Francisco Cunha

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A recostura do centro do Recife (por Francisco Cunha)

D epois da expulsão dos holandeses em 1654, o que restou do Recife ou, mais propriamente, da “Cidade Maurícia” (Mauritiópolis), mandada construir por Maurício de Nassau para ser a capital da dominação neerlandesa no Brasil (os atuais bairros de Santo Antônio e São José), foi uma terra completamente arrasada pela guerra de reconquista (a Ressureição

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O mundo recomeça pelo Centro do Recife

Na quinta-feira, 18.11.21, tive a oportunidade de participar, no Cais do Sertão, do lançamento, pela Prefeitura do Recife, da inciativa denominada Recentro que tem como slogam uma paráfrase do famoso título do painel pintado pelo grande artista plástico pernambucano e modernista brasileiro, Cícero Dias, escrito no chão da Praça do Marco Zero: “Eu Vi o

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Sem Suape, por aqui não passa!

A opinião pública pernambucana foi surpreendida na semana passada com o anúncio feito pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, de que havia sido “decidido” pelo governo federal que não seria mais concluido o ramal pernambucano da ferrovia Transnordestina até Suape em detrimento do ramal até Pecém no Ceará que teria prioridade absoluta para conclusão. Depois

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Vacina, vacina, vacina! (por Francisco Cunha)

Na situação em que a pandemia chegou, de escalada de casos e mortes, só há uma alternativa para enfrentá-la com possibilidade de êxito, tanto do ponto de vista sanitário quanto econômico: cobertura vacinal ampla da população. Ou seja, “imunização de rebanho” com a vacina (e ainda bem que as vacinas foram desenvolvidas com a eficiência

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