutores da Alegria (doutoresdaalegria.org.br). A seleção vai contar com análise documental, oficinas e entrevistas. O resultado será divulgado no dia 6 de maio. Os selecionados vão receber uma ajuda de custo mensal de R$ 650. As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h. O Compaz Dom Hélder Câmara, localizado no bairro da Joana Bezerra, é parceiro do curso, tendo cedido o espaço para a realização das aulas. Serviço:Curso livre de Palhaçarias para JovensPúblico-alvo: Jovens entre 17 e 25 anos, em situação de vulnerabilidade social, interessados em formação artística em palhaçariaInscrições: Até 15 de abril, on-line, pelo site www.doutoresdaalegria.org.brQuanto: gratuito. Os alunos selecionados recebem uma bolsa mensal de R$ 650Aulas: de 17 de maio a 13 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, no Compaz Dom Hélder Câmara (Rua Lourenço de Sá, 140, Ilha Joana Bezerra)Outras Informações: (81) 3466-2373/ 3463-0866, pelo Whatsapp (81) 99112-4676 ou pelo e-mail palhacarias@doutoresdaalegria.org.br.

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Exposição “Claudionor Germano – 90 Carnavais” aporta no Centro Apolo-Hermilo

Dos dias 2 a 21 de abril, a mostra aberta ao público exibirá coleção cuidadosamente selecionada de itens que abrange desde discos e compactos até honrarias e homenagens recebidas ao longo da carreira do cantor Depois de um prestigiado show em homenagem aos 90 anos do Mestre Claudionor Germano, em janeiro deste ano, as celebrações ao maior intérprete de frevo dos nossos tempos continuam. A partir de hoje (1) até o dia 21 de abril, a Sala de Exposição do Centro Apolo-Hermilo, bairro do Recife, recebe a exposição “Claudionor Germano – 90 Carnavais – Copergás”, patrocinada pela empresa Companhia Pernambucana de Gás. Após a abertura oficial, para convidados, às 17h do dia 1º de abril, a exposição, gratuita, estará aberta ao público, sendo nas segundas das 10h às 17h e de terça a domingo, das 10h às 18h. Nos dias em que houver programação no teatro Hermilo Borba Filho, ela será estendida até às 22h. Na mostra, os visitantes terão a oportunidade de mergulhar na trajetória de Claudionor Germano por meio de uma coleção cuidadosamente selecionada de itens que abrangem desde discos e compactos até honrarias e homenagens recebidas ao longo da carreira do cantor. Serão exibidos, ainda, projeções e material audiovisual que contam a história do artista, acompanhados por uma linha do tempo. Outros itens do acervo são o estandarte do Bloco “O Menino do Frevo”, criado em sua homenagem, além da vasta seleção de músicas gravadas em sua voz, que criarão um ambiente musical único e envolvente. Para completar a experiência, o icônico Boneco Gigante de Claudionor estará em destaque. Serviço:“Claudionor Germano – 90 Carnavais” – CopergásLocal: Sala de Exposição do Centro Apolo-Hermilo, Rua do Apolo, 121, Recife/PE.Abertura oficial para convidados: 1 de abril, 17h.Temporada pública: 2 a 21 de abrilVisitação: segundas, das 10h às 17h e de terça a domingo, das 10h às 18h. Nos dias em que houver programação no teatro Hermilo Borba Filho, ela será estendida até às 22h.Entrada: Gratuita

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Coco Raizes de Arcoverde Credito Leandro Toledo

Coco Raízes de Arcoverde lança músicas e clipes inéditos gravados na África

(Foto: Leandro Toledo) O “PE em Moçambique”, que levou a os artistas Dayane e Kell Calixto, do grupo Samba de Coco Raízes de Arcoverde, à cidade de Maputo para um intercâmbio com os membros da Associação Cultural Hodi Maputo Afro Swing, chega à sua culminância com um evento especial, no próximo dia 03 de abril, na EREM Carlos Rios, em Arcoverde. Na ocasião, os artistas, junto ao mestre Assis Calixto e às presenças virtuais de Elias e Augusto Manhiça, da Hodi, compartilharão suas vivências no projeto, com mediação de pesquisadores da diáspora africana e das culturas afro-brasileiras. Também serão apresentadas três músicas inéditas, com performances gravadas no país africano, e um vídeo da oficina de trupé oferecida pelos pernambucanos a crianças moçambicanas. Idealizado com o objetivo de estreitar os laços entre culturas que compartilham, além da língua, muitos traços, das sonoridades às expressões das artes do corpo, o “PE em Moçambique” deixou ecos nos artistas de Arcoverde e do país africano que ainda devem render muitos frutos. Isso porque, além da semana que passaram em Moçambique, no final de agosto de 2023, para divulgar o trupé, Dayane e Kell Calixto, do Coco Raízes de Arcoverde, trouxeram consigo memórias e experiências que continuam a reverberar. “A experiência em Moçambique foi muito única, especial, porque, antes de tudo, sempre ouvi a música africana, sempre gostei, admirei as danças, as vestes, a cultura. Sempre estava ali vendo vídeos, cantando, aprendendo. Quando eu fiquei sabendo que iria ter Moçambique, meu coração saltou de alegria. Era um sonho e foi realizado. O que mais me impactou foi quando nos reunimos com o grupo Hodi porque parecia que a gente já se conhecia há anos. Quando nos reunimos para fazer os ensaios, para fazer a junção das duas culturas, a pernambucana, do Sertão, de Arcoverde, com a moçambicana, fizemos com muita facilidade. Que essa conexão permaneça e que nós possamos voltar outras vezes ou que eles consigam vir aqui”, conta Kell. Em Moçambique, os pernambucanos apresentaram o trupé, a pisada acelerada com som produzido pelas tamancas de madeira, um elemento característico da cultura afrodiaspórica de Arcoverde. Lá, também participaram, entre outras ações, do XI Festival Nacional de Cultura, realizado em Maputo, experiência que os impressionou. “O que mais me impactou foi o desfile, com a gente representando a cultura, não só de Arcoverde e de Pernambuco, mas do Brasil. Quando entramos no estádio com a placa do Brasil, todo mundo começou a gritar o nome do nosso país. Foi muito emocionante”, lembra Dayanne. Outro momento inesquecível para os integrantes foi a oficina de trupé que eles ofereceram para crianças na Escola Primária Matchik Tchik, no bairro de Polana Caniço, em Maputo. A oficina apresentou uma leitura da pisada do tamanco desde os primeiros passos até o repicado frenético da batida no tablado, além de apresentar os instrumentos musicais utilizados no coco. Para a surpresa dos artistas arcoverdenses, os pequenos aprenderam rápido os passos, como se já conhecessem a cadência e os movimentos do coco. Do intercâmbio, além de tecidos típicos da região, como o capulana, que já está sendo usado pelo Coco Raízes de Arcoverde para a confecção de figurinos, os artistas também trouxeram novidades para a sua música. “Carro ou Trem”, canção do grupo pernambucano, ganhou um novo título (“Chapa ou Trem”), com alusão à forma como alguns automóveis são referenciados em Moçambique, e refrão traduzido para ronga, uma das línguas originárias de Maputo. Já os integrantes da Hodi adaptaram a canção por completo para o seu idioma, incorporando-a ao seu repertório. Entre as obras audiovisuais que serão exibidas no auditório do EREM Carlos Rios, estão “Kaya + Chapa ou Trem”, “Were Were” e “Nicinha”, todas parcerias com a Banda Hodi. Todos os vídeos foram gravados como performances ao vivo, em Polana Caniço, bairro da periferia de Maputo onde a Hodi exerce suas atividades, e contaram com a presença de moradores da região. O material audiovisual será disponibilizado no canal do Coco Raízes de Arcoverde no YouTube e as músicas também estarão disponíveis nas plataformas de streaming, a partir de 25 de abril. DIÁLOGOS DIASPÓRICOS Para contextualizar a importância do projeto “PE em Moçambique, Dayane, Kell e o mestre Assis Calixto, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, irão conversar com os alunos da EREM Carlos Rios, em Arcoverde, onde durante o Laboratório que irá acontecer no dia 03 de abril. De Moçambique, Elias e Augusto Manhiça também compartilharão suas impressões do processo vivido junto aos brasileiros. A conversa será mediada pelo professor Jaelson, do EREM Carlos Reis, e contará ainda com as presenças dos pesquisadores Auxiliadora Martins, doutora em Educação pela UFPE, com pesquisas e atuação voltadas para temas como Africanidades e Afrodescendências; José Nilton, docente no Departamento de Educação da UFRPE, onde ministra a disciplina de Educação das Relações Étnico-raciais; e Daniel Soares, professor no Curso Superior de Tecnologia em Produção Fonográfica na FATEC Tatuí (SP). SERVIÇO“Laboratório PE em Moçambique”Data e horário: 03 de abril, a partir das 13h30Local: EREM Carlos Rios (Rua Maria José de Santos Moreno, s/n, Arcoverde)Mais informações: @cocoraizesdearcoverde (Instagram)

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