recife

PCR avança no ordenamento do bairro de São José e apresenta novo plano de mobilidade

O pedestre vai ganhar 1.870 m² de livre circulação no Bairro de São José, em uma área antes tomada pelo comércio informal e por veículos. A iniciativa da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano (Semoc), em parceria com a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) e com a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), é parte do plano ordenamento da gestão municipal para o bairro de São José. A partir desta quinta-feira (10) as laterais Leste (a partir da Rua Padre Muniz até a Rua do Porão) e Sul (a partir da Rua José do Ribamar até a Rua Padre Muniz) do Mercado de São José serão pedestrianizadas, para garantir uma mobilidade segura e o uso do espaço público pelos pedestres. As vagas de Zona Azul já existentes nas laterais Oeste e Norte serão preservadas. As novidades foram apresentadas em uma coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (9). O projeto da CTTU prevê a implantação de faixas de pedestres elevadas, duas delas nas áreas que serão pedestrianizadas, para facilitar a travessia das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, e duas nas áreas com circulação de veículos. Além disso, outras cinco faixas de pedestres serão implantadas no entorno e cinco refúgios também serão colocados, para diminuir o espaço de travessia e garantir mais segurança aos transeuntes. Além disso, serão implantadas duas vagas de estacionamento para ônibus de turismo na lateral Norte do Mercado de São José. Ao todo, serão 25 vagas de Zona Azul preservadas nas laterais Oeste e Norte da Praça Dom Vital, incluindo vagas de carga e descarga. Para o secretário de Mobilidade e Controle Urbano do Recife, João Braga, a devolução do espaço para as pessoas era uma vontade antiga. “É uma grande alegria darmos mais esse passo para a melhoria do ordenamento de toda aquela área. Os turistas, os recifenses e os comerciantes comemoram junto conosco, pois esse era um desejo de todos”, comenta. As obras para recuperação do pavimento original, drenagem e implantação de travessias elevadas ficarão a cargo da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) e têm o prazo estimado até dezembro deste ano. O investimento será de R$ 743.745,28 e as intervenções vão beneficiar uma área total de 2.226,10 m². A requalificação será possível graças ao ordenamento do comércio informal do entorno do Mercado de São José, realizada pela Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano (Semoc). Os comerciantes foram realocados em um espaço melhor e mais propício para a execução de suas atividades. Dessa forma, tanto os comerciantes quanto os demais usuários e frequentadores do mercado e adjacências serão beneficiados com as ações da gestão municipal. A pavimentação está sendo recuperada com a retirada do asfalto que cobre o piso original em paralelepípedos e os diversos tipos de piso provenientes das barracas que foram retiradas. A ação irá beneficiar as ruas que contornam o mercado e a Praça Dom Vital, vias que são continuação das ruas das Calçadas, Praia, Padre Muniz e do Porão, além da Travessa do Mercado. A drenagem será avaliada para identificar os problemas existentes, como abatimentos da rede e ligações clandestinas de esgoto, e para que seja restaurada. A iluminação também está sendo modernizada com a substituição das antigas lâmpadas por luminárias em LED. Além disso, a Prefeitura do Recife finalizou, em setembro, a revitalização da Praça Dom Vital, que fica em frente à Basílica da Penha. Os serviços, também feitos pela Emlurb, compreendem a recomposição da acessibilidade da praça, que conta com cinco rampas no local, paisagismo (recomposição de alegrete e colocação de grama); recuperação de todo o piso e dos 14 bancos; melhorias na iluminação; pintura geral; e recuperação do monumento de Dom Vital e da estátua de Liêdo Maranhão. A obra terá um custo de R$ 62 mil. A diretora de Manutenção Urbana da Emlurb, Marília Dantas, afirma que “a Emlurb está trabalhando para recuperar toda a área do entorno do Mercado de São José, uma vez que com a realocação do comércio informal foi possível identificar os problemas no pavimento e na drenagem da área. Já iniciamos também a requalificação da iluminação substituindo as luminárias por lâmpadas em LED, além de termos reformado a Praça Dom Vital, o que já trouxe uma nova vida ao local.” ORDENAMENTO DO BAIRRO – Foram construídos três novos equipamentos para abrigar os comerciantes que ficavam nas ruas de todo o bairro de São José: o Centro de Comércio do Cais de Santa Rita, o Anexo do Mercado de São José e o Novo Mercado das Flores. Eles já estão em funcionamento e têm a capacidade de beneficiar cerca de 550 trabalhadores da área. Com mais essa mudança, a Prefeitura do Recife dá um novo passo para a melhoria do ordenamento do Centro do Recife. O Mercado de São José, a Praça Dom Vital e a Basílica da Penha estão mais visíveis para o turista e para o recifense, o pedestre tem mais mobilidade e os comerciantes têm um lugar mais confortável e digno para comercializar seus produtos. Os novos espaços contam com banheiros e coberta, dando mais estrutura também aos clientes. A primeira etapa do Centro de Comércio do Cais de Santa Rita está em funcionamento desde 2017, com cerca de 40 boxes de alimentação. A etapa que está sendo entregue agora tem capacidade para 374 bancas e boxes de roupas, alimentação, feira de frutas e verduras, fiteiros, estivas e alimentos como grãos, charque e frios em geral. Além desse equipamento, também foi entregue no dia 1º de setembro o Anexo do Mercado de São José, com 87 boxes de ervas medicinais e artigos religiosos, que antes ficavam no entorno no Mercado de São José, nas conhecidas barracas verdes. O equipamento vai permitir a passagem de pedestres entre a Praça Dom Vital e o terminal de ônibus do bairro. Já o Novo Mercado das Flores, que antes funcionava próximo à sede do Consórcio Grande Recife, agora está com nova localização e funciona na continuidade do Centro de Comércio

PCR avança no ordenamento do bairro de São José e apresenta novo plano de mobilidade Read More »

O que abre e fecha no feriado

No feriado de Nossa Senhora Aparecida, 12 de outubro, as lojas do Centro do Recife, nos bairros de Santo Antônio e Boa Vista, estarão abertas, das 9h às 17h. O funcionamento é facultativo de acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2020. A iniciativa dos lojistas do Corredor do Comércio, visa movimentar o Centro da Cidade e oferecer ao consumidor mais comodidade nas compras nesse sábado. Shoppings RMR Shopping Recife Âncoras e Megalojas, das 9h às 21h; Lojas satélites e quiosques, das 12h às 21h; Alimentação e lazer, das 12h às 21h; Shopping Tacaruna Lojas âncoras, das 9h às 21h; Lojas satélites e quiosques, das 12h às 21h; Alimentação, lazer e serviços – das 12h às 21h; É facultativa a abertura das operações antes das 12h; Cinema, conforme programação; RioMar Shopping Lojas âncoras e megalojas, das 12h às 21h; Lojas satélites e quiosques, das 12h às 21h; Alimentação, das 11h30 às 23h; Patteo Olinda Shopping Funcionamento normal. Lojas, alimentação e lazer – das 9h às 22h; Operações de serviços, cinema e academia Smart Fit, conforme programação; Shopping Guararapes Funcionamento normal. Lojas, alimentação e lazer – das 9h às 22h; Plaza Shopping Lojas, alimentação e lazer – das 12h às 21h; Cinema, conforme programação; Shopping Boa Vista Lojas e alimentação, das 11h às 19h; Game Station das 11h às 21h; Loteria fechada; Cinema, conforme programação; Shopping Camará Funcionamento normal. Lojas, alimentação e parque, das 10h às 22h; Cartório e Lotérica, fechados; Cinema, conforme programação; Paulista North Way Shopping Funcionamento normal. Lojas, alimentação e lazer – das 9h às 22h; Shopping Costa Dourada Funcionamento normal. Lojas, alimentação e Playtoy – das 10h às 22h; Supermercado Arco-Vita, das 8h às 22h; Cinema, conforme programação; Paço Alfândega Sem informação sobre o horário de funcionamento até o momento do fechamento do release.

O que abre e fecha no feriado Read More »

Museu Murillo La Greca recebe exposição sobre a Jurema Sagrada

Promovida pelo Museu Murillo La Greca, em parceria com o Sesc Pernambuco, a exposição coletiva Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada será aberta ao público, nesta quinta (10), às 18h. A cerimônia terá participação de Alexandre L´Omi L´Odò, juremeiro, historiador e mestre em Ciências da Religião; e apresentação do grupo de rap Guerrilha Zona Norte. O evento é gratuito. Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada reúne 21 imagens produzidas por Rennan Peixe, Karla Fagundes e Kayo Ferreira, profissionais da fotografia que compreendem a importância da (re)construção do imaginário africano em diáspora. A mostra fica em cartaz até 2 de novembro. O projeto reafirma a memória, a história e a arte afro-indígena brasileira em um diálogo poético que emana representatividade do universo da Jurema Sagrada em Pernambuco. A Jurema é uma religião com forte presença no nordeste brasileiro, a qual carrega o nome emprestado da planta que dá origem à bebida sagrada confeccionada de suas raízes e cascas. Compreendendo a produção de imagens como espaço de poder que, por muitas vezes, é registrado a partir de um posicionamento folclorizado, demonizado ou fetichizado, Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada vem contrapor estas questões e afirmar seu espaço no campo da fotografia documental e da arte. A exposição reúne visões e vivências do povo preto apontando um diálogo entre a ancestralidade, memória e afrofuturo. Roda de Conversa na quarta-feira Um dia antes, nesta quarta (9), às 19h, o Museu Murillo La Greca promove Roda de Conversa sobre a exposição Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada, com os pesquisadores Valkiria Dias, Leonardo Moraes, Hélio Menezes, Rafael Pinto e André Vitor Brandão. Os artistas Rennan Peixe, Karla Fagundes e Kayo Ferreira participam da roda. Karla Fagundes Historiadora, fotógrafa e realizadora audiovisual afroindígena. Seu trabalho fortalece e cria inciativas ligadas ao cinema, cultura negra, ameríndia e periférica. Sua última produção fílmica foi premiada na 7ª edição do Festival Etnográfico do Recife (2016), Prêmio Menção Honrosa 13° Mundo de Mulheres e 11° Fazendo Gênero (Florianópolis, 2017), Exibido no 14º Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe (Uruguai, 2017). Kayo Ferreira Desde 2014, tem um trabalho fotográfico dentro dos terreiros de Candomblé e Jurema. Foi fotógrafo de três edições da Marcha da Capoeira Zumbi dos Palmares e da Rede de Povos Tradicionais. Em janeiro de 2018, foi convidado pelo Instituto Ecoar para Cidadania, para facilitar uma oficina de fotografia, mais a montagem da exposição fotográfica, através de um fundo da CPRH nas cidades de Paulista e Cabo de Santo Agostinho, pelo projeto Águas, Biodiversidade e Floresta. Rennan Peixe Jovem negro periférico, realizou algumas exposições coletivas em espaços periféricos, tais como: Canto das Memórias do Mestre Zé Negão/2016; Quilombo Cultural Coco do Catucá/2016; Cirkula (UFPE) – 2017/2018; “Olhares Negrxs Sobre A Jurema Sagrada” – Festival de Inverno de Garanhuns. Atualmente é professor da Rede Estadual de Ensino em Pernambuco. Serviço Roda de Conversa sobre Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada Quarta, dia 9, às 19h. Gratuita Abertura da exposição Olhares Negrxs Sobre a Jurema Sagrada Quinta, dia 10, às 18h. Gratuita Museu Murillo La Greca Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim Mais informações: educativommlg@gmail.com Fone: (81) 3355.3126

Museu Murillo La Greca recebe exposição sobre a Jurema Sagrada Read More »

O artesanato sobe as passarelas

Em contrapartida à velocidade cada vez maior do mundo globalizado contemporâneo, surgem movimentos de retorno a tempos mais idílicos, contemplativos e sólidos. Na moda, não é diferente. Mesmo na era da otimização e da produção em série, cada vez mais as peças artesanais, aos poucos, ganham espaço dentro do mundo fashion. Entre as vantagens que a produção manual oferece está o maior cuidado na confecção das peças, o fator ecologicamente sustentável e a singularidade das criações, que estampam as raízes culturais do local de onde foram produzidas. Apesar desses pontos positivos, a moda artesanal ainda enfrenta alguns problemas para aumentar a sua demanda. Entusiasta do artesanato, Ronaldo Fraga, renomado estilista mineiro, esteve no Recife em julho, durante a Fenearte, onde ministrou uma oficina pelo Sebrae. Com uma visão antropológica e política da moda, Fraga ficou conhecido pela criatividade e por integrar elementos artesanais às suas coleções. “É inconcebível realizar o meu trabalho sem estar sempre ‘sentado à mesma mesa’ de um fazer e de um saber tradicional que venha do artesanato. Além de ser uma fonte da arte contemporânea, sem dúvida alguma, é onde revelamos as marcas da nossa ancestralidade”, reconhece o designer. Mas no Brasil essa visão de Fraga não é unanimidade porque, na avaliação do estilista, existe um preconceito com a criação feita à mão. “As pessoas costumam associar o artesanato como aquilo feito por pobre e tendo que comprar para ajudar o pobre”, constata. Para reverter essa perspectiva, ele faz um contraponto com a realidade de outras nações. “Temos que mirar países e sociedades como a europeia e a japonesa em que o luxo é justamente o feito à mão”, compara. O pouco prestígio dado ao artesanato preocupa artesãs como a bordadeira Lúcia Firmino, que teme o fim da tradição do bordado em Passira, no Agreste Pernambucano, onde a nova geração não se interessa em levar o legado adiante. “Minha preocupação é manter essa herança, fazendo palestras, conversando, formando grupo de jovens para repassar o conhecimento e deixar viva a memória da minha cidade”, conta Lúcia, que se ressente da falta de incentivos. “Não existem políticas para formação de novos grupos e valorização do artesanato”, lamenta a mestra. Fraga destaca as dificuldades na própria produção artesanal, que nem sempre corresponde à qualidade requerida pelo mercado. “Hoje no Brasil, a gente vive um distanciamento, uma relação míope, onde o artesanato que se pretende ser vestível tem problema com a modelagem, com o olhar do designer, com a qualidade dos fios”. Fraga, porém, defende que o designer não pode interferir no trabalho do artesão a ponto de alterar sua essência. “Ele muitas vezes tenta dar ares modernosos para a tradição, e acho que precisaríamos unir os dois pontos, a tradição com a modernidade, assim ganharíamos todos”, sugere o estilista mineiro. Essa união equilibrada, foi feita pelo próprio Ronaldo Fraga em trabalhos desenvolvidos com as bordadeiras de Passira, nas coleções Turista Aprendiz, Athos Bulcão e Rio São Francisco. Lúcia ainda mantém na memória essa experiência. “Foi muito bom, porque abrimos os olhos para sairmos do nosso cotidiano. Tínhamos o hábito de bordar somente flores, e ele realizou um estudo conosco e conseguimos ampliar o nosso leque, bordando outras coisas. Nunca pensei em bordar uma lâmpada, ou um rio, ou os azulejos de Brasília”, destaca. “Não é que deixamos a tradição de lado, mas demos uma inovada naquele trabalho que nós fazíamos”, diferencia. Além da inovação, a experiência com o estilista tornou as bordadeiras mais conhecidas. “Hoje, quando as pessoas querem uma peça pedem para que seja produzida pelas meninas que bordaram com Ronaldo Fraga. Ficamos conhecidas como boas artesãs”, reiterou Lúcia, que acredita ser possível viver do artesanato. Tal crença se tornou realidade quando ela e outras artesãs formaram um grupo com o intuito de fortalecer a produção e criar uma maior independência na comercialização das suas peças. “Criamos uma marca Bordados de Passira, investimos na confecção de etiquetas, na criação de um site com loja virtual, aí facilitou muito”, afirma a mestra. O negócio se tornou mais lucrativo e hoje elas vendem até para shopping center. “Os consumidores já chegam pedindo um modelo exclusivo e é aí que encontramos um espaço”, explicou. “Também passamos a ter outro público, antes nossos clientes eram as sacoleiras, os visitantes da cidade, e agora conseguimos vender para o Brasil todo. Essa marca está fazendo com que hoje a gente se mantenha”, celebra a bordadeira. Os próximos passos do coletivo visam a valorização financeira da produção e novas opções criativas na confecção. “Ainda é nosso plano aumentar os preços da mercadoria porque, a cada dia, estamos nos aperfeiçoando mais. Buscamos tecidos diferentes”, conta Lúcia, que participa de um projeto da Fundarpe para realização de modelos com tingimento natural. “Essas peças serão um pouco mais caras. Mas quem vai usar é quem realmente conhece o processo e acredito que isso vai melhorar as vendas”, aposta. E é esse caminho de gerar valor que Fraga acredita ser o mais viável. “Uma peça de renda renascença, não é só para vestir. É uma obra de arte”, pontua o mineiro. “Muitas vezes as pessoas tentam trazer o artesanato para fazer produção em série, para concorrer com o bordado industrial e não tem que ser assim”, alega o estilista. A Fenearte tem sido um incentivo para a valorização da produção feita à mão e para gerar negócios aos artesãos. Segundo Lúcia, o evento é fundamental para a divulgação do trabalho e a conquista de novos pedidos. O Sebrae é outro ponto de apoio, ao qualificar os pequenos produtores de moda autoral, oferecendo ferramentas de gestão e inovação que permitam acesso a novos mercados. “Buscamos criar conexões que garantam a sustentabilidade dessa cadeia de valor. Ajudamos a construir novos modelos de negócios que considerem a cultura, a arte e o design como insumos para construção de uma imagem de marca, pois essa é a grande diferença da indústria de confecções para a moda”, defende Verônica Ribeiro, gestora de projetos de economia criativa da instituição. Exemplo disso é a Jornada

O artesanato sobe as passarelas Read More »

PCR lança animação produzida por aluno da Educação Especial na 12ª Bienal do Livro

Alisson Gabriel dos Santos Silva é estudante da rede de ensino do Recife, tem 13 anos, um livro publicado, um curta metragem de animação produzido, participa do programa de Robótica na Escola como programador, disputou o Torneio de Robótica deste ano e tem um mundo de ideias para colocar em prática. O estudante tem paralisia cerebral, mas os professores são unânimes em destacar que o cérebro dele não para e que a cada momento ele está criando novas projetos para realizar. O trabalho de Alisson será apresentado nesta terça-feira (08), às 10h40, no estande da Secretaria de Educação do Recife, na 12ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Na ocasião, acontecerá a estreia da animação “Ben, o super cão mutante”, que tem três minutos e é baseada no livro de mesmo nome lançado no ano passado. O livro foi feito quando Alisson estudava na Escola Municipal Severina Lira, na Tamarineira, no 5º ano. Na história, o personagem encontra um osso e transforma-se em um cão com super poderes, entre eles ficar invisível e ajudar as pessoas. A história saiu do papel e foi para a tela, desta vez com Alisson no 6º ano da Escola Municipal Professora Almerinda Umbelino de Barros, no Vasco da Gama. A professora Silvana Cristina Ratis, do Atendimento Educacional Especializado, disse que todas as ideias foram do aluno: direção, cenário de material reciclado, escolha do professor que interpretará os personagens e a trilha sonora. “Ele queria a música de Batman, mas disse que não poderia usar porque seria plágio. Então, ele fez um som com a garrafinha de água e eu repassei para o maestro da nossa banda. Alisson ficou muito emocionado quando ouviu a música final”, explicou a professora, acrescentando que o aluno quer fazer mais cinco livros como continuidade da história, e criar jogos que ajudem outras pessoas com paralisia. “Alisson tem muitas ideias e é muito dinâmico. Quando ele me diz ‘quero falar com você’ já sei que surgiu uma ideia nova. Mas eu digo a ele que é preciso concluir as etapas”. Na avaliação de Priscila Dutra, responsável pela implementação do Clube de Robótica na EM Almerinda Umbelino, a parceria com os demais alunos foi fundamental no processo de aprendizagem. “Alisson faz a programação dos robôs e os meninos explicam o porquê da montagem e escolha das peças. Essa parceria e cuidado entre eles foi muito importante. Alisson é muito desenvolto, se alguém não entende o que ele fala, rapidamente ele substitui as palavras. A mente dele não pára, esse menino vai longe”, disse Priscila. Dentro desta perspectiva de acolhimento, a estréia do curta metragem será prestigiada pelos colegas da sala de aula. Durante todo o dia, o estande da Secretaria terá contação de histórias com lançamento de livros produzidos pela rede de ensino, e a exposição do catálogo de aplicativos assistivos. —

PCR lança animação produzida por aluno da Educação Especial na 12ª Bienal do Livro Read More »

PCR abre seleção simplificada para contratar enfermeiros obstetras

A Prefeitura do Recife abriu seleção simplificada para contratar sete enfermeiros obstetras para a Maternidade Professor Barros Lima, em Casa Amarela. O edital que autoriza o processo seletivo foi publicado no Diário Oficial do Município do último sábado (5). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 14. O edital está disponível no site da Prefeitura (www.recife.pe.gov.br). A seleção da Secretaria de Saúde (Sesau) do Recife será realizada em etapa única, através de avaliação curricular. São sete vagas para enfermeiros obstetras, sendo seis para o regime de plantão e uma para diarista. Uma vaga é reservada para pessoa com deficiência. Os plantonistas terão carga horária de 30 horas semanais e salário de R$ 3.012,13, mais adicional de plantão de R$ 1.020. Já o diarista terá carga horária de 40 horas semanais e remuneração é de R$ 5.345,33, mais gratificações. O contrato será de um ano, podendo ser renovado por mais um, assim como também pode ser rescindido, a qualquer momento, de acordo com as necessidades da Sesau ou preenchimento das vagas por candidatos aprovados em concurso público. As inscrições para participar da seleção podem ser feitas via postal ou presencial, em dias úteis, das 8h às 12h ou das 14h às 17h, na Diretoria Executiva de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, situada na Rua Alfredo de Medeiros, n° 71, Espinheiro. Os interessados devem preencher o formulário de inscrição e o caderno de apresentação de documentos disponíveis no site da Prefeitura e apresentá-los, junto com a cópia da documentação. O resultado preliminar da avaliação curricular será divulgado no dia 14 de novembro, no Diário Oficial do Município.

PCR abre seleção simplificada para contratar enfermeiros obstetras Read More »

Coquetel Molotov anuncia programação completa

Em coletiva de imprensa, no Apolo 235, os organizadores do Festival No Ar Coquetel Molotov anunciaram a programação e as ações do evento desse ano. O festival, marcado para o dia 16 de novembro, no Caxangá Golf Country Club traz, entre outros nomes, a iraniana/holandesa Sevdaliza, Black Alien, Liniker e os Caramelows, a lenda Lia de Itamaracá, lançando novo disco produzido pelo DJ Dolores, a revelação do indie Terno Rei, a rapper Drik Barbosa, o DJ Gui Boratto, que, com sua presença, populariza ainda mais a relação entre a música eletrônica e o festival, MC Tha, Rosa Neon e a também pernambucana Clarice Falcão. A programação promete mais uma data inesquecível. Além da música, o evento ainda conta com a Feira Na Laje, que reúne marcas de moda da região, ações de sustentabilidade, igualdade de gênero e acessibilidade e atividades pela capital pernambucana nos dias que antecedem o festival, como a Mostra Play The Movie, Revérse na Rua com oficinas e festa gratuita na rua, além da segunda edição do Coquetel Molotov Negócios, com talks sobre música e economia criativa. A programação completa será divulgada em breve, mas o evento vai acontecer no Apolo 235, entre os dias 13 e 15 de novembro, em parceria com o Porto+ e Porto Digital. Desde a sua estreia, o No Ar tornou-se mais que uma imensa festa para os apreciadores de música e diversão e virou um espaço onde a diversidade é respeitada e incentivada. Um festival de resistência que preza pelo respeito e fortalece suas ativações com importantes parcerias, sendo o único que tem a Women Friendly – Empresa Amiga da Mulher como parceira. Além disso, desde o ano passado, passou a fazer parte da Keychange, uma iniciativa internacional pioneira, que estimula o equilíbrio de gênero na programação dos festivais e encoraja as mulheres a transformarem o futuro da música. Ingressos já estão à venda pela Sympla. Um dia após o anúncio do crowndfunding do Janela Internacional de Cinema do Recife, o Coquetel Molotov surge como uma prova da resistência da cultura pernambucana. Ana Garcia, diretora do festival, destacou a importância do evento em meio ao cenário desfavorável. “É essencial manter o festival, é o momento onde você discute, respira, consome cultura. É o momento onde você dá valor a cultura e a educação e as pessoas precisam entender como a educação está ligada a arte”, defendeu. “Não tínhamos como baixar a bola, começamos o ano com toda a garra sabendo das dificuldades que iríamos enfrentar, então trabalhamos em dobro. A equipe está dobrada e, também entendendo as novas necessidades do momento, para atingir esse público novo”, explicou. “Foram vários novos desafios, além do básico que é o financeiro”, concluiu. ATRAÇÕES Três palcos tomam conta do espaço do festival, o palco Coquetel Molotov vai receber a revelação MC Tha, que traz um som mergulhado em referências de música brasileira e umbanda, a enigmática iraniana, radicada na Holanda, Sevdaliza, além do rapper Black Alien com o elogiado disco novo, Abaixo de Zero: Hello Hell, o pernambucano Luiz Lins e Liniker & os Caramelows, que estreia no festival, apresentando a turnê do disco Goela Abaixo. O público vai poder conferir também a lenda Lia de Itamaracá, que fará o lançamento do álbum Ciranda Sem Fim, produzido pelo DJ Dolores. Para fechar a programação do palco principal, os DJs Coppola e Gui Boratto agitam o público presente. Já o Natura Musical terá a rapper Drik Barbosa com novo álbum homônimo que será lançado no próximo dia 11 de outubro. Uana Mahin chega com canções do seu primeiro disco, Pantera, que transita pelo universo dos orixás, com referências que vão do jazz à salsa passando por vários elementos da música afro-brasileira. Com refrões chiclete e danças coreografadas simples, a banda Rosa Neon sobe ao palco pra todo mundo dançar com as músicas do primeiro álbum homônimo, já o grupo indie Terno Rei apresenta o disco Violeta, aclamado pela crítica especializada, OQuadro, diretamente da Bahia, também está confirmado com o segundo disco, Nêgo Roque. E depois de algumas especulações, a pernambucana Clarice Falcão confirma que retorna ao No Ar com o novo álbum Tem Conserto. E ainda terá o rapper Denov, uma apresentação especial da pernambucana Dani Costa e fecha com a DJ Cherolainne fazendo um b2b com o DJ JV, ambos do coletivo Revérse, do Recife, seguido da festa paulistana Gop Tun. E no palco Sonic, a recifense Siba Carvalho apresenta canções de seu primeiro EP, Somos Um, lançado ano passado e que passa por questões acerca da espiritualidade, feminismo, preservação do meio ambiente e visibilidade LGBTQI+. Além dela, as também pernambucanas Aventura, Torre, Jurandex e Bione. Já Satanique Samba Trio vem do Distrito Federal e traz um som calcado em MPB instrumental com aspirações experimentalistas. E, pra fechar, os sergipanos da Taco de Golfe e a revelação Saskia, direto do Rio Grande do Sul, que recentemente lançou o disco Pqs. Além dos três palcos, o público vai poder conferir Batestaca convidando MADDAM na Som na Rural. PALCO COQUETEL MOLOTOV MC Tha (SP) Lia de Itamaracá (PE) Sevdaliza (Irã / Holanda) Luiz Lins (PE) Liniker e os Caramelows (SP) Black Alien (SP) Coppola (SP) Gui Boratto (SP) PALCO NATURA MUSICAL Uana Mahin (PE) Clarice Falcão (PE) Terno Rei (SP) Rosa Neon (BH) Drik Barbosa (SP) Denov (SP) Dani Costa, o show da queridinha (PE) OQuadro (BA) Revérse Djs (PE) Cherolainne b2b JV Gop Tun (SP) PALCO SONIC Aventura (PE) Satanique Samba Trio (DF) Siba Carvalho (PE) Torre (PE) Taco de Golfe (SE) Raça (SP) Bione (PE) Jurandex (PE) Saskia (RS) SOM NA RURAL Batestaca (PE) convida MADDAM (PE) SERVIÇO TNT Apresenta No Ar Coquetel Molotov 2019 Shows com MC Tha, Drik Barbosa, Rosa Neon, Sevdaliza, Black Alien, Gop Tun e Liniker e os Caramelows, entre outros Local | Caxangá Golf Country Club – Av. Caxangá, 5362 – Iputinga Data | 16.11 Horário | a partir das 13h Ingressos LIMITADOS | 3º Lote: R$ 60,00 (meia), R$ 120,00 (inteira) e R$ 85,00 (social – levar 1

Coquetel Molotov anuncia programação completa Read More »

Janela Internacional de Cinema do Recife lança crowdfunding para décima-segunda edição

Figurinha carimbada do calendário cinematográfico recifense, o festival Janela Internacional de Cinema lança, nesta segunda-feira (07), campanha de financiamento coletivo para realização de sua décima-segunda edição. Através da plataforma Benfeitoria, os apoiadores podem contribuir com valores diversos, que serão recompensados com brindes e prêmios diversos. A campanha, no ar até o dia 7 de novembro deste ano, pode ser acessada pelo link benfeitoria.com/janeladecinema. Inicialmente, almeja-se a meta de R$ 30.000, que devem custear grande parte das operações do evento, a ser realizado no Cinema São Luiz e no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco. A iniciativa de crowdfunding segue modelo já adotado por outros eventos importantes do audiovisual brasileiro, como o Festival do Rio. Em mais de uma década de história, o Janela trouxe ao Recife desde clássicos até estreias mundiais, contribuindo para a tradicional cinefilia do povo recifense. Agora, mais do que nunca, precisamos de sua ajuda. Carta aberta aos apoiadores do Festival Queridos amigos do Janela. Aos que fazem,veem e pensam filmes. Às pessoas que de alguma forma já fizeram parte do Janela Internacional de Cinema do Recife. Os cortes no apoio à Cultura implantados pelo atual Governo Federal deixaram o Janela, já com 12 anos de trabalho, sem base para a sua realização este ano. Tais restrições têm atingido inúmeros festivais de cinema no país, e a indústria do audiovisual brasileiro como um todo. Desde 1º de janeiro deste ano, a Petrobras, nossa justa parceira há cinco anos, não apoia mais nenhum festival ou projeto audiovisual pelo país, tampouco o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O edital do Funcultura, do Governo de Pernambuco, nosso apoiador contínuo desde a primeira edição, teve seu lançamento atrasado por causa de tensões na Ancine – Agência Nacional de Cinema. 2019, portanto, será a primeira vez em que não poderemos contar com o edital pernambucano. Mais do que nunca, neste ano precisamos fazer o Janela com você. Inicialmente, a equipe do Janela cogitou a não realização do festival. Logo chegamos ao sentimento de que seria uma prova enorme de coragem cancelá-lo. Não temos esse tipo de bravura. Imaginar a Rua da Aurora deserta à noite neste ano, nas datas reservadas ao Janela, não é uma opção. De 2008, nossa estreia, até hoje, contabilizamos cerca de 130 mil espectadores utilizando em média duas salas de cinema. Nesses 12 anos, exibimos aproximadamente 1.400 filmes entre curtas, médias e longas-metragens. De filmes centenários quase perdidos a estreias mundiais. Filmes incríveis, filmes estranhos, filmes delicinha, filmes maravilhosos… Festivais de Cinema não apenas exibem filmes, mas mantêm as ideias em movimento, compartilhadas. Festivais mantêm a Cultura viva e forte. Quem vai e quem já veio ao Janela sabe da energia que circula aqui. O público, as realizadoras e os realizadores, os cinemas São Luiz e as duas salas do Cinema da Fundação. É um encontro incomum. Isso porque o Janela apresenta, a cada edição, um recorte da vida em sociedade, de filmes feitos em todo o mundo, mas também no Brasil, no Nordeste do nosso país e do Recife. Aprendemos com a comunidade e com o tempo. Em São Paulo e Rio, no Recôncavo Baiano e em Salvador, em Belo Horizonte, em Porto Alegre, na República de Curitiba e em São Luís do Maranhão, em Rio Branco, em Goiânia. Nossos festivais amigos estão procurando formas de resistir. Muitos, jovens, como nós, cada um num canto do país. Sabem o que construímos juntos e que parar é ceder e retroceder. Somos parte de uma rede extraordinária de coletivos, de fóruns, de mostras e de festivais pelo Brasil e no exterior. Ajudamos a criar talvez o momento mais prolífico, diverso e rico da história do circuito produtivo e do pensamento artístico de Cinema neste país. Uma história de conquista, de reparação e de invenção que está só no começo. Uma História que está sob ataque e não pode se desmanchar.

Janela Internacional de Cinema do Recife lança crowdfunding para décima-segunda edição Read More »

Festival No Ar Coquetel Molotov arma festa gratuita na galeria Joana D’Arc nesta terça

O Festival No Ar Coquetel Molotov Recife, uns dos mais aclamados do Brasil vai anunciar o Line-Up completo e toda a programação desta edição do festival, nesta terça-feira (08), às 10h, em uma Coletiva de Imprensa que ocorre no Porto Digital. Para celebrar as novidades com o público, os diretores e produtores do evento armam também na terça, às 19:30h, uma grande festa na Galeria Joana D’Arc, com o Som Na Rural e os DJs Marcela Nunes, Emannuel, Alves Kai (DIP) e Suilane, no comando do som. O No Ar Coquetel Molotov 2019 ocorre com uma programação que reúne shows, debates, oficinas, negócios e a Mostra Play The Movie, no dia 16/11, no Caxangá Golf Club, entre as atrações já anunciadas estão a cantoraSevdaliza, Black Alien, Liniker e os Caramelows, Gui Boratto, Coppola e muito mais. SERVIÇO: FESTIVAL NO AR COQUETEL MOLOTOV ARMA FESTA GRATUITA NA GALERIA JOANA D’ARC Nesta terça-feira (08), às 19:30h, na Galeria Joana D’arc, no Pina Com o Som Na Rural e os DJs Marcela Nunes, Emannuel, Alves Kai (DIP) e Suilane Gratuito Assessoria de Imprensa: Mexe Mexe Comunicação Luma Araujo (81) 9 8532.6635

Festival No Ar Coquetel Molotov arma festa gratuita na galeria Joana D’Arc nesta terça Read More »

Fundaj assegura funcionamento da Biblioteca do Coque

O estande da Fundação Joaquim Nabuco na XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco foi aberto oficialmente neste sábado (05/10). No espaço, que homenageia o centenário de João Cabral de Melo Neto, foram realizadas apresentações culturais, lançamentos da 46ª edição da Revista Ciência e Trópico e do livro Para ser o Seu Bairro. Durante seu pronunciamento, o presidente anunciou o apoio à Biblioteca do Coque, que enfrenta a falta de espaço para funcionar. “Vamos levar um programa de leitura a três bairros do Recife, incluindo o Coque, onde, além de incentivar a leitura, teremos a missão de colaborar para manter a biblioteca funcionando”, destacou Antônio Campos. O anúncio alegrou a professora da Escola Municipal do Coque, Érica Montenegro, que colabora com o projeto Para ler o seu Bairro e com a biblioteca. “O projeto de conhecimento do bairro foi um divisor de águas para nossos alunos. Permitiu que moradores fortalecessem suas identidades a partir do momento que entenderam melhor a história de onde vivem”, afirmou a professora. Editado pela Massagana, editora da Fundaj, o exemplar é fruto de uma parceria entre a Biblioteca Blanche Knopf da Fundaj e o Programa Manuel Bandeira de Formação de Leitores da Prefeitura do Recife. Em suas páginas, reúne uma coletânea das obras escritas e publicadas por quase 270 alunos da rede municipal de ensino que com ajuda de professores, pesquisadores e moradores de 11 comunidades diferentes, investigaram e narraram as histórias dos seus bairros. Em sua terceira edição, o projeto tem atuação crescente. Começou com nove escolas, passou para dez na edição seguinte e, neste ano, 14 instituições de ensino público estão participando. “Em novembro faremos a culminância desta etapa, com a apresentação dos livro artesanais”, adiantou a coordenadora da biblioteca Blanche Knopf, Nadja Tenório Pernambucano. Estande – A programação da abertura oficial do estande da Fundaj/Editora Massagana foi recheada. Além do livro Para Ler o seu Bairro, apresentação de trechos musicados de Morte e Vida Severina, lançamento da edição especial de 46 anos da revista científica Ciência & Trópico e oficinas de Twister e de fantoches. O artista Adriano Cabral, interpretando Joaquim Nabuco, iniciou a solenidade de abertura do espaço. Em seguida, foram entoados trechos musicados de “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, autor tema do estande. “O livro é um elemento civilizador. A educação está presente em uma casa onde se tem livro. O livro é uma forma de viajar e uma máquina espetacular na mão do homem; é também uma forma de resistir e é resistência. A inauguração do estande é uma forma simbólica de relançar a Editora Massangana no mercado de livros. Dessa forma, reafirmamos nosso compromisso com a cultura pernambucana e com a cadeia de livros pernambucana e também nordestina”, afirmou o presidente da Fundaj. O lançamento da edição especial de 46 anos da revista Ciência e Trópico foi coordenado por Alexandrina Sobreira, da Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes), da Fundaj. “A obra é um trabalho coletivo de pesquisadores da casa junto aos de outras instituições. Com isso, a revista cumpre uma das missões da Fundaj que é divulgar resultados de pesquisas feitas pela casa”, afirmou a pesquisadora. As oficinas de Twister e de Fantoches movimentaram a tarde da criançada. Os pequenos passaram por lá para brincar e construir o brinquedo de contar histórias. “Eu fiz um fantoche de Joaquim Nabuco com uma meia! Nunca tinha feito desse jeito. Foi muito legal!”, afirmou Letícia Cristina, 9 anos.

Fundaj assegura funcionamento da Biblioteca do Coque Read More »