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Arquivos Bem Estar - Página 24 De 25 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

bem estar

Prefeitur oferecerá 1.600 vagas para exames no mamógrafo móvel em junho

A partir deste sábado (1º), o mamógrafo móvel da Prefeitura do Recife iniciará a programação de junho e oferecerá 1.600 vagas para realização do exame neste mês. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h, com a distribuição de 80 fichas – 40 para cada turno. O caminhão passará por mais de 20 ações nos Distritos Sanitários 1, 3, 4, 5 e 7. Os locais onde o veículo passará podem ser conferidos no site da Prefeitura do Recife. Para fazer o exame, não é necessário fazer agendamento, mas as mulheres precisam ser moradoras do Recife e devem ter entre 50 e 69 anos (faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde). É necessário levar documento de identificação, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovante de residência. O resultado do exame é entregue em até 20 dias na unidade de saúde onde o veículo ficou estacionado ou naquela mais próxima ao local da ação. Quem está fora da faixa etária dos 50 aos 69 anos e precisa fazer a mamografia deve procurar a unidade de saúde de referência para pegar um encaminhamento.  

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Síndrome de burnout é incluída na nova Classificação Internacional de Doenças

O aumento de jornadas exaustivas, imposição de metas abusivas, falta de reconhecimento e autonomia no ambiente de trabalho são algumas das possíveis causas de transtornos associados à atividade laboral, como a síndrome de burnout.                                     Ueliton Pereira A Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu a síndrome de burnout na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Definida como “estresse crônico”, a patologia está relacionada com o esgotamento laboral. A decisão da OMS ocorreu durante a assembleia mundial da organização, que ocorre desde 20 de maio, em Genebra. A inclusão oficialmente começa a valer em 2022 A lista é feita com base nas avaliações de especialistas de todo o mundo e utilizada para estabelecer tendências e estatísticas de saúde. Para o psicólogo da Holiste Psiquiatria, Ueliton Pereira, o aumento de jornadas exaustivas, imposição de metas abusivas, falta de reconhecimento e autonomia no ambiente de trabalho são algumas das possíveis causas de transtornos associados à atividade laboral, como a síndrome de burnout. O conceito mais usado para a patologia, segundo Ueliton, é um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, que resulta do acúmulo excessivo em situações de trabalho emocionalmente exigentes e principalmente estressantes, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. “A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Geralmente começa com uma crise de ansiedade ou pânico, para depois se desenrolar como a Burnout”, completa o psicólogo. Ele destaca ainda que a doença laboral se caracteriza quando os sintomas surgem decorrentes da rotina do trabalho e envolvem o ambiente e qualquer assunto referente à atividade. Os pacientes podem sentir crises de ansiedade e pânico no momento que têm que sair para ir trabalhar, ou o coração dispara quando fala do chefe ou de alguma situação que remete ao trabalho. “Quando o desânimo começa no final de semana, ao lembrar que no dia seguinte retomará a rotina e isso começa a aumentar a ponto de os sintomas começarem a um ou dois dias antes é um sinal. Muitos pacientes relatam que sonham, só falam no trabalho e sentem todos os incômodos possíveis, a ponto de começar a gerar faltas e outros. Cansaço excessivo – físico e mental, dor de cabeça frequente, alterações no apetite e no sono, dificuldades de concentração, sentimentos de fracasso e insegurança e negatividade constante são possíveis sintomas de adoecimento”, sublinha. A CID-11 também terá outras atualizações, uma delas relacionada à saúde sexual, que passa a abranger a incongruência de gênero, até então citadas na seção sobre enfermidades mentais. Já o transtorno provocado por jogos eletrônicos foi incluído no capítulo sobre dependências.

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Estudo aponta que Pilates diminui sintomas depressivos e ansiosos

Nos últimos anos, diversos estudos comprovaram os benefícios do Pilates para a saúde física. Mas, será que o Pilates também pode melhorar a saúde mental? A resposta é sim! Uma meta-análise, que acaba de ser publicada no jornal Complementary Therapies in Medicine, mostrou que os benefícios de praticar o Pilates se estendem para a saúde mental. Os pesquisadores revisaram oito estudos clínicos, realizados com pessoas que faziam Pilates e com grupos controles (que praticavam outras modalidades esportivas ou eram sedentárias). A conclusão, baseada nas evidências, foi que o Pilates melhora, de forma significativa, a depressão, com redução de até 81% dos sintomas depressivos. A ansiedade também entrou na conta, com redução de até 46% das manifestações ansiosas. O método ainda reduz a fadiga (cansaço), aumenta a energia e alivia o estresse. E tem mais: os benefícios funcionam em diferentes populações, como idosos, universitários e pessoas com doenças crônicas. Opinião da especialista Para a fisioterapeuta e especialista em Pilates, Walkíria Brunetti, não há dúvidas de que o Pilates trabalha o paciente de uma forma global, ou seja, atua tanto na saúde física como na mental. E isso hoje é fundamental. “O aumento da longevidade já é uma realidade, temos pessoas que vivem até 100 anos de idade, graças aos cuidados com a saúde física, sejam eles preventivos ou curativos, por meio de novas tecnologias, como medicamentos, exames, entre outros”, reflete Walkíria. “Por outro lado, quem padece para que vivamos mais tempo é a nossa saúde mental. Vivemos hiperconectados, trabalhamos mais do que deveríamos, usamos o celular o tempo todo e temos hoje altos índices de estresse por conta desta rotina. Portanto, não adianta apenas cuidar do físico, é imprescindível promover práticas que atuem na nossa saúde mental”, E isto já é uma forte tendência dentro das empresas, por exemplo. Recente pesquisa feita por uma rede de academias mostrou que a atividade física é o foco dos programas de qualidade de vida oferecidos pelas corporações, sendo o Pilates uma das atividades mais procuradas. A pesquisa apontou uma tendência de troca de práticas como a musculação, por exemplo, pelo Pilates. Por que o Pilates é um aliado do cérebro? Para Walkíria, há vários fatores que explicam os benefícios do Pilates para a saúde mental. “Um deles é a interação social, principalmente quando olhamos para a população idosa. O momento do Pilates é especial, pois obriga o idoso a ir até a clínica e lá ele acaba encontrando pessoas, conversa e se exercita. Estes fatores, aliados à liberação dos neurotransmissores, como a serotonina, acabam melhorando o bem-estar de uma forma geral”, reforça. Walkíria diz ainda que esta hipótese é válida também para pessoas com depressão, de uma forma geral, uma vez que o isolamento social pode agravar os sintomas depressivos. “Já para os estressados e ansiosos, a respiração profunda e diafragmática acaba causando um efeito muito relaxante, além do fato da necessidade de focar no momento presente durante os exercícios. Este aspecto do Pilates ajuda a desacelerar os pensamentos, se desligar do mundo, dos problemas e, como consequência, diminui o estresse e os sintomas ansiosos, explica a fisioterapeuta. Pilates para todos O estudo também apontou que por ser um método de baixo impacto, pode ser feito por pessoas com doenças que possuem contraindicações ou ainda com limitações para outras práticas, como musculação ou exercícios aeróbicos. “Neste grupo, além dos idosos, podemos citar gestantes, mulheres no pós-parto e pessoas com problemas mais graves na coluna. Lembrando que para estas populações é indicado o Pilates Studio, aplicado por um fisioterapeuta especialista no método”, encerra Walkíria.

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Projeto 60 dias promove saúde e qualidade de vida

Aline Aquino, 30 anos, Carlos André, 40, Ione Danielle, 30, e André Maia, 34 são os participantes da primeira edição do Projeto 60 Dias. Eles estão recebendo acompanhamento profissional para atingir metas para melhorar a qualidade de vida considerando quatro pilares: alimentação, atividade física, equilíbrio emocional e sono. O resultado desse desafio será revelado no evento CAM – Cidades Algomais Bem Estar, no dia 12 de dezembro, no Teatro RioMar. Perder peso, ganhar massa muscular, melhorar a alimentação, incluir atividades físicas na rotina… cada participante do desafio tem uma missão pessoal. Você pode conferir os detalhes desse projeto e o engajamento do nosso quarteto no perfil do instagram do Cidades Algomais (@cidadesalgomais). Os participantes estão recebendo acompanhamento da Clínica Cardoso & Ávila, com consulta médica, educador físico, nutricionista; montagem do plano de ação; acompanhamento quinzenal com cada um desses especialistas. Além disso receberão medicamentos necessários para o tratamento pela Livfarma e um treinamento na Bunker Crossfit durante 60 dias. O evento Cidades Algomais Bem-Estar irá trazer grandes especialistas para compartilhar e discutir cases sobre a vida saudável e tratar de temáticas como gestão do estresse nos centros urbanos, nutrição sustentável, atividade física, intervenções urbanas e impactos do sono na saúde. O CAM Bem Estar é realizado pela Revista Algomais e CBN, tem patrocínio da Tulasi e apoio da Luck Viagens, Riomar, Hotéis Pernambuco, Pharmapele e Globo. O projeto 60 dias tem apoio da Bunker Equilíbrio Crossfit, Clínica Cardoso & Ávila e da Livfarma. Para comprar ingressos para o evento, acesse o link: https://www.sympla.com.br/cam-bem-estar__378165

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Cuidados básicos para manter a saúde

Viver mais e melhor é um desejo de todos. O Boletim Cidades Algomais tem como objetivo colocar em pauta temas sobre saúde e bem-estar. O projeto CAM – Cidades Algomais, da Revista Algomais em parceria com a CBN, apresenta soluções inovadoras e transformadoras para os desafios dos grandes centros urbanos. Hoje iremos falar sobre bem-estar e longevidade. Para conversar sobre o assunto, estamos com o nutrólogo, Sávio Cardoso.  

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Doença do corredor afeta até 12% das pessoas que praticam o esporte

Praticar esportes é fundamental para manter a saúde em dia. Entretanto, dependendo do esporte praticado e da periodicidade, é possível desenvolver lesões relacionadas ao uso excessivo do sistema musculoesquelético. Pessoas que correm todos os dias e, principalmente, aquelas que correm longas distâncias, podem desenvolver a chamada síndrome do atrito da banda iliotibial, mais conhecida como ‘doença do corredor’. No grupo de risco também entram ciclistas e jogadores de futebol. Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, especialista em dor, RPG e Pilates, o trato iliotibial é uma estrutura complexa que parte dos quadris e vai até a parte inferior dos joelhos. “O trato iliotibial é formado pela união dos músculos glúteo máximo, médio e tensor da fáscia lata. Sua função é estabilizar os joelhos junto com o tendão femoropatelar lateral, que mantém a posiçao da patela. Sem isso, a patela se deslocaria para a parte interna do joelho”. “A doença do corredor é muito comum em pessoas que praticam corrida e pode afetar entre 10 a 12% deste público. A causa principal é o uso excessivo e repetitivo da estrutura, que leva a um quadro inflamatório. Os principais sintomas são dor na face externa dos joelhos que aparece durante a corrida. Quem treina em terrenos com subidas e descidas tem maior risco de apresentar o problema”, explica Walkiria. Outros riscos O overuse não é o único fator de risco. A anatomia individual também pode influenciar e levar à inflamação. Pessoas com encurtamento da musculatura da panturrilha, com pé chato (pé plano) apresentam mais risco. E para variar, a doença do corredor afeta mais mulheres que homens. Vale ressaltar que não é só a corrida que pode levar ao problema, já que a síndrome também atinge com frequência mulheres idosas e obesas. Elas sofrem mais Estudos sobre a biomecânica do corpo humano apontam que a maior prevalência da doença do corredor nas mulheres está ligada a uma maior relação entre a largura da pelve e o comprimento do fêmur nelas. “Essa característica do corpo feminino gera um maior movimento adutor do quadril e leva à sobrecarga da musculatura lateral para manter o equilíbrio da pelve. As mulheres, durante a corrida, apresentam maior atividade da musculatura adutora e maior grau de rotação interna do quadril, o que também leva à sobrecarga do trato iliotibial”, explica a especialista. Dor é o principal sintoma A dor do lado de fora do joelho é o principal sintoma. Segundo Walkiria, costuma surgir no início da corrida ou do esporte, obrigando a pessoa a parar a atividade. “Se a corrida for em declive, a dor pode ser ainda mais intensa. Dobrar o joelho também pode ser bem dolorido”. O papel da fisioterapia Após o diagnóstico feito pelo médico, o tratamento costuma ser conservador, com uso de medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia. “Na fase aguda usamos crioterapia (gelo) e aparelhos para diminuir a inflamação. Depois, é preciso fazer exercícios para fortalecimento muscular das pernas e liberação miofascial”, diz Walkiria. Já quando há problemas anatômicos, com uma perna mais curta que a outra ou pé plano, por exemplo, é recomendado o uso de palmilhas feitas sob encomenda. Walkiria chama a atenção para a necessidade de se afastar por um tempo da atividade que levou ao problema. “Dependendo da extensão da lesão, pode ser que ao retomar a corrida, a inflamação retorne. Assim, a pessoa deve encontrar uma nova modalidade esportiva para não sobrecarregar tanto essa estrutura, além de fazer repouso nos meses iniciais do tratamento”. “Correr é muito bom e traz diversos benefícios para a saúde. Entretanto, é necessário ter um bom condicionamento físico e fazer exercícios para fortalecer a musculatura envolvida, assim como para liberação miofascial. Essas duas estratégias podem ajudar a evitar a lesão do trato iliotibial, entre outras lesões”, recomenda Walkiria. Com um último conselho para os apaixonados por corridas, a dica é iniciar a atividade de forma gradativa até desenvolver o condicionamento físico adequado para as necessidades desta prática esportiva.

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Carboidratos são aliados ou inimigos das dietas?

Dietas com baixo teor de carboidratos, conhecidas como low carb, em inglês, ganharam popularidade por acelerar o emagrecimento e proporcionar vários benefícios à saúde, como prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo a nutricionista Joyce Moraes, coordenadora e professora de pós-graduação em nutrição clínica e funcional do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE), tais efeitos positivos se dão porque, a partir do momento que há grande redução de carboidratos na dieta, começamos a produzir corpos cetônicos. “Acontece que essas substâncias podem ter efeitos benéficos no nosso organismo. Por exemplo, reduzir bastante o teor de carboidrato para produção de corpos cetônicos pode ser uma estratégia interessante para tratamento da epilepsia”, detalha. Então, a estratégia low carb é a redução do carboidrato, porque já sabemos que alto índice de carboidrato está ligado a várias doenças cardiovasculares. Já a inclusão de lipídeos, como azeite e abacate, que são as chamadas “gorduras boas”, são ótimos, ao contrário do que se pensava antes. “Nós comemos muito carboidrato ao longo do dia. Até porque os alimentos fontes de carboidratos, como arroz, farinha, balas e biscoitos são mais baratos do que carnes e ovos. Mas, a partir do momento que reduzo esses carboidratos, tenho melhores níveis hormonais”, explica Joyce. Também segundo professora de nutrição do IDE, quanto mais carboidrato você come, maior será seu pico de insulina (de açúcar) no sangue, que resulta em vários efeitos deletérios, como acumulo de tecido adiposo. Por isso, os carboidratos têm que ser ingeridos em baixa proporção. Então, a estratégia low carb é a redução do carboidrato, “porque já sabemos, que alto índice da substância tem ligação com várias patologias e não só a questão da perda de peso”, conta a nutricionista. Inclusive, de acordo com a profissional, estudos recentes mostram que alto teor de carboidrato na dieta provoca mais doença cardiovascular do que alto teor de gorduras. “Reduzindo os carboidratos, é possível melhorar níveis hormonais. “Ou seja, hoje, a estratégia é indicada para emagrecimento, balancear os níveis hormonais e prevenir doenças cardiovasculares”, avalia a nutricionista. Alerta na redução drástica de carboidratos  Por outro lado, a redução drástica de carboidratos, que vai gerar alta produção de corpos cetônicos, pode fazer com que a pessoa entre num quadro chamado de acidose metabólica, podendo desencadear até parada cardiorrespiratória. “Outros efeitos ruins são cansaço, fadiga, perda de massa magra, dores de cabeça, mal estar e mal humor”. Logo, é tão importante a avaliação e acompanhamento de um nutricionista, que vai fazer avaliação de peso, idade, exames e para poder prescrever a “dose de carboidratos” individualizada e dieta adequada para cada um.  Outro alerta é para quem acha que fazer low carb é só comer pouco carboidrato. “Tem gente que come pouco carboidrato, mas o problema é a qualidade dele, que pode ser de alta carga glicêmica, ou seja, mesmo em pequenas quantidades vai ter efeito negativo. Não adianta comer pouco e o alimento ser de baixo teor nutritivo, artificial e industrializado. Muito me preocupa também quem acaba cortando frutas e verduras do cardápio, que são importantes fontes de nutrientes. Temos que ter noção que cada alimento tem seu valor e comportamento diferente no nosso organismo”, esclarece a professora de nutrição. Além disso, outras pessoas também que acreditam que fazer a dieta low carb é a solução, quando o problema é outro. “E não adianta reduzir tudo, ainda mais se o alimento for de alto teor nutritivo. É reduzir, principalmente, os carboidratos de alto índice glicêmico e industrializados. Assim, reforço a importância de procurar profissional de nutrição habilitado para orientar a gente”, conclui a coordenadora e professora do núcleo de pós-graduação nutrição do Instituto de Desenvolvimento Educacional Joyce Moraes. Informações sobre especializações na área de saúde: www.idecursos.com.br. 

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Cuidados simples ajudam a asma não estragar suas férias

Jornada de trabalho, organização doméstica, trabalhos da faculdade, a rotina multidisciplinar da criançada. A correria do dia a dia faz com que uma palavra não saia das nossas cabeças: férias. Mas quem tem asma, doença crônica que afeta as vias áreas e gera dificuldade de respiração1, precisa estar atento para aproveitar por completo os dias de descanso. Alguns cuidados simples podem evitar crises e garantir o aproveitamento deste período tão desejado. Cuidado com resfriados Evite mudanças bruscas de temperatura como, por exemplo, as alterações provocadas por ar condicionado, torna o corpo mais vulnerável a resfriados2 que, consequentemente, podem provocar sintomas de asma. Beba bastante água No inverno, temos a tendência a beber menos água. Porém, o funcionamento do aparelho respiratório sofre uma alteração que pode levar à desidratação por causa da baixa umidade do ar2. Beber bastante líquido por dia pode amenizar este quadro. Atenção às casas de temporada Certifique-se que a casa ou apartamento é arejado. Providencie uma limpeza prévia, com pano de chão úmido, e evite objetos que acumulam poeira, como tapetes, cortinas e carpetes3. Também é importante ter os ventiladores limpos e o ar condicionado com a manutenção em dia. Não esqueça os medicamentos de controle Você está de férias, sua asma não. Mantenha o uso dos medicamentos de controle conforme a prescrição do seu médico2. Providencie dosagens extras para sua mala de viagem, caso você não saiba se o medicamento é comercializado no seu local de destino, e leve sempre a receita médica com você.   Referências ABC DA SAÚDE. Asma, 2010. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/pneumologia/asma>. Acesso em: 17 jan. 2018. MINHA VIDA.Asma: sintomas, tratamentos e causas, 2013. Disponível em:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/asma. Acesso em: 17 jan. 2018. INSTITUTO DA CRIANÇA. Asma. Disponível em: <http://icr.usp.br/interna.aspx?portalid=@LDKRLUJ&areaid=EJGLNQQO&pagid=JQDGTMRQ&navid=-1&menuid=-1&AC=>. Acesso em: 17 jan. 2018.

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Isolamento provoca problemas de saúde nos idosos

O mês de julho é marcado pelo Dia dos Avós, momento que muitos se lembram como a sociedade desrespeita os direitos dos idosos, além das injustiças cometidas pelo Estado com essa população. Porém, uma grande parte das pessoas se esquece do desprezo e descaso cometido contra indivíduos nessa idade dentro da própria família. Um estudo feito no ano passado nos Estados Unidos comprovou que a solidão entre idosos possui uma ligação com um número maior de doenças crônicas. Conforme a pesquisa, o isolamento é capaz de elevar as chances de morte em até 14%. Isso ocorre porque, o estresse causado pela solidão pode levar a inflamações celulares que interferem no sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a doenças. Diante disso, a solidão na terceira idade chega a ser tão prejudicial quanto o tabagismo ou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Estima-se que esse sentimento aumenta em quase 30% os riscos de doenças coronarianas e acidentes vasculares. De acordo o psicólogo, com especialização em Neuropsicologia, Luciano Alves, seguindo a ideia do pensamento sistêmico os efeitos provocados na saúde, em virtude desse isolamento, são devastadores. “O isolamento social pode ter um impacto muito grande nos idosos, tanto psicológica, quanto fisicamente. A sensação de solidão afeta a saúde de diversas formas, podendo, por exemplo, aumentar o estresse, reduzir a autoestima ou contribuir para a depressão. E todos esses fatores influenciam na saúde física”, afirma ele, lembrando que também é importante compreender os aspectos hereditários, emocionais e transgeracionais das doenças para que se abra uma nova possibilidade de cura. “Existem diversas razões dentro do campo do pensamento sistêmico para explicar o motivo de muitas pessoas, apesar do grande avanço da medicina, não mostrarem reações positivas aos tratamentos convencionais. Através do estudo do sistema é possível perceber que existe uma ligação entre a doença, o comportamento do paciente e as dinâmicas familiares ocultas que podem impedir o caminho para a cura e a saúde”. De acordo com o pensamento sistêmico, sd doenças também podem ser vistas como processos que produzem cura, sobretudo para a nossa alma, além disso, alguns sintomas estão nitidamente relacionados a diversos acontecimentos e condições que provocaram nas pessoas a perda da vinculação com a família ou a insegurança percebida quanto a essa vinculação, ou ainda as dinâmicas de culpa ou de destinos trágicos na família que criam experiências de medo, insegurança e dor. “Um novo olhar para nossa saúde e o que significam realmente as doenças que nos assolam é mais do que necessário. A doença nunca age apenas sobre o doente, ela age sobre o doente e seu sistema familiar. Isso porque, todos nós estamos conectados aos nossos sistemas de referência, sejam eles nossas famílias, grupos, comunidades ou instituições às quais pertencemos. Muitas vezes, estes nossos vínculos ocorrem de forma disfuncional e somos influenciados no presente, com limitações, dificuldades, conflitos e até adoecimentos que chegam por ressonância pelas histórias de todos aqueles que nos antecederam em nossos sistemas familiares”, conclui.

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Aumenta em 46,7% o número de cirurgias bariátricas no Brasil

Um dos reflexos do crescimento da obesidade no Brasil é a busca – cada vez maior – por tratamentos para redução de peso. Neste cenário, o número de cirurgias bariátricas realizadas entre os anos de 2012 e 2017 aumentou 46,7%. De acordo com a mais recente pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) foram realizados 105.642 mil cirurgias no ano de 2017 no país, ou seja,  5,6% a mais do que em 2016, quando 100 mil pessoas fizeram o procedimento no setor privado. E os números são crescentes: em 2015 foram realizadas 93,5 mil cirurgias; em 2014, o número foi de 88 mil procedimentos; em 2013, 80 mil cirurgias e, em 2012, 72 mil cirurgias. Para a pesquisa foram utilizados dados do Sistema de Informações Hospitalares e Datasus.   Cirurgia pelo SUS Pelo SUS o número de cirurgias bariátricas disparou. Entre os anos de 2008 e 2017, o número de cirurgias bariátricas cresceu 215%. O crescimento anual médio é de 13,5%. “Em 2017 muitos brasileiros deixaram de ter planos de saúde, o que levou ao aumento da procura pelo Sistema Único de Saúde, principalmente nos estados do Paraná, com 47%; São Paulo, com 20,2%, Minas Gerais, 8.7% e Espírito Santo 6,8%”, conta o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Caetano Marchesini. Segundo ele, estes são os estados que mais realizam cirurgias bariátricas pelo SUS. “Juntos, eles fazem mais de 82% das cirurgias bariátricas pelo SUS no país”, informa Marchesini.   População elegível no Brasil A pesquisa realizada pela SBCBM também apontou que a população elegível a cirurgia bariátrica no Brasil é de 4,9 milhões de pessoas. Pessoas com diabetes mellitus Tipo 2 (DM2), com Índice de Massa Corporal entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2, e ausência de resposta ao tratamento clínico podem ter indicação para a cirurgia bariátrica. Já os pacientes com IMC maior que 35, com doenças associadas a obesidade ou acima de 40, considerada obesidade mórbida – também são elegíveis a cirurgia bariátrica. Para que se tenha ideia, em São Paulo 1.078 milhão de pessoas são elegíveis para fazer uma cirurgia bariátrica como forma de tratar a obesidade mórbida e doenças associadas. No Rio de Janeiro o número é de 448 mil pessoas, no Rio Grande do Sul são 295 mil.   No nordeste, Pernambuco é o estado com maior número de pessoas elegíveis a realizar a cirurgia bariátrica, totalizando 315 mil. O segundo estado em número de pessoas aptas a operar é a Bahia, com 283 mil pessoas, seguida do Ceará com 196 mil pessoas, Alagoas  com 106 mil pessoas , Paraíba 87 mil pessoas, Rio Grande do Norte 82 mil pessoas e Sergipe com 65 mil pessoas. A cirurgia realizada imediatamente após sua indicação contribui para a cura ou remissão de diversas doenças associadas à obesidade como, por exemplo, a hipertensão, problemas nas articulações, coluna e diabetes tipo2. Apenas no Brasil são gastos anualmente cerca de R$500 milhões pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar pacientes diagnosticados com Diabetes tipo 2 e doenças associadas, conforme estudo da Universidade de Brasília (UNB) e Ministério da Saúde. Obesidade no Brasil dispara De acordo com o presidente da  Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Caetano Marchesini a obesidade é uma realidade para 18,9% dos brasileiros. “Já o sobrepeso atinge mais da metade da população (54%). Entre os jovens, a obesidade aumentou 110% entre 2007 e 2017. Esse índice foi quase o dobro da média nas demais faixas etárias (60%)”, destaca o presidente da SBCBM, Caetano Marchesini. No mesmo período, o sobrepeso foi ampliado em 26,8%. Esse movimento foi maior também entre os mais jovens (56%), seguidos pelas faixas de 25 a 34 anos (33%), 35 a 44 anos (25%) e 65 anos ou mais (14%). Os dados foram divulgados no último dia 18 de junho e integram a mais recente Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde. Marchesini lembra que a o excesso de peso tornou-se a doença adquirida que mais preocupa os pesquisadores no mundo, se tornando uma questão de saúde pública. “O Brasil é considerado o segundo país do mundo em número de cirurgias bariátricas realizadas e as mulheres representam 76% dos pacientes”, reforça Caetano Marchesini.

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