Colunistas

TVPE inicia comemorações dos 35 anos neste domingo (15/09)

Para marcar os 35 anos da TV Pernambuco, a Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC) inicia neste domingo (15/09), a partir das 16h, a comemoração  com show e lançamento da nova programação. “A TVPE é um valioso e importante patrimônio do povo pernambucano, ao longo desses 35 anos prestou relevante serviço de comunicação e vem se reinventando para acompanhar as transformações da área e ofertar ainda mais possibilidades de acesso à informação honesta ao público de nosso estado, respeitando e propagando o direito à comunicação. A ‘plataforma’ de celebrações #TVPE35Anos vai ser lançada com esse grande show do Reverbo e com a ampliação de produtos pernambucanos e regionais na tela da TVPE”, explica Gustavo Almeida, Diretor-presidente da EPC/TVPE. O auditório da nova sede da emissora em Caruaru vai virar palco para os artistas do projeto Reverbo, que reúne compositores e cantores de Pernambuco. Os ingressos são gratuitos e distribuídos uma hora antes do evento, sujeito a lotação do local. A apresentação será transmitida ao vivo das 16h às 21h na tela da TVPE, e pela internet (Facebook e YouTube). O cantor e compositor Onildo Almeida, autor da canção imortalizada por Luiz Gonzaga “A Feira de Caruaru”, fará participação especial com os músicos do Reverbo. Após a transmissão, haverá a exibição do longa-metragem “Onildo Almeida – Groove Man”, de Hélder Lopes e Cláudio Bezerra. O show é realizado pela EPC em parceria com a Frei Caneca FM, que também fará transmissão online pelas redes sociais, e Anilina Produções. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aluísio Lessa, endossou a importância da TV Pernambuco para a cultura do estado, destacando o compromisso da TV pública na divulgação da diversidade cultural do Estado. “Estamos iniciando a comemoração dos 35 anos do aniversário da nossa TV Pernambuco, a emissora pública do nosso Estado. Ela vem cumprindo uma função social de valor inestimável. Através dela, a arte, a cultura e o desenvolvimento econômico de Pernambuco são difundidos para a população. Nesses 35 anos, os pernambucanos se sentem ainda mais pernambucanos quando estão sintonizados nela. Em nossa gestão na SECTI, trabalhamos diariamente para fortalecê-la, fazendo com que o seu alcance à sociedade seja ainda maior”. Juliano Holanda, Gabi da Pele Preta, Igor de Carvalho, Almério, Flaira Ferro e Isadora Melo são alguns dos nomes que sobem ao palco, entre os 20 artistas que fazem parte do Reverbo. “Viemos, em nossa maioria, do interior do Estado: Goiana, Caruaru, Altinho, Santa Cruz, Serra Talhada, Garanhuns, Bem querer, Arcoverde e outras mais. É nossa resposta, nossa busca por diálogo, sobrevivência e aprendizado. Estamos aí há muitos anos, trabalhando, esculpindo, lapidando nossa arte. Há muito de poético no fato de estarmos indo nos apresentar em Caruaru. O Reverbo é música-artesanato. Chegar agora à TV, unidos, férteis e em bando, diz muito da nossa caminhada”, conta o compositor Juliano Holanda.

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Rogério Samico: Zen e multifacetado, artista se lança em carreira solo

Por Yuri Euzébio Com mais de 20 anos de atuação na música pernambucana, seja como produtor, compositor, cantor ou multi-instrumentista, Rogério Samico resolveu dar um novo passo na carreira lançando o seu primeiro álbum solo, intitulado apenas de “Samico”. Por telefone, um tranquilo Samico conversou com a coluna enquanto tomava um café e tentava se livrar de uma gripe. “Já era um desejo antigo, foi criando forma há dois anos, foi vindo à tona com mais força. Tinham várias ideias que estavam guardadas e chegou a hora de soltar isso pro mundo”, revelou o músico. Samico carrega uma energia leve e calma, e isso se reflete em sua música de natureza serena, que passa uma sensação boa a quem escuta. Nesse trabalho, o artista procurou estabelecer um laço entre Brasil e Angola a partir de suas vivências no país africano. “Tem muita influência do período que eu morei em Angola e a música africana ficou no meu sangue”, esclareceu. “Tem muita percussão. Basicamente os músicos que eu convidei pra gravar são percussionistas e esse é o norte que eu me guiei”, destacou. Um verdadeiro militante da música, o instrumentista não vê distinção entre as várias atividades que desempenha na produção sonora, para ele o importante é o prazer de construir e participar de diferentes linguagens musicais. “O que mais me instiga é fazer música, cada trabalho tem uma concepção musical diferente”, destacou. “Produzir o meu próprio disco foi um desafio maior ainda, porque cantar é uma coisa que eu gosto muito de fazer, mas não vinha praticando muito. Eu acho que nós somos água, vivemos mudando, agora meu desejo maior do mundo é cantar, mas amanhã eu posso pensar diferente”, reflete. Na última sexta-feira (6), o artista celebrou o lançamento do novo álbum em um show no Teatro Apolo e, com a tranquilidade costumeira, comemorou o sucesso do espetáculo. “Eu fiquei até surpreso, porque nós sempre esperamos que algo dê errado, porque no ao vivo sempre tem uma coisa ou outra que não dá certo”, confessou. “Mas foi um evento massa, todas as pessoas importantes pra mim estavam lá, o som foi feito por pessoas que eu gosto de trabalhar, a luz, a banda, o teatro que eu admiro, foi tudo maravilhoso”, comemorou o integrante da banda Marsa. Apesar da estreia com o pé direito na aventura solo, Samico continua com todos os projetos que já fazia parte e, inclusive, nos conta novidades sobre a banda da qual faz parte e que é sucesso entre o público alternativo recifense. “A Marsa tá gravando disco novo, vem coisa boa por aí. Continuo tocando com Lula Queiroga também. Todos os projetos seguem”, explicou. “Esse é um projeto meu que tava pra sair, mas que não impede nenhuma das outras coisas que eu faço, só vem acrescentar”. Ainda segundo Samico, a banda marsa faz um show de reencontro hoje no Terra Café Bar, quem quiser matar a saudade pode conferir a partir das 23 horas. Pro futuro, o músico planeja espalhar a leveza de suas canções pelo maior número de lugares que for possível. “Eu tô preparando a agenda de shows, quero fazer turnê, tocar pelo Brasil. Nós somos um trio no palco, e isso já foi no intuito de ficarmos mais leves pra voar”, pontuou o produtor. E é assim, livre e leve como um passarinho que Samico parece levar a vida, leveza parece ser a palavra que melhor define o músico e sua obra. Sabe o tipo da pessoa que você quer ser amigo mesmo sem ter visto?? Aquela admiração platônica?? Rogério Samico é desses seres de luz, além de ser um dos mais requisitados, versáteis e férteis músicos da cena pernambucana.

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Vila 7 promove grande evento no Dia das Crianças

A empresária Juliana Lins comanda mais uma edição de evento em comemoração ao Dia das Crianças da Vila 7, dia 5 de outubro, no jardim da Toyolex Graças. O evento, que já virou tradição entre os pequenos, terá o tema “Amor”. Bandalelê com Cia de Dança Fátima de Freitas, Super Nova Acústico, Mariane Bigio em “Canções de Amor” animam a criançada, com outras atrações surpresas. Thiago Gondim será o mestre de cerimônia, além da presença de príncipes e princesas. O espaço ganhará área 100% instagramável, com estruturas de coração e palco decorado com o tema, assinados pela própria Juliana Lins. “A entrega do amor nesse período de desenvolvimento é extremamente enriquecedora. É o que podemos oferecer de melhor para os nossos pequenos”, explicou. Os ingressos estão à venda nas unidades da Vila 7 do Shopping Recife, Toyolex, e nos quiosques do Ticketfolia. Os valores são R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

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Construtora Carrilho completa 50 anos

Os irmãos Antônio e Ricardo Carrilho celebram os 50 anos da construtora Carrilho na noite desta sexta (13), no Arcádia de Boa Viagem. Era 1969 quando Antônio, ao lado da esposa, Dona Terezinha, lançou as bases do que é a Carrilho hoje: um bem-sucedido exemplo de empresa familiar que se modernizou e conseguiu se manter no topo. Na ocasião será apresentada a nova campanha institucional de aniversário, além de um documentário especial sobre as cinco décadas de história da companhia.

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Excelsior! Antes da Bienal do Rio, outras HQs já sofreram preconceito

Parafraseando Thanos, em Vingadores Ultimato, seria INEVITÁVEL não falar sobre a censura da Prefeitura do Rio de Janeiro ao HQ “Vingadores: A Cruzada das Crianças”. O gestor municipal determinou que a obra fosse retirada da Bienal do Livro do Rio de Janeiro em prol do “bem estar das crianças e adolescentes da cidade”. O motivo? Um beijo entre personagens de mesmo sexo. Mas a ação teve efeito contrário: até mesmo quem não conhecia a HQ saiu em busca da obra, com um exemplar chegando a custar, na Internet, a bagatela de R$ 250,00!   Esta não foi a primeira e nem será a última ação de órgãos públicos e da sociedade civil contra os quadrinhos, seus personagens e conteúdos. O cerne da questão aqui não é apenas a cena do beijo, mas a falta de entendimento sobre uma forma de expressão artística que faz parte de nossa cultura e, como tal, também é um espelho da sociedade e de suas transformações. As belas artes também já foram alvo de censura, pois até meados do século 20 se considerava pouco ‘prudente’ ou ‘nobre’ retratar o cotidiano e o cidadão comum nas telas produzidas por renomados pintores. As vanguardas artísticas quebraram com essa premissa, instigando a inserção de elementos prosaicos e populares. O preconceito, meu véi, é algo comum e prejudica a arte, a criatividade e a sociedade. “Free your mind!” Cada período histórico trouxe junto uma série de temas considerados tabus. Os problemas existiam mas não podiam ser retratados. O que, convenhamos, não era decidido pela sociedade como um todo. Mas por alguns cabras do lado negro da força. Vou então lembrar de alguns personagens cujos criadores foram ousados e corajosos porque, por meio de suas criações, mostraram de maneira lúdica seu posicionamento. Esses seres extrapowers incluíram a representatividade de grupos sociais e minorias políticas, pense numa galera arretada!  Bora lá para o ano de 1941, quando o psicólogo William Moulton Marston ousou criar a primeira personagem feminina com poderes do Pipoco de Zion, ou melhor, Pipoco da ilha de Temiscira, a nossa extrapower Mulher-Maravilha. Coragem da gôta! Entenda que ainda hoje, em pleno século 21, estamos debatendo e lutando pelo empoderamento feminino, estás vendo só como o cara estava à frente de seu tempo?! A Amazona da DC Comics sofreu, visse? A questão era o fato dela ser muito poderosa e, claro, mulher. Acredite, meu véi, ela chegou a perder os poderes e quase desaparecer do mundo dos quadrinhos na década de 1960. No mundo dos games, a coragem foi da desenvolvedora ‘Core Design’. Em 1996 ela apresenta a personagem principal do jogo “Tomb Raider”, uma protagonista arretada e ‘virada no mói de coento’, Lara Croft. Nessa época só tínhamos os caras exibindo os músculos, empunhando os gatilhos e lançando golpes mortais contra seus inimigos. Como guerreira, Lara Croft mostrou seu valor e se tornou um sucesso. A heroína segue brilhando no cinema e nos games até hoje. Se formos pensar em representatividade dos negros nas HQ, ai que lascou! Só começou mesmo na Era de Prata dos Quadrinhos, em 1966, com a aparição do Pantera Negra, herói idealizado pelo roteirista Stan Lee e o artista Jack Kirby. Só a título de comparação, Superman foi criado em 1938 e, na sequência, vieram Batman, Flash, Lanterna Verde, Aquaman, Capitão América, todos antes do final da década de 1940. E como chegamos na Era de Prata, precisamos recordar de um episódio deplorável – pra dizer pouco – no mundo das HQ, pois a intolerância de alguns grupos culminou em centenas de revistas rasgadas ou queimadas, personagens desaparecendo, estúdios de criação encerrando suas atividades, um verdadeiro apocalipse. O mesmo tipo de preconceito que os jogos digitais ainda sofrem nos dias de hoje.  Pois bem, o psiquiatra Fredric Wertham publicou um artigo, na edição de 29 de maio de 1947 do semanário Saturday Review of Literature, acusando os quadrinhos de serem “violentos e carregados de perversões sexuais”. Além disso, ele e outros caras provocaram uma campanha para banir as HQs da face dos EUA e da Terra, literalmente, produzindo estudos com resultados e metodologias questionáveis para provar que as HQs não eram boas para as crianças e adolescentes.  Em 1954, Werthan publica o livro “Seduction of the Innocent” e sua campanha toma proporções gigantescas. O livro levantava acusações contra personagens e foi uma das primeiras obras a dizer que Batman era gay, o que resultou na criação de mais um personagem, o mordomo Alfred, para ajudar na imagem do Bruce Wayne.  Esse foi um duro golpe aos quadrinhos. Como se juntassem Thanos, Darkseid, Satan Goss e Dormammu para devastar não apenas Superman, mas outros heróis, como Mandrake, O Fantasma, e as próprias empresas: DC Comics, Marvel ou qualquer outra. A ação também teve sérias consequências no mercado de quadrinhos independentes aqui no Brasil, pense numa bagaceira!  Muitos personagens tiveram que ter a sua origem alterada para poder se manter ainda vivo, a exemplo da criação de Barry Allen como novo protagonista para o papel de Flash, da DC Comics, em 1956. O herói original era Jay Garrick, que após fumar um cigarro ficou desacordado e terminou inalando gases num laboratório, onde obteve seu poder de supervelocidade. Jay Garrick foi criado em 1940, na Era de Ouro dos Quadrinhos (1938-1958).  Então imaginem se os criativos não mantivessem sua coragem e perseverança inabaláveis, possivelmente não teríamos nossos super heróis, não teríamos o Spiderman, Homem de Ferro, Hulk, Thor, Christopher Reeve como Superman – O filme em 1978. Ou Neo de The Matrix, Vingadores Ultimato nos Cinemas, não teríamos o Coringa ganhando o Leão de Ouro em Veneza, tu imagina isso véi???? Stan Lee criou Os Mutantes, em 1963, justamente para mostrar que todos são iguais e precisamos entender, conviver e amar as diferenças e a diversidade. A partir disso, a representação de outras minorias políticas surgiu nas HQ, a exemplo do casamento dos mutantes gays Estrela Polar e Kyle Jinadu, a lésbica Lucy in the Sky, também conhecida como Karolina Dean, da HQ ‘Fugitivos’, o primeiro mutante

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Rishon promove o 3º Empodera Day no Recife

A terceira edição do Empodera Day acontece no próximo sábado 14/9, no Sebrae Recife. O evento, que é promovido pela Rishon Cosméticos, tem o objetivo de reunir mulheres para compartilhar experiências e participar de ações que visam incentivar a busca pela autoestima e pelo empoderamento feminino. A programação ocorre das 9h às 17h, com palestras, workshops, rodas de conversa e uma feira colaborativa. O primeiro bloco do Empodera Day, trará ao público um workshop sobre Maquiagem Glam, com Raíssa Brito, maquiadora oficial da Rishon Cosméticos. Em seguida será exibido um vídeo sobre o Projeto Dália, que visa resgatar a autoestima feminina através da fotografia. O primeiro painel do dia trará o tema “Beleza e Saúde” com a designer, publicitária e ativista body positive, Mari Cid, falando sobre “Moda Plus Size: a importância da diversidade no padrão de beleza”; a life coach e analista comportamental, Mika Ferreira, falando sobre “Autoconhecimento: o segredo da verdadeira beleza”, e a médica nutrologista, Érica Guerra falando sobre “Saúde gera poder”. Já o painel que abre o segundo momento do evento, abordará a participação feminina nos negócios e na política com Marcelle Sultanum, diretora da Rishon Cosméticos, que vai contar “Como eu sobrevivi numa sociedade machista”, e a historiadora Karla Falcão, tratando o tema “Como a política pode nos ajudar a tomar nosso lugar”. Para Marcelle, o Empodera Day é a oportunidade de realizar ações que possam ser agente de transformação interna. “Toda a transformação começa dentro de cada um de nós. O empoderamento feminino é o ato de dar conhecimento do poder existente em cada uma de nós e criar consciência de como exercer esse poder na sociedade em busca de equidade de gêneros”, comenta a diretora da Rishon Cosméticos. Para dar continuidade ao evento, o maquiador Marcone Milanez fará um workshop de beleza, ensinando técnicas para aplicação de cílios postiços e delineador adesivo. Encerrando a programação, um momento para aprender sobre a construção da própria beleza, com a maquiadora e hairstylist, Ayla Martins. “Queremos levar nossa verdade e nossos produtos ao mundo. Acreditamos que o mundo seria mais justo, ético e humano se pudéssemos exercer nosso poder com equidade dentro da sociedade”, completa Marcelle Sultanum. Quem desejar participar do evento poderá comprar seu ingresso online (https://bit.ly/2lLgjoQ), por de R$ 50, valor que poderá ser convertido em produtos no dia do evento. Basta levar o comprovante de compra. Outra opção é comprar o mesmo valor em produtos da Rishon Cosméticos nas lojas Mundo do Cabeleireiro nos Shoppings Rio Mar, Recife, Tacaruna, Guararapes e Boa Vista, e nas unidades da loja nos bairros da Madalena, Espinheiro e Casa Forte.

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Inovação e tecnologia em debate na Facepe amanhã (12)

Fernando Jucá, presidente da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), órgão ligado a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, recebe a ex-secretária de C&T Lúcia Melo, e o ex-presidente da Fundação, Abraham Sicsú, amanhã (quinta-feira 12), às 9h, para uma mesa redonda sobre Políticas de Inovação. A ação faz parte da Oficina de Inovação promovida pela Facepe. O evento acontece na sede da Fundação, na Madalena, para convidados e representantes de empresas.

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Netflix: filmes que participaram do Festival de Veneza disponíveis na plataforma

A edição deste ano do Festival de Veneza chegou ao fim no último sábado (7) consagrando o filme Coringa como o grande vencedor. O longa dirigido por Todd Philips, com Joaquin Phoenix elogiadíssimo no papel do Coringa, conquistou o Leão de Ouro, prêmio máximo do festival. J’Accuse, de Roman Polanski, levou o Leão de Prata, Grande Prêmio do Júri. O Brasil também fez bonito: Bárbara Paz ganhou o troféu por Babenco, Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, sobre o cineasta Hector Babenco. Ainda no clima do festival, indico aqui três filmes do catálogo da Netflix que fizeram história em Veneza.   Beasts of no Nation (2015)   A produção original da Netflix traz como pano de fundo uma sangrenta guerra civil que se espalha por um país da África Ocidental. É protagonizada por Agu (Abraham Attah), um garoto que se vê forçado a amadurecer antes do tempo e a lutar na guerra após perder pai e irmão. O longa acompanha a marcha de um grupo de soldados, em sua maioria, crianças, garotos perdidos da Terra do Nunca numa versão carregada de crueldade, maculada pela perda precoce da inocência. Beasts of no Nation faz dura crítica à guerra, denuncia suas consequências insanas e contradições. Destaque para a atuação soberba do ator britânico Idris Elba, no papel do sanguinário comandante do batalhão. O filme gerou grande polêmica na época por ter sido ignorado pela academia e não figurar entre os indicados ao Oscar em 2016. Por outro lado, além de Veneza, recebeu indicações ao Globo de Ouro, BAFTA e ao SAG awards.   Animais Noturnos (2016)   Exibido no Festival de Veneza em 2016, Animais Noturnos é daqueles filmes que prendem o espectador no sofá até a última cena. Na trama, Suzan (Amy Adams), dona de uma galeria de arte, recebe do ex-marido, Edward (Jake Gyllenhaal), o manuscrito do primeiro romance dele. No desenrolar da leitura, Suzan entende a história como um desabafo, um instrumento de vingança usado por Edward em função de sua conturbada relação no passado. Animais Noturnos entrelaça três subtramas: uma que acompanha os conflitos de Suzan com o atual marido, Walker (Armie Hammer) e os traumas do passado, os flashbacks que trazem detalhes da relação com Edward e, por fim, a história escrita por Edward, propriamente dita. Tom Ford, responsável por roteiro e direção, entrega um filme tenso e, ao mesmo tempo, inteligente, com um elenco de primeira e atuações marcantes.   Roma (2018)   Considerado um dos filmes mais intimistas e pessoais de Alfonso Cuarón, Roma provocou grande burburinho ao receber dez indicações ao Oscar 2019, entre elas a de Melhor Filme e de Melhor Filme Estrangeiro. Até então, nenhuma produção original da Netflix havia chegado tão longe. Mas antes do Oscar, Roma passou por outros festivais, entre eles, o de Veneza, onde foi o grande vencedor, conquistando o cobiçado Leão de Ouro. Aos desavisados, o título do filme não tem relação com a famosa cidade italiana, mas diz respeito a um bairro da Cidade do México, o Colônia Roma. Na história, acompanhamos Cleo (Yalitza Aparicio), uma empregada doméstica que trabalha para uma família de classe média da capital mexicana na década de 70. O diretor mexicano Alfonso Cuarón tem no currículo grandes sucessos de bilheteria, entre eles, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Gravidade.

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Jayme da Fonte Neto palestra sobre finanças na AESO-Barros Melo

Ainda em torno da comemoração ao Dia Administrador, o Bacharelado em Administração da AESO-Barros Melo promove um encontro entre os estudantes do curso e o gerente técnico regional no Banco Central do Brasil, Jayme da Fonte Neto. O evento acontece nesta quinta-feira (12), às 19h, na Videoteca. Na ocasião, o palestrante, que tem ampla experiência na área de finanças, vai falar sobre tendências, perfil e oportunidades do mercado financeiro e do profissional desta área. Jayme da Fonte já foi gerente de negócios no Banco do Nordeste do Brasil e gestor administrativo-financeiro no Hospital Jayme da Fonte, além de atuar como professor em cursos de graduação e pós-graduação em finanças. Ele vai abordar, ainda, aspectos sobre educação financeira e como a formação em Administração contribuiu na carreira. Jayme da Fonte é graduado em administração pela Universidade de Pernambuco (UPE) e Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com especialização em Administração Financeira (UPE) e mestrado em Administração, na área de Finanças (UFPE). Atualmente, é gerente técnico regional no Banco Central do Brasil. É coautor dos livros Finanças Corporativas e Mercados (editora Atlas) e Cooperativismo de Crédito: Boas Práticas no Brasil e no Mundo (produzido pela OCB, Secoob e Banco Central do Brasil).

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Fusões e Aquisições no setor da saúde aumentam no Nordeste

Assessorada pela Deloitte, a Uninefron protagonizou uma das mais recentes operações de fusões e aquisições no setor de saúde, ao firmar uma parceria estratégica envolvendo a venda de 60% de participação para a empresa alemã Fresenius Medical Care, a fim de ampliar o atendimento e tratamento de diálise no Nordeste do país. Segundo dados do Transactional Track Record (TTR), tendo por base as empresas target, ou empresas vendidas, esta transação reforça o movimento de fusões e aquisições para o segundo semestre, somando-se às oito operações de fusões e aquisições registradas no primeiro semestre na região, no setor de saúde. Quando se analisam as transações no setor, seja o primeiro semestre deste ano em comparação ao anterior, quando foram registradas oito operações em 2019 frente seis transações no mesmo período de 2018 ou, ainda, os últimos 12 meses que compreendem julho de 2018 a junho de 2019, quando foram registradas 21 operações de fusão e aquisição frente a 19 computadas em 2018, conclui-se que há um crescimento no número de transações no setor de saúde na região Nordeste. “O Nordeste passa por um momento crescente de operações de fusões e aquisições. Após a consolidação destas transações no Sudeste do país, os olhos dos investidores voltam-se para o Nordeste, uma região que apresenta muitas oportunidades. Esta é uma tendência que deve se manter por algum tempo não apenas na área de Saúde, mas também nos setores de Educação, TI, Energia e Alimentos”, avalia David Holanda, diretor de Corporate Finance Advisory da Deloitte para o Nordeste. Ainda de acordo com o executivo, este é um movimento que se iniciou nos segmentos de diagnóstico por imagem e laboratórios de análises clínicas e hoje atinge praticamente todos os segmentos do setor de saúde. Para Reinaldo Grasson, sócio-líder da área de Corporate Finance Advisory da Deloitte no Brasil, o setor de saúde tem sido um dos mais resilientes no país nos últimos anos, e tende a continuar atraindo investimentos e consolidações, em função da evolução tecnológica, expansão de beneficiários de planos de saúde e verticalização de operações por parte dos prestadores de serviços e fontes pagadoras.

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