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Saber Viver

Colégio na Zona Norte do Recife promove “Sábado Animado” e incentiva voluntariado entre estudantes

Ação recebe crianças de instituições parceiras e reúne comunidade escolar em manhã de atividades educativas, recreativas e solidárias Neste sábado (11), o Colégio Saber Viver, no bairro do Espinheiro, realiza a primeira edição de 2026 do projeto “Sábado Animado”, iniciativa da Oficina do Bem que transforma a unidade em um polo de educação, empatia e lazer. Das 8h às 12h, a escola receberá 100 crianças de até 10 anos, vindas da ONG Amor e Esperança e da Escola Municipal Santa Paula Frassinetti, promovendo integração com alunos do Ensino Fundamental e Médio, professores, colaboradores e famílias. O evento tem como objetivo estimular o voluntariado e fortalecer a conexão social entre os participantes. A programação será organizada em circuitos: as crianças serão divididas em grupos de seis integrantes, que se revezarão a cada 40 minutos por cinco estações temáticas, com contação de histórias com desenho descritivo, oficinas de slime e argila, circuitos motores com futebol e infláveis, camarim com pintura artística e estação tecnológica no HUB, com jogos como Just Dance e Super Mario. Segundo Luciana Lima, pedagoga e gerente de relacionamento do colégio, a proposta é reforçar valores de empatia, solidariedade e responsabilidade social por meio da convivência e da troca de experiências. ServiçoSábado AnimadoData: 11 de abril de 2026Horário: 8h às 12hLocal: Colégio Saber Viver – Avenida João de Barros, 1563, Espinheiro.

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mariana melo

Gestão remota não é mágica. É sistema

Minha experiência como empresária entre Brasil e Espanha. *Por Mariana de Melo Moro na Espanha há quase quatro anos e tenho empresas que atuam no Brasil. Sempre que conto isso, a reação costuma ser a mesma: surpresa. “Mas você mora fora e tem empresa no Brasil? Como consegue gerenciar tudo de longe?”  A resposta não está em mágica. Está em algo mais simples e mais poderoso: tecnologia bem aplicada à gestão.  Sou sócia da Hall Partners, holding das marcas Workhall Coworking do Stayhall Aluguel por Temporada, ambas com operação no Brasil e na Espanha. Ao longo dos anos, fui entendendo que uma empresa é, antes de tudo, um sistema de informação. Como diz Donella H. Meadows, no livro que recomendo a qualquer empresário e gestor Pensando em Sistemas: Como o Pensamento Sistêmico Pode Ajudar a Resolver os Grandes Problemas Globais, “a falta de fluxo de informação é uma das causas mais comuns do mau funcionamento de um sistema”. Ou seja, o que mantém uma operação viva não é apenas a presença física das pessoas, mas a forma como a informação circula.  Quando o fluxo de informação depende do presencial, a gestão remota vira um problema. Basta pensar em uma reunião em que nove pessoas estão juntas em uma sala e apenas uma participa por vídeo. Na prática, essa pessoa remota está em desvantagem. Ela escuta pior, entra menos na conversa, às vezes tenta falar e é interrompida. Participa, mas de forma limitada.  Isso acontece porque o contato presencial é muito forte. Há mais estímulos, mais conexão, mais leitura do ambiente. O presencial tem peso, e isso não vai mudar.  Mas há uma diferença importante: quando todos estão no mesmo ambiente digital, a dinâmica muda. Se os dez participantes estão online, todos passam a interagir dentro do mesmo sistema. Ninguém está “de fora” da conversa. Ninguém está “de fora” do sistema. A comunicação flui melhor porque o canal é o mesmo para todos.  Foi isso que tornou possível a gestão a distância no meu caso. E, quase por acaso, desde o princípio, já usávamos um sistema de comunicação online nas empresas, muito antes de eu me mudar para a Espanha. Nosso sistema já tinha sido estruturado com apps como Slack, ClickUp, ERP, Google Workspace, Loom, Make e, mais recentemente, ChatGPT e Claude na base da operação. Reuniões online, registros online, mensagens online, processos online. Quando me mudei, a estrutura já estava pronta. A distância geográfica não desmontou a operação porque ela não dependia da presença física para funcionar. Não dependia de informação presa a meios físicos ou analógicos. O sistema empresarial já era digital.  Isso não significa que tudo possa ser resolvido pela tela. Há atividades que continuam sendo necessariamente presenciais. Coworkings são espaços físicos. Imóveis de aluguel por temporada também. O mundo real continua existindo, e ele importa. Mas essa não é uma limitação exclusiva de uma pequena empresa pernambucana que cresceu e cruzou fronteiras. Grandes companhias lidam com esse desafio há décadas.  Empresas como Apple, Starbucks ou Magazine Luiza operam em escalas enormes, com unidades próprias espalhadas por diferentes regiões, e fazem isso com apoio de sistemas, processos, automação e tecnologia. O princípio é o mesmo: quanto melhor o sistema de informação, maior a capacidade de gestão a distância. A grande mudança dos últimos anos é que esse tipo de estrutura tecnológica e digital deixou de ser privilégio de gigantes. Hoje, pequenas e médias empresas também conseguem montar sistemas profissionais de gestão digital. Ferramentas que antes exigiam investimentos altos agora estão muito mais acessíveis. Em muitos casos, o custo de implementação caiu drasticamente, quase a zero.  Mas aqui está um ponto importante: ferramenta, sozinha, não dá conta de toda a gestão. Não basta ter Slack, ClickUp, ERP ou inteligência artificial. O que faz a diferença é como a informação circula, como os processos são organizados e como a empresa reduz sua dependência de conversas soltas, memória informal e decisões isoladas. Operação remota não se sustenta só com tecnologia. Ela exige boa gestão. Esse é o verdadeiro segredo da gestão remota: não se trata apenas de trabalhar longe. Trata-se de construir uma empresa com boa gestão e que funcione bem sem depender da presença física como eixo central da informação. No meu caso, o sistema empresarial está online, e seguimos investindo cada vez mais para fortalecer essas redes digitais. A operação precisa ser tecnológica, organizada e rastreável. Ao mesmo tempo, a relação com as pessoas continua sendo pessoal, próxima e individual. Porque, no fim das contas, a tecnologia resolve a estrutura. Mas são as pessoas que dão sentido a ela. Esse, porém, já é tema para outro artigo.  *Mariana Lira de Melo é pernambucana morando em Barcelona, fundadora da Hall Partners, holding das marcas Workhall Coworking e Stayhall Imobiliária.

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Por que mulheres como Ana Paula Renault, do BBB 26, ainda incomodam tanto?

Por Manu Siqueira Ana Paula Renault não entrou no BBB 26 apenas para disputar um prêmio. Ela entrou carregando algo muito maior. A coragem de ser quem é. E isso ainda assusta muita gente. Jornalista, comunicadora, 44 anos, Ana Paula é uma mulher branca, que nasceu cercada de privilégios e que poderia ter escolhido a zona confortável da neutralidade. Mas não. Ela escolheu pensar, se posicionar. Escolheu defender a liberdade das mulheres de existirem como quiserem. Inclusive a liberdade de decidir se querem ou não ser mães sem precisar se explicar para uma sociedade que ainda insiste em vigiar corpos e escolhas alheias. Ela entende seus privilégios e isso não a faz menor. Isso a faz mais humana. Porque reconhecer de onde se parte é o primeiro passo para não fingir que as injustiças não existem. Dentro da casa do BBB26, uma das coisas mais bonitas foi ver sua amizade nascendo com a Milena, uma mulher de 26 anos, que foi criada em um abrigo e começou a ser babá quando tinha apenas 10 anos. Uma amizade real, sem hierarquia social, sem performance, e com muita troca. E é muito comovente ver duas mulheres se reconhecendo como apenas como gente. Mas isso também incomodou. Porque ainda causa estranheza ver uma mulher instruída tratando outra mulher apenas como igual. Ser inteligente e sagaz, porém, não protege ninguém das dores de amor. E Ana Paula também conhece essas cicatrizes. Já confiou e se machucou. Casou acreditando em um amor e acabou abandonada, tendo que reorganizar não só o coração, mas também as dívidas que ficaram. Depois acreditou novamente e descobriu que estava envolvida com um homem casado, que mentia, que tinha outra vida, outra família, uma esposa. Quando a verdade apareceu, ela não silenciou e expôs o mentiroso na internet. Mas a sociedade parece sempre estar mais interessada em julgar a mulher que não aceita uma mentira do que o homem que mente. E isso aconteceu com ela. Para mim, existe algo de profundamente emocionante em ver uma mulher que não abaixa a cabeça para homens. Que não finge não ouvir. Que mantém o olhar em linha reta. Que não engole desaforo para parecer equilibrada. Ver Ana Paula responder machismo com inteligência, etarismo com posicionamento, misoginia com ironia e desrespeito com firmeza tem algo de reparação histórica para todas nós. Algo que toca em feridas antigas e que reacende, muitas vezes, cenas que já vimos ou passamos na pele. Quantas vezes ficamos caladas para evitar conflitos? Quantas vezes sorrimos para não mostrar que estávamos destruídas por dentro? Quantas vezes engolimos a resposta perfeita que só veio horas depois, no silêncio, enquanto ruminamos a falta de respeito no nosso quarto. Ana Paula não engole. E talvez por isso tantas mulheres se reconheçam nela. Eu me reconheço. Descobri que tenho muito da Ana Paula Renault em mim. Em muitos momentos eu teria reagido igual a ela. Com a maturidade, temos a tendência de ter mais inteligência emocional nos embates, mas claro, que isso não é regra. Adoro agir com ironia e um pouco de deboche também, nas discussões, mas acima de tudo, com coragem. A diferença é que ela disputa um prêmio milionário. Nós disputamos todos os dias algo muito mais básico. O direito de existir sem medo. O direito de falar sem sermos punidas. O direito de reagir sem que isso custe nossa vida. Existe uma violência silenciosa que acompanha mulheres que não se calam. Uma tensão constante. Uma linha invisível entre ser admirada e ser atacada. Mas mesmo assim a gente continua. Mulheres como Ana Paula não incomodam porque exageram. Incomodam porque não romantizam desrespeito. Porque não se dobram para caber em lugar algum. E talvez o que mais emocione não seja a força dela. Seja a humanidade. Porque por trás da mulher firme existe alguém que chorou escondida em um programa para que seus adversários não a vissem em um momento de vulnerabilidade. Existe ainda uma mulher que já se decepcionou, que já teve medo, que já teve que se reconstruir pedaço por pedaço, inúmeras vezes. Talvez seja por isso que a presença dela toque tantas mulheres de forma tão profunda. Porque não é apenas sobre um reality. É sobre se reconhecer. Sobre ver na tela uma mulher real, que sente, que ama, que se revolta, que briga, que se quebra e se remenda. Talvez por isso, seja tão significativo ela ganhar essa edição, enquanto o Brasil sofre uma epidemia tenebrosa de feminicídios. Porque quando uma mulher decide não se calar, ela nunca fala só por ela. Ela fala por muitas. *Manu Siqueira é jornalista

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The Comex Conference com inscrições abertas

Heni Ozi Cukier, mestre em Resolução de Conflitos e Paz Internacional, será um dos palestrantes do encontro. O grupo Amigos do Comex, formado por empresários e profissionais da área de Comércio Exterior, coordenado por Gustavo Delgado, professor universitário e consultor de comércio exterior, realiza no dia 9 de abril, a partir das 14h, o “The Comex Conference”, um encontro que vai debater justamente os fatos que estão acontecendo no mundo e suas consequências para o Brasil. O bate-papo acontece no Teatro Riomar Recife e é voltado para todos que buscam entender a dinâmica atual. A ideia do encontro é discutir como a geopolítica está moldando decisões econômicas, comerciais e estratégicas, especialmente em um cenário de rearranjo global. A programação conta com um debate entre o professor de geopolítica, Felipe da Mata, e o economista, Tiago Monteiro. O segundo bloco contará com a explanação de Lisandro Vieira, especialista nacional em exportação de serviços e tecnologia; e Débora Cunha, do Ministério do Desenvolvimento e Indústria e Comércio Exterior – MDIC. E o encerramento fica por conta de um nome nacional: Heni Ozi Cukier, mais conhecido como Professor HOC, mestre em Resolução de Conflitos e Paz Internacional. Inscrições estão abertas pelo sympla: www.sympla.com.br/evento/the-comex-conference-a-geopolitica-e-o-comercio-exterior/3308586

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Seletividade alimentar: como identificar, riscos nutricionais e estratégias para ampliar o repertório infantil

Nutricionista Rogério Gomes explica sinais de alerta, impactos no desenvolvimento e orienta pais sobre como lidar com a seletividade alimentar em crianças com TEA A hora da refeição, que deveria ser um momento de cuidado e conexão, pode se transformar em um desafio para muitas famílias de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A seletividade alimentar, comum nesses casos, vai além de uma simples “fase” da infância e pode impactar diretamente a saúde, o desenvolvimento e a rotina familiar. De acordo com o nutricionista Rogério Gomes, a seletividade alimentar se caracteriza pela aceitação de poucos alimentos e forte resistência a experimentar novidades. “No autismo, isso aparece de forma mais intensa. A criança pode preferir apenas determinadas texturas, cores ou até marcas específicas. Às vezes, pequenas mudanças na forma de preparo já são suficientes para gerar recusa”, explica. Essa característica difere da seletividade considerada comum na infância, que costuma ser passageira. “Na fase seletiva típica, a criança tende a voltar a aceitar novos alimentos com o tempo. Já no TEA, a recusa é mais persistente e pode limitar bastante a variedade alimentar”, destaca o especialista. Sinais de alerta Entre os principais sinais de alerta estão a aceitação de um número muito restrito de alimentos, a rejeição constante de novidades e o estresse durante as refeições. “Quando a alimentação passa a gerar tensão diária ou começa a prejudicar o crescimento da criança, é hora de buscar ajuda profissional”, orienta Rogério Gomes. A seletividade alimentar no autismo está diretamente relacionada à sensibilidade sensorial. Textura, cheiro, cor e temperatura dos alimentos podem causar desconforto real. “Algumas crianças percebem essas características de forma muito mais intensa. Um cheiro forte ou uma textura diferente pode ser suficiente para provocar rejeição imediata”, afirma. Além disso, a rigidez na rotina também influencia. Mudanças simples, como trocar a marca de um alimento ou alterar o corte, podem gerar insegurança. Experiências negativas anteriores, como engasgos, também podem reforçar esse comportamento. Impacto na nutrição Os impactos nutricionais são uma das principais preocupações. A repetição constante dos mesmos alimentos pode levar à deficiência de nutrientes essenciais. “Os déficits mais comuns envolvem ferro, vitamina D, cálcio, zinco e vitaminas do complexo B. Isso pode afetar crescimento, imunidade, energia e até o desenvolvimento cognitivo”, alerta o nutricionista. Segundo ele, quando a alimentação é muito restrita, a criança pode apresentar cansaço frequente, maior irritabilidade e até dificuldade de aprendizado. “O corpo e o cérebro precisam de nutrientes variados para funcionar bem. Sem isso, o desenvolvimento pode ser comprometido.” O acompanhamento nutricional, nesses casos, deve ser individualizado e respeitar o ritmo da criança. “Não existe fórmula pronta. É um trabalho gradual, feito em conjunto com a família e, muitas vezes, com uma equipe multiprofissional”, explica. Estratégias Entre as estratégias recomendadas está a introdução alimentar progressiva, sem pressão. “A criança precisa se sentir segura. Primeiro ela pode olhar, tocar, cheirar. Depois, aos poucos, experimentar. Repetir esse processo ao longo do tempo ajuda o alimento a deixar de ser estranho”, orienta. Forçar a ingestão, segundo o especialista, é um erro comum e pode agravar a situação. “Pressionar aumenta a ansiedade e reforça a recusa. O ideal é criar um ambiente tranquilo, com rotina organizada e sem transformar a refeição em um momento de conflito.” O ambiente familiar, inclusive, tem papel fundamental nesse processo. Crianças tendem a observar e reproduzir comportamentos. “Quando as refeições acontecem com calma, sem distrações ou cobranças, há mais abertura para experimentar. Já um ambiente tenso dificulta ainda mais”, pontua. Em situações fora de casa, como escola ou festas, o planejamento pode ajudar. Levar alimentos já aceitos e alinhar expectativas reduz o estresse. “O mais importante é que a criança se sinta confortável. A comida não pode ser motivo de pressão nesses momentos”, reforça. Para Rogério Gomes, a principal mensagem para os pais é ter paciência e respeitar o tempo da criança. “Cada pequeno avanço deve ser valorizado. Com apoio adequado e sem cobranças excessivas, é possível ampliar o repertório alimentar e melhorar a relação com a comida”, conclui. Seletividade alimentar no TEA: o que observar Sinais de alerta: Principais riscos: O que ajuda: Forçar a criança a comer pode aumentar a recusa. O caminho mais eficaz é o respeito ao tempo e o incentivo sem pressão. Caminhada “Passos Pela Vida” mobiliza mulheres em ato por respeito A Caminhada Passos Pela Vida será realizada na próxima quarta-feira, 08 de abril, às 19h30, no bairro do Arruda, reunindo mulheres em um momento de união, conscientização e luta por uma causa que pede a atenção de toda a sociedade. A iniciativa convida a população a participar do movimento, que busca dar visibilidade à importância do respeito, da justiça e da valorização da vida. A concentração será na Rua Raul Pompeia, nº 45, e a organização orienta que os participantes vistam branco durante a caminhada. O evento reforça a força coletiva como instrumento de transformação social, destacando que cada passo representa um gesto de apoio e uma voz em defesa de direitos. Abril Marrom alerta para prevenção da cegueira e destaca avanços no tratamento de doenças oculares | | Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, consultas regulares e hábitos saudáveis para preservar a visão Abril é marcado pela campanha Abril Marrom, dedicada à conscientização sobre a prevenção e o combate à cegueira. A iniciativa chama a atenção para a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento oftalmológico регуляр, fundamentais para evitar a perda visual irreversível e garantir qualidade de vida. De acordo com o oftalmologista Pedro Falcão, do Instituto de Olhos do Recife, as principais causas de cegueira no mundo são a catarata, o glaucoma e a retinopatia diabética. Entre elas, a catarata se destaca por ser a única com possibilidade de reversão. “A catarata é a única condição, entre as mais comuns, em que a cegueira pode ser revertida, desde que o paciente tenha a retina preservada”, explica. Os avanços da medicina têm ampliado significativamente as possibilidades de tratamento dessas doenças. No caso da catarata, a evolução das lentes intraoculares tem proporcionado resultados cada

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Entre o Sertão e o Mediterrâneo: Entre Amigos Praia renova menu com fusão de sabores

Novo cardápio aposta em ingredientes frescos, técnicas leves e combinações que unem tradição nordestina à culinária mediterrânea Com uma proposta que valoriza frescor, leveza e diversidade de sabores, o Entre Amigos Praia apresenta um novo cardápio inspirado na culinária mediterrânea, reconhecida mundialmente pela simplicidade e pelo uso de ingredientes in natura, azeites e ervas aromáticas. A novidade chega à unidade da orla de Boa Viagem com a proposta de criar uma experiência gastronômica que equilibra referências internacionais com a identidade regional. A principal aposta da casa está na fusão entre os sabores do Mediterrâneo e ingredientes típicos do Sertão nordestino. O resultado é um menu que transita entre o leve e o marcante, combinando técnicas contemporâneas com insumos que evocam memória afetiva. Essa dualidade se expressa em pratos que exploram aromas, texturas e contrastes, ampliando as possibilidades à mesa. Entre os destaques estão o Ceviche de Camarão, preparado com batata doce, pimenta, cebola e milho verde, e o Magret de Pato com molho de frutas silvestres e risoto de aspargos. Outro prato que chama atenção é o Quarteto, uma composição com camarão, polvo, filé de pescada amarela e lagosta, acompanhados por legumes grelhados e arroz de brócolis, reforçando a presença dos frutos do mar com técnicas contemporâneas. O novo menu também preserva clássicos já consagrados pelo público, como o Stinco de Cordeiro, o Due de Polvo e Camarão à Provençal com purê de mandioquinha, azeite de trufas e nata do Sertão, além da tradicional moqueca de camarão em versão para compartilhar. Para completar a experiência, a casa investe no conceito “Sunset no Praia”, com drinks refrescantes à base de frutas da estação, ideais para acompanhar o pôr do sol à beira-mar.

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1. ADEPE

Programa Pernambuco Artesão injeta R$ 1,5 milhão na economia criativa

Com investimento superior a R$ 1,5 milhão, o novo ciclo do Programa Pernambuco Artesão começa em abril com atuação em nove territórios e meta de atender até 700 profissionais. A iniciativa do Sebrae/PE e da Adepe amplia a cobertura estadual, incluindo Fernando de Noronha, Carpina e Sirinhaém, e prevê ações até agosto, após já ter alcançado cerca de 900 artesãos em 2025. O setor reúne mais de 17 mil artesãos cadastrados no Estado. A nova etapa deve fornecer formação em gestão, design e vendas, com base em estudo recente (2023-2025) que identificou dificuldades como precificação e inserção comercial. As inscrições devem ser feitas no link: https://www.sympla.com.br/evento/programa-pernambuco-artesao/3318180 Suape reforça agenda internacional com porto europeu O Complexo de Suape recebeu missão do Porto de Antuérpia-Bruges, segundo maior da Europa, em movimento estratégico para ampliar parcerias e rotas internacionais. A aproximação ocorre em meio às expectativas geradas pelo acordo Mercosul–União Europeia e pode impulsionar a atração de novos armadores, investimentos em infraestrutura e a consolidação de Pernambuco como hub logístico do Nordeste. LEGENDA: Armando Monteiro Bisneto apresenta maquete do complexo portuário à delegação do porto belga Vivix conquista Prêmio Nacional de Inovação  A Vivix Vidros Planos foi vencedora do Prêmio Nacional de Inovação na categoria Transformação Digital – Grandes Empresas, reconhecimento promovido pela Confederação Nacional da Indústria e pelo Sebrae que destaca organizações capazes de transformar inovação em ganhos concretos de competitividade. Parte do Grupo Cornélio Brennand, a companhia se destacou por sua jornada de digitalização iniciada em 2022, baseada na integração de dados industriais e no uso de inteligência artificial para otimizar processos, reduzir falhas e ampliar a eficiência operacional. Com mais de 75% das operações digitalizadas e investimentos robustos em tecnologia e sustentabilidade, a empresa se firma entre as líderes da indústria brasileira, ao lado de nomes como Embraer e Natura. Tambaú e Paixão de Cristo Pelo quarto ano consecutivo, a Tambaú Alimentos patrocina a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. A empresa, sob a presidência de Hugo Gonçalves, é uma das indústrias alimentícias mais tradicionais do Nordeste, com mais de 60 anos de atuação. Atualmente, produz mais de 120 itens entre atomatados, catchup, conservas, doces, derivados de coco e condimentos, distribuídos para o varejo, atacado e food service. O principal destaque da marca é o catchup, que, segundo pesquisas da Scanntech, é o mais consumido no Nordeste há 10 anos consecutivos. Rede pernambucana Bessie Beauty Club cresce com modelo fast beauty e fatura R$ 16,7 milhões Fundado no Recife por duas mães e duas filhas, o Bessie Beauty Club vem crescendo no setor de beleza ao apostar no modelo fast beauty, com serviços rápidos e foco em praticidade. A marca já soma mais de 20 unidades entre abertas e em implantação no país e projeta chegar a 35 lojas em 2026. A franquia conquistou o selo de excelência da Associação Brasileira de Franchising neste ano. Com faturamento de R$ 16,7 milhões, a empresa pernambucana acompanha o crescimento do mercado no Nordeste ao investir em estratégias de fidelização, como clube de assinaturas, e em produtos próprios veganos. Pernambuco registra mais de 753 mil novas famílias beneficiadas pelo Gás do Povo O ampliou seu alcance em março e contemplou 753.802 novas famílias em março, com investimento superior a R$ 68,3 milhões. A iniciativa do garante a recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda e já atende cerca de 15 milhões de lares em todo o país. Com foco na redução da pobreza energética, o programa permite até seis recargas anuais, prioriza famílias chefiadas por mulheres, que representam 92% dos beneficiários no estado. Recife é selecionada por programa internacional para ampliar ações climáticas  f A Recife foi escolhida para integrar o Programa Mutirão Brasil, iniciativa das redes C40 Cities e Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, com o projeto “Recolheita”, voltado à redução do desperdício de alimentos e à compostagem de resíduos orgânicos. A ação, conduzida pela Prefeitura, prevê ampliar até 2027 a coleta de alimentos e a produção de adubo para mais de 100 territórios agroecológicos, além de reduzir emissões de gases de efeito estufa. Desde 2023, o projeto já recolheu 395,4 toneladas de resíduos e produziu 176,5 toneladas de adubo, evitando cerca de 304 toneladas de emissões, consolidando-se como uma política pública que integra ação climática, economia circular e segurança alimentar. CRA-PE oferece vagas gratuitas para mestrado profissional em Gestão Pública na UFPE O Conselho Regional de Administração de Pernambuco firmou parceria com a Universidade Federal de Pernambuco para custear integralmente vagas no Mestrado Profissional em Gestão Pública para o Desenvolvimento do Nordeste (MGP), destinadas a administradores registrados e adimplentes no Conselho. As inscrições seguem até 19 de maio de 2026, por meio do sistema SIGAA, e exigem a apresentação do Teste ANPAD, realizado nos últimos dois anos. A iniciativa busca ampliar a qualificação dos profissionais e fortalecer a gestão pública na região, oferecendo uma oportunidade de formação sem custos para os selecionados. Fits de Goiana recebe selo nacional por impacto social e fortalecimento da saúde pública A Fits (Faculdade Tiradentes), em Goiana, está entre 129 instituições do País reconhecidas nacional e internacionalmente por ações de impacto social, com o Selo ODS Educação 2025, do Instituto Selo Social. As iniciativas envolvem a comunidade acadêmica e seguem metas da Agenda 2030 da ONU. No município, além de formar novos médicos, a instituição do Grupo Tiradentes incentiva a fixação desses profissionais no interior e contribui para o fortalecimento da saúde pública na Mata Norte. Entre as ações, estão o reforço no atendimento e o repasse de 10% da renda bruta anual para capacitação, compra de equipamentos e melhorias na estrutura dos serviços de saúde locais.

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Karla Godoy

Cesar anuncia mudança na liderança após saída de Eduardo Peixoto

IInstituição destaca continuidade da gestão com Karla Godoy assumindo interinamente como CEO O CESAR comunicou uma mudança em sua liderança executiva, marcando o encerramento do ciclo de Eduardo Peixoto à frente da organização. Após 24 anos de atuação na instituição, sendo os últimos quatro como CEO, o executivo deixa o cargo, conforme nota oficial divulgada pela entidade. Reconhecimento à trajetória A gestão de Peixoto teve papel decisivo na consolidação do CESAR ao longo dos anos. A instituição ressaltou o impacto de sua liderança no fortalecimento da organização. “Sua liderança foi fundamental para a construção de uma organização sólida, consistente e em crescimento. Por isso, somos gratos por tudo que construímos juntos e pelo legado relevante que deixa.” Continuidade operacional Para garantir a continuidade das operações, a posição de CEO será ocupada de forma interina por Karla Godoy, atual COO da instituição. Segundo a nota, a transição busca assegurar estabilidade na condução dos negócios e manutenção das atividades estratégicas em andamento. Compromisso institucional A organização reforçou ainda seu compromisso com parceiros, clientes e colaboradores, destacando a manutenção de suas diretrizes e objetivos. “Aos colaboradores, clientes, parceiros e toda nossa comunidade, seguimos comprometidos com as entregas de impacto para a sociedade e com a geração de valor de forma sustentável.” O comunicado é assinado por Sergio Soares, presidente do Conselho de Administração do CESAR.

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Carmen Cardoso

Cármen para sempre

Na missa de sétimo dia de Cármen Cardoso, sócia-fundadora da TGI Consultoria, distribuímos uma publicação com diversos depoimentos espontâneos dados sobre ela, a começar pelo meu: Pois de tudo fica um pouco.Fica um pouco de teu queixono queixo de tua filha.(Carlos Drummond de Andrade) “Sim, mas o que Cármen deixa, bem mais do que a lembrança no queixo do filho André ou dos netos Artur e Sophie, é uma marca inapagável nos corações deles e daqueles que tivemos a sorte de ter convivido com ela. No da nora Tiana, companheira paciente, amorosa e competente. No meu e no dos sócios com os quais construímos a TGI Consultoria, para a qual dedicamos o melhor da nossa energia há 35 anos. No dos irmãos, irmãs, sobrinhos e sobrinhas. No de centenas de alunos, clientes e amigos fraternos que ela colecionou ao longo de sua luminosa existência, essencialmente movida pelo que o filósofo Henri Bergson chamou de elã vital, a energia criadora que inventa a vida. Além da imensa e impreenchível saudade, será essa energia a fonte do nosso compromisso de ir adiante, iluminados pelo seu generoso exemplo.” E, além do meu, quase sessenta outros depoimentos como o da maestrina do Aria Social, Rosemary Oliveira:  “Cármen foi quem me ensinou a organizar, conduzir e harmonizar pessoas. Sempre fazendo uma ponte com aquilo que é mais precioso para mim: a música. Ela me ensinava gestão como quem ensina um maestro a reger: ‘como você faria com a orquestra para ter uma harmonia?’ Era sua pergunta frequente para mim…  Assim, fui aprendendo que liderar é buscar harmonia, escuta e equilíbrio. Sonhamos, muitas vezes, em escrever um livro que unisse a gestão e a maestria, mas o tempo não nos permitiu. Ainda assim, ela escreveu esse livro dentro de mim, com seus ensinamentos, sua sabedoria e sua forma única de ver o mundo. E, por isso, ela será sempre parte da minha regência e da minha história.” Ao término da missa, eu disse o seguinte sobre a publicação distribuída e sobre nossa vida em comum de mais de 40 anos: “Tenho certeza de que se visse essa publicação, Cármen teria dito: ‘Vocês não estão exagerando, não?’ E, pela primeira vez, eu responderia com um NÃO a esse questionamento dela. Afinal, ela tinha sempre razão quando fazia essa pergunta. Era a maneira que tinha de nos fazer ver inadequações ou exageros cometidos. Diria NÃO porque fui eu mesmo que compilei esses depoimentos em meio à profusão que me foi enviada e, tenho certeza, de que, se tivesse feito uma convocação pedindo outros, teríamos que publicar um livro inteiro deles. Como o antigo Repórter Esso, sou testemunha ocular dessa história particular de mais de 40 anos. Tivemos quatro décadas inteiras de muito trabalho mas, também, de divertimento e felicidade, não só nas atividades profissionais que fizemos juntos, mas também nas viagens realizadas, nos encontros de família, nas conversas com os amigos, nas músicas que ouvimos, nos aniversários que comemoramos, nos milhares de filmes que vimos juntos… No que diz respeito ao tempo, Cármen sempre fazia questão de lembrar a passagem. Todo ano, no aniversário de nossa união, ela dizia: ‘você se deu conta de que nós estamos há (tantos anos) juntos?’ Invariavelmente eu respondia: ‘Só? Para mim parece uma eternidade…’ Ela ria mas não gostava muito da brincadeira… E, sempre que terminávamos de ver um filme, eu perguntava: ‘qual é a moral da história’. Com o tempo, ela passou a repetir o que eu havia dito centenas de vezes antes: ‘no final, o verdadeiro amor sempre vence’. Logo que começou a repetir, ela dizia: ‘no final, o amor sempre vence’ e eu completava: ‘não, o VERDADEIRO amor sempre vence’. Sim, era outra brincadeira mas, vejo hoje, mais do que nunca, era também uma premonição de que a vida imita a arte. O verdadeiro amor vence até o escandaloso absurdo da morte, como temos a prova viva disso aqui hoje. O nosso amor foi, como disse Vinícius de Moraes, infinito enquanto durou e, ao contrário do que ele admitiu, será imortal mesmo tendo sido também chama ardente. No plano terrestre, a imortalidade possível é aquela que faz com que a pessoa permaneça viva nos corações dos que foram tocados pelo amor e pelo bem-quer de quem partiu. Sob este ponto de vista, Cármen permanece, então, viva enquanto estiver presente nos nossos corações e, tenho certeza, será para sempre enquanto durarem os nossos corações.” Na última página da publicação distribuída, colocamos uma citação da escritora norte-americana Bessie Anderson Stanley, 1879-1952: “Rir muito e com frequência; ganhar o respeito das pessoas inteligentes e a afeição das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição dos falsos amigos; apreciar a beleza e encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma criança saudável, um canteiro no jardim ou uma condição social mais justa; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você existiu. Isso é ter tido sucesso.” Essa citação, frequentemente atribuída ao filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson, retrata bem o trajeto de uma vida como a de Cármen, que não foi trilhado para “parecer” virtuosa, para, como se diz hoje em dia, ser “instagramável”. Não! Aliás, ela não tinha nenhuma simpatia pelas redes sociais que considerava muito invasivas. Tudo o que ela fez foi sob a orientação do que achava que era certo, sem nenhuma razão “maior” do que o compromisso com a coerência e o que considerava justo e adequado. Não se investiu de nenhuma missão transcendente. Nunca planejou “salvar o mundo”. Tinha uma filosofia não declarada do tipo: faça o que puder, onde estiver, da melhor maneira possível. Mesmo assim, fez a diferença para tanta gente, de forma tão intensa. Como disse um amigo comum: “uma vida voltada para o bem”. E, por isso mesmo, digna de admiração e exemplo. Outra amiga, Paulina (Paula) Schmidtbauer Rocha, disse em depoimento: “Cármen Cardoso, você pensa que partiu! Nada disso! Ficará hoje conosco e continuará no futuro com os nossos netos. Deixou

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Linha de Páscoa da Parla Deli destaca confeitaria artesanal 

Marca aposta em sabores clássicos e autorais para atender à demanda da Páscoa 2026 Com a chegada da Páscoa, a Parla Deli apresenta sua linha 2026 de ovos artesanais e reforça sua atuação no mercado gastronômico do Recife, apostando em combinações que equilibram sabores clássicos e propostas mais elaboradas. Com unidades nos bairros dos Aflitos, Casa Amarela, Boa Viagem e Setúbal, a marca amplia sua oferta para atender a diferentes perfis de consumidores durante o período sazonal. O cardápio deste ano destaca cinco principais opções, com foco nos ovos de colher e recheios mais densos, tendência consolidada na confeitaria contemporânea. Entre os sabores, estão o Ninho com Nutella e o Oreo, que mantêm a preferência por combinações já populares. Já o Brigadeiro com Brownie aposta na intensidade ao reunir dois elementos tradicionais em uma única proposta. A linha também inclui alternativas que exploram contrastes de sabor. O ovo de Cheesecake de Morango incorpora notas de acidez ao chocolate, enquanto a versão com 70% de cacau atende ao público que busca opções menos doces e com maior teor de chocolate. Segundo o proprietário da marca, Marcelo Henrique Silva, a proposta da Parla Deli para a data vai além da comercialização do produto. “A ideia é oferecer uma experiência que envolva qualidade, cuidado no preparo e conexão com o cliente, valorizando cada etapa da produção artesanal”, afirma. Além do apelo gastronômico, a produção sazonal também impacta a economia local, com a ampliação da equipe para atender à demanda do período. A estratégia acompanha o crescimento do segmento de confeitaria artesanal, que tem ganhado espaço entre consumidores interessados em produtos personalizados e de maior valor agregado.

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