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Arquivos Bem Estar - Página 2 De 25 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

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Glúteos para além da estética: a importância de treinar os músculos da região glútea. Confira.

Mal acabava o ano de 2023 e o mundo fitness recebia a notícia: bumbum grande será tendência para homens em 2024. Independente da tendência se confirmar ou não, o fato é que o treino de glúteos ainda é coberto de tabus para parte da população masculina. Em paralelo, esse mesmo grupo muscular continua sendo muito procurado pelas mulheres nas academias e centros de treinamento. Dentro de todo esse contexto, vale a pergunta: a importância dos glúteos se resume às questões estéticas? O Personal Trainer, Elton Alves, desvenda a importância de treinar a região glútea para a sustentação das funcionalidades do corpo, tanto para homens quanto para mulheres de diferentes idades. Nada de preconceito. Por Jademilson Silva Antes de responder à pergunta acima, é importante falar um pouco sobre cada glúteo (sim, não temos só um. Temos três). “O glúteo máximo é o mais conhecido, que fica na camada mais externa e é responsável pelo volume que vemos na região. O glúteo máximo é um poderoso extensor de quadril, e ainda tem função de abdutor de quadril (fibras superiores) e adutor de quadril (fibras inferiores). O glúteo médio está na camada intermediária e tem como principal função a abdução do quadril. Função também que o glúteo mínimo, que está na camada mais profunda, exerce como principal”, informa Elton. Neste sentido, retomamos a pergunta: os glúteos são importantes apenas para a estética? A resposta é “não” e isso remonta ao processo evolutivo, segundo o professor. “A postura ereta que assumimos hoje tem responsabilidade direta do glúteo máximo. Ao longo da evolução, a posição do glúteo máximo foi se modificando (origem e inserção), nos dando a competência para sustentar a postura ereta. Saímos da postura quadrúpede e passamos para a bípede. Tanto o glúteo máximo, como o médio e o mínimo, exercem papéis importantes no nosso dia a dia e talvez não nos damos conta disso. De maneira integrada, os três glúteos ajudam a estabilizar o quadril, sustentam o alinhamento das pernas, também mantendo o equilíbrio perturbado pela gravidade”, relata Elton Alves. Tríplice função: funcional, estética e esportiva Dentro desse cenário, podemos apontar outro lado da moeda: fraquezas e disfunções nos glúteos tendem a gerar consequências que podem atrapalhar não só a capacidade funcional, mas também resultados esportivos e estéticos. Ainda podemos citar uma associação entre essas disfunções e algumas lesões que vão desde o complexo de ombros até os tornozelos. Atitude funcional A disfunção dos músculos da região glútea é alerta importante para desvios posturais, inchaços e dores no corpo. “Dentre essas disfunções podemos citar o encurtamento desses músculos (que interfere diretamente na postura estática e no movimento). Aqui entra um ponto muito importante e cada vez mais comum: a interferência negativa sobre o glúteo máximo advinda do excessivo tempo sentado. Essa posição por longas horas seguidas hipoativa o glúteo máximo (diminui sua força e capacidade funcional) e pode gerar uma cadeia de consequências negativas, onde outros músculos, a exemplo do bíceps femoral (posterior de coxa) e adutor magno irão exercer uma maior força para compensar a relativa ausência do glúteo máximo na extensão do quadril. Esses aspectos interferem diretamente nas disfunções posturais locais (da região desses músculos) e globais (interferindo em outras regiões do corpo). Por fim, podemos citar outros aspectos que também contribuem para a hipoativação do glúteo máximo, como questões psicossociais, dores e inchaços em outras estruturas”, diz. Performance esportiva Dentro da prática esportiva, os músculos do glúteo são importantes para os atletas, não só pela estabilidade, mas também dentro do contexto específico de cada esporte. Como exemplo, podemos citar um gesto motor específico que precise de força e potência (um sprint de corrida ou um movimento explosivo de solo do jiu-jitsu). “Glúteos fortalecidos e funcionais podem impactar de maneira positiva no desempenho do praticante. Já atletas com glúteos fracos e disfuncionais podem ter como consequência um desempenho aquém do desejado, sendo fator decisivo para um resultado negativo. Isso demonstra que os músculos do glúteo precisam de atenção específica dentro do esporte. Nesse contexto, o objetivo será aperfeiçoar a capacidade funcional desses músculos para extrair o máximo possível do desempenho esportivo”, relata Elton Alves. Estética e suas especificidades Voltando para o ponto da estética, a seleção dos exercícios, amplitudes de movimento, angulação da articulação do quadril, os métodos utilizados, o tempo de intervalo e todas as outras variáveis são importantes quando o objetivo é focar em determinado músculo. “As fraquezas e disfunções dos glúteos, anteriormente citadas, também interferem na questão da estética. Uma boa avaliação física (incluindo avaliação em movimento) vai auxiliar no diagnóstico e nos próximos passos para a recuperação do praticante. É um processo onde a fisioterapia tem papel importante também. Além disso, diversos fatores influenciam de forma direta na questão hipertrófica, como a alimentação, o sono e o estresse, por exemplo”, diz. Atenção: hipertrofia muscular é um processo multifatorial e vai além do treinamento. Individualidade como princípio A importância do treino de glúteos não se resume somente à parte estética, como vimos até aqui, mas sabemos que esse normalmente é o principal motivo que faz com que os praticantes busquem priorizar esse grupo muscular. Então, independente se o seu foco for estético, qualidade de vida, retreinamento ou prática esportiva, procure profissionais qualificados para atender você. E não esqueça: não negligencie o treino de glúteos. “A individualidade também se manifesta no treinamento, e o treino do seu amigo ou da sua amiga provavelmente não deveria ser o mesmo treino que o seu”, esclarece Elton Alves. Cada corpo age e reage de forma distinta frente a um estímulo. Saiba mais: Estudos AQUI Estudos AQUI Fonte da reportagem Elton Alves é Profissional de Educação Física, pós-graduando em Hormonização, Nutrição e Treinamento Feminino, pós-graduando em Ciência da Alta Performance e Prevenção de Lesões. @eltonalves.personal Relação do sono reparador com alimentação e a rotina de exercícios físicos Nutricionista e Personal Trainer orientam você para dormir melhor Alimentação Ter uma alimentação, incluindo fontes de zinco, complexo B, ômega 3, vitamina D, é um ponto importante para melhorar a saúde do seu

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Alertar para a hidratação durante a folia

Carnaval 2024: dicas de saúde e bem-estar para fazer da folia uma celebração saudável

Enquanto o carnaval se aproxima, a animação toma conta das ruas, mas é importante não perder de vista os cuidados essenciais para garantir uma celebração saudável. Além da alegria e da festa, é importante direcionar a atenção para aspectos que passam muitas vezes despercebidos, como a alimentação consciente, alongamento para o corpo, a proteção contra infecções sexualmente transmissíveis e a atenção ao uso de bebidas alcoólicas e medicamentos.

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Revista Algomais Capa Lucas Clemente

Mergulhe no bem-estar: natação é equilíbrio para saúde física e emocional

Prepare-se para mergulhar em um mundo de saúde e bem-estar! Em nossa mais recente reportagem, exploramos os profundos e inúmeros benefícios que a natação oferece. Dos impactos positivos no condicionamento físico à transformação do bem-estar mental, descubra como cada braçada vai muito além das superfícies. De maneira paralela, doenças neurológicas e neurodegenerativas podem se beneficiarem da prática da natação. O nosso entrevistado é o Profissional de Educação Física e especialistas em modalidades aquáticas, Lucas Clemente.

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Lucio1

Corpo ativo, mente sã: fortalecendo corpo e mente para uma vida equilibrada

Presidente do CREF/PE, Lúcio Beltrão, orienta sobre a importância do exercício físico e a saúde mental. Por Jademilson Silva Manter uma rotina de exercícios físicos orientados por Profissionais de Educação Física traz benefícios não apenas para a saúde física, mas também para a saúde mental, conforme já mencionou a Organização Mundial da Saúde (OMS), em diversas ocasiões. Existe, inclusive, um bom nível de evidências científicas que sugerem que os exercícios físicos orientados melhoram a cognição, reduzem os riscos de doenças psiquiátricas (como depressão e ansiedade) e as chances de desenvolvimento de enfermidades neurodegenerativas (como o Alzheimer). Dados divulgados em 2022 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mostram que quase 1 bilhão de pessoas vivem com transtorno mental, sendo 14% adolescentes. Segundo a pesquisa, depressão e ansiedade aumentaram mais de 25% apenas no primeiro ano da pandemia. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. Mudança de estilo de vida O presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) e especialista em Saúde Mental (UPE), Prof. Lúcio Beltrão (CREF 003574-G/PE), informa que é importante buscar sempre a orientação com um Profissional de Educação Física. “A diferença entre o medicamento e o veneno está na dose. O mesmo pode ser dito a respeito da prática de exercício físico, uma vez que é preciso respeitar, dentre outros, o princípio da individualidade, pois cada pessoa responde de maneira diferente a um mesmo estímulo. Duração, local, horário, frequência, volume, cadência, ritmo, intensidade, especificidade, regime de treinamento, tempo de repouso, modalidade, dentre outras, são variáveis determinantes para o alcance de resultados positivos. A partir de uma boa avaliação física o Profissional de Educação Física é capaz de prescrever com segurança um treino específico baseado nas características individuais e nos objetivos almejados por cada aluno” aponta o especialista. Alguns efeitos do exercício físico podem ser sentidos no mesmo dia, como ficar mais ativo e atento. No entanto, os maiores benefícios dos exercícios são alcançados com a prática regular. Esses efeitos podem ser potencializados quando combinados com outros hábitos saudáveis como não fumar, evitar consumo excessivo de álcool e ter um sono regular. “É preciso uma mudança de mindset. Precisamos ter equilíbrio em nossas vidas. Ter tempo para a família, amigos, trabalho, estudo, lazer e bons hábitos. O cuidado deve ser integral. Exercício físico orientado, alimentação saudável, espiritualidade, convívio social, religiosidade, sono e propósito fazem a diferença quando se trata de prevenir a ocorrência de lesões e de doenças metabólicas, cardiovasculares, pulmonares, musculoesqueléticas, psiquiátricas e neurológicas. A sociedade precisa entender que não há hierarquia entre os profissionais de saúde. Todos são fundamentais e precisam trabalhar de maneira multiprofissional com muita comunicação, interação e planejamento com vistas ao cuidado integral do paciente” explica Lúcio Beltrão. É incontestável os benefícios do exercício físico sobre os diferentes sistemas corporais, inclusive para melhorar a saúde mental. O exercício físico feito com frequência pode ter um impacto profundamente positivo na depressão, na ansiedade, no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH, dentre outros. Também alivia o estresse, melhora a memória e o estado de humor e ajuda a dormir melhor. O Profissional de Educação Física é, sem dúvidas, essencial no tratamento e prevenção dos transtornos mentais. Em diversas cidades há serviços nas Academias da Saúde, Academia da Cidade, Unidade Básica de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), aulões, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), entre outras opções públicas e privadas. Para se movimentar e melhorar o equilíbrio mental, há diversas opções gratuitas. Colaborou com a reportagem Prof. Lúcio Beltrão é Profissional de Educação Física, presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) e especialista em Saúde Mental, (CREF 003574-G/PE). Fez Residência Multiprofissional em Saúde Mental na Faculdade de Ciências Médicas da UPE. @luciobeltrao A dor lombar também pode afetar a saúde mental? Quem responde é o professor Gustavo Arruda, que é Profissional de Educação Física e especialista em coluna “Um dos aspectos mais interessantes da dor lombar é que, caso permaneça mais de 12 semanas sem resolução (de maneira contínua ou intermitente), ela recebe a contribuição de mecanismos neurofisiológicos específicos, que também estão presentes em fenômenos que dizem respeito à saúde mental. Um dos pontos estudados em pacientes com depressão, por exemplo, é o processo de ruminação mental. Esse processo consiste na repetição de pensamentos tristes ou sombrios, e isso não é incomum para quem sente dor lombar crônica. “Será que vou ficar assim pra sempre?” ou “Espero que eu não tenha o mesmo fim de ‘fulano’, ele precisou fazer cirurgia” são pensamentos que habitam a mente de um paciente com dor lombar crônica. Esse espaço mental pode ser nocivo, um terreno fértil para germinar a depressão. Além disso, a dor lombar crônica, a depender da severidade, pode provocar a quebra da função social e relacional. Afinal, é muito difícil alguém querer sair de casa para se divertir quando está com dor. Esse ponto também está presente nos estados depressivos, que por sua vez, retroalimentam o sistema num ciclo vicioso: a função social é quebrada por conta da dor, a depressão aparece e reduz ainda mais a função social — agravando também o quadro de dor. É um buraco sem fundo. A boa notícia é que o remédio mais eficaz no tratamento da dor lombar crônica também é excelente para afastar a ruminação mental (e assim, diminuir o risco ou a profundidade de processos depressivos): o bom e velho tênis no pé, para gastar um pouco de energia por pelo menos 20 minutos, de 5 a 7 vezes por semana. Escolha aquela opção que mais agrada, adote o acompanhamento de um profissional especializado e familiarizado com os processos de dor e depressão, e tenha um ótimo 2024”. Professor M.Sc. Gustavo Arruda @treinadordecoluna Escola realiza colônia de férias A Escola Primeiro Passo, em Boa Viagem, realiza colônia de férias até 19 de janeiro, voltada para crianças a partir de um ano com autonomia para caminhar. Durante a semana, das 8h às 12h e das 13h30 às

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Revista Algomais Everton Lacerda Capa

Da ceia à academia: estratégias para recuperar a rotina de treinos após as festividades de fim de ano

A decisão de manter ou ajustar o treino pós-ceia de Natal e Réveillon, nestas primeiras semanas de 2024, depende de diversos fatores, obviamente. Você deve considerar as suas metas de condicionamento, de emagrecimento e não precisa se desesperar. Siga o plano, peça orientação ao instrutor da academia ou ao seu personal trainer. O Profissional de Educação Física, Everton Lacerda, afirma que de um modo geral não é preciso alterar o treino, após o período festivo. Por Jademilson Silva A constância nos treinos é prerrogativa chave para um 2024 mais saudável. “A rotina de treino não precisa ser alterada nas semanas precedentes às confraternizações de Natal e Réveillon, o indicado é que as pessoas sigam o cronograma de treino normalmente, sem exageros. O importante é manter a constância dos treinos”, informa. A constância ao longo do tempo é fundamental. Em alguns dias de desvio da rotina de treinamento durante as festas não terão um impacto significativo, se você retornar ao seu plano de treino regular. Exagerar nos treinos após as festividades de final de ano não será a melhor solução. “Não é prudente as pessoas exagerarem nos treinos após as celebrações de fim de ano. No mês de dezembro é normal que as pessoas percam um pouco o foco no treino, devido ao clima festivo e as confraternizações que acontecem durante todo mês. Treinar intensamente logo após os períodos de ceias pode levar ao “overtraining”, que é o excesso de treino”, diz Everton Lacerda. O excesso de treino pode levar a pessoa à fadiga muscular e isso facilita o surgimento de lesões. Outro fator negativo é a baixa da imunidade, facilitando o aparecimento das infecções por vírus e bactérias. “O indicado é que as pessoas sigam a rotina de treino normalmente no mês de janeiro, sem grandes alterações”, reforça o profissional. Além da academia Ficar de férias e longe da academia não é motivo para se descuidar os treinos. Existem várias opções de exercícios que podem ser feitos por quem está de recesso e não tem acesso à academia, como uma caminhada ou corridinha na área da praia; exercícios de alongamento e mobilidade; treinamento funcional ou até mesmo a calistenia, que consiste em exercícios utilizando o próprio peso corporal e tem grandes benefícios estéticos e para a saúde. “O importante é não deixar de se exercitar, mesmo no recesso. São essas estratégias de treino que utilizo com meus alunos e alunas que estão de recesso no litoral, com exercícios de 20 a 30 minutos diários. Dessa forma, eles não perdem totalmente o ritmo”, alerta Everton Lacerda. Lembre-se de ouvir seu corpo e ajustar seu treino conforme necessário. Se você estiver exausto ou precisar de mais tempo para se recuperar, não hesite em fazer uma pausa e retome seus treinos quando se sentir pronto. Colaborou com a reportagem Everton Lacerda é Profissional de Educação Física e especialista em treinamento feminino. @everton. trainer

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Um brinde à saúde: ceias de natal e réveillon repletas de sabor e nutrição

As ceias de natal e réveillon, frequentemente, servem como ocasião especial para socializar as pessoas. As ceias são tradições em muitas culturas ao redor do mundo: são ideais para reunir familiares e amigos para compartilhar refeições festivas. Mas, será que é possível ter uma ceia saudável? Ou enfiar o pé na jaca é inevitável? A nutricionista Thay Miranda conversa sobre o assunto com a gente. Confira também duas saborosas receitas Low Carb. Por Jademilson Silva “Primeiro de tudo, é importante lembrar que tanto no natal, quanto no réveillon, são apenas duas refeições livres que não tem o poder de estragar o seu corpo, se você já possui bons hábitos de exercícios físicos e boa alimentação. Mas, uma ceia de natal saudável é possível sim, desde que você faça algumas escolhas inteligentes e evite exageros”, revela a nutricionista Thay Miranda. As festas de final de ano são uma tentação para quem está de dieta ou tem alguma restrição alimentar, mas não se preocupe, pois existem algumas dicas e receitas que podem ajudar você a aproveitar os quitutes sem culpa. “Algumas comorbidades que exigem cuidados especiais na alimentação, como na diabetes, na hipertensão e na doença celíaca ou intolerantes, por exemplo. Para essas pessoas, é importante evitar o consumo excessivo de açúcar, sal, glúten e gorduras, que podem prejudicar a saúde e causar complicações”, diz a nutricionista Thay Miranda. Mas, isso não significa que você não possa saborear as delícias típicas da ceia de natal. Você só precisa fazer algumas adaptações e escolhas inteligentes. A nutricionista Thay Miranda recomenda: Peru x Chester A tradição do peru continua na noite de natal, porém, o chester e outras aves especiais caem cada vez mais no gosto do público. Seja pelo sabor ou pelo preço. “O peru e o chester são ambos tipos de frango, mas com algumas diferenças na composição e no sabor. O peru é uma ave maior e mais magra, com cerca de 5% de gordura na carne, enquanto o chester é uma ave menor e mais gorda, com cerca de 15% de gordura na carne. O peru tem um sabor mais suave e delicado, enquanto o chester tem um sabor mais intenso e marcante”, informa a nutricionista.   Ambas as carnes são boas fontes de proteína, ferro, vitamina B12 e outras vitaminas do complexo B, mas o peru tem a vantagem de ter menos calorias e colesterol do que o chester. Uma porção de 100g de peru assado tem cerca de 163 calorias e 85 mg de colesterol, enquanto uma porção de 100g de chester assado tem cerca de 239 calorias e 105 mg de colesterol. Portanto, se você está buscando uma carne mais leve e saudável para a noite de natal, o peru é a melhor opção. Temperos O sal não é a única opção para temperar a comida. Existem várias ervas que podem dar um toque especial, tanto nas carnes como em outros pratos. O sal deve ser consumido com moderação. “O sal é um tempero básico que realça o sabor das carnes, mas o seu consumo excessivo pode ser prejudicial à saúde. Por isso, é importante usar o sal com moderação e complementar com outros temperos que podem trazer mais aroma, cor e complexidade ao prato” orienta Thay Miranda. Existem muitas opções de temperos que podem substituir ou reduzir o sal nas receitas, como ervas, especiarias, frutas cítricas, vinagre, alho, cebola, mostarda, molho de soja e outros. O segredo é encontrar o equilíbrio entre os sabores e harmonizar com o tipo de carne que você vai preparar. Algumas sugestões de temperos para diferentes tipos de carne são: Farofa do recheio A farinha temperada no recheio da ave é uma opção saborosa para as festas de fim de ano, mas também deve ser consumida com moderação, pois é rica em calorias, sódio e gorduras. Seguindo uma receita de farofa temperada com bacon e linguiça, uma porção de 100g contém cerca de 300 calorias, 15g de gordura e 600 mg de sódio. Esses valores podem variar de acordo com os ingredientes utilizados e a quantidade de temperos. “Para tornar a farinha temperada mais saudável, você pode optar por usar farinha de aveia em vez de farinha de mandioca ou de milho, pois a farinha de aveia é mais nutritiva e rica em fibras, que ajudam a controlar o apetite e o colesterol. Você também pode reduzir ou substituir os ingredientes de origem animal, como bacon, linguiça, manteiga e ovos, por opções vegetais, como cogumelos, castanhas, azeite e tofu. Além disso, você pode usar ervas frescas e especiarias para dar sabor, evitando o excesso de sal e de temperos prontos”, relata a nutricionista Thay Miranda.  Assim, você pode aproveitar a farinha temperada no recheio da ave, mas sempre com equilíbrio e consciência, pois ela é um alimento calórico e que pode prejudicar a saúde se consumido em excesso. E o famoso arroz com passas? A combinação de arroz com passas é uma questão de gosto pessoal, mas do ponto de vista nutricional, ela traz muitos benefícios à saúde. É uma receita rica em fibras, carboidratos e antioxidantes, que ajuda a prevenir doenças, regular o intestino e promover a saciedade. No entanto, é preciso consumir com moderação, pois tanto o arroz quanto as passas são calóricos e elevam os níveis de açúcar no sangue. “Caso você goste do arroz com passas, pode aproveitar nas festas de fim de ano, mas sem exagerar na quantidade. Caso contrário, pode experimentar outras receitas com arroz, como o arroz à grega, que leva legumes e é mais colorido e nutritivo. O importante é ter uma alimentação equilibrada, variada e saborosa”, dia a nutricionista. Use a criatividade nos pratos da ceia. Maionese X Requeijão Muitos pratos são compostos por maionese. Devemos ter o máximo de cuidados com infecção intestinal por causa da salmonela. Fazer substituição por requeijão pode ser uma alternativa saudável “Refeição com a maionese, é importante mantê-la refrigerada e evitar deixá-la fora por muito tempo, especialmente em dias quentes. A maionese industrializada tem menos calorias,

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Desperte seu potencial: transforme metas em conquistas com atividades físicas em 2024!

Preparamos um guia para você treinar com foco em 2024, além de cultivar um estilo de vida saudável. Convidamos quatro experts, referências em suas áreas, para orientá-lo no ano novo e nunca mais parar de treinar Por Jademilson Silva 2024 já está às portas e muitas promessas de projetos começam a serem traçadas na mente das pessoas. Surgem os projetos: verão, fitness, barriga zero, etc. Possuir um projeto é importante, obviamente. Mas, quando se fala em treino, temos que ter atitudes para uma vida equilibrada e que não se limite a um período de tempo. Estratégias focadas nas mudanças de hábitos nocivos para hábitos de qualidade de vida, são essenciais para um estilo de vida mais saudável e sustentável. Luana Ponsoni, personal trainer, argumenta: “Eu não gosto muito do termo ‘projeto’, porque todo projeto tem dia para começar e acabar. Gosto de estimular as pessoas a pensarem sobre a importância da mudança de hábitos, com foco na melhoria do estilo de vida. Essa ideia favorece a aderência aos treinos e ajuda a diminuir as desistências. Diferente dos “projetos”, que costumam ter metas muito exigentes (perder 5kg em 1 mês, por exemplo), a melhoria dos hábitos de vida deve acontecer de forma mais branda e gradual. Falando especificamente sobre o exercício físico, o segredo é, em 2024, traçar pequenas metas a serem cumpridas todos os dias até que o hábito de se exercitar esteja consolidado. Assim, quando menos se espera, realizar uma sessão de treino pode se tornar um cuidado tão natural quanto escovar os dentes.”, diz. Todos os anos, costumam surgir novidades na área de treinamento. Algumas se consolidam, outras nem tanto. Luana Ponsoni traça perfil de atividades físicas para 2024: “Vejo os esportes de praia com muita força e atraindo cada vez mais praticantes, seja vôlei de praia, futevôlei ou beach tennis. São atividades divertidas, ao ar livre. Também envolvem o contato com outras pessoas, indispensável à manutenção da saúde mental. Gostaria, porém, de enfatizar uma modalidade de treino que nunca sai de moda e extremamente necessária à saúde: a musculação. É importantíssima para a melhora do metabolismo, dos níveis de força, para a saúde articular e manutenção da funcionalidade na terceira idade”, revela Luana Ponsoni. Como fazer em 2024. E durante toda vida… O ideal é atrelar o treinamento cardiorrespiratório (caminhada, corrida, pedalada e esportes de uma maneira geral) aos exercícios resistidos (musculação, crossfit, calistenia). A ênfase no tipo de exercício vai depender dos objetivos individuais, seja para fins estéticos, esportivos ou por questões de saúde. “O importante é começar pelo que a pessoa mais se identifica e ir inserindo o outro aos poucos. Mas volto a reforçar a necessidade de atenção especial à massa muscular. A partir da quarta década de vida, ela começa a diminuir. O estágio crítico desse processo é a sarcopenia, quando há queda acentuada de massa muscular, déficit de força e prejuízos perigosos à funcionalidade”, alerta Ponsoni. Do bebê ao idoso: mantenha o hábito da atividade física O treinamento físico traz benefícios para todas as idades, e isso inclui uma variedade de atividades físicas, como nadar, correr, fazer musculação e praticar esportes como o jiu-jitsu. No entanto, é importante adaptar a intensidade e a abordagem do treinamento de acordo com a idade e as condições individuais. “Treinar é para todas as idades. Os bebês já podem fazer natação a partir dos 6 meses. Antes disso, há exercícios que ajudam a desenvolver as curvaturas naturais da coluna vertebral e fortalecem as musculaturas do pescoço, importantes para a sustentação da cabeça e evolução nos processos de sentar, engatinhar e andar. Artes marciais, como judô e jiu-jitsu, trabalham com crianças a partir dos 4 anos. E a musculação pode ser realizada a partir dos 7, com a devida orientação de um profissional de Educação Física especializado. A ideia de que criança não pode fazer musculação é um grande mito. Na vida adulta, os exercícios físicos são bem-vindos a qualquer idade. E, após os 60, nem se fala. Até o idoso acamado, a depender do caso, pode manter certo nível de atividade com a condução do profissional de Educação Física ou Fisioterapeuta. Portanto, não existe novo demais, nem velho demais, diz a personal trainer.  Luana Ponsoni finaliza com um conselho para 2024: “Pense que gostando ou não de se exercitar, você sempre vai sair de uma sessão de treino melhor do que chegou. Isso é incontestável, porque é químico. O exercício libera endorfina, neurotransmissor que nos dá aquela sensação prazerosa. Então, sempre que pensar em desistir do treino, pense nisso: você sempre sairá melhor! Não tem como se arrepender. Bom, não conheço ninguém que tenha”, conclui. Check-up na saúde para alunos novos ou veteranos É importante a pessoa fazer check-up na saúde clínica e cardiológica antes de começar uma atividade física ou esportiva. O aluno que já pratica qualquer tipo de treino também deve fazer exames rotineiros, principalmente aqueles que realizam treinos de alta intensidade. Sempre serão necessários exames cardiológicos periódicos, preferentemente anualmente ou caso surja alguma sintomatologia relacionada ao aparelho cardiovascular. O cardiologista Carlos Japhet da Matta Albuquerque diz quais os procedimentos para um check-up: “Incialmente realizar consulta com cardiologista, com história clínica detalhada, exame físico, cálculo do IMC, seguido de eletrocardiograma, exame de laboratórios básicos, como hemograma, glicemia de jejum, colesterol total e frações, triglicerídeos, ácido úrico, ureia, creatinina, TGO e TGP, TSH e sumário de urina.  Em segundo plano, teste ergométrico computadorizado e ecodopplercardiograma dependendo do exame clínico cardiológico e seus achados, ou outros como, Holter, MAPA ou MRPA. Os exames podem variar em relação à idade.: “Os pacientes mais jovens, abaixo de 30 anos, desde que não tenham queixas, ou outras comorbidades, ou mesmo antecedentes familiares de patologia cardiovascular, o exame clínico cardiológico, eletrocardiograma e exames de laboratório são suficientes. Naqueles com idade superior, deve realizar o teste ergométrico e o ecodopplercardiograma. E nos idosos ou aqueles com comorbidades e/ou antecedentes familiares de patologia cardiovascular se faz necessário outros exames dependendo dos achados clínicos, como cintilografia do miocárdio, tomografia das artérias coronárias

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Revista Algomais Atleta Jefferson Lobo 1

Da Rússia para o mundo: kettlebell se torna a sensação do fitness na atualidade

O treinador especializado, Jefferson Lobo, diz que o kettlebell é uma verdadeira academia ambulante Por jornalista Jademilson Silva Treinamento com kettlebell significa treinar o levantamento de peso. Esse utensílio, o peso, é no formato de uma bola com uma alça tradicionalmente feita de ferro fundido. O treinamento com kettlebells se utiliza de movimentos balísticos como o swing, clean, snatch. E movimentos de força como o agachamento e stiff, além de outros exercícios que estimulam um grande ganho de força, condicionamento, mobilidade, estabilidade e potência, é o que explica Jefferson Lobo, atleta, personal trainer, especialista em treinamento de peso em kettlebell, presidente e fundador da Federação Pernambucana de Kettlebell Sport. Força funcional: kettlebells são bastante utilizados para desenvolver força funcional, ou seja, força através de movimentos naturais do corpo, do cotidiano humano como: agachar, saltar, empurrar algo acima da cabeça, caminhar segurando cargas em cada mão como se estivesse carregando de um local para o outro dois garrafões de água de 20 litros ou menos um em cada braço, entre outros movimentos. Condicionamento cardiovascular: O treinamento com kettlebell possui uma variabilidade e protocolos de treinamento que combinam um movimento com o outro, essa variável e a própria ferramenta kettlebell por seu formato e posicionamento da sobrecarga em uso faz com que o corpo trabalhe várias capacidades ao mesmo tempo, o que eleva a frequência cardíaca melhorando assim o condicionamento cardiovascular. Mobilidade e Estabilidade: A natureza dinâmica dos movimentos com kettlebell, já trazem uma exigência de mobilidade e estabilidade seja das articulações e ou do core para que seja realizado com eficiência e segurança todos os movimentos. Treinamento de Potência: Esse ponto com certeza um dos mais característicos e fortes do treinamento com kettlebell, trazendo benefícios e ganhos para qualquer indivíduo que deseja saúde, qualidade de vida e performance esportiva em qualquer modalidade. Movimentos explosivos como o swing, clean e o snatch são bastante utilizados para desenvolver potência muscular. Treinamento de Resistência: Através de sua variabilidade de movimentos e  protocolos que visam estimular e melhorar a resistência como por exemplo a prática esportiva do levantamento de pesos com kettlebells. História O kettlebell tem suas raízes na Rússia do século XVIII.  Originalmente, o equipamento era conhecido como “gíria” na Rússia, palavra essa que aparece no dicionário Russo em 1704 e assim nos mostrando que o kettlebell não é um treinamento da moda e que a terminologia kettlebell vem do inglês kettle = chaleira + bell = sino, isso por sua aparência e por ter como característica inicial de movimentos balísticos, ou seja, para se arremessar o peso acima da cabeça precisava se balançar. Os relatos predominantes e historicamente divulgados são de que os kettlebells tenham sido utilizados como instrumento de pesagem para produtos agrícolas, como grãos e mercadorias, servindo de contrapeso de balança antes de ser adotado como equipamento de treinamento. No  século XIX, o kettlebell começou a ser usado não apenas como uma ferramenta de medição de carga nos portos e nas feiras livres, mas também como equipamento de treinamento físico. Sendo adotado pelo exército Russo como parte do seu programa de condicionamento físico para os soldados, proporcionando força, resistência e resiliência mental. No século XX, especificamente na era Soviética, os kettlebells  foram incorporados como programas de treinamento para atletas trabalhadores, industriais e até mesmo para a preparação de cosmonautas russos. Kettlebell Sport e Kettlebell Hardstyle: duas abordagens distintas para o treinamento Do treinamento com kettlebell nascem duas vertentes principais. Cada uma com sua filosofia e foco distintos: Kettlebell Sport e Kettlebell Hardstyle. Embora compartilhem o uso da mesma ferramenta, suas abordagens e metodologias de treinamento diferem significativamente. Kettlebell Sport: resiliência e técnica afiada O Kettlebell Sport, também conhecido como Girevoy Sport, (esporte da Gíria), é uma modalidade que coloca ênfase na resistência muscular, técnica precisa e resistência cardiovascular. “O estilo competitivo envolve a realização de repetições contínuas de movimentos específicos como provas de Biathlon (Jerk + Snatch), Long Cycle (Clean and Jerk), Snatch. Tudo isso em no mínimo 10 minutos em uma prova tradicional.  Vale salientar que o atleta passa os 10 minutos sem colocar os kettlebells no chão.  O esporte ainda possui provas de meia maratona com 30 minutos de prova e provas de maratona com uma hora de prova sem colocar o kettlebell no chão”, relata Jefferson Lobo. Kettlebell Hardstyle: potência e controle O Kettlebell Hardstyle, por outro lado, foca na geração máxima de força, potência e controle durante os movimentos. Essa vertente de treinamento é frequentemente associada ao treinamento de força e condicionamento físico de alta intensidade com características distintas que incluem: “Embora distintas em suas abordagens e metodologias, ambos os estilos de treinamento com kettlebell, melhor dizendo estilos de levantamento de peso com kettlebell oferecem benefícios notáveis a toda a população e atletas de todas as modalidades e sim uma pode complementar a outra”, informa Jefferson Lobo. Benefícios O treinamento com kettlebell oferece uma série de benefícios distintos em comparação com outras atividades de exercício físico, informa Jefferson Lobo: “Todos esses benefícios combinados tornam o treinamento com kettlebell uma excelente opção para pessoas que buscam economizar tempo e utilizar um método eficiente e abrangente de exercícios para ter saúde, qualidade de vida e performance esportiva”, diz Lobo. Existe o peso correto para treinar kettlebell? Sobre escolher a carga ideal para o treinamento vai depender muito do seu nível de conhecimento ou do acompanhamento de um profissional especializado em kettlebell que você tenha ou consulte, porque saber qual carga utilizar na hora do treinamento vai depender do protocolo de treinamento a seguir e do movimento a ser realizado no treinamento. Ou seja, existem variáveis para se decidir qual carga será utilizada no treinamento. Porém, você que pensa em iniciar o treinamento em casa, Jefferson Lobo deixa uma tabela abaixo como sugestão de cargas a serem utilizadas: CARGAS Feminimo Masculino INICIANTE 6 a 10Kg 10 a 16Kg INTERMEDIÁRIO 12 a 16kg 18 a 20kg AVANÇADO 16 a 20kg 20 a 24kg Tabela de peso básica Principais movimentos Utilizando a raiz do levantamento de peso com kettlebell é vital

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A contribuição da avaliação física para melhoria contínua da performance dos treinos

O professor David Haluli diz que a avaliação física deve ser um procedimento contínuo e sistemático realizado em pessoas comuns até alunos mais experientes em qualquer tipo de modalidade física ou esportiva Por Jademilson Silva Nos últimos anos vem aumentando o número de pessoas que praticam atividade física. Com este crescimento o número de praticantes que treinam por conta própria nas academias, clubes ou em suas próprias residências também aumentou. Isso é causado pela produção e o acesso a informações sobre treinamentos adquiridos na internet, sites, revistas, vídeos ou simplesmente pela vivência nas academias. Neste contexto entra a avaliação física. Mas, o que é uma avaliação física? Para que serve? Como funciona? “Eu sempre falo que a avaliação física é o marco zero de todo o processo de um planejamento para prescrever um plano de treino coerente e diretivo, com exercícios, intensidades e volumes de treino individuais e personalizados”, relata David Haluli Sobrinho, que é Profissional de Educação Física e Avaliador Físico. E a ciência concorda com isso quando diz: “A avaliação física determina a importância ou valor da informação colhida previamente. Deve refletir a filosofia, as metas e os objetivos do profissional, que sempre faz comparações com algum padrão de referência.” (MARINS, 1998) Assim sendo, avaliar consiste na coleta de informações quantitativas e qualitativas, e na interpretação desses resultados com base em critérios previamente definidos, informações estas baseadas em questionários, que fornece ao Profissional de Educação Física subsídios capazes de favorecer o desenvolvimento e a aplicação de conhecimentos, métodos e técnicas. “A avaliação é um processo contínuo e sistemático. Portanto, ela deve ser constante e planejada. Nessa perspectiva, a avaliação faz parte de um sistema mais amplo que é o processo ensino aprendizagem, nele se integrando. E ela é funcional, porque se realiza em função de objetivos, ou seja, para se avaliar, efetivamente, todas as medidas devem ser conduzidas com os objetivos do programa em mente. Sua importância, para quem deseja iniciar uma atividade física, define o futuro de seu progresso durante a trajetória de um planejamento de prescrição de treinos. É necessário entender que, os testes realizados na avaliação física, mostrarão os pontos fortes e fracos e nisto, direcionando as melhores estratégias, seja na utilização dos melhores exercícios para você e até informando possíveis comprometimentos musculares e articulares, ou até da sua saúde física”, revela Haluli. Com a avaliação física, consegue-se analisar parâmetros e dados específicos: “Pessoas treinadas tendem a ter melhores respostas quando avaliadas constantemente”, diz especialista “Para quem já frequenta um centro de treinamento, box de crossfit ou uma academia tradicional, a avaliação física tem sua importância mais refinada, pois, além de aumentar a probabilidade de melhores resultados, minimiza as “quebras” de sessões de treinos, devido a lesões ou perda de condição física ativa. Pessoas treinadas tendem a ter melhores respostas quando avaliadas constantemente”, informa David Haluli. Professor David Haluli realiza cursos de Avaliação Física para estudantes e profissionais em todos o Brasil – Foto: Divulgação De quanto em quanto tempo deve ser feita a avaliação física? A constância da realização de uma avaliação física é necessária para comparar respostas do treinamento físico. Porém não há nada na literatura científica que especifique sobre a necessidade de uma periodicidade aritmética entre as avaliações. O senso comum, entre profissionais do movimento e da saúde (Profissionais de Educação Física, Fisioterapia e Nutrição), é a cada 3 ou 4 meses, dependendo da necessidade do profissional. David Haluli informa que este senso comum tem suas falhas. “Ele dá certo com pessoas que iniciaram alguma atividade física de resistência (musculação ou corrida) nos últimos 6 meses, mas vai por água abaixo em pessoas com maior tempo de treinamento ou com atletas de alto rendimento”, diz. Para o especialista, há pessoas que necessitam de avaliação mensal, como os acometidos de algum grau de obesidade, idosos ou gestantes, por exemplo: “Atletas são avaliados de acordo com tempo de treinamento intenso, pré-competição e pós-competição, ou caso tenha alguma lesão artromuscular. Então a resposta para a periodicidade é DEPENDE. Depende da resposta do treino prescrito e objetivo do aluno. Então a minha dica é: Sentiu ou viu alguma modificação benéfica da sua prescrição? Solicite uma avaliação física a um profissional qualificado, de preferência que tenha a pratica da avaliação física, em contexto amplo, e não apenas preocupado com percentual de gordura”, informa David Haluli. Quais os melhores testes de uma avaliação física? Cada pessoa tem uma necessidade individual. E na avaliação física não é diferente. Os Profissionais de Educação Física, podem ter um processo de avaliação para cada público. A seguir, exemplos de testes e protocolos para IDOSOS, ACOMETIDOS DE OBESIDADE E ATLETAS, conforme orientação de David Haluli: IDOSOS: Testes metabólicos (massa muscular, massa gorda, percentual de gordura); índice de risco cardíaco, IMC e relação cintura-quadril; testes de dupla tarefa (falar e tocar no nariz, por exemplo) e questionários de cognição; caminhada de 6 minutos (ou o teste ergométrico), elevação de braços, sentar e levantar e teste para o equilíbrio (em conjunto com dupla ou múltipla tarefa, como por exemplo, ficar em um pé só, falar e olhar pro lado). OBESOS: Testes metabólicos (excluindo percentual de gordura); Indice de risco cardíaco, IMC, relação cintura-quadril; sentar e levantar, caminhada de 6 minutos ou o teste de 12 minutos de COOPER; elevação de braços, teste de força muscular (exercícios simples na musculação). ATLETAS: Quantidade de massa muscular, quantidade de massa gorda; testes de força muscular da ação dominante, especifica de cada modalidade; Testes de agilidade especifica de cada modalidade e teste de movimento (protocolo do FMS é o mais indicado). “Estes foram apenas exemplos de sequencias de testes e protocolos que o Profissional de Educação Física poderá realizar com o seu público ou nicho”, informa Haluli. O professor David Haluli ainda informa que é importante o praticante de qualquer modalidade física ou esportiva, procurar profissionais especializados em avaliação física para fazer a consulta, além de especificar o protocolo para cada indivíduo. Portanto, a avaliação física deve ser colocada na rotina de treino de todas dos alunos e

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Fatores emocionais atrapalham o processo de emagrecimento

Para o prof. Flama Elias, traumas e crenças que interferem negativamente na questão da obesidade podem ser tratados através da reprogramação mental Por Jademilson Silva A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a obesidade como doença. E tem até Código Internacional de Doenças (CID) – E66. A obesidade, como patologia multifatorial, além das questões biológicas e sociais, também têm grau de condições emocionais, como detalha Flama Elias, que é Profissional de Educação Física e Especialista em Emagrecimento. “Existe uma relação muito forte entre processos depressivos, níveis altos de estresse e ansiedade com o ganho de peso. Além disso, existem fatores emocionais mais profundos que provavelmente começaram na infância, como abandono, rejeição, bullying, abuso sexual, entre outros”, relata. Um ponto interessante que deve ser observado pelos diversos profissionais de saúde é a questão do trauma emocional. “Trauma é um evento emocional que ocorreu em algum momento da vida. O trauma pode ocorrer por intensidade, como, por exemplo, um abuso sexual; ou por repetição, um indivíduo abandonado pelo pai, depois abandonado pela mãe”, diz o especialista. E como funciona a mente do obeso? Escape na comida – A mente do obeso está inflamada e o sistema racional e lógico não funcionam muito bem. O sistema emocional, ligado à recompensa, que atua de forma potencializada para que o obeso busque recompensa e alívio na comida, não está ajustado diante de todos os traumas e preconceitos que ele sofre. “A fome é fisiológica, inerente ao hábito humano, já a vontade de comer é emocional e, geralmente, é por um alimento específico”, relata Flama Elias, que observa que essa é uma chave interessante para verificar o modelo mental da pessoa gorda. A compreensão da mentalidade é importante para o tratamento da pessoa obesa A reprogramação mental é um processo onde ocorre ressignificação de traumas e crenças, fazendo com o que o obeso consiga entender porque ele tomou determinadas atitudes no passado ou porque determinadas pessoas tomaram atitudes que naquele momento o prejudicou. Processo de amenização de culpa, onde se busca o autoperdão e o perdão ao próximo. A hipnose clínica, como técnica terapêutica, tem sido uma abordagem cada vez mais usada na busca pelo tratamento e controle da obesidade e compulsão alimentar. A hipnose é uma técnica que nos auxilia no acesso ao subconsciente, local onde estão guardadas as crenças, traumas, culpas, mágoas, que interferem diretamente no processo de emagrecimento. “Imagine uma pessoa que escutou do pai o tempo inteiro que não podia fazer isso, que não conseguia fazer aquilo… essa crença é transformada em ‘não consigo emagrecer’. A hipnose auxilia na busca por uma ressignificação desse processo”, revela Flama Elias. Emagrecer nada mais é que gerar queima de gordura. Diversas intervenções podem fazer isso, desde o uso de chá, shakes, até o treino com ou sem dieta. Porém, tratar a obesidade envolve a regulação dos fatores hormonais, da microbiota intestinal e, principalmente, o gerenciamento das emoções. Colaborou com a reportagem Prof. Flama Elias é Profissional de Educação Física, pós-graduado em Fisiologia do Exercício, Mentor em Emagrecimento e Hipnólogo, tem aperfeiçoamento em neurociência pela Harvard School, docente de pós-graduação, além de palestrante e autor de 3 livros sobre emagrecimento e obesidade. Coordenador do Movimento Emag em Pernambuco (comitê científico para estudo da obesidade e sobrepeso). Contato: @eliasflama Qual a importância da boa qualidade do sono para a recuperação muscular dos adeptos de musculação? Quem responde é o neurologista e especialista na Medicina do Sono, Igor Figueirêdo “Para os adeptos da prática de musculação, um sono de boa quantidade e qualidade é FUNDAMENTAL para o ganho de massa muscular. Um dos principais hormônios envolvidos no ganho de massa muscular é o Hormônio de Crescimento, também conhecido como GH. Esse hormônio é produzido principalmente na primeira metade da noite, durante o sono profundo. Então, dormir mais tarde do que deveria, pode prejudicar bastante a produção de GH e, consequentemente, o ganho de massa muscular. Outro fator importante a se considerar é a redução de testosterona em indivíduos que dormem pouco. Estudos já comprovaram que dormir menos do que o recomendado por uma semana já provoca uma redução de testosterona de 10% do seu valor normal. Por fim, vale destacar que um treino de musculação bem feito exige dedicação e empenho. Se o seu sono não é reparador, você já começa o seu dia sem energia e disposição e, consequentemente, não vai conseguir treinar como deveria. Portanto, se o seu objetivo é ganhar músculos, dormir bem é tão importante quanto um treino bem feito e uma alimentação balanceada”, informa. Contato: @medicodossonhos UNINASSAU promove Congresso de Saúde Nos dias 16, 17 e 18 de novembro, a UNINASSAU Recife promove, no Centro de Convenções de Pernambuco, a 8ª edição do Congresso Nacional Multidisciplinar de Saúde com temas em diversas áreas, como Educação Física, Fisioterapia e Nutrição. Podem participar profissionais e estudantes. Inscrições AQUI Instituto Assaí firma parceria com a “Corrida dos Morros” A Corrida dos Morros, marcada para o dia 25 de novembro na Zona Norte do Recife, anunciou uma parceria social com o Assaí, Atacadista oficial da corrida. A principal iniciativa dessa colaboração é a doação de alimentos, em que o Instituto Assaí, organização social da Companhia, irá dobrar a quantidade de alimentos doados pelos atletas ao retirarem seus kits. Inscrições AQUI “Corrida e Caminhada para a Luz” com inscrições abertas A “Corrida e Caminhada para a Luz 2023” será realizada em 17 de dezembro, em Camaragibe. Trata-se de um dos maiores eventos esportivos da região, sendo considerada a São Silvestre do Nordeste. As categorias são: caminhada (5Km), corrida (5Km e 10Km), além da corrida kids (6 a 15 anos).  Inscrições AQUI Atleta pernambucana conquista troféu em Campeonato Sul-americano de Fisiculturismo Disputa ocorreu em Fortaleza/CE A atleta de Petrolina, sertão do Estado, Juliana Oliveira, de 29 anos, ganhou no dia 05 de novembro passado, o Campeonato Sul-americano de Fisiculturismo. A nutricionista, que há quase seis anos se dedica à arte do culturismo, trouxe o troféu na categoria Wellness para Pernambuco.   “Amei, gostei muito do resultado, depois de

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