Economia

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O que mudou com a aprovação da nova reforma tributária?

(Da Agência Brasil) Aprovada na sexta-feira (15) após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços. Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças. Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024. Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação. Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor: Cesta básica Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar. Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários. O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a cesta básica poderia subir 59,83% em média com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual. O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%. A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva. No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica. O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários. Remédios O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição. Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a Lei 10.047, de 2000, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde. O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer. Combustíveis A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992. Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque. Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios. Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual. Veículos A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos e aéreos,

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Assaí inaugura loja no bairro da Madalena e anuncia nova unidade

A cerimônia de abertura da loja Assaí Atacadista Benfica, situada no bairro da Madalena, aconteceu ontem no Recife, e contou com a presença da diretoria da rede atacadista, sendo recebida pelo presidente da empresa, Belmiro Gomes, e daa governadora de Pernambuco, Raquel Lyra. A solenidade marcou não apenas a abertura da unidade na Madalena, mas também anunciou a inauguração da primeira loja em Olinda, na região metropolitana da capital, programada para hoje (15 de dezembro). Com essas duas adições, o Assaí Atacadista alcança a marca de 14 unidades no estado, distribuídas nas cidades de Recife, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Petrolina, Serra Talhada e Olinda. EXPANSÃO Ao longo de cinco anos consecutivos, a Companhia tem expandido sua presença em Pernambuco. A abertura das novas lojas resultou na criação de 1.000 empregos diretos e indiretos. Adicionalmente, aproximadamente 300 empregos foram gerados na construção civil para atender às necessidades de construção e reforma de cada unidade. NOVAS UNIDADES A loja Assaí Benfica, com uma área de 6,6 mil m², e a unidade Assaí Olinda, com mais de 6.2 mil m². Os clientes contarão com estacionamentos próprios, disponibilizando mais de 500 e 390 vagas para carros e motos, respectivamente, em cada loja. O Assaí Benfica ainda apresenta serviços adicionais, como Adega de Vinhos com mais de 300 rótulos, uma Galeria de Lojas com 9 operações, e 2 vagas para recarregamento gratuito de carros elétricos.

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Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa antecipa prioridades para o setor em 2024

Às vésperas do ano de 2024, o Sebrae/PE, representante do setor produtivo, antecipa as pautas prioritárias para a agenda da recém-instalada Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. A instituição conduziu uma série de escutas junto aos setores produtivos estaduais, identificando as principais necessidades do setor. Existem duas principais bandeiras dos empresários desse perfil que estão mobilizando a atuação política junto aos parlamentares. A Frente Parlamentar, além do Sebrae/PE, é composta pelas Federações das Associações de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Femicro) e do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE); a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Recife. DESCONTO NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Entre as prioridades da agenda da Frente está a análise da minuta que propõe a inclusão de pequenos produtores rurais pessoa física no benefício de 50% de desconto na taxa de licenciamento ambiental. Esses profissionais, regulamentados pelo Certificado da Agricultura Familiar (CAF) e desprovidos de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), destacam-se como alvo central das iniciativas para fortalecer e apoiar a vitalidade do setor. Sobre essa medida, atualmente, o desconto está previsto na Lei 14.249, de 2010, mas beneficia apenas pequenos produtores que possuem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Murilo Guerra, superintendente do Sebrae-PE, explica que essa mudança se ela for sancionada pela Alepe e aprovada pela governadora do Estado, deve beneficiar quase 20 mil pequenos produtores rurais em Pernambuco. REGISTROS DO SETOR DE LATICÍNIOS A segunda prioridade destacada pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, no estado de Pernambuco, concentra-se no setor de laticínios, especificamente na necessidade de revisão do processo de registro de queijos artesanais. Atualmente, este processo limita-se aos tipos coalho e manteiga. Isso implica que os pequenos produtores que desejam inovar e criar queijos autênticos, mesclando sabores e ingredientes, encontram-se impedidos de registrar suas criações no estado. A situação atual permite apenas o registro de produtos apresentados como queijo tipo coalho ou tipo manteiga, sem a possibilidade de mencionar suas características diferenciadas. Isso representa uma barreira para a diversidade e a inovação no setor, impedindo os produtores de destacar as peculiaridades e a autenticidade de seus queijos artesanais perante o mercado. A revisão proposta visa abrir caminho para a inclusão de novos tipos de queijos, proporcionando aos pequenos produtores a liberdade de expressar a singularidade de suas criações e promovendo a riqueza gastronômica da região. EMPREGABILIDADE NO SETOR No decorrer deste ano, o setor de pequenos negócios em Pernambuco registrou um desempenho positivo na geração de empregos. De janeiro a outubro, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por uma parcela de 79% do total de empregos formais criados no estado, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Essa marca expressiva representa um destaque significativo, colocando Pernambuco à frente da média nacional. Enquanto o Novo Caged aponta que a média nacional foi de 71%, o estado superou essa estatística.

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Escobar Advocacia é destaque duplo em ranking nacional

A Escobar Advocacia conquistou uma posição de destaque no prestigiado Ranking Análise Advocacia 2023/2024, figurando entre os escritórios de advocacia mais admirados do Brasil. O escritório alcançou um notável duplo reconhecimento, sendo classificado como o 5º escritório mais admirado em âmbito nacional e o 3º mais admirado em Pernambuco, ambos na categoria especializada, destacando-se pela excelência jurídica. Além dessas conquistas, o advogado pernambucano Gustavo Escobar não apenas integra a lista dos advogados especializados mais admirados no referido ranking, mas também assumiu um novo mandato de dois anos no Conselho Diretor da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual – ABPI. Vale ressaltar que o próximo ano sediará o 44º Congresso Internacional da Propriedade Intelectual no Recife, e Gustavo desempenha um papel ativo na organização do evento, contribuindo para os preparativos. Homenz investe R$ 1 milhão e inaugura clínica estética masculina no Recife Recife inaugurou a primeira clínica estética masculina do Nordeste, Homenz. Com a crescente demanda por cuidados estéticos de qualidade para homens, a franquia, reconhecida nacionalmente, promete oferecer um ambiente livre de constrangimentos. O mercado global de beleza masculina deve atingir US$ 78,6 bilhões em 2023, com o Brasil representando 13% das vendas. A Homenz surge como resposta a essa tendência, consolidando o país como o segundo maior mercado de produtos de beleza masculina, segundo a Abihpec. O investimento no empreendimento é de R$ 1 milhão. Os empresários Igor Pininga e Victor Millet são os responsáveis por trazer para a capital pernambucana a franquia, já reconhecida nacionalmente. Pernambucano está no ranking das personalidades mais influentes do mercado imobiliário Armando Nogueira, CEO do Hub Nogueira Corretores, conquista posição entre as 50 personalidades mais influentes do mercado imobiliário brasileiro, de acordo com pesquisa inédita do Imobi Report em parceria com o podcast Vem Pra Mesa. O levantamento, divulgado na última semana, destaca as 100 figuras mais impactantes no cenário imobiliário nacional, reconhecendo a visão e inovação desses profissionais. Armando Nogueira, originário de Caruaru, Pernambuco, e radicado em Recife, iniciou sua trajetória estudando engenharia, acumulando experiências que o transformaram em um líder destacado, capaz de identificar e capacitar novas lideranças. A lista completa está disponível em https://100maisinfluentes.com.br/.

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Copom reduz juros básicos da economia para 11,75% ao ano

(Da Agência Brasil) O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quarta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros . Em comunicado, o Copom informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando parará de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024. “Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário. O comitê enfatiza que a magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária”, ressaltou o Copom. A taxa está no menor nível desde maio do ano passado, quando também estava em 11,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas. Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em novembro, o indicador ficou em 0,28% e acumula 4,68% em 12 meses . Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas. O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano. No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2023 em 5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista para baixo na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de dezembro. As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,51%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,59%. Crédito mais barato A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 2,9% a projeção de crescimento para a economia em 2023. O mercado projeta crescimento semelhante, principalmente após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) cresceu 0,1% no terceiro trimestre , enquanto havia expectativa de queda. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,92% do PIB em 2023. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

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João Carlos Paes Mendonça anuncia: “Eu voltei”

O empresário João Carlos Paes Mendonça promoveu nesta semana um almoço descontraído com a imprensa pernambucana, sem deixar de responder suas opiniões sobre o Brasil e Pernambuco. Aos 85 anos, ele afirmou no encontro que passou a maior parte da pandemia isolado em Gravatá e por duas vezes deixou o recado: “Eu voltei!” BRASIL, PERNAMBUCO E O RECIFE Em seu discurso, o empresário considerou que a economia brasileira apresentou melhoras em 2023. “Por incrível que pareça a economia nacional em 2023 está indo bem. Surpreendente”. Apesar dessa perspectiva, ele demonstrou preocupação com a elevada pobreza no País, que considera vir aumentando nos últimos anos. Para 2024, as expectativas dele são mais modestas, quando comparadas ao avanço deste ano. Sobre Pernambuco e o Recife, João Carlos Paes Mendonça demonstrou otimismo. “Eu acho que Pernambuco e Recife passam por um momento bom”. Ele elogiou a capacidade do poder estadual de ir buscar recursos para fazer investimentos no Estado. Sobre a capital pernambucana, ele destacou que há um projeto grande em desenvolvimento pela cidade, abrindo muitas frentes. LIDERANÇAS EMPRESARIAIS PARA APOIAR PERNAMBUCO “Hoje não tem realmente lideranças no Nordeste brasileiro, muito poucas. Empresariais que estou falando”. “Nós não temos uma reação positiva para defender os interesses de Pernambuco. Nós temos que apoiar Pernambuco. O que é bom temos que elogiar. Se a gente não se unir, não vamos para lugar nenhum” PRESTÍGIO O almoço contou com nomes consagrados da imprensa pernambucana, de diversos veículos, como Francisco José, Beatriz Castro, Geraldo Freire, Jo Mazzarolo e João Alberto, além da participação em peso de jornalistas do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação.

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Cai inadimplência dos consumidores pernambucanos em novembro

O destaque especial da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), conduzida pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), evidencia que, no mês de novembro, 418 mil habitantes de Pernambuco estavam encarando dívidas relacionadas a cartão de crédito, financiamentos, carnês, crédito pessoal, entre outros. Simultaneamente, 172 mil pernambucanos estavam em situação de inadimplência. A inadimplência acarreta custos adicionais, como juros, mora e multas, agravando os desafios financeiros, especialmente para os consumidores de menor renda. O endividamento é uma adversidade que impacta muitos consumidores, influenciando negativamente em sua renda mensal. Isso se deve à redução do poder de compra das famílias, principalmente em relação a produtos não duráveis, como alimentos, bebidas e combustíveis. Adicionalmente, o endividamento elevado pode desencadear um ciclo vicioso de dívidas, no qual as famílias se veem obrigadas a contrair novas dívidas para quitar as antigas. Isso intensifica os gastos com juros, tornando ainda mais desafiador escapar da situação de endividamento. Os tipos de dívidas mais comuns entre as famílias pernambucanas de menor renda eram o cartão de crédito (94,8%), seguido por carnês (27,9%) e crédito pessoal (6,2%). TEMPO MÉDIO DE ENDIVIDAMENTO Em Pernambuco, o tempo médio de comprometimento do orçamento familiar com dívidas era de 8 meses, enquanto o tempo médio de contas em atraso era de 63 dias no estado, comparado aos 64 dias observados no país. A persistência dos devedores em uma situação prolongada de inadimplência resulta em desafios financeiros significativos, reduzindo substancialmente sua capacidade de consumo. Por outro lado, as empresas podem enfrentar dificuldades no fluxo de caixa, desencadeando uma desaceleração econômica. Rafael Lima, economista da Fecomércio-PE “O cartão de crédito seguiu como a modalidade de dívida que mais pesa no orçamento das famílias brasileiras, com 94% dos consumidores endividados com essa modalidade. A diminuição da inadimplência em Pernambuco pode ser justificada por alguns fatores, incluindo a melhora nos empregos formais dos últimos dois meses no estado e na renda da população, que apontam para um cenário mais favorável em relação à inadimplência das famílias. Além disso, o empenho do programa Desenrola na negociação de dívidas, contribuem para a redução da inadimplência”.

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Novo Atacarejo expande operação e finca pés no sertão pernambucano

Além de fortalecer a atuação na Região Metropolitana do Recife e interior, a rede nordestina Novo Atacarejo finca sua operação também no sertão do Estado. A rede abriu ontem uma loja em Ouricuri. Nesta sexta (15/12), inaugura também uma unidade em Araripina. Na quinta-feira passada (07/12), o grupo já havia aberto as portas de uma unidade no bairro da Várzea, no Recife. Juntas, elas irão gerar quase 1.000 empregos diretos e quase três mil indiretos, ajudando a fortalecer o comércio local e gerando parceria com fornecedores regionais para abastecimento. SELEÇÃO COM 1.000 VAGAS A rede nordestina Novo Atacarejo anunciou a abertura de 1.000 vagas de emprego para novas lojas e unidades já em operação na Região Metropolitana do Recife e interior. As vagas abrangem cargos de liderança e operacionais, incluindo oportunidades para pessoas com deficiência. A seleção engloba funções como operadores de caixa, açougueiros, operadores de empilhadeira, assistentes de manutenção e TI, além de gerentes de áreas. Para funções operacionais, é necessário ter pelo menos 18 anos, ensino médio completo, disponibilidade de horário, e não é exigida experiência. A inscrição é realizada online:  https://novoatacarejo.jobs.recrut.ai/#openings EXPANSÃO Com essas três novas unidades, a rede  – que tem quatro anos de atuação no mercado e está entre os 20 maiores grupos do setor no país, segundo a Associação Brasileira dos Atacarejo (Abaas) – fecha 2023 com nove lojas inauguradas só este ano, sendo sete em Pernambuco e duas na Paraíba. A rede passará a contar com total de 27 estabelecimentos em operação, com presença em 22 cidades e gerando uma média de oito mil empregos diretos. 

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Grupo Newchase inaugura loja no Grande Recife e gera 300 postos de trabalho

Com o crescimento em ascensão pelo Nordeste, o Grupo Newchase, expande suas operações inaugurando a Terra Forte Pernambuco, sua primeira concessionária Toyota no Grande Recife. A cerimônia, liderada pelo presidente Gercino Coelho e CEO Gercino Filho, contou com a participação da diretoria executiva da Toyota no Brasil, além de autoridades locais. O Grupo GNC, presente em seis estados com 38 lojas e mais de 2,3 mil colaboradores, gerou 100 empregos diretos, com salários médios de R$ 5.326,00, e mais de 200 empregos indiretos. A nova concessionária oferece não apenas o showroom de veículos Toyota, mas também serviços de oficina, revisão, loja de produtos e peças, além de apresentar a Kinto, a inovadora solução de mobilidade da Toyota, para locação simplificada de automóveis. Gercino Coelho Filho, CEO do Grupo Newchase “Estamos nos sentindo muito honrados e felizes chegamos ao estado economicamente crucial, mais importante da nossa região. E chegamos já pensando em expansão. Para nós, este é apenas o início de um ciclo. Buscamos um crescimento contundente no curto, médio e longo prazo”. A nova loja tem 6 mil metros quadrados e fica na Estrada da Batalha, 898.

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Aeroporto do Recife celebra expansão de 60% na capacidade de passageiros

A expansão do Aeroporto Internacional do Recife Guararapes/Gilberto Freyre foi oficialmente inaugurada nesta terça-feira (12), com a presença da governadora Raquel Lyra e do prefeito do Recife João Campos em uma cerimônia especial. As obras estruturais realizadas resultaram em um aumento de 60% na capacidade do aeroporto, podendo agora acomodar até 15 milhões de passageiros anualmente. A reforma abrangeu a ampliação do pátio, possibilitando o estacionamento simultâneo de até cinco aeronaves de grande porte, com o objetivo de atrair mais operações internacionais para Pernambuco. Com um acréscimo de 40% na área construída, o aeroporto agora totaliza mais de 70 mil m². Vale ressaltar que o Aeroporto do Recife é o mais movimentado do Nordeste, atendendo a mais de 700 mil passageiros por mês. Secretário de Turismo destaca crescimento de visitantes em Pernambuco Durante o Visit Pernambuco – Travel Show e também no SOU Porto de Galinhas, o secretário de turismo de Pernambuco, Daniel Coelho, ressaltou o avanço do Estado na movimentação de passageiros do seu aeroporto internacional. Ele afirmou que a circulação de visitantes pelo terminal aéreo alcançou o dobro de capitais como Fortaleza e Salvador. “Pernambuco bateu todos os índices de turismo de julho para cá. Movimentação do aeroporto, a chegada de turistas, a ocupação do número de leitos alugados. Ou seja, o turismo de Pernambuco voltou para a moda. A gente está na alta. E de julho para cá, mês após mês são resultados positivos que têm se apresentado aqui no Estado. E a gente sabe que Porto de Galinhas é o grande motor disso, é o principal destino turístico do Estado, é onde tem a maior quantidade de hotéis e é o principal destino a ser pesquisado”. Financiamento do BNB e do BNDES O superintendente do Banco do Nordeste (BNB) para o estado de Pernambuco, Pedro Ermírio de Almeida Filho, participou da solenidade. Essa reforma foi realizada por meio de financiamento do BNB, em parceria com o BNDES, destinado ao grupo Aena Desarrollo Internacional. Os investimentos abrangem modernização e manutenção, contemplando melhorias nas capacidades de processamento de passageiros e bagagens, áreas de movimentação de aeronaves, terminais de passageiros, estacionamentos de veículos, vias terrestres associadas e outras infraestruturas de apoio.

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