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Escola Eleva Recife passa a fazer parte do Inspired Education Group

Reconhecido mundialmente, o Inspired conta com mais de 70 escolas premium em 21 países A rede de Escolas Eleva, que possui uma unidade no Recife, se uniu ao renomado grupo britânico Inspired Education, líder no mundo em escolas premium, com mais de 55 mil alunos. As demais unidades brasileiras são em Brasília e duas no Rio de Janeiro. Com a fusão, o diretor geral das unidades da Escola Eleva, Marcio Cohen, passa a ser o CEO do Inspired no Brasil e afirma que o grupo não vai alterar a filosofia das Escolas Eleva de ser uma escola brasileira, bilíngue e em tempo integral que tem como missão formar uma nova geração de líderes capazes de fazer a diferença em suas vidas e de contribuir para um mundo melhor. “Todas as escolas do Inspired são desenvolvidas com base no ambiente e localização em que estão inseridas, oferecendo uma educação de excelência para suas comunidades”, enfatiza. “Essa união é vista de forma positiva por todos, pois o Inspired oferece uma abordagem renovadora e contemporânea à educação, reavaliando os métodos e currículos tradicionais de ensino e criando um modelo mais dinâmico, relevante e poderoso, refletindo as tendências atuais, e que só tem a potencializar novas oportunidades para os nossos alunos, com a possibilidade de se conectarem e ter uma ampla vivência, por exemplo, através do Summer Camp que pode ser na área de design e moda, ou no universo dos esportes, bem como a experiência única de participar de um programa de intercâmbio internacional”, explica Cohen. O time das Escolas Eleva permanece sob a liderança de Marcio Cohen e sua equipe. A pernambucana Duda Falcão, Co-CEO da Eleva Educação assumirá também a partir de agora a posição de Conselheira Consultiva do Inspired Education.

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Parla Deli chega a Boa Viagem

Marcelo Silva abre sua terceira unidade da Parla Deli amanhã (quarta, 1/6). O local escolhido será Boa Viagem. A padaria irá contar com uma área de mais de 500m² e capacidade de atender cerca de 1.500 pessoas por dia. Outro destaque é que a unidade planeja abrir seu espaço para eventos corporativos, festas infantis (possui um espaço kids), além de encontros gastronômicos e de enologia (com degustações e cursos com sommeliers). A Parla de Boa Viagem tem em seu portfólio mais de 3 mil itens, sendo mais de 200 de fabricação própria (destaque para os pães especiais e de fermentação natural, como por exemplo: Baguete francesa, Ciabatta, Alecrim/Mel/Passas, Nozes/Gorgonzola/Passas e Camponês).

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Agricultura familiar será debatida no 11º Congresso Estadual da Fetape, em Garanhuns

O evento vai reunir 500 pessoas, entre delegados e delegadas sindicais de todo o estado, autoridades políticas e artistas “Plantar Sonhos, Colher Esperança” é o lema do 11º Congresso Estadual dos Trabalhadores Rurais Agricultores Agricultoras e Familiares de Pernambuco (CETTR-PE), que acontecerá de 6 a 8 de junho, no Centro de Formação Luiz Inácio Lula da Silva, em Garanhuns, no Agreste Meridional pernambucano. A solenidade de abertura, na noite da segunda-feira (06/06), além dos delegados e delegadas de base, deve reunir lideranças políticas e sindicais, nos âmbitos nacional, regional, estadual e municipais. Este ano, o Congresso celebrará os 60 anos da FETAPE (Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco), visando festejar as conquistas e firmar lutas para seguir avançando em defesa de políticas sociais para melhoraria da qualidade de vida do homem e da mulher do campo. O 11º CETTR-PE marcará a eleição da nova diretoria da FETAPE, para a gestão 2022 a 2026, atualmente presidida por uma muher, a sertaneja Cícera Nunes, que será reconduzida ao cargo. “Este congresso acontece em um momento bastante adverso do país com aumento do desemprego, da fome, uma pandemia que ainda não acabou. Mas somos um povo guerreiro e sabemos da nossa importância para o desenvolvimento do país. Por isso, vamos construir estratégias e diretrizes para os próximos anos que nos ajude a enfrentar esses desafios”, destacou a presidenta Cícera Nunes. Neste contexto de desafios, pandemia e ataques à democracia o evento também reflete sobre as diversas conquistas alcançadas para a população do campo ao longo dessas seis décadas da FETAPE. A luta pelo fim dos conflitos agrários no campo, o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos (PEAAF), assessoria técnica às famílias em áreas de assentamento; inclusão dos/das trabalhadores/as no regime geral da Previdência Social; Programa Nacional de Crédito Fundiário; Programa Água para Todos; Organização de Feiras Agreocológicas; Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF); Programa Chapéu de Palha; Programa Nacional de Habitação Rural; Carteira Nacional de Habilitação Rural Gratuita, Tarifa Rural com desconto na energia elétrica, entre outras conquistas e garantias. Na ocasião, também haverá a Exposição Fotográfica dos 60 Anos da Fetape, tendo a curadoria da artista visual Ana Lira, que é escritora e editora de Rádio Host. A mostra conta com a exibição de 18 imagens e uma série de documentos, cartilhas, jornais, vídeos e notícias que revelam a dimensão da trajetória da instituição que é referência na luta pelos direitos dos/as trabalhadores/as rurais agricultores e agricultoras familiares de Pernambuco. No Congresso, também será realizada a Feira de Agricultura Familiar que reunirá produtores e produtoras de todas as regiões de Pernambuco. Por fim, será lançada uma publicação que marca os 60 anos de história da FETAPE. O evento reunirá cerca de 500 pessoas, entre delegados e delegadas de 175 sindicatos do estado, além de convidados e convidadas. O evento tem o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Cultura, Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) e Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) do Governo de Pernambuco. Grafitagem – Durante o Congresso o artista visual, designer de metodologias afetivas, Rafael Mattos vai construir um painel com cerca de 60 metros quadrados, no Centro de Formação Luiz Inácio Lula da Silva da Fetape, em Garanhuns, no polo sindical do Agreste Meridional. A obra ocupará um muro lateral, com imagens que retratem as lutas da Fetape: organização e luta das mulheres, agricultura familiar agroecológica, juventude rural, comunicação popular e democrática, mulheres, pessoas idosas, LGBT, indígenas, quilombolas e educação do campo. O painel será construído em um período de dois dias. PROGRAMAÇÃO: Dia 06/06 Tarde 14h – Chegada das Delegações e Credenciamento dos/as Delegados/as e Convidados/as do 11º CETTR Noite 20h – Abertura política 21h00 – Ato político e cultural em celebração dos 60 anos da FETAPE- lançamento da exposição Dia 07/06 Manhã 9h – Mística: Lançamento da Marcha das Margaridas 2023 e da logomarca da CEJOR Lançamento de Publicação Livro do Agreste Conjuntura: Desafios do MSTTR nas eleições 2022. 12h30 – Orientação para os Trabalhos dos Grupos Temáticos.Tarde 14h – Trabalho em Grupos Temáticos. Noite 19h30 – Noite Cultural Dia 08/06 Manhã 9h – Mística – Aprovação das alterações estatutárias; plenária final de exposição e aprovação das Diretrizes e Planos de Luta a serem seguidas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais de Pernambuco, no período 2022 a 2026.Premiação da Campanha Sindicato de Portas Abertas (2ª etapa)Apresentação e Defesa da Chapa Única Tarde Animação Cultural 13h às 16h – Eleição da Diretoria da Fetape para o mandato 2022 a 2026 16h Encerramento da Eleição com a apuração e proclamação da chapa eleitaEncerramento do 11º CETTR – PE.

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Tomalsquim

“O Nordeste vai ser afetado negativamente pela privatização da Eletrobras”

O consumidor, assustado com o valor da conta de luz, tem acompanhado pelo noticiário as informações da privatização da Eletrobras. O assunto é complexo e envolve leilões de energia elétrica, diferentes fontes energéticas e a estrutura do sistema elétrico brasileiro, que abrange capital estatal e privado. Para complicar ainda mais a compreensão, a Medida Provisória 1.055, que estabelece a privatização da Eletrobras, recebeu do Congresso vários jabutis. O termo no jargão político refere-se a emendas parlamentares que não têm ligação direta com o tema da MP, e que destoam do texto original. Para explicar toda essa intricada conjuntura, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mauricio Tolmasquim conversou com Cláudia Santos. Ex-secretário-executivo do Ministério das Minas e Energia e ex-presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Tolmasquim esclarece por que a conta de luz está tão alta, e analisa as consequências da privatização da Eletrobras para o setor elétrico e para o consumidor do Brasil, em especial do Nordeste. Qual a importância da Eletrobras? A Eletrobras é a maior empresa elétrica da América Latina, detém cerca de 1/3 da capacidade de geração de energia elétrica do Brasil, sendo que 90% dessa capacidade é de baixas emissões de gases de efeito estufa. Também detém quase 50% da transmissão e tem ainda papel relevante em programas governamentais, como o Luz para Todos, o Procel, programa de conservação de energia elétrica e o Proinfo, de fontes alternativas de energia. A Eletrobrás é ainda controladora do Cepel que é o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica, que presta serviços e apoia uma série de empresas do setor elétrico. Como o senhor analisa a proposta de privatização do Governo Federal? Creio que a privatização seria desnecessária e os argumentos para a realização não têm base justificável. A primeira argumentação é que se não houver a privatização, haveria falta de recursos para expandir o setor. Só que não é verdade. O interesse dos investidores privados tem sido muito grande desde 2004, com a introdução dos leilões para contratação de energia. Os vencedores ganham contratos de longo prazo, que tornaram muito atrativos os leilões. Tanto que de 2005 a 2018, o setor cresceu, expandiu a sua capacidade quase 4,5% ao ano, um valor bem acima ao crescimento da economia, e 80% desse investimento foi de capital privado. Investiram sobretudo em geração eólica, solar, termelétrica e mesmo hidrelétricas, algumas em parceria com Eletrobras. Os leilões são organizados com uma quantidade grande projetos inscritos, ou seja, há uma oferta muito maior do que demanda, portanto, não é verdade que haveria uma premência de privatizar a Eletrobras para suprir a segurança do sistema. O segundo argumento é que a Eletrobras traria prejuízos ao Tesouro. Mas se olharmos os quatro últimos anos, a estatal apresentou lucro de R$ 36 bilhões e contribuiu com o orçamento da União. Por outro lado, essa privatização da maneira como está sendo feita, tem dois impactos indesejados. O primeiro, os investidores vão poder ter no máximo 10% do capital votante. Isso é argumentado como um mecanismo de democratização da propriedade da empresa, para criar uma corporation. Mas a verdade é que os grandes operadores de empresa do setor elétrico não entram numa privatização se não tiver o controle da empresa. Quando o capital é muito pulverizado, atende-se mais ao setor financeiro que geralmente está muito interessado em retorno a curto prazo. Porém, o setor elétrico realiza projetos muito intensivos em investimentos e têm o retorno a mais longo prazo. Então, pode haver uma incompatibilidade entre a necessidade setor elétrico e o interesse do capital financeiro. Outra questão é que apesar de a Eletrobras ter reduzido sua participação na geração e mesmo na transmissão, ela ainda tem importância grande dentro do sistema, é a maior empresa da América Latina. Ao ser privatizada, será uma empresa com um poder de mercado muito grande, o que pode ser contra a competição e ter um efeito de oligopólio, o que é ruim para o consumidor. Então as contas de luz dos consumidores podem aumentar ainda mais com a privatização? Acho que pode aumentar não só por conta disso, mas também pelo processo de descotização que vai ocorrer. O que é descotização? Em 2012, várias hidrelétricas estavam para findar o período de concessão e deveriam voltar para a União que iria leiloar essa concessão. Na época, foi oferecida às concessionárias – sejam as estaduais, a Eletrobras, ou as privadas – que quem tivesse interesse em estender por mais de 30 anos a concessão e aceitasse, em contrapartida, reduzir a sua tarifa e vendesse a energia pelo preço de custo mais uma taxa de lucro de 10%, teriam a concessão estendida. Na verdade, depois que uma hidrelétrica tem o investimento amortizado, o custo operação e manutenção é muito baixo. Então, a Eletrobras vende a energia das hidrelétricas a um preço de cerca de R$ 75 o megawatt/hora, mas na privatização está previsto que as hidrelétricas possam vender energia ao preço do mercado que hoje está em torno de R$ 250 o megawatt/hora, ou seja, quase o triplo e isso vai pressionar as tarifas. É verdade, que parte do recurso arrecadado com a privatização vai para o Tesouro e parte vai para abater a conta de desenvolvimento energético, que é uma conta que o consumidor paga para dar subsídios. Só que esse valor que vai entrar não compensa o aumento da descotização. Além disso, esse valor será pago em pequenas parcelas. Está previsto que entre para abater a conta de desenvolvimento energético cerca de R$ 32 bilhões, sendo R$ 5 bilhões agora e restante será abatido R$ 1 bilhão até 2047, que no total é muito pouco. Só este ano, a conta de desenvolvimento energético, é, por acaso também, de R$ 32 bilhões. Então isso não vai compensar o impacto do aumento tarifário que vai ter por causa da descotização. A tarifa também será afetada porque a lei de privatização da Eletrobras trouxe consigo uma série de jabutis que são emendas colocadas pelo Congresso que não têm relação com o

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Alimentos e produtos de higiene estão entre os itens prioritários para pessoas desabrigadas

Donativos podem ser entregues nos pontos oficiais da Prefeitura, em shoppings e supermercados. A Prefeitura do Recife montou um esquema especial para receber itens doados pelos recifenses para as pessoas desabrigadas em função das fortes chuvas dos últimos dias. No momento, as demandas prioritárias são de alimentos, roupas para crianças, lençóis, cobertores, materiais de higiene pessoal e de limpeza. Já roupas para adultos e refeições prontas não são urgentes no momento. As doações podem ser entregues no edifício-sede da Prefeitura, no Cais do Apolo; no Sítio da Trindade, em Casa Amarela; e no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, além de pontos de coleta situados nos shoppings Plaza, Recife, Tacaruna, Boa Vista e RioMar, nas lojas da rede Novo Atacarejo, e dos supermercados Big de Casa Forte, da Avenida Caxangá, de Boa Viagem, na Avenida Recife e no Shopping Tacaruna. De acordo com Ana Rita Suassuna, secretária de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Juventude e Políticas sobre Drogas, neste momento não é mais preciso a doação de roupas. “Estamos precisando de kits de higiene, como shampoo, sabonete, creme dental, escova de dente, pente e desodorante. Também há a necessidade de material de limpeza, como água sanitária, pano de limpeza, vassoura, rodo, saco de lixo e pá de lixo”, ressalta. Pessoas físicas ou jurídicas interessadas em participar do movimento solidário para doação de produtos ou serviços podem entrar em contato com Central de Arrecadação, por meio dos números (81) 98791-2705 e 3355-9412 ou enviar e-mail doacaorecifesolidario@gmail.com. A Algomais, TGI, INTG, ÁgilisRH e LMS-TGI também estão recebendo donativos para as famílias que estão sofrendo as consequências das fortes chuvas na RMR. Nossa sede fica na Rua Barão de Itamaracá, 293, Espinheiro, Recife. Demandas Prioritárias: Kit higiene: shampoo, sabonete, escova e creme dental, pente e desodorante Kit de limpeza: detergente, água sanitária, pano de limpeza, vassoura, rodo, bucha, desinfetante, saco de lixo e pá de lixo. Lençol, travesseiro e cobertor Cesta básica e leite Roupas para crianças

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Rede de solidariedade do Recife se multiplica

Município dispõe de 41 equipamentos que funcionam, atualmente, como abrigos temporários. 2.630 pessoas permanecem desabrigadas e desalojadas (Da Prefeitura do Recife) Neste domingo (29), as redes Big, Drogaria São Paulo e quatro shoppings passaram a integrar a campanha Recife Solidário, que visa arrecadar doações de mantimentos, vestimentas e colchões para as vítimas das chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Com a entrada dos parceiros na campanha, a cidade passou de três para 23 pontos oficiais de coleta de materiais e insumos. No início da noite de hoje, 2.630 pessoas permanecem desabrigadas e/ou desalojadas. As doações podem ser entregues no edifício-sede da Prefeitura, no Cais do Apolo; no Sítio da Trindade, em Casa Amarela; e no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. Os interessados também podem fazer suas doações nos pontos de coleta situados nos shoppings Recife, Tacaruna, Boa Vista e RioMar. Também estão disponíveis como locais para doações as lojas da rede de supermercados Big de Casa Forte, da Avenida Caxangá, de Boa Viagem, na Avenida Recife e no Shopping Tacaruna. Na tarde deste domingo, a Drogaria São Paulo também passou a integrar a rede de solidariedade no Recife e disponibilizou sua rede de 11 lojas em todo o Estado para arrecadar doações para pessoas em situação de vulnerabilidade social devido às fortes chuvas. Nos endereços da rede farmacêutica, a população pode doar água potável, alimentos não perecíveis, agasalhos e roupas de cama, além de produtos de higiene pessoal. A rede farmacêutica mobilizou lojas em todo o território pernambucano, incluindo as 7 unidades situadas no Recife, como pontos de coleta que podem ser feitas no horário de funcionamento das lojas, das 7h às 23h. Além disso, o Grupo também doará mais de mil itens de higiene da marca exclusiva Ever Care, como fraldas descartáveis geriátricas e infantis, álcool em gel, sabonete líquido e máscaras descartáveis, por exemplo. Pessoas físicas ou jurídicas interessadas em participar do movimento solidário para doação de produtos ou serviços podem entrar em contato com Central de Arrecadação, por meio dos números (81) 98791-2705 e 3355-9412 ou enviar e-mail doacaorecifesolidario@gmail.com. BALANÇO – A Prefeitura do Recife informa que, na noite deste domingo, 2.630 pessoas permanecem desabrigadas e desalojadas e dez continuam desaparecidas. A cidade está com 41 equipamentos funcionando como abrigos temporários, sendo 25 escolas, creches e centros sociais. Dentro do programa Recife Solidário já foram contabilizadas doações como: 15 mil quentinhas, 10 mil cestas básicas, 4.512 colchões, 13,5 mil litros de água mineral, 3 mil fraldas, 600 roupas de cama. Até o momento, foram registradas 76 ocorrências críticas, especialmente nas comunidades de Jardim Monte Verde, Milagres, Sítio dos Macacos e CAIC Barro. Neste domingo, foram registrados 25 chamados para serviços de manutenção pela Emlurb. Profissionais da Prefeitura do Recife resgataram 33 corpos, sendo 29 óbitos confirmados como moradores da cidade. Informações atualizadas do Recife | Balanço (19h): 2.630 pessoas desabrigadas ou desalojadas; 41 equipamentos funcionamento provisoriamente como abrigos, sendo 25 escolas, creches e centros sociais municipais; Entre os donativos doados, foram recebidos 15 mil quentinhas, 10 mil cestas básicas, 4.512 colchões, 13,5 mil litros de água mineral, 3 mil fraldas, 600 roupas de cama, dentre outros; 76 ocorrências críticas Principais locais: Jardim Monte Verde, Milagres, Sítio dos Macacos e CAIC Barro; 25 chamados para serviços de limpeza e manutenção pela Emlurb; 33 corpos resgatados, sendo 29 óbitos confirmados como moradores do Recife pela Secretaria de Saúde do Recife; 10 desaparecidos

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Governo atualiza para 56 número de mortos no estado

(Da Agência Brasil – Foto: Eudes Régis) O número de mortos pelas fortes chuvas que atingem o estado de Pernambuco subiu para 56, segundo boletim divulgado hoje à tarde (29) pelo governo estadual. As chuvas atingem o estado desde a última quarta-feira (25) e deixaram 3.957 pessoas desabrigadas. Há ainda, segundo o governo de Pernambuco, outras 56 pessoas desaparecidas nos municípios do Recife e de Olinda. Desde a sexta-feira (27), mais de 46 mil chamados foram feitos pelo telefone 193, informou a administração estadual. Na manhã de hoje, o governador Paulo Câmara reuniu o seu secretariado e os chefes dos comandos militares para monitorar e reforçar as ações nas regiões metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste, as mais atingidas pelas chuvas. O governo informa que, neste momento, há 12 pontos de deslizamento sendo acompanhados pelas equipes. A tragédia provocada pelas chuvas fez os municípios de Jaboatão dos Guararapes e do Recife decretarem situação de emergência. “É muito triste o que vem acontecendo, não só no nosso município, mas na região metropolitana e em outras cidades do estado, com perdas de vidas e tantas famílias desabrigadas. Estamos colocando toda a nossa equipe para ajudar essas pessoas nesse momento. O volume de chuvas foi inesperado, acima da média dos últimos 30 anos”, disse o prefeito Mano Medeiros, de Jaboatão dos Guararapes. Hoje pela manhã, uma comitiva de ministros do governo federal sobrevoou o estado. Já o presidente Jair Bolsonaro anunciou em suas redes sociais que irá a Pernambuco amanhã (30) para “ melhor se inteirar da tragédia” causada pelas chuvas no Grande Recife.

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Criando espaço com Thalita Carvalho

O Home Center Ferreira Costa localizado na Tamarineira apresenta um espaço projetado por Thalita Carvalho, da Revista Casa de Colorir. A partir do próximo dia 28 de maio, a Ferreira Costa localizada na Tamarineira, irá contar com um espaço projetado pela publicitária, apresentadora, produtora de conteúdo, artesã e editora da Revista Casa de Colorir, Thalita Carvalho. Serão dois ambientes que reunirão disposição do mobiliário, versatilidade dos espaços e a funcionalidade das cores como agentes importantes para setorizar áreas e evocar emoções, mostrando que é possível otimizar cômodos sem perder o charme e garantindo uma dose extra de cor no dia a dia. Onde, a peça-chave que harmoniza essa reunião é o lighting design, é através dele que ajuda a perceber a setorização nos cômodos de uma forma agradável, além da importância da iluminação nos espaços sendo evidenciado quando usado de forma inteligente. “O uso e o clima que eu desejo dar para o espaço são meus pontos de partida para a criação de um ambiente. Logo depois, as cores nos trarão a atmosfera desejada. No projeto que desenvolvi para a Ferreira Costa, trouxe dois ambientes, um Ateliê de Botânica e uma Sala que reúne Estar e Jantar em um espaço compacto, porém cheio de personalidade”, explica Thalita. Com a pandemia, alguns hábitos relacionados ao morar mudaram. Ocorreu a necessidade da ocupação de cantos e cômodos esquecidos para acolher novas demandas. No Ateliê de Botânica, a ideia é a de celebrar a descoberta de hobbies e habilidades antes desconhecidas. Já na Sala, as cores e uma iluminação cuidadosa trazem mais vida para um espaço versátil e acolhedor. Já a paleta de cores foi inspirada no Colour Futures 2022 da Coral. Além de caminhos mais sensoriais, como a parede Decora Efeito Velvet na cor Mergulho Sereno. Para quem quiser conhecer os espaços, eles estarão montados no L2 (Setor de dormitórios), do Home Center Ferreira Costa da Tamarineira, localizado na R. Cônego Barata, 275 – Tamarineira.

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Ingrid Zanella Foto Andrea Rego Barros

“Sou a realidade de 70% da advocacia que começa ganhando R$ 1 mil”

Ingrid Zanella, vice-presidente da OAB-PE, analisa a participação de mulheres e negros no judiciário e o combate às fake news nas eleições, afirma que há muitos cursos cuja qualidade de ensino não garante ao aluno passar no exame da ordem, e conta como teve sucesso ao investir no direito marítimo. Todos os anos, as faculdades formam um grande número de advogados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho. A trajetória da vice-presidência da OAB Pernambuco, Ingrid Zanella chama a atenção por conseguir escapar dessa estatística, mesmo não tendo uma família de advogados, como é comum no setor. Nesta conversa com Cláudia Santos, ela conta como viu no direito marítimo uma oportunidade de ascensão, analisa as possibilidades para ampliar a representatividade de gênero e racial na área jurídica, e aponta as perspectivas do futuro da profissão diante da transformação digital das lawtechs e dos demais setores econômicos. Fale um pouco sobre sua trajetória profissional. É verdade que a senhora não vem de uma família de advogados? Costumo dividir minha carreira em três vieses: a carreira relacionada ao ensino, como advogada e como atuante na política da OAB. Quando me formei – e acredito que isso ocorre com 90% dos alunos de direito – fiquei um tanto perdida. Não tenho origem jurídica, não tinha ninguém para me dizer: “venha aqui trabalhar comigo, tem uma vaguinha te esperando e, se fizer tudo certo, você vira sócia”. Então decidi traçar minha trajetória na vida acadêmica e como advogada, porque eu teria duas chances de dar certo. Quando saí da faculdade fiz a seleção para o mestrado na UFPE e passei. Como não tinha muito dinheiro, estudei tanto que passei em primeiro lugar para poder ter bolsa. Recebi a bolsa durante três meses, até que o professor Sérgio Torres, que é desembargador do Tribunal do Trabalho e era coordenador da Faculdade Boa Viagem, me convidou para dar aula lá. Como não podia acumular os dois recebimentos, larguei a bolsa, que era de R$ 1.200, para ganhar um salário de R$ 700 na faculdade, porque eu não podia perder a chance de ser contratada. Não era o salário. Era começar. Antes disso, durante a graduação, fui tripulante de navio, trabalhei três meses embarcada e adorei a vida náutica. Como a senhora foi trabalhar num navio? Quando era estudante, morei um tempo os Estados Unidos e quando retornei mantive a relação com alguns amigos de lá e um deles era filho de um agente marítimo. Um dia ele disse: “meu pai está agenciando um navio de Cruzeiro que está indo pra aí. Estamos refazendo a tripulação, se você tiver interesse em ser, por exemplo, chefe da contabilidade, você faz um curso na Capitania dos Portos, tira seu certificado”. Eu era estudante 6º período, ia ter a chance de viajar, entender uma nova realidade, fazer novos amigos. Aceitei na hora. Aprendi um monte de coisas e me apaixonei pelo navio e decidi atuar nessa área como advogada. Como estava na graduação ainda e não existiam cursos ou palestras sobre o assunto em Pernambuco, comecei a estudar o tema. Meu projeto de mestrado foi sobre o direito marítimo. Depois que fui contratada pela Faculdade Boa Viagem – olha só como é o mundo! – o agente marítimo que havia me contratado naquela época, estava com um navio preso no Porto do Recife. Ele me ligou, dizendo que precisava de um advogado para entrar com ação judicial. Estava com 700 passageiros a bordo e não sabia o que fazer. E eu era bem novinha, nunca tinha feito um mandado de segurança. Mas ali era uma oportunidade. Eu disse: eu faço esse mandado. Eu não tinha nem blazer para vestir (risos). Na época não havia processo eletrônico, liguei para a juíza e expliquei a ela que a causa era urgente porque isso era de uma sexta para o sábado. Não dormi, passei a noite fazendo a ação, fui despachar com a juíza e consegui a liminar. O agente marítimo ficou tão satisfeito que me contratou para prestar um trabalho mensal. Nesse momento, abri meu escritório em 2010, no primeiro ano de formada, com um cliente, rezando para ter outro. Como eu disse, não tenho origem jurídica, ninguém me indicava cliente. Comecei a perceber que precisava rodar o ambiente. Procurei a OAB, pedi uma reunião com Henrique Mariano, o presidente, e Catarina Oliveira, sua vice. Eles foram muito acessíveis, porque eu era uma jovem estudante, ninguém me referenciou ou pediu para eles me receberem. Propus a criação de uma comissão de direito marítimo porque era uma área de advocacia que precisava ser estimulada em Pernambuco. Todos os escritórios eram do Rio e São Paulo e tínhamos que mostrar que aquela área podia crescer: temos Suape, Noronha, o turismo. Eles gostaram do projeto e me nomearam para ser presidente da comissão. Foi uma outra surpresa. Tinha um ano de formada! Comecei a fazer eventos, me comunicar com outros advogados, chamar os estaleiros para discutir como Pernambuco poderia crescer mais no âmbito marítimo e portuário, além de pensar e desenvolver projetos também para a jovem advocacia. Como eu não tinha escritório, pensei no Projeto Co-office, que começou há cinco anos, porque era minha principal necessidade. Precisava de um lugar para atender clientes, fazer audiência. O projeto cresceu e na gestão passada, eu e Bruno (Baptista, ex-presidente da OAB) inauguramos no 5º andar um espaço compartilhado, com computador para advogados trabalharem sem pagar nada, onde podem fazer audiências, reuniões. O projeto foi tão de bem-sucedido que está sendo copiado em outros Estados. Bem, meu escritório foi crescendo. Depois de 10 anos, eu tinha parceria com muitos escritórios e acabei negociando com o Queiroz Cavalcanti. Hoje sou sócia titular deles, toda a minha equipe foi para dentro do Queiroz. Não foi uma escolha aleatória, eles têm 60% do corpo formado por advogadas e um comitê de diversidade, voltado para pessoas que se autoidentificam não só em relação à questão de raça, mas também de gênero e LGBTQIA+, além de focar em pessoas com

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