Economia

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ChatGPT: “IA pode ter impactos na democracia e na sociedade tanto positivos quanto negativos”.

É possível que sistemas de inteligência artificial (IA) possam contribuir para a disseminação de notícias falsas (fake news) e prejudicar a democracia”. A afirmação não é de nenhum crítico do avanço tecnológico, mas do ChatGPT, ferramenta criada com a tecnologia da IA treinada para produzir textos em formato de conversa. Nesta entrevista feita por Cláudia Santos, o robô reconhece alguns riscos que ele pode oferecer à humanidade, mas faz ressalvas, ao alertar sobre a necessidade de regulamentação do uso da IA e ao ressaltar os benefícios que ela também pode proporcionar. Suas respostas, por vezes, são evasivas – como quando perguntado sobre a economia de Pernambuco – e algumas contêm erros de informação, como ao afirmar que a revista Algomais foi fundada em 2001 (na verdade foi em 2006), ou ao dizer que o Brasil ainda é presidido por Jair Bolsonaro. Mas ao ser confrontado com a informação verídica, o ChatGPT, educadamente, pede desculpas e admite que errou. O eloquente robô mostrou-se conhecedor do linguajar pernambucano, ao acertar significado de arretado. A entrevista a seguir reflete a capacidade da inteligência artificial em fornecer informações, a naturalidade com que responde às perguntas, como se fosse uma conversa, mas também mostra que é preciso um cuidado no tocante à veracidade de suas informações. Olá, sou editora da Algomais. O que você sabe sobre a revista? Olá! Como um modelo de linguagem treinado em uma ampla variedade de dados, eu tenho informações sobre muitos tópicos, incluindo a revista Algomais. Algomais é uma revista mensal de Pernambuco, fundada em 2006, que cobre notícias e informações sobre a região Nordeste do Brasil, além de cultura, arte, entretenimento, negócios, política e muito mais. A revista é conhecida por suas reportagens aprofundadas e de alta qualidade, bem como por sua cobertura exclusiva de eventos locais e nacionais. Algomais também tem uma forte presença online, oferecendo conteúdo digital atualizado diariamente. Espero que isso ajude! Aqui em Pernambuco, costumamos usar a expressão “arretado”. Você sabe o que significa? Sim, como modelo de linguagem, eu estou familiarizado com a expressão “arretado”, que é uma gíria muito comum no Nordeste brasileiro, incluindo Pernambuco. “Arretado” é uma palavra utilizada para descrever algo que é legal, impressionante, excepcional ou de alta qualidade. É uma expressão usada para elogiar alguém ou alguma coisa, expressando admiração, satisfação ou surpresa. Por exemplo, se você experimentar uma comida muito saborosa, você pode dizer: “Essa comida é arretada!” Ou se você ficar impressionado com uma apresentação musical, você pode dizer: “Esse músico é arretado!”. Em resumo, “arretado” é uma expressão popular no Nordeste brasileiro que significa algo muito bom, legal ou impressionante. Um dos temas abordados na revista Algomais é a economia do nosso Estado. O que você acha da atual conjuntura econômica de Pernambuco? Como um modelo de linguagem, não posso ter opiniões, mas posso fornecer informações sobre a conjuntura econômica de Pernambuco. Pernambuco é um Estado que tem apresentado um desempenho econômico significativo nos últimos anos. O Estado tem uma economia diversificada, com setores como serviços, indústria, comércio e agricultura desempenhando papéis importantes na economia local. No entanto, assim como outros Estados brasileiros, Pernambuco tem enfrentado desafios econômicos recentemente, incluindo a recessão econômica nacional e a pandemia de Covid-19. Esses fatores impactaram negativamente a economia do Estado, afetando setores como turismo, comércio e serviços. Apesar desses desafios, o Governo de Pernambuco tem implementado políticas para estimular a economia e atrair investimentos, como a redução de impostos e incentivos fiscais para empresas que se instalam no Estado. Além disso, o Estado tem investido em infraestrutura, como a construção de novas rodovias e portos, que podem impulsionar o crescimento econômico a longo prazo. Em resumo, a economia de Pernambuco tem apresentado altos e baixos, mas o Estado tem tomado medidas para estimular a atividade econômica e superar os desafios atuais. Vamos agora, abordar a conjuntura brasileira. Como está a realidade política atual do Brasil? A conjuntura política atual do Brasil é bastante complexa e polarizada. O País tem enfrentado uma série de desafios políticos nos últimos anos, incluindo a polarização política, a corrupção, a instabilidade política e a crise econômica. Desde as eleições presidenciais de 2018, o País tem sido liderado pelo presidente Jair Bolsonaro, que tem uma base de apoio fiel, mas também tem sido alvo de críticas por sua gestão da pandemia de Covid-19, sua postura em relação ao meio ambiente e os direitos humanos, entre outras questões. Além disso, o País tem passado por um momento de instabilidade política, com o Congresso Nacional frequentemente bloqueando a agenda do governo e o Supremo Tribunal Federal sendo alvo de críticas por parte de alguns políticos e apoiadores do presidente. A corrupção também continua a ser um problema importante no País, com muitos políticos sendo investigados e condenados por crimes relacionados à corrupção. Por fim, o País enfrenta uma crise econômica, agravada pela pandemia de Covid-19, com altos níveis de desemprego e uma economia em recessão. Em resumo, a conjuntura política atual do Brasil é marcada pela polarização, instabilidade e desafios em várias frentes, incluindo saúde, economia e corrupção. Quem é o atual presidente do Brasil? O atual presidente do Brasil é Jair Messias Bolsonaro. Ele foi eleito nas eleições presidenciais de 2018 e assumiu o cargo em janeiro de 2019. Bolsonaro é um político de direita e ex-membro do Congresso Nacional, onde representou o estado do Rio de Janeiro por quase três décadas antes de se candidatar à presidência. Como presidente, ele tem implementado políticas econômicas liberais, promovido reformas na área de segurança pública e defendido valores conservadores em questões sociais e culturais. Sua administração tem sido alvo de críticas e controvérsias em vários aspectos, incluindo sua resposta à pandemia de Covid-19, sua postura em relação ao meio ambiente e os direitos humanos, entre outras questões. Sinto informá-lo, mas a resposta está errada. Desde janeiro de 2023, o presidente do Brasil é Luiz Inácio Lula da Silva. Peço desculpas pelo meu erro anterior. Você está absolutamente correta. Desde janeiro de 2023, o atual presidente do Brasil

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Vendas melhoram no comércio em Pernambuco, mas setor ainda enfrenta desafios

(Da Fecomércio-PE) A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo IBGE, trouxe as primeiras informações de desempenho do comércio varejista no ano de 2023. Na pesquisa, são considerados o volume de vendas do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, além do índice de receita nominal. O volume de vendas da PMC se refere à quantidade de bens comercializados pelas empresas do comércio varejista, enquanto o índice de receita nominal mede a variação da receita nominal do comércio varejista. É importante destacar que o comércio varejista não contabiliza produtos decorrentes das vendas dos segmentos de veículos, peças e motocicletas, materiais de construção e equipamentos de informática e comunicação, os quais são registrados na categoria comércio varejista ampliado. O volume de vendas do comércio varejista em Pernambuco variou 4,2% em janeiro, em comparação com dezembro, enquanto o Brasil avançou 3,8% no mesmo período. Em relação ao mês de janeiro do ano anterior, as vendas do comércio varejista apresentaram uma queda de 1% no estado. Já o acumulado nos últimos 12 meses apresentou um recuo de 3,5%, em relação aos 12 meses anteriores. No que se refere ao volume de vendas do comércio varejista ampliado em Pernambuco, houve um avanço de 0,8% em janeiro, relativamente a dezembro. Quanto ao mesmo período do ano anterior, houve uma queda de 15,4%. A comparação entre o acumulado dos últimos 12 meses e o mesmo período anterior indica uma queda de 12,2% no comércio varejista ampliado em Pernambuco. Estes últimos resultados evidenciam uma persistente restrição nas vendas de produtos dos segmentos do comércio varejista ampliado. A receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado, por sua vez, apresentou um avanço de 1,3% em janeiro, em relação ao mês anterior. Quando comparado ao mesmo período no ano anterior, houve uma queda de 7,2% na receita nominal do comércio ampliado pernambucano. Enquanto isso, a comparação entre o acumulado dos últimos 12 meses e o mesmo período anterior revela um leve avanço de 0,8%. A pesquisa sinaliza um pequeno fôlego no comércio pernambucano, haja vista o crescimento do volume de vendas e da receita nominal no mês de janeiro. Contudo, os resultados do acumulado nos últimos 12 meses e do cotejo do mês de janeiro com igual mês do ano anterior transparecem um quadro de dificuldades para o comércio estadual. Uma das maiores influências para a queda acumulada tão substancial, notadamente no comércio varejista ampliado, está na relação negativa entre o consumo de bens duráveis, o endividamento e a inadimplência das famílias. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Confederação Nacional do Comércio (PEIC/CNC), oito em cada dez famílias pernambucanas estão com o orçamento comprometido com dívidas, atualmente. Desempenho do setor de Serviços em Pernambuco tem queda em janeiro, mas indicadores acumulados apontam crescimento. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo IBGE, divulgou informações sobre o desempenho do setor de Serviços em janeiro de 2023. O Índice de Volume de Serviços é utilizado para medir a variação no volume de serviços prestados pelas empresas no país, enquanto o Índice de Receita Nominal de Serviços indica a variação da receita nominal do setor, isto é, sem considerar a inflação do período. Em Pernambuco, o Índice de Volume de Serviços teve um crescimento de 3% em comparação a janeiro de 2022. Já a variação acumulada em 12 meses aponta um avanço expressivo, de 10,5%. Entre janeiro e dezembro, o Índice de Volume de Serviços apresentou uma desaceleração de 2,9%, enquanto no Brasil a queda foi de 3,1%. Quanto ao Índice de Receita Nominal de Vendas do setor de Serviços em Pernambuco, nota-se que, em comparação com janeiro de 2022, a receita nominal aumentou 13,3% em Pernambuco. Já em relação ao acumulado dos últimos 12 meses, houve um avanço relevante de 21,3%. A comparação janeiro – dezembro, apresentou queda de 3,1%, enquanto no Brasil houve um tímido avanço de 0,1%. A variação do volume das atividades turísticas em Pernambuco apresentou dados promissores, com um avanço de 4,5% em janeiro em relação ao mês anterior. O resultado é ainda mais gratificante quando observamos a variação acumulada em 12 meses em relação ao mesmo período anterior, que apresentou um aumento de 13,1%. Isso se deve em grande parte ao período de férias escolares e recessos em janeiro. Com relação ao índice de receita nominal das atividades turísticas, houve um avanço de 16,3% em janeiro em comparação com o mês anterior, e um crescimento de 34% na variação acumulada em 12 meses em relação ao mesmo período do ano anterior. É importante destacar que o forte crescimento do setor também se deve à reabertura turística pós-Covid 19. Os resultados da PMS indicam uma desaceleração no setor de Serviços pernambucano em janeiro, acompanhando o recuo nacional. A receita do setor apresentou o mesmo movimento, mas de forma mais branda em nível nacional. Além disso, a análise da variação acumulada em 12 meses revela um cenário mais positivo para o setor de Serviços em Pernambuco, com um crescimento expressivo tanto no Índice de Volume de Serviços quanto no Índice de Receita Nominal de Vendas. Tabela 1: Índice de volume de vendas para PMC e PMS (%). Índice de Volume de vendas Jan-23/Dez-22 Jan-23/Jan-22 Variação acumulada em 12 meses/12 meses anteriores PMC – Varejista 4,2 -1 -3,5 PMC – Varejista ampliado 0,8 -15,4 -12,2 PMS -2,9 3 10,5 Fonte: PMC e PMC/IBGE; Elaboração: Fecomércio-PE Tabela 2: Índice de receita nominal para PMC e PMS (%) Índice de receita nominal Jan-23/Dez-22 Jan-23/Jan-22 Variação acumulada em 12 meses/12 meses anteriores PMC – Varejista 2,3 5,7 7,8 PMC – Varejista ampliado 1,3 -7,2 0,3 PMS -3,1 13,3 21,3 Fonte: PMC e PMS/IBGE; Elaboração: Fecomércio-PE ampliado acumula uma queda de 12% em 12 meses, o setor de Serviços apresenta um crescimento de 10% no mesmo período, influenciado principalmente pela reabertura pós-pandemia e pelos serviços prestados à família. Além disso, fica claro o encolhimento dos segmentos do comércio varejista ampliado (que inclui venda de veículos, peças e motocicletas, materiais de construção e equipamentos de informática e

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Raquel Lyra apresenta à Alepe projeto que autoriza empréstimos de até R$ 3,4 bilhões

(Do Governo de Pernambuco) Proposta do Poder Executivo protocolada hoje na Assembleia Legislativa tem como objetivo reforçar investimentos do Estado de Pernambuco em áreas como segurança pública, saneamento e estradas. Foto: Hesíodo Góes/Secom A governadora Raquel Lyra se reuniu com deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe), para oficializar a entrega de Projeto de Lei do Executivo autorizando o governo estadual a captar empréstimos com garantia da União num valor de até R$ 3,4 bilhões. Diante da necessidade de reforçar os investimentos realizados pela administração estadual em meio a um cenário de queda da principal fonte de arrecadação do Estado – o ICMS – e de desequilíbrio orçamentário, a governadora foi pessoalmente à sede do Legislativo ressaltar a importância da aprovação da matéria, que permite a contratação de todo o espaço fiscal garantido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para o Estado. A vice-governadora Priscila Krause também esteve no encontro, que contou com a participação da maioria dos legisladores da Casa. De acordo com a governadora, a gestão estadual tem pressa para reforçar os investimentos públicos no Estado, com a realização de obras de ações importantes para a melhoria da qualidade de vida da população em áreas como segurança, saneamento e estradas. “Esse é um projeto importante para todos os pernambucanos porque garante a utilização do espaço fiscal já autorizado pelo Ministério da Fazenda para a contratação de empréstimos com a garantia da União. Através desse diálogo com o Legislativo, acreditamos que alcançaremos as soluções para Pernambuco”, explicou. “Precisamos garantir estratégias de investimento no nosso Estado para conseguir alavancar a economia e promover mais qualidade de vida para o nosso cidadão. Além disso, estamos fazendo um programa de redução dos gastos públicos que já trouxe uma economia de mais de R$ 200 milhões para os cofres estaduais. Vamos continuar fortemente com o programa de equilíbrio fiscal e trabalhar junto aos deputados federais e bancada de senadores para garantir projetos estruturadores pra Pernambuco e o diálogo aberto junto ao Governo Federal”, complementou Raquel Lyra. O projeto autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito junto a instituições nacionais e internacionais até o valor de R$ 3.447.662.648,77 e está em sintonia com o valor limite de contratação definido pela STN. O espaço fiscal é determinado a partir de regras que avaliam a capacidade de pagamento dos Estados. Conforme os resultados fiscais do exercício de 2021, Pernambuco atualmente tem a nota “B”. “Eu vejo o gesto da governadora de vir pessoalmente apresentar o PL à Alepe como uma coisa muito positiva, não só para o parlamento, mas também para o Governo do Estado, e principalmente para os pernambucanos, que esperam esse novo tempo. Esse diálogo com os deputados vai estreitar cada vez mais o Legislativo com o Governo do Estado”, afirmou o presidente da Casa, Álvaro Porto. Na soma dos R$ 3,45 bilhões, a proposta autoriza que até noventa milhões de dólares sejam contratados junto ao Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) visando a realização de obras no âmbito do Projeto de Saneamento Rural de Pernambuco – PROSAR-PE. Outra autorização para financiamento internacional, dessa vez com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), é de até duzentos milhões de dólares vinculados a despesas de capital do programa Juntos Pela Segurança. Todos os valores já estão inseridos no limite dos R$ 3,45 bilhões. Outra prioridade nesse montante será a destinação de recursos para recuperação da malha rodoviária estadual. O projeto vai tramitar em regime de urgência na Casa, com o objetivo de garantir a obtenção mais rápida dos empréstimos, que visam reforçar os investimentos estaduais. Além do desequilíbrio do Orçamento estadual para 2023, que foi recebido da gestão anterior com um déficit de pelo menos R$ 7 bilhões diante das reais necessidades do Executivo, a principal fonte de arrecadação própria do Estado, o ICMS, tem sido impactada nesse início de ano. Em fevereiro, considerando a inflação, houve queda real de 1,3%. Em março, o decrescimento foi 17,2%. Além do reforço de caixa via empréstimos, o governo tem buscado a redução de despesas desnecessárias a partir do Plano de Qualidade do Gasto Público, que no primeiro bimestre do ano já economizou R$ 225 milhões em custeio.

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Petrobras reduz preço do gás natural em 8,1%

(Da Agência Brasil) A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (17), uma redução média de 8,1% no preço do gás natural, em relação ao trimestre encerrado em abril. Os novos valores serão cobrados a partir de 1º de maio, segundo nota divulgada pela estatal. De acordo com a empresa, os contratos com as distribuidoras preveem atualizações trimestrais do preço do gás e vinculam os reajustes às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio. Ainda segundo a empresa, o petróleo recuou 8,7% no período e o real teve uma valorização de 1,1% ante o dólar. Já a parcela referente ao transporte do gás é atualizada anualmente nos meses de maio e, neste ano, sofrerá reajuste de 0,2%, de acordo com a variação do IGP-M. Com o reajuste anunciado nesta segunda-feira, o gás vendido pela Petrobras às distribuidoras acumula redução de 19% no ano, disse a Petrobras. “A Petrobras ressalta que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da Companhia, mas também pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV- Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais. Além disso, as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas”, informa a estatal. Segundo a Petrobras, a atualização do preço do gás natural anunciada nesta segunda-feira não afeta o gás de cozinha (GLP), envasado em botijões ou vendido a granel.

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GNV Copergas

Preço do GNV terá queda de 20% em Pernambuco

(Da Copergás) O GNV ficará 20% mais barato em Pernambuco a partir de 1º de maio. A redução beneficia diretamente os 91,8 mil motoristas do Estado que têm veículos convertidos para o combustível – a grande maioria deles taxistas e profissionais de aplicativos, que usam o carro como fonte de renda. A queda média do preço do gás natural, para todos os segmentos (como o industrial, comercial e residencial), será de 19,4%. A distribuição do produto em Pernambuco é feita pela Copergás – Companhia Pernambucana de Gás, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. A alteração nas tarifas em Pernambuco ocorre trimestralmente, em fevereiro, maio, agosto e novembro, sempre no dia 1º do mês. A redução nos valores das tarifas, agora em maio, torna-se mais relevante quando se observa que é a segunda consecutiva no ano. Em 1º de fevereiro passado, o preço do GNV no Estado caiu 14,8%, e o gás natural (em média, no conjunto dos segmentos), 14,4%. O valor das tarifas reflete a variação do dólar e do barril de petróleo, e é proveniente do preço médio ponderado do gás natural comercializado pelas empresas supridoras da Copergás, que hoje são três: a Petrobras, a Shell e a New Fortress. Com diversidade de supridores, a Companhia não fica submetida aos valores de uma só, ganhando mais flexibilidade na definição dos preços. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, destacou o impacto que a queda nas tarifas terá para as diversas atividades que consomem o gás natural. “Em um cenário onde há elevação de preços em diversos setores, uma redução dessa dimensão, de 20%, tem um forte impacto positivo”, afirmou ele. “Reduz custos de produção, fortalece a competitividade e contribui para gerar renda. Tudo isso na trilha de uma economia de baixo carbono, que é característica do gás natural”, concluiu Guilherme. O presidente da Copergás, André Campos, ressaltou a oportunidade de os pernambucanos terem um gás natural mais barato. “Em qualquer circunstância, o GNV já é mais vantajoso em comparação com os outros combustíveis. É mais econômico, é seguro e menos poluente. Com uma redução de 20%, suas vantagens ficam ainda maiores”, disse André. “E o benefício será geral, porque a diminuição da tarifa será praticamente a mesma nos outros segmentos. A indústria de Pernambuco e o comércio de Pernambuco têm à disposição uma fonte de energia fundamental para a competitividade de suas atividades”, completou.  A Copergás possui, hoje, cerca de 76 mil clientes, da capital ao Sertão, incluindo residências, indústrias, comércio e postos com GNV.

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Paulista receberá investimentos privados de R$ 30 milhões em negócios do setor de saúde

(Com informações da Prefeitura de Paulista | Fotos: Armando Fuentes) Paulista vai receber a expansão de dois empreendimentos do setor de saúde, com aproximadamente R$ 30 milhões em investimentos, gerando em torno de 300 vagas de emprego na sua instalação na cidade. Nesta semana, os representantes dos empreendimentos visitaram a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agropecuária e Pesca do município. A primeira operação é a implantação da Plena Distribuidora, empresa especializada na entrega de medicamentos para redes de farmácia, hospitais e clínicas. “Temos a necessidade imediata de expandir nossos negócios e, pelo que analisamos de Paulista, pretendemos nos instalar aqui. Nossa expectativa é que a estrutura do nosso novo centro de distribuição seja erguida em uma área de 10 mil metros quadrados, com investimento estimado de R$ 27 milhões e a geração de 250 empregos diretos. A  escolha de Paulista é motivada pelo seu modelo de licenciamento agilizado, além do atendimento e seriedade da gestão municipal. Estamos satisfeitos com o ambiente favorável de negócios que a cidade nos oferece”, destacou o empreendedor Yuri Falcão. Já a segunda operação é focada no setor de redes de farmácias, com a chegada da Drogaria Recife, que irá instalar duas unidades no município. “Optamos pela cidade de Paulista pela flexibilidade e organização no sentido de licenciamento para o funcionamento de nosso negócio. Vamos investir R$ 3 milhões no total, quando vamos empregar perto de 30 pessoas para atendimento em cada unidade”, ressaltou o CEO da empresa, Osiel Barbosa. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agropecuária e Pesca de Paulista, Raimundo Lopes, a cidade colhe diariamente os resultados de seu modelo de atendimento aos empresários. “Para o setor privado, o principal é a agilidade e eficiência que o setor público proporciona para o funcionamento de sua operação, sem entraves e dificuldades. Somos referência no Estado e, por isso, todas essas empresas estão se instalando aqui nas suas expansões”, frisou o secretário municipal.

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Pequenos negócios respondem por 85% das contratações em fevereiro

(Da Agência Brasil) Em números absolutos, foram 206.697 vagas abertas Foi como descobrir a arte. Mas, não foi de um dia para o outro que o maranhense Ricardo Silva Carvalho, de 41 anos, nascido em Sambaiba (MA) e radicado em Brasília há quase 20 anos, aprendeu a fazer sushi. “Demorei um ano e as aulas foram no restaurante que eu trabalhava”. Ele se tornou chef. Durante a pandemia, passou a prestar um serviço para complementar renda: entregar comida japonesa na casa das pessoas. Economizou tudo o que podia. Deu tão certo que o sonho iria se tornar realidade em 2023. “Abri meu próprio fast food de sushi com minha esposa neste ano.” O casal contratou seis funcionários. Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),  a história do empreendimento do Ricardo e da Patrícia está longe de ser um caso isolado. Esse tipo de empresa respondeu pela criação de 85% das vagas de trabalho geradas em fevereiro. Em números absolutos, foram 206.697 vagas abertas (85% dos 241.785 novos postos de trabalho criados).  Para o economista Roberto Piscitelli, professor da Universidade de Brasília (UnB), as vagas geradas pelas pequenas empresas reduzem a concentração de economia. Ele explica que esse tipo de negócio ajuda a capilarizar os circuitos econômicos e tende a desconcentrar a riqueza. “Além disso, essas oportunidades tendem a absorver uma mão de obra que depende de menos tecnologia. Por isso, é tão importante que sejam oferecidos programas de incentivo para pequenas e médias empresas”, considera o economista. São vagas geradas também mais próximas das casas das pessoas. Na avaliação da professora de economia Juliana Bacelar, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o levantamento ressalta o peso das pequenas empresas na geração de emprego, que vai melhor nos serviços do que no comércio. Segundo o Caged, o ramo de serviços foi o que mais contratou: foram 135.238 empregos em fevereiro. Depois, vem a indústria de transformação, que respondeu por 37.429 vagas; enquanto a construção teve 22,6 mil novos postos gerados. O comércio teve saldo negativo (-1.344 novos postos de trabalho). “Não é a toa que, quando a gente fala quais são os segmentos que estão puxando a economia, é o setor de serviços porque é onde elas, de fato, estão mais presentes e contratam mais. Os setores que estão crescendo mais são alimentação e educação. Eu acho que reflete muito o movimento da dinâmica econômica. Mas o comércio não está decolando em termos de atividade econômica.” Recuo As médias e grandes empresas tiveram saldo negativo pelo segundo mês consecutivo, com mais demissões do que contratações. No acumulado de 2023, dos 326.356 novos empregos gerados, 83% foram nas micro e pequenas empresas (MPEs). Para o Sebrae, os dados atestam a importância dos pequenos negócios para a economia nacional, o que gera renda e contribui para assegurar a cidadania de milhares de pessoas e suas famílias. “Falar de desenvolvimento econômico e social é falar da micro e pequena empresa”, apontou o presidente da entidade, Décio Lima. Os dados acompanham o histórico que já vinha se mostrando promissor no ano passado, quando, a cada dez postos de trabalho gerados no Brasil, aproximadamente oito foram criados pelas micro e pequenas empresas. O acumulado do ano ultrapassou 2 milhões de novas vagas, sendo que quase 1,6 milhão de empregos foram nos pequenos negócios: cerca de 78,4% do total. Em 2021, a participação das MPEs no saldo total foi de 77%. A média é maior em 2023 (83% do total). Investimento No caso do restaurante de sushi, o casal está otimista. “Está sendo melhor do que o esperado. A gente acha que, em um ano, conseguimos ter retorno do nosso investimento”, diz a sócia e esposa, Patricia Souza Moreira, de 44 anos. O casal calcula ter investido inicialmente cerca de R$ 50 mil no negócio. Eles também têm um food truck itinerante com o mesmo tipo de comida. “Temos a expectativa de até o final do ano conseguir abrir um segundo restaurante”, diz Patrícia Moreira. A boa notícia é também para os empregados deles. O sushiman Luiz Carlos Pereira, de 37 anos, diz que, durante a pandemia, ficou um ano desempregado. Ele tem três filhos. “Estava vivendo de bicos. Finalmente, consegui um emprego ‘fichado’ (com registro na carteira de trabalho) fazendo algo que eu gosto. É gratificante”. O arroz, o salmão, as algas e os peixes com os quais mexe todos os dias ganharam um sabor de recomeço.

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Café do Mercado terá unidade em Alagoas

Hoje (14) se comemora o dia mundial do café. Uma das bebidas mais populares do planeta que aguça paladares e inspira negócios. Um dos destaques no segmento em Pernambuco é o Café do Mercado (@cafedomercadobrasil), que surgiu no Centro do Recife e já está chegando ao estado vizinho de Alagoas. Com sete anos de atuação, o tradicional café e restaurante da capital pernambucana tem toda uma história de origem ligada ao Mercado de São José. E em opções do menu. Em seu cardápio, reúne, entre outros, gastronomia regional, sabores e uma pitada de empreendedorismo. A primeira unidade foi aberta na Rua das Calçadas, 154, no bairro de São José. De lá, se espalhou. Hoje, há unidades também já em operação no RioMar Shopping, Shopping Recife e uma se tornando franquia em Maceió (AL). O Café do Mercado tem tradição e já participou de eventos como o Festival da Boa Comida, que aconteceu ano passado, durante o REC’n’Play, no Bairro do Recife, levando a culinária regional, pratos, iguarias e cardápios a partir de produtos agroecológicos e com o conceito de cozinha saudável. Também do Pernambuco Restaurante Week, maior festival gastronômico da América Latina, e do festival Burger Gourmet by Restaurant Week.

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Ministério da Integração transfere R$ 50 milhões para obras da Adutora do Agreste

(Do Governo de Pernambuco | Foto: Aluísio Moreira/Compesa.) Já estão na conta do Estado R$ 50 milhões transferidos no último dia 6 de abril pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para a aceleração das obras da primeira etapa da Adutora do Agreste, que beneficiarão 23 municípios do interior de Pernambuco. Os recursos, obtidos após agendas da governadora Raquel Lyra em Brasília nesse primeiro trimestre de governo, possibilitarão retomar o ritmo da obra, que tem conclusão prevista para 2025, quando todas as adutoras estarão implantadas e a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Agreste concluída, viabilizando o transporte de um volume de 2 m³ de água por segundo. O valor repassado neste mês pelo governo federal é maior que a soma de todos os recursos disponibilizados em 2021 e 2022 juntos (R$ 40,83 milhões) e apontam para a capacidade de diálogo da nova gestão junto aos demais entes federativos. De acordo com a governadora Raquel Lyra,  o montante depositado garantirá a aceleração das obras ainda no primeiro semestre, mas a busca de mais recursos continuará no foco. “A gente sabe a importância que uma obra como a Adutora do Agreste tem para melhorar o acesso à água no interior e essa é uma meta prioritária do nosso governo. Estamos determinados a concluir a primeira etapa da Adutora e esse recurso que destravamos em Brasília já é uma amostra de muito trabalho e diálogo que vão se transformar em melhoria de vida para a nossa população”, explicou.  Do valor inicialmente conveniado com o governo federal, restam ser repassados ao Estado de Pernambuco cerca de R$ 35 milhões, mas com a atualização monetária dos valores do projeto, ainda de 2011, estima-se que a primeira etapa demandará mais R$ 400 milhões. A execução física da obra alcançou 78%, já tendo sido implantados 696 dos 787 km previstos de tubulações. Atualmente, a principal obra em execução é a Estação Elevatória de Água Bruta (EEAB), localizada em Arcoverde. Para o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, os recursos repassados representam um novo momento de pactuação entre os governos federal e estadual. “Nessa semana estamos comemorando a chegada dos primeiros valores destinados à conclusão das obras da Adutora do Agreste no atual governo. Temos a oportunidade e compromisso do governo federal de que não faltarão recursos para concluir a obra no espaço de tempo mínimo possível”, destacou. O novo repasse de recursos federais está permitindo à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), executora da obra, a retomada do planejamento de novas ações, que envolve a abertura de novas licitações para a construção da Estação de Tratamento de Água e o complemento dos trechos da Adutora entre Caruaru e Gravatá; Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe; Belo Jardim e São Bento do Una e Belo Jardim e Brejo da Madre de Deus. Com estas ações, existe a previsão de reforço no abastecimento da cidade de Caruaru até o início de 2024.

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Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dez meses

(Da Agência Brasil) Bolsa sobe 0,64% e atinge maior nível desde fim de fevereiro Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, o dólar teve forte queda e fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dez meses. A bolsa de valores subiu e atingiu o maior nível desde o fim de fevereiro. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12) vendido a R$ 4,942, com queda de R$ 0,065 (-1,31%). A divisa operou em queda durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 11h15, chegou a R$ 4,91, mas encostou em R$ 4,95 durante a tarde por causa de investidores que aproveitaram a cotação mais baixa para comprar dólares. A moeda norte-americana está no menor nível desde 9 de junho do ano passado, quando tinha fechado em R$ 4,91. Com a queda de hoje, a divisa cai 2,51% em abril e recua 6,4% em 2023. O mercado de ações teve mais um dia de ganhos. Em alta pelo terceiro pregão seguido, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 106.890 pontos, com alta de 0,64%. O indicador chegou a subir quase 2% por volta das 14h20, mas desacelerou influenciado pelo mercado externo. O Ibovespa está no maior patamar desde 23 de fevereiro. Fatores internos e externos contribuíram para a queda do dólar e a alta da bolsa. No Brasil, os investidores continuam repercutindo a desaceleração da inflação oficial em março, o que aumenta as chances de o Banco Central (BC) começar a reduzir a taxa Selic (juros básicos da economia) no início do segundo semestre. A expectativa de juros menores estimula a aplicação na bolsa de valores, investimento com maior risco que os títulos públicos. O mercado internacional também reagiu bem à desaceleração da inflação ao consumidor, que caiu para 0,1% em março, contra 0,4% em fevereiro. Os dados reforçaram a expectativa de que o ciclo de alta de juros nos Estados Unidos está perto do fim. No entanto, o dólar ganhou força e as bolsas desaceleraram no fim da tarde, com a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), que indicou que a inflação na maior economia do planeta ainda não está contida.

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