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Recife lidera adesão de cidades brasileiras ao Pacto Global Pelo Clima e Energia

O Recife integra o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia. O prefeito Geraldo Julio, vice-presidente de Mudanças Climáticas da Frente Nacional de Prefeitos, assinou na manhã da última terça-feira o documento que faz a adesão da cidade e reafirma seu compromisso com a questão climática. Como vice-presidente de Mudanças Climáticas na FNP, o prefeito Geraldo Julio mobilizou ainda a adesão de outras 31 cidades de todo o Brasil ao Pacto. A adesão coletiva configurou o Ato de Prefeitos pelo Clima e Energia, que aconteceu na programação da 72ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos, no Sebrae Recife, com o objetivo de promover o engajamento de lideranças locais em ações de enfrentamento à mudança do clima. “O Pacto Global é um compromisso assumido pelos municípios. Quem mais emite gás para o efeito estufa no mundo inteiro, nas grandes cidades, são as questões de mobilidade e resíduos sólidos, que são questões tratadas pelos municípios. O Governo Federal vem discutindo na COP, na ONU, mas é importante que os municípios possam participar deste debate e acessar recursos que são disponibilizados por organismos internacionais para as mudanças climáticas. Então, este documento de hoje é importante porque insere os municípios do Brasil nessa discussão e as cidades precisam mudar suas formas de funcionamento para garantir um desenvolvimento mais sustentável”, explicou o prefeito Geraldo Julio sobre o movimento que atualmente reúne mais de 7.400 cidades de seis continentes e 121 países, representando mais de 600 milhões de habitantes e é a maior aliança mundial de prefeitos e líderes locais comprometidos com a ação climática. Participam do Pacto Global Pelo Clima e Energia, no Brasil, após o ato de hoje, as cidades de Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Canoas (RS), Cáceres (MT), Cariacica (ES), Curitiba (PR), Curvelo (MG), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Jaguariúna (SP), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Presidente Prudente (SP), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), Uberaba (MG), Vitória (ES) e Igarassu (PE). A partir do documento, ficam estabelecidas iniciativas com o objetivo de atingir e até superar os objetivos do Acordo de Paris, firmado em 2015, durante a 21ª Conferência das Partes (COP-21) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), que tem como uma das principais metas desse acordo, manter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais. Com a adesão, as prefeituras se comprometem a, num período de três anos, reduzir as emissões de gases de efeito estufa, se preparar para os impactos das mudanças climáticas e aumentar o acesso à energia sustentável. O secretário executivo do ICLEI na América do Sul, Rodrigo Perpétuo, comentou a importância do ato. “O que aconteceu hoje aqui foi a integração de prefeitos da Frente Nacional com o movimento mundial, e essa convergência significa um fortalecimento do poder local frente às Agências Internacionais, tanto as da ONU, que determinam e dão as diretrizes políticas que depois são incorporadas nos respectivos países, como as de financiamento, os grandes bancos internacionais, para que os municípios possam acessar recursos que realmente façam diferença na implementação de políticas públicas”, declarou o secretário sobre o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, que resulta da fusão de duas iniciativas: o Compacto de Prefeitos estabelecido por Bloomberg Philantropies e o Covenant of Mayors for Climate and Energy, lançado pela Comissão Europeia. A pactuação consolida a política de enfrentamento às mudanças climáticas do município. Desde abril de 2014 foi sancionada e está em vigor a Política de Sustentabilidade e de Enfrentamento das Mudanças Climáticas do Recife (Lei Nº 18.011/2014), estabelecendo instrumentos para a implementação, em nível municipal, de ações sustentáveis e de enfrentamento ao fenômeno do aquecimento global, e também a elaboração de inventários de emissão de gases de efeito estufa, com o apoio do ICLEI e do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina). Além disso, em novembro de 2015, a prefeitura estabeleceu o Decreto Nº 29.220 com as metas de mitigação das emissões de gases de efeito estufa para os anos de 2017 e 2020, e ainda lançou o Plano de Redução de Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) – Recife Sustentável e de Baixo Carbono. FÓRUM CB27 – O Recife também sedia, desde o domingo (26), o 12º Encontro do Fórum de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras (CB27). Dos 27 titulares, 23 participam do evento. A reunião é o primeiro encontro brasileiro nessa área após a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, COP 23, que ocorreu em Bonn, na Alemanha, de 6 a 17 de novembro. O 12º CB 27 foi realizado pela Fundação Konrad Adenauer, com apoio do ICLEI-Governos Locais pela Sustentabilidade. (Prefeitura do Recife)

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Governo anuncia novo calendário para contratação de energia nova em 2018

O Ministério de Minas e Energia divulgou o calendário para os novos leilões de energia A-4, a chamada energia nova, para abril do ano que vem. De acordo com o ministério, a entrega do suprimento de energia deve começar em 2022. Segundo o ministério, a energia será disponibilizada por meio de empreendimentos hidrelétricos, por projetos de fonte de biomassa, eólica e solar fotovoltaica. No caso dos empreendimentos hidrelétricos, o prazo de suprimento é de 30 anos. Nos demais, a geração a energia será ofertada por disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos. O edital prevê que não poderão participar os empreendimentos de geração que entrarem em operação comercial até a data de sua publicação. O novo leilão ocorrerá após o certame previsto para dezembro, nos dias 18 e 20, quando será realizada a contratação de energia A-4 e A-6 (com contratos para 2023), que preveem a entrada da usinas em operação a partir de 2021 e 2023, respectivamente. No primeiro caso, além das hidrelétricas, a oferta será para contrato de geração de energia de usinas eólicas, solares e térmicas à biomassa. Já no leilão de energia A-6, a contratação será de usinas hídricas, eólicas e térmicas a gás, biomassa e carvão. (Agência Brasil)

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Petrobras comercializa primeiro petróleo do bloco de Libra a partir de janeiro

A Petrobras estimou para o começo de janeiro a comercialização da primeira carga de petróleo do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, considerada como a maior reserva do produto no Brasil. A previsão é do gerente-executivo do projeto de Libra, Fernando Borges, que participou de uma teleconferência com jornalistas sobre a declaração de comercialidade da área noroeste do bloco. Borges afirmou que, atualmente, a produção ainda é restrita porque não inclui a planta de gás usada no processo de exploração, mas, quando isso ocorrer, a quantidade de produção, que hoje é de 17,5 mil barris dia, vai aumentar. “Hoje, o poço está produzindo, com o pé no freio, porque a gente tem limitação na planta de gás. Se a planta de gás já estiver comissionada no prazo que a gente tem, de 60 dias, a gente pode elevar a produção deste poço para em torno de 40 mil barris dia”, revelou. O campo de Mero, no bloco de Libra, tem volume recuperável total estimado de 3,3 bilhões de barris de óleo e está em águas ultraprofundas, a cerca de 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. Durante a fase exploratória e de avaliação, foram perfurados oito poços de extensão na área do plano de avaliação da descoberta (PAD), identificando reservatórios com óleo de boa qualidade e alto valor comercial. “Isso é um feito muito relevante na indústria do petróleo, em apenas quatro anos, estar produzindo com um navio dedicado, construído especificamente para isso, e trazer mais conhecimento para, quando estes projetos entrarem, ter uma melhor locação dos poços produtores e injetores nesta jazida”, afirmou. Segundo Borges, a plataforma FPSO Libra 1 deve ser contratada ainda este ano. De acordo com a Petrobras, o primeiro óleo do campo foi produzido por meio da plataforma flutuante FPSO Pioneiro de Libra, em um teste de longa duração, com o objetivo de avaliar o comportamento do reservatório de petróleo e ampliar o conhecimento das características da jazida. O gerente disse que a Petrobras não trabalha com a informação aberta de quanto será produzido quando todos os projetos estiverem em operação. O que pode ser adiantado é que o primeiro projeto aprovado está em fase iminente de ter o contrato assinado para um navio capaz de produzir 180 mil barris dia. Além disso, há previsão de mais quatro plataformas que podem ser do mesmo porte. “Hoje dentro de uma probabilidade razoável de conhecimento, a gente está declarando um volume de 3,3 bilhões de barris que é da área noroeste, onde a gente concentrou nestes quatro anos os esforços exploratórios”, apontou. Fernando Borges informou que o bloco de Libra tem em torno de 1.500 quilômetros quadrados e o campo de Mero está localizado em 320 quilômetros quadrados da área. Ainda não há avaliação do que vai ser encontrado na outra área do bloco. “No restante da área, a gente perfurou três poços e encontrou uma geologia um pouco diferente da área que estamos declarando comercialidade. Então, é muita informação para ser estudada, para a gente entender melhor o modelo geológico e onde pode estar o óleo neste restante da área que vamos continuar com os trabalhos exploratórios”. O gerente revelou ainda que o nome do campo foi escolhido por meio de votação entre os empregados da Petrobras. “Foram mais de 18 mil empregados votando entre três nomes. Saiu vencedor o nome de Mero, um dos maiores peixes da costa brasileira, é o senhor das rochas, que é fruto, inclusive, de um projeto de preservação que a Petrobras ajuda a patrocinar”, disse. O consórcio de Libra é liderado pela Petrobras, com participação de 40%. A empresa tem parceria com a Shell (20%); a Total (20%); a CNPC (10%) e a CNOOC Limited (10%). A gestora do contrato de partilha da produção é a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). (Agência Brasil)

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As cores da cerveja

Nossa percepção em relação aos sabores e aos estímulos que sentimos em relação ao que consumimos é diretamente ligado às cores. Se vamos ao supermercado, restaurantes ou qualquer outro estabelecimento que nos exponha ao que queremos beber ou comer, a apresentação é fundamental. As cores têm um papel muitas vezes determinante no que desejamos e traça um rumo do que devemos ou não “embarcar”, e muitas vezes, até o subconsciente trabalha silenciosamente nessa escolha. Com as cervejas isso não foge à regra. Com uma quantidade tão grande de estilos, marcas e rótulos, é plenamente natural que exista uma gama de variações de cores e tonalidades para assim causar o melhor impacto visual possível e assim estimular o nosso paladar. Mas e  o porquê de tantas cores? Afinal para alguns que começaram a curtir o universo das cervejas, “é apenas cerveja”, certo? De forma alguma, essa pluralidade dos tons é pura arte. Digamos que é a “noiva”, quando junto com os aromas dão uma largada e determinam qual tipo de cerveja queremos produzir ou consumir. Então o que define as cores? O que ela dizem? Vamos tentar explicar um pouco. A cor, como disse anteriormente, está ligada ao tipo de cerveja ou, podemos dizer também, ao tipo de receita. Ela mostra qual malte utilizado, nível de torrefação. Tal grau não interfere necessariamente na cor, muito mais no sabor. Então o equilíbrio nesse processo é fundamental para o sucesso das receita, mas a grosso modo podemos dizer que a combinação dos maltes vai dar a tonalidade da bebida. Outra coisa fundamental é que a cor não é determinante na graduação alcoólica. Podemos ter cervejas escuras, com graduação mais baixa que cervejas claras como as Pilsens. Dando um exemplo. Uma cerveja duble IPA é uma cerveja essencialmente alcoólica, ela pode ser clara e mesmo assim bastante forte. Uma cerveja com um tom bastante fechado e escuro, como uma Stout, pode ser bem mais leve. Cervejas escuras podem ter mais complexidade e serem mais densas, mas não obrigatoriamente mais fortes. Em se tratando do controle formal dessas cores existem duas escalas utilizadas para medir as cores da cerveja. A EBC, da Europa e a SRM dos EUA. No Brasil a escala usada é a EBC. A EBC, que quer dizer European Brewing Convention (Convenção de Cervejeiros da Europa) é aplicada a cerveja e também ao malte. Nessa escala, a cerveja clara tem que ter menos de 20 unidades de EBC, e quem tiver mais de 20 EBC, é definida como cerveja escura. A escala SRM tem como base a espectrofotometria, que usa a absorção da luz e a mede em certos comprimentos de onda. Existe uma diferença de 40% dos valores a escala EBC, nessa conta, 10 unidades de EBC, é equivalente a 4 de SRM, como explica o infográfico abaixo. Essas duas escalas mais formais é mais para os produtores de cerveja enquadrarem suas produções. Nós amantes e consumidores temos mais é que experimentar todas elas.

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Suape registra em outubro melhor movimentação mensal de sua história

De acordo com os dados registrados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o Porto de Suape registrou em outubro a sua melhor movimentação histórica mensal. Foram 2.326.798 toneladas no período. Desde 2010, quando o órgão iniciou o processo de acompanhamento da movimentação de cargas dos portos públicos brasileiros, esta é a melhor marca alcançada pelo atracadouro pernambucano. Essa recorde se deu, sobretudo, pela movimentação de granéis líquidos (combustíveis, álcool, óleos, gás e produtos químicos) e pelo aumento exponencial da circulação de veículos. Esses dois tipos de carga também tiveram a melhor marca já registrada pela Antaq em Suape. O crescimento da carga e descarga de contêineres foi outro fator que contribuiu para a elevação dos números. Os granéis líquidos, principal carga movimentada em Suape, responderam por 1.802.986 toneladas no mês de outubro. Na comparação com o mesmo período de 2016, quando 1.525.465 toneladas foram movimentadas, o crescimento percentual foi de 18,19%. No total, o porto já acumula 14.029.179 toneladas operadas desse tipo de carga em 2017, mantendo Suape na liderança nacional. VEÍCULOS – Com crescimento percentual de 182% na movimentação de veículos em relação a outubro de 2016, Suape registrou a chegada e saída de 10.320 carros no período. No ano passado, o número alcançado foi de 3.657 unidades. A marca consolida o atracadouro como o hub port de veículos para o Norte/Nordeste do país. As montadoras Jeep, GM, Toyota e Volkswagen utilizam o ancoradouro como porta de entrada e saída dos seus automóveis, distribuindo para concessionárias da região ou exportando para países da América Latina. Ao longo de todo o ano, já passaram por Suape 63.931 unidades. De janeiro a outubro, a alta é de 54% em relação ao mesmo período do ano passado. CONTÊINERES – A movimentação de contêineres no Porto de Suape se manteve na margem positiva em outubro. Foram 38.769 TEUs (unidade relativa a um contêiner de 20 pés) registrados, número maior que o apurado no mesmo mês de 2016 quando 37.944 TEUs foram calculados. No acumulado do ano (janeiro a outubro), 379.466 TEUs foram movimentados. O aumento é de 19,5% em relação aos mesmos meses de 2016. ACUMULADO – No total, até outubro de 2017, o porto alcançou a movimentação de 19.041.578 de toneladas, mantendo a 5ª posição entre os portos públicos de maior destaque na movimentação nacional. As principais operações continuam sendo as de cabotagem, com 12.418.579 de toneladas, seguidas pelas importações com 5.314.381 de toneladas e as exportações com 1.308.619 de toneladas. No período, 1.339 atracações foram operacionalizadas no atracadouro. (Governo do Estado de Pernambuco)

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Confiança do consumidor segue baixa, informa CNI

Alternando variações positivas e negativas nos últimos meses, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) manteve-se estável em novembro, na comparação com outubro. O indicador, avaliado mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou queda de 0,2%, recuando para 101 pontos. A confiança do consumidor permanece em patamar baixo, 2,1% menor que o verificado em novembro de 2016 e 6,6% inferior à média histórica. De acordo com a pesquisa, a estabilidade do INEC decorre de movimentos contrários de seus componentes. Enquanto os índices de endividamento e de expectativa de renda e de inflação caíram em relação ao mês anterior, os indicadores de situação financeira, de expectativa de desemprego e de compras de bens de maior valor registraram alta. “A manutenção do pessimismo do consumidor indica que a recuperação da demanda nos próximos meses tende a ser moderada”, destaca o economista da CNI Marcelo Azevedo. ENDIVIDAMENTO – Entre os índices que tiveram queda em novembro, destaca-se o de endividamento, com recuo de 3,1% na comparação com outubro e de 6,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os números indicam, conforme o INEC, uma elevação das dívidas das famílias brasileiras. Já as variações negativas nos índices de expectativa de própria renda e de inflação sinalizam aumento do pessimismo quanto a essas variáveis. Por outro lado, as altas nos índices de expectativa de desemprego e de compras de bens de maior valor apontam leve otimismo quanto à melhora no mercado de trabalho e às compras de itens como móveis e eletrodomésticos neste fim de ano. O INEC representa o sentimento dos brasileiros em relação à situação e às expectativas econômicas das famílias e do país. Quanto maior o índice, mais otimistas estão os consumidores. O INEC segue a mesma metodologia desde 2001 e é realizado pela CNI em parceria com o Ibope. Nesta pesquisa, foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios entre 20 e 26 de novembro deste ano. SAIBA MAIS – Acesse a página do Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) para conhecer todos os detalhes do estudo.

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Paulo Câmara anuncia ampliação do Ganhe o Mundo para 2018

A partir do próximo ano, alunos da Rede Estadual de Ensino de Pernambuco terão também a oportunidade fazer intercâmbio na Alemanha e na Colômbia através do Programa Ganhe o Mundo. A novidade foi anunciada pelo governador Paulo Câmara, na última quarta-feira (29.11), durante solenidade de lançamento da edição 2018 do PGM, no Palácio do Campo das Princesas. Para esta nova etapa, serão nove destinos parceiros e 1.090 vagas de intercâmbio divididas entre as três modalidades do PGM: Tradicional (1.045), Musical (20) e Esportivo (25). Outra novidade da edição é a ampliação das vagas com destino à Espanha – 40 para a modalidade Tradicional e 10 para a Musical -, fruto de uma parceria firmada com a companhia aérea Air Europa. “Serão mais 1.090 alunos que vão viver essa experiência e levar um pouco de Pernambuco para o mundo. Alunos que vão aprimorar seus conhecimentos, aprender uma segunda língua e trazer para o nosso Estado um conhecimento globalizado. Mas o que mais nos orgulha é saber que tudo que foi planejado, lá atrás, com Eduardo Campos, a gente está podendo aprimorar e traçar um futuro cada vez mais promissor para os nossos estudantes. Então, são momentos como esses que nos animam a trabalhar mais determinados, mais conscientes de que estamos no caminho certo. Muito ainda temos que fazer, mas o caminho que nós estamos trilhando é o caminho da valorização e da certeza que os nossos jovens, por mérito próprio, estão tendo o seu valor reconhecido e a oportunidade de um futuro melhor”, destacou o governador. A grande novidade desta nova edição do PGM é a inclusão da língua alemã na grade de idiomas do curso de línguas. Durante este ano, cinco estudantes foram selecionados e embarcarão em fevereiro de 2018 para a cidade de Berlim, na Alemanha. Os alunos, oriundos do Ginásio Pernambucano – unidades Aurora e Cabugá, participarão do programa internacional de intercâmbio no DID Deutsch-institut. Em Pernambuco, a língua alemã está na grade curricular desde 2009, na Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano. Para esta nova edição, a Rede Estadual conta com cinco escolas que ofertam o alemão através do PGM, totalizando 100 estudantes cursistas. Outro destaque é a inclusão da Colômbia como novo destino para os intercambistas. Serão 25 vagas com destino ao terceiro país mais populoso com a língua espanhola como idioma oficial. O secretário estadual de Educação, Fred Amâncio, fez questão de pontuar os avanços e a priorização que o Programa tem conquistado nos últimos anos. “Todos os anos nós trazemos novidades. Em 2015, foi o PGM Esportivo. Em 2016, foi o PGM Musical. Em 2017, nós ampliamos o número de vagas e incluímos o Uruguai como novo destino. E para 2018 será ainda mais especial: vamos conseguir impactar e ampliar as vagas do Ganhe o Mundo em todas as modalidades. Além disso, vamos contar com dois novos destinos e a introdução da língua alemã no curso de idiomas. Enfim, só temos a agradecer ao governador Paulo Câmara por todo o apoio que nos tem dado. A gente realmente acredita que o PGM contribui para a criação de uma nova e promissora geração de pernambucanos”, frisou. Tárcyla Arruda, de 16 anos, integra o grupo dos cinco estudantes selecionados para o intercâmbio na Alemanha. Matriculada no 2º ano do Ensino Médio do Ginásio Pernambucano, unidade Cruz Cabugá, a aluna declarou que se preparou muito para a seleção e que está ansiosa para viver a experiência. “Eu vou aprender uma nova língua. Uma língua que poucas pessoas no Brasil falam. Vou amadurecer mais, através do contato com várias pessoas, com culturas diferentes, e isso vai me ajudar muito. Meus pais acreditam muito em mim, e eu acho que isso é a base de tudo”, disse. PARCERIAS – Por meio de uma parceria entre o Governo do Estado e a Air Europa, serão oferecidas mais 40 vagas para o intercâmbio na Espanha na modalidade Tradicional do PGM, totalizando 65 ofertas para o curso de língua espanhola no país. Já na modalidade Musical, serão ofertadas 10 novas vagas, também para o país europeu, duplicando o número de oportunidades já oferecidas. Com o incremento, 20 estudantes terão a oportunidade de desenvolver suas habilidades musicais no Canadá (10) e, agora, na Espanha (10). Das 1.045 vagas da modalidade Tradicional, serão 700 para a língua inglesa, 340 para a língua espanhola e 05 para a língua alemã. Os destinos parceiros desta modalidade são: Canadá (450), Estados Unidos (100), Nova Zelândia (100), Austrália (50), Argentina (125), Chile (125), Espanha (65), Colômbia (25) e Alemanha (05). Já na modalidade Esportiva, os 25 intercambistas selecionados viverão a experiência no Canadá. “O Programa Ganhe o Mundo Esportivo é um programa pioneiro que possibilita todos os anos alunos-atletas da Rede Pública ganharem o mundo e terem uma experiência inesquecível, para toda a vida. E todos esses jovens que foram ao Canadá, voltaram com seu desempenho melhor, em cada modalidade eles melhoraram as suas marcas, fazendo com que Pernambuco venha melhorando, cada vez mais, as suas marcas no esporte”, ressaltou o secretário estadual de Turismo, Esporte e Lazer, Felipe Carreras. EMBARQUE – Os alunos selecionados embarcarão para um dos nove países parceiros do Programa, conforme a língua escolhida (04 de língua inglesa, 04 de língua espanhola e 01 de língua alemã). O primeiro grupo embarca no 2º semestre de 2018 e o segundo grupo no início de 2019. Os intercambistas estudam até um semestre letivo (dependendo da modalidade do PGM) em escolas de Ensino Médio (high school) com direto a seguro saúde internacional, passagens aéreas, acomodação em casas de família (host family) com todas as refeições, além de receberem bolsas mensais. Desde a primeira edição do PGM, em 2012, mais de seis mil estudantes realizaram o sonho do intercâmbio internacional. O programa é um dos principais investimentos da Educação priorizados no governo Paulo Câmara. “Programas educacionais, como o Ganhe o Mundo, devem ser valorizados por sua capacidade de criar pontes, de ligar pessoas e culturas. Eles propiciam aos alunos uma experiência educacional enriquecedora, preparando-os para

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4 igrejas que foram demolidas no Recife

O chamado progresso promoveu a demolição de vários prédios no Recife, entre eles igrejas. Históricas e com arquiteturas belíssimas, esse templos faziam parte do cotidiano da cidade. Selecionamos imagens de quatro que foram destruídos: Igreja dos Martírios, Igreja do Paraíso, Igreja Matriz do Corpo Santo e a Holy Trinity Church, conhecida como Igrejinha dos Ingleses. 1. Igreja dos Martírios De acordo com informações da Fundaj, o terreno da igreja foi doado para a irmandade do Senhor Bom Jesus dos Martírios, em 1782, no extremo da Vila de Santo Antônio, onde foi construída uma capela e posteriormente o templo, que só foi concluído em 1796 (foram cinco anos de obras). De acordo com Virginia Barbosa, bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco: “Embora fosse um templo pequeno, se comparável a outras igrejas da cidade, possuía um valor incomparável, principalmente pela fachada principal em estilo rococó (última fase do barroco), considerado uma das mais belas expressões arquitetônicas. Era situada na antiga rua Augusta (atualmente seria entre os módulos 3 e 4 do Camelódromo). Foi derrubada em 1973, justamente para abertura da Avenida Dantas Barreto, na gestão de Augusto Lucena na Prefeitura do Recife. 2. Igreja do Paraíso (1900) Foi destruída em 1944, durante a gestão de Novaes Filho na prefeito e do governador Agamenon Magalhães, também devido à Avenida Dantas Barreto. Ficava localizada no antigo Pátio do Paraíso, tendo sido construída no Século XVII. Apresentava fachada no estilo neogótico. De acordo com a pesquisadora Andresa Bezerra de Santana:  “Assim, a Igreja do Paraíso é mutilada e silenciada em 1944, não pela necessidade de abertura da avenida, mas pelo desejo de potencializar a rentabilidade do solo. A Igreja estava localizada no encontro da Avenida Guararapes com a Avenida Dantas Barreto, onde se localiza o Edifício Santo Albino”. 3. Igreja Matriz do Corpo Santo O Largo do Corpo Santo e a Igreja do Corpo Santo surgiram ainda no século 16. A igreja foi demolida entre 1913 e 1914 no processo de modernização do Recife, para abertura da Avenida Marquês de Olinda. Uma curiosidade é que durante o governo holandês em Pernambuco esse templo foi transformado em calvinista. 4. Igrejinha dos Ingleses O primeiro templo anglicano do Recife, a Holy Trinity Church foi construída em 1838, na Rua da Aurora, onde hoje estão o edifício Duarte Coelho e o Cine São Luiz. Segundo o site da Diocese Anglicana do Recife, o prédio foi demolido em 1946, “pela necessidade de se alargar a rua que daria lugar à nova e arrojada avenida, a Conde da Boa Vista”. *As imagens são do site da Diocese Anglicana do Recife

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Altas Eólico e Solar de Pernambuco apresenta áreas de geração de energias renováveis do Estado

Visando fortalecer e expandir cada vez mais a matriz energética pernambucana de forma sustentável, o Governo do Estado entregou à sociedade o seu Altas Eólico e Solar de Pernambuco. O material apresenta um mapeamento das áreas com maior potencial de geração de energias renováveis, através da oferta de dados técnicos precisos que objetivam facilitar a instalação de empreendimentos do setor no território pernambucano. A publicação foi lançada em solenidade comandada pelo governador Paulo Câmara, no Palácio do Campo das Princesas, e estará disponível, a partir de hoje, para acesso público no site: www.atlaseolicosolar.pe.gov.br. “Entregamos, hoje, à toda sociedade e aos investidores do Brasil e do mundo, um atlas completo, com uma radiografia de todas as potencialidades do território pernambucano, tanto para a energia eólica quanto para a solar. Esse material vai dialogar com todo um estudo que já foi feito dentro do Pernambuco Tridimensional, onde nós temos mapeado todo o relevo do Estado. Então, a gente vai poder, a partir desse atlas, apresentar e vender Pernambuco como um Estado que possui um potencial enorme na geração dessas energias renováveis. A preservação dos nossos mananciais, dos nossos rios é necessária e se tornou um alerta de que a gente precisa investir cada vez mais em energias limpas, alternativas”, frisou o governador. Paulo destacou ainda as atividades do setor que já são realidade no Estado. “Pernambuco já mostra sua potencialidade nessas duas energias. A energia eólica já é uma grande e presente realidade, tanto na região do Araripe quanto no Agreste Meridional. Em relação à energia solar, temos o primeiro parque híbrido do Brasil em pleno funcionamento no Sertão do Itaparica. Então, agora, é se debruçar sobre as oportunidades, apresentar esse atlas aos investidores e buscar as parcerias. E isso vai ajudar muito Pernambuco a atrair mais empreendimentos e pessoas interessadas em investir em áreas estratégicas do nosso Estado”, avaliou o governador, ressaltando que a publicação é a porta de entrada para um novo ciclo de expansão do setor no Estado. O Atlas Eólico e Solar apresenta uma visão geral do potencial de produção de fontes eólicas e solares no Estado, através dos níveis de vento e de radiação solar, cruzando com uma série de mapas digitais em alta resolução que ressaltam aspectos da geografia, economia e infraestrutura da nossa região. “Reunimos um conjunto de informações privilegiadas aos potenciais investidores e criamos, com isso, a chance de Pernambuco largar na frente nos novos investimentos que, certamente, virão com os novos leilões de energia eólica e de energia solar. Então, ele é um importantíssimo instrumento para facilitar a atração, a indução e a facilitação dos investimentos em Pernambuco”, explicou o vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry. POTENCIAL – Pernambuco conta, hoje, com um potencial técnico da ordem de 100 GW de energia eólica e ainda outros 1.200 GW de energia solar. O modelo híbrido também é viável em território pernambucano, pois o ciclo diário de produção das energias eólica e solar são complementares, podendo produzir anualmente em torno de 270 GW. Para o secretário Executivo de Energia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Luiz Cardoso Ayres Filho, uma das grandes vantagens do Atlas Eólico e Solar é a possibilidade da análise conjunta dessas energias. “Todos nós sabemos do grande potencial que Pernambuco tem para a implantação e a geração de fontes alternativas, como a energia solar e a eólica. E com a decisão de se fazer esse atlas, o que está se dando ao público é a oportunidade e a condição técnica de conhecer o potencial energético do Estado como um todo”, disse. HISTÓRICO – Em dezembro de 2013, Pernambuco promoveu o inédito Leilão de Energia Solar – o primeiro do País no segmento. Com grande êxito, o projeto trouxe grandes investimentos para o Estado, que contribuem também com o desenvolvimento sustentável do Interior pernambucano. Entre os marcos na concretização deste sonho, está o primeiro parque híbrido do País, em Tacaratu. Fruto do Leilão e inaugurado em setembro de 2015, ele possui capacidade para abastecer 250 mil residências. O projeto continua crescendo e, hoje, engloba outros programas, como o Atlas Eólico e Solar de Pernambuco e o PE Solar, que tem o objetivo máximo de consolidar o Estado como um importante gerador de energia limpa. Participaram também do evento os secretários estaduais Sérgio Xavier (Meio Ambiente e Sustentabilidade) e Antônio Carlos Figueira (Assessoria Especial); o diretor-presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco – FIEPE, Ricardo Éssinger; e o presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Marcos Baptista.

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Francisco Cunha faz palestra e caminhada no Rec’n’Play

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, ministra palestra no próximo dia 02 de dezembro no Festival Rec’n’play, que traz para o Recife Antigo uma série de workshops e atividades voltadas à experiências digitais criativas. Com o tema “Caminhabilidade no Bairro do Recife: um upgrade tecnológico”, a palestra que acontece no Apolo 235, das 8h30 às 12h, também contará com uma caminhada por pontos chaves do Bairro do Recife, guiada por Francisco, que é arquiteto e urbanista por formação e um dos integrantes do Movimento Olhe pelo Recife. No encontro, Francisco Cunha discutirá o que pode ser feito, através dos meios tecnológicos, para potencializar a experiência da mobilidade a pé nas ruas do Bairro do Recife, utilizando conceitos de caminhabilidade e apresentando um pouco da história do bairro. A palestra é uma iniciativa do CAM (Cidades Algomais), projeto da Revista Algomais que tem a proposta de debater questões da vida urbana sob a ótica de práticas bem sucedidas.

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