Colunistas

Como não perder o emprego para robôs e algoritmos? (parte 1)

Nos próximos 10 anos, o avanço da inteligência artificial e da robotização nas empresas vai modificar profundamente o mercado de trabalho. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a relação entre o trabalho humano e aquele feito por máquinas e algoritmos, que hoje é de 71% para 29%, se inverterá para 58% e 42% até 2025. Outro estudo do fórum mostra que o rápido avanço da tecnologia pode eliminar cerca de 75 milhões de vagas em todo o mundo até 2022. Diante desse cenário, surge a pergunta: como não perder o trabalho para robôs e algoritmos? Antes da resposta, é preciso entender que as habilidades socioemocionais serão as mais exigidas ao trabalhador no futuro. Não só para se adaptar às mudanças constantes geradas pela tecnologia, como também para uma atuação direcionada ao ser humano, já que a tecnologia fará o trabalho pesado e repetitivo. Então, para não perder trabalho para as máquinas, o trabalhador deve desenvolver as habilidades que somente os humanos possuem. O estudo As Habilidades do Trabalhador do Futuro, feito pela consultoria Cartello, identificou as mais importantes: Proatividade – Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a proatividade será uma das principais habilidades exigidas do trabalhador do futuro. Agir para prever situações antes que elas aconteçam e ter iniciativa para propor e liderar mudanças são características essenciais de um trabalhador proativo. Autodidatismo – A educação tradicional não tem acompanhado a velocidade das mudanças tecnológicas. Por isso, o autodidata é aquele que complementa a sua formação com outras fontes de conhecimento. É aquele que observa as necessidades no trabalho e busca as próprias respostas. O conhecimento será mais importante do que um diploma. Criatividade – Em um cenário de concorrência com as máquinas, ser criativo é outra qualidade que somente os humanos possuem. Observar, questionar, inventar, criar e desenvolver. Normalmente, trabalhadores proativos e autodidatas tendem a ser criativos na proposição de novas formas de pensar e na solução de problemas. Resiliência – A capacidade de lidar com problemas e não desistir diante das primeiras dificuldades será um dos pilares emocionais do trabalhador do futuro. Até porque não adianta ser proativo, autodidata e criativo se não conseguir lidar com os obstáculos do caminho. Mas é preciso também saber o limite da resistência para evitar danos emocionais. Responsividade – Em reforço à resiliência, é preciso ter a capacidade de responder de maneira adequada às novas situações. Como a mudança será uma constante daqui por diante por causa dos avanços tecnológicos, o trabalhador precisa desenvolver a habilidade de se ajustar rapidamente às novas exigências do mercado. A lista das habilidades para o trabalhador não perder o trabalho para robôs e algoritmos continua na edição de novembro com: temperança, comprometimento, oratória, trabalho em equipe e administração do tempo.

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Há 160 anos o Recife recebia a visita de Dom Pedro II

Em 1859 era o Recife a mais importante capital das províncias do Norte do Brasil, possuindo um movimentado ancoradouro, o Teatro de Santa Isabel (1850), o Palácio do Governo (1841), um moderno Cemitério Público (1851), Gabinete Português de Leitura (1851), a Casa de Detenção (1856), o Ginásio Pernambucano (1855), a Faculdade de Direito (transferida de Olinda em 1853), iluminação à gás carbônico em suas ruas centrais (1859), com as obras da ferrovia Recife-São Francisco iniciadas, quando se anunciou a visita do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina. A notícia da visita foi trazida pelo vapor Milford Haven, que fez com que toda população ficasse à espera da armada imperial por todo o dia 21, segundo noticia o Diario de Pernambuco, de 22 de novembro de 1859: “Desde as cinco horas da madrugada, inúmeras famílias transportaram-se às ruas da Cadeia e do Colégio [Rua do Imperador e Praça 1817] por onde deveria passar o préstito imperial, os trabalhadores deixaram suas ocupações, os artistas largaram suas oficinas, os Corpos do Exército estiveram em seus quartéis, prontos ao primeiro sinal, o povo, enfim tendo ansiedade e prazer estampados nos semblantes, vagou de um a outro lado nas imediações do Cais de Desembarque e lugares e onde existem preparados iluminações e regozijos. – Ainda porém desta vez falharam os cálculos dos inventores de notícias.” A chegada do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina acontece no dia 22 de novembro de 1859, a bordo do navio Apa, sendo descrito com cores forte pelo Diario de Pernambuco do dia seguinte, com direito a registros do fotógrafo Augusto Stahl (Bérgamo, Itália 1828 – Alsácia, França 1877), que se encontrava no Recife documentando os trabalhos da Estrada de Ferro Recife – São Francisco. O noticiário da chegada ocupa toda primeira página do Diario de Pernambuco de 23 de novembro, ressaltando o noticiarista a exclamação do Imperador ao desembarcar: “Pernambuco é um céu aberto e, na realidade, a Veneza Americana, seduzia e encantava, pois, como mágica sereia estava deslumbrante de esplendores”. A visita do imperador e da imperatriz a Pernambuco é contada em noticiário diário pelo periódico fartamente ilustrado O Monitor das Famílias – Periódico de Instrução e Recreio – Série Extraordinária, cujo primeiro número circula na data de 2 de dezembro de 1859. A estada do casal se prolonga até 24 de dezembro de 1859, quando às cinco horas da manhã embarcam com destino ao Porto de Cabedelo, na Paraíba. Durante sua temporada em Pernambuco Dom Pedro II fez sucessivos passeios ao Recife (Arsenal de Marinha, Hospital [Pedro II], Asilo de Mendicância, Gasômetro, Arsenal de Guerra, Madalena, Remédios, Afogados, Saneamento, Hospital Militar, Caxangá, Açude do Prata, Apipucos, Monteiro, Beco do Quiabo, Poço da Panela, Igrejas de São Pedro, Pilar, São Francisco, do Carmo, Conceição dos Militares, Belém), bairros de Santo Antônio, São José e do Recife, Alfândega, Cemitério de Santo Amaro, Lazareto do Pina, Várzea, Montes Guararapes, Fundição Starr, Ginásio Provincial, Teatro Apolo), conforme se depreende das anotações do seu Diário. Organizado por Guilherme Auler, Recife: Arquivo Público, 1952. Em plena juventude, aos 34 anos, Dom Pedro II mostrou-se grande cavaleiro enfrentando cavalgadas pelo interior da província, onde teve oportunidade de conhecer Olinda, Igarassu, Bujari, Goiana, Tejucupapo, Itamaracá (onde foi conhecer a mangueira de Sancha), Vitória de Santo Antão, Tabocas, Escada, Jaboatão, Pirapama, Moreno, Rio Formoso, Tamandaré; aproveitando para conhecer as obras da Ferrovia Recife-São Francisco em suas oficinas no Cabo de Santo Agostinho e no Túnel do Pavão.

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Novos planos para as arquitetas Mônica Beltrão e Rosana Marcolino

Completando cinco anos de atuação na área de arquitetura e gerenciamento de projetos agora em dezembro, a Plano A entra em um novo ciclo cheia de novos desafios e projetos. As arquitetas Mônica Beltrão e Rosana Marcolino que se lançaram no mercado em 2014, inicialmente em trio com Flaviana Marinho, agora passam a tocar o negócio como dupla de mulheres empreendedoras que vêm se destacando cada vez mais na sua área. Além da saída da terceira sócia, a nova fase da Plano A agora tem entre os desafios a adaptação a novos tipos de demandas na arquitetura, por isso estão contando com a tecnologia para oferecer, além dos projetos tradicionais, o serviço de Consultoria Online. Este serviço surgiu com a constante solicitação de amigos, parentes e conhecidos que sempre pediam uma “dica” ou “sugestão” para dar uma repaginada em ambientes de suas residências ou empresas. Como estas pessoas não estavam propensas a investir tempo e dinheiro em projetos completos, as arquitetas decidiram montar a consultoria para, de forma prática, usando os recursos da Internet, oferecer orientações de como estes espaços podem ser modificados, com ações simples como novas pinturas, uso de papel de paredes, troca de mobiliário e itens de decoração e iluminação. Dessa forma, o cliente pode usufruir do know how das arquitetas na ambientação de espaços de forma prática e mais econômica. Além da Consultoria Online, as arquitetas também estão cada vez mais envolvidas em projetos para condomínios e franquias.

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Crítica: Frozen 2

Mais desafiador que lançar um filme que agrade crítica e público é lançar uma sequência que supere ou, ao menos, equipare-se ao primeiro. Por isso, sempre que sai um novo longa de alguma franquia surge a inevitável pergunta: será melhor que o anterior? Pois bem, a bola da vez é a animação Frozen 2, que estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020. Enquanto os fãs brasileiros terão de esperar um pouco mais, a animação já estreou há duas semanas nos EUA. Arrecadou na estreia US$ 130 milhões (R$ 550 milhões) e já se aproxima da marca de US$ 300 milhões. O sucesso nas bilheterias nem sempre é diretamente proporcional à qualidade de um filme. É o que acontece com Frozen 2, bem inferior ao seu antecessor.     Na trama, Elsa parte em busca de respostas sobre seu passado e a origem de seus poderes, motivada por uma história contada por seu pai, quando ainda estava vivo, sobre a época em que era príncipe de Arendelle. A nova aventura não tem a mesma pegada e imponência da primeira, tem cara de filme que costuma ser lançado diretamente em DVD e Blue-ray. Ainda assim, não deixa de exibir cenas de encher os olhos, como a do embate no mar que, inclusive, aparece no trailer oficial. Quando o assunto é Frozen, difícil não falar sobre a trilha sonora. Como esquecer de “Let It Go”, ganhadora do Oscar de Melhor Canção, ou “Do You Want To Build a Snowman?”? No entanto, em Frozen 2, poucas se destacam, com exceção da música tema de Elsa, “Into the Unknown”. Polêmica Frozen 2 segue fazendo sucesso nos países onde estreou, levantando também muita polêmica. A mais recente aconteceu na Coreia do Sul. De acordo com o The Hollywood Reporter, uma organização não governamental chamada Public Welfare Committee (Comitê do Bem-Estar Público) acusou a Disney de monopolizar os cinemas do país. A animação chegou à Coreia do Sul em 23 de novembro, acupando 88% das salas. A Disney ainda não se pronunciou quanto à acusação.  

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Deskontão reinaugura loja no Recife

O Grupo KarneKeijo investiu R$ 2 milhões na reforma do Deskontão Casa Amarela, que fica na Av. Norte, no Recife (PE). A loja foi completamente reformada e acaba de ser reinaugurada. A área de expositores de secos da loja foi aumentada em um corredor e também houve aumento da área frigorificada, com novos e modernos balcões frigoríficos. Toda a iluminação tem tecnologia LED para proporcionar maior conforto aos clientes e de maneira a estimular a permanência dos consumidores dentro da loja. São 120 empregos diretos gerados na loja de Casa Amarela, 320 empregos diretos em toda a rede Deskontão, que possui quatro lojas, e mil empregos diretos em todo o Grupo KarneKeijo. As outras três lojas estão localizadas na Av. Mascarenhas de Morais (na Imbiribeira), no Ceasa e na Rod. BR 101 Sul, ao lado da sede do Grupo KarneKeijo. Outra novidade da rede Deskontão é o aplicativo Meu Deskontão. O investimento no App faz parte da estratégia da marca de se aproximar dos varejistas, pequenos comerciantes e consumidores e otimizar suas experiências de compras. O comprador consulta e participa das promoções ativas, concorre a prêmios, recebe ofertas personalizadas, dicas e receitas. . . “Queremos oferecer vantagens e descontos aos nossos clientes e fazer com que eles tenham a melhor experiência possível de consumo dentro das lojas do Deskontão Atacado. Eles economizam e nós vendemos mais, esse é o nosso objetivo”, explica o empresário Inácio Miranda, presidente do Grupo KarneKeijo, que controla a rede Deskontão. “Com a metodologia que estamos utilizando, passamos a conhecer melhor nossos consumidores e a poder oferecer a eles o que estão buscando, com vantagens concretas em descontos e premiações”, destaca.

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Dona Hercília (por Joca Souza Leão)

Por Joca Souza Leão A gente tava indo almoçar com amigos em Aldeia. Roberta viu uns meninos assando castanha de caju na beira da estrada. Deu desejo. “Há mil anos que não como castanha assada assim. Para numa dessas barracas.” Seguimos por uns três quilômetros, parando e perguntando. Nada. “Volta pra onde estavam aqueles meninos.” Voltei. “Tem castanha?” “Tá no fogo. Se quiserem esperar…” Enquanto um dos meninos revolvia as castanhas no braseiro e retirava as assadas com um pegador de metal, o outro as quebrava com um martelo e espalhava sobre uma folha de bananeira para esfriarem. “Sentem” – propôs a dona da barraca, indicando dois caixotes. (Assei muita castanha quando era menino, mas não lembrava mais quanto tempo levava pra assar.) Sentamos. Ela se apresentou: “Eu me chamo Hercília.” “A senhora é daqui mesmo, dona Hercília?” E ela nos contou a seguinte história, interrompida de vez em quando para atender os fregueses: “Sou natural de Vicência. Cheguei ao Recife menina pra trabalhar em casa de família. Não tinha salário. Trabalhava das seis da manhã às sete da noite. Dormia num quarto que chamavam de ‘quarto de empregada’, que ficava no fundo de um grande quintal. De noite, tudo escuro, eu morria de medo. Mas foi lá que aprendi a ler. Quando eu botava a filha da patroa pra dormir, ela ia me mostrando o que tinha aprendido na escola. Aí, eu levava a cartilha dela pro meu quarto e ficava soletrando e copiando, sem nem saber direito os nomes das letras. Um dia, a patroa me perguntou: ‘Hercília, sabia que Jandira já aprendeu a ler?’ ‘E eu também’ – respondi.’ Vocês acreditam numa coisa dessas? Aprendi a ler com uma menina que também não sabia ler.” “Trabalhei pra muita gente rica. Cozinhei pra muitos convidados: de príncipe a presidente. Mas nunca deixei de estudar. Fiz até o primeiro científico. E só não fiz faculdade (eu queria ser enfermeira formada) porque engravidei.” “Minha última patroa, dona Laura, quando me apresentava a um convidado era como ‘minha secretária’. Era minha secretária pra lá, minha secretária pra cá… Trabalhei 12 anos pra ela. Um dia, tomei coragem: ‘Dona Laura, tô pensando em me aposentar. A senhora diz a todo mundo qu’eu sou sua secretária, mas meu salário e anotação na carteira são de doméstica.’ Ela olhou pra mim, balançou a cabeça, suspirou… e não disse nada. No dia seguinte, pediu minha carteira. ‘Vai me mandar embora’ – pensei. Mas, que nada! Devolveu a carteira assinada: secretária da firma de seu Hélcio, um dos muitos amigos de cama e mesa de dona Laura.” “Dois anos depois, me aposentei. E comprei um sitiozinho aqui perto. Planto de tudo. E tudo orgânico. Toda quarta-feira, dona Laura manda o motorista. E a mala do carro sai lá do sítio abarrotada de tudo quanto é fruta, verdura, hortaliça… Nos fins de semana, venho me distrair com os netos aqui, na beira da estrada. O apurado é todo deles.” No nosso almoço com os amigos, castanha de caju salgadinha como tira-gosto. E com o licor, a história de dona Hercília. P.S. Se alguém se refere à empregada doméstica como secretária, achando que está lhe dispensando alguma deferência, saiba que deferência mesmo será no dia em que assinar a carteira dela como secretária. E pagar o salário correspondente. Le reste c’est de la démagogie.

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Ocupação Reverbo na Torre Malakoff e Primeiro álbum solo de Martins nas plataformas digitais

Por Yuri Euzébio Musicalmente falando, a coisa mais legal que surgiu em Pernambuco nos últimos anos é o Movimento Reverbo, aliás preciso me corrigir o Reverbo é mais do que uma cena ou movimento, é o encontro no palco de um grupo talentoso de amigos músicos que dividiam salas e terraços de apartamentos do Recife. Pois bem, eis que nesse fim de ano, como um presente de natal antecipado, surge a Ocupação Reverbo na Torre Malakoff. Evento que vai reunir artistas de variadas regiões do Estado celebrando a força e a beleza da música autoral de Pernambuco. As apresentações ocorrem nos dias 5,6 e 7 de dezembro, sempre com dez artistas no palco e rodas de diálogos sobre mercado e conexões no setor da música. Tudo isso com entrada franca. Só sendo muito besta mesmo pra perder essa maravilha. De tempos em tempos, os ouvidos do país se voltam pra cá. Pernambuco se mantém em movimentação constante musical, desde a década de 1960, com a fábrica de discos Rozenblit, que impulsionou a criação musical no país quando as bolachas estrangeiras tomavam conta do mercado nacional, ou quando 30 anos mais tarde, nascia à cena Manguebeat, movimento que trouxe as atenções de volta à música local. Na beirada de 2020, Pernambuco volta a fervilhar e o Brasil começa, mais uma vez, a perceber que é preciso estar atento ao que acontece musicalmente pras bandas de cá. O Reverbo surge em 2016, quando o compositor e produtor musical Juliano Holanda e sua companheira, a produtora cultural Mery Lemos (Anilina Produções), começaram a abrir a pequena sala de sua residência no bairro da Boa Vista para juntar cantautores. Dessa reunião informal, perceberam a potência que a união de vários talentos, tendo a canção como pilar, poderia causar. De lá pra cá, já são mais de dez mostras Reverbo apresentadas no Estado, com circulação no interior de Pernambuco. Nesta edição na Torre Malakoff estarão presentes artistas já cativos da Reverbo, como Ágda, Alexandre Revorêdo, Almério, Flaira Ferro, Gabi da Pele Preta, Gean Ramos, Igor de Carvalho, Isabela Moraes, Isadora Melo, Joana Terra, Jr. Black, Juliano Holanda, Helton Moura, Lucas Torres, Luíza Fittipaldi, Marcello Rangel, Martins, Mayra Clara, PC Silva, Rogéria Dera, Tonfil e Vinícius Barros, que abrem os braços para Camila Yasmine, João Euzé, Larissa Lisboa, Mayara Pera, Thiago Mazuli, Una , Álefe e Sam Silva Percorrendo pequenos espaços culturais mostrando música autoral, com vários artistas em cena, sem que nenhum ganhe destaque. O conjunto é a obra. A música é a protagonista. A obra é dividida e compartilhada, parcerias são formadas, o canto do outro vira o seu próprio canto. “Não é uma cena, nem um movimento. Podemos dizer que é uma movimentação”, explica Juliano. Tive a oportunidade de assistir, esse ano, uma apresentação do Reverbo no Teatro de Santa Isabel e foi um dos melhores shows que já fui na vida, por sinal foi uma das melhores coisas que já vi. Aliás, preciso me corrigir mais uma vez, não foi um show, foi uma mostra de música. Reverbo na Torre Malakoff Nos próximos dias 5,6 e 7 de dezembro, a Anilina Produções realiza mais uma Mostra Reverbo, a maior de todas até aqui. Trintas artistas se dividirão em três dias na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife) em apresentações abertas ao público (sujeito à lotação). Com incentivo do Fundo Pernambuco de Incentivo à Cultura (Funcultura), a Mostra Reverbo tem direção musical de Juliano Holanda. Além disso, estão inclusas na programação rodas de diálogo com Benjamin Taubkin (5/12, “Conexões do real – música em movimento”), Ronaldo Bastos (6/12, “Nuvem Cigana – Uma canção é leve e pode sustentar”) e Stephany Metódio (7/12, “Interior e ação – a invenção do lugar”). Os portões da Torre Malakoff abrem às 18hrs e as rodas de diálogo serão iniciadas às 19h. As apresentações começam às 21h. A entrada do público será feita por ordem de chegada e o espaço esta sujeito à lotação. SERVIÇO: Ocupação Reverbo Quando: 5, 6 e 7 de dezembro, a partir das 19h Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife) Quanto: Gratuito (entrada por ordem de chegada. Espaço sujeito à lotação) A ordem e dia de apresentação de cada um dos 30 artistas será surpresa! Martins reúne canções autorais em seu primeiro álbum solo Um dos nomes mais celebrados do Reverbo e na opinião desse jovem colunista que vos posta, uma das vozes mais bonitas da nova geração de músicos pernambucanos , Martins lança o seu primeiro álbum solo autointitulado “Martins”. Simples assim. O rabequeiro tem na sua trajetória artística trabalhos plurais e que correm por várias vertentes: Sagarana, Marsa, Forró na Caixa e agora adentra em uma sonoridade mais intimista e com arranjos limpos, mas sem perder a poesia de vista, reunindo em 11 faixas autorais crônicas cotidianas. Aprendiz de Cláudio Rabeca e Mestre Luiz Paixão, Martins explorou o som da rabeca e a influência da poesia popular em projetos anteriores como o Sagarana e Forró na Caixa. Os grupos carregam nítida influência das regiões mais distintas do interior pernambucano, de onde vem as raízes do artista. Já na “Marsa”, predominaram o estilo rock n’roll com banda elétrica, guitarra e linguagem urbana. Nesse álbum solo, Martins apresenta uma musicalidade mais madura. O disco foi gravado no Recife e parte na Europa durante turnê do artista pela região. Juliano Holanda, de novo ele, assina a direção musical e também é parceiro de Martins em três faixas da obra: “Um só ser”, “Olhos que afagam” e “Vértebra por vértebra”. Esta última foi gravada em Paris, na França, com arranjos da flautista argelina Amina Mezaache em harmonia com cordas (viola, violão e baixo), elementos marcantes em todas as canções do álbum. Entre as faixas mais dançantes do disco está a solar “Me dê”, que traz roupagem swingada com influências do ijexa e da música africana (com trombone, percussão e bateria), sendo a canção autoral mais forte da obra. Como compositor, Martins abraça e convive diariamente com

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Hugo Gonçalves recebe prêmio de Personalidade Empresarial do Ano

O Presidente da Tambaú, Hugo Gonçalves, foi reconhecido como Personalidade Empresarial do Ano pela Associação Pernambucana de Supermercados, no prêmio anual Carrinho De Ouro. A Tambaú vem colecionando prêmios e homenagens ao longo de sua trajetória de 57 anos na indústria pernambucana de alimentos. Recentemente, o catchup da marca ficou no primeiro lugar do ranking de preferência do produto nos lares do Norte / Nordeste, de acordo com o estudo Mais Mais, da Kantar WordPanel. Hugo recebeu da mãe e dos irmãos, há 20 anos, a missão de ficar à frente da empresa da família, fundada pelo empreendedor visionário e obstinado Gerson Gonçalves de Lima. Nascido em Custódia, formado em Direito pela UFPE, pai de cinco filhos, o presidente da Tambaú Alimentos traz em sua gestão, a coragem, talento, determinação e dedicação que viu no exemplo do pai. Hoje, a empresa é uma das maiores indústrias de alimentos de Pernambuco, com mais de 450 funcionários, catálogo com mais de 130 produtos. Além de gerir a Tambaú, Hugo também é presidente do Sinddoces, diretor da Fiepe e Conselheiro do SEBRAE e Membro do MEI, Mobilização Empresarial pela Inovação da CNI.

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2ª edição do Iperid Global Trends discutiu “Empreendedorismo e Inovação 4.0”

O Instituto de Pesquisas Estratégicas em Relações Internacionais e Diplomacia realizou ontem (27) a segunda edição do evento Iperid Global Trends. Com o tema “Empreendedorismo e Inovação 4.0”, o seminário recebeu palestrantes do setor público, privado e consular. No evento foram empossados como novos Seniors Fellow do Iperid: José Vital Monteiro (sócio da PwC), Vinícius Rego (sócio da PwC), Marilia Mesquita de Amorim Figueiredo, Kenys Bonatti Maziero e Alcione Maria Araujo Donida (professores da FBV-Wyden). Na ocasião foi anunciado que será confeccionado o livro IPERID, que reunirá os trabalhos apresentados na primeira edição do Iperid Global Trends, que teve como tema “As Mega Tendências Globais em diversos segmentos da economia e academia. O evento aconteceu na UniFBV | Wyden, com participação dos cônsules dos Estados Unidos, França, Alemanha, Argentina, Bulgária, Eslovênia e Malta. O cônsul americano John Barrett destacou a atuação do Iperid, durante sua fala no encerramento do evento. “O Iperid está liderando o caminho, como nenhuma outra instituição do Estado, para se estabelecer como um think tank independente, como um foro importante como dessa noite, com análises de tópicos importantes do cenário local, nacional e global”. Confira abaixo as imagens do evento. .         . . .

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Painel aborda caminhos para o equilíbrio financeiro

Tiago Monteiro, coordenador da escola de negócios Cedepe Business School, vai realizar hoje (28) em conjunto com o personal financeiro Leandro Trajano o painel “Educação financeira: de devedor a investidor”. O encontro tem como objetivo abordar os primeiros passos na criação de condições favoráveis para o estabelecimento de uma saúde econômica em curto, médio e longo prazo para pessoas físicas e famílias. O painel é gratuito começa às 19h. Por meio de uma abordagem dinâmica e interativa com os participantes, os dois especialistas irão abordar temas como comportamento financeiro, táticas para evitar gastos exagerados, criação de hábitos financeiros mais saudáveis e dicas de investimentos, entre outros assuntos. “Nesta época de final de ano é normal ter muitos gastos com compras de Natal, férias, IPVA, IPTU, matrícula de escola e faculdade. Vamos mostrar como é possível equilibrar as despesas obrigatórias sem abrir mão dos prazeres”, afirma Tiago. Serviço – Painel “Educação financeira: de devedor a investidor” Data: 28/11 Horário: 19h Local: Livraria Jaqueira. Rua Antenor Navarro, nº 138 – Bairro da Jaqueira. Inscrições: https://www.sympla.com.br/educacao-financeira-de-devedor-a-investidor__726752

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