Cultura e história

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RecorDança promove residência artística e apresentações no Daruê Malungo

Pesquisadoras do acervo e artistas convidados participarão de imersão e o resultado poderá ser visto gratuitamente na mostra Confluência RecorDança. Na imagem, as pesquisadoras do Acervo RecorDança (Fotos: Zé Diniz) O coletivo RecorDança, composto por pesquisadoras ativas em Pernambuco desde 2003, dedica-se à catalogação, organização e divulgação das memórias das danças do Estado por meio de um acervo digital disponível em www.acervorecordanca.com. No período de 23/02 a 03/03, o grupo realizará uma residência artística-historiográfica com a participação das pesquisadoras do coletivo e oito artistas convidados. O evento, intitulado “Residência RecorDança 20 anos: Política do Encontro”, terá lugar nos fins de semana no Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, em Chão de Estrela, Recife-PE. Ao término da residência, no domingo (03), será apresentada uma mostra dos resultados sob o nome “Confluência RecorDança”, aberta gratuitamente ao público a partir das 15h, também no Daruê Malungo. O projeto conta com o apoio financeiro do SIC – Sistema de Incentivo à Cultura, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura da Cidade do Recife. Proposta do projeto A proposta da política do encontro, idealizada pelas pesquisadoras do Acervo RecorDança, tem como objetivo reunir agentes da Dança para colaborar na reflexão e elaboração conjunta de conteúdos relacionados às danças representadas durante a residência. A maioria dessas danças ainda não foi mapeada pelo acervo, e a intenção é preservar suas memórias de maneira criativa. Além das pesquisadoras do Acervo RecorDança Ailce Moreira, Elis Costa, Ju Brainer e Taína Veríssimo, foram convidados a participar da residência artistas-pesquisadores da Dança atuantes no Recife: Briê Silva (twerk), Cris Souza (quadrilha), G-black (break), Nina Sousa (dança esportiva em cadeira de rodas), Paulinho 7 Flexas (caboclinho), Vilma Carijós (danças afro-brasileiras), Roberta Ramos (historiografia da dança) e Valéria Vicente (frevo e dança contemporânea). A residência resultará em seis produtos de diversos formatos, como podcasts, vídeos, fotos, textos, performances, entre outros, que surgirão a partir das discussões realizadas pelos participantes durante os dias de imersão teórico-prática. Na mostra “Confluência RecorDança”, esses resultados serão apresentados artisticamente ao público, com a inclusão de um intérprete de Libras. Posteriormente, esses registros serão disponibilizados gratuitamente no site do Acervo RecorDança. Elis Costa, integrante do Acervo RecorDança “Desde o início destas duas décadas de trabalho do Acervo RecorDança a oralidade se faz presente como método historiográfico para construção destas narrativas, assim como a valorização da coletividade. Foram através de entrevistas e doações de vários artistas e grupos que grande parte dessas histórias puderam ser reconstruídas e contadas. Nos últimos anos caminhamos rumo a uma radicalidade desta abordagem e, mais que contar as memórias dos e das artistas atuantes no estado, passamos a nos provocar e também a provocar estes agentes culturais a, junto conosco, assumir a guarda dessas memórias. Passamos a construir alianças e a compartilhar nossa experiência acumulada nesses 20 anos acerca da salvaguarda e cuidado com as histórias confiadas a gente. A partir de então, nossos projetos passaram a ser orientados à construção destas narrativas de memória ainda mais junto com as pessoas que fazem a dança”. SERVIÇO: Residência RecorDança 20 anos: Política do EncontroDatas: 23/02, 24/02 e 25/02/2024 (sexta a domingo) 01/03, 02/03 e 03/03/2024 (sexta a domingo)Local: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo (Rua Passarela, 18a, Chão de Estrelas, Recife/PE).A residência é fechada para convidados. Mostra Confluência RecorDançaDomingo, 03/03 – 15h às 17h.Local: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo (Rua Passarela, 18a, Chão de Estrelas, Recife/PE).A mostra é aberta e gratuita ao público.As apresentações contarão com tradução em Libras.

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Abril Pro Rock anuncia atrações para 31ª edição e promete surpresa para o festival

O Abril Pro Rock (APR) anunciou 23 das 24 atrações para sua 31ª edição, marcada para 29 e 30 de março no Clube Internacional do Recife. A programação abrange bandas da cena nacional, latino-americana e dos Estados Unidos, com destaque para o Matanza Ritual (SP) como headliner na sexta-feira e uma surpresa a ser revelada para o sábado. O tema deste ano é “Recife cidade da música underground”, e os ingressos do 1º lote, a R$ 80 por dia, estão disponíveis online até 18 de fevereiro. O APR, celebrando 31 anos, visa reduzir a presença do plástico nos corpos hídricos e envolve a comunidade na prototipação de móveis utilitários e pontos de coleta. O festival contará com a participação de bandas de vários estados brasileiros, além de grupos internacionais dos Estados Unidos e Colômbia. O primeiro dia apresentará nomes como Krisiun (RS) e Leather (EUA), enquanto o segundo incluirá a presença de Master (EUA) e Bloody Nightmare (COL). O evento homenageia espaços icônicos do rock em Recife, representados na arte de Alcides Burn. Os ingressos já estão disponíveis no site Clube do Ingresso, e a organização mantém a tradição da feirinha e espera caravanas de outras cidades e estados. O APR, um dos festivais independentes mais duradouros e expressivos do Brasil, tradicionalmente reúne o público do metal underground pernambucano, nordestino e brasileiro. O festival faz parte da história cultural de Recife, tendo celebrado seu 30º aniversário no ano passado. ABRIL PRO ROCK 2024 Datas: 29 e 30 de março (sexta-feira e sábado) Local: Clube Internacional do Recife (rua Benfica, nº 505, bairro da Madalena) Horário: a partir das 17h Ingressos: R$ 80 cada dia (1º lote) –  (adquira no Clube do Ingresso – bit.ly/42wxuef).  Confira as atrações Sexta-feira (29/03) Matanza Ritual (SP); Krisiun (RS);  Leather (EUA); Korzus (SP) + participação de Silvio Golfetti; Desalmado (SP); Paradise In Flames (BH);  Pure Hate (AL); Papangu (PB); Podridão (SP); Sodoma (PB); Janete Saiu Para Beber (PE); Insânia (PE). Sábado (30/03) Atração surpresa/headliner; Master (EUA);  Bloody Nightmare (COL);  Rot (SP);  Escarnium (BA); Kamala (SP); Eroboros (RJ); Erasy (BA); Jacau (BA); Odiosa (PE); O Cão (PE); Infectos (PE).

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Sujeito Oculto (por Paulo Caldas)

Confronto de anseios, divergências ante o ser tímido e o expansivo. O que é mais compatível com a arte, ser recluso ou se expor? até onde e quando vale a pena ser ou não integrante de uma academia de letras ou instituições do gênero? aspectos que permeiam o excelente conteúdo deste “Sujeito Oculto”, outro livro de um autor pernambucano trazido à luz na FLIP – Paraty em 2023. A empatia com o tema permitiu a Maurício Melo Júnior, hábil no enfileirar das letras e cuidador cioso de suas elogiadas criações, a construção de personagens prenhes de carências e ansiedades concebidas na vivência natural dos operários das palavras, ao mesmo tempo em que seguiu o caminhar de um protagonista atento às frustrações e aos sonhos revelados neste ofício da busca. A publicação traz a chancela da Editora Patuá. Editor Eduardo Lacerda, capa e projeto gráfico Isabela Sancho. Os exemplares podem ser adquiridos nas redes sociais da Editora. *Paulo Caldas é escritor

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Despedida das Férias: Evento gratuito apresenta o “Sapo Comilão” na Livraria no Jardim

O período escolar começou e com ele chegou o momento de se despedir das férias. E, para reunir a criançada numa despedida à altura da ocasião, no dia 17 de fevereiro, às 10h, a Livraria do Jardim recebe o último Férias no Jardim do mês. Trata-se de evento gratuito que terá a participação de Ponttinho, contador de histórias, apresentando a narrativa do divertido livro “Sapo Comilão”, da editora DCL. A obra de Stela Barbieri e ilustrada por Fernando Vilela, conta a história de um saco que, cansado de comer grilos, moscas, vaga-lumes e outros insetos, resolveu experimentar novos tipos de comida. Essa jornada de descoberta é o ponto chave do livro, levando as crianças a redescobrir o mundo através do olhar e do paladar do “Sapo Comilão”. E, para contar essa aventura, ninguém melhor que o contador de histórias Ponttinho para trazê-la a vida. Ele, que também é criador de conteúdo para crianças, vai apresentar o enredo usando de recursos musicais e da sua habilidade com a contação de histórias para encantar a plateia presente. Pontinho reforma que  “a ideia é envolver a criançada para que cada vez mais elas se interessem pela leitura e pela descoberta dos mundos que só os  livros podem revelar.” Após a apresentação, ele ainda preparou uma oficina lúdica, permitindo que as crianças participassem ativamente da narrativa criando seu próprio livro. Nela, as crianças serão incentivadas a explorar sua criatividade e imaginação, desenhando e escrevendo sobre suas próprias aventuras com o “Sapo Comilão” ou criando novos personagens e enredos. Além disso, haverá um momento para que os pequenos compartilhem suas criações com os demais participantes, promovendo a interação entre eles e estimulando a comunicação e expressão. Ao final da oficina, cada criança poderá levar consigo o seu próprio livro, criado durante a atividade, como uma lembrança especial desse dia de diversão e aprendizado na Livraria do Jardim. Para participar do evento é necessário confirmar a presença através do link do Sympla, disponível na bio do Instagram @livrariadojardim. Depois, basta ir à livraria, localizada na Avenida Manoel Borba, nº292, no bairro da Boa Vista, e aproveitar a programação literária.

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“O impacto do Jazz é muito positivo, milhares de turistas vem à Garanhuns”

Garanhuns mais uma vez se entregou nos dias de Carnaval, com um estilo diferente da maioria dos destinos para os dias da folia. Nessa breve entrevista, a secretária de cultura Sandra Albino fala sobre os festejos de 2024 na suíça pernambucana. Qual a expectativa de Garanhuns de atração de turistas para o período carnavalesco? Garanhuns possui uma alta expectativa para mais uma vez atrair um grande público durante o Ciclo Carnavalesco 2024 que será realizado na cidade. Aqui vamos contar com o Bloco das Virgens, o Carnaval nos Bairros e o Garanhuns Jazz Festival, em sua segunda edição, desde a sua retomada em 2023. Vale lembrar ainda que em 2023, Garanhuns chegou ao posto de cidade que mais recebeu turistas durante o período carnavalesco, de acordo com levantamento realizado pelo Setor de Estudos e Pesquisas da Secretaria de Turismo (Setur) e Empetur. Por isso, acreditamos que estes números podem ser alcançados novamente. No Carnaval 2024, o que tem atraiu os turistas para o carnaval da cidade? O Garanhuns Jazz Festival sem dúvidas é um grande atrativo, sobretudo para as pessoas de diversos estados do Brasil que procuram uma alternativa à agitação do carnaval tradicional. É um evento já consolidado, com shows totalmente gratuitos na Praça Mestre Dominguinhos, até 13 de fevereiro. Mas neste ano, também vamos ter mais uma edição da prévia carnavalesca que é o Bloco das Virgens, e que vai contar com uma grande atração que é a banda Cheiro de Amor, no dia 09 de fevereiro. Além de atrações que vão se apresentar nos quatro dias do Carnaval dos Bairros. Toda a programação dos eventos está disponível nas redes sociais @garanhunsjazzfestival e @prefgaranhuns. Qual a importância do carnaval para aquecer a atividade econômica do município? Há alguma estimativa de movimentação econômica que o período traz? O impacto do Jazz é sempre muito positivo, pois milhares de turistas vem à Garanhuns buscando esta opção alternativa. São quatro dias que movimentam o circuito gastronômico e toda a rede hoteleira, que no ano passado registrou números de ocupação em torno de 90%. E para este ano a expectativa não é diferente, pois vamos fazer um evento ainda maior e melhor. Quanto a cidade está investindo na festa? Houve alguma novidade neste ano? Temos boas novidades no Ciclo Carnavalesco de 2024 em Garanhuns. Fortalecemos o tradicional Bloco das Virgens que este ano tem realização direta da Prefeitura de Garanhuns e tendo como principal atração a banda Cheiro de Amor. Além disso, ampliamos o número de dias e locais onde é realizado o Carnaval nos Bairros. Do sábado a terça-feira do carnaval, vamos ter programação na Cohab II, Magano, Cohab I e Boa Vista, com diversas atrações de Garanhuns e Região, que foram selecionadas por meio de edital convocatório. No Jazz, também são muitas novidades, já na abertura vamos contar com a ‘Noite do Chorinho’, que é um dos principais ritmos musicais do Brasil e se aproxima das raízes do jazz norte-americano. Também vamos ter tributos a grandes nomes como o violonista e compositor brasileiro Sebastião Tapajós; o cantor, compositor, violonista e pianista Tom Jobim; o cantor estadunidense Frank Sinatra; o trompetista Miles Davis; o guitarrista da banda brasileira Blues Etílicos, Greg Wilson e o pianista Ray Charles.

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Avenida Dantas Barreto vira passarela para manifestações do Carnaval do Recife

(Da Prefeitura do Recife) Tradicional concurso de agremiações encanta foliões de todas as idades com apresentações dos blocos, clubes, troças e maracatus A Avenida Dantas Barreto, no bairro de Santo Antônio, inaugurou uma nova passarela dedicada ao tradicional Concurso de Agremiações do Carnaval do Recife. Neste domingo (11), as agremiações se concentraram na Rua Siqueira Campos, fazendo o trajeto ao longo da Dantas Barreto e dispersando logo após a Igreja de Santo Antônio. Desfilaram neste novo percurso Troças, Clubes e Blocos Carnavalescos Mistos e, para encerrar a noite, os Maracatus de Baque Virado. O Concurso de Agremiações, promovido pela Prefeitura do Recife, reúne mais de 200 grupos tradicionais, que desfilam também na Avenida do Forte, no bairro do Cordeiro, até a terça-feira (13). Ao todo, a disputa reúne onze modalidades, tais como escolas de samba, tribos indígenas, maracatus, caboclinhos, bois e ursos. Para a contadora Silvia Alves, 42 anos, o sorriso no rosto dos passistas foi uma das partes mais emocionantes. “Sou do Ceará e já estive no Carnaval do Recife outras vezes, mas nunca tinha vindo para esse lado ver o desfile de agremiações. Estou encantada com tanta beleza e alegria. A música que marca o desfile dos grupos é impressionante, mas o sorriso dos integrantes é muito bonito de ver”, contou Silvia.   O desfile neste domingo (11) começou às 14h, quando se apresentaram as troças carnavalescas mistas, como os Abanadores do Arruda e os Batutas de Água Fria. Ao longo da tarde, desfilaram os blocos e clubes carnavalescos mistos. Todos esses foram massivamente aplaudidos pelos foliões na arquibancada. Entretanto, os grupos mais aguardados da noite foram os maracatus de baque virado, que começaram a entrar a partir das 20h. Encanto do Pina, Xangô Alafin e Porto Rico foram alguns dos grupos de maracatus de baque virado que se apresentaram nesta noite. O cortejo dos grupos contou com elementos religiosos, representações da realeza, muitas cores e passos ritmados ao som potente dos percussionistas e da marcação dos mestres.  O professor Josué Cavalcante, 67 anos, prestigiou o desfile das agremiações ao lado das filhas e netas. Ele ressaltou a importância da apresentação das mais variadas manifestações culturais da cidade. “É inegável que o Carnaval do Recife é uma verdadeira celebração da diversidade cultural. Dá pra ver a riqueza e a criatividade que cada grupo traz nessas apresentações, que representa uma parte única da nossa cultura”, contou o professor.  PROGRAMAÇÃO – Na segunda-feira (12), o desfile de agremiações continua a partir das 10h na Avenida Dantas Barreto, iniciando com grupos de Maracatu de Baque Solto, Bois de Carnaval, Tribos Indígenas e Clubes de Bonecos. As Escolas de Samba entrarão por volta das 22h. Já na terça-feira (13), é a vez dos Ursos (La Ursa), Maracatus de Baque Solto e Caboclinhos desfilarem na Avenida Dantas Barreto a partir das 15h.  Além da área Central do Recife, o desfile de agremiações também acontece no bairro do Cordeiro, na Avenida do Forte. Lá, as agremiações desfilam desde a sexta-feira (9). Entretanto, as apresentações ainda seguem até a terça-feira (13). A apuração do Concurso de Agremiações acontece na quinta-feira (15), na Casa 10, no Pátio de São Pedro, a partir das 9h. Para ficar por dentro da programação oficial do Carnaval do Recife de 2024 – o maior em linha reta – acesse o site carnaval.recife.pe.gov.br.

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Projeto Invasão grava clipes em Fernando de Noronha

O Projeto Invasão embarcou para Fernando de Noronha onde realiza até o dia 13 de fevereiro, durante o Carnaval, a gravação de nove clipes que serão disponibilizados, em breve, nas plataformas digitais. Além do trap, reggaeton e brega funk, os artistas mostram que a música produzida nas comunidades periféricas do Recife pode se integrar o Carnaval multicultural pernambucano. No dia 10 de fevereiro, será lançado o videoclipe da música “Vida Louca Revoada” – uma colaboração poderosa entre Matheus Perverso, MC Louco e MC Bó do Catarina, gravada em São Paulo. Essa junção de talentos não apenas adiciona uma dimensão única à música, mas também destaca a interconexão e respeito entre as gerações de artistas do funk. “Nossa abordagem para a nova versão da música visa capturar a essência da atualidade, elevando a intensidade e sensualidade, demonstrando a diversidade artística que os artistas recifenses possuem. Essa colaboração nos desafiou a transformar um hit já consagrado em uma expressão completamente nova e vibrante, redefinindo assim os limites da nossa criatividade”, diz MC Perverso. O ponto alto do projeto ocorrerá no dia 16 de fevereiro, com o lançamento da música “Noronha Vibes”, de WK Chefe, disponível em todas as plataformas de música. No dia seguinte, 17 de fevereiro, o aguardado videoclipe de “Noronha Vibes” será lançado no YouTube, prometendo trazer uma experiência visual única que captura a essência da ilha paradisíaca. Ainda no mês de fevereiro, no dia 23, está programado o lançamento da música “Curvas de Noronha”, com a participação de Marck SA. Para encerrar o ciclo, no dia 24, o clipe da música estará disponível no YouTube do projeto, proporcionando aos espectadores uma imersão visual nas belezas de Fernando de Noronha.

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Homenageados do Carnaval de Pernambuco 2024 recebem troféus

Os grandes homenageados do Carnaval de Pernambuco 2024 participaram de um encontro com a governadora Raquel Lyra e a vice, Priscila Krause, no Palácio do Campo das Princesas. Os cantores Alceu Valença, Lia de Itamaracá e Claudionor Germano receberam das mãos das gestoras troféus em reconhecimento ao legado artístico. Os artistas ainda cantaram alguns dos sucessos no palco montado no jardim da sede do Governo de Pernambuco. NANÁ VASCONCELOS Durante o evento, a governadora entregou ainda uma homenagem a Luz Morena, filha de Naná Vasconcelos, pela forte contribuição do seu pai na cultura pernambucana e brasileira. Na ocasião, ainda se apresentaram o Maracatu Estrela de Ouro e o Maracatu Leão Coroado. INVESTIMENTOS Entre as ações realizadas durante o período carnavalesco estão o apoio ao Homem da Meia-Noite, com o incentivo de R$ 100 mil, e ao Galo da Madrugada, que recebe o investimento na ordem de R$ 700 mil. Este ano, a festividade recebe o dobro do investimento aplicado no ano passado. Serão R$ 20 milhões destinados a contratações de artistas da cultura popular, que farão 820 apresentações em 91 municípios.

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9 fotos do Carnaval de rua do Recife Antigamente

Com a cidade da capital pernambucana já fantasiada para os dias da folia, a coluna Pernambuco Antigamente publica hoje uma sequência de 7 imagens divulgadas pelo Museu da Cidade do Recife na ocasião do lançamento do livro “Leve História para Casa”. As fotos são os Carnavais das décadas de 40 e 50. Além disso, trouxemos ainda uma imagem do primeiro desfile do tradicional galo da madrugada (abertura) e encerramos a postagem com um passista, registrado na Biblioteca do IBGE. .  Passista no Carnaval de 1958. Foto: Mario de Carvalho .Maracatu. Foto: Alexandre Berzim . Passista no Carnaval de 1955. Foto: Rigueira Costa . Passista na Pracinha, em 1955. Foto: Roberto Cavalcanti . Carnaval de 1944. Orquestra de troça. Foto: Alexandre Berzin . Carnaval de 1944, grupo de Foliões fazendo o passo. Foto: Alexandre Berzin . Carnaval de 1953. Foto do Bloco Papagaio na Rua Nova. Foto: NID Passista de frevo no Recife. Foto: IBGE Por Rafael Dantas, repórter da Algomais (rafael@algomais.com)

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Giovanni Papaleo

“Nosso povo gostaria de música de qualidade, se os políticos oferecessem”

Refúgio de milhares de pessoas que dispensam a agitação do Carnaval, o Garanhuns Jazz Festival consolidou-se como evento musical e atrativo turístico para a cidade do Agreste. Seu curador e produtor fala da atrações desta edição, dos desafios enfrentados e como concebeu o GJF. Há mais de uma década, o Garanhuns Jazz Festival se consolidou como uma alternativa para aqueles que desejam passar o período carnavalesco longe do agito dos foliões. A edição deste ano, que vai de 10 a 13 deste mês, traz uma programação que une os diferentes estilos jazzísticos, ao rock, ao chorinho, ao blues e à soul music, com shows gratuitos na Praça Mestre Dominguinhos. São mais de 40 artistas entre atrações nacionais e internacionais, como Marcel Powell, Nasi, vocalista do Ira!, George Israel, Roberta Campos, Serial Funkers, Leo Gandelman, Uptown Band, Ivan Barreto — vencedor do The Voice Brasil 2023 — e a blueswoman Laretha Weathersby. O curador e produtor do evento Giovanni Papaléo conversou com Cláudia Santos sobre as novidades desta edição do Garanhuns Jazz Festival, contou como surgiu a ideia do evento e como ele contribui para movimentar a economia da cidade. Como e surgiu a ideia do Garanhuns Jazz Festival? Está comprovado que mais de 50% da população no Brasil não quer brincar Carnaval. Ao mesmo tempo, a cidade de Garanhuns tinha uma ocupação histórica na sua rede hoteleira de 15% no período da folia. Todo mundo ia para as praias. Então, o pessoal da prefeitura, na gestão de Luiz Carlos de Oliveira (que agora é nome de praça) perguntou a meu irmão Francisco Papaléo que projeto pode atrair turistas para Garanhuns na época do Carnaval. Eles já tinham tentado tudo: Garanheta, fuleiragem music e nada dava certo. Meu irmão falou comigo e eu disse uma frase que li nos Estados Unidos e se aplica no Brasil: “música de qualidade é um fator de aquecimento do turismo em nível mundial”. O prefeito, na época, não estava acreditando mas me apoiou pois nós tínhamos a paixão pelo Náutico em comum (risos). O produtor executivo do evento é meu sócio, Jackson Rocha Júnior. Logo na primeira edição do festival, em 2008, e na segunda e terceira edições conquistamos o prêmio Mestre Salustiano, do turismo estadual, superamos o Carnaval do Recife e de Olinda. O prêmio era da Empetur, destinado a projetos que ajudassem a incentivar o turismo. Na primeira vez fomos segundo lugar, depois fomos primeiro lugar duas vezes. Isso foi importante porque a gente faz um projeto que nem sempre é apoiado pelo poder público, quer dizer, a prefeitura sempre apoiou mas só agora, por exemplo, depois de vários anos, o Governo do Estado voltou a apoiar, o que é uma coisa muito boa. É um tipo de festival que, se por acaso, não tivesse razão de ser, não estava acontecendo mais porque a gente conseguiu sobreviver a vários fatores, como o humor do gestor político de outras épocas. O evento começou em 2008 e a gente fez todos os anos, até 2015, quando foi o ápice do sucesso, pois não tinha mais vaga na rede hoteleira naquele ano. Mas, o prefeito da época, por motivos que prefiro não comentar, resolveu achar que o evento não funcionava mais e aí tivemos o apoio de Felipe Carreiras que, na época, estava participando da intervenção na prefeitura de Gravatá e levamos o evento para lá, o Gravatá Jazz Festival, que funcionou de 2016 a 2020. Quando teve a pandemia, a gente parou. Agora, em 2023, em Garanhuns, foi a retomada com a gestão de Sivaldo Albino que teve a coragem de trazer esse festival de volta à cidade. Não sou ligado à política, não tenho ideologia. Para mim, cultura não tem partido. O que eu quero ressaltar é uma coisa muito importante: tanto em Gravatá em 2020, quanto em Garanhuns em 2023, em função do festival de jazz, essas duas cidades tiveram a maior taxa de incremento de novos turistas durante o Carnaval de Pernambuco. Isso foi uma pesquisa feita pela Empetur. Qual o atrativo que o jazz exerce para atrair turistas? É o estilo musical mais antigo da cultura pop ocidental em nível mundial mas, nem por isso, as pessoas, principalmente do Brasil, conseguem entender qual é a proposta do festival e no Nordeste não seria diferente. Quando falamos em festival de jazz, não nos referimos apenas à música alienígena, estrangeira ou música para intelectual, mesmo porque o jazz, na década de 1930, era a música que se usava para dançar, que tocava no rádio. Para você ter uma ideia, se não fosse o instrumento bateria, que foi criado para o jazz, não haveria, hoje em dia, a bateria do rock, do pop, e do funk, e por aí vai. Mas quando falamos em festival de jazz, estamos dizendo que é um festival com música de qualidade. Isso é uma tendência em todos os festivais de jazz do mundo. Eu e minha esposa passamos 20 dias nos Estados Unidos percorrendo alguns dos principais festivais de jazz e vimos que não estamos longe do que eles estão fazendo. Eu fiquei muito feliz com isso pois, com o pouco recurso que temos, conseguimos fazer algo que tem uma repercussão muito positiva, um resultado muito bom. O nosso festival só não tem música apelativa, fuleragem music, isso aí a gente deixa para outras propostas. Era justamente o que eu ia perguntar: o jazz é um ritmo que já há algum tempo tem acolhido outros ritmos. E essa parece ser uma característica também do festival cuja programação inclui nomes como Nasi, da banda de rock Ira! Para montar um festival, não penso simplesmente naquela atração que vai trazer gente para a cidade ou vai animar o público. É tudo muito equilibrado, pois venho fazendo eventos há mais de 30 anos nessa área. Eu nunca me aventuraria a fazer uma coisa numa área musical que eu não domino como músico, como produtor. Então, tem uma coerência. O jazz e o blues são as raízes da música pop ocidental,

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