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Circuito de teatro do Sesc completa 20 anos

Para comemorar 20 anos de atividades, o Palco Giratório, circuito de artes cênicas do Departamento Nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc), inicia hoje (29) visita a 144 cidades em 26 estados e ao Distrito Federal. “O circuito, na verdade, é uma itinerância não só de grupos de dramaturgia, mas movimenta a cena contemporânea brasileira”, destacou nessa terça-feira (28), em entrevista à Agência Brasil, a gerente de Cultura do Sesc Nacional, Márcia Rodrigues. Ela informou que o projeto promove encontros entre diferentes grupos artísticos, estudantes, pesquisadores de teatro, dança, teatro de rua, teatro infantil, performances, intervenções “É um verdadeiro encontro e troca sobre o que acontece na cena cultural, na dramaturgia brasileira”, afirmou Márcia. O Palco Giratório será aberto na cidade de Campina Grande (PB), com exibição inédita de uma releitura da obra A Tempestade, de Shakespeare, pelo diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro Augusto Boal, intitulada Caliban – A Tempestade de Augusto Boal, pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Esse grupo gaúcho é o homenageado deste ano do circuito. Provocação Serão ao todo, até o início de dezembro, 685 apresentações, com a participação de 20 companhias. “São trabalhos instigantes e provocativos, uma característica do projeto”. Além de serem exibidos ao público, os trabalhos são discutidos com as comunidades. A gerente explicou que não se trata de espetáculos comerciais. São grupos experimentais e de pesquisa que vão para o palco ou para a rua “para provocar, nos desafiar em relação ao que está acontecendo no mundo contemporâneo sobre as questões humanas”. A programação do Palco Giratório é selecionada por curadores do Sesc em todo o Brasil, que se encontram uma vez por ano e durante dez dias escolhem os grupos que vão se apresentar no ano seguinte. A seleção atende a critérios como qualidade do espetáculo, pertinência dele no cenário atual, representações do Brasil e diversidade de linguagens de dramaturgia. “Tudo isso compõe a bagagem do projeto naquele ano”, comentou Márcia. Além dos espetáculos, são feitas oficinas do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal, e exposição com a história da peça Arena Conta Zumbi, musical escrito por Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal em 1965, que relata o trabalho de resistência de Boal no Teatro de Arena, durante o período do regime militar no país. Estão previstas 1.188 horas de oficinas. Em março de 2018, começa um novo roteiro do Palco Giratório, com mais 20 grupos que vão circular pelo Brasil. “Isso já acontece há 20 anos”. Considerado um dos maiores projetos no segmento de artes cênicas nacional, o Palco Giratório registrou nesses 19 anos de existência um total de 9.526 apresentações, envolvendo grupos de teatro de rua, circo, dança, entre outras linguagens artísticas, em instalações do Sesc e outros espaços. (Agência Brasil)

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Estudo traz dados de mortes e agressões contra a mulher

Os resultados de estudo sobre violência contra a mulher, que envolve a questão de gênero e a situação dos homicídios femininos ocorridos nos últimos anos, no País, serão apresentados nesta, quarta-feira (29), no Centro Universitário da FG – integrante da rede internacional de universidades Laureate – no campus Piedade. Os dados serão expostos pelo autor do Mapa da Violência, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz. O encontro é aberto ao público e acontece às 14h. A iniciativa é uma parceria entre a FG, Instituto Maria da Penha e Consulado Geral dos Estados Unidos no Recife. Segundo Julio, o estudo traz à tona a questão de gênero, os meios mais utilizados para a prática do crime, os locais da agressão e autores. Também serão abordadas saídas para a segurança pública. Julio Jacobo Waiselfisz formou-se em Sociologia pela Universidade de Buenos e Mestre em Planejamento Educacional pela Universidade Federal de Rio Grande do Sul. É coordenador da Área de Estudos sobre Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), exerceu funções de coordenador regional da UNESCO em Pernambuco, e foi coordenador de Pesquisa e Avaliação e do setor de Desenvolvimento Social da UNESCO/Brasil. Também atuou como consultor em diversos Organismos Internacionais do Sistema das Nações Unidas, como o PNUD, a OEA, o IICA e a UNESCO. Atuou como professor em diversas Universidades da América Latina, tendo exercido o cargo de Diretor de Departamento de Ciências Sociais na Universidad Nacional del Salvador/El Salvador/Centroamérica e da Universidad de San Juan/Argentina, além de Pró-Reitor Acadêmico na Universidad Nacional del Comahue/Argentina. E tem publicado diversos estudos e pesquisas. Entre eles, o que avalia o grau de exclusão digital em diversos Estados brasileiros e faz diagnóstico da situação do ensino das Ciências no Brasil. # Serviço: O quê: Apresentação do Mapa da Violência Quando: nesta quarta, dia 29 de março Onde: Centro Universitário da FG, na Rua Comendador José Didier, 27, em Piedade. Horário: 14h Quanto: aberto ao público e de graça

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Consórcios de imóveis apostam em vendas

Com oferta de taxas menores em comparação às dos financiamentos bancários, as administradoras de consórcios de imóveis esperam que a procura pela modalidade continue este ano. Em janeiro, as vendas de novas cotas cresceram 14,7%, somando R$ 2,2 bilhões, valor 28% maior do que o registrado em 2016, conforme dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). De acordo com o setor, uma das vantagens de um consórcio imobiliário é o custo menor. A taxa média de juros nos financiamento da casa própria giram entre 8% e 9% ao ano. Os consórcios cobram taxas administrativas menores, por exemplo, de menos de 2% ao ano. Não há cobrança de juros. “Na hora de tomar uma decisão sobre o que é melhor, o que pesa no bolso do consumidor é a diferença de custo", disse André Marini, diretor comercial da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, com sede em Curitiba e filiais em Joinville (Santa Catarina) e São Paulo, que registrou crescimento das vendas de 57,42% no primeiro bimestre, taxa acima da média registrada no ano passado (35%). Animado com uma possível retomada do crescimento econômico do país ainda em 2017, o empresário Luiz Fernando Savian, dono do Consórcio Nacional Unifisa, projeta um aumento dos negócios  de pelo menos 10%, quase o dobro do ano passado. Ele destaca que a procura do consumidor pela modalidade cresceu, mas o que não significa negócio fechado. "Tem havido um crescimento substancial de consultas sobre o sistema, que nem sempre resulta em negócios, o que sinaliza um interesse do consumidor em saber mais sobre essa opção de compra já que o sistema sempre foi mais conhecido pela comercialização de automóveis e motos”, ressaltou. O presidente da BB Consórcios (do Banco do Brasil), Alexandre Luis dos Santos, também prevê uma tendência de aquecimento do setor. Para ele, ao adquirir o bem por consórcio, o cliente não “está contraindo uma dívida e sim fazendo um investimento, uma poupança”. Ele acrescentou que em um momento de crise econômica, a maioria da população perde o impulso pelo imediatismo e vai em busca de opções mais baratas pensando no futuro. O Banco do Brasil passou a oferecer consórcios em 2008. Incluindo todos os tipos de bens, os negócios cresceram 46% nos dois primeiros meses deste ano em relação a igual período do ano passado, movimentando R$ 1,4 bilhão. As vendas de cotas de imóveis superaram em 18% as registradas em 2016, com volume financeiro de R$ 202 milhões. FGTS O resgaste do dinheiro das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é mais um motivo de ânimo para o setor. Os saques devem chegar a R$ 35 bilhões, conforme estimativas do governo federal. Segundo a Abac, em janeiro, a aplicação de recursos do FGTS em consórcios movimentaram R$ 10,8 milhões, sendo o maior montante (R$ 4,8 milhões) para a compra de um imóvel, R$ 2,2 milhões para amortizar o saldo devedor e R$ 1,2 milhão para liquidar. Alertas O professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) Alberto Ajzental alerta que quem pretende comprar a casa própria por meio de um consórcio deve estar ciente que não recebe o bem de imediato, assim que contrata o consórcio. O interessado precisará pagar uma cota mensal. E receberá a carta de crédito se for contemplado em um sorteio entre os participantes do consórcio ou quando oferece o lance mais alto. Não há garantia de que receberá o crédito logo nos primeiros meses. Os especialistas alertam que esse é um investimento de longo prazo, não é indicado para quem precisa de um imóvel com urgência. “No financiamento [bancário], estará pagando por um bem já disponível", diz Ajzental. Ajzental chama atenção para quem paga aluguel e pretende adquirir um consórcio. Neste caso, a pessoa deve estar atenta para não comprometer parte significativa da renda com os dois pagamentos. (Agência Brasil)

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Workshop discute mercado imobiliário

No próximo dia 29 (quarta-feira), o Recife sedia a primeira edição do workshop ‘Os Especialistas’, evento que promete antecipar tendências do mercado imobiliário. Nele, Marcus Araújo, Paulo Toledo, Benedito Abbud e Irapuã Dantas - especialistas em áreas estratégicas do mercado imobiliário - vão mostrar quais os caminhos para a recuperação das vendas, baseados em estudos estatísticos e grande expertise em lançamentos imobiliários no Nordeste e todo o Brasil. O workshop, que tem sua primeira edição focada no mercado nordestino, excursionará pelas principais capitais e grandes centros, é direcionado a empresários e executivos do setor, tem inscrições são gratuitas, com vagas limitadas. De acordo com Marcus Araújo, idealizador do evento, a ideia é reorientar o mercado para um novo período de retomada da economia - que já se aproxima com a prevista queda da taxa Selic. Segundo o empreendedor, que há 22 anos realiza pesquisas de mercado e consultoria estratégica, no Nordeste, a intenção de compra nos próximos 24 meses varia entre 25% e 29% para qualquer renda, mas para abocanhar esta fatia, as empresas do ramo vão precisar reconfigurar o perfil dos produtos. Uma das grandes tendências são as metragens menores, tanto em apartamentos quanto em lotes de condomínios horizontais. “A ideia é diminuir as unidades, mas manter os programas imobiliários: famílias que queriam 3 quartos, vão continuar querendo, mas com menor metragem em configurações que aproveitem melhor os espaços, mais planejadas. ” – explica. Sobre o fim das dificuldades do mercado, o analista avisa que a reação deve começar pelo Sudeste, mais especificamente por São Paulo, que está entre os que possuem as contas mais em ordem. “Em sequência, o Centro-Oeste deverá se recuperar primeiro, em função do agronegócio ainda pujante. Aí sim, vem o Nordeste, começando por Pernambuco, pois possui a economia mais em ordem. Mesmo com a desaceleração de Suape e da refinaria Abreu e Lima, ainda há pujança no vetor norte com a Fiat/Jeep e o polo farmacoquímico.” – avalia o estatístico. OS ESPECIALISTAS – Quem for conferir o workshop vai ouvir a fala de nomes que estão ligados aos grandes players do mercado imobiliário brasileiro. Marcus Araújo é Presidente da Datastore (datastore.com.br) que, desde 1994, faz pesquisas de mercado em todo o Brasil. A empresa já realizou mais de 3.000 pesquisas para mais de 500 incorporadores, loteadores e fundos de investimento que atuam no mercado imobiliário. Falará sobre mercado consumidor de imóveis e quando a velocidade de vendas dos imóveis deverá retomar com mais força. Paulo Toledo é diretor de lançamentos imobiliários da Cia Imobiliária (imovel-cia.com.br)., empresa número 1 do País em lançamentos imobiliários de loteamentos fechados, comunidades planejadas e bairros planejados. Toledo coordenou os lançamentos de grande parte dos empreendimentos da AlphaVille Urbanismo em todo o Brasil. Falará sobre táticas de vendas para acelerar o desempenho de lançamentos imobiliários. Benedito Abbud é CEO do escritório Benedito Abbud Paisagismo Planejamento e Projetos (beneditoabbud.com.br), fundado em 1981. No portfólio, mais de 5 mil projetos de arquitetura paisagística para empreendimentos imobiliários por todo o Brasil e países da América do Sul. Falará sobras novas necessidades do mercado na área de projetos e arquitetar de paisagismo. Irapuã Dantas é Executivo da CCI - Certificadora de Créditos Imobiliários(certificadora.imb.br). A empresa atua na área de créditos imobiliários atuando fortemente no setor de loteamentos em bairro planejado e loteamentos fechados. Falará sobre crédito imobiliário e retomada da economia. Serviço: Os Especialistas do Mercado Imobiliário – Palestras com Marcus Araújo, Paulo Toledo, Benedito Abbud e Irapuã Dantas Dia 29 de Março, das 8h30 às 17h30 No Auditório do RioMar Trade Center Recife Inscrições gratuitas pelo fone: (81)99484.1138, com Bruno Bezerra. Vaga limitadas

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Movimento PE de Paz promove ato público contra a violência

Com cruzes afixadas na praia do Pina, igrejas e organizações cristãs promovem ação de repúdio aos alarmantes índices de homicídio no estado apenas em 2017 No próximo sábado, 25.03, as areias da praia do Pina amanhecem repletas de cruzes, representando cada uma das vítimas dos mais de 1000 homicídios registrados somente esse ano em Pernambuco. A ação faz parte do ato público PE de Paz, realizado por lideranças e membros de 36 igrejas e organizações sociais cristãs, como forma de manifestar repúdio ao aumento exponencial dos índices de violência no estado em 2017. A iniciativa cobra ação efetiva do governo em relação à segurança pública e presta solidariedade às famílias enlutadas através da fixação simbólica das cruzes nas areias da praia. Durante o protesto, integrantes do movimento realizam ações para o despertar de consciência da população sobre o absurdo estado de insegurança a que se está sujeito hoje em Pernambuco e momentos de oração pela cidade, estado e país. Além do ato simbólico realizado na praia do Pina, para a semana seguinte, está prevista a entrega de um manifesto acerca da segurança pública, escrito por integrantes do movimento, a alguns órgãos estatais, como o Palácio do Governo e o Ministério Público de Pernambuco. Ao tornar pública a insatisfação com a insegurança no estado, o ato cidadão objetiva sensibilizar a população para a temática, a fim de contribuir para a construção conjunta de uma cidade melhor e mais segura; denunciar a falta de efetividade dos órgãos governamentais competentes para a promoção dessa cidade; e prestar solidariedade às famílias enlutadas devido à falta de segurança em nosso estado. O pastor Tales Ferreira, um dos organizadores do evento, afirma que a realização da manifestação parte do princípio de que “a igreja não existe apenas NA cidade. Queremos andar COM a cidade a fim de servirmos às pessoas nas lutas e dores que são comuns, inclusive, aos que fazem a Igreja". INICIATIVA – A principal motivação para a realização do PE de Paz foi o aumento absurdo dos índices de violência no primeiro trimestre de 2017, o que tem assustado os pernambucanos cotidianamente. De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Defesa Social (SDS), foram assassinadas em Pernambuco 977 pessoas apenas nos primeiros dois meses desse ano, número 47,7% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 661 pessoas foram mortas. A violência em Pernambuco já vinha apresentando índices alarmantes desde dezembro de 2016, considerado o mês mais violento dos últimos 10 anos no Estado com a ocorrência de 472 assassinatos. O total de 4.479 homicídios ocorridos em 2016 revela à sociedade a pior crise do Pacto Pela Vida, programa do governo estadual que completa 10 anos de implantação em maio próximo, tornando Pernambuco um estado seis vezes mais violento que São Paulo. A discussão da temática, a partir da inquietude de um grupo de pastores e pastoras, levou à percepção da necessidade de um envolvimento com questões que se relacionam com a sociedade em geral. “O desafio era levar os cristãos e cristãs a um embate prático com os males sociais que enfrentamos. Para surpresa, 36 igrejas e organizações envolveram-se imediatamente”, afirma Ferreira. SERVIÇO: Evento: Ato público PE de PAZ. Data e horário: 25/03/2017 (sábado), das 6h às 13h. Local: Praia do Pina (polo Pina). IGREJAS E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS PARTICIPANTES: Agência Socorro Missionário CADI Catedral da Reconciliação Centro de Transformação Integral Novo Rebanho Cidade Redime Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito Igreja Anglicana em Gaibu Igreja Apostólica Batista Viva Igreja Batista Central de Casa Amarela Igreja Batista de Coqueiral Igreja Batista do Conjunto Beira Mar Igreja Batista em Camela Igreja Batista em Fundão Igreja Batista Emanuel do Ibura Igreja Batista Imperial Igreja Batista Oásis Igreja Evangélica Batista da Caxangá Igreja Evangélica Viver em Cristo Igreja Metodista Igreja Metodista Guararapes Igreja Mosaico Igreja Presbiteriana do Jordão Alto Instituto Manancial da Vida Instituto Solidare Missão Urbana Recife – MUR Mulheres de Visão Paróquia Água Viva Paróquia das Missões Episcopal Carismática Paróquia Monte Sinai Primeira Igreja Batista de Abreu e Lima Primeira Igreja Batista do Recife Projeto Conexão Rede Fazer o Bem Sinal do Reino Visão Mundial Voz na Rua

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11 anos da Algomais (por Francisco Cunha)

Onze anos atrás, circulou o número 1 da Revista Algomais, uma associação empresarial da Engenho de Mídia (Sérgio Moury Fernandes e Luciano Moura) com a TGI. Na verdade, o projeto começou meses antes e teve até um número zero que foi lançado como teste no final do ano de 2006. Participo do projeto da revista desde o início e escrevo esta Última Página desde o número zero. Neste tempo, a Algomais, como o antigo Repórter Esso, foi “testemunha ocular da história” recente de Pernambuco e acompanhou o Estado deixar a zona de “baixo astral”, transformar-se na terra das “oportunidades extraordinárias” e, depois, mergulhar na crise que atingiu todo o País e arrastou a economia estadual ladeira abaixo. Procuramos sempre fazer uma cobertura equilibrada e o contraponto dos extremos. Nem estávamos nem estamos no fundo do poço nem, muito menos, tínhamos nos transformado, de repente, na terra prometida do desenvolvimento. A revista procurou analisar a conjuntura e reportar os fatos relevantes, sem entrar na ciclotimia característica do nosso sempre tão extremado Estado. No final do ano passado, com a saída da Engenho de Mídia do projeto, a TGI assumiu integralmente a condução da revista e iniciou uma mudança que no presente número ganha uma nova marca e uma roupagem clean mais contemporânea. Muita coisa mudou nesse caminho mas uma permaneceu e permanecerá no novo tempo: nosso compromisso inarredável com o desenvolvimento do Estado e do Recife. Além, claro, de nosso compromisso de berço com a seriedade jornalística expresso de forma inequívoca na nossa Missão que nunca é demais repetir: “Prover, com pautas ousadas, inovadoras e imparciais, informações de qualidade para os leitores, sempre priorizando os interesses, fatos e personagens relevantes de Pernambuco, sem louvações descabidas nem afiliações de qualquer natureza, com garantia do contraditório, pontualidade de circulação e identificação inequívoca dos conteúdos editorial e comercial publicados.” No mais, é agradecer penhoradamente a quem nos acompanhou até aqui: os leitores, os colaboradores, os anunciantes. Em especial, a Sérgio e a Luciano pela parceria e convivência fraternas. Vamos em frente! A crise está se revertendo lentamente e vamos sair dela mais fortalecidos do que quando entramos. Francisco Cunha é urbanista, arquiteto e consultor da TGI

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Oficinas gratuitas em inglês na UFPE

O Núcleo de Línguas UFPE (NucLi Isf) organiza nos próximos dias uma série de eventos que fazem parte da Semana Cultural de Língua Inglesa. De 22 a 24 deste mês, os professores do núcleo, junto com duas assistentes de língua inglesa, realizarão três oficinas de língua inglesa e cultura norte-americana. Serão oferecidos ainda o “Debate Days”, nos dias 28 e 29 deste mês, nos quais os professores e assistentes do núcleo guiarão os alunos para a construção de um diálogo sobre temas a serem definidos no momento do debate. Todos os eventos acontecerão no Centro de Artes e Comunicação (CAC), são gratuitos e abertos ao público. As oficinas serão majoritariamente ministradas em inglês, mas serão aceitos participantes que possuam qualquer nível de proficiência, de básico a avançado. Já nos debates, é necessário que os participantes possuam um nível maior de conhecimento do idioma, pois a interação será realizada totalmente em inglês. A quantidade de alunos participantes dos eventos dependerá da lotação dos miniauditórios do CAC. O Idiomas sem Fronteiras (Isf) isf.mec.gov.br é um programa do governo federal que tem por objetivo expandir o ensino de idiomas nas universidades brasileiras, bem como promover uma reestruturação da formação dos professores da área. As universidades operam o programa por meio de um NucLi, ofertando para a comunidade acadêmica (alunos e servidores) cursos on-line e presenciais e aplicação de provas de proficiência, tudo gratuitamente. Para mais informações: Programação Semana Cultural de Língua Inglesa De 22 a 24 de março, das 14h às 16h Quarta-feira: “Meet n' Greet the Gringas!” Quinta-feira: “How American Are you?” Sexta-feira: “College Life: US vs. Brazil” Local: Miniauditórios I e II - CAC (térreo) Debate Day 28 e 29 de março, das 13h às 15h Local: Miniauditório I - CAC (térreo)

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Nissin Foods investe em novo produto

Nissin Foods investe em novo produto no segmento de macarrão instantâneo A Nissin Foods, que tem os pés em Pernambuco com uma fábrica na cidade de Glória do Goitá, está investindo numa nova linha de produtos no mercado brasileiro: o macarrão instantâneo em copo (o Cup Noodles). Enquanto no Japão e nos Estados Unidos, os consumidores preferem os produtos da marca nesse formato, no Brasil 97% do consumo é nos macarrões em pacotes. O macarrão em copo foi comercializado no mercado brasileiro nos anos 90. Mas agora retorna ao País com novidades. As embalagens podem agora ir ao micro-ondas e o copo é térmico, não esquenta. A nova linha é composta por seis sabores: Galinha Caipira, Carne, Costela com Molho de Churrasco, Frango com Requeijão, Legumes, e o novo sabor Tomate. “Estamos levando mais comodidade para os consumidores, propondo um novo hábito para os brasileiros consumirem o macarrão instantâneo Cup Noodles. Esse produto é mais encorpado e saboroso que o oferecido no País em 1992”, declara Mirella Marchi Gerente de Comunicação e Relacionamento. A Nissim atualmente já é líder no segmento, com 63% do market share da categoria de macarrão instantâneo. EM PERNAMBUCO A fábrica da Nissin atualmente emprega 500 profissionais em Glória do Goitá. No País apenas São Paulo e Pernambuco possuem parques industriais da marca. Inaugurada em 2012, a fábrica produzia apenas um produto e atualmente produz toda a linha Nissin Miojo Lámen e a Nosso Sabor. No Recife há algumas campanhas específicas em andamento. Além da campanha “Gostoso assim só Nissin”, que é exclusiva no Estado, com o uso de xilogravuras de J. Borges, a empresa também criou o Circuito nos Mercados, levando os chefes a desenvolverem pratos com o macarrão instantâneo. Participam da ação os mercados da Boa Vista, Encruzilhada, Madalena e Casa Amarela.

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Separatismo x desigualdade ainda está vivo

Com a revolução pernambucana de 1817, que completou 200 anos nesta semana, caminham questões que são discutidas e têm efeitos até hoje, de acordo com historiadores. Entre elas, o debate se o movimento teve de fato um caráter “ independentista”, ou se se tratava de uma revolução separatista. A discussão sobre a desigualdade regional brasileira também é reforçada pelo episódio histórico. A discussão sobre as intenções dos revolucionários em relação a outras regiões do país não é uma unanimidade entre os pesquisadores. Mesmo com a adesão das capitanias da Paraíba, Rio Grande do Norte e parte do Ceará, há diferentes versões a respeito do caráter separatista da insurreição de 1817. O historiador Lula Couto afirma que há diferença em relação a outras revoltas separatistas realizadas depois da independência brasileira, quando já havia uma identidade nacional mais ou menos forjada. Mesmo assim, o termo é correto para ele. “No Brasil não houve nenhuma revolta pela independência do país como um todo. Não havia sentimento nacional para propor uma revolta nacional contra Portugal. Essas rebeliões não foram nacionais, foram locais”. Pela organização territorial brasileira, o historiador e curador do Instituto Ricardo Brennand, Leonardo Dantas, avalia que não haveria condições práticas para a unificação de todas as capitanias em um movimento comum. “Eles não se proclamavam separatistas, mas se observamos o mapa do Brasil dos dias atuais, o movimento não teria como atingir todo o território. Por isso a revolução pode ser considerada separatista”, diz. Já estudiosos do tema como o jornalista Paulo Santos, autor do livro Noiva da Revolução (ficção baseado em um romance real de um líder da revolução e uma jovem portuguesa), e o presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), George Cabral, relatam que há registros de células revolucionárias também em Salvador e Rio de Janeiro. “Há notícias registradas da circulação de líderes de Pernambuco em outras capitanias, sobretudo Salvador e Rio de Janeiro. E o padre Roma [um dos líderes] é enviado para ativar a célula de Salvador. Desgraçadamente para ele e para a revolução, ele para em Alagoas para notificar a população de lá, e antes que ele partisse alguém já informa ao governo do seu destino. Quando ele chega a Salvador é morto sem conseguir seguir o plano”, relata Cabral. Segundo o historiador, a revolta estava programada para a Páscoa, mas eclodiu antes em Pernambuco. Paulo Santos registra, em suas entrevistas, que houve vazamento de informações ao governo, que tentou prender o grupo. Com a morte do brigadeiro Manuel Joaquim Barbosa de Castro pelo capitão do Exército José de Barros Lima, membro do grupo revolucionário, a insurreição começa antes do previsto. “A historiografia produzida, sobretudo no Centro-sul tenta passar que estava escrito nas estrelas que o país teria a configuração territorial e estatal que teve depois de 1822. Mas não era bem assim, havia projetos diferentes de acordo com as regiões. Triunfou o projeto do Rio de Janeiro, liderado por Dom Pedro I. Poderia ter triunfado outro projeto, a independência poderia ter sido puxada por Pernambuco”, argumenta Cabral. Desigualdade regional A sangria de recursos da Capitania de Pernambuco para abastecer os cofres imperiais no Rio de Janeiro foi comum durante o Período Colonial, segundo George Cabral. Esse é uma das bandeiras da revolução que perdura até os dias atuais: a desigualdade regional. “Há uma obra de Evaldo Cabral de Mello que elenca argumento de ordem contábil sobre o que se cobrava de imposto e o quanto era reaplicado. E demonstra uma desigualdade que faz com que, em boa parte do Império, a infraestrutura do Centro-sul fosse privilegiada. Para tirar as ferrovias do papel em Pernambuco houve uma trabalheira desgraçada, enquanto a malha ferroviária de lá se expandiu mais rapidamente com investimentos do Estado”, conta. Leonardo Dantas pontua que as reclamações do Nordeste e em especial de Pernambuco contra a exploração do Centro-sul sempre foi flagrante; “os editorias do Diário de Pernambuco [jornal local] falam disso desde 1840”, diz. “O parque industrial de São Paulo cresceu com recursos retirados de outras regiões do país”. Para George Cabral, essa desigualdade não foi erradicada. “É claro que isso interfere, tem seus efeitos até hoje. E o pacto federativo ainda não está realmente resolvido no Brasil”. Esse efeito, segundo Cabral, tem consequências até mesmo na importância dada à revolução na historiografia brasileira. “É um episódio subdimensionado nos ensinos na escola, nos livros didáticos.Minha esperança é que o bicentenário traga essa valorização sobre os valores e o patrimônio histórico”, espera. (Agência Brasil)

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Intenção de investimentos cresce nas usinas

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getúlio Vargas, avançou 6,9 pontos no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. É quarta alta consecutiva e, com o resultado, o indicador chegou a 100 pontos, o maior nível desde o primeiro trimestre de 2015 (100,8). A escala varia de zero a 200 pontos. Os 100 pontos são a zona de neutralidade entre o pessimismo (abaixo de 100 pontos) e otimismo (acima de 100 pontos). No primeiro trimestre deste ano, a proporção de empresas que pretendem investir mais nos 12 meses seguintes ficou em 19,9%, mesmo percentual das que tencionam investir menos. No trimestre anterior, o percentual de empresas que queriam investir era de apenas 17,8%, enquanto as que estimavam investir menos eram 24,7% do total. A proporção de empresas que estão certas em relação ao plano de investimentos para os próximos 12 meses (29,2%) superou a proporção das que estão incertas (22,7%). Esse foi o menor percentual de empresas incertas sobre a execução dos investimentos desde o fim de 2015. (Agência Brasil)

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