Jademilson Silva

Ana Catarina Dourado Oftalmologista Canva

Maquiagem, glitter e pomadas para cabelo no Carnaval exigem cuidados para não comprometer a saúde dos olhos

Uso consciente de produtos de beleza durante a folia ajuda a evitar irritações, lesões oculares e até casos graves, alerta especialista Ana Catarina Delgado Maquiagem colorida, glitter espalhado pelo corpo e cabelos bem modelados fazem parte do visual de muitos foliões nas prévias e durante o Carnaval. Embora esses itens ajudem a compor looks criativos e cheios de personalidade, o uso inadequado pode trazer riscos à saúde, especialmente para os olhos, e acabar comprometendo a diversão. Segundo a oftalmologista Ana Catarina Delgado, do grupo Oftalmo Zona Sul, o aumento no uso de maquiagens, glitters, sprays fixadores e pomadas modeladoras nesta época do ano exige atenção redobrada. “Esses produtos costumam ser usados para criar visuais diferentes, mas, quando não são adequados ou aplicados corretamente, podem oferecer riscos importantes, sobretudo para a região dos olhos”, alerta. Itens como glitter e maquiagens que não são aprovados para uso próximo aos olhos podem causar irritações, inflamações e até ferimentos na córnea. Já as pomadas modeladoras para cabelo, bastante utilizadas para fixar penteados durante longas horas de festa, representam um risco ainda maior. Com o suor e o calor, esses produtos podem escorrer para os olhos e já foram associados a casos de queimaduras oculares graves, conjuntivite química e até perda da visão. Por isso, os oftalmologistas desaconselham o uso dessas pomadas e orientam que, quando necessário, elas sejam substituídas por géis específicos para cabelo, de boa procedência e aprovados pela Anvisa, que possuem formulações mais leves e menos tóxicas. Diante de qualquer sinal de irritação ocular, como ardência, sensação de areia nos olhos ou lacrimejamento intenso, a recomendação é lavar os olhos imediatamente e de forma abundante com água mineral, utilizando cerca de dois litros. Caso os sintomas persistam, é fundamental procurar atendimento oftalmológico o mais rápido possível. Quem utiliza lentes de contato também deve redobrar os cuidados durante o Carnaval. A orientação é priorizar lentes de uso único, que devem ser descartadas ao chegar em casa, além de manter uma higiene rigorosa no manuseio. A especialista reforça a importância de evitar maquiagens com glitters grossos, que podem se soltar e cair nos olhos, e lembra que as lentes devem ser colocadas antes da maquiagem, reduzindo o risco de contaminação. Independentemente do uso de lentes de contato, todos os foliões devem retirar completamente a maquiagem antes de descansar. Esse cuidado simples ajuda a preservar a saúde dos olhos para o dia seguinte, garantindo que a folia continue com segurança, afinal, o Carnaval não dura apenas um dia. | Cuidados essenciais com os olhos no Carnaval • Evite glitter grosso e maquiagens sem indicação para uso na região dos olhos• Não utilize pomadas modeladoras para cabelo; prefira gel capilar aprovado pela Anvisa• Em caso de ardência ou irritação, lave os olhos com água mineral em abundância• Usuários de lentes de contato devem optar por lentes descartáveis de uso único• Coloque as lentes antes da maquiagem e redobre a higiene ao manuseá-las• Retire toda a maquiagem antes de dormir para evitar infecções e inflamações Radiologista recifense é premiada no maior congresso de radiologia do mundo, em Chicago A médica radiologista Cecília Vieira Leite, recifense e atualmente atuando em Santiago de Compostela, na Espanha, acaba de conquistar um prêmio no Congresso Americano de Radiologia, realizado em Chicago. Considerado o maior evento de radiologia do mundo, com cerca de 38 mil participantes, o congresso reconheceu o trabalho da especialista sobre radiologia de precisão no manejo dos tumores neuroendócrinos, selecionado entre mais de dois mil projetos apresentados. Os tumores neuroendócrinos, embora raros, vêm apresentando crescimento significativo na incidência e ocorrem principalmente no pâncreas, intestino delgado e pulmão. Esses tumores exigem acompanhamento individualizado, com diferentes estudos de imagem diagnóstica e o uso de técnicas específicas tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento. | Uso recreativo de tadalafila no Carnaval acende alerta para riscos à saúde sexual e cardiovascular Automedicação com remédios para ereção cresce durante a folia e pode causar efeitos adversos graves, especialmente quando associada ao consumo de álcool e à falta de orientação médica Com a chegada do Carnaval, época de maior consumo de álcool e aumento das relações ocasionais, a atenção à saúde sexual ganha destaque. Além da prevenção das infecções sexualmente transmissíveis, especialistas alertam para um comportamento que vem se tornando comum nessa época do ano: o uso recreativo da tadalafila, medicamento indicado para disfunção erétil, consumido sem prescrição médica por pessoas jovens e saudáveis. A tadalafila atua no aumento do fluxo sanguíneo para o pênis, facilitando a ereção apenas na presença de estímulo sexual. Apesar da eficácia comprovada em pacientes com indicação clínica, o uso sem necessidade médica envolve riscos importantes. Segundo o urologista Eugênio Lustosa, existe a falsa percepção de que o medicamento é inofensivo ou funciona como um estimulante sexual. “A tadalafila interfere diretamente no sistema cardiovascular e não deve ser utilizada sem avaliação médica”, explica. A automedicação pode provocar efeitos colaterais como dor de cabeça intensa, tontura, queda da pressão arterial, rubor facial e congestão nasal. Em situações mais graves, principalmente quando associada ao consumo excessivo de álcool ou a outras substâncias, o uso da tadalafila pode desencadear eventos cardiovasculares, como arritmias, infarto e acidente vascular cerebral, especialmente em pessoas com doenças cardíacas ainda não diagnosticadas. Outro risco relevante é o priapismo, caracterizado por ereção prolongada e dolorosa, que pode causar danos permanentes ao tecido peniano se não houver atendimento médico imediato. O uso frequente sem indicação também pode levar à dependência psicológica, com impacto negativo na saúde sexual e aumento da ansiedade de desempenho. O médico chama atenção ainda para o risco de medicamentos falsificados, comuns no mercado informal e em vendas online irregulares, que podem conter doses inadequadas ou substâncias desconhecidas, elevando o risco de efeitos adversos. Em um período em que a saúde sexual costuma estar em pauta, o alerta vai além do uso do preservativo. O consumo consciente de medicamentos é parte essencial do autocuidado. A orientação médica é fundamental para garantir segurança, prevenir complicações e preservar a saúde durante e após o Carnaval.

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Abertas as inscrições para a 4ª edição do Difusora Running

No calendário esportivo da cidade, evento será realizado no dia 16 de maio de 2026 Já estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Difusora Running, que será realizada no dia 16 de maio, em frente ao Shopping Difusora, na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro Maurício de Nassau, em Caruaru. O evento, que já faz parte do calendário esportivo da cidade, reúne atletas amadores e profissionais em uma grande celebração ao esporte, à saúde e à inclusão. A concentração dos atletas está marcada para 17h30, em frente ao Shopping Difusora. A largada da categoria PCD – 5 km acontece às 18h25, seguida, às 18h30, pela largada da caminhada de 3 km e das corridas de 5 km e 10 km. Durante o percurso, os participantes contarão com pontos de hidratação e, ao final da prova, uma estrutura com frutas e apoio aos corredores. Modalidades Os participantes poderão escolher entre as modalidades caminhada de 3 km e corrida, com percursos de 5 km e 10 km, nas categorias masculino e feminino. A prova de 10 km contará ainda com premiação por faixa etária, dividida nas seguintes idades: de 18 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos e 70 anos ou mais. A premiação em dinheiro será destinada às categorias de corrida de rua, conforme regulamento do evento. Inscrições As inscrições podem ser realizadas por meio do site ticketsports.com.br. O primeiro lote segue disponível até o dia 10 de março de 2026, com valor de R$ 130,00, acrescido da taxa do site, além da doação obrigatória de 1 kg de alimento não perecível. O segundo lote estará disponível até o dia 8 de maio de 2026, ou enquanto durarem as vagas, ao valor de R$ 150,00, também acrescido da taxa do site e da doação do alimento. Atletas idosos, a partir de 60 anos, e Pessoas com Deficiência (PCD), para a prova de 5 km, têm direito a 50% de desconto, mediante comprovação no ato da inscrição. Os alimentos arrecadados serão destinados a instituições filantrópicas. Premiação Na premiação, os três primeiros colocados gerais dos 5 km, nas categorias masculino e feminino, receberão troféus e valores em dinheiro, sendo R$ 800 para o primeiro lugar, R$ 500 para o segundo e R$ 300 para o terceiro. A categoria PCD – 5 km segue a mesma premiação. Já nos 10 km – categoria geral, os vencedores receberão R$ 1.000 para o primeiro lugar, R$ 800 para o segundo e R$ 500 para o terceiro, além de troféus. Também haverá entrega de troféus para os três primeiros colocados de cada faixa etária nos 10 km. Retirada dos Kits A retirada dos kits acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de maio, no Shopping Difusora, em local previamente sinalizado. O kit do atleta é composto por camisa Dry-Fit com proteção UV 50+, sacochila, número de peito, chip de cronometragem (exceto caminhada) e medalha, que será entregue após a conclusão da prova. Para a retirada, será obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e a entrega do alimento não perecível. Não haverá entrega de kits no dia do evento. O edital completo você pode conferir pelo site ticketsports.com.br.

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28.01.2026 Capa FW

Tecnologia: Internet das Coisas amplia eficiência e inovação na saúde

A Internet das Coisas avança no setor de saúde no Brasil, impulsionando as healthtechs com monitoramento remoto, cuidado preventivo e gestão baseada em dados, ao mesmo tempo em que exige atenção à segurança e à LGPD. A Internet das Coisas, tecnologia que conecta dispositivos físicos, sensores e plataformas digitais para troca contínua de dados, vem se consolidando como uma das principais alavancas de inovação no setor de saúde no Brasil. No ecossistema das healthtechs, esse avanço cria novas possibilidades. “A Internet das Coisas viabiliza a coleta e análise contínua de dados em tempo real, criando um novo paradigma para o cuidado assistencial, a gestão de serviços e a tomada de decisão baseada em evidências”, afirma Sormane Britto, médico ortopedista, especialista em healthtech e inovação. No cuidado direto ao paciente, a tecnologia amplia a capacidade de monitoramento clínico e operacional. Segundo Sormane, o modelo de cuidado mais preventivo e contínuo, é especialmente relevante em um país de dimensões continentais como o Brasil. “Dispositivos vestíveis, sensores biométricos e equipamentos médicos conectados possibilitam o acompanhamento remoto de pacientes crônicos, idosos e pós-operatórios, reduzindo internações evitáveis e promovendo um modelo de cuidado mais preventivo e contínuo”, destaca. O especialista lembra que é preciso também ter outro cuidado. A adoção dessas soluções exige atenção à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que estabelece regras para a coleta, o tratamento, o armazenamento e o compartilhamento de dados pessoais e sensíveis, como as informações de saúde. “O sucesso dessa transformação dependerá da integração entre tecnologia, governança, regulação e visão estratégica de longo prazo”, conclui Sormane Britto.

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Carnaval pede cuidado extra e vacinação contra HPV entra na agenda da prevenção

Imunização ajuda a reduzir riscos de infecções sexualmente transmissíveis em um dos períodos de maior exposição do ano Com a chegada do Carnaval, período marcado por intensa interação social e aumento das relações sexuais ocasionais, especialistas reforçam a importância da vacinação contra o HPV como medida fundamental de prevenção em saúde. O vírus do papiloma humano é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo e está associado a diversos tipos de câncer e outras doenças que podem ser evitadas com a imunização. Segundo a gestora de enfermagem da Immunológica, Maria Luiza Moreira, a vacina é uma aliada estratégica especialmente nesta época do ano. “O HPV é transmitido principalmente pelo contato sexual, inclusive sem penetração. O Carnaval amplia as situações de exposição e a vacina oferece uma proteção segura e eficaz contra os principais subtipos do vírus, reduzindo significativamente o risco de doenças graves no futuro”, explica a especialista. Recomendação A vacina contra o HPV é recomendada para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, antes do início da vida sexual, quando a resposta imunológica é mais eficaz. No entanto, adultos jovens e pessoas que já iniciaram a vida sexual também podem e devem se vacinar, conforme avaliação médica. Na rede pública, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a vacina para meninas e meninos de 9 a 14 anos, além de grupos específicos como pessoas imunossuprimidas. Já na rede privada, a vacina está disponível para uma faixa etária mais ampla, incluindo adultos, com esquemas personalizados. Benefícios Entre os principais benefícios da vacinação estão a prevenção do câncer do colo do útero, câncer de pênis, ânus, vagina, vulva e orofaringe, além da redução significativa do risco de verrugas genitais. A imunização não substitui o uso do preservativo, mas atua como uma camada adicional e essencial de proteção. “O cuidado com a saúde precisa acompanhar os momentos de lazer. A vacinação contra o HPV é um investimento em prevenção a longo prazo e um gesto de responsabilidade consigo e com o outro”, reforça Maria Luiza. Em meio à festa, a informação e a prevenção seguem sendo os melhores aliados para um Carnaval mais tranquilo e seguro. A iniciativa reforça que o Carnaval vai além da diversão e também é um momento estratégico para promover saúde e conscientização. Com ações preventivas e acesso à informação, a festa pode ser vivida com mais segurança e tranquilidade.

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Corridas movimentam o calendário esportivo do Recife

Provas de rua reúnem esporte, saúde e lazer em diferentes pontos da cidade, com opções para corredores iniciantes e experientes Corrida do Novo A 2ª edição da Corrida do Novo acontece no próximo domingo, dia 25, com largada às 5h, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. A prova contará com percursos de 5 km, 10 km e 15 km. A retirada dos kits será realizada na Galeria Janete Costa, no próprio parque, entre quinta-feira (22) e sábado (24). Na quinta e na sexta-feira, a entrega acontece das 10h às 20h, e no sábado, das 10h às 17h. O evento contará com estrutura completa, incluindo hidratação, atendimento médico, guarda-volumes e show da banda Timbalada após a prova. ServiçoData da prova: 25 de janeiroLocal: Parque Dona Lindu, Boa ViagemRetirada dos kits: 22 a 24 de janeiro Circuito das Estações Outono Recife recebe, no dia 22 de março, a Etapa Outono do Circuito das Estações 2026, considerado o maior circuito de corridas de rua do mundo, que celebra 20 anos de história. A largada será no Forte do Brum, reunindo corredores nos percursos de 5 km, 10 km e 13 km. Com o mote “Escreva Sua História”, a etapa simboliza transformação e recomeço, reforçando a corrida como estilo de vida e prática de bem-estar. ServiçoData da prova: 22 de marçoLocal: Forte do Brum, RecifeInscrições: www.circuitodasestacoes.com.br/recife/outono Corrida do HC-UFPE Estão abertas as inscrições para a 2ª Corrida do HC-UFPE Saúde em Cada Passo, que será realizada no dia 12 de abril de 2026, a partir das 6h. A largada acontece em frente ao estacionamento do Centro de Ciências da Saúde da UFPE. A prova terá percursos de 5 km e 10 km, além de caminhada de 3 km, e integra a programação do Dia Mundial da Saúde. ServiçoData da prova: 12 de abril de 2026Local: UFPE, RecifeInscrições: http://encurtador.dev/redirecionamento/inscricaocorrida-hc-ufpe

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LETICIA APOLINARIO

Volta às aulas: como facilitar a adaptação emocional das crianças

Para muitas famílias, esta é a última semana de férias escolares, e as mudanças na rotina podem gerar agitação, cansaço e dificuldades de atenção nas crianças. A terapeuta ocupacional Letícia Apolinário explica que a previsibilidade, o ajuste de expectativas e a construção de uma rotina funcional são fundamentais para tornar a adaptação à volta às aulas mais leve, respeitando o ritmo e o desenvolvimento infantil. Com o retorno às aulas, muitas famílias retomam a rotina com expectativas de organização e bom desempenho. No entanto, esse período de transição, que envolve novos horários, demandas escolares e, em alguns casos, novos ambientes; pode representar desafios importantes para as crianças. Segundo a terapeuta ocupacional Letícia Apolinário, a rotina vai muito além de uma simples sequência de compromissos. “Para o cérebro humano, especialmente o infantil, a rotina funciona como um mapa de segurança. Ela ajuda a prever o que vai acontecer e organiza o comportamento e as emoções”, explica. Por isso, quando há mudanças significativas, como a volta às aulas, o impacto costuma ser inevitável. O que varia de criança para criança é a intensidade e a forma como essas mudanças se manifestam. “Algumas ficam mais agitadas ou irritadas, enquanto outras apresentam cansaço excessivo, alterações no sono, dificuldades de atenção ou maior dependência dos pais. Não é regressão sem motivo, é um sistema tentando se reorganizar”, ressalta Letícia. A importância do olhar e do posicionamento dos pais O papel dos pais é fundamental para tornar essa adaptação mais tranquila. A terapeuta orienta que as crianças sejam preparadas com antecedência, com conversas claras sobre a volta às aulas, expectativas realistas e retomada gradual dos horários. Manter elementos estáveis no cotidiano, como o ritual do sono, momentos de alimentação e pequenas pausas de descanso, ajuda a criar previsibilidade e segurança emocional. Outro ponto de atenção é o ajuste das expectativas. “Volta às aulas não é sinônimo de desempenho imediato”, destaca Letícia. A terapia ocupacional pode ser uma aliada nesse processo, auxiliando as famílias a organizar o cotidiano de forma prática e personalizada, respeitando o ritmo e as necessidades de cada criança. Como montar uma rotina funcional para a volta às aulas Antecipe os ajustes: comece a reorganizar horários de sono e alimentação alguns dias antes do retorno.Defina prioridades: descanso adequado, alimentação, tempo de brincar, estudo e momentos de vínculo familiar.Estruture o dia em blocos: manhã, tarde e noite, com expectativas claras, mas sem rigidez excessiva.Inclua pausas reais: após a escola, o corpo e o cérebro precisam de tempo para se autorregular.Observe e ajuste: rotina funcional não é fixa; ela se adapta conforme a resposta da criança.Avalie pelo comportamento: mais participação, menos irritabilidade e maior organização emocional são sinais de que a rotina está funcionando. A volta às aulas é um processo de reorganização emocional para toda a família. Quando adultos oferecem acolhimento, previsibilidade e flexibilidade, a criança se sente mais segura para enfrentar as mudanças. Com escuta atenta e apoio adequado, esse período de transição pode se transformar em uma experiência de crescimento, autonomia e fortalecimento dos vínculos.

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Janeiro Branco reforça a importância do cuidado com a saúde mental das crianças em tempos de excesso de telas

Dados da OMS, estudos científicos e a experiência de especialistas mostram que limitar o uso de telas, estimular o brincar e promover conexões humanas são estratégias essenciais para proteger o desenvolvimento emocional infantil e formar adultos mais saudáveis A campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre saúde mental, ganha um alerta cada vez mais urgente quando o foco são as crianças. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que o adoecimento emocional começa cedo: no mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, sendo 14% adolescentes. No Brasil, 1 em cada 6 adolescentes entre 10 e 19 anos apresenta algum transtorno mental, com riscos que incluem automutilação, depressão e suicídio. Especialistas apontam que o uso excessivo de telas e a falta de experiências presenciais, afetivas e lúdicas têm relação direta com esse cenário. A psicanalista clínica Rose Jarocki, que atua há mais de 37 anos no mercado educacional e de desenvolvimento humano, reforça que o cuidado precisa começar ainda na infância. “Se a gente não cuidar das crianças, os adultos serão ainda mais doentes. A saúde mental não diz respeito só aos adultos, mas principalmente às crianças, que serão os futuros adultos. Hoje vemos crianças cada vez mais ansiosas e confusas, muito pelo reflexo da família e, principalmente, da internet. A criança passa quatro horas na escola, uma hora com os pais e oito horas na internet. Quem está educando é o TikTok, o YouTube, os aplicativos. É um alerta muito grande e a gente precisa cuidar”, afirma Rose. Excesso de telas e riscos comprovados Um estudo publicado na revista científica internacional Pediatrics, baseado em dados de mais de 10.500 crianças e pré-adolescentes do Adolescent Brain Cognitive Development (ABCD) Study, um dos maiores estudos longitudinais sobre desenvolvimento cerebral infantil dos Estados Unidos, reforça essa preocupação. A pesquisa aponta que crianças que recebem smartphones antes dos 12 anos apresentam maior risco de sintomas depressivos, obesidade e sono insuficiente na adolescência, quando comparadas àquelas que não têm aparelho próprio. Quanto mais precoce o acesso ao celular, piores são os indicadores de saúde mental e física. Desconectar para reconectar Na contramão desse cenário, Rose Jarocki desenvolve, desde 1989, atividades ao ar livre que propõem a desconexão total das redes sociais e a reconexão com o brincar, o convívio e as relações humanas. Como fundadora e CEO da Cia do Lazer, espaço com 8 hectares de muito verde, em Porto de Galinhas – PE, Rose coordena um calendário anual de ações voltadas para famílias e escolas, incluindo acampamentos educativos realizados nos períodos de férias. Nesses acampamentos, crianças e adolescentes de 7 a 16 anos passam uma semana longe dos pais e sem celular, imersos em atividades lúdicas, esportivas e coletivas. A proposta, segundo Rose, vai além do lazer: trata-se atualmente de uma estratégia de cuidado emocional cada vez mais necessária. “Quando a criança se desconecta da tela, ela se reconecta com o corpo, com o outro e com ela mesma. É nesse espaço que a saúde emocional começa a ser construída. A desconexão das telas não é um castigo, é um cuidado. É ali que a criança aprende a se relacionar, a lidar com frustrações e a desenvolver saúde emocional”reforça Rose. A visão das famílias A empresária Ana Nascimento, de 40 anos, mãe de três filhos, conta que eles já participaram do acampamento duas vezes, e destaca os desafios com as telas. “Hoje a dinâmica de criação, educação, mudou muito se comparada à nossa geração. As atividades escolares já são todas pelo celular: trabalhos, filmes, grupos de estudo. Precisamos fazer um esforço diário para inibir essa exposição exagerada às telas. Quando soube do acampamento, quis muito que eles participassem, e me surpreendi com a felicidade e alegria deles. Chegam radiantes com um monte de histórias e já falando da próxima edilção”, relatou Ana. A experiência das crianças Para o estudante Artur Álvares, de 11 anos, a vivência no acampamento mostra que a ausência do celular não é um problema quando há estímulos adequados. “Eu acho muito bom, muito legal. As brincadeiras são muito divertidas e a comida é muito gostosa”, conta. Questionado sobre o celular, ele é direto: “Ah, você nem sente falta. Tem várias atividades pra fazer, eu nem lembrei do celular”. A adolescente Letícia, de 15 anos, que participou do acampamento pela segunda vez, reforça essa percepção e destaca o valor das conexões presenciais. “Muuuuuuuuuito massa. Aproveitei demais, revi os amigos de lá, tem muitas atividades e eu não parei de sorrir. A comida é muito boa também”, relatou sobre o acampamento. Sobre ficar sem o celular, Letícia avalia a experiência com maturidade: “Lá tem muita coisa pra fazer, então a pessoa não sente falta. Até lembra, mas o espaço é muito grande, com muitas brincadeiras, dá pra aproveitar bastante”. Responsabilidade compartilhada Os exemplos citados, quando as crianças informaram nem lembrar do celular, reforçam um ponto central do Janeiro Branco: o cuidado com a saúde mental das crianças é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, escolas e sociedade. Especialistas alertam que oferecer o celular como solução fácil e imediata pode trazer consequências a longo prazo. Estabelecer limites, estimular o brincar, promover interações presenciais e criar espaços para que as crianças pensem, criem e convivam são atitudes fundamentais para formar adultos emocionalmente mais saudáveis. Em um mundo cada vez mais digital, iniciativas que promovem a desconexão consciente mostram que cuidar da saúde mental infantil hoje é investir diretamente no bem-estar das próximas gerações. Orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) O que os pais podem fazer e quando procurar ajuda A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), por meio do seu Grupo de Trabalho de Saúde Mental, alerta que os desafios emocionais tendem a se intensificar na adolescência devido ao amadurecimento desigual do cérebro, às mudanças hormonais e ao processo de construção da identidade. Segundo a pediatra Vera Ferrari Rego Barros, esses fatores tornam o adolescente mais vulnerável à ansiedade, insegurança, comparação social e sofrimento emocional, especialmente em um contexto de forte exposição às redes sociais. De acordo com a

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Tecido tecnológico melhora performance de atletas de natação

Negócios Fitness A novidade chega com recursos tecnológicos que não degradam o tecido diante do cloro e preservam a elasticidade. Tudo como fruto de estudos contínuos que levaram mais de seis meses de desenvolvimento A Hausport, empresa do Grupo Rota do Mar, aproveita a chegada dos dias de sol para lançar coleção exclusiva com foco nos atletas da natação. A linha, que contempla tecidos tecnológicos como a lycra, que não degrada com o cloro e não perde sua elasticidade, inclui maiôs, sungas e colete desenvolvidos com foco na performance atlética. Na cartela de cores, apostas em tons mais sóbrios como azul jeans, verde militar e preto que não desgastam diante da exposição a diversos fatores. O desenvolvimento levou mais de seis meses de estudos sobre os detalhes, tendo em vista o objetivo da marca de abraçar mais um esporte e trazer a comunidade híbrida para perto. “A entrada no segmento de natação representa um movimento natural dentro do nosso posicionamento em moda fitness e beachwear. Desenvolvemos essa primeira linha com foco em desempenho, conforto e estética, respeitando o corpo em movimento e o lifestyle de quem vive o esporte e o verão de forma intensa. É um passo importante para ampliar nosso portfólio e fortalecer ainda mais a conexão com nossos clientes”, destaca a diretora comercial do Grupo Rota do Mar e CEO da Hausport, Isabel Xavier. A Hausport é a marca de moda esportiva do Grupo Rota do Mar.

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Leonardo Pereira

Selfit completa 14 anos e consolida DNA nordestino como uma das maiores redes de academias do Brasil

Criada em 2012, em Salvador, por empresários pernambucanos, a Selfit celebra 14 anos em 2026 com cerca de 200 unidades no país e quase R$ 1 bilhão investido em expansão. Em entrevista exclusiva à Revista Algomais, na coluna Algomais Fitness e Wellness, o fundador Leonardo Pereira revisita a trajetória da rede, os desafios do crescimento e a visão de futuro do setor fitness Uma academia que nasceu na Bahia, mas carrega Pernambuco no DNA Apesar de ser hoje uma das maiores redes de academias do Brasil com origem nordestina, a Selfit não nasceu em Pernambuco. A primeira unidade foi inaugurada em Salvador, na Bahia, dentro do mall do Extra Paralela, do Grupo Pão de Açúcar. “A Selfit não nasceu em Pernambuco, ela nasceu na Bahia, em Salvador, dentro de um grande mall do Extra Paralela, pertencente ao Grupo Pão de Açúcar. Naquele momento, a ideia era ofertar para as classes C e D uma boa experiência, com preços absolutamente acessíveis e competitivos”, afirma Leonardo Pereira. Segundo o fundador, a escolha por Salvador foi estratégica. “Salvador se mostrava uma praça muito mais aderente à nossa proposta de valor do que outras cidades do Nordeste. Existia uma grande oportunidade naquele mercado”, explica. Mesmo com Recife sendo a cidade de origem dos fundadores, a decisão foi guiada por visão de crescimento. “A gente sabia que o projeto seria de expansão. Não necessariamente precisava começar na cidade onde morávamos. Fomos bastante agnósticos em relação à localização”, pontua. Um mercado fragmentado e a oportunidade de consolidação Desde o início, a Selfit enxergou um cenário favorável no Nordeste, marcado por baixa oferta de serviços qualificados e preços elevados praticados pelo mercado tradicional. “Entendemos que existia muito espaço para crescer na região Nordeste, especialmente por ser uma região mais desabastecida, com níveis de serviço mais baixos e preços médios mais altos. Era uma condição muito interessante para começar a consolidar um mercado extremamente fragmentado”, destaca Leonardo. Inspirada por movimentos internacionais e nacionais, a Selfit apostou em uma proposta de valor clara, baseada em acessibilidade, escala e eficiência operacional. Capital intensivo e disciplina financeira como pilares do crescimento Crescer rápido exigiu decisões estratégicas desde os primeiros anos. O principal desafio, segundo Leonardo Pereira, sempre esteve relacionado à estrutura financeira do negócio. “O maior desafio da Selfit sempre foi ser um business de capital intensivo. Logo no início, com quatro ou cinco operações, tomamos a decisão de trazer um fundo de investimento”, relembra. Hoje, com aproximadamente 200 unidades no Brasil, o volume de investimentos realizados impressiona. “Se fizermos uma avaliação do total investido até hoje, esse número se aproxima de um bilhão de reais. Isso exige uma estrutura de capital inteligente, confortável e responsável”, afirma. Para sustentar essa trajetória, a empresa adotou uma gestão rigorosa. “Sempre tivemos uma orientação muito forte para custos e eficiência operacional. A austeridade foi fundamental para garantir caixa e crescimento sustentável”, reforça. Conhecer o aluno para desenhar experiências relevantes Entender profundamente o comportamento do consumidor foi outro fator decisivo para o sucesso da Selfit. A empresa mapeou perfis claros de consumo fitness e passou a moldar sua proposta a partir deles. “Nós ultra segmentamos o cliente e identificamos quatro perfis principais de comportamento. Os heavy users, os que buscam relações sociais, os que querem mais saúde e bem-estar e os sazonais, que treinam por objetivos específicos”, explica Leonardo. Essa leitura permitiu ajustes finos em cada região. “Quando expandimos para bairros como a Tijuca, no Rio de Janeiro, percebemos uma população mais idosa. Isso refletiu diretamente na oferta de aulas, com mais yoga e práticas voltadas para esse público”, exemplifica. Valores que sustentam a cultura da Selfit Mesmo hoje atuando como membro do conselho, Leonardo destaca que os valores definidos na fundação continuam vivos na operação. “A Selfit tem quatro valores fundamentais. O primeiro é o esmero, o cuidado com cada detalhe da experiência. O segundo é a pessoalidade, olhar para as pessoas de forma individual. O terceiro é a orientação a resultados, com foco no longo prazo. E o quarto é a integridade, ser absolutamente honesto e correto em todas as relações”, enumera. Esses pilares sustentam o propósito da marca. “Nosso propósito é despertar nas pessoas a paixão pelo movimento. Por isso chamamos nossos colaboradores de acolhedores e nossos alunos de convidados. Tudo está alinhado a uma lógica de servir, acolher e encantar”, afirma. Tecnologia, experiência e retenção como diferenciais Em um mercado cada vez mais competitivo, Leonardo acredita que a distinção está além da estrutura física. “A experiência baseada apenas em hardware tende a se tornar commodity. A diferença está na experiência, na retenção, no trato com as pessoas e na tecnologia ancorando decisões”, analisa. A Selfit investe fortemente em soluções digitais, integração entre treino presencial e online e redução de fricções nos pontos de contato. “Treinos digitais, aplicativos e plataformas como a Weburn fazem parte do nosso ecossistema, oferecendo fluidez e personalização”, diz. O resultado aparece nos indicadores. “Temos churn muito baixo e um nível de engajamento alto, tanto dos alunos quanto dos acolhedores”, completa. O futuro do fitness e uma mensagem para 2026 Para Leonardo Pereira, o setor fitness vive um movimento consistente e duradouro. “O fitness e o bem-estar vêm crescendo no mundo inteiro e é um movimento com poucas chances de reversão. Tudo o que envolve wellbeing tende a evoluir nos próximos anos”, afirma. Ele faz um alerta realista, mas otimista. “Não é um setor simples, porque envolve recorrência, frequência e relacionamento. Encantar pessoas exige habilidade. Mas é um setor absolutamente promissor para quem entende o negócio de verdade”, conclui. Uma história que inspira o movimento Ao completar 14 anos em 2026, a Selfit reafirma sua posição como uma das maiores redes de academias do Brasil, construída a partir do Nordeste, com disciplina financeira, propósito claro e foco genuíno em pessoas. Uma história que mostra que crescer é importante, mas inspirar movimento, saúde e transformação é essencial.

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Calor aumenta risco de cálculos renais e infecção urinária: hidratação é essencial no verão

Saúde Especialista alerta que beber água apenas quando surge a sede não é suficiente para proteger os rins durante a estação mais quente do ano O início do ano costuma ser marcado por férias, viagens e momentos de lazer, mas também por altas temperaturas e maior exposição ao sol. Nesse período, o organismo perde mais líquidos por meio do suor, o que aumenta significativamente a necessidade de hidratação para manter o funcionamento adequado do corpo — especialmente dos rins. Quando a ingestão de água não acompanha essa perda, o risco de problemas urinários cresce. A desidratação é um dos principais fatores associados ao surgimento de cálculos renais e infecções urinárias, condições que se tornam mais frequentes durante o verão. Desidratação favorece pedras nos rins e infecções Com menos líquidos disponíveis, a urina tende a ficar mais concentrada, criando um ambiente favorável para a cristalização de sais minerais e a proliferação de microrganismos. O urologista e cirurgião Eugênio Lustosa explica que a redução do volume urinário compromete a capacidade do organismo de eliminar substâncias que deveriam ser excretadas naturalmente. “Quando o corpo não recebe água suficiente, compostos como cálcio, oxalato e ácido úrico podem se cristalizar, formando cálculos renais, que causam dor intensa e podem até obstruir o trato urinário”, afirma o especialista. Segundo ele, o calor também contribui para deixar a urina mais concentrada, o que facilita o crescimento de bactérias e aumenta o risco de infecções urinárias. Hábitos comuns nas férias aumentam o risco Além das altas temperaturas, mudanças na rotina durante as férias também influenciam negativamente a saúde urinária. O consumo maior de bebidas alcoólicas, alimentos industrializados e ricos em sódio, aliado à redução da ingestão de água, pode sobrecarregar o sistema urinário e favorecer o aparecimento de problemas renais. Esses hábitos, comuns em viagens e momentos de lazer, exigem atenção especial para evitar complicações que podem interromper o descanso e exigir atendimento médico. Alimentação ajuda na prevenção A dieta tem papel fundamental na prevenção de cálculos renais e infecções urinárias. De acordo com Eugênio Lustosa, frutas ricas em água, como melancia, melão, laranja e abacaxi, ajudam a manter o corpo hidratado e contribuem para uma urina mais diluída, reduzindo a chance de formação de cristais minerais. O especialista também recomenda uma alimentação equilibrada, com menor consumo de sal e alimentos ultraprocessados, para favorecer o bom funcionamento dos rins e fortalecer o sistema urinário. Beber água sem esperar a sede é fundamental Um dos principais alertas dos especialistas é não esperar a sede aparecer para se hidratar. “A sede já é um sinal tardio de desidratação. Beber água apenas nesse momento não é suficiente”, reforça Lustosa. Segundo ele, a ingestão de líquidos deve ser constante ao longo do dia, especialmente para quem trabalha ou pratica atividades ao ar livre. Manter uma boa hidratação aliada a uma alimentação adequada é a melhor estratégia para atravessar o verão com saúde, prevenindo dores, infecções e complicações renais. Como prevenir cálculos renais e infecção urinária no verão Além da rotina diária, a hidratação também deve ser prioridade durante treinos e atividades físicas, especialmente no calor. A prática esportiva intensifica a perda de líquidos pelo suor, o que pode comprometer o funcionamento dos rins e aumentar o risco de desidratação. Por isso, manter o consumo regular de água antes, durante e após o exercício é fundamental para preservar a saúde e o desempenho físico.

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