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Arquivos Notícias - Página 3 De 711 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

Notícias

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Recife celebra 489 anos com entregas de obras, ações sociais e programação gratuita

Agenda do aniversário inclui aula inaugural do CNH Social, inauguração de Centro TEA, ordem de serviço de nova ponte e mutirão de serviços no Compaz O aniversário de 489 anos do Recife, comemorado nesta quinta-feira (12), será marcado por uma série de entregas, anúncios e atividades voltadas à população em diferentes áreas da gestão pública. A programação organizada pela Prefeitura do Recife inclui iniciativas nas áreas de mobilidade, assistência social, saúde e cidadania, além de eventos gratuitos que seguem até o dia 29 de março. A agenda tem início às 9h, com a aula inaugural do programa CNH Social Recife, realizada no Teatro de Santa Isabel. O encontro reúne os 300 beneficiários contemplados na primeira edição da iniciativa e também marcará o anúncio da ampliação do programa, com mais 300 novas vagas. Durante o evento, será apresentada ainda uma parceria com a plataforma 99 para beneficiar 500 motoristas já habilitados com a regularização do registro de Exerce Atividade Remunerada (EAR), medida voltada à ampliação das oportunidades de geração de renda. Na sequência, às 10h, a gestão municipal entrega o Núcleo de Desenvolvimento Integral (NDI) Fisioterapeuta Antônio Nogueira de Amorim, na Boa Vista. A unidade foi requalificada e ampliada e passa a contar com um Centro TEA — o sétimo da rede municipal e o maior já implantado pela cidade. O espaço terá capacidade para mais de 6 mil atendimentos mensais e oferecerá atendimento multiprofissional em reabilitação física e intelectual para diferentes ciclos de vida. Ainda pela manhã, às 11h, será assinada a ordem de serviço para a construção da ponte que ligará os bairros do Cordeiro e Casa Forte. Com 380 metros de extensão, a estrutura vai conectar a Avenida Caxangá à Avenida 17 de Agosto e integra intervenções do complexo viário da III Perimetral. O projeto prevê quatro faixas de rolamento, ciclovia e calçadas acessíveis, com estimativa de redução de até 57% das distâncias e até 63% do tempo de deslocamento em alguns trajetos da região. A programação inclui também o tradicional corte simbólico do bolo de aniversário, às 12h30, no Centro Integrado de Atenção à População em Situação de Rua (Cinpop), em Santo Amaro. Além do bolo de 20 quilos servido no local, serão distribuídas mais de 1.400 fatias de 100 gramas nos restaurantes populares da cidade. Ao longo da tarde, a agenda segue com a entrega de recursos arrecadados no Baile Municipal para cinco entidades sociais e com um mutirão de serviços gratuitos no Compaz Governador Eduardo Campos, na Linha do Tiro, que também celebra 10 anos de atuação. Serviço Aniversário de 489 anos do Recife – Programação desta quinta-feira (12) • 9h – Aula inaugural do CNH Social RecifeLocal: Teatro de Santa Isabel – Praça da República, Santo Antônio • 10h – Entrega do Centro TEA Antônio NogueiraLocal: Rua do Riachuelo, 251 – Boa Vista • 11h – Ordem de serviço da ponte Cordeiro / Casa ForteLocal: Rua Luiz Carlos Guilherme, 169 – Cordeiro • 12h30 – Corte do bolo de aniversárioLocal: Cinpop Santo Amaro – Rua Coelho Leite, s/nº • 15h15 – Entrega de recursos do Baile MunicipalLocal: Abrigo Jesus Menino – Rua da Esperança, 376 – Barro • 16h – Programação especial 10 anos do CompazLocal: Compaz Governador Eduardo Campos – Av. Aníbal Benévolo, s/nº – Linha do Tiro

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Stellantis abre 20 vagas gratuitas para curso de formação industrial em Goiana

Programa Formare oferece qualificação em operações automotivas para jovens da rede pública com aulas presenciais no Polo Automotivo de Pernambuco A Stellantis abriu inscrições para a primeira turma do Programa Formare no Polo Automotivo de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A iniciativa oferece 20 vagas gratuitas para o curso de Assistente de Operações Automotivas Industriais, voltado à qualificação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade econômica e social. Podem participar do processo seletivo estudantes nascidos entre 2007 e 2009 que estejam cursando ou já tenham concluído o ensino médio em escola pública. Também é necessário possuir renda familiar de até um salário-mínimo por pessoa, não ter participado anteriormente de cursos profissionalizantes e demonstrar interesse pela área industrial. Realizado em parceria com a Fundação Iochpe e a AVSI Brasil, o programa tem como objetivo ampliar as oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho. O curso terá duração de 600 horas, com carga horária diária de oito horas e aulas presenciais nas instalações da montadora em Goiana. A formação inclui conteúdos técnicos e comportamentais relacionados ao ambiente industrial, como processos produtivos, montagem automotiva, qualidade, manutenção industrial, informática aplicada, comunicação e criatividade, além de atividades práticas voltadas ao cotidiano fabril. Durante o período do curso, os participantes selecionados terão acesso a benefícios como bolsa-auxílio, alimentação, transporte, uniforme, material didático, assistência médica ambulatorial e seguro de vida. SERVIÇOInscrições para o Programa Formare – Stellantis GoianaPrazo: até 23 de marçoInscrições: https://ava.fiochpe.org.br/course/view.php?id=644

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GAV Resorts abre 98 vagas de emprego em Pernambuco para atuação em resorts de Muro Alto

Empresa do setor de turismo-imobiliário já emprega mais de 1,4 mil pessoas no estado e busca profissionais para 17 funções em empreendimentos no litoral sul A GAV Resorts está com 98 vagas de emprego abertas em Pernambuco para atuação em seus empreendimentos localizados na praia de Muro Alto, no litoral sul do estado. As oportunidades são para contratação em regime CLT e fazem parte da expansão das operações da empresa, que já conta com mais de 1,4 mil funcionários no território pernambucano. As vagas contemplam 17 diferentes funções na área de hotelaria e serviços. Entre os cargos disponíveis estão cozinheiro, atendente de alimentos e bebidas (A&B), auxiliar de lavanderia, recepcionista, recreador, cumim, estoquista, técnico de manutenção e supervisor de governança, entre outras posições. Os profissionais contratados terão acesso a um pacote de benefícios que inclui transporte com saídas do Recife e de outras quatro localidades — Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Camela e Nossa Senhora do Ó — além de plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida e alimentação. “A região Nordeste é estratégica para a GAV e concentra grandes investimentos da empresa. Por isso a nossa preocupação em manter a seleção de mão de obra qualificada, com o mercado de trabalho aquecido, em qualquer temporada”, destaca Manoel Pereira, CEO da GAV Resorts. Em Pernambuco, a empresa opera dois empreendimentos no litoral: o Porto Alto Resort, em funcionamento desde 2024, e o Porto 2 Life, inaugurado em novembro passado e considerado o maior resort pé na areia do país, com 990 apartamentos. SERVIÇOCandidaturas podem ser feitas pelo site: https://gavresorts.gupy.io/Envio de currículos também pelo e-mail: rh@portoaltoresort.com.brWhatsApp: (81) 98299-1835

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Secretário de Habitação do Recife, Felipe Cury

“Não basta produzir habitação popular. É preciso garantir que as pessoas morem perto de onde vivem e trabalham”

Recife aposta em habitação integrada à cidade, com moradias próximas a serviços, urbanização de comunidades e reocupação do Centro para enfrentar o déficit habitacional. A política de habitação popular do Recife vive uma inflexão. Depois de décadas marcadas por conjuntos erguidos em áreas periféricas, distantes de trabalho, serviços e redes de sociabilidade, a gestão municipal aposta na integração urbana como eixo estruturante. À frente da Secretaria de Habitação, Felipe Cury afirma que o foco deixou de ser apenas a produção de unidades e passou a incorporar urbanização, infraestrutura e gestão sociocondominial. Em entrevista concedida a Larissa Aguiar, ele detalha números, desafios e inovações que, segundo a prefeitura, configuram a maior política habitacional da história da cidade. O contexto é complexo. Com déficit estimado em cerca de 54 mil moradias, a capital pernambucana enfrenta limitações históricas: escassez de terrenos públicos, solo de baixa capacidade estrutural, imóveis ociosos no Centro e desigualdades territoriais profundas. Entre recursos federais do programa Minha Casa Minha Vida, financiamento internacional via Banco Interamericano de Desenvolvimento e investimentos próprios, a gestão diz ter iniciado quase duas mil unidades apenas nos últimos seis meses, e destaca o papel de programas como o ProMorar e à primeira PPP habitacional do Centro. Além da ampliação quantitativa, a estratégia municipal também busca responder a um problema estrutural: a desconexão entre moradia e cidade. A proposta é produzir habitação em áreas consolidadas ou em processo de requalificação, próximas a corredores de transporte, equipamentos públicos e oportunidades de emprego, reduzindo custos indiretos para as famílias e evitando a reprodução de vazios urbanos. Nesse desenho, a habitação deixa de ser tratada como política setorial isolada e passa a integrar uma agenda mais ampla de desenvolvimento urbano, reocupação do Centro e enfrentamento das desigualdades socioespaciais que historicamente moldaram o crescimento do Recife. Durante anos, um dos principais problemas da habitação popular no Brasil foi a construção de conjuntos distantes de serviços essenciais. Como a Prefeitura do Recife tem enfrentado essa questão para garantir que os novos empreendimentos estejam integrados a escolas, transporte público, equipamentos de saúde e oportunidades de trabalho? Você tocou no ponto essencial. Não basta produzir habitação popular; é preciso garantir que ela esteja próxima de onde as pessoas vivem e trabalham. Historicamente, o Recife e o Brasil erraram ao deslocar famílias para áreas distantes da sua rede de sociabilidade e renda. Um exemplo foi o Casarão do Cordeiro, que retirou famílias de Brasília Teimosa e as levou para outra região, rompendo vínculos de trabalho e convivência. Hoje a lógica é outra. Toda a produção da prefeitura é feita pelo Minha Casa Minha Vida, priorizando terrenos inseridos na malha urbana consolidada. O programa exige proximidade de transporte público, escolas e unidades de saúde e nós adotamos isso como critério central. Nenhum empreendimento pode estar a mais de um quilômetro do local de origem das famílias. Mais do que construir, estamos fazendo urbanização social: pavimentação, drenagem, esgotamento sanitário, áreas de lazer e equipamentos públicos. A moradia vem integrada ao território. No caso específico de empreendimentos como o Caranguejo Tabaiares, nos bairros de Afogados e Ilha do Retiro, quais critérios urbanísticos orientaram a escolha do terreno e de que forma o projeto dialoga com a malha urbana já existente? Para atingir o nível máximo de financiamento federal, o terreno já precisa ter serviços públicos disponíveis. Avaliamos transporte, saúde, educação e saneamento. Quando não há esgotamento sanitário, por exemplo, a prefeitura executa o sistema. No Caranguejo Tabaiares e em outros projetos, priorizamos áreas já ocupadas historicamente, evitando deslocamentos longos. O diálogo com a malha urbana se dá pela integração viária, pela manutenção de vínculos de vizinhança e pela inserção em áreas com oferta de serviços. Qual é hoje o peso do Programa Minha Casa Minha Vida, retomado pelo Governo Federal, na política habitacional do Recife? Hoje, toda a produção de novas unidades da Secretaria está vinculada ao Minha Casa Minha Vida. O programa é estruturante. Mas há desafios burocráticos. Um exemplo é a exigência de procuração específica para beneficiários que não sabem assinar, documento que pode custar cerca de R$ 300, valor elevado para famílias em vulnerabilidade. Além disso, o programa define critérios de prioridade, mas não estabelece pesos. Por isso, criamos um sistema próprio de ranqueamento. A Prefeitura também tem recorrido a recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Como se estrutura esse modelo de financiamento internacional e que tipo de contrapartida ou exigência ele impõe ao município?O financiamento internacional está vinculado ao ProMorar, estruturado com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Ele não trata apenas de habitação, mas de urbanização ampla: drenagem, contenção de encostas, infraestrutura. As exigências são técnicas e de governança: metas, prazos, prestação de contas rigorosa e acompanhamento permanente. O diferencial é o volume de recursos, que permite intervenções estruturantes em diversas comunidades. Dos R$ 350 milhões investidos nas 1.961 unidades iniciadas nos últimos seis meses, há recursos próprios, federais e internacionais? Esse modelo é sustentável no médio e longo prazo? Há uma combinação de fontes: recursos federais via Minha Casa Minha Vida, financiamento internacional pelo BID e contrapartidas municipais. A sustentabilidade depende da continuidade das parcerias e da capacidade de captação. Sozinho, o município não teria como executar nesse ritmo. Empreendimentos como São José, no Coque, e Comunidade do Bem 1 e 2, na Imbiribeira, estão associados a projetos de urbanização mais amplos. Como a política habitacional tem sido articulada com intervenções de infraestrutura e regularização fundiária nessas áreas? Empreendimentos como o Conjunto Habitacional São José, no Coque, e a Comunidade do Bem 1 e 2, na Imbiribeira, não foram concebidos como iniciativas isoladas de produção de moradia, mas como parte de projetos estruturantes de urbanização integrada. A Comunidade do Bem é apresentada pela gestão como um exemplo de transformação social em escala territorial. No local, quatro comunidades foram integradas em um único projeto urbano que contempla pavimentação, implantação de redes de saneamento, melhoria da infraestrutura viária, criação de equipamentos públicos e a construção de 560 unidades habitacionais. A lógica adotada prioriza a permanência das famílias no próprio território. As

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MWC 26

Tecnologia e inteligência artificial não são mais opcionais

No MWC Barcelona 2026, maior evento de tecnologia móvel do mundo, a mensagem foi unânime: a revolução da inteligência artificial não vai esperar ninguém. Quem não se adaptar corre o risco de ficar para trás. Por Mariana Lira de Melo Pense em fevereiro de 2020. Poucas pessoas falavam sobre um vírus se espalhando no exterior. Se alguém mencionasse que estava estocando papel higiênico, você provavelmente acharia que essa pessoa tinha passado tempo demais em um canto estranho da internet. Três semanas depois, o mundo inteiro tinha mudado. A comparação é de Matt Shumer, cofundador e CEO da OthersideAI, em um artigo publicado em fevereiro de 2026 que viralizou com mais de 80 milhões de visualizações. Segundo ele, estamos vivendo a fase do “isso parece exagero” de algo muito maior que a Covid. E os sinais estão por toda parte. Participei recentemente do Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, o maior evento global de tecnologia móvel e conectividade. Foram mais de 100.000 participantes de 200 países, 2.400 empresas expositoras espalhadas por 240.000 metros quadrados de feira, o equivalente a mais de 30 campos de futebol. Todo reunidos no maior centro de convenções de Barcelona, com palestras e participação de nomes de peso do mercado de tecnologia, como Google, Microsoft, OpenAI, Oura Ring, Samsung, Salesforce, Ericsson, Cisco, Huawei e Meta. Fui a 13 palestras, em 3 dias, e visitei muitos dos expositores (mas certamente nem metade deles), e saí de lá com uma certeza: inteligência artificial não é mais assunto de nicho tecnológico. É a questão central de qualquer negócio que pretende existir nos próximos anos. Explosão exponencial que poucos viram chegando Todas as palestras das quais participei tinham um tema central: inteligência artificial e como ela cresceu exponencialmente em 2025, com lançamentos históricos nos primeiros meses de 2026. Em janeiro, a Anthropic lançou o Cowork, ferramenta que transforma a IA em um colega de trabalho autônomo capaz de gerenciar arquivos, criar documentos e executar tarefas de múltiplas etapas sem supervisão constante. Em fevereiro, a OpenAI lançou o GPT-5.3 Codex, o primeiro modelo que ajudou a construir a si mesmo. Sim, você leu isso direito: a IA que a OpenAI acabou de lançar foi usada para criar a própria IA. É literalmente um loom exponencial de melhoria contínua trabalhando 24h, 7 dias por semana. Para dimensionar a velocidade dessa mudança, o britânico Azeem Azhar, fundador da Exponential View e pesquisador na Harvard Business School, subiu ao palco principal do MWC com um gráfico que deixou a platéia em silêncio. O consumo global de tokens de inteligência artificial passou de 7 trilhões por mês em janeiro de 2023 para impressionantes 8.900 trilhões por mês em janeiro de 2026. Um crescimento de 1.200 vezes em apenas três anos. Para colocar em perspectiva: nenhuma tecnologia na história da humanidade alcançou um ritmo de adoção sequer parecido. Nem a internet, nem o smartphone, nem as redes sociais. Dex Hunter-Torricke, fundador e presidente do The Center for Tomorrow Dex Hunter-Torricke, fundador e presidente do The Center for Tomorrow (O Centro para o Amanhã, em tradução livre), organização global dedicada a preparar sociedades para a transformação tecnológica, foi ainda mais direto. Do palco principal, projetou em letras garrafais: “A próxima década será o momento mais disruptivo da história.” E os números que apresentou sustentam a afirmação: 60% dos empregos em economias avançadas estão vulneráveis ao impacto da IA. De R$ 65 para R$ 0,10: a lógica que muda tudo Se os números macro impressionam, os exemplos práticos assustam. Bret Taylor, cofundador da Sierra e presidente do conselho da OpenAI, apresentou um dado que pode tirar o sono de muitos: um atendimento ao cliente tradicional por telefone custa cerca de R$ 65 por chamada. Com a implementação de agentes de IA, esse custo cai para algo entre R$ 0,10 e R$ 3,50. Não se trata de uma melhoria incremental. É uma mudança estrutural que tem o poder de transformar fontes de custo em motores de crescimento. A Singtel, gigante de telecomunicações de Cingapura, já redesenhou sua estrutura organizacional ao redor dessa premissa. Criou um cargo de head de IA reportando diretamente ao CEO, não enterrado na área de TI, e implantou o que chamam de “master orchestrator agent”, um agente único que gerencia toda a jornada do cliente em múltiplos canais. A Salesforce, por sua vez, rebatizou todo o seu pavilhão no evento com os dizeres: “Welcome to the Agentic Enterprise” (Bem-vindos à Empresa Agentíca). O futuro deixou de ser promessa. Virou produto. Não haverá décadas de adaptação Historicamente, revoluções tecnológicas levavam décadas para se consolidar. A eletricidade precisou de quase 50 anos para ser adotada em escala. A internet comercial levou uma década para mudar a forma como trabalhamos. Havia tempo e espaço para sociedades e indivíduos se adaptarem. O que está acontecendo agora é fundamentalmente diferente. A razão é simples e, possivelmente aterrorizante, ao mesmo tempo: os modelos de IA mais recentes já se auto-corrigem e se auto-desenvolvem. Em 5 de fevereiro, a OpenAI incluiu na documentação técnica do GPT-5.3 Codex uma frase que deveria ter sido manchete em todos os jornais do mundo: “Este é nosso primeiro modelo que foi instrumental na criação de si mesmo.” A IA ajudou a depurar seu próprio treinamento, gerenciar sua própria implantação e diagnosticar seus próprios resultados de teste. Quando a ferramenta constrói a própria ferramenta, o ciclo de inovação se acelera de forma exponencial. Não haverá décadas de adaptação. Talvez nem anos para algumas indústrias. Matt Shumer, cujo ensaio viral mencionei no início, escreve que nos últimos meses ficou chocado ao descobrir que a IA pode realizar todo o trabalho técnico de seu emprego. E ele não é um leigo: é CEO de uma empresa de IA há seis anos. Da mesma forma, o ensaio alerta: profissionais de direito, finanças, medicina e contabilidade começarão a compartilhar experiências semelhantes em breve. Embora as críticas válidas, como a do cientista cognitivo Gary Marcus, apontem que Shumer exagera ao ignorar as falhas e alucinações dos modelos atuais, o ponto central permanece:

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Projeto Golfinho Rotador, de Fernando de Noronha, vence prêmio internacional de turismo sustentável

Iniciativa pernambucana foi destaque na ITB Berlin, uma das maiores feiras de turismo do mundo, com reconhecimento por unir ciência, conservação ambiental e turismo responsável O Projeto Golfinho Rotador, desenvolvido em Fernando de Noronha, conquistou reconhecimento internacional ao vencer o ITB Earth Award durante a ITB Berlin (Internationale Tourismus-Börse), uma das maiores feiras de turismo do mundo, realizada na capital alemã. A premiação foi concedida à história “Turismo entre golfinhos: o impacto transformador do Projeto Golfinho Rotador”, que ficou em primeiro lugar entre iniciativas voltadas ao turismo sustentável. Além da premiação principal, Fernando de Noronha também recebeu destaque na categoria Natureza e Paisagem, reforçando a imagem do arquipélago como referência global em preservação ambiental e turismo de natureza. A participação brasileira no concurso foi resultado de uma articulação do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco com a Rede Destinos Sustentáveis e a Green Destinations Brasil, em ações voltadas à promoção de boas práticas no turismo. O Senac Pernambuco foi responsável por inscrever a iniciativa na competição Green Destinations Top 100 Stories, que reconhece experiências de turismo sustentável em diferentes partes do mundo. Segundo o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco, Bernardo Peixoto, a conquista evidencia o valor de iniciativas que combinam conservação ambiental e desenvolvimento local. “Esse reconhecimento internacional alia ciência, educação ambiental e turismo responsável. O Sistema Fecomércio Pernambuco acredita no potencial transformador de projetos que preservam o patrimônio natural e, ao mesmo tempo, promovem desenvolvimento para o território”, destacou. O resultado também reflete as ações desenvolvidas pelo Sistema Fecomércio em Fernando de Noronha desde 2023, com a implementação de um programa voltado à governança participativa, planejamento estratégico e qualificação do setor turístico. Entre os avanços alcançados estão a certificação Green Destinations Bronze, conquistada em 2024, e a inclusão do destino no ranking global Green Destinations Top 100 Stories no mesmo ano, ampliando a visibilidade internacional do arquipélago. Criada para estudar e proteger os golfinhos-rotadores que frequentam Fernando de Noronha, a ONG Golfinho Rotador atua em pesquisa científica, conservação marinha e educação ambiental. A organização reúne pesquisadores e educadores que desenvolvem atividades de monitoramento das espécies, produção de conhecimento e ações educativas voltadas à comunidade local e aos visitantes, buscando conciliar preservação da biodiversidade e turismo responsável.

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Panoramica de Bezerros JUCELINO LUIZ GECOM PMB

Bezerros é selecionada para programa nacional sobre inteligência artificial na gestão pública

Município do Agreste pernambucano também conquistou o 1º lugar no “Desafio Cultura que Inova” e será acompanhado por iniciativa que apoia a transformação digital em governos locais A Prefeitura de Bezerros, no Agreste de Pernambuco, foi selecionada para participar do programa “Governos na Era da IA”, promovido pela Rede de Inovação Local (RIL Brasil). A iniciativa reconhece municípios comprometidos com a modernização da gestão pública e com a adoção de estratégias de transformação digital. Além da seleção, a cidade também conquistou o 1º lugar no “Desafio Cultura que Inova”, promovido pela mesma organização. Bezerros é a única cidade pernambucana escolhida e uma das quatro selecionadas em todo o país na primeira edição do edital. Também integram o grupo os municípios de Aracaju (SE), Amargosa (BA) e Sumaré (SP). A chamada pública, lançada em janeiro, avaliou critérios técnicos e institucionais, como o grau de maturidade digital da gestão municipal, o compromisso político com a agenda de inovação e a existência de equipes dedicadas à implementação de iniciativas estratégicas. Ao longo de aproximadamente nove meses de trabalho, os municípios selecionados participarão de um percurso estruturado que inclui diagnóstico institucional, planejamento estratégico e implementação de ações práticas voltadas à transformação digital. A expectativa é que, ao final do processo, seja elaborado um Plano Municipal de Governo Digital, além da implantação de iniciativas de curto prazo voltadas à modernização dos serviços públicos. O programa também prevê acompanhamento técnico especializado, formação continuada por meio da Academia RIL e espaços de troca de experiências entre gestores públicos e especialistas em inovação. A proposta é fortalecer as capacidades institucionais das administrações municipais e apoiar o uso estratégico de tecnologias e da inteligência artificial para aprimorar a gestão pública e a oferta de serviços à população.

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Assédio no trabalho atinge 74% das mulheres e expõe falhas na prevenção dentro das empresas

Especialista defende que verificação de antecedentes no processo de contratação pode ajudar a evitar a repetição de casos de assédio no ambiente corporativo No Dia Internacional da Mulher, os dados sobre a realidade feminina no mercado de trabalho revelam um cenário preocupante. Segundo levantamento da plataforma Infojobs, 74% das mulheres já sofreram assédio ou preconceito no ambiente corporativo. A situação é agravada pelo fato de que 49% delas relatam sentir insegurança no trabalho ou até no trajeto até ele, de acordo com informações da Deloitte, evidenciando que o problema ultrapassa cargos ou setores e se repete de forma estrutural nas organizações. Os números também se refletem no aumento das disputas judiciais. Pesquisa do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que as denúncias e processos por assédio moral cresceram mais de 20% em 2025, totalizando 142,8 mil novas ações trabalhistas no período. O crescimento reforça que, apesar da ampliação de canais de denúncia e políticas internas, muitas empresas ainda atuam apenas após a ocorrência do problema. Para especialistas, a prevenção precisa começar antes mesmo da contratação. Nesse contexto, a verificação de antecedentes profissionais — conhecida como background check — surge como uma ferramenta para ampliar a segurança no ambiente corporativo. A análise pode incluir consultas a processos trabalhistas anteriores, além da checagem de referências com ex-empregadores, com foco na conduta e no relacionamento profissional do candidato. “As empresas que negligenciam a verificação do histórico de conduta dos seus futuros colaboradores estão, na prática, assumindo o risco de expor suas equipes a agressores em potencial”, afirma Augusto Duarte, CEO da BGC Brasil, empresa especializada em verificação de antecedentes de pessoas, empresas e ativos para gestão de riscos. Segundo o executivo, o processo seletivo também deve refletir os valores da organização. “Quando uma empresa decide verificar o histórico profissional e a conduta ética de um candidato, ela está emitindo um recado claro interno e externo: aqui, o respeito é inegociável”, completa. Ele destaca que iniciativas contínuas, como comitês de ética, treinamentos sobre diversidade e respeito e a promoção de lideranças femininas, também são essenciais para fortalecer uma cultura corporativa mais segura e igualitária.

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Fundaj e IBGE inauguram nova unidade da Casa Brasil IBGE no Recife

Espaço ampliará acesso público a bases de dados estatísticos e geocientíficos e reforçará a produção de conhecimento sobre o Brasil A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inauguram, no dia 24 de março de 2026, às 17h, a unidade Casa Brasil IBGE Fundaj – Recife. O novo espaço funcionará no Campus Gilberto Freyre, em Casa Forte, e será aberto pelo presidente do IBGE, Márcio Pochmann, e pela presidenta da Fundaj, Márcia Angela Aguiar. A iniciativa amplia a presença da rede Casa Brasil IBGE no Nordeste e fortalece a cooperação institucional entre as duas entidades federais. A unidade contará com totens interativos, computadores para pesquisa, mapas e diferentes produtos de disseminação do acervo digital do IBGE, permitindo que estudantes, pesquisadores e o público em geral tenham acesso a informações estatísticas e geocientíficas. As plataformas do Instituto reúnem cerca de um trilhão de variantes e 1,5 bilhão de dados, disponíveis para consulta pública. O material pode ser utilizado em estudos acadêmicos, na formulação de políticas públicas e em atividades educacionais, ampliando as possibilidades de análise sobre o território brasileiro. Além do acesso às bases de dados, a Casa Brasil IBGE Fundaj – Recife também deverá sediar ações de formação, exposições e atividades educativas, integrando-se à dinâmica acadêmica e cultural da instituição e contribuindo para a circulação de conhecimento sobre o Brasil, com atenção especial às realidades do Nordeste. Com a nova unidade, o país passa a contar com cinco espaços da Casa Brasil IBGE em funcionamento. Antes da inauguração na Fundaj, apenas duas estavam localizadas no Nordeste — uma no Recife, na Sudene, e outra em Fortaleza. As demais ficam no Sudeste, no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora, e no Norte, em Belém. ServiçoInauguração da Casa Brasil IBGE Fundaj – RecifeData: 24 de março de 2026Horário: 17hLocal: Avenida Dezessete de Agosto, 2187 – Casa Forte, Recife – PEAberto ao público.

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Aulao de Jiu

Academia promove aulões gratuitos de artes marciais e bem-estar para mulheres

Evento Ações nas unidades da Rise Club reúne jiu-jitsu, defesa pessoal, yoga e roda de conversa para estimular bem-estar, segurança e autonomia feminina A Rede de academias Rise Club realiza, no próximo domingo (8) , um aulão especial de jiu-jitsu em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres , com programação voltada à saúde, bem-estar e empoderamento feminino. O encontro acontece na unidade Boa Viagem 2 , no Recife , das 9h às 12h , e é aberto para alunas e convidadas. A atividade será conduzida pela atleta Andreza Muniz, em conjunto com as praticantes de jiu-jitsu Andressa Lustosa, Fernanda Rodrigues e Gabriela Lima , além de prática de Yoga com Karla Costa e roda de conversa mediada pela psicóloga Ingrid May . A programação inclui prática de jiu-jitsu, vivência de defesa pessoal, yoga e um espaço de diálogo sobre a presença das mulheres nas artes marciais e na luta por mais segurança e autonomia no dia a dia . A atividade tem o objetivo de aproximar mulheres do universo das lutas, promover acolhimento e criar um ambiente seguro para troca de experiências. Na roda de conversa, participantes poderão tirar dúvidas sobre a modalidade, compartilhar histórias e discutir como o jiu-jitsu pode ser uma ferramenta de autoconfiança, fortalecimento físico e mental, além de rede de apoio entre mulheres. A programação faz parte de uma série de ações da Rede Rise Club para o mês de março. No sábado (7) , acontecem também aulões de Krav Maga para Mulheres em outras unidades: em Caruaru , em parceria com o Krav Maga Caruaru , das 15h às 18h; e na unidade Casa Forte, no Recife, das 7h30 às 10h , sob a condução do instrutor Thiago Augusto . O aulão de domingo, em Boa Viagem, é voltado tanto para quem já pratica quanto para iniciantes, sem necessidade de experiência prévia em jiu-jitsu e em defesa pessoal. As vagas são limitadas. SERVIÇO Krav Maga para Mulheres – Casa ForteSábado, 7 de março, das 7h30 às 10hEstrada das Ubaias, 388 – Casa Forte, Recife (PE) Krav Maga para Mulheres – CaruaruSábado, 7 de março, das 15h às 18hR. Saldanha Marinho, 1640 – Maurício de Nassau, Caruaru (PE) Aulão de Jiu-jitsu – Dia Internacional das Mulheres (Rise Club)Data: Domingo, 8 de marçoHorário: 9h às 12hLocal: Rise Club – Unidade Boa Viagem 2Endereço: R. Ana Camelo da Silva, 168 – Boa Viagem, Recife (PE)Atividades: Jiu-jitsu, defesa pessoal, yoga e roda de conversaPúblico-alvo: Mulheres (alunas e convidadas; iniciantes e praticantes)Informações e inscrições:Telefone/WhatsApp: (81) 92003-3934Instagram: @risecluboficial

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