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Recife Expo Center celebra um ano com impacto econômico e agenda movimentada

Equipamento consolida Recife como polo estratégico para o turismo de negócios e congressos médicos. Foto: Mayara Bastos O Recife Expo Center comemora, em agosto de 2025, seu primeiro ano de funcionamento com números que reforçam sua relevância para a economia de Pernambuco. Entre agosto de 2024 e agosto de 2025, o espaço sediou 160 eventos e recebeu 259 mil pessoas, movimentando R$ 647,5 milhões no turismo e gerando 4.300 empregos diretos e indiretos. A celebração da data reuniu colaboradores em uma confraternização, em reconhecimento ao papel de cada um na consolidação do centro como referência nacional. Com infraestrutura de padrão internacional, o Recife Expo Center integra o Complexo Porto Novo Recife, que reúne ainda marina, hotel e restaurantes. O equipamento dispõe de dez salas multifuncionais, auditório para 1.500 pessoas e pavilhão integrado de 4.100 m², suprindo a demanda por espaços modernos para feiras, congressos e eventos sociais. Não à toa, já se tornou palco de importantes encontros médicos e de negócios, além de garantir presença em feiras estratégicas como ABAV Expo, Festuris e WTM. A procura crescente confirma o potencial: a agenda de 2026 já está lotada em meses-chave. Para a diretora do Recife Expo Center, Tatiana Menezes, o resultado é reflexo da dedicação coletiva: “Chegar ao primeiro aniversário com resultados tão expressivos é uma conquista coletiva. Cada evento realizado, cada visitante recebido e cada negócio gerado mostram que o Recife Expo Center veio para transformar o cenário de eventos da nossa cidade. Além de nos preocuparmos em ter um equipamento moderno, eficiente e acessível, temos uma grande preocupação na prestação do serviço onde temos a missão de entregar uma verdadeira experiência tanto ao organizador quanto aos participantes em todos os eventos que acontecem no Recife Expo Center.” Frosty conquista destaque em Pernambuco com 4 unidades premiadas no iFood Super Restaurantes 2025 A Sorvetes Frosty, líder em gelados comestíveis no Nordeste, teve quatro de suas unidades em Pernambuco reconhecidas no Prêmio iFood de Super Restaurantes 2025. A premiação avalia o desempenho de estabelecimentos no delivery com base em critérios como avaliações positivas dos clientes, baixa taxa de cancelamentos e eficiência operacional. O resultado reforça a força da marca no estado, onde mantém presença consolidada e preferência entre os consumidores. Para Edgard Filipe, diretor executivo da Frosty, o reconhecimento celebra o trabalho das equipes locais. “Estar entre os vencedores dessa edição do prêmio reflete o comprometimento das equipes com a excelência e consistência no atendimento aos clientes, especialmente no delivery. Manter o selo por todo o período avaliado e conquistar a premiação é um indicador que reforça o nosso padrão de excelência em operação e atendimento”, destaca. Ao todo, 16 lojas da rede foram premiadas no evento. Urbanismo inteligente A tendência mundial de consumo vem apontando para um novo modelo de vida urbana, mais dinâmico, prático e integrado: os empreendimentos de uso misto. Neles, diferentes funções da cidade se encontram no mesmo espaço, reunindo moradia, comércio, serviços como educação e saúde, além de áreas corporativas. Esse formato busca responder às transformações do cotidiano e às necessidades de mobilidade, convivência e sustentabilidade que marcam o urbanismo contemporâneo. Em Pernambuco, essa é a aposta do Raízes, projeto da Rio Ave que pretende articular em um só empreendimento diferentes dimensões da vida urbana. A ideia é criar um espaço que dialogue com as demandas atuais, oferecendo uma experiência mais conectada e funcional para quem habita e circula pela cidade. Semana de Moda Sustentável movimenta o Sebrae com programação gratuita e brechó solidário Até o dia 22 de agosto, o Sebrae Pernambuco realiza a Semana de Moda Sustentável, na sede da instituição, no bairro da Ilha do Retiro, no Recife. O evento, aberto ao público e com acesso gratuito, oferece palestras, capacitações, desfiles e o Brechó Reciclô, que nesta edição reúne mais de 5 mil peças de roupas, calçados e acessórios a preços acessíveis, com parte da renda revertida para ações sociais na comunidade Caranguejo Tabaiares. A iniciativa busca incentivar a economia circular, o consumo consciente e a inovação no setor de moda, além de apoiar empreendedores que atuam com brechós e práticas sustentáveis. O Brechó Reciclô é um dos principais destaques da semana, oferecendo produtos para todos os públicos — masculino, feminino, infantil e até pets — com preços a partir de R$ 5. Entre as novidades, está um espaço com costureiras disponíveis para reparos de roupas, como ajustes de bainha e substituição de botões, garantindo praticidade aos compradores. Segundo Ricardo Arruda, analista de Sustentabilidade do Sebrae/PE, “a ideia do evento é trazer sempre uma abordagem mais reflexiva, promovendo a conscientização sobre o impacto ambiental da indústria da moda e apresentando alternativas sustentáveis, como a reutilização, a customização e a oportunidade de gerar renda com baixo custo e alto impacto”.

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Pernambuco em destaque no Encontro Nacional do Ecossistema Sinapro/Fenapro

Estado consolida relevância no mercado publicitário brasileiro ao alcançar 50 agências associadas e marcar presença em evento estratégico no Rio de Janeiro O Rio de Janeiro foi palco de um dos principais encontros da publicidade brasileira: o Encontro Nacional do Ecossistema Sinapro/Fenapro. Organizado pelo Sinapro Rio, o evento reuniu cerca de 40 lideranças de agências de todo o país para debater pautas fundamentais ao desenvolvimento do setor, como inteligência artificial, licitações públicas, interlocução parlamentar, monitoramento legislativo e análise de projetos de lei que podem impactar diretamente a atividade publicitária. A programação contou ainda com um bate-papo inspirador conduzido por Patrícia Cotton, especialista em inovação e liderança criativa, que destacou a importância da autenticidade, da imaginação e da confiança como elementos-chave para impulsionar a inovação no setor criativo. Entre os participantes, Pernambuco teve papel de destaque por meio do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado (Sinapro-PE), que alcançou a marca histórica de 50 agências associadas, consolidando-se como uma das entidades mais fortes do país. Para a presidente da instituição, Lelê Carvalho, o momento reafirma o protagonismo pernambucano: “Esse encontro mostra a força da nossa atividade e a importância de Pernambuco nesse cenário. Chegar a 50 agências associadas é um marco histórico que demonstra a vitalidade do nosso mercado e como a publicidade é essencial não só para marcas e consumidores, mas também para a movimentação da economia como um todo”, destacou. O presidente da Fenapro, Daniel Queiroz, também reforçou a relevância do encontro para o futuro da atividade no Brasil. “A publicidade tem um papel decisivo na economia brasileira, impulsionando setores, gerando empregos e fortalecendo o consumo. Nossa missão é garantir que esse ecossistema continue saudável, inovador e preparado para os desafios que estão por vir”, afirmou. O encontro reforçou a importância do trabalho conjunto entre os sindicatos estaduais e a Fenapro, buscando sempre fortalecer o mercado, proteger interesses do setor e projetar a publicidade brasileira em um cenário cada vez mais competitivo.

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Pernambuco atrai R$ 364 milhões em novos investimentos com incentivos fiscais

Programas Prodepe e Proind viabilizam chegada de 44 novos projetos ao Estado, com foco no interior e geração de 492 empregos O Governo de Pernambuco anunciou, nesta quarta-feira (30), a chegada de R$ 364,2 milhões em novos investimentos ao Estado por meio de incentivos fiscais dos programas Prodepe e Proind. Ao todo, 44 projetos — entre indústrias, centrais de distribuição e importadores atacadistas — foram aprovados na 132ª reunião do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic). Os empreendimentos devem gerar 492 novos postos de trabalho, dos quais 66% estão concentrados no interior. Vitória de Santo Antão se destaca com Mondelez Do montante total, R$ 342,5 milhões — o equivalente a 94% — serão direcionados para cidades do interior, com destaque para Vitória de Santo Antão. No município, a gigante Mondelez lidera os aportes com um investimento de R$ 111,3 milhões e a expectativa de criar 160 vagas diretas. “O que estamos vendo é o resultado de uma política de desenvolvimento que alia responsabilidade fiscal com estímulo ao setor produtivo”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti. Importação e distribuição aquecem a economia Além das indústrias, o Condic também aprovou nove projetos de importadores atacadistas e 17 centrais de distribuição. As importações previstas somam R$ 60,6 milhões ao ano, com recolhimento estimado de R$ 8,2 milhões em ICMS. Já as centrais de distribuição devem movimentar R$ 1,4 bilhão entre compras e transferências, gerando R$ 114,4 milhões em tributos para os cofres estaduais. 2025 já soma quase R$ 1 bilhão em investimentos Segundo a presidente da Adepe, Ana Luiza Ferreira, o ciclo de 2025 já acumula R$ 915,2 milhões em investimentos e 1.839 empregos gerados nos três primeiros anúncios do ano. “É muito significativo ver a grande parte destes investimentos aqui anunciados seguindo para o interior. Isso reafirma nosso compromisso com um desenvolvimento que alcança diversos territórios”, afirmou. Outros dois anúncios de investimentos estão previstos até o fim do ano.

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Expansão do Novo Atacarejo movimenta o mercado de trabalho no Agreste de Pernambuco

Rede varejista abre 510 vagas entre Toritama e Garanhuns, reforçando liderança no setor atacadista do Nordeste A rede Novo Atacarejo segue acelerando seu plano de expansão e acaba de inaugurar sua primeira loja de 2025 em Toritama, no Agreste de Pernambuco. A unidade, com 3.780 m² de área de vendas e mais de 9 mil itens disponíveis, gerou 300 empregos diretos e marca a 36ª loja da bandeira em operação entre Pernambuco e Paraíba. “Com estudos de mercado, percebemos a necessidade de pequenos estabelecimentos para se abastecerem no interior. Como também para atender famílias e pessoas empreendedoras que transformam alimentos para gerar renda”, destacou o CEO do grupo, Daniel Costa. A loja de Toritama oferece uma estrutura completa com estacionamento para 250 veículos, 20 caixas e serviços como açougue, padaria, hortifrúti e lanchonete. Localizada na Rua Vereador Otacílio Benedito da Silva, em Oncinhas, a loja funciona de segunda a sábado, das 7h às 21h, e aos domingos e feriados, das 7h às 18h. Loja de Garanhuns abre 210 vagas Além da nova loja em Toritama, o Novo Atacarejo anunciou a abertura de 210 vagas de emprego para a futura unidade em Garanhuns, também no Agreste. O processo seletivo, com apoio da Prefeitura e por meio da plataforma Talentos Garanhuns, ocorre de 4 a 25 de agosto. As oportunidades contemplam cargos operacionais, técnicos e de liderança, com inclusão de pessoas com deficiência. A nova loja integrará um plano de expansão que prevê outras quatro inaugurações ainda este ano em Pernambuco, consolidando a presença da marca em mais de 27 cidades. Rede varejista entre as maiores do país Fundado em 2019, o Novo Atacarejo é hoje a segunda maior rede do setor no Nordeste e figura entre os 20 maiores grupos varejistas do país, segundo a Abaas. Somente em 2024, a empresa inaugurou sete unidades e mantém mais de 8,7 mil empregos diretos. Com forte atuação regional e crescimento consistente, a marca se destaca no setor, com impacto positivo na geração de empregos no interior do estado. Serviço – Loja Toritama📍 Endereço: Rua Vereador Otacílio Benedito da Silva, 253, Lote Monte Verde I, Oncinhas, Toritama (PE)🕒 Horário: Seg. a sáb., 7h às 21h | Dom. e feriados, 7h às 18h📞 Televendas: (81) 97500-6153 / (81) 98372-3283📲 Ofertas: WhatsApp (81) 99750-07303 Serviço – Loja Garanhuns (em implantação)📝 Inscrições: novoatacarejo.jobs.recrut.ai ou talentosgaranhuns.com.br📅 Período de seleção: 4 a 25 de agosto🔗 Mais informações: novoatacarejo.com

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Indústria de Pernambuco ganha força e ocupa 2º lugar no Nordeste em valor da transformação

Fabricação de veículos lidera em receita, mas alimentos seguem como principal empregador no setor industrial do estado. Foto: Stellantis A Pesquisa Industrial Anual – Empresa (PIA-Empresa) do IBGE revelou que, em 2023, Pernambuco contava com 5.649 empresas industriais com cinco ou mais ocupados, empregando um total de 208.711 pessoas. A indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias se destacou na geração de receita, com 23,07% da receita líquida de vendas, enquanto a indústria de produtos alimentícios manteve a liderança em geração de empregos, com 34,69% das vagas no setor. Ao longo da última década, o número de trabalhadores na indústria pernambucana caiu 11,46%, o que representa uma redução de 27 mil postos de trabalho. No entanto, houve reação nos últimos anos: entre 2020 e 2023, o contingente de empregados aumentou 9,5%, refletindo a retomada da atividade após os impactos da pandemia. Segundo o gerente de Análise Estrutural do IBGE, Marcelo Miranda, “a Pesquisa Industrial Anual busca retratar as características estruturais do segmento empresarial da atividade industrial no país, que são informações relevantes para a análise e o planejamento econômico das empresas do setor privado e dos diferentes níveis de governo”. No ranking nordestino do Valor da Transformação Industrial (VTI), Pernambuco aparece em segundo lugar (22,7%), atrás apenas da Bahia (33,4%), que perdeu participação nos últimos anos. Desde 2014, Pernambuco ganhou 5,5 pontos percentuais, impulsionado pelo fortalecimento da indústria de petróleo, ao contrário da Bahia, onde esse segmento perdeu relevância. O Ceará ocupa a terceira posição no ranking da região, com 17,1%. As empresas industriais de Pernambuco geraram R$ 136,3 bilhões em receita líquida de vendas em 2023, sendo R$ 126,8 bilhões oriundos das indústrias de transformação e R$ 512 milhões das extrativas. Juntas, essas empresas desembolsaram cerca de R$ 8 milhões em salários, retiradas e remunerações. A pesquisa é uma ferramenta para compreender o desempenho do setor industrial no estado e subsidiar estratégias de desenvolvimento econômico.

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Pernambuco lidera crescimento nacional do setor de serviços em abril, aponta IBGE

Estado registrou alta de 5,3% no volume de serviços, o melhor desempenho entre todas as unidades da federação e um sinal de recuperação após queda no mês anterior Pernambuco teve o maior crescimento no volume de serviços do país em abril de 2025, com uma alta de 5,3% em relação a março, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE. O desempenho marca uma retomada significativa após a retração de 3% registrada no mês anterior e supera o resultado de abril de 2024, quando a variação foi de apenas 0,1%. Esse crescimento coloca o estado na sétima melhor posição de sua série histórica desde 2011 e o aproxima dos níveis anteriores à pandemia, ficando atrás apenas do patamar de agosto de 2018 (6,7%). O desempenho positivo foi puxado, principalmente, pelas atividades de transportes, setor que também influenciou o crescimento nacional, que foi mais modesto (0,2%). “Em abril, o resultado positivo do setor de serviços no Brasil se junta aos aumentos observados nos meses de fevereiro e março, acumulando alta de 1,5% nos últimos três meses. A trajetória recente do setor é impactada principalmente por uma melhora observada no setor de transportes, bem como um maior dinamismo dos serviços de tecnologia da informação e serviços técnico-profissionais”, destaca o analista da pesquisa, Luiz Almeida. Além de Pernambuco, outros estados como Roraima (3,7%), Amazonas (3%) e Mato Grosso (2,8%) também apresentaram crescimento expressivo. No entanto, estados como Rio de Janeiro (-3,2%), Bahia (-2,4%) e Goiás (-3,2%) tiveram quedas relevantes no período. No segmento turístico, Pernambuco também avançou 2,6%, consolidando a melhor variação mensal desde novembro de 2024. De acordo com o IBGE, o crescimento das atividades turísticas foi impulsionado pelo aumento no transporte aéreo e rodoviário de passageiros, refletindo positivamente em receitas de hotéis e empresas de reservas. A próxima divulgação da PMS, com os dados de maio de 2025, está prevista para o dia 11 de julho.

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CONFEITARIA

Confeitaria cada vez mais valorizada

*Por Tânia Bastos O mercado de confeitaria no Brasil, que representa 60% do setor na América Latina, tem se consolidado como um dos segmentos mais relevantes da indústria alimentícia, tanto em termos culturais quanto econômicos. Até 2029, espera-se um crescimento anual de 3,97%. Além disso, um faturamento de R$ 12 bilhões por ano, segundo a pesquisa “Consumo Equilibrado”.  Sabemos da paixão do brasileiro pelo chocolate, que continua sendo campeão de audiência quando o assunto é sobremesa. Mas, além disso, o setor está atento a um interesse cada vez maior do público por produtos e serviços inovadores e de qualidade, ingredientes diferenciados e consumo prático. Por isso, a realização da 1ª Feira de Confeitaria Senac representa uma importante oportunidade para os profissionais e amantes da área, aprofundando nossas raízes locais, gerando conhecimento e tendências. Tudo isso alinhado ao comprometimento do Senac Pernambuco com a formação de excelência e a sua capacidade de transformar a vida do pernambucano por meio da profissionalização. Em 2024, a instituição registrou cerca de 35 mil matrículas em cursos de formação inicial e continuada. A 1ª Feira de Confeitaria Senac acontece entre os dias 11 e 13 de junho, no Centro de Convenções de Pernambuco, e vai oferecer workshops práticos e palestras diversas, além de reunir nomes de destaque da confeitaria nacional e local, como a confeiteira e empreendedora Carole Crema, a cake designer Cecília Chaves, a empresária Mara Cakes e o chef Diego Lozano. Os temas abordados refletem a preocupação com o que está sendo procurado atualmente pelos profissionais desse segmento, como cursos sobre técnicas de empratamento na confeitaria inclusiva, confeitaria clássica francesa com ingredientes locais, modelagem 3D até preparações para desenvolver a criatividade e lições para quem quer lucrar na área.   O evento também vai destacar novos talentos através do concurso de bolos artísticos, com o objetivo de valorizar a confeitaria pernambucana. E ainda há espaço para a solidariedade, pois todos os alimentos arrecadados na entrada serão doados ao Banco de Alimentos do Sesc. Essa iniciativa ratifica a força da confeitaria em Pernambuco e celebra o esforço e a missão do Senac Pernambuco de educar para o trabalho e fortalecer o setor de comércio de bens, serviços e turismo. *Tânia Bastos é confeiteira e instrutora do Senac Pernambuco

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Inauguracao do Mercado Barra Branca JOELMA SILVA GECOM PMB

Mercado Barra Branca é inaugurado em Bezerros como novo polo de cultura e gastronomia

Espaço impulsiona turismo gastronômico, economia criativa e valoriza a identidade cultural da Capital Pernambucana dos Bolos e Doces. Foto: Joelma Silva A cidade de Bezerros, no Agreste de Pernambuco, ganhou neste mês de junho um novo equipamento voltado para cultura, lazer e empreendedorismo: o Mercado Gastronômico Barra Branca. O espaço foi inaugurado pela vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, e pela prefeita Lucielle Laurentino no prédio do antigo Mercado de Cereais Manuel José da Silva (Manuel Galego). A iniciativa une sabores da culinária regional, manifestações culturais e estímulo à economia local em mais de 400 metros quadrados de área requalificada. Com um investimento superior a R$ 970 mil do Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), e parceria com a Prefeitura de Bezerros, o Mercado Barra Branca é um símbolo de valorização das tradições bezerrenses e do fortalecimento do turismo gastronômico no interior do estado. O local conta com palco para apresentações culturais, oito quiosques com mezanino, sanitários acessíveis e um ambiente pensado para promover experiências sensoriais ligadas à memória e à identidade da cidade. “O nosso Mercado Barra Branca é mais que um prédio reformado, pois entregamos um monumento vivo à história, aos sabores e às memórias do povo bezerrense. Cada parede carrega a tradição de gerações que fizeram do mercado um centro de comércio, cultura e afeto. E agora, ele ressurge ainda mais forte, pronto para continuar contando a linda história da nossa gente. E que alegria imensa poder fazer essa entrega ao lado da nossa vice-governadora Priscila Krause, dos amigos e deputados Mendonça Filho e Joãozinho Tenório, mas principalmente ao lado do povo bezerrense, que nos faz celebrar um marco tão especial para nossa cidade. Bezerros segue avançando com respeito ao passado e olhos no futuro”, destacou a prefeita Lucielle Laurentino. Os empreendimentos presentes no espaço incluem estabelecimentos como Seu Cornélio Pastéis, Boteco do Badé, Se Achegue Comedoria, Empório Norte Bolos, Lá em Casa Bar e Restaurante, Bodega de Véio e Paguete Churrascaria. O cardápio diversificado atende desde quem procura um lanche rápido até os amantes da culinária afetiva e regional, ampliando as possibilidades de consumo e lazer para moradores e turistas. O nome do mercado presta homenagem ao tradicional Bolo Barra Branca, símbolo da culinária bezerrense. Localizado no coração da feira livre, o equipamento busca reforçar a identidade cultural da cidade e gerar novas oportunidades de emprego e renda. O Mercado Barra Branca funciona às sextas e sábados, das 10h às 21h, e aos domingos e segundas, das 10h às 20h. ServiçoMercado Gastronômico Barra BrancaLocal: Centro de Bezerros – antigo Mercado de Cereais Manuel GalegoFuncionamento: sextas e sábados, das 10h às 21h; domingos e segundas, das 10h às 20h.

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“A filosofia que nos guia é investir nas pessoas, nos profissionais e no próprio negócio”

Marta Gama, Ranulfo Queiroz e Roberta Queiroz: Família empresária conta sua trajetória de sucesso ao atuar em setores tão diferentes como o agro e a revenda de automóveis. O ponto em comum na gestão das empresas é o nível de inovação tecnológica, seja nas técnicas de cultivo nas fazendas, seja por comercializarem veículos com alto grau de tecnologia embarcada. Uma família empresária que atua com êxito em duas áreas muito distintas: o setor agrícola e o de revenda de automóveis de luxo. Talvez o segredo desse sucesso seja a capacidade de ser versátil e de não temer as mudanças, quando são necessárias. O patriarca, José Ranulfo Queiroz, vem de uma estirpe de mais de 100 anos de atuação no tradicional setor de cana-de açúcar, com a Usina Salgado, próximo a Porto de Galinhas. Mas quando percebeu que a mão de obra ficou escassa com a ascensão de Suape, do turismo e do movimento imobiliário, arrendou as terras e foi ser um dos pioneiros a cultivar no Oeste da Bahia, numa sociedade com os cunhados. Ao mesmo tempo não se furtou a pegar a oportunidade surgida de entrar numa sociedade para revenda de automóveis Land Rover e Jaguar. O negócio cresceu, teve unidades em outros estados, mas quando observou que estava dispersando energia em muitas atividades, se desfez das concessionárias e ficou apenas com a Rota Premium, hoje revendedora da Volvo. Seus três filhos também entraram no negócio e mantêm a herança da inovação. Marta Gama é responsável pela parte comercial da revenda Volvo, Roberta Queiroz, pela área financeira da concessionária e das empresas agropecuárias. E Paula Queiroz, faz o marketing, além do filho Marcelo, que também atua nas empresas. Durante a pandemia, que proporcionou um período de reflexão, surge uma nova mudança: José Ranulfo e as filhas decidiram dissolver a parceria com os tios/cunhados nas fazendas, já que eles também tinham filhos e a sociedade começou a crescer muito. Hoje, a família exporta soja e algodão, cultivados no Oeste baiano, onde também plantam milho para produzir etanol.  Na Paraíba eles contam com uma fazenda de coco, mesma cultura que produzem numa outra fazenda no Rio Grande do Norte, onde também plantam cana, além de manterem a Rota Premium no Recife.  Nesta entrevista a Cláudia Santos, José Ranulfo e as filhas, Marta e Roberta, falam da gestão das empresas, dos investimentos em inovação e contam como conseguiram diversificar os negócios com bons resultados.  Além do mercado automobilístico, vocês atuam no agrícola. Como foi a trajetória das empresas da família? José Ranulfo – Minha família tem mais de 100 anos na área de cana-de-açúcar. Em Pernambuco, no ramo agrícola, temos a Usina Salgado, em Ipojuca, próximo a Nossa Senhora do Ó e Porto de Galinhas, que resolvemos fechar, mas arrendamos as terras a outras usinas. Em função do projeto do Suape e das atividades do turismo e imobiliária, que passaram a ficar muito fortes na região, a mão de obra ficou escassa para o serviço na agricultura. Eu ainda trabalho no agronegócio. Hoje, no Rio Grande do Norte, temos uma área de 5.500 hectares onde planto e beneficio cana para duas usinas, além de plantar coco.  Na Paraíba, também temos plantio e fornecimento de coco. Produzimos 700 toneladas por ano.  No Oeste da Bahia, trabalhamos com soja, algodão e vamos começar a produzir milho. Na Bahia, temos uma área grande, de 16 mil hectares. Há três anos, compramos outra fazenda lá e estamos ampliando. Esta da Bahia é uma empresa que criei, mas que não é mais minha, é das minhas filhas.  E o que o levou a empreender no Oeste da Bahia? José Ranulfo – Eu sou agrônomo. O que me levou para lá foi um projeto de muitos anos atrás chamado Proálcool. Eu tinha a ideia de produzir álcool lá. Mas alguns tentaram e não deram certo, não havia mão de obra. Quando fui para lá, em 1984, havia muitos gaúchos que foram arriscar plantar soja. Quando saí da cana e fui para lá, não entendia direito dessa cultura de soja, os gaúchos entendiam mais do que eu. Então, a gente se juntava e colaborávamos uns com os outros.  O gaúcho que plantava melhor tirava 30 sacos por hectare. Fizemos um grupo e criamos um projeto chamado Soja 100, “vamos tirar 100 sacos”. É difícil? É. É impossível? Não sei. Na verdade, na vida a gente tem que ter uma meta. Mas, agora, com irrigação, é possível tirar esses 100 sacos. A gente agora vai partir para os projetos de irrigação lá. É uma região que tem muita água. Tem o maior aquífero do Nordeste do Brasil. Um poço na região pode oferecer 500 mil litros por hora. Meus cunhados eram meus sócios nesses negócios, mas fizemos uma cisão na época da pandemia. A pandemia nos fez pensar em algumas coisas. Eles também já tinham filhos e achamos melhor fazer a cisão. Aí, fiquei só com meus filhos e o Rodrigo, marido de Marta, que trabalha com a gente também, de três anos para cá.  Como entrou no ramo de concessionária de automóveis? José Ranulfo – No mercado de venda de automóveis, entramos em 1994. Na época, um amigo meu queria montar uma revenda Land Rover, mas não tinha todo o capital necessário. Então, entrei com 50%, ele entrou com 30% e uma outra pessoa do Rio de Janeiro, com 20%. Abrimos a Rota Premium. Em seguida, comprei esses 20%, porque esse sócio teve dificuldades. No início, não era um negócio rentável, eram aqueles carros quadrados, pesados. Era um mercado muito restrito.  Depois, a Land Rover passou a fazer carros de luxo, Discovery, Freelander, o que fez o mercado crescer muito. As marcas Jaguar, Land Rover e Volvo eram da Ford. Então, a fábrica da montadora na Bahia nos procurou e, como já tínhamos uma concessionária em Barreiras, abrimos outra em Salvador. Depois, abri em João Pessoa. O negócio de concessionárias foi ficando muito grande, muito espalhado e resolvi diminuir. Então, vendi minha operação Land Rover dos três estados

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“O Centro do Recife precisa ser um novo bairro para o seu comércio prosperar”

A CDL Recife chega aos 65 anos de atividade, reconhecida pelas ações na operação do SPC (Sistema de Proteção ao Crédito) e pela defesa da revitalização do Centro da cidade. O presidente, Fred Leal, e o diretor institucional da organização, Paulo Monteiro, falam da história da entidade e das conquistas e desafios para restaurar o movimento da região central e impulsionar o varejo local. A CDL Recife (Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife) comemora 65 anos e seu presidente, Frederico Leal, e o diretor institucional, Paulo Monteiro, fazem um balanço sobre a atuação da entidade nesta conversa com Cláudia Santos. Conhecida por seu pioneirismo, foi a primeira CDL do País a criar um sistema centralizado do SPC. Ao longo dos anos, a organização também tem uma atuação constante em prol da revitalização do Centro da cidade.  Ambos os assuntos são tratados na entrevista pelos dois empresários que defendem transformações estruturais na área central do Recife, como o incentivo à moradia, instalação de serviços, recuperação urbana das áreas e segurança para que o varejo volte a ser pujante na região. A ideia baseia-se também no conceito da “cidade de 15 minutos”, em que moradores tenham acesso a serviços, comércio, cultura e lazer, a uma distância máxima de 15 minutos a pé ou de bicicleta.   Que balanço vocês fazem dos 65 anos da CDL Recife? Fred Leal – O balanço é muito bom. Hoje são quase duas mil CDLs em todo o Brasil e a do Recife foi uma das primeiras que surgiram. Sempre tivemos grande atuação, principalmente na relação com os poderes institucionais, federais, estaduais e municipais, logicamente mais fortemente na instância municipal. Em relação aos 65 anos, é importante frisar a questão da credibilidade da CDL Recife enquanto uma instituição apolítica. Tivemos, pelo menos, 40 anos de relações com o poder público independentemente do partido que estivesse no poder. Ou seja, o partido da CDL é o lojista, é a cidade do Recife. A grande preocupação nossa não é somente com o comércio mas, também, com a cidade como um todo, pois se o cidadão recifense está bem, se tem sensação de segurança, vai comprar com mais tranquilidade e isso, consequentemente, favorece o comércio.  A ascensão da CDL Recife se deu a partir do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) que começou no Rio Grande do Sul e, depois, chegou ao Recife, mas temos orgulho de dizer que foi aqui que virou a chave para o SPC Brasil. Antes, cada cidade tinha seu sistema de SPC. Nós fomos o primeiro que interligou os dados de todas as cidades de Pernambuco e unificou no CDL Recife sendo os primeiros a migrar para o processamento central do SPC Brasil. Qual a importância do Serviço de Proteção ao Crédito para o desenvolvimento da CDL e do comércio brasileiro? Paulo Monteiro – Antigamente, a forma de saber se um consumidor pagava bem era ligando para outra empresa onde a pessoa comprava e perguntar: “fulano é bom pagador?” Não havia um banco de dados. Um dos fatores mais importantes para o crescimento de qualquer atividade de compra e venda, no Brasil, é o crédito. Ele é o grande impulsionador em todos os setores no mundo todo. A importância maior do SPC é que alguém chegou e disse: “vamos criar um sistema de ficha, para anotar: ‘fulano’ é bom pagador’”.  Diferente de outros países europeus, no Brasil vende-se muito de forma parcelada. O SPC entrou com muita força e, antigamente, era um sistema para cada estado. Então, há 20 anos, começamos a centralizar e hoje o SPC Brasil é uma empresa nacional (a CDL Recife é cotista dessa empresa), que faz mais de 400 milhões de consultas por ano. Somos um dos maiores bancos de dados de consumo da América Latina.  Por isso temos um convênio com a Serasa, que não é concorrente, na realidade é uma parceira. Hoje há cinco bancos de dados no Brasil, nós somos um deles. Esse negócio é regulamentado pelo Banco Central, são necessárias algumas premissas para existir um banco de dados, não é qualquer um que pode ser porque é necessária uma confiabilidade técnica.  Nós tínhamos três grandes linhas de atuação: a de negócio, a institucional e a linha social. A linha social era a Fundação de Amparo ao Menor, fundada há 30 anos para tirar os meninos da rua, foi evoluindo e hoje extinguiu-se.  Ainda temos algumas ações sociais, mas ficamos mais com o institucional e com o negócio, pois a CDL é um birô de crédito que faz consulta, faz a garantia de cheque, enfim, uma série de outras coisas, inerentes ao negócio da CDL. Mas vale ressaltar a importância da CDL, nesses 65 anos, em questões como a revitalização do Centro do Recife.  Como tem sido a participação da CDL Recife na revitalização do Centro?  Fred Leal – Começou com o projeto Reviver Recife Centro da CDL, que surgiu para promover a revitalização e a recuperação da região central da cidade. Mas, antes desse projeto, o então prefeito Gilberto Marques Paulo queria fechar a Rua da Imperatriz. Os lojistas queriam tirar os camelôs da Rua Nova, da Imperatriz e da Duque de Caxias. Nós nos reunimos com os lojistas e montamos uma operação com o secretário na época e dissemos: “vocês vão ter que passar quatro dias com as lojas fechadas”. Montamos um esquema, instalamos grades, ajeitamos a rua. Depois, esse projeto começou a ser implementado, passando máquinas, trocando pedra portuguesa por tijolo intertravado e evoluiu.  A partir daí, começamos a fazer uma série de ações, e quem deu o apoio muito grande foi João Paulo, como prefeito, depois veio o João da Costa, que foi um desastre, em seguida, Geraldo Júlio, foi um bom prefeito, mas não deu aquele apoio que queríamos. Porque, na realidade, não é só tirar camelôs e pedras, era preciso dar continuidade em outros processos, ter alguém ou um órgão que cuide do Centro, que olhe a região 24 horas. Assim, no fim do primeiro ano de mandato de João Campos,

“O Centro do Recife precisa ser um novo bairro para o seu comércio prosperar” Read More »