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O mundo criativo do mercado cervejeiro (por Rivaldo Neto)

Todos os dias novidades invadem o efervescente mercado das cervejas caseiras, artesanais e importadas. Produtos que passaram a virar objetos de desejos dos cervejeiros de plantão. Indo de copos, abridores e até as chopeiras. Na realidade esse mercado paralelo foi ativado depois da invasão de novas cervejarias e novos tipos e estilos da bebida que surgem a cada dia. Até onde vai a criatividade desse mercado? Se é que podemos dizer que existe um limite para tal. Essa semana vou listar alguns produtos criativos e engraçados que fazem sucesso na internet. Vai do engraçado ao excêntrico, mas nesse mercado vale tudo, pois o importante é viver bem e ser feliz tomando sua cerveja favorita (ou as 10 mais). Pra encabeçar o primeiro produto vem de Cleveland, do estado de Ohio nos EUA. A empresa The Beerded Beard Co comercializa um óleo para barba com infusão de lúpulo. No site do produto o vidrinho é vendido a U$ 8,99. Mas não é só isso, a companhia vende também sabonete para as mãos com cheiro de lúpulo, U$ 6,99. Quem se interessar o link é https://beerdedbeard.com   Você com toda certeza já ouviu a frase. “Se beber, não dirija”. E não estamos sugerindo que se faça isso. Hoje com o trânsito caótico das grandes cidades, muita gente optou por ir ao trabalho de bike. Ao voltar para o lar que tal levar umas “geladas” para degustar em casa? Se a lei é pra ser cumprida, andar de bicicleta e beber cerveja também não é uma boa ideia, então no site Alibaba tem um porta cerveja para resolver esse problema. Tem vários modelos para você. E com preços que vão de U$ 3,00 a U$ 12. Todos nós gostamos de experimentar novas cervejas. Muitas vezes colecionamos de bolachas a taças. Mas, e as tampinhas? Se você é daqueles que guarda a tampinha pra se lembrar que cerveja tomou ou até mesmo pra decorar aquele pote perto de sua cervejeira. O site BeerShopp tem o Abridor de Colecionador. Ele promete abrir a cerveja de uma forma eficiente não amassando as tampas e contém um compartimento que as armazena para você. Custa R$ 78,00. http://www.beershop.com.br/. No Cerveja Store também possui um nas mesmas características, apenas não contém o compartimento. Custa R$ 31,99. http://www.cervejastore.com.br/ E aquela taça suada? Meio “trincada”? E que ainda funciona como um copo térmico. É assim que o Copo Térmico Tulipa Ice Gel promete deixar a sua cerveja. Tem um visual interessante e engraçado com uma capacidade de 500ml da bebida. O fabricante afirma que 4 horas no freezer é suficiente para preservar a sua bebida gelada por mais tempo: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-888152064-copo-termico-tulipa-ice-gel-cerveja-trincando-_JM Outro acessório que promete deixar sua cerveja sempre na temperatura ideal é a Corkcicle Chillsner Beer Chiller. O acessório garante que a bebida permaneça na temperatura correta, por muito mais tempo. Para isso, basta colocar os tubos no freezer, deixá-los lá por alguns minutos e pronto. O produto está à venda no site: www.amazon.com E pra decorar a parede de sua casa o site ClicStore tem uma boa variedade de modelos de placas de cervejas. Vão de frases a ilustrações vintages e muito engraçadas. Tem pra todos os gostos. E pra finalizar uma chopeira pra lá de estranha. A StamBeer, produz um produto que igual a uma caixa térmica com dois bicos de chopp. Com uma serpentina de 40 metros distribuídos nessas duas torneiras cromadas para extração do líquido e do creme. Se você quiser se aventurar nesse produto, a excentricidade tem um preço um pouco salgado, R$ 950. Só existe um inconveniente, ela precisa de um kit para extração do gás. Está à venda no mercado livre: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-891553783-chopeira-a-gelo-2-torneiras-40-mts-de-serpentina-aco-inox-_JM MUNDO CERVEJEIRO A DeBron Bier, projeto dos sócios Eduardo Farias, Raimundo Dantas e Thomé Calmon, tornou-se uma das grandes responsáveis por disseminar a cultura cervejeira artesanal no estado de Pernambuco. Com apenas dois anos de existência, a fábrica é referência na capacidade de produção no Nordeste, podendo chegar a 40 mil litros por mês, sendo considerada a maior do segmento na região. Também possui reconhecimento nacional e internacional, sendo inclusive a cervejaria do Brasil mais premiada em um dos maiores prêmios de cerveja do mundo – o Concurso Brasileiro de Cerveja. Para comemorar essas conquistas, a cervejaria fará uma grande festa no próximo dia 19 de agosto, a partir das 13h, no Cabanga Iate Clube. O evento contará com 20 torneiras de chopes espalhadas pelo local, onde o público poderá encontrar todos os estilos de cerveja do mundo, representado pelas cervejarias artesanais pernambucanas, além de praça de alimentação e shows da banda Seu Pepe e Rodrigo Morcegão. O ingresso para a festa custa R$ 40 e pode ser adquirido no Beerdock, Apolo Café e no site da Sympla. Aniversário DeBron Bier Dia 19 de agosto Local: Cabanga Iate Clube Hora: 13h às 19h Atrações: Seu Pepe e Rodrigo Morcego Valor: R$ 40 *Rivaldo Neto é designer e apreciador de boas cervejas (neto@revistaalgomais.com.br)

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Desemprego cai em todas as regiões, mostra IBGE

O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados ontem (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%. Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8% e em Alagoas subiu de 17,5% para 17,8%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, o desemprego caiu de 13,7% para 13%. Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, “nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”. População ocupada Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre deste ano, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares. Nas regiões Norte (31,8%) e Nordeste (29,8%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões. No segundo trimestre de 2017, 75,8% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As regiões Nordeste (60,8%) e Norte (59%) apresentaram as menores estimativas desse indicador. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 30,6% deles tinham carteira de trabalho assinada. Já a taxa de rendimento médio real de todos os trabalhos fechou o segundo trimestre em R$ 2.104, enquanto a massa de rendimento médio real ficou estável em R$ 185,1 bilhões. (Agência Brasil)

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Caixa destina R$ 1 bilhão para impulsionar varejo no pais

A Caixa Econômica Federal e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) assinam ontem (17) acordo de cooperação para impulsionar o segmento varejista do país. O banco vai destinar R$ 1 bilhão em recursos para o setor, além de disponibilizar condições diferenciadas para os associados do sistema CNDL. Denominado de Avança Varejo, o programa terá linhas de capital de giro, crédito rotativo, de investimento e financiamento. O acordo vai atender a cerca de 450 mil lojistas associados à CNDL, com mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte em todo o Brasil. Por meio do convênio firmado, o empreendedor vai dispor de linhas diversificadas para o financiamento de ônibus, caminhões, máquinas e equipamentos novos, aquisição de softwares e serviços correlatos no mercado interno, além de investimento em inovações. (Agência Brasil)

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Reformas no turismo são discutidas no Fornatur

Com objetivo de movimentar o turismo, e consequentemente, a economia, o Secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, que também é presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, reuniu secretários de turismo de todo o Brasil para discutir reformas para o setor. Durante a reunião ‎estava presente o Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz. Na ocasião, os secretários defenderam a resolução do Senado nº 55/2015, que cita sobre a redução de ICMS sobre querosene de aviação. Segundo o grupo, a unificação da alíquota do ICMS vai baratear custos das empresas aéreas, que poderão aumentar a oferta de voos e diminuir o preço das passagens aéreas. A redução deve beneficiar principalmente estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Agora o projeto está nas mãos da Comissão de Serviços de Infraestrutura (Secretaria de Apoio à Comissão de Serviços de Infraestrutura) e dentro de alguns dias segue para votação no Plenário. Segundo o relato, a ideia é reduzir o imposto de 25% para 12%. Outro avanço importante para o turismo foi sobre a discussão em transformar a Embratur numa agência. Junto ao presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, o Secretário Felipe Carreras, defendeu a ideia e acreditam ser um bom caminho para aumentar o fluxo de visitantes nacionais e internacionais no país, e consequentemente, desenvolver a economia. Para eles, o país poderá aumentar sua receita consideravelmente a partir da aprovação do Projeto de Lei 7425/2017, enviado à Câmara dos Deputados pelo governo. A medida institui a Agência Brasileira de Promoção do Turismo, que tem como objetivo formular, implementar e executar ações de promoção comercial de produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior. “O projeto de lei que está hoje na Câmara transforma a Embratur em uma agência moderna, com capacidade de competir com os países do continente e do mundo inteiro, com recursos e independência financeira”, ressaltou Vinícius Lummertz. Segundo a Embratur, o turismo é responsável atualmente por empregar 10% dos trabalhadores de todo mundo nas 52 áreas que compõem o setor. No Brasil, 8,5 milhões de brasileiros atuam no turismo. Para Lummertz, o Brasil tem o maior potencial de turismo entre todos os países do mundo e pode quase triplicar a atual receita anual do setor, estimada nos últimos 12 meses em aproximadamente U$ 7 bilhões. A expectativa é caminhar para perto de U$ 20 bilhões de receita. “Precisamos investir na promoção turística e promover mais o Brasil no exterior. Para se ter ideia, nossos vizinhos investem pesado na área. Somente em 2016, o México destina U$ 450 milhões no promoção, a Argentina gasta U$ 70 milhões, enquanto a Colômbia utiliza U$ 48 milhões. Já o Brasil só utilizou U$ 17 milhões em promoção turística em 2016”, explica o Secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras. E não é só a questão financeira: a agência lidera os movimentos para a liberação de vistos para turistas americanos, canadenses, japoneses e australianos, a ampliação da atração de turistas chineses – que são os que mais viajam pelo planeta – e também a permissão para que empresas aéreas com 100% de capital estrangeiro atuem no Brasil Durante a 92ª Reunião do Fornatur, o grupo defendeu também a abertura de grandes cassinos no Brasil. Os secretários e dirigentes discutiram sobre o projeto nº 186/ 2014, que dispõe sobre a exploração de cassinos, como são explorados, suas autorizações, destinação dos recursos arrecadados, entre outros. “Com a volta dos cassinos, a ideia é movimentar a economia, trazer empregos e turistas para a região. Para isso, eles deverão funcionar junto a complexos integrados de lazer construídos especificamente para esse fim, com hotel, bar e restaurante”, acrescenta Carreras. Em breve, o presidente do Fornatur, Carreras realizará grande reunião na Câmara dos Deputados para discutir esses e outros grandes temas.

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Brasileiros consideram o Nordeste como a região que mais aproveita o potencial turístico

O Brasil tem um enorme potencial turístico, mas em algumas regiões sua percepção é maior do que em outras. Os nordestinos são os que mais reconhecem o valor de sua região para a atividade turística, uma vez que 44,2% avaliaram como alto ou muito alto o potencial local, seguido do Sudeste (42,3%), Sul (32,6%) e Centro-Oeste e Norte (32,2). Não à toa, foram exatamente os entrevistados nas regiões Norte e Centro-Oeste que menos identificaram o valor de suas regiões para o turismo (35,2). Os dados são de uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Turismo. Ainda segundo o estudo, oito em cada dez brasileiros acreditam que o potencial turístico de nosso país é de médio para muito alto, mas 59,8% entendem que esse potencial não é aproveitado de forma adequada. Novamente, para os entrevistados, o Nordeste desponta como a região que mais aproveita seu potencial (39,6%). Em segundo lugar aparece o Norte e Centro-Oeste (32,7%), seguido do Sudeste (32,3%) e Sul (20,1%). Mesmo assim, 41,9% dos entrevistados acreditam que o turismo no Brasil aumentou nos últimos anos. “O Ministério do Turismo tem realizado uma série de ações para investir na infraestrutura dos destinos nacionais, assim como na qualificação de quem está na linha de frente do atendimento o turismo. Queremos posicionar o Brasil entre os grandes destinos mundiais”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS – Para divulgar os atrativos brasileiros, o Ministério do Turismo tem realizado uma série de campanhas publicitárias. Em dezembro de 2016, a campanha de verão foi lançada com o slogan: “O verão chegou. E espera por você no Nordeste”. Em maio foi a vez da Amazônia com a campanha “Descubra uma nova Amazônia”, com o objetivo de gerar identificação apresentando a multiplicidade da região por meio de experiências turísticas nos segmentos de natureza, ecoturismo e aventura, bem como apresentar as manifestações culturais e a rica gastronomia da região. Está prevista para este mês o lançamento da campanha da região Sul e até o final do ano as demais regiões serão contempladas com peças publicitárias segmentadas. SOBRE A PESQUISA – A pesquisa foi realizada de 17 a 23 de março de 2017 pelo Instituto FSB Pesquisa. Foram ouvidas 2002 pessoas com mais de 16 anos em todas as regiões do país para avaliar a opinião da população brasileira acerca do turismo no Brasil, assim como observar quais são as vantagens e prejuízos, além de identificar oportunidades de promoção do turismo no país.

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Confiança do consumidor volta a crescer e atinge 41,4 pontos em julho, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Mesmo com incertezas no cenário político e econômico, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 41,4 pontos em julho, ante os 39,4 pontos do mês anterior. Os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que o consumidor brasileiro segue cauteloso ao avaliar o desempenho da economia e da própria vida financeira. “Ainda que o cenário traçado em julho tenha sido ligeiramente melhor do que o traçado em junho, quando o país esteve sob o impacto de novas turbulências no campo político, o número segue abaixo do que se considera satisfatório e, devido às incertezas ainda presentes, não se pode descartar novos retrocessos no humor do consumidor”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que passou de 51,1 para 52,7 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,2 pontos em julho ante 27,8 pontos em junho. A escala dos indicadores varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os consumidores. Desemprego e preços elevados: os principais sintomas da economia ruim De acordo com o levantamento, 81% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 15%, o desempenho é regular e para apenas 2% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (51%), o aumento dos preços (24%), apesar da desaceleração da inflação, e as altas taxas de juros (10%). Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 41% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. Outros 42% consideram regular e um percentual menor, de 14%, consideram que vai bem. O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 37% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (35%), a queda da renda familiar (15%), imprevistos (5%), e a perda de controle financeiro (4%). “O momento atual é ruim para a economia e isso claramente afeta a vida financeira dos consumidores”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Porém, a percepção de deterioração da economia é mais acentuada do que na vida pessoal.” 40% dos consumidores estão pessimistas com o futuro da economia A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e descobriu que 40% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe a vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 11%. Os otimistas com a economia são apenas 15% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 56% dos entrevistados. Para justificar a percepção predominantemente pessimista com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: 32% desses entrevistados citam a corrupção e 23% o desemprego alto. Já entre a parcela majoritária que manifesta otimismo com a própria vida financeira, a maior parte (31%) não sabe explicar as razões: apenas diz esperar que coisas boas devem acontecer. Além desses, 16% acreditam que irão conseguir um emprego e 13% têm a perspectiva de conseguir um emprego melhor ou uma promoção. 72% notaram aumento de preços nas compras de supermercado Para quase metade dos consumidores (48%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Para a economista-chefe, a questão dos preços reflete a corrosão da renda das famílias, que mesmo com a queda da inflação, ainda não foi recuperada. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 22%, e o endividamento, mencionado por 14%. Além desses, 8% citam a queda dos rendimentos mensais e 4% dizem que nada está pesando sobre a vida financeira familiar. Se o custo de vida incomoda, é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 72% notaram que os preços aumentaram nesses locais. Para 62%, também aumentou o preço da energia elétrica. Também houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (46%), telefone fixo (44%) e nas tarifas de combustíveis (41%). Metodologia Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança. Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

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Suape publica edital de chamada pública para implantação de truck center

O pátio de triagem e estacionamento para caminhões (truck center) no Complexo Industrial Portuário de Suape está perto de ser implantado. A administração da estatal publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (15) o Edital de Chamamento Público para credenciar as empresas interessadas em explorar o novo espaço. Os caminhoneiros vão contar com um local com 500 vagas estáticas e infraestrutura necessária para esperar o tempo de iniciar o descarregamento e embarque das cargas provenientes dos terminais localizados no porto. As empresas interessadas deverão enviar requerimento para o endereço da sede de Suape, localizada na Rodovia PE-60, Km 10, Engenho Massangana, Ipojuca, CEP 55.590-000 – Empresarial Porto de Suape – Governador Eduardo Campos. A chamada pública se encerra no dia 29 de setembro. O edital, regulamento e todos os documentos relacionados à implantação do pátio estão disponíveis no site de Suape (www.suape.pe.gov.br). O contrato de adesão terá validade de 15 anos, podendo ser renovado por sucessivos períodos, já que não se trata de modelo de concessão. A contratada terá o prazo de 12 meses para implantar o truck center. As empresas credenciadas deverão oferecer os seguintes serviços de apoio ao motorista: sanitários e vestuários de uso gratuito; restaurante e lanchonete; atendimento médico de emergência; área de descanso e vivência; serviços de oficina, reparo e borracharia de caminhões. A instalação do truck center vai disciplinar e regulamentar os veículos de transporte de cargas que acessam a área portuária. Diariamente, o porto recebe cerca de 2 mil caminhões, chegando a aproximadamente 2,5 mil em dias de pico. “Com a conclusão desse projeto, vamos evitar o estacionamento irregular nas vias de acesso aos terminais, além de minimizar os períodos ociosos de carga e descarga, gerando benefícios de logística”, pontuou Marcos Baptista, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape. As 500 vagas estáticas podem ser divididas em duas áreas, próximas ou não, desde que localizadas dentro de uma área de até dois quilômetros do limite do Complexo de Suape. Após a instalação do Pátio de Triagem e do Estacionamento, todos os caminhões que acessarem ao Porto deverão estar previamente agendados e triados. A triagem vai compreender os serviços de recepção, leitura de placas, interligação online com os sistemas logísticos de Suape e dos terminais, orientação do local de estacionamento e posterior despacho do caminhão conforme liberação do terminal de destino. (Por Blog do Governo do Estado de Pernambuco)

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Empresa familiar: Compartilhando o plano de sucessão

A maioria das empresas familiares, em algum momento de suas existências, terá que passar por um processo de sucessão. Ter um plano sucessório definido dá a elas vantagens competitivas que podem, simplesmente, fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso da transição de liderança entre gerações. Entretanto, é comum encontrarmos empresas que fazem o dever de casa – organizam e planejam a sucessão – mas que erram ao não compartilhar nem engajar seus executivos estratégicos neste processo. Apesar de ser uma questão de cunho familiar, a sucessão é um assunto de grande interesse para aqueles que, não sendo da família, serão afetados diretamente por ela. É preciso lembrar que, assim com o futuro da organização, a carreira deles também está em jogo. Por isso, é muito importante que a lógica do processo de sucessão, de um modo geral, seja compartilhada com os principais executivos. Do contrário, pode ser criado um ambiente de incertezas que nada trará de bom para os negócios. A insegurança sobre o rumo que a organização tomará, o receio por não saber como o processo será conduzido, a dúvida sobre se a família está tratando o assunto com a importância adequada ou, ainda, o medo de que os familiares entrarão para “tomar o lugar” de quem já está lá, podem gerar conflitos internos e desmotivação na equipe. Isso também poderá afetar, no futuro, a confiança dos executivos no sucessor escolhido para assumir a direção da empresa. Claro que não é preciso expor o plano sucessório em seus mínimos detalhes nem muito menos questões íntimas da família, mas os executivos precisam entender como se dará o processo e quais serão seus papéis nessa transição. Eles podem, inclusive, contribuir com a experiência e com uma visão mais ampla e imparcial do negócio, já que não fazem parte da família, tornando o plano de sucessão até mais efetivo. Quando o processo sucessório é feito de maneira transparente e compartilhado com aqueles que fazem a empresa em seu dia a dia, todos ganham: as famílias empresárias, por se mostrarem dispostas ao diálogo sobre o tema, eliminando especulações e mal-entendidos, promovendo a integração da nova geração com a equipe que comanda os negócios; e os executivos, que terão mais visibilidade sobre o futuro da empresa e, desta forma, não se sentirão ameaçados pelas mudanças que sempre são trazidas por um processo sucessório, por mais bem conduzido que seja. *Artigo da coluna Gestão Mais, publicado no mês de Agosto na Revista Algomais

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Feijão com arroz é nutritivo e ajudar a emagrecer

Quem nunca almoçou aquele tradicional prato de feijão com arroz? A combinação presente na mesa dos brasileiros há bastante tempo além de ser saborosa, também traz uma série de benefícios. Do ponto de vista nutricional, por exemplo, é riquíssima em nutrientes essenciais para nosso organismo e, além disso, um completa o outro, pois a sustância que falta em um, o outro alimento repõe. Segundo a nutricionista do Hospital Jayme da Fonte, Karla Conolly, o complemento dos dois alimentos formam um par perfeito. “Os aminoácidos essenciais, como lisina (responsável pelo crescimento ósseo e produção de colágeno) e metionina (que atua na formação dos músculos) presentes no feijão e arroz respectivamente, quando juntos, formam uma proteína de boa qualidade ajudando na redução de doenças cardiovasculares, diabetes e no bom funcionamento do sistema nervoso”, justifica. Essa união teria surgido depois que o arroz, que tem origem oriental, foi trazido pelos portugueses para o Brasil, onde o feijão já estava sendo consumido pelos índios. Hoje, essa iguaria já faz parte do cardápio dos brasileiros e o consumo do feijão no País chega a ser 3,2 milhões de toneladas ao ano e do arroz em torno de 11 milhões, segundo dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística. Atualmente, existem mais de 150 tipos de feijão no mundo, entre eles o branco, rosinha, fradinho, rajado, reto e feijão verde. Apesar da variedade, a coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Português, Silene Alves, explica que não existe diferença significativa de nutrientes entre as espécies de feijões. “O que se aconselha é consumir diferentes tipos na dieta, para aproveitar e combinar ao máximo os efeitos positivos desse alimento, já que há pessoas que enjoam de comer feijão com arroz todos os dias”, destaca. Em relação ao arroz, entre os tipos encontrados estão o parboilizado, integral, selvagem, negro, vermelho, cateto e o branco. Sendo este último o mais conhecido e consumido pelo seu menor custo, porém, por ser polido, é o que também possui menos nutrientes, pois os nutrientes ficam na casca, que é retirada durante o polimento. A nutricionista Karla Conolly ressalta que alguns pacientes precisam ficar atentos quanto ao consumo do arroz. “Pacientes com restrição calórica, diabéticos e pessoas com tendências a constipação intestinal devem consumir com moderação”, alerta. Já o arroz integral é mais indicado por ser fonte de minerais, óleos essenciais e fibras que melhoram a função intestinal, evitam fatores de risco cardiovascular e ainda ajuda a saciar o apetite. Apesar da dupla trazer uma série de benefícios, é preciso ter alguns cuidados na hora de preparar o prato típico brasileiro. Silene explica que o feijão, por exemplo, possui ácido fítico, que bloqueia a absorção das vitaminas no intestino, e favorece o acúmulo de gases. “Recomenda-se deixá-lo de molho por no mínimo 8 horas fora da geladeira, para que o ácido seja neutralizado, e melhore a absorção das vitaminas. Uma concha de feijão para meia escumadeira de arroz é a proporção precisa dessa dupla”, orienta. Embora se fale na combinação, separadamente cada um desses alimentos possuem vantagens que por si só contribuem para o ser humano. Entre os benefícios, o arroz reduz o colesterol ruim, é rico em vitaminas do complexo B, contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, além disso, é bom para os olhos e faz bem ao coração. O feijão, por sua vez, é fonte de vitamina B1, B2, B3 E B9, também faz bem para o intestino, é rico em proteínas e minerais (potássio, ferro, fósforo, cobre, zinco e magnésio) e melhora o sistema nervoso. Segundo a nutricionista Silene Alves um prato equilibrado deve conter cinco características: adequação, qualidade, quantidade, harmonia e variedade. “O segredo é deixar sua refeição colorida. As cores indicam variedade de macro e micronutrientes, ou seja, vitaminas, minerais, carboidratos, lipídeos e proteínas”, explica. De forma geral, o prato deve ser dividido em quatro partes, sendo duas delas para a salada (hortaliças e legumes – temperados com azeite), uma para carboidrato (de preferência integral – que pode ser o arroz) e por fim, proteína animal (ex: frango) e vegetal (ex: feijão). Quanto à forma de preparar e temperar a comida cada um tem a sua, mas alguns alimentos podem ser evitados para trazer resultados positivos para a saúde. A nutricionista Karla Conolly recomenda que deva ser evitado o uso de carnes gordas e defumados no preparo do feijão, pois são fontes de gordura saturada e colesterol em contrapartida, usar legumes como cenoura, chuchu e jerimum. “Além de aumentar a quantidade de nutrientes da preparação, fica bem saboroso”, sugere. Com relação ao arroz, Silene não indica fazer do modo escorrido, para evitar perda de nutrientes na água. Ela sugere preparar refogando em cebola e alho, podendo adicionar cenoura, brócolis, espinafre, conforme preferência. “Tanto para o feijão, quanto para o arroz não recomendo o uso de temperos prontos industrializados, devendo preferir temperos in natura como cebola, alho, coentro, manjericão, salsa, entre outros”, orienta. Entretanto, para atingir objetivos específicos, como perda/manutenção de peso, controle glicêmico, dieta vegetariana entre outros, o profissional nutricionista deve ser procurado para encontrar o equilíbrio certo de alimentos para sua dieta. *Por Paulo Ricardo Mendes, repórter da Revista Algomais (algomais@revistaalgomais.com.br)

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Governo lança edital de R$ 9,7 milhões para 50 startups de tecnologia

O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) anunciou hoje (10) a abertura de uma nova etapa do programa Start-Up Brasil, que tem por objetivo estimular projetos que desenvolvam softwares, hardwares e serviços de tecnologias da informação. Startup são empresas inovadoras, em estágio inicial Em seu terceiro ano de funcionamento, o programa vai oferecer R$ 9,7 milhões a 50 propostas que vão receber bolsas de até R$ 200 mil. O edital para inscrição gratuita está disponível no site do programa até 25 de setembro. A equipe deverá eleger um coordenador, que precisa ter vínculo formal com a startup, ou seja, a instituição em que o projeto de pesquisa ou desenvolvimento tecnológico será executado. Outra exigência é que as empresas tenham completado, no máximo, quatro anos de atuação. As propostas vão ser julgadas por um comitê do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O resultado será divulgado na página do CNPq, no dia 30 de novembro. Na cerimônia de lançamento da chamada pública, o ministro da pasta, Gilberto Kassab, ressaltou que, em períodos de recessão como o que o Brasil atravessa, é essencial que o governo se volte para a área de tecnologia. “Nenhum país consegue sair de uma crise econômica sem investir em tecnologia. Essa destinação de recursos parece modesta, num primeiro momento, mas é muito expressiva nesse contexto. Com essa seleção, teremos a oportunidade de constatar mais uma vez que o brasileiro tem vocação para a inovação”, afirmou. Segundo o secretário de Política de Informática da pasta, Maximiliano Martinhão, além de dar prioridade ao segmento, o governo teve o cuidado de dar oportunidade a startups com uma atuação mais restrita. “A gente corria o risco de desprivilegiar startups que estão em determinadas partes do país e que têm um objetivo regional, como startups de proteção da Amazônia ou de agricultura do Centro-Oeste.” Nas dois primeiros ciclos do programa, de 2013 a 2015, foram apoiadas 183 startups, de 17 estados e 13 países e que se sobressaíram entre 2.855 propostas. Até o momento, a iniciativa gerou, segundo estimativa do governo, 1,2 mil empregos diretos. Aceleração de startups Em outras rodadas, o programa também seleciona as chamadas aceleradoras. Elas têm o papel de auxiliar as startups a ganhar maior visibilidade, colocá-las em contato com investidores nacionais e internacionais e dar orientações jurídicas, de marketing, vendas, finanças e gestão de pessoas. De acordo com Martinhão, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está estruturando um programa voltado à internacionalização das startups. A iniciativa complementaria as linhas da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que, pelo Finep Startup, ajuda esse tipo de empresa a resolver problemas de capital e captação de recursos.

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