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Quero ir morar na Estônia

A Estônia é o país mais digital do mundo. Lá, é possível votar, casar, divorciar, abrir e fechar empresas, matricular na escola e licenciar o carro pela internet. Quase todos os serviços públicos são digitais. Mas como uma ex-integrante da União Soviética, pobre e com uma população menor do que o Recife conseguiu em pouco mais de 15 anos se transformar em referência mundial de gestão pública? O primeiro passo para mudar a forma de governar foi a implantação da identidade digital. Em um só documento, o cidadão tem a carteira de identidade, habilitação para dirigir, título de eleitor, histórico médico e escolar. Na prática, é um cartão com chip que possui também assinatura digital eletrônica de dupla checagem, o que aumenta a segurança e, por isso, é também aceita pelo sistema bancário do país. Dessa maneira, os cidadãos não precisam apresentar nenhum tipo de papel para ter acesso aos serviços públicos. Basta a identidade digital. Com esse ambiente criado, o governo passou a ser mais eficiente. A digitalização dos serviços públicos poupa por ano cerca de 2% do PIB do país, o que permitiu reduzir impostos e também criar um ambiente competitivo para as empresas. Esse foi o segundo passo para a consolidação do governo digital na Estônia, pois o país se abriu e atraiu negócios de todos os cantos do mundo, sobretudo aqueles interessados em entrar no mercado comum europeu de maneira rápida e simples, já que todo o processo acontece pela internet em poucos minutos. Depois de mais de 15 anos de governo digital, a Estônia vem colhendo muitos resultados. O PIB per capita aumentou sete vezes nesse período. O país está entre os 30 maiores IDH (índice de desenvolvimento humano), com um indicador de 0.865. Quase 90% da população tem acesso à internet. Mais do que ser eficiente e melhorar a qualidade de vida da população, a Estônia está mostrando para outros países caminhos para o aperfeiçoamento da atuação pública e da democracia. Nesse sentido, Finlândia, México, Panamá e Uruguai trabalham em conjunto com a Estônia para implantar a mesma tecnologia e estar cada vez mais próximo do cidadão. A Índia, que já adotou a identidade digital há cerca de cinco anos, passou a prestar serviços públicos a mais de 400 milhões de pessoas que estavam à margem da atuação governamental. O Brasil também se inspira na Estônia. Um projeto do Governo Federal, chamado de Documento Nacional de Identidade (DNI), está reunindo todos os documentos em um aplicativo de celular e deve estar em uso a partir de 2019. Mas ainda longe, muito longe de poder se dizer um governo digital. Para se ter uma ideia, somente na esfera federal são ofertados cerca de 1.700 serviços à população. Desses, 1.193 ainda são analógicos. Apesar de sermos o país com a quarta maior população de usuários de internet, estamos na posição 51 do ranking mundial do governo digital. Ainda temos muito chão pela frente. Ou muitos bits e bytes pela frente.

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Não ao voto raivoso! (por Francisco Cunha)

Atribui-se a Ulisses Guimarães a afirmação de que “não se pode fazer política com o fígado”. Essa frase sempre me impressionou bastante desde que tomei conhecimento dela, muitos anos atrás. Nos dias que correm, neste período pré-eleitoral, lembrá-la me parece ainda mais necessário. A disputa política nacional transformou-se numa verdadeira guerra de acusações e insultos que termina por comprometer a qualidade do voto e colocar em risco o próprio futuro da democracia, duramente conquistada no Brasil. Sim, é verdade que as imperfeições do regime democrático são enormes mas não se inventou ainda coisa melhor, como bem destacou o grande Winston Churchill: “a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais”. E no Brasil, país enorme, diverso e conflituoso, a democracia é irrecorrível. Sem ela, com o seu sistema de freios e contrapesos, nosso destino seria o caos. O problema é que, com a política sendo feita “com o fígado” e o consequente voto raivoso, a democracia sofre e pode sucumbir. Não por acaso, foi recentemente lançado e está sendo bastante discutido no Brasil o livro Como as Democracias Morrem dos pesquisadores da Universidade de Harvard, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt. O livro mostra que, na atualidade, as democracias não terminam vitimadas por golpes de estado, como foi no passado, mas com o “lento e constante enfraquecimento das instituições”. Enfraquecimento este substancialmente ajudado pelo voto raivoso. É perfeitamente compreensível que o eleitor brasileiro se sinta traído pela classe política em face dos desmantelos administrativos, da crise política, da crise ética, da crise econômica… Todavia, o fígado e a raiva são péssimos conselheiros quando se está buscando, de forma responsável, colocar as coisas nos eixos novamente como o País, e todos nós, merecemos e precisamos. Tenho 40 anos “de janela” observando a vida política nacional (há mais de 30 anos de forma profissional na consultoria) e todas as vezes em que vi prevalecer o fígado na política e o voto raivoso sendo colocado na urna, o resultado foi simplesmente trágico. Por isso, faço daqui meu humilde apelo: na hora de votar evitemos a raiva e pensemos qual candidato pode, de fato, contribuir para a resolução dos problemas e para a preservação da democracia. Fora disso, infelizmente, continuaremos mirando perigosamente o abismo.

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Paço do Frevo atinge a marca de 500 mil visitas

O frevo confirmou na tarde de hoje sua vocação para reunir multidões. Por volta das 14h30, o Paço do Frevo, equipamento de salvaguarda do gênero musical que conta os primeiros capítulos da história do país, atingiu a marca de 500 mil visitas registradas, desde a inauguração do equipamento, em fevereiro de 2014. Ao entrar no museu, a estudante Carla Oliveira, 26 anos, entrou também para a história, cruzando a impressionante marca de meio milhão de visitantes atendidos pelo equipamento. Carla foi recebida com festa e vários presentes. Ganhou passe livre para voltar quantas vezes quiser ao museu por um ano, ecobag e kit do Paço do Frevo com voucher para o Malakoff Café e a Me Poupe Loja Colaborativa. A comemoração vai continuar em outubro, quando a rua em que Carla mora receberá uma edição especial do Arrastão do Frevo. “Nunca tinha visitado o Paço antes. Ouvia falar, mas nunca imaginei que pudesse ser tão maravilhoso. Foi minha primeira vez e já foi tão importante.” “Que venham outros 500 mil e muitos visitantes mais! A história do frevo merece ser contada, preservada e renovada, com toda a força e alegria que o Paço do Frevo dedica à cultura de Pernambuco e do Brasil inteiro”, disse o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha, que recebeu e cumprimentou Carla, junto com o gerente do Paço, Eduardo Sarmento. Centro de referência de ações, projetos e atividades de documentação, transmissão e valorização do frevo, Patrimônio Imaterial da Humanidade reconhecido pela Unesco, o Paço do Frevo é uma iniciativa da Prefeitura do Recife, com realização da Fundação Roberto Marinho e gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Desde o dia 9 de fevereiro de 2014, quando foi inaugurado, o museu já realizou mais de 84 mil visitas guiadas, recebeu 451 atrações culturais, 104 eventos dentro da programação da Quinta no Paço e do Sábado no Paço, 42 Arrastões do Frevo, 14 rodas de frevo, 7 conexões do frevo e mais 148 outras atividades. Entre tantas ações sistemáticas, destaca-se a Hora do Frevo, atividade gratuita realizada às sextas-feiras, sempre na hora do almoço, que incentiva novas leituras instrumentais, clássicas, contemporâneas e autorais do frevo, que já teve 141 edições realizadas e foi contemplada com o prêmio Funarte de programação continuada para a Música Popular. Em 2017, o Paço do Frevo foi reconhecido também como Centro de Referência em Representação, Ações, Projetos, Manifestação e Salvaguarda pelo Iphan. E tudo isso é só o começo.  

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Curta pernambucano sobre o Forró na Europa é selecionado para MIMO Festival 2018

Existem cerca de 20 festivais musicais exclusivamente de forró e shows cada vez mais demandados em vários países na Europa. Esse é o cenário vivido hoje pelo forró brasileiro de raiz no continente, um mercado que já voltava seus ouvidos há algum tempo para essa música, mas que nos últimos anos entrou num processo de consolidação. Tal movimentação está registrada no documentário Quanto Mais Longe Vou, Mais Perto Fico, dirigido por Daniel Ortega, com produção do coletivo pernambucano LA Sangre Mamute Produções, com estreia marcada para a edição do MIMO Festival 2018. O Mimo é responsável por dar relevo à música instrumental em território brasileiro, tradicionalmente realizado em cidades históricas, a edição brasileira do festival terá apresentações em Paraty (RJ), Rio de Janeiro, São Paulo e Olinda (PE). As filmagens foram realizadas em 2013, durante a segunda turnê do Quarteto Olinda pelo Velho Continente, em que Daniel Ortega assinou também a fotografia com Yuri Rabid. Quanto Mais Longe Vou, Mais Perto Fico mescla registros das experiências dos quatro músicos (Cláudio Rabeca, Guga Amorim, Carlos Amarelo, além de Rabid), que compunham a banda, com entrevistas com pessoas que movimentam essa cena cultural, como professores, músicos e alunos. O grupo levou o forró tocado com Rabeca com um repertório de canções próprias, de outros artistas da música nordestina e clássicos do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Um trabalho importante na disseminação do forró é desenvolvido por professores e grupos brasileiros de dança que atuam na Europa. Durante todo o ano, esses grupos fomentam a cultura do forró em apresentações e aulas. O filme aborda a preservação da história de artistas do forró, dando destaque às danças e aos bailarinos desta manifestação popular. Os festivais de forró no Velho Continente atraem cada vez mais participantes interessados em aprender a dança e os ritmos, tornando-se um ponto de encontro cultural entre brasileiros e estrangeiros. Há russos, italianos, franceses, alemães, formados por brasileiros. O modelo desses eventos demonstra que os europeus estão muito interessados em conhecer a fundo as raízes do ritmo que se desenvolveu mais fortemente no Nordeste Brasileiro. Em boa parte dos festivais, além de shows musicais, são promovidas oficinas de dança e instrumentos musicais e workshops em que o debate enfoca a natureza e as origens do forró. A turnê teve início em Lisboa e, em seguida, percorreu Munique, Berlim, Colônia, Londres, Dublin, Paris, Nantes, Bordeaux, São Petersburgo, Genebra e Roma.

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O legado de Paulo Freire

No dia 19 de setembro, o educador Paulo Freire completaria 97 anos. O pedagogo é pedra fundamental no reconhecimento da educação enquanto agente político de transformação social e seus fundamentos fazem parte de Política Municipal de Ensino do Recife, adotada em 2015, e que promove a existência de uma escola inclusiva, democrática e justa, com respeito à autonomia e dignidade do ser humano. O legado freiriano é vivenciado, sobretudo na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), que contempla pessoas com idade superior a 15 anos e que, por quaisquer motivos – normalmente de ordem social – não puderam gozar de seu direito constitucional à educação no período regular previsto. Nos últimos cinco anos, a rede municipal de ensino acolheu quase trinta mil alunos na modalidade EJA (27,8 mil) e, destes, mais da metade (15.511) eram referentes a estudantes em processo de letramento (alfabetização) e Anos Iniciais (1º ao 5º anos). É nestas salas de aula, que funcionam à noite, que se encontram exemplos redivivos de que o processo de educação é a pavimentação de um futuro concreto para o exercício da cidadania plena: seja para conseguir postos de trabalho formal, obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e até tarefas mais simples do cotidiano, como apanhar um ônibus e, assim, garantir o direito de ir e vir. Para Janaína Cabral, professora da EJA há 12 anos e que atualmente também trabalha na alfabetização de 15 profissionais da limpeza urbana do Recife na sede da Vital Engenharia desde junho, em Dois Irmãos, Paulo Freire é mais do que uma metodologia aplicada em sala de aula. “A educação garante respeito a estes homens e mulheres, nós aproveitamos a experiência de vida, realidade e o universo dos estudantes, o seu mundo de trabalho, para trazer exemplos mais próximos que facilitem seu processo de aprendizagem”, pontua ela. Agnaldo Dias da Silva, de 48 anos e que trabalha com materiais recicláveis na limpeza urbana do Recife foi um dos que se animou para voltar às aulas na sede da Vital Engenharia, que disponibiliza duas salas de aula para EJA em parceria com a Secretaria de Educação do Recife. “Eu vou recomeçar porque nunca é tarde. Eu tenho o sonho de terminar meus estudos. Quero crescer aqui na empresa, quero dar o meu melhor. Todos na minha casa comemoraram a notícia e só saio daqui com o diploma na mão”, comentou emocionado o gari. Mestre é fundador da rede municipal de ensino do Recife  O Recife se orgulha de ter contado com a presença atuante do mestre nas trincheiras da formação de uma embrionária rede municipal de ensino, quando de sua atuação junto ao Movimento de Cultura Popular (MCP). Àquela época, gestão de Miguel Arraes à frente da Prefeitura, o MCP constituiu 201 escolas que atendiam pouco mais de 19 mil alunos durante a década de 1960. São fundamentos freirianos que permeiam a Política de Ensino do Recife, instituída em 2015, a existência de uma escola inclusiva, democrática e justa, com respeito à autonomia e dignidade do ser humano, com valorização a seus saberes, provocando uma educação voltada para a cidadania.

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Gente & Negócios: empreendimentos no exterior e premiações empresariais

Leonardo Charamba e Alex Alencar comandam restaurante brasileiro nos Estados Unidos Dirigido desde 2013 pelo pernambucano Leonardo Charamba e pelo paraibano Alex Alencar, o Camila´s ganhou o gosto do público norte-americano.  O tradicional restaurante brasileiro nos Estados Unidos tem unidades em Miami e em Orlando. Os sócios começaram suas histórias nos Estados Unidos, como muitos brasileiros, em busca emprego, onde começaram como ajudante de cozinha. Leonardo passou pelos postos de garçom, chefe dos garçons e de gerente no Camila’s. Em 2009, ele e Alex assumiram a gerência da unidade de Orlando do restaurante. E em 2012 o fundador decidiu vender o negócio para a dupla. Desde então, a empresa cresceu 40%. Juntas, as unidades têm capacidade de receber 800 pessoas. Nos períodos de alta, chegam a receber 4 mil pessoas por dia. Conversamos com o pernambucano sobre a experiência empresarial no País e sobre os planos para o futuro. Confira abaixo. Em Pernambuco você teve alguma experiência no segmento? LEONARDO – Tive outras experiências no Brasil, trabalhei numa agência de viagens, numa transportadora de cargas (área comercial), trabalhei com telefonia móvel (área comercial), cheguei até ter uma franquia na área de serviço, porém nunca trabalhei no Brasil com gastronomia. Cheguei nos EUA pela primeira vez em 1997. Trabalhei por três meses numa operadora de turismo e em seguida no Camila’s Restaurant, onde comecei como garçom. No ano 2000 resolvi voltar ao Brasil, porém as coisas não foram muito bem. Montei um negócio que deu errado e acabei perdendo todo dinheiro e quebrei. Em 2003 resolvi voltar para os EUA, nessa época já estava casado e com um filho de 2 anos. Vendi o que podia vender, paguei o que devia e me sobraram US$ 300 e com esse dinheiro comecei minha vida novamente nos EUA . Fui trabalhar no Camila’s de Miami, como chefe de garçom, no ano 2004 fui transferido para o Camila’s de Orlando, onde passei por todas as posições dentro do restaurante. Em 2013 eu e Alex de Alencar, meu sócio que começou a trabalhar junto comigo no Camila’s como lavador de pratos, compramos o restaurante. O público alvo de vocês é principalmente de brasileiros que vivem nos Estados Unidos ou de americanos interessados na cultura brasileira? LEONARDO – Hoje nosso maior publico é o brasileiro que vem de férias. Em seguida o brasileiro que reside aqui. E recebemos muitos americanos que querem conhecer nossa culinária. Nós brasileiros não conseguimos ficar muito tempo longe do nosso “feijão com arroz”. Quando o turista brasileiro chega aqui e começa comer hambúrguer, pizza, batata frita… depois do terceiro dia o que eles mais querem é comer “feijão com arroz, bife e farofa”, é ai que entra o Camila’s para matar essa saudade devolver a alegria das férias. Os pratos pernambucanos e nordestinos estão no cardápio? Como a gastronomia regional é recebida nos EUA? LEONARDO – Nós trabalhamos com sistema de bufê self-service onde nosso cliente paga um valor único e pode se servir quantas vezes quiser, não utilizamos balança. Temos um bufê com 14 opções de saladas, 12 opções de pratos quentes, sopa e 5 opções de sobremesa, todos os dias mudamos as opções de saladas, pratos quentes e sopa. Por receber brasileiros de todos os lugares temos um menu bem variado que atende aos quatro cantos do Brasil, servimos alguns pratos do Nordeste como: Escondidinho de carne seca, Bobó de camarão , Dobradinha. Temos alguns pratos da culinária mineira também como: Frango com quiabo, Tutu a Mineira, temos também nossa feijoada completa que é servida todos os sábados. Que indicadores de desempenho vocês poderiam informar para mensurarmos o sucesso do empreendimento? LEONARDO – Quando compramos o Camila’s em 2013, eu e o Alex já tínhamos passado por todas as posições lá dentro, então sabíamos exatamente o que tínhamos que fazer, começamos então um processo de endomarketing muito forte, onde capacitamos nosso clientes internos (colaboradores) e entendemos que quanto mais se investe em treinamentos e palestras para nossos colaboradores mais resultado positivo colheríamos e assim foi. À parte disso, fizemos um trabalho de marketing muito forte também, principalmente nas nossas redes sociais. Hoje trabalhamos com os principais influenciadores do Brasil e assim atingimos números incríveis, aumentamos nosso faturamento em 40%, atendemos 450 mil pessoas por ano, nosso perfil do Instagram é o perfil de restaurante mais seguido do mundo com mais de 1 milhão de seguidores, estamos no Hall da fama do Trip Advisor (maior site de indicações do mundo) e já estamos pelo sexto ano consecutivo recebendo o certificado de excelência deles. Vocês tem expectativas de expansão do negócio? Pensam em alguma unidade no Brasil? LEONARDO – Estamos num plano de expansão e no próximo ano vamos abrir nossa terceira unidade e também nossa primeira franquia, essa será em Orlando perto dos parques temáticos da Disney. Não temos ainda nenhum plano de abrir alguma unidade no Brasil. Serviço: Em Orlando: 5458 International Drive, Orlando, FL 32819 (407) 354-2507 Em Miami: 129 SouthEast 1st Ave. Miami, FL 33131 (305) 375-0992     VisitBritain aposta nos pernambucanos Mesmo diante da crise a quantidade de turistas brasileiros tem crescido no Reino Unido.  Segundo Malcolm Grittiths, diretor da VisitBritain (organização oficial do governo britânico para promoção do turismo na Grã-Bretanha)  somente nos três primeiros meses do ano, aconteceram 74 mil viagens do Brasil para o país europeu, 41% a mais que no primeiro trimestre do ano passado. Entre 2016 e 2017 o crescimento de visitas foi de 31%. E Pernambuco representa 4% desse montante do envio de visitantes. Uma das grandes ações na capital pernambucana foi o apoio à Parada Gay. O governo britânico levou às ruas o bloco “Love is Great” ao evento. O público LGBT também é alvo das campanhas do país. Malcolm revelou,em coletiva de imprensa, diversos outros produtos que estão sendo trabalhados turisticamente pelo Reino Unido, como os bairros mais afastados de Londres; o roteiro musical, que inclui lendas da cultura pop, como The Beatles; o circuito cultural com grandes museus, incluindo o novo V&AA Museum em Dundee, na Escócia;

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Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto pela primeira vez na sua terra de origem e inspiração

“Valencianas” apresenta um recorte na biografia musical de Alceu Valença. Em 2012, ao completar 40 anos de carreira, o pernambucano teve, pela primeira vez, suas canções adaptadas para a música de concerto. O feito se deu pela Orquestra Ouro Preto, regida e dirigida pelo maestro Rodrigo Toffolo. Idealizado há oito anos, “Valencianas” chega à terra que inspirou o projeto, após passar por Belo Horizonte, Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e Portugal. Será no Teatro Guararapes, 29 de setembro. O espetáculo tem arranjos assinados pelo violinista da OOP, Mateus Freire, paraibano que teve o cuidado de preservar e não descaracterizar a essência da obra do compositor, com seu compromisso permanente com a cultura popular brasileira. “Valencianas” começou a ser preparado em 2010, quando o maestro e o cantor foram apresentados, em Ouro Preto, por um amigo em comum, depois produtor do espetáculo, Paulo Rogério Lage – há tempos, ele acalentava proporcionar contornos orquestrais ao cancioneiro de Alceu. No verão de 2012, o maestro Toffolo, Mateus Freire e Paulo Rogério foram ao encontro do compositor, desta vez em Olinda, e voltaram na bagagem com mais de 40 músicas sugeridas por Alceu. Foram escolhidas 13 para o espetáculo. O público terá a oportunidade de conferir a versão orquestral cantada por Alceu de sucessos como “Anunciação”, “Tropicana”, “Girassol”, “Coração Bobo”, “La Belle Du Jour” e “Sete Desejos”, mas também de canções menos conhecidas como “Junho”, “Porto da Saudade”, “Acende a Luz”, “Sino de Ouro” e “Ladeiras”. Esta última representando o eixo central do espetáculo, a ponte que une artisticamente as ladeiras de Olinda e Ouro Preto. Mais que propor o diálogo entre a música erudita e a canção popular, “Valencianas” procura demonstrar a universalidade artística de Alceu e a diversidade de sua obra. De acordo com o maestro Rodrigo Toffolo, o “desafio é respeitar aquilo que torna a obra de Alceu Valença única. O espetáculo é grandioso e busca evidenciar a maestria do cantor e a nordestinidade inerente à sua obra, capítulo fundamental na história da música de nosso país, que contribuiu, inclusive, para a ideia de música popular brasileira que temos hoje”, afirma. Para Alceu Valença, “num mundo dominado pela indústria do entretenimento, onde tudo é dinheiro e há pouco sentimento, a música de concerto é uma forma de transcendência. Este projeto representa uma nova vertente na minha carreira”, celebra. Já para Paulo Rogério Lage, diretor de cena, que também assina o cenário e iluminação, “Valencianas” mostra que além do cuidado no repertório houve a preocupação de na cena se juntar os mundos de Alceu e da Orquestra – os balões das festas juninas nordestinas a se confundirem com os balões do pintor Guignard, numa poética Ouro Preto em noite de São João – tudo a deixar transparecer a força das composições e da voz de Alceu, agora associada à maestria dos músicos de uma orquestra, que cada vez mais se afirma nacionalmente. Gravado em CD e DVD, “Valencianas” foi consagrado em 2015 com o Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Álbum da Música Popular Brasileira. ORQUESTRA OURO PRETO Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do País, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo jovem vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. A orquestra foi criada em 2000 e seu trabalho é marcado pelo experimentalismo e ineditismo. Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo é membro fundador e diretor artístico da Orquestra Ouro Preto, assumindo, em 2007, a regência titular do grupo. SERVIÇO Valencianas Dia 29 de setembro (sábado), às 21h Teatro Guararapes – Centro de Convenções de Pernambuco Informações: (81) 3182.8020 Ingressos: Plateia: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) Balcão: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia) * À venda na bilheteria do teatro (segunda a sábado, das 9h às 17h), lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br

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Propostas para o desenvolvimento do interior

Em meio a uma das eleições nacionais mais tumultuadas e imprevisíveis, o debate sobre os temas essenciais para o desenvolvimento do Estado ficou prejudicado. Para não perder a oportunidade de tratar sobre questões estratégicas para Pernambuco nesse pleito estadual, provocamos os candidatos ao Palácio do Campo das Princesas a tratarem de quatro assuntos. Logística, segurança cidadã, interiorização do desenvolvimento e recuperação da indústria são aspectos cruciais apontados pelo corpo técnico da pesquisa Empresas & Empresários, que é realizada pela TGI e pelo INTG, com patrocínio do Governo de Pernambuco. Armando Monteiro Neto (PTB), Dani Portela (PSOL), Júlio Lóssio (REDE), Maurício Rands (PROS) e Paulo Câmara (PSB) responderam aos nossos questionamentos. Entramos em contato com Simone Fontana (PSTU), mas ela não nos enviou as respostas a tempo. Nas páginas a seguir apontamos as propostas para cada um desses temas e no nosso site você pode conferir as respostas na íntegra.     Nesse primeiro post abordaremos a Interiorização do Desenvolvimento Com forte concentração das riquezas de Pernambuco na região litorânea, o desenvolvimento do interior é um dos desafios históricos para o Governo do Estado. Perguntamos aos candidatos quais suas propostas neste sentido. O governador Paulo Câmara afirma que sempre trabalhou com a perspectiva de levar desenvolvimento, com a geração de emprego e renda, para todo o Estado. “Adotamos uma política tributária diferenciada, que assegura mais benefícios para os investidores que realizam seus projetos em regiões do Estado, como os nossos sertões. Trabalhamos para que fossem implantadas fora do Complexo Portuário de Suape as fábrica da Jeep, em Goiana, e do Polo de Bebidas, em Igarassu”. Na sua política de descentralização, ele ressaltou ainda a construção de novos distritos industriais e a entrega do Armazém da Criatividade, em Caruaru. O senador Armando Monteiro Neto defende o estímulo às atividades econômicas no interior, promovendo a desconcentração espacial e gerando oportunidades para fixação da população nas diversas regiões do Estado. “Existem ações que são transversais e que beneficiam todos os segmentos: requalificação da malha viária que está bastante deteriorada, as obras micro (cisternas, açudes e poços etc) e as estruturantes de infraestrutura hídrica, tais como a Adutora e o Ramal do Agreste e a necessidade de se implantar um amplo cinturão digital, por meio de uma rede de fibras óticas, que alcance todo o interior do Estado”. Ele apresentou proposições em áreas consideradas estratégicas, como agropecuária, fruticultura irrigada e para os polos de confecções e gesseiro, além de sugerir a construção um plano estadual de convivência com o semiárido. A candidata Dani Portela afirma ser preciso explorar as potencialidades de cada região, destacando, como exemplos, a bacia leiteira, a produção têxtil e a fruticultura irrigada. “Nossa prioridade não será o agronegócio e as grandes empresas, mas, sim, o cooperativismo, que será o eixo principal da nossa política de desenvolvimento, pois é uma forma mais fácil de gerar emprego e renda. Pretendemos incentivar e fomentar a criação de cooperativas no campo − para aumentar a geração de alimentos para a cidade − e na cidade, na forma de cooperativas de serviços”, afirmou. Maurício Rands apontou três pilares para desenvolver o interior: a retomada das obras da Transnordestina, o avanço da formação de mão de obra (com novas escolas técnicas, por exemplo) e a ampliação e recuperação da malha rodoviária. Sobre esse último ponto, ele propõe um novo modelo de investimentos. “Vamos licitar pequenos trechos separados das rodovias. Só que ao invés de contratarmos apenas a sua construção, vamos incluir na contratação a manutenção do mesmo trecho por um prazo de 20 anos. A empresa que construir a rodovia terá a responsabilidade e o interesse de prover-lhe a manutenção. O Estado economizará, haverá contratos para dinamizar essas empresas pernambucanas e, portanto, serão criados empregos”, defende. Júlio Lóssio afirmou que sua plataforma de governo contém cinco grandes eixos, sendo um deles o do desenvolvimento econômico com foco regional.   PERGUNTAMOS A TODOS OS CANDIDATOS: Qual a sua proposta para promover o desenvolvimento no interior do Estado? As respostas na íntegra seguem abaixo. ARMANDO MONTEIRO NETO A interiorização do desenvolvimento de PE é fundamental. O PIB per capita de PE é cerca de 57% do nacional. Em termos de regiões do estado, a disparidade é muito elevada. O pernambucano do sertão central detém apenas 35% da renda per capita daquele que está na região metropolitana. Portanto, é preciso estimular as atividades econômicas no interior do estado promovendo a desconcentração espacial e gerando oportunidades para fixação da população nas diversas regiões do estado. Isso inclusive evita os problemas decorrentes da maior pressão populacional na região Metropolitana relacionados à mobilidade urbana, moradia, violência, custo de vida elevado, dentre outros. O modelo de desenvolvimento deve se voltar para as vocações regionais já estabelecidas e que precisam ser revitalizadas, a exemplo da agropecuária, o polo de confecções do Agreste, o polo gesseiro do Araripe e a Fruticultura no sertão do São Francisco. Existem ações que são transversais e que beneficiam todos os segmentos: requalificação da malha viária que está bastante deteriorada, as obras micro (cisternas, açudes e poços, etc) e as estruturantes de infraestrutura hídrica, tais como a Adutora e o Ramal do Agreste e a necessidade de se implantar um amplo cinturão digital, por meio de uma rede de fibras óticas, que alcance todo interior do estado. Para o setor agropecuário uma questão que acreditamos ser fundamental, prioritária e de extrema importância é a revitalização do sistema de assistência técnica e extensão rural que em Pernambuco perdeu sua capacidade de atuação. Portanto, é preciso recuperar essa capacidade por fortalecimento do Instituto Agronômico de Pernambuco-IPA, que poderá prestar um atendimento especializado para os pequenos agricultores e no processo de reestruturação da bacia leiteira. Com relação à fruticultura irrigada é preciso estabelecer um sistema firme de combate à praga da mosca da fruta, recuperar as estradas estaduais nos perímetros de irrigação (em que o governo estadual simplesmente abandonou, o que exigiu do município e dos produtores uma ação paliativa) e também estabelecer junto à Compesa às melhorias nas condições de saneamento das Agrovilas, onde

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Concurso seleciona três artistas para o REC’n’Play 2018

Com proposta de valorizar nomes do cenário musical do Estado, o REC’n’Play – festival de experiências digitais que será realizado no Bairro do Recife entre 7 e 10 de novembro – contará com três seletivas para escolher atrações musicais que se apresentarão no festival. Os nomes serão escolhidos em eventos no Sertão, Agreste e Recife. O REC’n’Play 2018 vai receber mais de 260 atividades nas áreas de tecnologia, economia criativa e cidades inteligentes e, em três noites, vai vibrar com a nova música feita em Pernambuco com o palco montado na Rua do Observatório. A proposta de valorizar a inovação também permeia a programação musical do festival via que vai escalar, em seletivas em Serra Talhada, Belo Jardim e no Recife, três nomes para compor a grade. Batizada como Let’s Play, a seletiva já tem a primeira etapa neste fim de semana durante o “SerTão Mais Criativo”, evento que ocorre entre os dias 13 e 16 de setembro, em Serra Talhada. Em cada uma das noites, oito bandas se apresentam na área de shows do Som na Rural. O segundo nome será selecionado na etapa Belo Jardim do Festival “No Ar Coquetel Molotov”, que ocorrerá de 17 a 20 de outubro. Já para pleitear a terceira vaga, os artistas devem ficar atentos ao site do REC’n’Play, onde será disponibilizado um formulário para se inscrever, entre 24 de setembro e 7 de outubro, na seletiva no Recife. Dos inscritos, seis atrações serão escolhidas para uma apresentação no dia 20 de outubro no Apolo 17, no Bairro do Recife, de onde sairá um vencedor e último selecionado para participar do festival. O resultado será divulgado no dia 24 de outubro. Para participar da seletiva do Let’s Play os artistas devem possuir repertório autoral e estar em atividade. “Apesar de ser um festival novo, o REC’n’Play já conquistou espaço na agenda cultural local. O nosso palco é uma grande oportunidade para bandas menores se apresentarem em uma infraestrutura diferenciada. Queremos ver propostas musicais de bandas que estejam ativas, lançando material novo e fazendo shows, em especial as que venham com uma proposta mais inovadora”, explica Ugo Portela, curador musical do REC’n’Play 2018. Na edição do ano passado, a convocatória do Let’s Play recebeu mais de 70 inscrições e definiu RØKR e 70mg para se apresentarem no palco principal do REC’n’Play 2017. Ao todo, a programação musical do festival totalizou mais de 20 atividades entre shows, palestras, oficinas e workshops inseridas no universo da música.   Seletivas Let’s Play 2018 Etapa Serra Talhada SerTão Mais Criativo // 13 a 16 de setembro Local: Estação do Forró – VI Ferroviária, São Cristóvão – Serra Talhada – PE   Etapa Belo Jardim No Ar Coquetel Molotov // 17 a 20 de outubro Local: Parque do Bambu – Rua Pedro Bezerra s/n – Belo Jardim – PE   Etapa Recife Seletiva Recife // 20 de outubro Local: Apolo 17- Rua Apolo 171, Bairro do Recife – Recife – PE Inscrições: 24 de setembro a 07 de outubro, através do site http://www.recnplay.pe/

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Premiado filme baiano, “Café com Canela” estreia em Recife

Um dos mais festejados longas-metragens da atualidade do cinema da Bahia, “Café com Canela” estreou em Recife, onde está em cartaz no Cinema da Fundação, completando uma lista de 14 cidades de 12 estados em exibição. Com direção de Glenda Nicácio e Ary Rosa, a obra vem de uma muito bem-sucedida trajetória em festivais de cinema do Brasil e do exterior, tendo feito parte da seleção oficial do International Film Festival Rotterdam, além de ter vencido como Melhor Filme pelo Júri Popular no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2017, o que lhe rendeu o Prêmio Petrobras de Cinema e a consequente distribuição que agora se executa. Filmado e realizado no interior da Bahia, especificamente no simbólico Recôncavo Baiano, “Café com Canela” é uma produção de representatividades. Um elenco negro, um cenário de estéticas da negritude, referências às religiões afro-brasileiras, o cotidiano popular interiorano e a força da mulher são potências que constroem uma narrativa de sutilezas. A partir do reencontro das personagens Margarida e Violeta, um processo de transformação se desdobra para ambas – a primeira, isolada pela dor da perda do filho; a segunda, entre as adversidades do dia a dia e traumas do passado – e para a visão de quem poderá se reconhecer naquelas identidades. “Café com Canela” é um filme de afeto e aconchego. A elogiada atuação de Valdinéia Soriano, premiada como Melhor Atriz também no Festival de Brasília, compartilha espaço com os atores e atrizes Aline Brune, Dona Dalva Damiana, Babu Santana, Arlete Dias, Guilherme Silva, Aldri Anunciação e Antônio Fábio. A trilha original é de Mateus Aleluia, remanescente do conjunto Os Tincoãs, ícone da música brasileira. O longa foi ainda escolhido para abrir a 21ª Mostra Tiradentes, integrou a 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, foi premiado no XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema e na 9ª Semana dos Realizadores. “Fala-se muito em ‘afeto’, mas, como acontece com frequência, fala-se muito daquilo que não se encontra de verdade em nossa sociedade pós-industrial. ‘Café com Canela’ é, de fato, um ‘filme de afeto’, uma espécie de doce rapsódia baiana ambientada no Recôncavo.” Luiz Zanin (Estadão) “O filme tem como trunfo as excelentes performances do elenco. Aline Brune e Valdinéia Soriano brilham tanto no desempenho de gestos cotidianos e ritualísticos, quanto nos bem construídos diálogos, por vezes de sonoridade literária. Outro ponto forte são as ousadas rupturas com o registro realista.” Lúcia Moreno (Folha de S.Paulo) PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Apresentado pela Petrobras, “Café com Canela” foi produzido pela Rosza Filmes, produtora independente fundada em 2011 pelos próprios diretores do filme, como resultado de seleção no Edital de Arranjos Financeiros Estaduais e Regionais, realizado em conjunto pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). Residentes do Recôncavo da Bahia, Glenda Nicácio e Ary Rosa encontram na cultura popular local a pulsação para o cinema, desenvolvendo filmes onde o processo de produção, a narrativa e a estética são elementos pautados nas dinâmicas do interior. A distribuição em salas de cinema é assinada pela Arco Audiovisual, também da Bahia, que se compromete a contribuir para a difusão de obras audiovisuais independentes brasileiras, principalmente as fora do eixo. Tendo como pontos de recorte o potencial artístico, social e de comunicabilidade das obras, a distribuidora compõe seu catálogo com “filmes com questão”. SINOPSE Recôncavo da Bahia. Margarida vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida, inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores. CAFÉ COM CANELA. Direção: Glenda Nicácio e Ary Rosa. Brasil, 2017. Longa-metragem de ficção. 103 min. Classificação indicativa: 14 anos.

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