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Governo cria Comitê Executivo de Pagamento por Serviços Ambientais

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), celebra o Mês do Meio Ambiente apresentando novos projetos para fomentar o desenvolvimento sustentável do Estado. Neste domingo (05 de junho), às 10h, Dia Mundial do Meio Ambiente, o governador Paulo Câmara e o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Sérgio Xavier, acompanhados do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e presidente de Suape, Thiago Norões, participaram de evento em Suape, no qual foi assinado o decreto de criação do Comitê Executivo de Pagamento por Serviços Ambientais – PSA. A Lei nº 15.809/16, sancionada pelo governador Paulo Câmara, institui a Política Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O projeto, concebido pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e aprovado pela ALEPE, visa incentivar uma nova economia de serviços ambientais, possibilitando benefícios financeiros para proprietários que criarem RPPNs ou desenvolverem projetos que ampliem a proteção ecossistêmica, além das obrigações definidas pelas leis ambientais tradicionais. Para a implantação da nova política será aplicado o Fundo Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais, que terá aporte inicial de R$ 5 milhões. O Comitê Executivo do PSA, coordenado pela SEMAS, será integrado por 01 (um) representante titular e 01 (um) suplente de cada um dos seguintes órgãos e entidades: Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS); Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH); Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC); Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (AD – DIPER); Agência Estadual de Águas e Clima (APAC); Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (SARA); Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTECI). A nova política tem como objetivo principal preservar, conservar e recuperar o patrimônio ambiental do estado, a partir dos serviços gerados nos biomas Caatinga e Mata Atlântica e ecossistemas associados. A lei prevê que os proprietários que comprovadamente contribuírem para a melhoria das condições do meio ambiente (provedores de serviços ambientais), sejam elas pessoas física ou jurídica, possam receber uma remuneração por conservar as condições consideradas essenciais à vida. O local escolhido para o anúncio foi emblemático: o Viveiro Florestal de Suape, local onde o ex-governador Eduardo Campos, em 05 de junho de 2012, deu início ao Programa de Recuperação da Mata Atlântica no Complexo de Suape ao plantar a primeira muda, da espécie Oitizeiro. Hoje, já são mais de 1,6 milhões de mudas plantadas no território. Em homenagem àquela data, o governador e os secretários inauguraram uma placa comemorativa no local. Também foram plantadas as primeiras mudas do milésimo primeiro hectare de reflorestamento do complexo. MATA ATLÂNTICA – Nos últimos cinco anos, com a criação, em 2011, da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e do fortalecimento da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), houve o crescimento de 122% da área de proteção integral da Mata Atlântica pernambucana. Contribuíram para o expressivo aumento, a criação de novas Unidades de Conservação – UCs (Bita e Utinga, em Suape e Matas de Sirigi e Matas de Água Azul nos municípios de São Vicente Ferrer, Timbaúba, Vicência e Macaparana) e a ampliação de antigas UCs, como o Parque de Dois Irmãos, que teve sua área de mata praticamente triplicada (de 384 para 1.158 hectares) e a mata do Engenho Uchoa, no Recife, que teve sua área expandida de 20 para 171 hectares). NOVOS INSTRUMENTOS E AÇÕES – Para avançar ainda mais nos indicadores positivos, Sérgio Xavier assinou termo de parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica para viabilizar a elaboração dos Planos Municipais de Proteção e Recuperação da Mata Atlântica, em consonância com a Lei Federal 11.428/2006 (Lei da Mata Atlântica). Em Pernambuco, mais de 50 municípios estão em áreas onde ocorre este Bioma. “Estamos articulando a elaboração destes Planos por Bacias Hidrográficas, buscando integrar a proteção das matas e dos nossos rios, simultaneamente. Só há água, onde existe mata”, enfatiza Xavier. Com os novos planos, matas nativas situadas próximas a bacias hidrográficas podem ser transformadas em Unidades de Conservação. A assinatura do acordo ocorreu no evento promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica, no Rio de Janeiro e que reuniu os representantes de 17 estados e do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Além dos Planos Municipais de Proteção e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), novos projetos já estão em curso para aumentar a proteção da Mata Atlântica nos municípios pernambucanos onde há registro do bioma, mangue ou restinga. A Semas lança em junho o programa estadual voltado para a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), unidades de conservação de domínio privado, onde o proprietário assume o compromisso da conservação mediante reconhecimento público. Atualmente existem 12 RPPN´s estaduais na Mata Atlântica, reconhecidas pela Agência Estadual de Meio Ambiente CPRH. “O objetivo é apoiar a iniciativa privada na criação, implantação e gestão das reservas particulares”, destaca o secretário executivo da Semas, Carlos André Cavalcanti. PROGRAMAÇÃO – O Mês do Meio Ambiente segue com uma série de ações promovidas pela SEMAS, CPRH e Parque Estadual de Dois Irmãos. No dia 8 de junho, quando se comemora o Dia Mundial dos Oceanos, a Semas receberá o especialista em ambientes costeiros e professor da UFPE, Moacyr Araújo, que falará sobre os impactos das mudanças climáticas nos oceanos, na sede da secretaria, no bairro da Jaqueira. Haverá ainda capacitação sobre o Cadastro Ambiental Rural, para gestores municipais, além de oficina de diagnóstico ambiental e exposições sobre abelhas nativas e solos, no Parque de Dois Irmãos. A programação completa das ações do Mês do Meio Ambiente está disponível para consulta nos sites: semas.pe.gov.br / cprh.pe.gov.br e parquedoisirmaos.pe.gov.br As ações foram pensadas de forma a integrar os órgãos responsáveis pela gestão e execução da política ambiental de Pernambuco, com o apoio de diversas instituições parceiras, com projetos que buscam fomentar a economia verde, transformado o cidadão em apoiador e ao mesmo tempo em protagonista das ações que visem à conservação dos ambientes naturais do estado, com destaque para os biomas Caatinga e Mata Atlântica e os seus ecossistemas associados (manguezais e vegetação serrana encontrada

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Preço da cesta básica recua no Recife

O custo da cesta básica no Recife caiu 1,33% em maio. A capital pernambucana foi uma das 10 do País em que o valor não subiu, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que faz a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As maiores altas foram constatadas em Porto Alegre (3,87%), Curitiba (3,46%) e Brasília (3,25%). Já as quedas mais significativas ocorreram em Florianópolis (-4,09%), Fortaleza (-2,60%) e Rio Branco (-2,49%). A cesta mais cara foi encontrada em São Paulo, onde os consumidores tiveram de desembolsar R$ 449,70 para comprar os alimentos. O valor é 1,65% maior do que em abril. Nos cinco primeiros meses do ano, houve alta de 7,55%. O segundo maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 443,46), seguido de Brasília (R$ 441,60). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 335,31), Natal (R$ 337,49) e Aracaju (R$ 344,83). No acumulado do ano, de janeiro a maio, ocorreu queda apenas em Florianópolis (-0,81%). Entre as localidades com as maiores correções estão: Goiânia (14,80%), Belém (14,50%), Aracaju (12,78%), Salvador (12,69%) e João Pessoa (11,29%). Já as menores variações ocorreram em Campo Grande (3,39%), Porto Velho (3,84%) e Porto Alegre (4,49%). Pelos cálculos do Dieese, para suprir as necessidades básicas de uma família, o salário mínimo ideal deveria ser equivalente a R$ 3.777,93, valor 4,29 vezes superior ao mínimo de R$ 880 em vigor. Esse valor ficou acima do apurado em abril, quando o mínimo ideal foi estimado em R$ 3.716,77, ou 4,22 vezes o piso vigente. O tempo médio necessário de trabalho foi calculado em 97 horas, superior ao estimado em abril (96 horas e 26 minutos). Entre os produtos com avanço de preços estão: farinha de mandioca, coletada no Norte e Nordeste, feijão, leite, manteiga e batata, pesquisados na Região Centro-Sul. Em sentido oposto, houve queda no caso do óleo de soja e da banana na maioria das localidades. A pesquisa indicou que o feijão ficou mais caro em 24 capitais. O preço do tipo carioquinha, pesquisado nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e São Paulo, apresentou variações entre 0,92%, em João Pessoa, e 13,93%, na capital mineira. Com oferta reduzida por causa de geadas no Sul do país, o feijão-preto, pesquisado nas capitais dos estados do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, ficou mais caro apenas em Curitiba (0,86%) e Porto Alegre (0,18%). Houve estabilidade na capital capixaba e recuo de 1,42% na capital carioca e de 5,03%, em Florianópolis. O leite, que está em período de entressafra, teve elevação de preço em 21 cidades, com destaque para Campo Grande (7,24%), Florianópolis (5,19%) e Rio de Janeiro (4,98%). As quedas mais expressivas ocorreram em São Paulo (-1,06%), Macapá (-1,04%), Boa Vista (-0,78%), Rio Branco (-0,56%) e Aracaju (-0,54%). A manteiga ficou mais cara em 22 localidades. As maiores altas foram em Curitiba (10,87%), Palmas (9,95%), São Luís (9,84%) e Vitória (9,78%). As reduções mais expressivas ocorreram em Campo Grande (-12,27%) e Manaus (-6,89 %). O preço da batata aumentou em 11 cidades do Centro-Sul, com variações entre 1,40%, em Goiânia, e 20,15%, em Brasília. De acordo com a análise técnica do Dieese, geadas no Sul e chuvas em outras áreas produtoras reduziram a oferta do tubérculo. O preço da banana caiu em 19 cidades, entre as quais Belo Horizonte (-18,51%) e Rio de Janeiro (-13,18%). As altas variaram entre 0,92%, em Salvador, e 6,02%, em Manaus. (Da Agência Brasil)

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Chuvas retiram barragem em Arcoverde do colapso

As chuvas registradas no mês de maio em Arcoverde, distante 265 km do Recife, trouxeram uma boa notícia para os moradores do município. A barragem Riacho do Pau, que estava em colapso há 25 meses, armazenou água e encontra-se hoje com 5,75% da sua capacidade total, que é de 16,8 milhões de metros cúbicos. As precipitações acumuladas, de 184 mm, e, consequentemente, a recuperação do manancial, permitiram a Compesa a retomar o funcionamento da Estação de Tratamento de Água-ETA Arcoverde imediatamente. A iniciativa permitiu a redução do calendário de abastecimento da cidade neste mês de junho, para cinco dias com água e 10 dias sem. A medida dará um grande alivio a cidade, que é um dos mais importantes polos dos festejos juninos de Pernambuco. Com a falta de chuvas na região, o município estava sendo atendido apenas pela bateria de poços do Frutuoso, localizada no município de Ibimirim, com uma vazão de 100 litros de água por segundo, passando Arcoverde a enfrentar um rigoroso racionamento, com um regime de distribuição de quatros dias com água contra 22 dias sem. A soma da produção dos poços e de Riacho do Pau, a Compesa conseguiu incrementar a vazão para Arcoverde em 80 litros de água por segundo, o que garantiu um aumento de 80% na produção hídrica para o município. Segundo o diretor Regional do Interior, Marconi de Azevedo, o novo calendário já entrou em vigor e se estenderá neste mês de junho. A expectativa da Compesa é que o ciclo chuvoso permaneça na região. Se isso acontecer, o novo calendário será mantido para os próximos meses. “Assim que a barragem Riacho do Pau pegou água, os nossos técnico se desdobraram para reduzir o racionamento da cidade o mais breve possível. Entendemos que a situação era crítica e precisávamos fazer com que a agua armazenada chegasse rapidamente na casa das pessoas”, observou Marconi de Azevedo,

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Santa Cruz e Sport em momentos distintos na Séria A; Náutico busca vitória fora para se firmar na B

Uma vitória, um empate e uma derrota. Esse foi o saldo das equipes pernambucanas na rodada do último final de semana nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Na elite do futebol nacional, o clássico entre Santa Cruz e Sport, disputado na última quarta (1°), pode ter sido o fator determinante para a reviravolta das equipes na competição. Ontem (05), a Ilha do Retiro viu um jogo espetacular. O 4×4 entre o Leão e o Atlético/MG, para muitos, já é considerado o melhor jogo do campeonato até o momento. Os comandados de Oswaldo de Oliveira mostraram um enorme poder de reação, ao marcarem dois gols em um intervalo de três minutos e decretarem a igualdade no placar. A evolução tática é visível na equipe e a expectativa é de mais um bom jogo no próximo domingo (12), diante do Coritiba, na capital paranaense. A vitória é essencial para o Rubro-Negro se afastar da zona de rebaixamento. Contra o Atlético/PR, o Santa Cruz não fez uma má apresentação. Contudo, a falta de velocidade na transição da defesa para o ataque e erros em momentos cruciais do jogo, custaram um melhor resultado ao Tricolor. Na próxima rodada, a Cobra Coral possui o Arruda como trunfo. O adversário será o Santos, que vem embalado por uma excelente vitória sobre o Botafogo/RJ, por 3×0. Com a semana livre para treinamentos, Milton Mendes deverá arrumar a equipe para que, após duas derrotas consecutivas, o time volte a pontuar. Único representante de Estado na Série B, o Náutico fez valer o mando de campo ao bater o Joinville, por 2×0. Dentro da Arena Pernambuco, o Timbu está com 100% de aproveitamento. Fora de casa, entretanto, é que mora o problema. Em três jogos, foram duas derrotas, para Criciúma e Londrina, e um empate, com o Bahia. Por isso, toda atenção é válida para o confronto diante do Paysandu, na próxima terça (07).

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Ir ou não ir ao teatro? Eis a questão (Por Romildo Moreira)

Vimos, há algum tempo, pensando questões relacionadas ao fluxo de público nas casas de espetáculos. Vez por outra esse assunto vem à baila e, invariavelmente, chega-se as mesmíssimas observações, sem que com isso a questão marche rumo à solução. Por exemplo, a falta de hábito é sempre a primeira questão a ser abordada, mas não existe, ao detectá-la, uma iniciativa que realmente reverta essa situação e busque o hábito almejado da “população”, para que se adquira um público mais numeroso e constante nas nossas casas de espetáculos – tarefa nada fácil porque mexe com valores sociais, culturais e econômicos já entranhados no seio da sociedade em geral. E quando eventualmente uma produção sinaliza nessa direção, seja de teatro ou de dança, o resultado recai apenas para a própria produção, ou seja, não atinge de fato a questão do hábito, e sim, o estímulo para ver o espetáculo que ela representa. O que é positivo por um lado e uma pena por outro, se considerarmos que todo espetáculo merece ser visto por uma casa lotada. Vamos aqui abrir um parêntese para debater uma das mais utilizadas formas de levar público ao teatro; a doação de convites. A própria lei de Incentivo à Cultura de Pernambuco, o Funcultura, estimula essa prática aos seus contemplados, utilizando o argumento da contrapartida social. Porém, em diversas rodadas de conversas a esse respeito, detectou-se haver mais prejuízo que benefício de ação como essa, por três razões básicas: 1ª – A doação alimenta o vício de não pagar para ir ao teatro (ao contrário do que se faz com cinema), caracterizando assim o desrespeito e a leviandade com que se trata a dança e o teatro que ocupam as casas de espetáculo. E, em muitos casos, os ingressos são distribuídos e as poltronas ficam vazias porque o ganhador não se dignou a retribuir a gentileza com a presença. Outros ainda são mais desrespeitosos, repassando os convites recebidos aos cambistas; 2ª – Por não ter sido desembolsado nenhum valor financeiro para a aquisição do ingresso, quando o ganhador vai, não se preocupa em chegar com antecedência ao recinto da apresentação, também não se incomoda em sair no meio da apresentação para atender o celular, etc. 3ª – Quando o espectador se digna a ir ao teatro, comprar o seu ingresso e assistir ao espetáculo, os artistas sentem a energia respeitosa dessa plateia que a considera a ponte de reservar um espaço em sua agenda para essa finalidade e a apresentação ganha muito em qualidade com isso. Tem-se aí outra relação e a questão passa para outro ângulo de visão, que é o valor do ingresso. Ir ou não ir ao teatro, não nos parece ser a grande questão. Agora, de que forma se vai ao teatro, eis a questão. É praticamente senso comum entre os artistas de palco, que os ingressos devem ter um valor acessível, para permitir a presença de um público mais amplo e com isso sustentar uma temporada. Da mesma forma, fala-se em destinar, a cada récita, cota de ingressos para instituições como escolas públicas, entidades de assistência social, grupos comunitários de jovens, formadores de opinião, etc., todos previamente agendados, com compromisso assumido de comparecer à apresentação, tendo por resultado uma plateia cheia, composta por pagantes e convidados de forma especial, apostando com isso na possibilidade da renovação de público para um futuro próximo. Agora, certamente, só teremos o efeito cobiçado se o exercício de ações como essas se tornarem pratica permanente. Talvez assim tenhamos, paulatinamente, aumento significativo de espectadores habituais ao teatro. Curiosamente, este tema “ir ou não ir ao teatro” já foi abordado em uma peça do dramaturgo alemão Karl Valentim, parceiro de Bertolt Brecth, cujo título é: A ida ao teatro. – Resta-nos agora repetir o chavão: VÁ AO TEATRO e BOM ESPETÁCULO! DICAS DE ESPETÁCULOS EM CARTAZ: – O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues Local: Teatro Apolo Dias: sexta 06/06 e sábado 07/06, às 20h. Preços: R$ 30,00 e R$ 15,00. – Informações: 3355-3319 ou 3355-3320. – A Revolta dos Brinquedos, com a Circus Produções Local: Teatro Apolo Dia: domingo 05/06 às 16h Preço: R$ 20,00 e R$ 10,00 – Informações: 3355-3319 ou 3355-3320 – LUIZ E EU? Ô viagem danada de boa!, com a Cia. Maravilhas Local: Teatro Joaquim Cardozo Dia: 05/06 às 16h. Preços: R$ 20,00 e R$ 10,00 – Informações: 2126-7388   Romildo Moreira, ator, autor e diretor teatral  

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ANS fixa em 13,57% teto para reajuste de planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado a planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017. O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários – 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil. A metodologia usada para calcular o índice, de acordo com a ANS, é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários. A agência orienta os beneficiários de planos individuais que fiquem atentos aos boletos de pagamento e observem: se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado. “É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008”, destacou o órgão. Em caso de dúvida, os consumidores podem entrar em contato com a agência por meio do Disque ANS (0800 701 9656) ou pela Central de Atendimento ao Consumidor. Veja como será aplicado o reajuste O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir da data de aniversário de cada contrato. Se o mês de aniversário do contrato é maio ou junho, será permitida cobrança retroativa, conforme a RN 171/2008. Nesses casos, as mensalidades de julho e agosto (se o aniversário do contrato for em maio) ou apenas de julho (se o aniversário do contrato for em junho) serão acrescidas dos valores referentes à cobrança retroativa. Para os contratos com aniversário entre os meses de julho de 2016 e abril de 2017, não poderá haver cobrança retroativa. Deverão constar claramente no boleto de pagamento o índice de reajuste autorizado pela ANS, o número do ofício de autorização da agência, nome, código e número de registro do plano, bem como o mês previsto para aplicação do próximo reajuste anual. (Da Agência Brasil)

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Diaconia: Grupo de mulheres se capacita no beneficiamento de frutas nativas

O Grupo de Mulheres do sítio Cachoeira Grande, em Tabira, no Sertão do Pajeú (PE), vem desenvolvendo um trabalho de beneficiamento de polpa de frutas em parceria com Diaconia desde 2013, a partir do projeto Semiá. Além de entregarem a produção nos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (PNAE), as mulheres comercializam porta a porta e também recebem estudantes em suas propriedades, para conhecer o trabalho. No dia 05 de maio de 2016, o grupo de mulheres recebeu duas capacitações voltadas para melhores formas de trabalhar o beneficiamento do umbu nativo. Alguns jovens do município de Iguaracy também estiveram presentes. A primeira foi sobre a produção de polpa cozida do umbu. Com o processo de cozimento em altas temperaturas, não é necessária a utilização da despolpadeira. É possível armazenar em tambores de plástico, dispensando o uso do freezer, podendo ficar armazenada por até doze meses. Esta polpa pode ser utilizada para a produção de doces, geleias, sorvetes, sucos, umbuzadas e mousses, diminuindo os custos de produção. Esta capacitação foi facilitada pela agricultora Vilza, da Comunidade de Monte Alegre – município de Afogados da Ingazeira, que tem uma experiência há muito tempo em relação à produção de polpa do umbu cozida. Ela faz parte do grupo de mulheres Xique-Xique, que trabalham com polpas de frutas e outros produtos como doces, geleias, entre outros. A segunda capacitação foi sobre a produção de vinho com polpa de frutas, ministrada pelo agricultor Luiz de Joel, do município de Carnaíba. O processo é muito parecido com o realizado para produção do vinho de uvas, por exemplo, sendo adaptado para facilitar a produção na agricultura familiar. Primeiro lava-se as frutas com água quente, em seguida retira a polpa, acrescenta-se um pouco de água, mel e fermento biológico. Após misturar bem, a calda já pode ser colocada em garrafas PET. Estas garrafas terão uma saída na tampa para saída dos gases produzidos durante o processo de fermentação. Após aproximadamente quarenta dias, o vinho estará produzido. As participantes ressaltaram da importância de aprender novos produtos a partir do umbu, evitando o desperdício desta fruta e reduzindo os custos de energia. Também destacaram a variação de produtos, tendo assim mais possibilidades de comercialização e geração de renda. Estes momentos de capacitação têm o objetivo de ampliar as opções da utilização da polpa de frutas, agregando valor e ampliando mercado. * Jaqueline Lira é técnica do programa ATER Agroecologia (parceria Diaconia e Centro Sabiá) no Sertão do Pajeú.

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As cervejas IPAS e suas variações (Por Rivaldo Neto)

Recebi algumas mensagens de leitores que queriam mais esclarecimentos sobre os mais diversos tipos de cerveja, para assim entendê-las e causar o desejo de degustá-las. Na coluna anterior fiz uma indicação de uma IPA, bastante lupulada e com amargor intenso. Mas o que seria uma IPA? O que fazem no universo das cervejas ela ser assim chamada? E quais são suas variações? Vamos tirar as dúvidas que surgiram. O termo IPA, quer dizer Indian Pale Ale. Este estilo de cerveja é originalmente inglês, foi criada durante a colonização da India e era servida aos oficiais britânicos.  Como demandava meses o tempo da travessia da Europa para o continente asiático, essa cerveja era carregada com doses extras de lúpulo, que funciona como conservante, e também curiosamente, tem um leve efeito antibiótico. Fora esses fatores, tanto a aromatização, quanto o sabor estão diretamente ligados a essa planta. Na verdade a IPA é uma variação das cervejas denominadas ALE, que são cervejas de alta fermentação. Ou seja, cervejas mais encorpadas e com características marcantes. Geralmente possuem uma cor âmbar, que pode variar dependendo do insumo inserido no processo de produção. Sendo a cerveja IPA uma variação das ALE (cervejas de alta fermentação), as IPAS também têm suas variações das quais citarei algumas das mais populares.   As English IPA Um inglês chamado George Hodgson criou este estilo no século XVIII. O lúpulo também é característico desta cerveja, que quando é prontamente servida o aroma é logo sentido. A cor pode variar do ambâr dourado ao cobre, outro detalhe é que a espuma é pouco persistente. Ex: Fullers London Pride.   As American IPA   Mais amarga que o estilo inglês, possui um diferencial devido aos insumos americanos, no caso o lúpulo que são mais perfumados, mais cítricos e florais. Ex: Colorado Indica. As Imperial IPA É mais recente que as inglesas e as americanas. É a que possui o maior amargor dentre todas elas e foi criada para uma fatia de consumidores que apreciam este estilo. A graduação é outro diferencial, pois pode chegar a 10%, uma cerveja essencialmente forte. Ex: BrewDog Hardcore IPA.       *Rivaldo Neto é designer e cervejeiro gourmet na horas vagas.

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Convívio com as chuvas

Há alguns anos, fazendo matérias sobre seca, descobri o termo “convívio com o Semiárido”. As instituições que trabalhavam nas regiões afetadas por períodos sem chuvas compreenderam que não era possível combater o clima, mas aprender a lidar com ele, de forma a garantir qualidade de vida e produtividade. Pois é, o clima chuvoso do Recife e da região metropolitana nos parece merecer um tratamento semelhante. Os dias de chuvas intensas, onde caem nos céus 50%, 60% ou 70% do que era previsto para o mês não são mais exceção. Estamos na metade do ano e em pelo menos três ocasiões a concentração dos índices pluviométricos gerou prejuízos, caos urbano e até morte. Há uma constatação popular de que nos dias de chuvas intensas não se encontram os agentes de trânsito para auxiliar nos deslocamentos, muitas vezes interrompidos pelos pontos de alagamentos. Pontos, aliás, que se repetem. A população começa a se habituar a não trafegar por algumas regiões nesses dias. Pergunto: se informalmente os cidadãos já identificam essas áreas e criam suas alternativas, o poder público não poderia desenvolver um plano de “urgência” para essas ocasiões? Fechar algumas vias ao invés de deixar os motoristas se arriscarem nas enchentes. Não dá para mudar o ciclo das chuvas. Não é possível elevar o nível da cidade. Mas se tem algo que é possível fazer ao menos para minimizar os estragos desses dias mais tumultuados é o planejamento. Algo que nossos gestores públicos dizem por todo lado que sabem fazer. *Rafael Dantas é jornalista e especialista em gestão pública  

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Gonzaga, forró e festejo no Memorial

Falar em forró e festejo junino, imediatamente nos remete a um nome: Luiz Gonzaga. A relação entre o artista e a festa no Nordeste brasileiro se tornou tão intensa, que há quem não consiga dissociar um do outro, principalmente pelas contribuições musicais que o Véi Lua deu ao festejo. Por isso, de 13 a 22 de junho, o Memorial Luiz Gonzaga, no Pátio de São Pedro, vai promover a oficina Gonzaga, Forró e Festejo, uma atividade de formação que pretende ensinar a origem do forró no contexto sociocultural. O MLG é um equipamento cultural da Prefeitura do Recife. Com inscrição gratuita, a oficina terá 15h de carga horária, sendo realizada das 14h às 17h. Ela é voltada a estudantes universitários dos cursos de música, ciências humanas, artes, pesquisadores e interessados em cultura popular em geral. A turma terá um total de 15 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail educativo.mlg@gmail.com ou pelo telefone: (81) 3355-3155. Todo o material didático será oferecido pela oficina. Utilizando uma didática multimídia, através do contato físico com instrumentos e apreciação musical dos ritmos juninos, a atividade pretende apresentar uma abordagem teórica começando com o ritmo Forró. Para isso, traz um apanhado histórico sobre o festejo religioso e seu desdobramento profano, o ambiente vivido por Luiz Gonzaga e suas influências culturais, a formação do trio de forró – zabumba, sanfona e triângulo, o sucesso do Baião – novo ritmo brasileiro, e sua influência sobre novas gerações. Os monitores da oficina serão o músico acordeonista, bacharel em Comunicação – Jornalismo, Diviol Lira; o Bacharel em Ciências Sociais – UFRPE, Marcos Leite; e o Pesquisador e Gestor do Memorial Luiz Gonzaga, José Mauro de Alencar. A atividade prática terá dinâmica de apreciação musical, com execução de cada ritmo, lecionando o compasso e técnicas musicais. A oficina e o material didático serão gratuitos e aos participantes serão emitidos certificados. Serviço: Oficina Gonzaga, Forró e Festejo Quando: de 13 a 22 de Junho Horário: Seg a sex das 14h às 17h Local: Memorial Luiz Gonzaga, Pátio de São Pedro, Casa 35, Bairro de São José, Recife Inscrições gratuitas pelo e-mail: educativo.mlg@gmail.com Informações: (81) 3355.3155

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