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Semana Municipal de Ciência e Tecnologia do Recife terá programação com palestras, oficinas e exposições

A partir da próxima segunda-feira (23), a XII Semana Municipal de Ciência e Tecnologia do Recife (SMCT) levará palestras, oficinas, trilhas, jogos e exposições, todas gratuitas e abertas ao público, para seis locais da cidade. O evento acontece até o domingo (29) e será realizado em parceria pela Prefeitura do Recife, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), IFPE – campus Jaboatão dos Guararapes e Departamento de Energia Nuclear da UFPE. Com o tema “A Matemática está em Tudo!”, a programação tem o objetivo de destacar a importância da ciência na vida das pessoas. As atividades serão realizadas no Econúcleo Jaqueira, Jardim Botânico do Recife, IFPE – campus Jaboatão dos Guararapes, Escola de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, Unicap e Museu de Ciências Nucleares da UFPE. A abertura acontecerá às 14h da segunda-feira (23), no auditório do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, situado na Avenida Professor Luiz Freire, 1000. Em seguida, às 14h30, haverá uma palestra abordando a temática de Tecnologia e Sustentabilidade. Da terça (24) ao domingo (29), das 9h às 16h, o Jardim Botânico do Recife abrigará exposição de trabalhos feitos pelos monitores, com o objetivo de demonstrar como a Matemática está presente na natureza, através de resumos das pesquisas realizadas no local. No domingo, a apresentação será feita oralmente e os visitantes poderão escolher o melhor trabalho e performance. Como prêmio, o vencedor publicará um artigo científico na revista do JBR, a “Arrudea”. Também na terça, durante todo o dia, haverá oficinas de robótica no Bloco D da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Das 14h às 17h, a Escola de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, na Madalena, será palco para a palestra “Ciências nucleares e a Matemática: ferramentas interativas”, com a professora Denise Levy. Na quarta-feira (25), a programação continua com visitação de escolas ao Museu de Ciências Nucleares, na Cidade Universitária, e novas oficinas de robótica na Unicap. A quinta-feira (26) será marcada por várias atividades no Econúcleo Jaqueira, durante todo o dia, como oficinas, jogos, trilha, visita guiada e contação de histórias, relacionadas à temática do evento. A partir das 14h, o IFPE de Jaboatão dos Guararapes receberá a exposição “Aplicações Nucleares e a Matemática” e a oficina “Animação digital com Tablets”. A programação no Econúcleo Jaqueira seguirá até o domingo (29).

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Pernambuco é referência ao compartilhar tecnologia para capacitar motoristas

Em tempos de economia desaquecida, compartilhar serviços vem tornando-se um caminho ainda mais viável. É a possibilidade de economizar mantendo regularmente as atividades até que o cenário macroeconômico volte a ser mais favorável. Essa tendência chegou aos Centros de Formação de Condutores (CFCs) da região nordeste do país com a criação de 109 polos de compartilhamento dos simuladores de direção veicular. Assim, esses estabelecimentos podem entregar a tecnologia necessária para a formação dos motoristas que buscam a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Só em Pernambuco estão localizados 62 desses centros para compartilhar a ferramenta. Os CFCs pernambucanos adotaram essa proposta, visando uma economia colaborativa. Eles uniram-se para que os alunos contassem com os simuladores à sua disposição, enquanto para os estabelecimentos a iniciativa representa despesas reduzidas. “A decisão significa economia para as autoescolas. Desta maneira, unidades menores podem se juntar a outras para que concentrem em um centro compartilhado as aulas previstas para ocorrer no simulador”, explica Agnaldo Soldera, diretor comercial da ProSimulador, empresa desenvolvedora da tecnologia entregue aos CFCs. A ferramenta é a oportunidade de quem nunca conduziu um veículo aprender as primeiras noções básicas de manuseio. Além disso, possibilita o aprendizado de como reagir em situações extremas – como ao conduzir sob chuva ou neblina. Outro recurso oferecido pelo simulador é o aluno se atentar aos riscos de dirigir após a ingestão de bebida alcoólica, por exemplo, ou conduzir manuseando o celular (3ª maior causa de mortes no trânsito do país, conforme pesquisa da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego – Abramet). “A tecnologia oferecida pelo equipamento contribui para que o condutor tenha uma formação adequada, tornando-o mais preparado para lidar com os desafios diários propostos pelo trânsito”, destaca Agnaldo. Realidade do trânsito Segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), dados do Ministério da Saúde apontam que em 2015, Pernambuco teve 1.919 mortes registradas no trânsito.

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Rec’n’Play traz experiências digitais ao Recife Antigo

De 30 de novembro a 3 de dezembro o Bairro do Recife será palco de um grande evento que pretende unir a vocação para a inovação do Recife e as tradições culturais e artísticas da cidade, com o empreendedorismo, economia criativa e entretenimento. O Rec’n’Play terá sua programação realizada em vários polos do bairro (internos e externos) com atividades simultâneas. A organização é do Porto Digital e da Ampla Comunicação, em parceria com a Prefeitura do Recife, Governo de Pernambuco e Sebrae. O modelo do evento, segundo os organizadores, foi pensado para gerar conexões entre os participantes e a cidade. Estima-se um público de 30 mil pessoas. “Vamos fazer um conjunto de experiências digitais criativas em educação, negócios e entretenimento como um festival aberto e disperso pelo bairro do Recife”, explicou o presidente do conselho do Porto Digital Silvio Meira, durante a apresentação à imprensa do evento. O formato do Rec’n’Play difere ao dos eventos clássicos em que o público assiste a palestras. “Queremos criar um ambiente de interação orgânica, baseada em percursos pelo bairro que vão desenrolar trilhas de conhecimento com atividades simultâneas e sequenciais”, afirmou Meira. As trilhas vão abordar temas como Desenvolvimento de Games, e-Sports, Música, Fotografia, Design, Audiovisual, Cidades Inteligentes & Sustentabilidade, IoT, Robótica e Fabricação Digital e Tecnologias da Informação e Comunicação. Haverá oficinas, hackatons, shows, workshops de fotografia, atividades de empreendedorismo para gamers, entre outras ações. A programação completa está no site: http://recnplay.pe/. O objetivo é que o público tenha eventos distribuídos em quase 20 lugares distintos do bairro. Entre os locais que receberão atividades estão a Jump, Apolo Beer Café, Softex Recife, Paço do Frevo, Centro Cultural Correios, Paço Alfândega e ruas e praças do Recife Antigo. Para o prefeito Geraldo Julio, o evento vai colocar o Recife na rota do turismo tecnológico mundial. “A gente vai receber milhares de pessoas de outras cidades, de outros países, para tratar de inovação. E inovação é o DNA do Recife”, afirmou. “Tenho certeza que o Rec’n’ Play vai se transformar em um evento de caráter internacional, colocando cada vez mais o Recife no mundo da tecnologia e da inovação global”, acrescentou o gestor. A perspectiva é que o projeto fomente, além dos polos de tecnologia da cidade, o turismo da capital. A meta é tornar a capital destino para quem procura um tipo muito específico de turismo, o da criatividade e tecnologia. Sete secretarias da Prefeitura do Recife estarão envolvidas na iniciativa, com mais de 50 atividades. De olho no potencial turístico do evento, o secretário de Turismo do Estado, Felipe Carreras, avalia que evento será destino certo para o nicho de turistas que buscam inovação. “Recife será capital do Brasil e do mundo da inovação e tecnologia durante esse período”, afirmou. Ele prometeu ainda tentar viabilizar parcerias com companhias aéreas que atuam no Estado para facilitar a vinda de visitantes para o evento.

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Mitos e verdades sobre a Fertilização in Vitro

Um casal jovem e saudável deve tentar a gravidez naturalmente por um ano, durante os períodos em que a mulher está fértil. Segundo médicos especialistas em reprodução humana assistida, sete entre cada oito casais consegue atingir seu objetivo. Mas, quando a gestação não se confirma nesse prazo, vale a pena procurar uma clínica de reprodução assistida, que oferece técnicas que vão aumentar bastante as chances de sucess o. Segundo o Dr. Edson Borges Junior, diretor científico do Fertility Medical Group, a fertilização in vitro é responsável pelo nascimento de milhares de crianças no mundo inteiro desde 1978. Vale lembrar também que, após os 35 anos, a chance de uma mulher engravidar cai significativamente, e continua se reduzindo com o passar dos anos. Como hoje em dia muitas mulheres buscam a estabilidade financeira e profissional antes de se tornarem mães, também se tornam candidatas à fertilização in vitro. O processo consiste em estimular os ovários da mulher, com medicamentos hormonais, para produzir mais óvulos. Eles são retirados (sem corte nem dor) e fertilizados em laboratório, com o sêmen do homem. Aqueles que são fertilizados com sucesso, em de três a cinco dias, são transferidos para o útero materno, e se tudo correr bem, a gravidez irá transcorrer normalmente. Parece simples, mas não é bem assim. O último passo, que é a técnica de transferência de embriões, exige uma série de condições e precauções cruciais para dar certo. “Assim como um casal fértil, aqueles que estão em tratamento de fertilização assistida têm geralmente entre 20% e 25% de chance de engravidar. Por se tratar de um processo desgastante do ponto de vista emocional – e, muitas vezes, financeiro t ambém –, nosso objetivo dentro do laboratório é aumentar consideravelmente essa chance, elevando a taxa de gravidez”, explica o também diretor do Fertility Medical Group Dr. Assumpto Iaconelli. Além disso, quando a fertilização in vitro é associada a bons hábitos, como não fumar nem beber, fazer exercícios regularmente, combater o stress e ter uma dieta equilibrada e saudável, a gravidez acontece com maior facilidade. Mas, apesar de a medicina reprodutiva ter avançado muito nos últimos anos, suas técnicas ainda são desconhecidas por uma grande parcela da população. Daí a necessidade de se optar por uma boa clínica especializada, para atingir o objetivo, que é ter um filho. Para fazer essa escolha, o casal deve levar em conta cinco fatores: o histórico da clínica, tipos de tratamentos oferecidos, taxas de sucesso, custo do procedime nto e bom atendimento. O casal deve saber ainda que, nem mesmo as técnicas mais avançadas de fertilização in vitro podem dar todas as respostas sobre como será o bebê. Ainda que exista uma investigação minuciosa dos espermatozoides e óvulos que serão fecundados em laboratório, os pais que passam por este processo não conseguem saber – nem escolher – se a criança será menino ou menina, como serão os cabelos, olhos, cor da pele ou altura. Por mais informação que se tenha, independentemente do grau de escolaridade dos pacientes, a reprodução assistida ainda é uma área médica que desperta muita fantasia, afirma o Dr. Edson Borges. Completa Iaconelli dizendo: “ainda que existam casais que chegam à clínica querendo filhos gêmeos, ou pensando que podem escolher o sexo, essas duas opções são proibidas pelo Código de Ética do Conselho Federal de Medicina.” O Código também determina a quantidade de embriões que podem ser transferidos para o útero. Em mulheres com menos de 35 anos, são no máximo dois; entre 35 e 40, três; acima de 40, no máximo quatro. Cabe ao médico também esclarecer que a gravidez múltipla é uma complicação do tratamento, e não um sucesso. Quanto mais fetos, maior é o risco de complicações na gravidez e de nascimentos de prematuros. Além disso, transferir um determinado número de embriões não é garantia de que todos se desenvolverão. As taxas de sucesso da fertilização são de 40% – índice que varia de acordo com a idade da mãe –, o que significa que seis em dez casais não conseguem atingir o objetivo da gestação.

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Ávila Soluções dribla a crise com inovação

Em tempos de crise, o investimento em tecnologias da informação tem sido o caminho traçado por várias empresas para melhorar o desempenho, reduzindo os custos e alavancando as vendas. De olho nesse movimento, a Ávila Soluções – que atua na produção de softwares, gestão de banco de dados e business intelligence (BI) – investiu em inovação para atender a essa demanda e conseguiu alcançar um crescimento de 20% em 2016. Nesse processo, desenvolveu novas competências e aperfeiçoou seu portfólio de serviços para conquistar novos clientes e ampliar os negócios com as corporações que já eram parceiras. Especializada no desenvolvimento de softwares sob medida para atender as necessidades corporativas, a Ávila Soluções, nos últimos anos, passou a comercializar também aplicativos para celular. A estratégia agradou a clientela e atualmente vários dos sistemas que já eram desenvolvidos pela empresa ganharam uma versão mobile. Além desses produtos personalizados, uma novidade criada foi o aplicativo Naora, uma plataforma em que médicos e pacientes se cadastram para fazer o agendamento de consultas. Em poucos meses, mais de 120 profissionais já usam o serviço. A meta da empresa é alcançar mil inscritos até o final de 2018. O sócio Thiago Fragoso explica que o investimento em aplicativos surgiu em razão do momento econômico do País. “Desde o início da empresa trabalhamos com esse serviço, mas a gente se especializou mais justamente nesse período de crise e avançamos bastante. Essa área de aplicativos nasceu no início da recessão da economia e atualmente já temos fechados alguns novos contratos”, afirma. Um contrato recém-assinado foi com o grupo Viasul, que em breve permitirá o agendamento das revisões dos veículos via aplicativo de celular. Se o Naora é novidade da Ávila, a empresa tem também produtos já consolidados como o Uniclinika, um sistema de gestão para serviços de diagnóstico por imagem. Outra inovação de cunho social é o Mete a Colher, app que permite uma conexão de mulheres vítimas de violência com os serviços de apoio especializados. O aplicativo foi finalista da etapa brasileira da premiação Imagine Cup. Outra estratégia adotada foi a redução do preço da área de business intelligence (BI), que possibilitou crescer o volume de serviços com os próprios clientes e chegar a novas empresas. BI é um processo de organização, análise e monitoramento de informações das empresas que possibilita uma gestão mais eficiente. “Esse serviço permite que se tenha uma visão privilegiada dos dados do seu negócio. Nos últimos dois anos as ferramentas de BI tornaram-se mais acessíveis e voltadas para um público mais amplo. Antes as oportunidades eram com clientes com orçamentos maiores e em geral apenas para o público gestor. Mas isso está mudando. Está havendo uma democratização sem precedentes. Hoje o BI já está no celular do gerente e do profissional operacional que está na ponta da produção”, ressalta Fábio Ávila, sócio e fundador. Entre os clientes de BI estão o Grupo Cornélio Brennand e a Secretaria da Fazenda de Sergipe. A gestão de banco de dados é outro pilar de atuação da empresa. “É uma área que você não pode falhar, pois o impacto é muito grande, porque prejudica o atendimento e interfere no faturamento. O lema é que o banco seja sempre disponível, com segurança e na melhor forma possível”, afirma o sócio George Soares. Entre os clientes da empresa estão a Queiroz Galvão, a Farmácia do Trabalhador e o laboratório Marcelo Magalhães. Para inovar na área, a empresa passou a trabalhar também com o banco de dados da Oracle. “Investimos em capacitação da equipe e aumentamos a nossa capacidade de atendimento, trabalhando com mais uma plataforma para chegar a novos clientes”, explica Fábio Ávila. Uma ação transversal é crescer sugerindo novas soluções tecnológicas para as empresas que a Ávila já atende. “Investimos em expansões de projetos em clientes antigos. Sugerimos novas ideias, que gerem demanda e que sejam úteis para eles. Algumas vezes, eles mesmos trazem algumas solicitações e nós construímos os projetos”, afirma Romulo Martins. Um desses clientes é a Baterias Moura, que iniciou o maior projeto assinado com a empresa em plena crise no setor automobilístico, envolvendo os três tipos de serviços: BI, banco de dados e de desenvolvimento de aplicativos. Apesar da recessão ainda persistir, as estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) apontam que os investimentos em TI no Brasil devem crescer 5,6% em 2017. Com todos esses movimentos e inovações, a expectativa da Ávila Soluções é mais promissora. Eles têm uma projeção de ampliar o faturamento entre 15% e 20%. *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@revistaalgomais.com.br)

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O CBDU atende demandas de professores e alunos por tecnologia de ponta, e já está com programação de palestras hoje e amanhã

A ENG DTP & Multimídia, empresa pioneira no país no segmento de Multimídia e Design aplicados à Educação, anuncia o CBDU – Circuito Brasileiro de Design Universitário, direcionado para as IES – Instituição de Ensino Superior, selecionou a Faculdade Boa Viagem – FBV/deVry, no Recife, com o objetivo de atender uma demanda imediata dos professores e alunos. O CBDU aborda a importância da compreensão das tecnologias digitais colaborativas como estruturantes de novas práticas comunicacionais, de formação e aprendizagem, integrando a tecnologia com a comunidade universitária. A formação continuada do professor universitário, nesse contexto, é realizada sob o ponto de vista da experiência do mesmo como processo formativo, dando ênfase à experiência da docência como parte da necessária imersão no universo da tecnologia. Conforme Talita Rampazzo Diniz, Coordenadora Acadêmica de Publicidade e Propaganda/ Jornalismo:” a Faculdade DeVry Boa Viagem é uma referência na região no ensino de Design e de Comunicação. Atualmente, oferecemos os cursos de Design Bacharelado, os Tecnológicos de Design de Moda, Interiores, Gráfico, Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Um evento como o CBDU é importante porque atinge diretamente os nossos alunos, movimentando a nossa instituição. Além disso, receber uma palestrante de fora de nosso Estado aumenta a troca e o aprendizado de conhecimentos e de experiências”. A expectativa é que alunos e professores, cerca de 250 pessoas, passem a utilizar os conhecimentos aprendidos em novos projetos: “acredito também que os fluxos dos trabalhos poderão se tornar mais produtivos e integrados. Não só a prática profissional se torna mais dinâmica como também o próprio processo de formação e de aprendizagem é beneficiado”, comenta Talita. “Realizamos sempre eventos e oficinas que aproximam os alunos da realidade do mercado. Mas sediar o CBDU no Recife é uma oportunidade realmente diferenciada, já que o evento agrega de todas as formas: a alunos, professores, ao público externo”, finaliza. A utilização de vídeos como ferramenta de comunicação não está restrita apenas às produções profissionais ou redes sociais. Atualmente, qualquer pessoa que detém conteúdo e conhecimento mínimo pode produzir bons vídeos, independente de qual for a finalidade. Contudo, destacam-se sempre aqueles que primam por uma produção diferenciada e uma pós-produção que garanta um padrão profissional aos vídeos. 14/09 – workshop de atualização para professores com hands on 14h00 às 18h 15/09 – Design Experience – ministrada por Melissa Campuzano 9h às 11h edas 19h às 21h. http://www.cbdu.com.br

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Brasil e China fecham parceria de tecnologia de produção de biocombustível

A cooperação em biotecnologia e agricultura, a colaboração no desenvolvimento de nanotecnologia e a criação de novos laboratórios e plataformas conjuntas foram alguns dos temas discutidos, na última terça-feira (5), na IV Reunião da Subcomissão de Ciência, Tecnologia & Inovação (CT&I) da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília. No encontro, Brasil e China discutiram monitoramento das ações planejadas e firmaram acordo para a utilização de nova tecnologia de produção de biodiesel. A empresa chinesa Biostar Company vai adquirir 80% das ações da usina brasileira Biopar – Produção de Biodiesel Parecis Ltda, localizada no estado do Mato Grosso, que passará a se chamar New Biopar. O investimento de R$ 880 mil dará a oportunidade dos chineses produzirem biodiesel, que será vendido para o mercado interno. O Itamaraty espera que a aplicação da nova tecnologia possa contribuir com a concretização do compromisso firmado pelo Brasil, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima, a Cop 21. O país concordou em aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética brasileira para aproximadamente 18% até 2030, expandindo o consumo de biocombustíveis. A nova tecnologia de produção é baseada na catalise heterogênea e enzimática e no craqueamento do óleo vegetal. Essa nova rota de produção é parte de convênio, estabelecido a partir das discussões da subcomissão, em 2009, entre a Universidade de Tsinghua, em Pequim, e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que criaram o Centro China – Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia. Desenvolvida na China, essa forma de obtenção do biocombustível foi objeto de uma experiência piloto no Coppe, onde se provou sua viabilidade comercial. Com o acordo firmado, a cooperação avança do campo da pesquisa para o da transferência de tecnologia. Acompanhamento A Cosban foi instituída em maio de 2004 e, até hoje, quatro reuniões da subcomissão que trata de ciência e tecnologia foram realizadas. Nesta última, Brasil e China decidiram criar um secretariado permanente da comissão, a fim de acompanhar a execução das ações conjuntas. O secretariado terá reuniões trimestrais para fazer o acompanhamento de prazos e metas das iniciativas no nível técnico. Semestralmente, autoridades dos dois países discutirão as políticas. Na reunião de hoje, a delegação brasileira foi chefiada pelo subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador José Antônio Marcondes Carvalho. Já a delegação chinesa contou com a presença do vice-ministro da Ciência e Tecnologia, Xu Nanping. A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2016, o intercâmbio bilateral alcançou US$ 58,5 bilhões. (Agência Brasil)

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Governo lança edital de R$ 9,7 milhões para 50 startups de tecnologia

O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) anunciou hoje (10) a abertura de uma nova etapa do programa Start-Up Brasil, que tem por objetivo estimular projetos que desenvolvam softwares, hardwares e serviços de tecnologias da informação. Startup são empresas inovadoras, em estágio inicial Em seu terceiro ano de funcionamento, o programa vai oferecer R$ 9,7 milhões a 50 propostas que vão receber bolsas de até R$ 200 mil. O edital para inscrição gratuita está disponível no site do programa até 25 de setembro. A equipe deverá eleger um coordenador, que precisa ter vínculo formal com a startup, ou seja, a instituição em que o projeto de pesquisa ou desenvolvimento tecnológico será executado. Outra exigência é que as empresas tenham completado, no máximo, quatro anos de atuação. As propostas vão ser julgadas por um comitê do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O resultado será divulgado na página do CNPq, no dia 30 de novembro. Na cerimônia de lançamento da chamada pública, o ministro da pasta, Gilberto Kassab, ressaltou que, em períodos de recessão como o que o Brasil atravessa, é essencial que o governo se volte para a área de tecnologia. “Nenhum país consegue sair de uma crise econômica sem investir em tecnologia. Essa destinação de recursos parece modesta, num primeiro momento, mas é muito expressiva nesse contexto. Com essa seleção, teremos a oportunidade de constatar mais uma vez que o brasileiro tem vocação para a inovação”, afirmou. Segundo o secretário de Política de Informática da pasta, Maximiliano Martinhão, além de dar prioridade ao segmento, o governo teve o cuidado de dar oportunidade a startups com uma atuação mais restrita. “A gente corria o risco de desprivilegiar startups que estão em determinadas partes do país e que têm um objetivo regional, como startups de proteção da Amazônia ou de agricultura do Centro-Oeste.” Nas dois primeiros ciclos do programa, de 2013 a 2015, foram apoiadas 183 startups, de 17 estados e 13 países e que se sobressaíram entre 2.855 propostas. Até o momento, a iniciativa gerou, segundo estimativa do governo, 1,2 mil empregos diretos. Aceleração de startups Em outras rodadas, o programa também seleciona as chamadas aceleradoras. Elas têm o papel de auxiliar as startups a ganhar maior visibilidade, colocá-las em contato com investidores nacionais e internacionais e dar orientações jurídicas, de marketing, vendas, finanças e gestão de pessoas. De acordo com Martinhão, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está estruturando um programa voltado à internacionalização das startups. A iniciativa complementaria as linhas da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que, pelo Finep Startup, ajuda esse tipo de empresa a resolver problemas de capital e captação de recursos.

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Transformação digital: você sabe com quem está falando? (por Bruno Queiroz)

Para entender melhor a transformação digital, é preciso analisar a evolução do comportamento das gerações e suas relações com o trabalho, com o consumo e com a tecnologia. Saber identificar e respeitar as diferenças é o primeiro passo para se comunicar adequadamente com os três perfis mais comuns de novos consumidores: estrangeiros, visitantes e nativos. Os estrangeiros, formados pelos Baby Boomers (acima de 55 anos) e a parte mais velha da Geração X (de 35 a 54 anos), são aqueles que nasceram bem antes da internet. Foram formados vendo televisão e lendo jornais e revistas. Valorizam os empregos de carreira e buscam um padrão de vida estável. Preferem se comunicar por voz do que por texto e valorizam as relações presenciais, o que influencia diretamente na decisão da compra em lojas físicas e no consumo de produtos analógicos. Usam a internet? Sim. Mas de maneira secundária. Basicamente, esse grupo dá a sustentação (ainda) necessária para a sobrevivência dos meios de comunicação e produtos não digitais. Os visitantes são aqueles que vivenciaram a transição do mundo analógico para o mundo digital. Estão no meio do caminho. Possuem alguns dos valores dos estrangeiros, mas já estão incorporados à vida digital. Esse grupo é formado basicamente pela parte mais nova da Geração X (de 35 a 54 anos) e pela Geração Y ou Milleniuns (de 25 a 34 anos). Foram formados tendo acesso à TV a cabo, aos videogames e aos computadores. Estão sempre conectados na internet, compartilhando suas atividades pelas redes sociais. O celular é um companheiro inseparável. Devido ao excesso de informações que recebem, os visitantes são movidos a desafios e trocam de emprego com mais facilidade. São mais ansiosos que as gerações anteriores e estão sempre em busca de novas tecnologias. Os nativos são aqueles que não conhecem o mundo sem o computador e sem a internet. Possuem celular desde criança e são a primeira geração 100% digital. Formados pela Geração Z (de 15 a 24 anos), privilegiam as relações virtuais e, por isso, têm necessidade extrema de interação e exposição de opinião. Antes do “bom dia” perguntam logo a “senha do wifi”. Os nativos são demasiadamente ansiosos. Não só trocam de emprego com muita facilidade, como vão trocar de carreira algumas vezes ao longo da vida profissional. Concentram o consumo pelo comércio eletrônico e são ao mesmo tempo produtores e consumidores de conteúdo, os chamados “prosumers”. Dão preferência ao uso de serviços em contrapartida à posse de produtos, sendo a base da economia compartilhada no futuro. Apesar da classificação que vimos acima, a tendência é que, com o aumento do nível de digitalização das nossas atividades diárias, as diferenças nos hábitos de consumo e no uso da tecnologia entre os perfis tendem a ser cada vez mais imperceptíveis. O que vai fazer a grande diferença é o grau de intensidade. Por isso, é preciso estar atento aos detalhes para se comunicar da melhor forma possível com os novos consumidores. *Bruno Queiroz é presidente da Abradi e sócio|diretor da Cartello

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Pesquisa revela impacto da tecnologia no ambiente de trabalho

A pesquisa Termômetro ÁgilisRH apontou que em 98% das empresas pernambucanas entrevistadas o modo de funcionamento das organizações foi impactado fortemente pelos avanços tecnológicos. Os aspectos positivos destacados pelos entrevistados no comportamento dos profissionais foram principalmente troca de informações (95,2%), melhoria na qualidade da produção (91,6%) e organização do trabalho (87,3%). A baixa concentração na realização das atividades foi o único quesito em que a maioria das empresas considera que essa influência digital foi negativa. O estudo foi realizado com 126 respondentes entre executivos, gestores e profissionais de recursos humanos. A análise realizada pela consultoria ÁgilisRH originou-se da percepção das empresas de como as novas tecnologias têm permeado o ambiente e a dinâmica das organizações. “Tem-se falado muito sobre a disrupção digital e sobre os impactos que o mundo da internet está gerando na sociedade. Mas identificamos que a maioria dos estudos avalia os impactos desse fenômeno apenas na vida das pessoas. Percebemos que seria importante começar a pensar também como isso está afetando as organizações”, afirma a consultora Carolina Holanda, sócia da ÁgilisRH. Fazendo uma comparação com as modificações que as revoluções industriais tiveram na sociedade em diferentes períodos – e que trouxeram impactos positivos e negativos – a pesquisa buscou mapear os aspectos que garantiram melhorias e aqueles que têm dado dor de cabeça aos gestores. De acordo com Carla Miranda, também sócia da ÁgilisRH, as respostas da enquete apontaram mais melhorias do que problemas. “Os efeitos mais positivos foram sentidos na qualidade dos trabalhos. Os gestores entrevistados relacionam essa qualificação na produção com a quantidade de informações que está disponível para a pesquisa dos profissionais”, relata. O uso de ferramentas digitais, como redes sociais, e-mails e o celular, têm relação com o aperfeiçoamento na troca de informações entre os profissionais. “A organização do trabalho foi outro aspecto destacado positivamente. Avaliamos que esse avanço está ligado aos diversos aplicativos e softwares que a internet oferece para agendamento e planejamento dos horários que as pessoas não tinham antes”, diz Carla. O único quesito apontado com maior preocupação é a concentração nas atividades, que segundo 60,3% dos respondentes piorou. “Esse aspecto tem relação com outra preocupação das empresas que é a administração do tempo. Muitas pessoas têm dificuldades de discernir como usar as redes sociais no expediente”, relata Carolina. A consultora afirma que muitas organizações não conseguem lidar com essa situação, mas avalia que decisões radicais, como a proibição total do uso dessas redes, não são eficazes. “Sugerimos que as empresas construam acordos de trabalho e conscientizem os profissionais sobre como usar esses novos meios de comunicação”. EXPERIÊNCIA DIGITAL. Érika Leite Novaes, diretora do escritório de arquitetura que leva seu nome, afirma que o uso das novas tecnologias está no DNA da empresa. Fundada há quase duas décadas, o escritório fez nos seus primeiros anos um estudo de mercado sobre os softwares mais inteligentes para o tipo de atividade e investiu no VectorWorks, que entre outras vantagens permite a criação de projetos com uma perspectiva em 3D. “Isso nos deu um diferencial no mercado. Além da qualidade do produto final, ganhamos em velocidade e na satisfação do cliente”. O surgimento de mídias como o Instagram, WhatsApp e o Pinterest, por exemplo, trouxeram uma gama de referências para os profissionais que atuam no escritório, ampliaram a comunicação interna com os clientes, além de se tornarem uma janela de divulgação dos trabalhos da equipe da arquiteta. Para inibir que as ferramentas digitais desconcentrem os funcionários, a empresária afirma que foi construído um acordo limitando o uso das redes sociais para assuntos pessoais para hora do almoço ou nos intervalos. *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@revistaalgomais.com.br)

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