Arquivos Saúde - Página 25 De 37 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

Saúde

Caminhão Amigo do Peito estaciona no Shopping Patteo Olinda

O caminhão do programa Amigo do Peito, uma unidade móvel destinada a realizar exames de mamografia com alta tecnologia, estaciona no Shopping Patteo Olinda no próximo domingo (27), das 8h às 17h, dentro das ações do Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama. No total, serão realizados, durante o dia, 80 procedimentos gratuitos. O projeto é fruto de uma parceria da Secretaria de Saúde de Olinda com o Ministério da Saúde, que através do Sistema Único de Saúde (SUS) visa diagnosticar precocemente a doença com rapidez e qualidade, bem como aumentar a oferta dos exames mamográficos, agilizando e diminuindo os custos de deslocamento das mulheres. “Hoje, no Brasil, a maioria dos casos de câncer de mama são diagnosticados ainda na fase inicial, devido a exames preventivos como os ofertados pelo programa Amigo do Peito. E é com orgulho que apoiamos este projeto, que faz a diferença para a saúde da mulher olindense”, afirma Jessica Ross, gerente de marketing do Shopping Patteo Olinda. No mamógrafo que estará estacionado em frente ao centro de compras, na Rua Carmelita Muniz de Araújo, serão realizados 40 procedimentos em cada período do dia (manhã e tarde). O público-alvo do serviço são mulheres com idades entre 50 e 69 anos, devidamente cadastradas no SUS, mediante apresentação Cartão Nacional de Saúde (CNS) e documento oficial com foto.

Caminhão Amigo do Peito estaciona no Shopping Patteo Olinda Read More »

Iniciativas que transformam vidas

Os projetos Peniel Ações Sociais e Autismo Compartilhar Solidariedade se uniram em torno de um sonho em comum: ajudar quem mais precisa. É com esse objetivo que neste domingo (20), as entidades inauguram um centro de acolhimento, no bairro de Dois Unidos. A ocasião é comemorada com uma festa pelo mês das crianças, a partir das 13h. “Teremos brincadeiras como pula-pula, piscina de bola, corrida de ovo, quebra panela, além de palhaços e super-heróis para divertir os pequenos. Também ofereceremos gratuitamente pipoca, cachorro quente e picolé para aquelas famílias que não tiveram condições de comemorar o Dia das Crianças”, adianta Peniel Souza, fundador do projeto Peniel. Para viabilizar as ações de ambas as iniciativas, o centro passou por uma grande reforma realizada com doações e, atualmente, conta com nove cômodos. “A ideia é termos um espaço onde possamos arrecadar, organizar, reformar e distribuir as doações que recebemos de amigos, empresas e voluntários”, diz Peniel. Já o Autismo Compartilhar Solidariedade utilizará alguns cômodos do centro para atender famílias com membros autistas ou pessoas com autismo, que não têm acesso a orientação e tratamento. “A ideia é acolher quem recebeu o diagnóstico e não sabe o que fazer”, explica Carlos Nascimento, fundador do projeto. Além de orientar esses grupos familiares, com palestras, atividades e informação, a iniciativa prestará atendimento gratuito especializado aos sábados, das 14h às 18h. “Temos voluntários em fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, arteterapia, terapia naturalista, massoterapia, orientação jurídica e outras áreas, que vão atender pacientes dentro do espectro autista”, explica Telma dos Anjos, vice-coordenadora da entidade. Outra frente de atuação é o incentivo a pessoas com autismo e seus familiares. “Nosso trabalho é conscientizar as famílias de que aceitação é o melhor remédio. Amor e paciência são o segredo para cuidar de um filho autista, tenha ele o grau que tiver”, recomenda Carlos. Para ele, o orgulho autista é muito importante. “Não podemos nos envergonhar do que somos, como agimos ou nos comportamos. Independente do autismo, somos seres humanos e temos a capacidade de fazer tudo o que quisermos e, principalmente, de sermos felizes”, avalia. O centro de acolhimento também oferecerá aulas de música, artesanato, artes marciais, inglês, espanhol e culinária. Também prestará alguns serviços gratuitos como corte de cabelo, design de sobrancelhas, casamento coletivo e emissão de documentos. Serviço: Inauguração centro de acolhimento Peniel Ações Sociais e Autismo Compartilhar Solidariedade Quando: Domingo, 20 de outubro de 2019 Horário: Das 13h às 18h Endereço: Rua Leoncio Rodrigues, 75. Dois Irmãos.

Iniciativas que transformam vidas Read More »

Mitos e Verdades da Depilação

Luana Batista, Coordenadora Técnica da Depil Bella, elaborou algumas questões para esclarecer Mitos e Verdades da Depilação. 1) A depilação pode manchar ou escurecer a pele? VERDADE. Se não utilizar as técnicas e produtos corretos para o procedimento. 2) Usar protetor solar nas áreas depiladas pode prevenir manchas? VERDADE. Quando falamos de exposição solar, especificamente, caso contrário é a mesma situação da questão 1. 3) Usar lâminas pode engrossar o pelo? MITO. As lâminas apenas cortam os pelos, a espessura dos pelos variam de pessoa para pessoa conforme sua genética ou até mesmo alterações hormonais. 4) Depilação pode encravar os pelos? VERDADE. Como os pelos são extraídos da raiz, muitas vezes, eles não conseguem ultrapassar a barreira epidérmica. A indicação é realizar uma manutenção na pele com hidratação e esfolicação (esta, 3 a 5 dias após a depilação, dependendo da sensibilidade da pele), simples e feita em casa, com produtos formulados para esses fins. 5) Depilar as áreas mais sensíveis do corpo, como sobrancelhas e buço, pode deixá-las flácidas? MITO. O que deixa a pele flácida são outros fatores, a perda de colágeno causa isso, por exemplo, no processo natural de envelhecimento. Porém, a sobrancelha devemos evitar o procedimento nas pálpebras, pois a região do orbicular dos olhos é muito sensível e qualquer movimento mais abrupto pode comprometer a saúde dos olhos. 6) A depilação pode causar varizes? MITO. Normalmente, complicações na circulação causam varizes. 7) Depois da depilação, o ideal é não usar desodorante? VERDADE. É desaconselhável uso de qualquer produto que contenha álcool. 8) Passar a lâmina nas pernas, logo após a aplicação com cera, evita que os pelos encravem? MITO. Além de não ser indicado. O que evita encravar pelos é a manutenção da pele conforme resposta da questão 4 9) Cera fria deixa os pelos encravados? MITO. Os processos depilatórios são os mesmos, o que muda é apenas a temperatura, mas o mecanismo é o mesmo. 10) Passar hidratante que contenha álcool, depois da depilação, irrita a pele? VERDADE. O álcool é uma substância irritante e deve ser evitado no pós depilação. 11) Cera quente é o melhor método para depilar o buço? VERDADE. Principalmente as de baixa fusão, pois aderem mais ao pelo do que a pele, sendo excelentes para essa área mais delicada. 12) Quem usa algum tipo de ácido, como retinóico ou glicólico, no rosto, deve tomar cuidado na hora de depilar o buço? VERDADE. É contraindicado a depilação nesse caso. Porém, o profissional que conhece a pele de seu cliente pode orientar e proceder para realizar a depilação, assim, se deve interromper o procedimento alguns dias. 13) A cera quente aplicada com muita frequência pode causar flacidez? MITO. Vide questão 5. 14) A reutilização da cera traz problema de pele? VERDADE. Inúmeras, inclusive infecções por bactérias, vírus e fungos. 15) A depilação com cera quente faz os pelos crescerem mais depressa do que a depilação com cera fria? MITO. O mecanismo é o mesmo. 16) Retirar totalmente os pelos da virilha pode trazer riscos à saúde? VERDADE. Há possibilidade e isso pode depender do quão grande é a área depilada. Os pelos são considerados proteção dessa área. Sendo assim, a chamada “virilha cavada”, por vezes, pode interferir nessa proteção contra microorganismos na entrada da vagina. 17) Depilar antes ou durante o período menstrual causa mais dor? VERDADE. Devido as alterações hormonais algumas mulheres ficam sim mais sensíveis, antes e durante o período menstrual. 18) Depois da depilação na virilha, o ideal é usar calcinha de algodão ou/e dormir sem calcinha? VERDADE. É aconselhável sim. INFORMAÇÕES IMPORTANTES: Depilação com cera ficou estigmatizada pela dor descrita por alguns como torturante. Isso ainda existe? Tem diferença entre a sensação no uso da cera fria ou quente? Principalmente nos dias atuais, com algumas ceras tecnológicas que aderem ao pelo e não a pele da pessoa, a depilação com cera quente causa menor incômodo. Vale mencionar que a na retirada total do pelo, até a porção interna, é previsível alguma dor, mas nada comparável com décadas anteriores, quando todas as ceras aderiam a pele também. Normalmente a cera quente dói menos, pois a temperatura favorece mais conforto a pele e um pouco de dilatação dos óstios foliculares (poros). Falar da diferença entre foliculite e pelo encravado na pós depilação e como evitar? Foliculite X Pseudofoliculite A foliculite é causada, na maioria das vezes, por contaminação bacteriana, inclusive as que existem na flora natural da nossa pele mesmo. A melhor forma de evitar essa situação é realizando a assepsia (limpeza) pré depilatória e todos os cuidados em depilação, como não reaproveitar ceras e aplicar produtos específicos pós depilatórios ao término do procedimento. A Pseudofoliculite é o pelo encravado, isso ocorre pois o pelo quando chega a superfície não consegue ultrapassar a barreira epidermica e retorna, podendo assim causar inflamações na pele. A melhor forma de evitar essa ocorrência é realizar esfoliação e hidratação na pele como forma de manutenção.  

Mitos e Verdades da Depilação Read More »

Exame sorológico para diagnóstico mais preciso do zika chega ao mercado

Maria Fernanda Ziegler  |  Agência FAPESP – Foi aprovado para comercialização um novo exame sorológico que detecta a presença de anticorpos contra o vírus zika em amostras de sangue. O teste avança em relação aos que estão disponíveis no mercado pela sua capacidade de identificar se o indivíduo foi infectado mesmo após o término da fase aguda da doença. Além disso, apresenta alta precisão mesmo em pessoas que já tiveram dengue ou febre amarela. O método, testado em mais de 3 mil mulheres de diferentes estados do Brasil, foi desenvolvido pela empresa AdvaGen Biotech, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e do Instituto Butantan. O projeto contou com apoio da FAPESP e da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) por meio do Programa PAPPE/PIPE Subvenção. A empresa detentora da patente tem sede em Itu (SP) e capacidade para produzir 40 mil testes por dia. Com a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso comercial, a empresa está fazendo a validação do kit de testes junto aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen), em Brasília, para a participação junto ao Projeto Cegonha – estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) para o acompanhamento das gestantes em todo o país. Além disso, o kit também está sendo apresentado para quatro laboratórios privados do Brasil e está em fase de validação na Argentina e na Colômbia. O objetivo da empresa é que o teste de baixo custo entre no rol de exames de pré-natal do Ministério da Saúde e das Secretarias de Saúde. Além de determinar quais pessoas já foram expostas ao vírus, o intuito do produto é identificar casos de mulheres que foram infectadas pelo patógeno durante a gravidez e cujos bebês nasceram sem microcefalia. Essas crianças podem vir a ter complicações de desenvolvimento como déficit cognitivo e dificuldades motoras. “Nosso foco foi atender gestantes, principalmente. O teste consegue identificar quem já está imunizado [já foi infectado pelo zika alguma vez na vida], até mesmo no caso de pessoas que também tiveram dengue ou febre amarela. Com o novo teste, as grávidas que nunca foram infectadas passam a ter mais cuidados, como usar repelente e evitar áreas de risco. Já os casos de detecção do vírus durante a gravidez devem passar a ser acompanhados por mais tempo, mesmo que o bebê nasça sem microcefalia”, disse Edison Luiz Durigon, pesquisador do ICB-USP e um dos responsáveis pelo desenvolvimento do novo teste. Para Durigon, o novo teste pode ser estratégico para a formulação de políticas públicas. Isso porque bebês expostos ao vírus durante a gestação podem nascer com pequenas lesões no cérebro inicialmente não detectáveis, mas que no futuro podem desencadear déficit cognitivo e outros tipos de problemas. "A microcefalia é só a ponta do iceberg. A doença é assintomática muitas vezes e até hoje não sabemos a dimensão da epidemia por carência de dados. Acreditamos que cerca de 90% das gestantes que tiveram zika não relataram a doença por não terem notado a infecção. Portanto, muitas das crianças que nasceram sem microcefalia podem vir a apresentar disfunções que só serão percebidas a partir da idade escolar”, disse. Segundo Durigon, com o novo teste é possível identificar esses casos específicos, que necessitam de exames mais sofisticados, como tomografia e ressonância, para detectar essas lesões no cérebro. “Hoje temos por volta de 3,8 mil crianças institucionalizadas por causa do vírus zika. Já é um número alto e se refere apenas às crianças com microcefalia. Quantas ao todo foram afetadas não sabemos ainda, pois há uma sombra nessa epidemia que não nos permite ver. O perigo é que novos desdobramentos venham a ser percebidos nos próximos anos, como o aumento de casos de dificuldade de aprendizado nas escolas. Isso pode ser uma consequência, claro que não tão grave quanto a microcefalia, mas também muito séria", disse. Baixo custo e alta especificidade A grande vantagem do teste em relação aos já disponíveis no mercado é a capacidade de medir anticorpos muito específicos e, assim, identificar a ocorrência de infecção por zika no soro sanguíneo mesmo em amostras de pessoas que já tiveram contato com patógenos aparentados, como o vírus da dengue. “O primeiro surto da doença no Brasil ocorreu em dezembro de 2015 e já em julho de 2016 foram colocados no mercado uns três testes sorológicos. Porém, eles são pouco específicos e podem dar um resultado falso positivo caso o indivíduo já tenha tido dengue ou outra doença cujo patógeno pertence à mesma família dos flavivírus. E isso era muito comum em várias regiões do Brasil em que a dengue é endêmica”, disse Danielle Bruna Leal de Oliveira, pesquisadora do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do ICB-USP e coordenadora do projeto. Com isso, a equipe de pesquisadores desenvolveu o teste sorológico para detecção da proteína viral à qual os anticorpos do tipo IgG (imunoglobulina G) aderem durante a infecção. Dessa forma é possível identificar se a pessoa está imunizada, pois as proteínas permanecem no organismo anos após a infecção. A dificuldade da técnica, no entanto, estava no fato de a proteína viral NS1 ser muito parecida em todos os membros da família dos flavivírus, que inclui dengue, zika e febre amarela, entre outros. Para contornar o problema, os pesquisadores da USP usaram uma versão editada da proteína, apenas com o trecho da molécula que é específico para o zika. “Era muito importante que não houvesse reação cruzada em quem já tivesse sido infectado com pelo menos um dos quatro tipos de dengue. Por isso, fizemos mais de 3 mil testes até validar o produto. Buscamos populações de áreas endêmicas de dengue, como São Paulo, Bahia, Goiás e outros estados”, disse Durigon. O teste é baseado na metodologia conhecida como ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática, na sigla em inglês), justamente para ser de baixo custo e de amplo alcance para a população. A plataforma é composta por uma placa com 96 pequenos poços nos quais fica aderida uma proteína viral capaz de ser

Exame sorológico para diagnóstico mais preciso do zika chega ao mercado Read More »

Outubro Rosa: Momento de Beleza para pacientes do HCP

Pelo terceiro ano consecutivo, a Yes! Cosmetics, em parceria com o Hospital de Câncer de Pernambuco, participa da campanha Outubro Rosa, com o intuito de ampliar o debate sobre a prevenção do câncer de mama. Pensando nas mulheres que estão em tratamento, a marca realiza uma manhã de beleza na próxima sexta-feira (18/10), a partir das 8h, no HCP. “Ficamos muito felizes em renovar nossa parceria com o Hospital de Câncer de Pernambuco em mais um Outubro Rosa. Mais do que maquiagem e beleza, nós queremos aumentar a autoestima dessas mulheres e promover momentos de alegria juntas. Nessa ação, a troca é o mais importante, damos e recebemos muito amor”, explica Ketty de Jesus, sócia-fundadora e diretora de P&D da Yes! Cosmetics. “Esses anos de parcerias mostram que a Yes! Cosmetics reconhece o trabalho desenvolvido pelo HCP ao longo das suas sete décadas de história. Ações como essa, que envolvem a beleza, ajudam na promoção da autoestima de nossas pacientes e, consequentemente, colaboram com a nossa missão institucional de promover um tratamento humanizado e de qualidade”, explica Norma Bravo, coordenadora de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco. Este ano, a Yes! Cosmetics está multiplicando as ações, que acontecem durante o mês de outubro nas cidades de Manaus (AM), Unaí (MG), Arcoverde e Camaragibe (PE), Porto Velho (RO), Umuarama (PR) e Itajaí (SC). Além das ações de valorização da beleza e autoestima das mulheres, a Yes! Cosmetics fará a doação de parte do faturamento do mês de outubro de toda a rede para o Hospital de Câncer de Pernambuco. Outubro Rosa é uma campanha mundial de conscientização que tem como objetivo alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero. Sobre o Hospital de Câncer de Pernambuco O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos, por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Atualmente, o HCP acolhe e cuida de cerca de 50% dos pacientes com câncer do estado, oferecendo diagnóstico e tratamento integral e humanizado. É responsável por realizar 48% das cirurgias de mama, 75% das cirurgias de cabeça e pescoço e, aproximadamente, 31% dos leitos oncológicos de Pernambuco. A instituição ainda possui serviços próprios de quimioterapia (4.140 ao mês) e radioterapia (11.469 ao mês), além de oferecer a única urgência exclusivamente oncológica (1.254 atendimentos ao mês).

Outubro Rosa: Momento de Beleza para pacientes do HCP Read More »

Recife apresenta experiência no controle do Aedes aegypti, em feira no Ceará

A Secretaria de Saúde (Sesau) da Prefeitura do Recife apresentará, nesta sexta-feira (18), a experiência no controle do mosquito Aedes aegypti na capital pernambucana, dentro da 3ª Feira de Soluções para a Saúde, em Fortaleza, promovida pela Fiocruz. O convite foi feito pelo Ministério da Saúde, que estuda a possibilidade de implantar algumas dessas ações nos programas de controle do mosquito. O trabalho será apresentado pelo secretário de Saúde, Jailson Correia, e pela diretora-executiva de Vigilância à Saúde, Joanna Freire, no Centro de Convenções do Ceará, onde haverá o seminário “Controle das arboviroses: inovações aplicadas”. A Sesau dividirá a mesa com outros projetos que serão apresentados, como os da Fiocruz e da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte. Além das ações de rotina dos Agentes de Saúde Ambiental e Controle de Endemias (Asaces) em todos os bairros da cidade, para controle do vetor da dengue, chikungunya e zika, o Recife também incorporou outras alternativas aos seus Planos anuais de Enfretamento às Arboviroses, como a ampliação do uso das ovitrampas para monitoramento dos ovos dos mosquitos e a instalação de Estações Disseminadoras, que são uma espécie de armadilha na qual os mosquitos pousam e espalham o inseticida nos criadouros. Outra inovação é a utilização da tecnologia do mosquito estéril para reduzir a reprodução do inseto, além da implantação das Brigadas Contra o Mosquito em instituições públicas e privadas, para engajar a sociedade civil na luta para reduzir os focos de Aedes. Também foi criado um incentivo financeiro para aumentar a produtividade dos Asaces. A Prefeitura do Recife também utiliza o aplicativo Saúde Ambiental Digital para mapear os focos dos insetos transmissores de doenças. No último mês, a ferramenta foi uma das premiadas no 47º Seminário Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação para Gestão Pública, em Brasília. Desenvolvida pela Empresa Municipal de Informática (Emprel), a ferramenta dá mais agilidade e qualidade na identificação da presença de focos do mosquito, na coleta de dados, transmissão e consolidação das informações. Em 2016, na época da tríplice epidemia, durante visita à capital pernambucana, representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceram o Recife como referência mundial nas ações de enfrentamento às arboviroses. FEIRAS - As Feiras de Soluções para a Saúde surgiram em 2017, a partir do projeto Plataforma de Vigilância de Longo Prazo para Zika vírus e microcefalia no âmbito do SUS, sob a responsabilidade da Fiocruz Brasília e do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde (Cidacs/Fiocruz). A primeira edição da Feira de Soluções para a Saúde, promovida pela Fiocruz, foi realizada em Salvador, em 2017, com tema específico relacionado ao combate à zika e às síndromes congênitas. Em abril deste ano, a segunda edição da Feira foi realizada em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, com o tema Saúde Única para Territórios Saudáveis e Sustentáveis. As soluções cadastradas em ambos eventos estão disponíveis na internet, já que uma das propostas da Feira é justamente montar um banco de soluções para a saúde, organizado por área de atuação.

Recife apresenta experiência no controle do Aedes aegypti, em feira no Ceará Read More »

Anti-inflamatório em formulação injetável atua por até 10 dias em articulações

Maria Fernanda Ziegler  |  Agência FAPESP – Graças a uma nova formulação injetável, pesquisadores brasileiros conseguiram aumentar a eficácia e o tempo de ação de um medicamento comumente usado no tratamento de inflamações articulares. A inovação envolve nanopartículas lipídicas contendo uma alta concentração do princípio ativo, que é liberado paulatinamente dentro da articulação afetada mantendo o efeito desejado por até 10 dias, sem necessidade de reaplicações. Em artigo publicado na revista Scientific Reports, cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descreveram testes da metodologia feitos com o anti-inflamatório naproxeno em ratos com inflamação na articulação temporomandibular (ATM) – responsável por ações como abrir a boca e mastigar alimentos. O estudo foi apoiado pela FAPESP por meio de um Projeto Temático. Os resultados do experimento com animais mostraram que a entrega do medicamento de modo sustentado na ATM diminuiu significativamente por uma semana a migração ao local de células de defesa (leucócitos) e os níveis de sinalizadores da resposta imune, como as citocinas pró-inflamatórias interleucina 1 beta (IL-1β) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). Esses são sinais de que a inflamação foi amenizada. “A maior eficiência do fármaco na articulação inflamada se deve, sobretudo, a duas estratégias: ao fato de as nanocápsulas lipídicas liberarem aos poucos o naproxeno na região afetada e à administração injetável [não oral] do fármaco. Conseguimos inserir 99,8% do naproxeno dentro das nanocápsulas lipídicas”, disse Eneida de Paula, professora do Instituto de Biologia da Unicamp e autora do artigo. Segundo a pesquisadora, esses dois fatores fizeram com que a ação do anti-inflamatório durasse mais, sem efeitos colaterais indesejáveis, como irritações e ulcerações no estômago, por exemplo. “E isso foi observado em uma articulação onde nem sempre o medicamento consegue atuar com eficácia”, disse. Embora o estudo tenha sido realizado em modelos de inflamação aguda na ATM – problema que afeta 10% da população mundial –, a inovação tem potencial aplicação no tratamento de inflamações em outras articulações. No local certo O processo inflamatório associado a disfunções na ATM resulta na liberação de uma série de citocinas pró-inflamatórias e de outros sinalizadores imunes, que contribuem para a degradação da cartilagem, o remodelamento da articulação e dor na região afetada. Embora o uso de anti-inflamatórios não esteroides, como o naproxeno, seja comumente prescrito para o tratamento desses distúrbios, seu efeito costuma ser de curta duração (até dois dias de alívio), criando a necessidade de readministração. “Com a nova formulação injetável, o efeito anti-inflamatório dura mais e não há efeitos colaterais. Esse tipo de medicamento pode agredir o estômago e provocar ulcerações. Outro problema é o chamado metabolismo de primeira passagem, que ocorre quando o medicamento administrado por via oral é metabolizado primeiro pelo fígado, reduzindo a ação terapêutica no local afetado”, disse de Paula. Nesse sentido, a injeção intra-articular é mais eficiente para a administração de medicamentos para tratar a ATM e outras articulações. No entanto, existem também desvantagens, como necessidade de repetir as doses, o que diminui a adesão do paciente ao tratamento. “Injeção dentro de uma articulação é algo muito dolorido para ser repetido, por isso fizemos uma formulação capaz de encapsular o medicamento e liberá-lo aos poucos. Esse sistema de administração do medicamento e seu consequente efeito prolongado acabaram com a necessidade de reinjeções”, disse. A escolha certa Para desenvolver a nova formulação, os pesquisadores usaram estratégias de planejamento fatorial. Com o auxílio de softwares e modelos matemáticos, foi possível selecionar de modo racional a formulação que proporcionasse o sistema de entrega ideal e estável (em termos de suas propriedades físico-químicas e estruturais). “Nosso segredo foi escolher uma boa combinação de ingredientes para compor nanopartículas lipídicas apropriadas para o medicamento, considerando sua biocompatibilidade e capacidade de se misturar com o naproxeno. Já sabíamos que deveríamos trabalhar com nanopartículas lipídicas, pois o naproxeno é hidrofóbico [não absorve água]. Mas, em vez de testarmos todas as combinações possíveis, usamos uma estratégia conhecida como planejamento fatorial. Verificamos primeiro quais eram as melhores variáveis e selecionamos as composições ideais”, disse de Paula. A partir do estudo, feito em colaboração com pesquisadores do Instituto de Química da Unicamp, foi possível criar uma matriz de dados. “Os primeiros testes foram empíricos, para decidir se era possível formular o que queríamos: uma nanopartícula que liberasse o medicamento aos poucos dentro da articulação. Em seguida, o planejamento fatorial permitiu testar um grande número de combinações de ingredientes, racionalizando a busca pela formulação ideal”, disse. Além de conseguir encapsular praticamente todo o naproxeno e de entregar o medicamento de forma controlada, a nova formulação permanece estável por um ano quando armazenada a 25°C. A estratégia de planejamento fatorial tem sido empregada para o desenvolvimento de novos fármacos e é recomendada pela Food and Drug Administration (FDA, agência norte-americana que regula alimentos e medicamentos). “O desenvolvimento farmacêutico fica muito mais rápido e eficiente, pois é possível analisar diferentes variáveis de uma só vez. Agora buscamos fazer parceria com alguma empresa para a realização dos testes clínicos e, assim, tentar levar para o mercado”, disse. O artigo Improved efficacy of naproxen-loaded NLC for temporomandibular joint administration (doi: 10.1038/s41598), de Viviane A. Guilherme, Lígia N. M. Ribeiro, Ana C. S. Alcântara, Simone R. Castro, Gustavo H. Rodrigues da Silva, Camila Gonçalves da Silva, Márcia C. Breitkreitz, Juliana Clemente-Napimoga, Cristina G. Macedo, Henrique B. Abdalla, Ricardo Bonfante, Cintia M. S. Cereda e Eneida de Paula, pode ser lido em www.nature.com/articles/s41598-019-47486-w.

Anti-inflamatório em formulação injetável atua por até 10 dias em articulações Read More »

Delícias para quem tem restrição alimentar

Quando a quarta filha de Teresa Miranda, Maria Júlia, nasceu com autismo, há 12 anos, a então professora de creche municipal procurou alternativas para aumentar a qualidade de vida da pequena. Entre suas procuras, Teresa se deparou com o livro Autismo – Esperança pela Nutrição, de Cláudia Marcelino. Exatamente nesse momento sua vida mudou. Ela passou a conhecer a chamada culinária inclusiva, que visa a integrar à sociedade pessoas com necessidades alimentares especiais. “É a culinária que coloca na mesma mesa, a maioria das restrições alimentares. Vai desde o diabético até a pessoa que é fit”, elucida a chef. Teresa resolveu apostar nesse caminho alternativo como novo estilo de vida. “Não tem comprovação científica, mas a culinária inclusiva é uma dieta que ajuda muito no desenvolvimento e como coadjuvante nas terapias do autista”, assegura. “A esperança do livro, não é a cura, mas a esperança de melhora”, explica. Segundo Teresa, a criança com autismo tem um nível maior de sensibilidade e o intestino mais facilmente irritável. A dieta inclusiva atenua essas irritações e torna o cotidiano do autista mais agradável. Depois de se aposentar do trabalho de professora, Teresa percebeu que suas receitas inclusivas começaram a fazer sucesso e não só entre aqueles que tinham restrições alimentares. No começo, Teresa preparava seus quitutes para as Super Mães, grupo de mães de autistas. “Comecei a receber ligações de pessoas dizendo: ‘Olha, meu filho é celíaco, faz um brownie. Minha filha é alérgica a ovo, faz sem ovo por favor”, relembra. Os pedidos foram um estímulo para estudar e se especializar na área. Dessa experiência surgiu a Dom Sabores, um petit café abrigado no espaço Casa das Asas, com o cardápio voltado à culinária inclusiva. “Na cozinha da Dom Sabores foram retirados os principais produtos alergênicos (que podem produzir algum tipo de reação alérgica), como: glúten, leite e derivados, ovo, açúcar, farinhas que tenham multi ou poli refinamento e produtos transgênicos, como a soja e o milho", explica. Apesar da ausência desses ingredientes, os quitutes são de dar água na boa. “Quando diziam que certo prato era sem glúten, sem leite, sem ovo, sem açúcar, o que é que vinha depois? O sem sabor!”, brinca a fundadora da Dom Sabores. “Além da inclusão, eu prezo acima de tudo pelo sabor, isso é um diferencial”, garante. O carro-chefe da casa são os brigadeiros, famosos pela mesma consistência e sabor dos tradicionais. Segundo Teresa, o "algo mais" do brigadeiro está na receita, que se atém à original substituindo os ingredientes por aqueles mais próximos dentro da proposta inclusiva. “O brigadeiro convencional é feito com leite condensado, manteiga e chocolate. Como eu não posso usar produtos lácteos, fiz um curso e aprendi a fazer um leite condensado com leite de amêndoas, de castanhas e de arroz integral. Faço a condensação, a manteiga substituí por um pouco de óleo de girassol e o chocolate transformei em cacau”, explica. A casa fornece uma grande variedade de opções de lanches, como: biscoitos de polvilho, pizzas, beijinhos, tortas, brioches, coxinhas (vegana e de frango), pães de queijo, bolos de bacia, tortinhas (vegana e de frango), brownie, todos feitos com ingredientes da culinária inclusiva. Apesar de manter um cardápio fixo, o café adapta a sua produção à demanda dos clientes. “Existem aqueles que pedem coisas específicas, próprias para as suas necessidades, e fazemos a adaptação. Então nosso menu é inclusivo ao mesmo tempo que é adaptativo”, esclarece Amanda Miranda, filha mais velha de Teresa e assistente de cozinha da mãe, nas horas vagas. Hoje, Teresa faz parte do Coletivo de Cozinhas Inclusivas do Brasil e também fornece para escolas que têm crianças alérgicas ou veganas que fazem lanche coletivo. A Dom Sabores atende encomenda para festas infantis, aniversários, formaturas e qualquer outra celebração, além de fazer entrega delivery. O público de Dom Sabores é formado, majoritariamente, por mães que ainda amamentam, ou cujos filhos têm APLV (alergia a proteína do leite de vaca) e pessoas com estilo fit. A localização dentro da Casa das Asas foi um casamento perfeito, já que é um espaço voltado para as crianças brincarem. “A ideia era ter um café para que as pessoas que não conhecem a culinária inclusiva pudessem conhecê-la”, pontua a proprietária do local. “Mas não só isso, as pessoas podem trazer o filho pra brincar e não precisar trazer o lanche. Ou ainda tomar um café e um petisco, enquanto a criança brinca. Como aqui tem wifi, os pais podem trabalhar enquanto comem e os filhos se divertem”. O diferencial do café está em não se especializar no menu de almoço. “Feijão, arroz integral, espaguete de abobrinha ou sem glúten, as famílias já cozinham em casa no dia a dia. Mas e o lanche?”, questiona a cozinheira. “Não tem nada mais triste do que você ir pra uma festa e ver o seu filho voltando pra mesa pra comer a marmita dele sozinho. Eu procurei trazer sabor para quem tem essa alimentação restritiva”, destaca. “Minha comida não é fit, minha comida é inclusiva. Ela tem menos caloria? Ótimo! Ela ajuda na dieta? Ótimo. Mas o meu propósito é ver as crianças com restrições alimentares lanchando igual a todas as outras”. Serviço Casa das Asas, Rua Dom Sebastião Leme, 81. Bairro das Graças. Encomendas por Whatsapp: (81) 99458.7499. *Por Yuri Euzébio

Delícias para quem tem restrição alimentar Read More »

PCR abre seleção simplificada para contratar enfermeiros obstetras

A Prefeitura do Recife abriu seleção simplificada para contratar sete enfermeiros obstetras para a Maternidade Professor Barros Lima, em Casa Amarela. O edital que autoriza o processo seletivo foi publicado no Diário Oficial do Município do último sábado (5). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 14. O edital está disponível no site da Prefeitura (www.recife.pe.gov.br). A seleção da Secretaria de Saúde (Sesau) do Recife será realizada em etapa única, através de avaliação curricular. São sete vagas para enfermeiros obstetras, sendo seis para o regime de plantão e uma para diarista. Uma vaga é reservada para pessoa com deficiência. Os plantonistas terão carga horária de 30 horas semanais e salário de R$ 3.012,13, mais adicional de plantão de R$ 1.020. Já o diarista terá carga horária de 40 horas semanais e remuneração é de R$ 5.345,33, mais gratificações. O contrato será de um ano, podendo ser renovado por mais um, assim como também pode ser rescindido, a qualquer momento, de acordo com as necessidades da Sesau ou preenchimento das vagas por candidatos aprovados em concurso público. As inscrições para participar da seleção podem ser feitas via postal ou presencial, em dias úteis, das 8h às 12h ou das 14h às 17h, na Diretoria Executiva de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, situada na Rua Alfredo de Medeiros, n° 71, Espinheiro. Os interessados devem preencher o formulário de inscrição e o caderno de apresentação de documentos disponíveis no site da Prefeitura e apresentá-los, junto com a cópia da documentação. O resultado preliminar da avaliação curricular será divulgado no dia 14 de novembro, no Diário Oficial do Município.

PCR abre seleção simplificada para contratar enfermeiros obstetras Read More »

Prefeitura do Recife inicia campanha de vacinação contra o sarampo nesta segunda (7)

A partir desta segunda-feira (7), a Prefeitura do Recife dará início à Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo no município. A ação acontecerá em duas etapas. Na primeira fase, o público-alvo são crianças de 6 meses a 4 anos, enquanto na segunda, o foco serão as pessoas de 20 a 29 anos. Em ambos os casos, só precisa tomar a vacina durante a campanha quem ainda não iniciou ou não completou o esquema vacinal (duas doses). Para isso, a Secretaria de Saúde (Sesau) do Recife disponibilizará a vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola, em 170 postos da rede municipal e manterá o cronograma de horário estendido para vacinação contra sarampo em nove unidades de saúde. Desde o início de setembro, de segunda a sexta-feira, a cada dia, pelo menos duas unidades de saúde mantêm as salas de vacinação abertas das 8h às 21h, fechando uma hora para almoço. As listas dos postos de saúde com sala de vacinação e das unidades quevacinam em horário estendido estão disponíveis no site da Prefeitura do Recife (www.recife.pe.gov.br). Para agilizar o atendimento, a Sesau pede que as pessoas levem a carteira de vacinação e o cartão do SUS, se tiverem. Na primeira fase da campanha, de 7 a 25 de outubro, com Dia D de mobilização em 19 de outubro, receberão a tríplice viral exclusivamente as crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) que nunca tenham sido imunizadas ou não tenham comprovação de ter recebido as duas doses determinadas para essa faixa etária. A vacina dada aos bebês antes de completarem um ano de vida é considerada pelo Ministério da Saúde uma dose extra (dose zero), que não interfere no calendário de vacinação de rotina, em que a primeira dose é feita aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Já a segunda fase da Campanha será realizada de 18 a 30 de novembro, com foco na aplicação da tríplice viral nos jovens de 20 a 29 anos, que não foram vacinados ou não tenham comprovação do esquema completo (duas doses de vacina na infância ou em outro momento da vida). Para este público, o Dia D acontecerá no sábado 30 de novembro. Nos períodos de realização da campanha, as doses da tríplice viral serão direcionadas exclusivamente ao público-alvo definido pelo Ministério da Saúde. A ação é um esforço para interromper a circulação do vírus do sarampo e proteger os grupos mais acometidos pela doença. Os critérios de vacinação foram definidos conforme situação epidemiológica e taxas de coberturas vacinais. “As crianças terão prioridade por apresentarem maior risco de complicações, como cegueira, diarreia grave, infecções no ouvido, encefalite e óbito. E os jovens adultos também estão incluídos na campanha por estarem inseridos em uma faixa etária que apresenta números expressivos de casos da doença, pois muitos só tomaram a primeira dose da vacina, o que não garante a completa imunização para quem tem até 29 anos”, explica o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia. De acordo com o Programa de Imunização do Recife (PNI), desde julho, já foram aplicadas mais de 65 mil doses da vacina tríplice viral na capital pernambucana, sendo 40 mil só em setembro. Comparando com o trimestre anterior, quando houve aproximadamente 14 mil aplicações, a procura pela imunização contra o sarampo está quase cinco vezes maior. Como em 2018 o Recife ultrapassou a meta de cobertura vacinal de sarampo (95% para as duas doses nas crianças que tinham 12 e 15 meses), acredita-se que boa parte das crianças que hoje estão na faixa dos 2 anos já estejam imunizadas. E a coordenadora do PNI Recife, Elizabeth Azoubel, lembra que a vacinação contra o sarampo não precisa de reforço anual. “Quem está com o esquema de vacinação completo ou teve a doença não precisa se preocupar. Nos últimos meses, vacinamos muitos adultos porque a maioria perde a carteira de vacinação e não sabe se tomou a tríplice viral. É importante guardar o cartão como se fosse um documento, pois ele é essencial para a vida inteira”, reforça. DADOS – Nas crianças de 1 ano do Recife, a cobertura vacinal da primeira dose está em 90%, e a segunda está em 70%, este ano. O ideal é que as duas doses atinjam os 95%. Na capital pernambucana, foram confirmados, até o momento, três casos de sarampo e outros 67 ainda estão em investigação. Além disso, não há evidência de surto em atividade com transmissão sustentada do vírus do sarampo dentro da cidade, e os casos confirmados até o momento têm relação com pessoas que contraíram a doença em viagem para outros estados. Todas as medidas de controle, como a vacinação de quem teve contato com os casos confirmados ou suspeitos (bloqueio), estão sendo tomadas pela Sesau Recife desde quando os primeiros casos foram notificados, assim como a vigilância de novos casos. QUEM ESTÁ IMUNIZADO - São consideradas vacinadas pessoas de 1 a 29 anos com duas doses da vacina; pessoas de 30 a 49 anos com uma dose e profissionais de saúde com duas doses da tríplice viral. Quem está com as doses em dia, já teve sarampo ou tem mais de 50 anos não precisa se preocupar. Já quem nunca teve sarampo, não está com o esquema da vacinação completo ou perdeu o cartão e não se lembra se tomou as vacinas deve procurar os postos de saúde. Quem tiver fora dos públicos prioritários da campanha terá que procurar as unidades de saúde posteriormente, já que a vacina contra o sarampo está disponível, para quem precisa, durante todo o ano. Confira aqui os endereços dos postos com sala de vacinação Confira aqui as unidades de saúde que vacinam em horário estendido

Prefeitura do Recife inicia campanha de vacinação contra o sarampo nesta segunda (7) Read More »