Arquivos Notícias - Página 16 de 653 - Revista Algomais - a revista de Pernambuco

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Inscrições abertas para o Projeto Passagem para o Futuro 2025

Capacitação profissional gratuita para jovens da Região Metropolitana do Recife O Ponto Cidadão, projeto social que capacita jovens em situação de vulnerabilidade social e econômica, está com inscrições abertas para o Projeto Passagem para o Futuro (PPF) 2025. Jovens interessados têm até o dia 11 deste mês para se inscrever gratuitamente e concorrer a uma vaga no curso de auxiliar administrativo-financeiro. A prova será realizada de forma on-line no dia 20 de outubro, das 8h às 12h. As inscrições podem ser feitas através do link disponível na bio do Instagram do Ponto Cidadão (@ponto_cidadao) ou pelo WhatsApp: (81) 99216-5051. Para participar, é necessário ter entre 16 e 23 anos, morar em Igarassu, Abreu e Lima, Itapissuma ou Ilha de Itamaracá, possuir renda familiar de até 2,5 salários mínimos e estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio em escola pública. O Ponto Cidadão, uma iniciativa da Itamaracá Transportes, conta com o apoio de 12 empresas voluntárias e é gerenciado pela TGI, Instituto da Gestão (INTG) e ÁgilisRH. Reconhecido por suas ações sociais, o projeto já foi premiado diversas vezes, incluindo o Renove Social 20 anos, e está entre as 400 Melhores ONGs do Brasil, segundo o Instituto Doar. Além do curso de auxiliar administrativo-financeiro, o Ponto Cidadão oferece oficinas de matemática e leitura, workshops de tecnologia, feiras culturais, aulas de informática, entre outras atividades. Desde 2003, cerca de dois mil jovens já foram formados pelo projeto, que possui uma taxa média de empregabilidade de 80%. ServiçoInscrições até 11 de outubro pelo Instagram @ponto_cidadao ou WhatsApp (81) 99216-5051.

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Desafios de liderar em ambiente de mudança

*Por Fátima Guimarães Nos últimos tempos, o ambiente de trabalho das empresas tem sido profundamente impactado por transformações de diversas naturezas. No topo da lista, aparecem as mudanças culturais, estimuladas principalmente por um novo perfil de profissionais e equipes que desafiam a todo momento o que é tradicional, com novas formas de pensar, agir, trabalhar e relacionar-se nos espaços organizacionais e fora deles. Além disso, a adoção de novas tecnologias, como a inteligência artificial, a automação e o uso de ferramentas de colaboração digital, vem redefinindo o modo como o trabalho é realizado e como se dá a interação entre as pessoas. Esse ambiente em transformação tem representado uma série de desafios para todos os integrantes da organização, em especial para os seus gestores, que têm a difícil tarefa de não apenas monitorar o ritmo acelerado das mudanças e inovações, mas também de assegurar que suas equipes estejam preparadas e estimuladas para lidar bem com essa nova realidade. Serem capazes de “surfar” em meio às ondas de renovação do cenário atual é crítico para o sucesso e a sustentabilidade da organização. A questão que se segue: que atitudes podem ser facilitadoras para o enfrentamento desses desafios? A primeira delas, talvez a mais essencial, é assumir uma postura proativa e de abertura para a compreensão da mudança, o que geralmente exige do gestor conhecer referências inéditas ao seu repertório e conviver com padrões culturais não triviais, sem considerá-los como ameaça, ou sem a ânsia de tornar-se um especialista em tudo o que aparece de novo. Adotar uma postura estratégica, avaliando os impactos positivos e negativos que os novos comportamentos, os novos métodos de trabalho, os novos perfis profissionais podem trazer à vida organizacional é uma atitude sensata e certamente favorável. Um outro fator importante é o cuidado em manter alguma estabilidade em meio a essa profusão de novidades. Henry Mintzberg, classificado entre os 10 mais influentes pensadores da área da gestão, em seu livro Managing – Desvendando o Dia a Dia da Gestão (2009) adota o conceito de Charada da Mudança, em que faz um interessante contraponto: de um lado, o gestor precisa se adaptar e, mais ainda, liderar os processos de mudança; de outra parte, deve fazer a imprescindível gestão da continuidade para manter o rumo enquanto as mudanças são implantadas. Ou seja, a gestão da mudança e a gestão da continuidade caminham juntas, buscando-se sempre manter o ponto de equilíbrio entre inovação e preservação. Se a mudança exige a construção de novos padrões, novas referências e atualização dos modelos e processos de trabalho, a prática de um monitoramento sistemático funciona como apoio fundamental para que o rumo seja mantido, possibilitando a identificação prévia de dificuldades e resistências, ou, ainda mais importante, a correção dos problemas em tempo hábil. E nesse ponto, vale reforçar que, ao monitorar, o gestor deve privilegiar soluções coletivas em que os envolvidos participem, além de estabelecer e consolidar um clima de troca e colaboração. No mesmo livro já citado, Mintzberg afirma que “os gerentes eficazes não agem como vítimas, são agentes de mudança, não alvos de mudança; eles seguem o fluxo, mas também criam o fluxo”. E, mais adiante, dá importante “dica” sobre o perfil do gestor, bem adequado aos tempos atuais: “gestão é para pessoas que gostam do ritmo, da ação e dos desafios, seja lá de onde veem, seja lá para onde eles a levem”. Fátima Guimarães é sócia-fundadora da TGI Consultoria.

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Governo de Pernambuco lança políticas para pessoas em situação de rua e com deficiência

Raquel Lyra e Macaé Evaristo anunciam adesão aos programas federais Viver sem Limite e Ruas Visíveis (Foto Miva Filho) Nesta terça-feira (1º), o Governo de Pernambuco aderiu aos planos nacionais Viver sem Limite e Ruas Visíveis durante uma cerimônia no Palácio do Campo das Princesas. A governadora Raquel Lyra e a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, assinaram o termo de adesão, formalizando a execução das políticas públicas voltadas para pessoas em situação de rua e com deficiência no estado. Foco na vulnerabilidade social “O Viver sem Limite e o Ruas Visíveis são duas iniciativas que tratam sobre vulnerabilidade social e necessidade de visibilidade. Precisamos colocar foco em temas que são tão relevantes para toda a sociedade", declarou Raquel Lyra. A governadora ressaltou que esses programas federais complementam as ações já em andamento no estado, ampliando o alcance com o apoio do governo federal. Compromisso com a cidadania A ministra Macaé Evaristo destacou que as políticas pactuadas são fundamentais para promover cidadania e fortalecer as políticas públicas voltadas às populações mais vulneráveis. "Nosso compromisso é trabalhar muito para fortalecer políticas públicas como essas, que contribuam para a emancipação e cidadania do nosso povo", afirmou. Expansão de políticas públicas O secretário de Assistência Social, Carlos Braga, frisou a importância do Ruas Visíveis para articular e direcionar ações voltadas à população em situação de rua, enquanto a secretária de Justiça, Joana Figueiredo, explicou que o Viver sem Limite visa fortalecer a inclusão de pessoas com deficiência em Pernambuco, com articulação entre diferentes setores e municípios. Ações integradas e investimentos Os planos Viver sem Limite e Ruas Visíveis preveem ações intersetoriais com a participação de diversos ministérios e órgãos estaduais, visando melhorar a qualidade de vida das populações mais vulneráveis. O Ruas Visíveis, por exemplo, é estruturado em sete eixos, que incluem saúde, assistência social, habitação, e trabalho, além de garantir a produção de dados para monitorar a situação das pessoas em situação de rua. Já o Viver sem Limite traz um investimento de R$ 6,5 bilhões para promover a acessibilidade e combater o capacitismo em todo o Brasil, reforçando o compromisso do governo estadual com a inclusão e o respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

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ESA-PE celebra 35 anos com lançamento de livro e ampliação da estrutura

A Escola Superior de Advocacia de Pernambuco (ESA-PE) lança hoje (1º de outubro) o livro "35 anos da ESA-PE e 200 anos do ensino jurídico em Pernambuco", celebrando sua trajetória no ensino jurídico do estado. O evento acontece às 17h, na sede da ESA-PE, em Recife, e contará com a presença de ex-diretores, conselheiros e representantes da OAB-PE. Além do lançamento, a ESA-PE inaugura novos espaços, incluindo uma sala de aula, um auditório, uma sala de estudos e uma galeria dos ex-diretores, reforçando seu compromisso com a educação jurídica e o desenvolvimento da advocacia em Pernambuco. O evento também terá a exibição de um vídeo comemorativo dirigido pela jornalista Silvia Bessa. Fundada em 1989, a ESA-PE desempenha um papel fundamental na formação e qualificação de advogados, promovendo inclusão social e digital, além de expandir a educação jurídica para todas as regiões do estado. "Podemos afirmar que a ESA é a extensão de uma história desbravadora quando se trata do letramento jurídico no país", destacou Leonardo Moreira, diretor-geral da ESA-PE.

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Bets não autorizadas serão suspensas nesta terça

Usuários de sites terão dez dias para resgatar saldos (Da Agência Brasil) A partir desta terça-feira (1º), as bets (empresas de apostas eletrônicas) que não pediram autorização para operar no país terão as atividades suspensas. A suspensão valerá até que a empresa entre com um pedido, e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda conceda a permissão. Os sites não autorizados continuarão a ser acessados até 11 de outubro, quando serão retirados do ar pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Nessa segunda-feira (30), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que até 600 páginas e aplicativos serão bloqueados. Segundo o Ministério da Fazenda, o prazo de dez dias foi concedido para que os apostadores resgatem o saldo dos sites não autorizados a continuar em funcionamento no país. "Se você tem algum dinheiro em casa de aposta peça a restituição já, porque você tem o direito de ter seu valor restituído. Já estamos avisando todo mundo”, alertou Haddad. A lista das empresas que fizeram o pedido está disponível na página do Sistema de Gestão de Apostas do Ministério da Fazenda (Sigap). Até o fim da tarde dessa segunda (30), o sistema registrava 162 pedidos de 158 empresas. Apenas nos últimos sete dias, 27 empresas fizeram pedidos. De outubro a dezembro só poderão continuar funcionando os sites autorizados e que já estavam atuando. Segundo o Ministério da Fazenda, as empresas suspensas poderão fazer o pedido a qualquer momento, mas irão para o fim da fila, levando meses para terem a documentação e os requisitos analisados. A expectativa é que a pasta conclua, até dezembro, o processo de análise dos pedidos protocolados até agora. A partir da aprovação, as empresas deverão pagar R$ 30 milhões de outorga para operar legalmente até três marcas cada uma por cinco anos, como estabelece a Lei 14.790/2023, que legalizou as apostas eletrônicas no país. A partir de janeiro, as empresas que operarem sem autorização estarão sujeitas a punições, com multas de até R$ 2 bilhões por infração.

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ZE MARIA NORONHA

Festival gastronômico de Zé Maria chega ao Recife com edição especial no Moendo na Laje

O famoso Festival Gastronômico da Pousada Zé Maria, celebrado em Fernando de Noronha, desembarca no Recife para uma edição especial nos dias 3 e 4 de outubro. O evento acontecerá no restaurante Moendo na Laje, no Bairro do Recife, e será comandado pelo chef Raphael Vasconcellos, em parceria com o próprio Zé Maria. Os participantes poderão desfrutar de um menu variado com mais de 30 opções, incluindo sushis preparados com peixes frescos pescados por Zé Maria, uma deliciosa paella e diversas entradas. A programação das noites será animada por apresentações musicais de Nena Queiroga e do grupo Samba de Mesa, além do karaokê "Zé Voice" para os mais corajosos. Parte dos lucros do festival será revertida para ações sociais, beneficiando a AACD, a reforma da Igreja Nossa Senhora dos Remédios e a escola de Jiu-Jitsu de Fernando de Noronha. Garanta seu ingresso e aproveite essa experiência gastronômica única. Serviço:

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vices

Quem são os candidatos à vice-prefeito da cidade do Recife?

Victor Marques, Mariana Melo, Leninha Dias, Alice Gabino e Kelly Souza falaram de suas trajetórias, perspectivas de atuação e planos para a capital pernambucana. Os vices podem ter sido por longos anos figuras mais decorativas, que não tinham muita visibilidade ou atuação na gestão. Ao observar os acontecimentos políticos do Brasil e mesmo do exterior, essa é uma realidade que mudou. No Governo Federal, por exemplo, Geraldo Alckmin tem um trabalho de liderança no campo da indústria. Nos Estados Unidos, Kamala Harris assumiu a cabeça de chapa do Partido Democrata às vésperas da eleição. Impeachment, falecimentos e renúncias para concorrer a outros cargos tem levado à liderança dos governos, prefeituras e até da presidência vários parceiros de chapa. Diante desse protagonismo, cada vez mais frequente, apresentamos e ouvimos os candidatos a vice-prefeito do Recife. Victor Marques (vice de João Campos), Mariana Melo (vice de Daniel Coelho), Leninha Dias (vice de Gilson Machado), Alice Gabino (vice de Dani Portela) e Kelly Souza (vice de Técio Teles) falaram de suas trajetórias políticas e das perspectivas de atuação no poder municipal. Os candidatos foram questionados também sobre as prioridades do Recife no curto prazo, que poderiam ser atendidas no ciclo de uma gestão, bem como suas visões para o que deve estar no horizonte de longo prazo da cidade. TRAJETÓRIAS Integrante da chapa que lidera todas as pesquisas de intenções de voto, Victor Marques, filiado ao PCdoB, estudou engenharia civil ao lado do prefeito João Campos na Universidade Federal de Pernambuco. Ele morou na infância em São José do Belmonte, vindo para a capital aos 14 anos para estudar. Seu pai era agricultor, tendo chegado à vereança da cidade, e sua mãe, professora. Com pouco tempo de formado, ele acompanhou o socialista em todos os postos do poder público. Ele foi assessor de gabinete no Governo Paulo Câmara, atuou como chefe de gabinete no período em que João Campos foi deputado federal e nos últimos quatro anos foi chefe de gabinete da Prefeitura do Recife. Nessa última função, Victor tinha a missão de articular a comunicação entre o prefeito e os diversos setores da administração pública. “Eu busquei sempre ser um facilitador das demandas, garantindo que as necessidades da população fossem priorizadas e que a gestão se mantivesse próxima de quem realmente importa: o povo.” Mesmo pouco conhecido da população, ele é bem conhecido na máquina pública, bem como conhece a operacionalização da gestão. A chapa do PL tem Leninha Dias como vice do ex-ministro do turismo Gilson Machado. Ela se preparava para uma disputa à Câmara dos Vereadores pelo partido, quando foi convidada para concorrer ao cargo executivo. Antes de ser candidata, ela, que é viúva, teve uma trajetória marcada por sua conexão com a política por meio do seu marido, Cleurinaldo de Lima, ex-vereador no Recife. Ela começou a se envolver na política ajudando-o em suas atividades, especialmente durante pleitos eleitorais. Além dessa parceria política na família, Leninha também teve uma atuação na comunicação. Evangélica, foi diretora comercial da Rádio Maranata e chegou a ser apresentadora na Rádio Canaã. Sua experiência enquanto mãe de uma filha com espectro autista foi a motivação que a levou para o projeto de se candidatar à vereança com a intenção de atuar em prol das crianças neurodivergentes e de seus familiares. Nascida em uma família carente, ela começou a trabalhar aos 10 anos de idade. O terceiro nome é da professora Mariana Melo. Formada em administração, antes de se tornar vice na chapa de Daniel Coelho, ela é docente concursada no IFPE (Instituto Federal de Pernambuco) e anteriormente trabalhou por 10 anos em uma multinacional holandesa, onde desenvolveu habilidades em logística e gestão de processos. Ela foi secretária executiva de relações internacionais do Governo Raquel Lyra, sendo posteriormente nomeada como secretária da Mulher. "Minha experiência na Secretaria da Mulher foi um marco na minha trajetória profissional e pessoal. Assumir essa pasta, que historicamente enfrenta desafios orçamentários, proporcionou-me a oportunidade de aplicar meu conhecimento em administração e gestão pública de forma a impactar positivamente a vida das mulheres em nosso Estado”, afirmou Mariana. Antes de sua trajetória profissional, filha de uma família da periferia do Recife com dificuldades financeiras, ela precisou se mudar pelo menos 16 vezes até os 16 anos de idade. Sua vivência nas dificuldades enfrentadas como usuária do transporte público e do sistema público de saúde, além da vulnerabilidade na habitação, contribuíram para a construção do plano de governo desenhado pela chapa. Compondo a única chapa majoritária formada exclusivamente por mulheres, Alice Gabino (Rede Sustentabilidade) divide o palanque com Dani Portela em 2024. Ela já havia sido também vice na Federação PSOL-Rede em 2022, na chapa encabeçada por João Arnaldo, e disputou o pleito de 2018 para a Câmara Federal. Além de sua experiência em candidaturas, Alice também ocupou posições de liderança, sendo a primeira presidente municipal do Partido da Rede no Recife e presidente estadual, além de dirigente da Executiva Nacional, contribuindo para a expansão do partido em nível nacional. Sua formação é na área jurídica, e ela tem uma atuação em causas sociais, incluindo movimentos pesqueiros, indígenas e agrícolas, além de participação em iniciativas voltadas para questões socioambientais. “Já fui também conselheira municipal de juventude, com atuação em movimentos sociais, sou cofundadora também do movimento Amazônia na Rua – Recife. Sempre militei em causas sociais, sempre estou me movimentando no cenário social e socioambiental. Não cheguei ontem”. A trajetória de Kelly Souza antes de se tornar vice na chapa de Técio Teles no Partido Novo foi marcada por sua formação e experiência no mundo empresarial. Kelly é administradora de empresas, com mais de 20 anos de atuação no comércio, principalmente no setor de material de construção civil e locação de máquinas e equipamentos. Em 2022, assumiu a presidência do Sindileq (Sindicato de Locação de Máquinas e Equipamentos do Estado) e, atualmente, é diretora da Mulher na Associação Nacio￾nal das Entidades de Locação de Máquinas e Equipamentos. Kelly entrou na política em 2020, quando ingressou no partido e, em 2023, foi

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mauricio guerra

"Não podemos tardar em fazer uma revolução ambiental nas cidades"

Diretor de Meio Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Maurício Guerra, fala sobre o programa Cidades Verdes Resilientes e dos desafios para implantá-lo. Ele defende o uso de tecnologias sustentáveis no processo de adaptação à crise do clima e a ideia de que a qualidade ambiental deve ser vista como um serviço público que atinja as pessoas mais vulneráveis. S egundo dados do ONU-Habitat, publicados em 2022, as áreas urbanas abrigam 55% da população global, percentual que chegará a 68% até 2050. Se fizermos um recorte para a América Latina e Caribe, esse número sobe para 81% e, segundo o IBGE, chega a 85% quando o foco é o Brasil. Com tamanha densidade populacional, as cidades, também de acordo com a Organização das Nações Unidas, já são responsáveis por cerca de 70% de todas as emissões de gases de efeito estufa. Para manter o aumento da temperatura global abaixo de 1.5 °C, a ONU estabeleceu a meta de até 2050 as cidades atingirem a neutralidade de carbono. Diante desse desafio, o Governo Federal lançou o programa Cidades Verdes Resilientes que compreende iniciativas tão amplas quanto a proteção das populações aos efeitos das mudanças climáticas, ampliação das áreas verdes urbanas, estímulos às soluções baseadas na natureza e à mobilidade ativa, entre outros pontos de atuação. Para falar sobre os desafios de colocar em prática esse ambicioso programa, Cláudia Santos conversou com o diretor de Meio Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Maurício Guerra. Ele esteve no Recife para participar do evento do Simaclim (Centro de Síntese em Mudanças Ambientais e Climáticas). Guerra destacou a necessidade de se ter uma articulação metropolitana para implantar essas ações. “Não tem outro caminho, a natureza e os problemas ambientais não estão restritos a barreiras geopolíticas, eles simplesmente se manifestam no ambiente”, adverte. Também elogiou o projeto Recife Cidade Parque, como um exemplo do que pode ser uma cidade verde resiliente e ressaltou a importância do papel da ciência e da participação das pessoas nessa transição. O que é o Programa Cidades Verdes Resilientes? É um programa que articula três grandes ministérios: o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério das Cidades e o Ministério da Ciência e Tecnologia, cada um com o seu perfil de atuação. A ideia é estabelecer que a importância da resiliência consiste nos sistemas naturais das cidades. A primeira questão é proteger as populações, especialmente as mais vulneráveis, articulando serviços urbanos e infraestrutura atrelada ao meio ambiente, como elemento de resiliência, de ampliação de biodiversidade, trazendo qualidade ambiental e de vida para essas populações. Para isso, articulamos grandes temas, como o uso e ocupação sustentável do solo. Não adianta promover cidades desiguais onde as pessoas não têm acesso ao solo e esse acesso tem que ser sustentável. Então, é preciso convergir vários serviços urbanos próximos da população e que esses serviços tenham valor ambiental associado. A ideia é promover equidade e sustentabilidade à ocupação do solo. Outro tema desse programa são as áreas verdes e a arborização urbana. É importante compreender a estrutura verde da cidade e, assim, ampliar instrumentos de planejamento, criação de novas áreas verdes e identificação dessas áreas para expandir e potencializar a arborização e a conexão desses verdes, trazendo biodiversidade. Outro tema são soluções baseadas na natureza, que é associar a infraestrutura cinza às infraestruturas verde e a azul. A infraestrutura verde é compreender que as soluções devem estar articuladas à natureza, é ampliar a área de permeabilidade com verde, gerar áreas de contenção naturais, grandes praças, espaços que vão receber as águas em período de chuva. Já a infraestrutura azul são as águas, os nossos rios. Ou seja, é preciso planejar os espaços urbanos a partir das bacias hidrográficas, compreender como a malha hídrica se comporta para que possamos conviver com ela da melhor forma possível e não lutando contra as águas o tempo todo. Por isso as infraestruturas verde e azul têm que estar casadas nesse planejamento, melhorando nossas áreas verdes para trazer proteção e conservação da biodiversidade para os espaços urbanos. O outro tema desse programa é a tecnologia de baixo carbono, na perspectiva de neutralizar as emissões, promover construções mais sustentáveis, mais alinhadas ao verde e mais eficientes do ponto de vista energético. Outro viés é a mobilidade urbana sustentável, a mobilidade ativa, ou seja, calçadas e ciclovias articuladas ao verde da cidade, como parques lineares onde aumentam-se as áreas de caminhabilidade e de acesso da população a áreas verdes. Além disso, a ideia é investir em transportes urbanos cada vez mais sustentáveis e com energias renováveis para evitar a poluição e melhorar a qualidade de vida e o acesso da população a meios de transportes menos poluentes e mais adequados. E, por fim, o programa Cidades Verdes Resilientes trata da gestão dos resíduos sólidos orgânicos, associando o serviço de compostagem às atividades de cooperativas de catadores e de agricultura urbana, utilizando esses resíduos dentro da estrutura verde da cidade. Dessa forma, o programa conecta esses elementos para tornar as cidades sustentáveis, trazer o verde para o centro da transformação urbana, cuidando da equidade no acesso aos serviços urbanos sustentáveis à população. Diante de um programa com uma pauta tão vasta, quais desafios que vocês estão enfrentando para implantá-lo? São muitos desafios. Do ponto de vista técnico normativo, ainda há soluções baseadas na natureza que não estão devidamente enquadradas e precisam ser definidas. Um dos maiores desafios serão os aspectos de governança, ou seja, ampliar a relação interfederativa, articulando as capacidades dos municípios em desenvolver projetos sustentáveis. Por exemplo, hoje várias prefeituras investem em canalização dos seus rios, riachos e córregos. Essa é uma das piores alternativas. É preciso investir na renaturalização dos rios. Esse é um exemplo que a gente precisa articular os municípios para terem capacidade de pensar os projetos nesse novo cenário climático para nossa cidade. Há também a questão do financiamento, pois dispor de recursos significativos para mudar o cenário da cidade é um importante desafio. Vale reforçar que temos investimento, ao longo dos anos, em infraestruturas

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Francisco Cunha Agenda TGI 1

Painel Mensal debate o futuro do Brasil pós-eleições com Francisco Cunha

Hoje (30), às 19h, acontece mais uma edição do Painel Mensal, com o tema "Depois do fogo na mata e na política, que país vai emergir das eleições?". O evento virtual contará com a participação do analista e especialista Francisco Cunha, que trará uma reflexão profunda sobre o cenário político e ambiental brasileiro após o período eleitoral. O Painel Mensal oferece uma oportunidade para entender os desafios e as possíveis transformações que o Brasil enfrentará nos próximos anos. A cada edição, o consultor atualiza os participantes sobre os temas que considera estratégicos para compreender o momento do mundo e do País. Pautas ambientais, econômicas e políticas estão sempre em pauta. A participação do público é essencial, e todos estão convidados a se juntarem à discussão. Não perca essa chance de acompanhar uma análise detalhada sobre o futuro do país e de Pernambuco. O evento é aberto a convidados e aos assinantes da Revista Algomais. As inscrições para participar podem ser feitas no link: https://abrir.link/GKXtg

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Pernambuco tem uma das maiores bancas de concurso do País

(Conteúdo Patrocinado) Fundado por professores universitários em Recife, em 2015, o Instituto IGEDUC, sediado no Porto Digital, está prestes a completar uma década de atuação. Ao longo dos anos, a instituição se firmou como referência em concursos e seleções, destacando-se pela integridade em seus processos. A banca oferece soluções completas, desde a publicação do edital até a divulgação dos resultados finais, atendendo tanto entidades públicas quanto privadas no Brasil. Recentemente, o IGEDUC expandiu suas operações, inaugurando uma unidade em Brasília e planejando outra em São Paulo. Segurança e infraestrutura A integridade dos concursos realizados pelo IGEDUC está diretamente relacionada à sua robusta infraestrutura. As instalações contam com: Monitoramento por câmeras 24 horas/dia;Acesso controlado por biometria;Ambiente gráfico seguro para impressão de provas;Sala cofre com capacidade para armazenar mais de 100 mil provas. Prestação de serviço A equipe do IGEDUC é composta por profissionais altamente qualificados, assegurando excelência em todas as etapas do concurso: elaboração de editais, aplicação de provas e entrega de resultados. Todos os processos são conduzidos com transparência, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados. O instituto foi classificado como a segunda melhor banca do Brasil em atendimento no site Reclame Aqui. Tecnologia avançada para aplicação de provas O IGEDUC garante total segurança na aplicação de provas, utilizando tecnologias como câmeras de vigilância, detectores de metais e o dispositivo K-68, que identifica sinais de rádio frequência para evitar fraudes. Seleção de referência O instituto é reconhecido por atuar em seleções do Poder Judiciário, como a recente seleção da Justiça Federal e a Residência Jurídica do Ministério Público de Pernambuco. Editora IGEDUC A recém-criada Editora promove conteúdos voltados à gestão pública, com foco em inovação e eficiência. Todo o lucro das publicações é destinado ao NACC-PE, reforçando o compromisso social do instituto. Educação continuada O IGEDUC oferece cursos de formação continuada para Guardas Civis Municipais e Agentes de Trânsito, focados em técnicas de abordagem, gestão de crises e novas tecnologias, garantindo a formação contínua e qualificada desses profissionais.

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