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Fabrica da Tambau em Custodia

Tambaú Alimentos cresce 18% em receita e amplia portfólio em 2025

A Tambaú Alimentos encerrou 2025 com crescimento de 18% na receita em relação ao ano anterior, acompanhado de avanço de 13% em tonelagem, indicando ganho de volume e participação de mercado. O desempenho reflete a solidez da indústria pernambucana e a confiança do consumidor, em um ano marcado por investimentos em inovação e estratégia comercial. Entre os destaques do período estão a entrada na categoria de snacks com a Bananinha Cremosa, o lançamento do molho hot dog 1,7 kg e a ampliação de embalagens voltadas ao food service, como o leite de coco de 1 litro em PET, além do catchup picante 380 g. “Essas novidades tiveram um impacto relevante nos nossos resultados. Em 2025, eles juntos representaram um faturamento de quase R$ 20 milhões, confirmando que as decisões estratégicas tomadas lá atrás foram acertadas e bem recebidas pelo mercado”, comemora o gestor comercial Igor Gonçalves. Expo Renováveis 2026 deve reunir mais de 4 mil participantes no Recife Com inscrições abertas, a Expo Renováveis 2026 será realizada de 3 a 5 de março, no Cais do Sertão, no Bairro do Recife, reunindo empresários, investidores, especialistas e representantes do poder público para discutir a transição energética e o avanço das fontes renováveis no Brasil. Em sua terceira edição, o evento, idealizado pela Associação Pernambucana de Energias Renováveis (Aperenováveis), que é presidida por Rudnei Miranda, contará com congresso exclusivo, exposição comercial, palco Expo, mostra de carros elétricos e programação digital, com expectativa de público superior a quatro mil pessoas ao longo dos três dias e até 600 participantes no congresso VIP. Crédito do BNB cresce 11% e ultrapassa R$ 13 bilhões em 2025 O Banco do Nordeste aplicou R$ 13,42 bilhões em crédito para microempreendedores urbanos em 2025, por meio do programa Crediamigo, registrando crescimento de 11,37% em relação ao ano anterior. Maior iniciativa de microcrédito produtivo orientado da América do Sul, o programa realizou mais de quatro milhões de operações no período, com ticket médio de R$ 3,25 mil, encerrando o ano com 2,2 milhões de clientes ativos e carteira de R$ 6,4 bilhões. Em Pernambuco, as contratações somaram R$ 1,04 bilhão, alta de 15,7% frente a 2024, distribuídas em mais de 305 mil operações, o maior crescimento percentual entre os estados do Nordeste. 

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Indústria de alimentos pernambucana em alta, mas com muitos desafios

Setor amplia investimentos, gera empregos e se espalha por todas as regiões do Estado, mas esbarra em gargalos logísticos, carga tributária e dificuldades de crédito *Por Rafael Dantas Catchup, cerveja, laticínios, açúcar… a produção de alimentos de Pernambuco é diversificada e está presente em praticamente todas as microrregiões do Estado. Atualmente, o setor representa 10,7% de toda a atividade industrial local. Após crescer 2,6% no ano passado, há uma nova onda de investimentos robustos chegando. Nos últimos dias, por exemplo, o Grupo Heineken concluiu a ampliação da fábrica em Igarassu, com um investimento de R$ 1,2 bilhão para triplicar a capacidade produtiva. Somente nas reuniões do Condic (Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviços), os recursos anunciados neste ano já totalizam R$ 485 milhões. De acordo com dados do IBGE, além do avanço de 2024, a indústria de alimentos e bebidas em Pernambuco registrou um avanço de 1,4% entre janeiro e maio deste ano. Um desempenho considerado consistente pela Fiepe (Federação das Indústrias de Pernambuco), que ressalta a forte geração de empregos e a capilaridade desse setor nos diversos territórios do Estado.  Bruno Veloso destaca a geração de vagas de trabalho na indústria de alimentos e bebidas de Pernambuco. “O setor foi responsável, em 2024, por mais de 100 mil vínculos formais, o que representa quase 30% do total de empregos industriais gerados no Estado. “O setor de alimentos e bebidas foi responsável, em 2024, por mais de 100 mil vínculos formais, o que representa quase 30% do total de empregos industriais gerados no Estado”, destacou o presidente Bruno Veloso. “A competitividade do setor é impulsionada por uma infraestrutura estratégica, com destaque para o Porto de Suape e polos industriais distribuídos por regiões como Vitória de Santo Antão, Caruaru e Petrolina”. O polo cervejeiro em Itapissuma, a Bacia Leiteira no Agreste e as indústrias avícolas em São Bento do Una são apenas alguns dos diversos exemplos de como esse setor se espraia por Pernambuco. Um tecido industrial formado tanto por multinacionais e gigantes do Brasil, interessadas no mercado do Nordeste, como por empresas familiares com raízes no Estado que consolidaram seus negócios. Entre os investimentos anunciados pelo Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviços (na foto acima), está a implantação da fábrica, em Brejão, da Laticínios Santa Maria, que tem sede em Minas Gerais, com aporte de R$ 220 milhões. NOVOS PLAYERS E AMPLIAÇÕES NO MERCADO LOCAL Nos anúncios realizados pelo Condic é possível medir o apetite de novos atores no tecido empresarial. Os anúncios do Proind (Programa de Estímulo à Indústria de Pernambuco) e do  Prodepe (Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco) indicam os aportes econômicos e as expectativas de geração de novos empregos.  O maior anúncio da reunião de julho, por exemplo, foi da Laticínios Santa Maria. A corporação, com sede em Minas Gerais, fará a implantação de uma unidade industrial em Brejão, com aporte de R$ 220 milhões. O projeto deve gerar 85 novos postos de trabalho. O município de destino do empreendimento integra a bacia leiteira do Estado, que já conta com outras grandes empresas nacionais e pequenas empresas locais que compõem a Rota do Queijo Artesanal, por exemplo. Outro destaque recente no Estado foi o anúncio do aporte da Mondelez que já opera em Vitória de Santo Antão. A corporação destinou R$ 111,3 milhões à expansão de sua unidade. Com a ampliação, serão gerados pelo menos 160 novos postos de trabalho. “Esses investimentos fortalecem o processo de interiorização do desenvolvimento econômico e comprovam a eficácia das políticas públicas de incentivo, como o Prodepe e o Proind”, avalia Bruno Veloso, da Fiepe. Enquanto esses investimentos estão ainda na fase de anúncio, o Estado celebrou nesta semana a inauguração da triplicação do Grupo Heineken. A cervejaria, que tem fábrica em Igarassu, realizou um aporte de R$ 1,2 bilhão. As novas linhas de produção irão permitir o aumento da capacidade produtiva principalmente das marcas Amstel e Devassa. O grupo fabrica ainda a marca Heineken e o refrigerante FYS. Ao todo, 130 novos postos de trabalho permanentes foram criados. A empresa passa agora a contar com 1,2 mil funcionários. A exemplo de outros players internacionais com as raízes fincadas no Estado, o foco é chegar de forma competitiva no Nordeste. Na inauguração, a empresa ressaltou que a fábrica pernambucana abastece mercados como do Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia, Alagoas, Paraíba e Sergipe, além de Pernambuco. “A nova fase da unidade de Igarassu representa nossa visão de longo prazo para equilibrar crescimento e responsabilidade. Estamos mais preparados para atender à demanda crescente do Nordeste, ao mesmo tempo em que avançamos na agenda ESG, com iniciativas e soluções que integram e atendem nossas ambições ambientais e sociais. Pernambuco é hoje o segundo maior mercado para o Grupo Heineken no Nordeste, e a unidade de Igarassu desempenha papel essencial nesse crescimento.” A menção do executivo à sustentabilidade se deve a novos investimentos também. A modernização permitirá ao grupo reduzir em 30% o consumo de água e ter um maior uso de garrafas retornáveis. A unidade passou a abrigar a maior linha de retornáveis da marca no Brasil.  Hugo Gonçalves comemora a ampliação da frota de caminhões da Tambaú, com a obtenção de 10 veículos, e a aquisição de duas envasadoras de molho e uma máquina para produzir embalagens. “Estamos construindo também um novo espaço na fábrica, com 3 mil m²”. CRESCIMENTO DE UMA GIGANTE E FAMILIAR Um dos cases mais emblemáticos é a Tambaú, que completou 62 anos. Com sua atividade industrial instalada em Custódia, em pleno Sertão, a fábrica emprega 700 pessoas com um mix de 113 produtos. O desempenho da corporação no ano passado foi na casa dos dois dígitos. A empresa registrou um aumento de receita de 12,4% e de 3,5% em toneladas. A empresa familiar realizou recentemente a ampliação de sua frota de caminhões, com a aquisição de 10 novos veículos, duas envasadoras de molho e uma máquina de sopro para produzir embalagens de catchups e molhos. “Estamos construindo também um

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“É um desafio empreender no Brasil e no sertão as dificuldades se tornam maiores”

Hugo Gonçalves, presidente da Tambaú, fala sobre os desafios do desenvolvimento no sertão e aponta quais as grandes ameaças e oportunidades para que a região se torne próspera e com um melhor ambiente de negócios. CEO da Tambaú, ele tem uma relação direta local, onde está a sede da tradicional indústria de alimentos, que emprega mais de 500 pessoas. A segurança hídrica, as melhorias na logística e a capacitação da população são algumas das linhas mestras apontadas pelo empresário. Enquanto empresário que tem atuação no sertão pernambucano, quais os principais desafios para o desenvolvimento econômico e social da região na sua opinião?É um desafio empreender no Brasil, olhando pela ótica mundial, ainda mais. E dentro do Brasil, há os desafios regionais. Uma pesquisa de 2020 /2021, do Banco Mundial, realizou pesquisa e identificou que dentro do Brasil, Pernambuco ficou em último estado da Federação para abrir negócios e ter um ambiente saudável de abertura de negócios. Eu vejo que, quando vamos empreender no sertão dos estados nordestinos, as dificuldades se tornam maiores. Você pode abrir um negócio perto da capital ou região metropolitana, há uma demanda maior da população demográfica, mão de obra e capacitação. Já no interior, no sertão, as dificuldades são maiores. Embora haja as políticas públicas de desenvolvimento de interiorização. São muitos desafios, mas o primeiro de todos é a questão hídrica, é um entrave não só para o empreendedor, mas para toda a população, tendo que viver com escalas de abastecimentos, enfim.Há também os desafios de infraestrutura no interior, questões rodoviárias, por exemplo. Próximo às capitais você tem vias duplicadas e melhorias, mas quando entramos mais no interior, as estradas são comprometidas e atrapalham na questão logística e de mobilidade. A questão da energia elétrica também é uma questão difícil, pela morosidade e pelas limitações no suporte a esses recursos para as empresas.Mão de obra também é um problema no Brasil todo, mas no interior é mais acentuado. Não encontramos facilmente uma mão de obra qualificada no interior e nem todos que moram nas capitais querem vir trabalhar nessas regiões.Se não há a criação de um ambiente promissor em uma região para se abrir negócios, fortalecer o comércio, favorecer a agricultura, tudo isso já cria entraves para as coisas se desenvolverem no interior.Com uma agricultura forte, haveria mais indústria e comércio e teríamos um círculo virtuoso na economia. Mas é difícil uma agricultura próspera dentro do semiárido. E para beneficiar deveria ter projetos para menos consumo de água, alta tecnologia, produtos de alto valor agregado para haver essa compensação, mas isso ainda não existe. O Nordeste, principalmente o sertão, precisa de uma política pública para atacar todos esses desafios. Quais as principais oportunidades para o desenvolvimento de fato do sertão pernambucano? Destacaria alguma mudança recente com impacto positivo?Vejo o esforço do governo no sentido de, como o maior desafio para nós é a questão da segurança hídrica, então temos que olhar pelo enfoque da transposição do Rio São Francisco. Eu lamento que a transposição não foi maior, deveria tirar 20%, para atender todas as cidades da região Nordeste. E, em seguida, fazer a adutoras, algumas até vêm sendo feitas. Seria isso, sanar um problema secular que é da questão hídrica. Outra grande oportunidade que vejo para incrementar a região é melhorar as infraestruturas de energia, transportes, telecomunicações, acessos, além da criação de mais distritos industriais. As indústrias têm um papel muito grande no desenvolvimento de um país, embora nenhuma país se faça apenas disso. Mas a indústria tem o poder de impulsionar a economia de uma região porque ela gera empregos de qualidade, gera um relacionamento de prestadores de serviços, de transportes, tudo isso beneficia e desenvolve a região como um todo, englobando também a área de comércio, serviços e a sociedade local. Na sua opinião, quais as maiores ameaças para as empresas com atuação no sertão e para a sustentabilidade social da população sertaneja?As ameaças: não conclusao de projetos, como da própria transposição do São Francisco, a Transnordestina e outras obras. Fica o investimento parado e quando vai retomar tem que investir mais porque a obra ficou muito tempo parada, além dos custos para sua continuidade. Tem muito gasto de dinheiro público, muito desperdício e a população acaba não desfrutando dos investimentos. Para o governo incrementar ainda mais melhorias na região, deveria olhar também para a qualidade da mão de obra gerada A gente já tem escolas com bom nível, ensino médio em tempo integral, mas eu acho que dentro desse ensino médio devia ser colocado mais ensinos profissionalizantes. O jovem já sairia com uma profissão, seria um técnico na área de saúde , de TI, de atendimento comercial ou eletrotécnico, enfim. Eu fiz um curso profissionalizante na área de Química. Acho que isso ajuda , já encaminha para uma profissão e um emprego. Essa seria uma grande oportunidade de desenvolvimento para a região. Qual o cenário atual da Tambaú e às perspectivas para 2023?A Tambaú tem cerca de 560 funcionários, temos uma perspectiva muito otimista para o próximo ano. Fortalecer as linhas e criar novas, outras linhas que a gente quer aumentar como a área de molhos. Teremos um novo ano, um novo governo, novas esperanças. Existe uma demanda na sociedade de mudanças. Espero que o Braisl possa atender, dentro da capacidade dele, e continuar nesse ciclo de crescimento que o país vem tendo, com a política que o Governo Federal adotou e vem crescendo. Espero que os juros possam cair e isso gerar estímulos para o desenvolvimento. E que possamos continuar crescendo.

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HUGO GONCALVES

Tambaú Alimentos completa 60 anos com olhar para o futuro

Uma das referências regionais do setor de alimentos está completando 60 anos. A Tambaú, com sede em Custódia, no Sertão, comemora a longevidade dos negócios no mês de aniversário do seu fundador, Gerson Gonçalves. Com mais de 500 empregos diretos na cidade e arredores, a marca celebrou esse momento com o lançamento da nova campanha publicitária com o mote “Há sessenta anos, se tem família, tem Tambaú”, assinada pela BG9 e com uma festividade reunindo diretores, familiares, funcionários e ex-colaboradores na fábrica. Desde a partida do pai e fundador do negócio, nos anos 2000, é a segunda geração da família que comanda a empresa: Hugo, Iuri e Maura. Os netos também já estão integrados na gestão. “Chegar aos 60 anos é, de fato, uma conquista muito importante para nós, principalmente por sermos uma empresa criada aqui no Brasil. Mas eu atribuo essa longevidade a vários fatores. Desde a construção da marca, o modo  de operar, a atenção com o consumidor e com a qualidade desde o início. Houve também fatores extremamente adversos que nos trouxeram muito aprendizado e experiência, contribuindo para nossa solidificação como empresa. Somos uma agroindústria em uma região do semiárido nordestino. Enfrentamos estiagem, escassez de água e de matéria-prima. Mas todos esses desafios nós superamos, ao longo do tempo. Meu pai, seu Gerson, também deixou ensinamentos importantes, como o respeito aos consumidores, aos parceiros e aos fornecedores, assim como às leis trabalhistas e tributárias, sendo tudo isto um grande legado da sua gestão. Ele também fez questão de ensinar para os filhos sobre a importância da união da família, gerando entre nós, seus filhos, uma sintonia espelhada na terceira geração, que já atua conosco no negócio ”, conta Hugo Gonçalves, atual presidente da Tambaú. Do início simples, com a produção e venda de pirulitos, à empresa sexagenária com um mix diversificado de produtos, a Tambaú sempre teve a capacidade de se reinventar e buscar a inovação. Em 1967, após cinco anos de funcionamento, a fábrica de doces de seu Gerson foi destruída em uma enchente que atingiu Custódia. O empreendedor não desistiu do seu sonho e reconstruiu a empresa, além de ampliar, cada vez mais, sua linha de produtos. A distribuição, que antes se limitava à região onde a fábrica estava localizada, passou a atender também interior de estados como Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Em 1987, a empresa começou a produzir também os atomatados, com lançamento dos extratos e molhos, além do catchup, um dos carros-chefes da marca atualmente. As inovações nos tipos de embalagem e nas receitas também se destacam nessa trajetória. A empresa visa manter nos próximos anos um alto patamar de crescimento, ampliando suas áreas de produção e armazenamento, assim como sua atuação em outras regiões do país, como centro-oeste e sudeste. Mesmo na pandemia a marca viu o aumento nas suas vendas de 35% em 2020 e 12% em 2021. A retomada de investimentos também aconteceu em 2021, com a inauguração de um galpão de logística na fábrica e a aquisição de novas máquinas. Atualmente com 120 itens diferentes no catáligo, a marca trará em breve no seu mix de produtos novas linhas de maionese e conservas. A recente criação de uma transportadora é outra novidade empresarial, que nasceu tanto para atender as necessidades da própria Tambaú, como para prestar serviços para outras corporações.

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Hugo Gonçalves recebe prêmio de Personalidade Empresarial do Ano

O Presidente da Tambaú, Hugo Gonçalves, foi reconhecido como Personalidade Empresarial do Ano pela Associação Pernambucana de Supermercados, no prêmio anual Carrinho De Ouro. A Tambaú vem colecionando prêmios e homenagens ao longo de sua trajetória de 57 anos na indústria pernambucana de alimentos. Recentemente, o catchup da marca ficou no primeiro lugar do ranking de preferência do produto nos lares do Norte / Nordeste, de acordo com o estudo Mais Mais, da Kantar WordPanel. Hugo recebeu da mãe e dos irmãos, há 20 anos, a missão de ficar à frente da empresa da família, fundada pelo empreendedor visionário e obstinado Gerson Gonçalves de Lima. Nascido em Custódia, formado em Direito pela UFPE, pai de cinco filhos, o presidente da Tambaú Alimentos traz em sua gestão, a coragem, talento, determinação e dedicação que viu no exemplo do pai. Hoje, a empresa é uma das maiores indústrias de alimentos de Pernambuco, com mais de 450 funcionários, catálogo com mais de 130 produtos. Além de gerir a Tambaú, Hugo também é presidente do Sinddoces, diretor da Fiepe e Conselheiro do SEBRAE e Membro do MEI, Mobilização Empresarial pela Inovação da CNI.

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Tambaú e Dom Bosco apresentam cases no Enef 2019

Georgina Santos, sócia da TGI Consultoria em Gestão, confirma que o colégio maranhense Dom Bosco, que tem mais de 60 anos de história, e a empresa pernambucana Tambaú, da área de alimentos, estão confirmados como dois novos cases que serão apresentados na primeira edição do Encontro de Empresas Familiares – Nordeste (ENEF-NE) que acontece nos dias 22 e 23 de agosto, no Mar Hotel, em Boa Viagem. O evento é promovido pelas consultorias TGI e Werner Bornholdt Governança. Mais informações: www.enef.com.br

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