Colunistas

Plataforma educacional de PE cresce 300% em número de alunos

Levantamento do Google for Startups, braço da empresa dedicado ao empreendedorismo, apontou, em março e abril, um aumento de 73% da procura dos brasileiros por educação on-line e software educacional ante os mesmos meses em 2019. Em consonância com o balanço, a pernambucana ITS Edu, com cursos online na área de Direito Tributário registrou no período um crescimento de 300% quando comparado com o mesmo período do ano passado. “Entre as novidades que lançamos está uma espécie de “Netflix Tributário” com mais de 180 horas de cursos práticos na área tributária à disposição do aluno. Batizada de ITS Club, a plataforma ainda contempla o usuário com uma reunião mensal com um grande tributarista do país, além do fomento de networking entre os membros”, pontua Lucas Braga, fundador da ITS Edu.

Plataforma educacional de PE cresce 300% em número de alunos Read More »

IEL-PE está com vagas abertas

O Instituto Euvaldo Lodi (IEL-PE) recruta profissionais graduados em Engenharia Mecânica, Elétrica, Eletrônica, Mecatrônica ou de Produção. Criado para incentivar a criação de projetos nas empresas e institutos privados de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), o Programa Inova Talentos vai recrutar candidatos para vagas de trainee com os seguintes requisitos: ter, no máximo, cinco anos de formação; experiência em indústria, de preferência na área de planejamento de manutenção; desejável inglês intermediário, conhecimento em SAP, Power BI e Excel Intermediário. A oportunidade é para atuar no Complexo Portuário de Suape, de segunda a quinta-feira, das 7h30 às 16h30, e às sextas-feiras, das 7h às 16h. Os interessados devem enviar o currículo para selecao@ielpe.org.br com o assunto: BOLSISTA/MANUTENÇÃO. A bolsa ofertada é no valor de R$ 2,5 mil.

IEL-PE está com vagas abertas Read More »

“A cooperação internacional poderá ter um papel crucial no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19”

Publicamos hoje uma conversa com a chefe do Escritório de Representação do Itamaraty no Nordeste (Erene), Katia Gilaberte. Ela contou um pouco do seu trabalho em Pernambuco e das ações que estão sendo realizadas durante esse período de pandemia. Ela, que já foi embaixadora do Brasil na República da Eslovênia, comenta também nessa entrevista concedida ao repórter Rafael Dantas sobre a relevância da Rede Consular instalada da cidade do Recife e do trabalho do Iperid. Como ela também tem um trabalho na literatura infantil, esse bate-papo passou por sua trajetória pelas letras e quais os planos de publicações futuras. Há quanto tempo você trabalha no Erene no Recife? Qual o balanço que você faz desse período? Qual o papel desse escritório aqui na cidade? Katia Gilaberte – Assumi a chefia do Erene em junho de 2017 e, nesse período de cerca de três anos e meio, o escritório expandiu de forma significativa a sua área de atuação. A interação com os Consulados de carreira e honorários com sede no Recife estreitou-se e intensificou-se, bem como a articulação entre essas representações e o governo de Pernambuco e os dos demais Estados sob a jurisdição do Escritório, que compreende todo o Nordeste, exceto a Bahia. Ações cooperativas foram implementadas com o apoio do Erene, seja para a identificação de parcerias nos campos das ciências, tecnologias, comércio e cultura, seja na própria organização de atividades culturais, como as Semanas da Eslovênia e do Senegal. O Escritório estreitou também a sua relação com o escritório do Unicef no Recife e tem apoiado iniciativas nos campos da educação, combate ao racismo e empoderamento de mulheres. Foram criadas páginas no Facebook e Instagram para comunicação mais fluida com o público acerca de nossas atividades e serviços. Prestamos apoio a vários atos de natureza consular, em especial, efetuamos legalizações. Como tem sido o trabalho durante o período da pandemia do novo coronavírus? Katia Gilaberte – Durante a pandemia, mesmo que majoritariamente em teletrabalho, o Escritório colaborou para o retorno seguro ao Brasil de vários grupos de estudantes de Pernambuco e da Paraíba que se encontravam no exterior no âmbito do Programa Ganhe o Mundo, fazendo a ponte entre Consulados e Embaixadas brasileiros e as Secretrarias de Educação e Saúde e a Assessoria de Relações Internacionais do Estado. Colaborou, ainda, para o repatriamento de passageiros de cruzeiros retidos em Recife, tratamento daqueles que contraíram a Covid-19 e obtençāo de documentação para a cremação do único passageiro falecido em razão da doença. Qual a relevância do polo consular do Recife para o Estado e para a região Nordeste? Que vantagens competitivas isso traz para a capital pernambucana? Katia Gilaberte – Recife conta com um grande número de Consulados de carreira e honorários, o que permite um contato mais direto e estreito com as autoridades dos países representados e a implantação, no Estado de Pernambuco e na região Nordeste como um todo, de projetos de cooperação mutuamente vantajosos, bem como a expansão do comércio e do turismo, por meio, inter alia, do estabelecimento de linhas aéreas diretas. A cooperação com a Alemanha, a República Popular da China e a Argentina são exemplares nesse sentido. Como o Estado poderia buscar apoios internacionais para superação desse período de Pandemia? A rede consular local pode ter alguma contribuição nesse sentido? Katia Gilaberte – O Governo de Pernambuco, associado aos dos demais Estados do Nordeste, já tem agido com grande autonomia na identificação de parcerias de seu interesse no exterior, mormente em áreas-chave, como as de energia e desenvolvimento sustentável. Durante a pandemia, obteve a doação de um número expressivo de respiradores da República Popular da China. Essa cooperação poderá ter um papel crucial no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 e nas campanhas de vacinação subsequentes. Qual o papel do Iperid no fortalecimento do corpo diplomático em Pernambuco? Katia Gilaberte – O Iperid tem atuado na identificação e monitoramento de áreas estratégicas, em que a cooperação internacional pode desempenhar um papel relevante, como já mencionado. O corpo consular em Recife tem participado ativamente de encontros e foros de discussão, presenciais ou virtuais, criando um ambiente de intercâmbio de ideias saudável e inovador. Por fim, gostaria de saber sobre sua veia de escritora. O que você já publicou e quais seus trabalhos em andamento? Katia Gilaberte – Eu escrevo desde criança, mas só vim a publicar textos literários em 2007, quando fui premiada na OFF Flip de Paraty como contista. Desde 2016, meu foco principal, nesse âmbito, é a literatura voltada para a infância e a formação de leitores. Naquele ano, publiquei Catarina e o lagarto, em parceria com a ilustradora Bruna Assis Brasil, livro premiado como o melhor texto infantil pela Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantojuvenil (AEILIJ). Em 2018, publiquei, pela Caleidoscópio, aqui de Pernambuco, o livro Do outro lado do rio, também em parceria com a Bruna Assis Brasil, e colaborei na organização da coletânea Com o pé na terra, que reúne textos de 19 escritoras brasileiras, de diferentes regiões. A coletânea foi lançada no II Encontro do Mulherio das Letras, realizado no Guarujá, em novembro de 2018. Em outubro de 2019, publiquei, também pela Caleidoscópio, O acordeão vermelho, em parceria com a ilustradora carioca Luciana Grether. Este livro obteve, no início deste ano, o Selo Distinção da Cátedra de Leitura Unesco Puc-Rio e foi um dos cinco finalistas do Prêmio da AEILIJ. Ele tem a peculiaridade de vir acompanhado de um CD e de um código QR, que remete a duas canções criadas especialmente para a história, pelo sanfoneiro Johnanthan Malaquias, de Carnaíba, no sertão de Pernambuco, e pelo cantor e violonista senegalês Cheikh Guissé. Tenho mais dois livros prontos para publicação, em colaboração com a Bruna Assis Brasil: A fazenda lá na serra, que reúne cinco contos para o público infantil, e As irmãs, conto adulto. Ambos se passam no mesmo cenário e seus personagens se cruzam, em etapas diferentes de suas vidas. Deverão ser lançados em breve em um mesmo estojo pela Caleidoscópio, logo que a pandemia o permitir. . .

“A cooperação internacional poderá ter um papel crucial no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19” Read More »

Mugunzá e manuê. O Manifesto Regionalista pela boca.

Publicado no Recife, em 1926, o “Manifesto Regionalista” foi coordenado por Gilberto Freyre, sendo, à época, um avanço no âmbito das questões patrimoniais e dos temas referentes às identidades e ao conceito do que é regional e nacional. Certamente conceitos ideológicos que são construídos por diferentes processos de bases culturais e sociais. No caso de Gilberto, essas bases também se ampliam à causa ecológica. E assim, um sentimento contemporâneo traz o que é regional, o que é Nordeste em cenários diversos, também numa pluralidade que mostra quantos e quais são os muitos “Nordestes”. Gilberto, no “Manifesto”, confirma sua tendência em buscar nos sistemas alimentares as mais importantes referências para entender um complexo que está integrado ao meio ambiente e as matrizes étnicas e, desta maneira, olhar e buscar traduzir o “homem situado no Trópico”. É sempre muito lírico o português que foi dando aos seus doces e quitutes no Brasil nomes tão delicados como o de alguns poemas: (…) Pudim de iaiá, arrufos de Sinhá, bolo de noiva, (…), nomes macios como os próprios doces”. (Gilberto Freyre) Os muitos acervos que sãos interpretados através das receitas confirmam a presença fundamental de uma “Civilização do Açúcar” na região. Assim, em Gilberto e no seu “Manifesto”, vê-se o homem lusitano que nos revela nas comidas uma colonização euro-africana a partir do Magrebe. “Enquanto isto foi mantendo a tradição vinda de Portugal de muito quitute mourisco ou africano: o alfenim, a alféloa, o cuscuz (…)”. (Gilberto Freyre) A comida, os ingredientes e a alimentação orientam Gilberto neste “Manifesto”, que é profundamente patrimonialista, e que busca um sentimento brasileiro a partir do que come e como come. “Ao lado dos brasileirismos: as cocadas – talvez adaptação de doce indiano, as castanhas de caju confeitadas, as rapaduras, os doces secos de caju, o bolo de goma, o mugunzá, a pamonha, (…), a tapioca seca e molhada, (…), farinha de castanha em cartucho, o manuê.” (Gilberto Freyre) Tudo está muito relacionado ao açúcar como um elemento que exibe a ‘cara’ da região, e que mostra estilos e afirmações de um Nordeste único, peculiar, nacionalmente brasileiro, e distinguido nos sabores e nos paladares. “(…) doce da goiaba (…) experimentar o tempero de um aferventado de peru, (…) ao mercado (…) comer um sarapatel (…) saborear uma peixada à moda da casa com pirão e pimenta (…)”. (Gilberto Freyre) Gilberto sempre busca um lugar estético para a comida, e isto mostra o sentido da arte nos objetos que integram um entendimento de que a comida também é uma realização visual que merece ser apreciada. As mulheres de ganho, das comidas de rua: bolos, acaçás, angus, carurus, acarajés. Mulheres que fazem dos seus ofícios verdadeiras instalações para mostrar a estética de cada comida e para promover o seu consumo. “Mestras na arte da decoração são as negras de tabuleiro que enfeitam seus doces com papel recortado”. (Gilberto Freyre) No “Manifesto”, as celebrações, o teatro, o artesanato, a religiosidade, as sociabilidades nas festas e, sem dúvida, as comidas, são tradições que vivificam as memórias e as identidades. “São João colorido pelo amarelo das canjicas salpicadas de canela (…) ou no Carnaval adoçado pelos filhós com mel de engenho”. (Gilberto Freyre) Com certeza, estes temas são fundamentais quando se olha para uma região. Ainda, para Gilberto, quando se experimenta as tradições de uma região, experimenta-se a sua história. “Quando aos domingos saio de manhã pelo Recife – pelo velho Recife (…). E em São José, na Torre, em Casa Amarela, no Poço, sinto ver ainda de dentro de muita casa o cheiro do mugunzá e das igrejas o cheiro de incenso, vou almoçar tranquilo o meu cozido ou o peixe de coco com pirão. Mais cheio de confiança no futuro do Brasil do que depois de ter ouvido o Hino Nacional”. (Gilberto Freyre). E assim, Gilberto revela o seu Nordeste no sabor e na profunda tradução emocional.  

Mugunzá e manuê. O Manifesto Regionalista pela boca. Read More »

Instituto Ana Hickmann mira expansão no Nordeste

O Instituto Ana Hickmann, rede de cursos profissionalizantes nas áreas da Beleza, Fotografia e Moda Sustentável, anuncia seu plano de expansão para o Rio de Janeiro e Nordeste. Até o fim do ano, a rede pretende obter dez novas franquias no estado e outras dez na região, ambas em cidades com até 100 mil habitantes. A ação acompanha um plano especial de financiamento e o lançamento de cursos, como micropigmentaçāo e alongamento de unhas. Hoje, o Instituto Ana Hickmann conta com 24 unidades – uma delas no Nordeste, em Imperatriz (MA). Com a expansão, a rede projeta a criação de 500 empregos no total. “Cada unidade pode gerar até 20 vagas. Além disso, muitos alunos formados pelos nossos cursos decidem abrir o próprio negócio, fazendo a economia girar”, comenta Sidney Eduardo Kalaes, sócio da marca e presidente do Grupo Kalaes, holding de franquias multisetoriais com 26 anos de experiência. O Brasil possui mais de 12,7 milhões de desempregados, segundo o IBGE. “Em um país emergente como o Brasil, investir em cursos profissionalizantes ajuda a formar mão de obra qualificada para atender setores produtivos, como o de Beleza”, explica Kalaes. Para ser proprietário de uma franquia, o investimento varia entre 150 a mil a 280 mil, e o prazo de retorno estipulado é de 18 a 24 meses. Em 2019, o faturamento em franchising cresceu 6,8% em relação a 2018, uma soma de mais de R$ 186 bilhões, segundo Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ainda de acordo com a entidade, Rio de Janeiro e Nordeste ocupam, respectivamente, segundo e terceiro lugar em número de franquias no país – juntos somam 20% do faturamento total do franchising do Brasil.

Instituto Ana Hickmann mira expansão no Nordeste Read More »

Mostra de Cinema de Ouro Preto estreia em versão totalmente online

Começa na quinta (03), a 15ª edição da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto. Realizada este ano totalmente em ambiente digital devido à pandemia do novo coronavírus, a mostra promoverá debates, masterclasses internacionais, shows musicais, fóruns e, claro, exibição de filmes. Mais uma vez o evento focará na preservação audiovisual, memória e história. Trará como tema “Cinema de Todas as Telas”, instigando discussão sobre a revolução da tecnologia da informação, a transformação dos hábitos culturais e a multiplicação de canais, como as plataformas digitais. “A TV se tornou um campo que absorve quase toda a produção audiovisual. A multiplicação de telas realizou uma parcial integração entre mídias e criou novas disputas entre o antigo formato televisivo, com canais de TV aberta e paga, e os serviços de streaming de grandes corporações internacionais”, aponta o curador da mostra, Francis Vogner.   A programação contará com 101 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens. As produções estarão distribuídas nas mostras Contemporânea, Preservação, Histórica, Educação, Mostrinha, Mostra Valores e Cine-escola. Dos filmes que serão exibidos, destaque para o clássico nacional Pixote – A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco, que integrará a mostra Preservação. A Mostra de Cinema de Ouro Preto vai até o dia 7 de setembro. Mais informações no site oficial do evento: https://cineop.com.br/.

Mostra de Cinema de Ouro Preto estreia em versão totalmente online Read More »

Fintech com sede no Recife e PagSeguro firmam parceria

A parceria entre a fintech Justa e o PagSeguro PagBank, que promove soluções inovadoras em serviços financeiros e meios de pagamento, vai impulsionar ainda mais o crescimento da empresa com sede no Recife e ajudar a consolidar a presença nacional da adquirente, pois ambas possuem estratégias que se complementam. A Justa foi fundada em 2018 com foco nos micros, pequenos e médios varejistas em cidades entre 50 mil e 200 mil habitantes em todo o Brasil, com atuação também nas grandes regiões metropolitanas. Esses varejistas, agora, vão passar a ter uma oferta completa de produtos, com a garantia de segurança de uma grande empresa de meios de pagamentos como o PagSeguro PagBank. A parceria prevê levar inovação em sistemas financeiros e de pagamentos, principalmente para as cidades fora dos grandes centros, já que une a agilidade de uma startup à tecnologia de segurança de uma das maiores adquirentes do mercado. “A maquininha que leva crédito justo ao pequeno e médio negócio está ainda mais forte, segura e competitiva, seja pela capacidade de distribuição de equipamentos, como pela capilaridade que a Justa e PagSeguro PagBank já tem no mercado”, explica Eduardo Vils, fundador da Justa. “A proposta da parceria é proporcionar aos pequenos negócios e comerciantes uma plataforma completa com soluções e suporte para, dessa forma, garantir que eles alcancem suas metas de vendas e ofereçam a melhor experiência possível aos clientes”, comenta Ricardo Dutra, CEO do PagSeguro PagBank. Atualmente a Justa dispõe de 85 colaboradores, distribuídos nas sedes em Alphaville (SP), Recife (PE) ou alocados em parceiros de todo o território nacional, com milhares de lojistas na sua plataforma, que utilizam as soluções de pagamentos e crédito, entre outros serviços. Destes, cerca de 50% estão no localizados na região Nordeste. Atualmente a JUSTA tem mais de 200 parceiros regionais em todos o país, que são denominados Justos, com o objetivo de chegar a 1.000 nos próximos meses.

Fintech com sede no Recife e PagSeguro firmam parceria Read More »

Modelos de inovação corporativa para grandes empresas

Muitas grandes empresas desejam inovar em seus processos internos e também nas soluções que oferecem ao público. O problema é que, em muitos casos, falta um método para isso. Embora participar de eventos com startups, ter ideias criativas, desenvolver uma cultura de inovação e outras iniciativas seja um bom caminho, para colocar a inovação corporativa em prática é preciso ter um modelo de inovação corporativa definido, o que garante que a implementação seja coesa do início ao fim — e, por consequência, dê mais resultados.   Neste artigo, você conhece 6 modelos de inovação corporativa para grandes empresas. Entenda as características de cada um antes de escolher aquele que é ideal para você!   Diferenças entre o modelo de inovação aberta e inovação fechada   Antes de falarmos sobre os modelos de inovação corporativa, é importante entender a diferença entre dois conceitos que serão bastante utilizados no texto: inovação aberta e inovação fechada.   A principal diferença entre essas duas modalidades está na maneira como a inovação é criada. No caso da inovação aberta, a empresa cria inovação quando faz parcerias com startups, universidades, consumidores e outros players. O objetivo desse trabalho conjunto é pensar na melhor forma de inovar, seja para otimizar um processo, um produto ou serviço ou a empresa de modo geral. Reduzir o tempo entre o desenvolvimento de uma ideia e sua comercialização, diminuir custos, fazer contatos e democratizar o acesso às ideias são alguns dos benefícios desse modelo de inovação corporativa. A inovação fechada, por sua vez, tem como base a criação de inovação dentro da própria empresa. Assim, da geração de ideias ao desenvolvimento das soluções, tudo é feito pela própria organização. O modelo é mais tradicional e já foi usado por grandes empresas, resultando, em alguns casos, em inovações de sucesso. Por outro lado, o investimento também é maior, já que a empresa precisa dar conta de todo o processo. 6 principais modelos de inovação corporativa   Com esses conceitos de inovação aberta e fechada em mente, conheça, então, 6 modelos de inovação corporativa que a sua empresa pode usar.   1. Programa de intraempreendedorismo Um intraempreendedor, ou empreendedor interno, é um colaborador que busca acelerar inovações dentro da empresa. Criar um programa de intraempreendedorismo pode ser uma boa maneira de identificar pessoas inovadoras na empresa. Mas é preciso dar a elas as ferramentas necessárias para desenvolver suas ideias, o que pode ter altos custos para a empresa inicialmente.   2. Programa de aceleração corporativa Algumas grandes empresas optam por criar um programa de aceleração corporativa, atraindo startups que resolvam seus desafios internos. Empresas como Disney e Google, por exemplo, já lançaram programas de aceleração corporativa com esse foco. Para a empresa, a vantagem é ter mais controle sobre a startup. Para o empreendimento, por outro lado, esse tipo de parceria pode ser arriscada. Se a solução desenvolvida não servir para a empresa, por exemplo, a startup, que fez essa grande aposta, pode até acabar fechando.   3. Time de inovação dedicado Ter um time de inovação interna é interessante para grandes empresas que se sentem ameaçadas pelas novas soluções que startups colocam no mercado a todo momento. Contar com colaboradores especialistas no assunto e focados em inovação pode dar à empresa mais eficiência, facilitar a criação de novas soluções, melhorar os produtos e serviços já existentes. O time de inovação também pode ajudar a fazer contatos com startups, eventos, universidades e outros, abrindo os caminhos para que a empresa invista também em inovação aberta.   4. Posto de inovação Um posto de inovação (innovation outpost) é um local de negócios dedicado à inovação, usado não só como um hub mas também como um lugar de encontros para colaboração e compartilhamento de ideias. Esse modelo de inovação corporativa é mais usado nos Estados Unidos. Por lá, muitos negócios optam por ter seus postos de inovação em regiões como o Vale do Silício. Isso permite recrutar talentos, expor a empresa a práticas inovadoras, ter acesso ao ecossistema de inovação, monitorar o surgimento de novas tecnologias.   5. Aceleradora externa A aceleradora externa é um modelo de inovação corporativa interessante. Primeiro porque a empresa não precisa custear todo o programa, aproveitando uma rede de negócios inovadores já estabelecida, administrada por outras pessoas. Dessa forma, a empresa pode encontrar startups que tenham soluções para resolver seus desafios, sem, no entanto, gastar muito para isso.   6. Investimento e aquisição Outro modelo de inovação corporativa que a empresa pode aproveitar é o de investimento e aquisição, em que o negócio tradicional investe em empresas iniciantes e pode ter uma participação minoritária nelas. Dessa forma, empresa e startup podem desenvolver um relacionamento contínuo.     Fonte: distrito.me

Modelos de inovação corporativa para grandes empresas Read More »

Catchup da Tambaú já é o terceiro mais vendido no Brasil

O catchup da pernambucana Tambaú Alimentos é o apontado como o preferido nos lares do Nordeste pelo sexto ano consecutivo e é o terceiro mais vendido em todo o Brasil segundo o estudo Cinco Mais, realizado pela Nielsen. A pesquisa apresenta os principais fornecedores em 136 categorias de produtos e, para chegar aos resultados, coletou informações em quase 490 mil estabelecimentos comerciais de todo o país, incluindo pontos de venda tradicionais e os chamados “autosserviço”. Os cinco principais fornecedores de cada categoria foram obtidos por meio da classificação das vendas em volume (quilos, litros ou unidades) durante o ano de 2019 (janeiro a dezembro). Há seis anos consecutivos, a Tambaú lidera entre os principais colocados no ranking Nordeste da Nielsen / SuperVarejo.

Catchup da Tambaú já é o terceiro mais vendido no Brasil Read More »

Mariana Moura lança livro sobre governança

Um verdadeiro chamado à reflexão sobre os processos de sucessão adotados nas organizações familiares. Essa é a proposta do livro Supergovernança da consultora e pesquisadora, Mariana Moura, que será lançado durante encontro virtual hoje, dia 2 de setembro, às 18h, com transmissão ao vivo do auditório da Livraria Jaqueira, bairro do Recife. Em sua primeira publicação, a autora desconstrói abordagens convencionais da governança corporativa nos negócios familiares permitindo que o leitor tenha um olhar mais humanizado e individualizado para a solução de problemas. Ela questiona a adoção da governança corporativa em empresas familiares como se fosse uma fórmula pronta para resolver todo e qualquer dilema de sucessão. As discussões apresentadas na obra são fundamentadas na experiência pessoal da autora, que é acionista, membro da família controladora do Grupo Moura – o maior fabricante de baterias automobilística do país, e foi a corresponsável pela estruturação da governança no negócio da sua família. O encontro é gratuito e aberto ao público em geral pelo link a seguir: Lançamento do livro Supergovernança.

Mariana Moura lança livro sobre governança Read More »