Z_Exclusivas

Porto Engenharia cresce longe da capital e da recessão

No momento em que o setor imobiliário começou a travar com a crise econômica nacional, a Porto Engenharia se diferenciou no mercado e conseguiu crescer mesmo nas fases mais turbulentas que assolaram o segmento. Em sua estratégia, a empresa seguiu em três direções: investiu em imóveis com perfil mais sofisticado dentro da linha do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), construiu empreendimentos em cidades do interior e priorizou a sustentabilidade econômica, ambiental e social. Com um planejamento arrojado, nos últimos anos a construtora passou de um faturamento em torno de R$ 7 milhões em 2015 para R$ 20 milhões no ano passado. O desempenho da empresa em 2017 é sinal de que as estratégias deram certo. Neste ano a Porto Engenharia entregou seu primeiro empreendimento do MCMV, com as 280 unidades completamente vendidas. E, mesmo reconhecendo a desconfiança dos consumidores com a economia brasileira, a construtora apresentou três lançamentos que juntos ofertam 696 unidades habitacionais na primeira fase. “A velocidade de vendas caiu em todos os segmentos. Não estamos alheios à crise. Mas sabemos que o consumidor desse produto ainda quer comprar e ainda existe subsídio e financiamento a um bom preço”, esclarece o sócio Thiago Melo. “O grande entrave é o receio do desemprego pelos possíveis compradores, mas estamos investindo sem medo. Se o emprego se mantiver, existe mercado para esse segmento ainda em 20 anos, devido ao déficit habitacional do País”, justifica. A aposta no segmento Minha Casa Minha Vida baseia-se em duas razões: a oferta de crédito com juros reduzido e subsídios por meio da Caixa Econômica e a demanda latente por imóveis para as classes mais populares. O caminho da empresa, no entanto, foi de disponibilizar um produto mais qualificado que tem interessado, inclusive, a famílias com faixa de renda mais elevada. Além do número de empreendimentos lançados, um marco na trajetória da empresa foi ter conquistado neste ano o selo Casa Azul Ouro da Caixa Econômica Federal com o Empreendimento Multiporto Indianópolis, de Caruaru, sendo a primeira construtora do Norte e Nordeste a receber a distinção para um empreendimento vertical. “A gente tem procurado se diferenciar no mercado criando conceitos inovadores dentro do MCMV. O selo é fruto de um processo longo e demorado. Só existem 23 empreendimentos com este selo Casa Azul no País inteiro. Estamos criando produtos para deixar um legado nos bairros em que estão sendo implantados”, ressalta Thiago Melo. Leonardo Luna, sócio da Porto Engenharia, explica que para obtenção do selo, a Caixa Econômica avalia itens como eficiência energética, gestão da água, conservação de recursos materiais (reúso de materiais, minimização de resíduos, uso de madeira certificada), práticas sociais, paisagismo, qualidade urbana, entre outros. Entre os diferenciais do Multiporto Indianópolis observados nessa análise, por exemplo, está o fato de ser o primeiro projeto com telhado verde em Caruaru e de mais de 50% da mão de obra contratada para a construção ser composta de profissionais da região. “É um selo focado em habitação olhando a sustentabilidade nos pilares ambiental, econômico e social”, afirma Luna. A entrega do empreendimento está prevista para 2020. Uma característica dos empreendimentos da Porto Engenharia é o fato de serem mistos. Além da oferta para moradia, o térreo é composto por uma área comercial. “Ofertamos um produto bem localizado, dentro do centro urbano, perto de shopping e faculdades, e com uma área de conveniência. Não pretendemos vender essas lojas, mas disponibilizar para locação, justamente para manter um mix interessante. Isso é uma gentileza urbana. Ajuda o morador, o bairro e a cidade”, afirmou o sócio Murilo Melo, referindo-se ao projeto em desenvolvimento no Agreste. Os outros lançamentos da construtora são o Porto dos Marcos (localizado em Igarassu, com o projeto urbanístico do arquiteto Luiz Vieira) e o Porto do Cabo (vizinho ao Shopping Costa Dourada). A aposta nesses empreendimentos está conectada à demanda dos polos de desenvolvimento de Goiana e Suape. O grande trunfo da empresa foi conseguir enquadrar imóveis dentro do MCMV com elevador, em localização estratégica e com uma vasta área de lazer (com itens como piscina, quadra poliesportiva, playground, academia ao ar livre, entre outros) . Para o futuro, a empresa projeta chegar ao mercado de Petrolina, seguindo seu investimento em interiorização. Retornar ao Recife com um imóvel na linha do Multiporto é outro desafio à vista. *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais

Porto Engenharia cresce longe da capital e da recessão Read More »

Como inovar em um ambiente de transformação digital? (por Bruno Queiroz)

As empresas devem ser capazes de se adaptar às mudanças e fazer com que a inovação seja o meio para o seu crescimento contínuo. Num ambiente de transformação digital, essa demanda é ainda mais latente, pois a tecnologia e a necessidade do cliente mudam com muita velocidade. Nesse sentido, existem vários caminhos para inovar. Uma maneira tradicional é criar uma equipe interna para implantar a inovação. A grande dificuldade enfrentada por esse modelo é o conflito de interesses. Para inovar, é preciso pensar de modo diferente, mudar conceitos, rever regras e quebrar paradigmas. Isso não é uma tarefa fácil. A resistência interna, normalmente simbolizada na desconfiança e na perda de status de membros da empresa, será sempre um obstáculo a ser vencido. Uma forma de evitar o conflito de interesses, é criar unidades apartadas da estrutura principal da empresa, com autonomia operacional e orçamento próprios para tocar as inovações. Esse modelo vem sendo muito adotado porque gera resultado mais rapidamente. Tanto que essa unidade, com muita frequência, acaba se tornando uma empresa independente e é preciso tomar cuidado para não entrar em choque com o negócio da sua criadora. Tem que haver uma sinergia estratégica para evitar o fogo amigo. A não ser que a estratégia seja a de substituição, quando o novo se torna mais promissor do que o antigo. Nesse caso, a transição precisa ser bem planejada para evitar perdas de receita e abertura de espaço para os concorrentes. Contudo, nos modelos de inovação por meio de equipe interna ou de unidade independente, as ideias estão limitadas a um grupo de pessoas. A depender da complexidade, do tamanho e da abrangência da inovação, esses modelos podem não ser os melhores. Um caminho, então, é compartilhar com o mercado as necessidades de inovação e realizar parcerias para resolvê-las. Tem sido cada vez mais comum a criação de concursos de inovação com foco em segmentos de mercado (bancário, agronegócio, saúde etc). Em um primeiro momento, pode parecer se expor demais. Por outro lado, o resultado é que a contribuição da comunidade é sempre maior do que a de um pequeno grupo. Empresas como Itaú, Bradesco e Braskem têm feito isso em parceria com aceleradoras de startups, que normalmente são adquiridas e incorporadas ao negócio principal ao longo do tempo. Por último, o caminho mais rápido de todos os modelos: aquisição de empresas que já inovaram e possuem um grande potencial de crescimento de mercado. Para isso, é preciso capital intenso, pois negócios com esses atrativos são muito valorizados. Grandes empresas – como Facebook (Instagram e Whatsapp), Google (Android e Youtube), Microsoft (Skype e Linkedin) – seguiram este caminho com muito sucesso. *Bruno Queiroz é presidente da Abradi e sócio|diretor da Cartello  

Como inovar em um ambiente de transformação digital? (por Bruno Queiroz) Read More »

Pernambuco é referência ao compartilhar tecnologia para capacitar motoristas

Em tempos de economia desaquecida, compartilhar serviços vem tornando-se um caminho ainda mais viável. É a possibilidade de economizar mantendo regularmente as atividades até que o cenário macroeconômico volte a ser mais favorável. Essa tendência chegou aos Centros de Formação de Condutores (CFCs) da região nordeste do país com a criação de 109 polos de compartilhamento dos simuladores de direção veicular. Assim, esses estabelecimentos podem entregar a tecnologia necessária para a formação dos motoristas que buscam a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Só em Pernambuco estão localizados 62 desses centros para compartilhar a ferramenta. Os CFCs pernambucanos adotaram essa proposta, visando uma economia colaborativa. Eles uniram-se para que os alunos contassem com os simuladores à sua disposição, enquanto para os estabelecimentos a iniciativa representa despesas reduzidas. “A decisão significa economia para as autoescolas. Desta maneira, unidades menores podem se juntar a outras para que concentrem em um centro compartilhado as aulas previstas para ocorrer no simulador”, explica Agnaldo Soldera, diretor comercial da ProSimulador, empresa desenvolvedora da tecnologia entregue aos CFCs. A ferramenta é a oportunidade de quem nunca conduziu um veículo aprender as primeiras noções básicas de manuseio. Além disso, possibilita o aprendizado de como reagir em situações extremas – como ao conduzir sob chuva ou neblina. Outro recurso oferecido pelo simulador é o aluno se atentar aos riscos de dirigir após a ingestão de bebida alcoólica, por exemplo, ou conduzir manuseando o celular (3ª maior causa de mortes no trânsito do país, conforme pesquisa da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego – Abramet). “A tecnologia oferecida pelo equipamento contribui para que o condutor tenha uma formação adequada, tornando-o mais preparado para lidar com os desafios diários propostos pelo trânsito”, destaca Agnaldo. Realidade do trânsito Segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), dados do Ministério da Saúde apontam que em 2015, Pernambuco teve 1.919 mortes registradas no trânsito.

Pernambuco é referência ao compartilhar tecnologia para capacitar motoristas Read More »

Confira: 16 concursos com vagas para Pernambuco

Nossa lista de concursos tem seis novos editais com inscrições abertas. Entre os editais lançados recentemente é o do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que tem salário de R$ 14 mil. Já estão abertas as inscrições para o TRF 5ª Região, com 14 vagas. Os salários para esse tribunal são de mais de R$ 10 mil para os analistas e de mais de R$ 6 mil para técnicos. Entre todas as vagas em disputa, a remuneração mais alta é da Defensoria Pública de Pernambuco, com salário inicial de R$ 21,6 mil. Confira abaixo a lista: TRF 5ª Região Vagas: 14 Oportunidades: técnico judiciário na área administrativa (administrativo; administrativo na especialidade segurança e transporte; e apoio especializado – especialidade informática) e analista judiciário (especialidade oficial de justiça avaliador federal, administrativa, apoio especializado – especialidade informática/infraestrutura, apoio especializado – especialidade informática/desenvolvimento, apoio especializado – especialidade medicina clínica geral e apoio especializado – contadoria. Inscrições: Até o dia 27 de outubro, no site: www.concursosfcc.com.br/concursos/trf5r317/index.html Salários: R$ 10.461,90 (para analistas) e R$ 6.376,41 (para técnicos) Confira o edital: TRF 5ª Região Prefeitura de Petrolândia Vagas: 15 Oportunidades: Guarda municipal Inscrições: Até o dia 04 de novembro, através do site da organizadora (www.funvapi.com.br). Salários: R$ 937 Confira o edital: Prefeitura de Petrolândia Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Vagas: 300 (apenas uma para Pernambuco) Oportunidades: Auditor fiscal federal agropecuário – médico veterinário Inscrições: No site www.esaf.fazenda.gov.br, até o dia 16 de outubro. Salários: R$ 14.584,71 Confira o edital: Concurso do Mapa Prefeitura de Sertânia Vagas: 358 Oportunidades: Assistente Social, Biomédico, Educador Físico, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico (Anestesista, Cardiologista, Cirurgião Geral, Dermatologista, Clínico Geral, Ortopedista, Psiquiatra e Reumatologista), Nutricionista, Cirurgião Dentista, Psicólogo, Técnico em Enfermagem, Advogado, entre outros. Inscrições: Até o dia 31 de outubro no Galpão na Antiga Estação de Trem de Sertânia (Praça Francisco Sales, S/N, Centro.) Salários: Entre R$ 937,00 a R$ 1.863,22 Confira o edital: Prefeitura de Sertânia Correios Vagas: 88 + Cadastro de Reserva (6 vagas em Pernambuco para diferentes cargos) Oportunidades: Áreas de saúde (auxiliar de enfermagem do trabalho,  enfermeiro do trabalho e médico do trabalho) e de segurança do trabalho (técnico de segurança do trabalho e engenheiro de segurança do trabalho). Inscrições: Até o dia 20 de outubro, através do site www.iades.com.br Salários: Entre os dias R$ 1.876,43 e R$ 4.903,05. Confira o edital: Edital dos Correios  Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco Vagas: 8 Oportunidades: Apoiador Institucional em Videoconferência, Desenvolvedor Web, Web Designe, Teleassistência e Tele-educação Inscrições: Até o dia 20 de outubro, presencialmente ou via Sedex (com aviso de recebimento) na sede da secretaria (Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519, Bongi, Recife CEP-50.751-530). Salários: R$ 3.600 Confira o edital: Edital da SES (página 10 do dia 5 de outubro do Diário Oficial) Defensoria Pública de Pernambuco Vagas: 50 Oportunidades: Defensores públicos (para disputar o cargo é necessário possuir diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior (bacharelado) em Direito, inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e três anos de atividade jurídica). Inscrições: Podem ser feita até o dia 23 de outubro, no site da Cebraspe: http://www.cespe.unb.br/concursos/dpe_pe_17_defensor. Salários: R$ 21.649,48 Confira o edital: Edital da DFPE Prefeitura de Ipojuca Vagas: 12 Oportunidades: Assistente Social, Psicólogo, Pedagogo, Administrador, Educador Físico, Assistente Administrativo, Educador Social, Arte Educador e Recepcionista para a Secretaria de Bem Estar Social. Inscrições: Até o dia 16 de outubro através do site da Prefeitura: www.ipojuca.pe.gov.br Salários: Variam entre  R$ 1.360 e R$ 3.076 Confira o edital: Edital da Prefeitura de Ipojuca Hemope Vagas: 1 Oportunidades: médico do trabalho Inscrições: Entre os dias 27 de outubro e 10 de novembro, na Gerência de Gestão Pessoas da HEMOPE (Avenida Rio Capibaribe, nº 147, Bairro de São José – Recife). Salários: R$ 4.926,47 Confira o edital: Edital do Hemope (Disponível no Diário Oficial do Estado do Pernambuco – Poder Executivo, edição 28 de setembro de 2017, página 5) UFRPE Vagas: 27 Oportunidades: para o magistério em ensino superior (professor auxiliar, assistente e adjunto para Sede-Dois Irmãos e no Colégio Dom Agostinho Ikas – CODAI. As vagas são para as áreas de Fitopatologia, Fitossanidade, Fitossanidade/ Entomologia, Ensino de Ciências Biológicas, Botânica/ Fisiologia Vegetal, Botânica/ Sistemática de Criptógamos, Recursos Naturais Renováveis/ Florestamento e Reflorestamento, Recursos Naturais Renováveis/ Proteção Florestal/ Incêndios/ Pragas e Doenças, Silvicultura/ Genética, Filosofia, Fundamentos das Atividades Físicas e Esportivas na Educação Física, Arquitetura e Organização de Computadores, Arquitetura e Organização de Computadores, Geografia, História, História da África, História da América, Matemática, Língua Portuguesa e Língua Inglesa, Planejamento, Gestão e Comunicação Social, Contabilidade, Gestão Tributária, Gestão Financeira, Gestão de Pessoas, Logística e Administração de Produção, Sistemas de Produção Agropecuária e Fundamentos de Educação e Gestão ambiental, Geografia e Meio Ambiente e Fundamentos de Física, Hidrometeorologia, Meteorologia Aplicada e Sensoriamento Remoto. Inscrições: Até o dia 17 de outubro, no site: www.concurso.ufrpe.br Salários: Até R$ 9.585,67 Confira o edital: Edital UFRPE Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, do Pernambuco Vagas: 170 Oportunidades:  Pedagogo, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Gestor Social, Técnico de Enfermagem e Educador Social/Cuidador, Advogado, Assistente Social, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo. Inscrições: Até o dia 23 de outubro, no seguinte endereço eletrônico: www.institutodarwin.org. Salários: Entre R$ 1.000 e R$ 3.800 Confira o edital: Edital da SDSCJ-PE IFPE Vagas: 112 + cadastro de reserva Oportunidades: tutores para educação a distância (presenciais e a distância). Inscrições: Até hoje (09 de outubro), através do site http://selecoes.dead.ifpe.edu.br Bolsa: R$ 765 Edital: Seleções IFPE Secretaria da Fazenda de Pernambuco Vagas: 16 Oportunidades: Engenheiro Civil, Engenheiro Eletromecânico, Engenheiro Eletrotécnico, Advogado, Arquiteto, Desenhista, Tecnólogo, Técnico em Edificações, Técnico em Telecomunicações, Técnico em Refrigeração e Técnico em Contabilidade. Inscrições: Até o dia 11 de outubro, presencial ou via SEDEX, no edifício sede da SEFAZ (Rua do Imperador Dom Pedro II, n° s/n, Santo Antônio) Salários: Até R$ 4.590 Confira o edital: Diário Oficial de Pernambuco (Conferir o dia 15 de setembro, na página 5) Prefeitura do Recife Vagas: 2 Oportunidades: Analista de desenvolvimento (nível superior na área de Tecnologia da Informação, Computação, Sistemas de Informação, Engenharia, ou curso superior de nível superior em qualquer área com especialização na área de TI) Inscrições: Até o dia 20 de outubro de 2017, presencialmente ou via SEDEX, na Diretoria Executiva de Gestão de Pessoas (Rua Cais do Apolo, n.º 925, 10º Andar Bairro do Recife). Salários: R$ 5.036 Confira o edital: Diário

Confira: 16 concursos com vagas para Pernambuco Read More »

Por que não empreender?

Você já pensou em dar uma virada na carreira, deixar de ser empregado e montar seu próprio negócio? Essa opção pelo empreendedorismo tem sido cada vez mais comum, principalmente nos períodos de recessão econômica. De acordo com pesquisa recém-divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), dois a cada três jovens brasileiros (dos 25 aos 35 anos) almejam montar sua empresa. Um outro estudo do Sebrae, realizado em 2015, no auge da crise, indicou que um terço da população que perdeu o emprego não deseja voltar ao mercado formal. Sem trabalho, aproveitaram o dinheiro do fundo de garantia e da indenização pela demissão para abrir seu negócio. Apesar dessa recente onda de empreendedorismo, esse é um caminho que exige cuidados e preparação, na análise dos especialistas. Para a consultora da TGI e ÁgilisRH, Luciana Almeida, o empreendedorismo não é uma opção adequada para todos. “Empreender está na moda, mas não é um mar de rosas e não é para todo mundo. Não se deve montar um negócio como uma única alternativa, porque nem todo mundo tem o perfil necessário para abrir uma empresa”. A especialista avalia que muitos profissionais não conseguem construir empreendimentos duradouros por não terem algumas características para encarar essa missão. Antes de tudo, é importante analisar as próprias competências profissionais. Luciana Almeida destaca a necessidade de se ter qualidades, como capacidade de gerenciar pessoas, saber administrar de forma separada as finanças pessoais da gestão financeira da empresa, além da habilidade de gerir com o dinheiro curto. “Nos primeiros meses ou anos, o negócio ainda não tem uma clientela estabelecida. Isso vai exigir do profissional uma capacidade para gerenciar poucos recursos para alavancar seus negócios”. A autodisciplina com a organização dos seus horários e a disposição para dedicar bastante tempo ao novo desafio profissional devem também estar no DNA do empreendedor. Na pesquisa da Firjan, por exemplo, 60,7% dos entrevistados mostraram interesse em montar seu próprio negócio para não ter mais expediente fixo de trabalho. “Aqueles que acreditam que poderão fazer seu próprio horário e, portanto, trabalhar menos, é melhor desistir antes mesmo de começar. A carga horária de um empreendedor é muito superior à de um empregado”, adverte Luciana. Identificado esse perfil, o profissional deve planejar ao máximo o início do seu negócio. Estudar bem o mercado, se capacitar, preparar a equipe e investir no planejamento são algumas das peças para o pontapé inicial. “Se o empreendedor começa de forma ordenada e organizada maximiza as suas possibilidades de dar certo, acelerando o resultado dos seus ganhos. Assim, consegue ser mais objetivo”, aponta. A busca por uma consultoria e a assimilação das informações do mercado são bem relevantes para tomar decisões como o posicionamento da marca, público-alvo, local de instalação da empresa. “Começar de maneira acompanhada minimiza os riscos e os erros do início das operações”. Apesar do momento de crise frear vários investimentos, é nele que emergem novas oportunidades. “Principalmente no mercado dos pequenos negócios surgem muitas novidades. Muitos profissionais que se desempregaram conseguem desenvolver, representar ou comercializar novos produtos ou serviços”. A consultora destaca que várias ideias que começam na informalidade acabam gerando negócios de grande potencial. “Crise pode ser oportunidade para pessoas que enxergam caminhos alternativos e diferentes das trajetórias que vinham fazendo. Desse processo de inovação acabam aproveitando as oportunidades”. A escolha do tipo de empreendimento em que o profissional vai investir e se dedicar requer vários cuidados. Luciana lembra que entrar em alguns segmentos que estão na moda pode não ser uma boa alternativa. “É importante estudar o mercado e mapear as tendências, mas é preciso cautela. Apesar de certos segmentos serem promissores, a abertura de muitos empreendimentos acabam gerando uma oferta que o mercado não suporta. Recentemente vimos a febre da abertura de esmalterias, por exemplo, mas muitas delas fecharam em pouco tempo porque não cabiam tantas na cidade. Esse é um risco”, alerta. Além de buscar um mercado com potencial, outra orientação da especialista é escolher um nicho que seja de interesse do empreendedor. “Vários estudos mostram que o mercado de pet shop está em alta. Não é preciso ser veterinário para empreender no segmento, mas é interessante que o profissional goste da área, se identifique. Vale a pena investir naquilo que você gosta”, indica Luciana Almeida. O cálculo entre o perfil profissional, a oportunidade de negócio e a identificação com o setor não chega a ser uma fórmula. Mas a soma dessas capacidades pessoais – e da disposição de desenvolvê-las − e a percepção das mudanças do cenário econômico ampliam o potencial do sonho de empreender a ponto de se tornar uma realidade com resultados que garantam sustentabilidade à nova empresa. *por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais

Por que não empreender? Read More »

Mendonça Filho libera R$ 19,2 milhões para alimentação escolar em Pernambuco

O ministro da Educação, Mendonça Filho, liberou R$ 19,2 milhões para investimentos em alimentação escolar no estado de Pernambuco. Os recursos correspondem à oitava parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), recebida por 174 prefeituras dos 185 municípios pernambucanos. A Secretaria Estadual de Educação também foi contemplada, com um total de R$ 6,4 milhões. Os recursos se destinam à alimentação de estudantes da educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. A prefeitura de Jaboatão dos Guararapes foi a que recebeu o maior volume de recursos, R$ 1,1 milhão, seguida da capital, Recife, com R$ 985,9 mil. Em seguida, vêm Petrolina (R$ 599,4 mil) e Caruaru (R$ 533,6 mil). Nacionalmente, o total da liberação dentro do Pnae foi de R$ 384,1 milhões. O Programa Nacional de Alimentação Escolar é liberado anualmente em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. Entre as regras está a de que quem recebe deve utilizar um mínimo de 30% dos recursos transferidos na compra de produtos da agricultura familiar, de maneira a movimentar as economias locais O diretor de Ações Educacionais do FNDE, José Fernando Uchoa, comenta que a importância do programa pode ser medida por sua abrangência. “O Pnae é um programa extremamente importante, pois garante a alimentação de 40 milhões de estudantes por dia, o que representa 50 milhões de refeições diárias”. Apenas este ano, o FNDE já repassou R$ 3 bilhões para alimentação escolar. O montante transferido a cada beneficiário pode ser conferido no portal do FNDE.

Mendonça Filho libera R$ 19,2 milhões para alimentação escolar em Pernambuco Read More »

Dia da Criança deve movimentar R$ 8,8 bilhões no comércio nacional

As vendas relacionadas ao Dia da Criança devem gerar movimento de R$ 8,8 bilhões no comércio do país, revela pesquisa da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ) e Instituto Ipsos. Foram entrevistados 1.200 consumidores no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 municípios brasileiros, entre os dias 1º e 14 de agosto passado. Segundo o gerente de Economia da Fecomércio RJ, Christian Travassos, a movimentação estimada “é um indicador que se soma a outros percebidos no mercado”. Observou que os dados de atividade econômica são puxados pelo consumo das famílias no segundo trimestre, queda dos juros de 6 pontos percentuais em um ano e inflação na faixa de 2,54% em 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Além disso, a confiança do consumidor tem melhorado”.a confiança do consumidor tem melhorado”. O economista destacou que, para os R$ 8,8 bilhões que devem ser movimentados pelo Dia da Criança, colaboram também os dados relativos a emprego. “Essa é a principal variável que influencia a tomada de decisão do consumidor”, apontou o economista. Ele completou que esse conjunto de variáveis eleva o tíquete médio para a compra dos presentes de R$ 118,87, registrado em 2016, para R$ 138,95, este ano. Em relação ao gasto médio por gênero, a pesquisa mostra que os homens pretendem gastar mais que as mulheres, com média respectiva de R$ 147,63 e R$ 129,61. Travassos explicou que, embora as mulheres tenham conquistado mais espaço no mercado de trabalho, os homens ainda são, proporcionalmente, mais presentes como chefes de família e têm um rendimento maior. Brinquedos, com 61% das respostas, seguem na liderança entre as opções preferidas para presentes para as crianças, vindo a seguir, roupas (20%), calçados (5%) e bicicletas (3%). “A tradição fala mais alto nessas horas”, analisou Travassos. No caso do estado do Rio de Janeiro, a sondagem Fecomércio RJ/Ipsos revela que o gasto médio pretendido pelos consumidores para o Dia da Criança sobe para R$ 165,57. A estimativa é que a data comemorativa contribua para injetar no comércio fluminense cerca de R$ 934 milhões. Empresários Outra pesquisa, feita pela Fecomércio RJ e Fundação Getulio Vargas Projetos (FGV Projetos) com 2 mil estabelecimentos comerciais nas oito regiões de governo fluminense, entre os dias 1º a 21 de setembro, revela que os empresários do setor no estado estão mais otimistas para as vendas do Dia da Criança de 2017. A expectativa é de alta de 7% no faturamento deste ano, em comparação ao ano anterior. O tíquete médio alcança R$ 118,69 por consumidor, sinaliza a pesquisa. Christian Travassos lembrou que os anos de 2015 e 2016 foram difíceis para a economia como um todo, englobando empresários do varejo e consumidores. Agora, com a melhora que começa a ser percebida por meio dos indicadores econômicos, a confiança tende a aumentar. Ela destacou o emprego, que começou a responder de forma positiva no terceiro trimestre “e a tendência é que continue assim nos próximos meses”. De acordo com o levantamento, 18 mil estabelecimentos fluminenses pretendem realizar ou já realizaram contratações temporárias. O gerente de Economia da Fecomércio RJ avaliou que o movimento de contratações é importante porque influencia toda a cadeira econômica. “A pessoa empregada tem mais segurança para consumir, para tomar crédito e a partir desse momento, melhora também o volume de vendas do comércio e isso estimula a produção”. Por isso, garantiu ser muito importante a retomada do emprego observada nas últimas leituras do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério o Trabalho (Caged). (Agência Brasil)

Dia da Criança deve movimentar R$ 8,8 bilhões no comércio nacional Read More »

Rec’n’Play traz experiências digitais ao Recife Antigo

De 30 de novembro a 3 de dezembro o Bairro do Recife será palco de um grande evento que pretende unir a vocação para a inovação do Recife e as tradições culturais e artísticas da cidade, com o empreendedorismo, economia criativa e entretenimento. O Rec’n’Play terá sua programação realizada em vários polos do bairro (internos e externos) com atividades simultâneas. A organização é do Porto Digital e da Ampla Comunicação, em parceria com a Prefeitura do Recife, Governo de Pernambuco e Sebrae. O modelo do evento, segundo os organizadores, foi pensado para gerar conexões entre os participantes e a cidade. Estima-se um público de 30 mil pessoas. “Vamos fazer um conjunto de experiências digitais criativas em educação, negócios e entretenimento como um festival aberto e disperso pelo bairro do Recife”, explicou o presidente do conselho do Porto Digital Silvio Meira, durante a apresentação à imprensa do evento. O formato do Rec’n’Play difere ao dos eventos clássicos em que o público assiste a palestras. “Queremos criar um ambiente de interação orgânica, baseada em percursos pelo bairro que vão desenrolar trilhas de conhecimento com atividades simultâneas e sequenciais”, afirmou Meira. As trilhas vão abordar temas como Desenvolvimento de Games, e-Sports, Música, Fotografia, Design, Audiovisual, Cidades Inteligentes & Sustentabilidade, IoT, Robótica e Fabricação Digital e Tecnologias da Informação e Comunicação. Haverá oficinas, hackatons, shows, workshops de fotografia, atividades de empreendedorismo para gamers, entre outras ações. A programação completa está no site: http://recnplay.pe/. O objetivo é que o público tenha eventos distribuídos em quase 20 lugares distintos do bairro. Entre os locais que receberão atividades estão a Jump, Apolo Beer Café, Softex Recife, Paço do Frevo, Centro Cultural Correios, Paço Alfândega e ruas e praças do Recife Antigo. Para o prefeito Geraldo Julio, o evento vai colocar o Recife na rota do turismo tecnológico mundial. “A gente vai receber milhares de pessoas de outras cidades, de outros países, para tratar de inovação. E inovação é o DNA do Recife”, afirmou. “Tenho certeza que o Rec’n’ Play vai se transformar em um evento de caráter internacional, colocando cada vez mais o Recife no mundo da tecnologia e da inovação global”, acrescentou o gestor. A perspectiva é que o projeto fomente, além dos polos de tecnologia da cidade, o turismo da capital. A meta é tornar a capital destino para quem procura um tipo muito específico de turismo, o da criatividade e tecnologia. Sete secretarias da Prefeitura do Recife estarão envolvidas na iniciativa, com mais de 50 atividades. De olho no potencial turístico do evento, o secretário de Turismo do Estado, Felipe Carreras, avalia que evento será destino certo para o nicho de turistas que buscam inovação. “Recife será capital do Brasil e do mundo da inovação e tecnologia durante esse período”, afirmou. Ele prometeu ainda tentar viabilizar parcerias com companhias aéreas que atuam no Estado para facilitar a vinda de visitantes para o evento.

Rec’n’Play traz experiências digitais ao Recife Antigo Read More »

Estatais tiveram aumento de quase 20% no lucro do primeiro semestre

Conglomerados estatais federais tiveram aumento de 19,6% no lucro registrado no primeiro semestre deste ano – de R$ 17,3 bilhões – em comparação com o primeiro semestre do ano passado, quando o lucro foi de R$ 14,5 bilhões. Os números se referem a cinco grupos que representam mais de 95% dos ativos totais e do patrimônio líquido de Petrobras, Eletrobras, Caixa, Banco do Brasil e Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). Os dados fazem parte da terceira edição do Boletim das Empresas Estatais, divulgada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Para o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Fernando Antonio Soares, o resultado é fruto do conjunto de ações que o governo vem implantando. “Cada empresa tem uma identidade, mas a lógica de reestruturá-las, no sentido de redução de custos e ampliação de receitas, a busca por negócios que venham a dar mais resultados, isso tem sido uma prática [comum]”, disse. Entre as práticas, o secretário cita programas de desligamento voluntário (PDVs) ocorridos em pelo menos 15 empresas estatais. “Os PDVs estão sendo extremamente bem sucedidos. Na hora, posso ter uma despesa inicial, mas em sete ou oito meses já passou o PDV e, depois, isso se transforma em economia para a empresa”. De acordo com o boletim, entre os grupos analisados, o maior crescimento foi do grupo Petrobras, que saiu do lucro de R$ 518 milhões, no primeiro semestre de 2016, para R$ 5,1 bilhões, no mesmo período de 2017. Já a Eletrobras teve uma queda de de 80,6% no mesmo período. Segundo o secretário, a queda se deve à entrada de receita não recorrente na empresa, contabilizada ano passado, com o pagamento de idenização estabelecida pela Medida Provisória 579, que fez aumentar muito os lucros. Soares disse acreditar que a empresa estará melhor no final do ano. O governo pretende concluir a privatização da Eletrobras ainda no primeiro semestre de 2018. No total, segundo o boletim, há 150 empresas estatais federais, sendo 48 controladas diretamente pela União. Em relação ao último boletim, apenas uma estatal foi reduzida, a Nova Transportadora do Sudeste S.A., do grupo Petrobras, que teve o desinvestimento de 90%, operação que gerou US$ 4,23 bilhões. “Dou certeza de que esse número irá reduzir [nos próximos boletins]”, diz Soares. O orçamento dedicado às estatais vem caindo desde 2016. Em 2015, foi de R$ 1,554 trilhão, sendo que R$ 645,7 bilhões foram executados. Para 2017, o orçamento aprovado foi de aproximadamente R$ 1,228 trilhão. Até o primeiro semestre, R$ 585,2 bilhões foram executados, o que corresponde a 46% do total. O grupo Petrobras apresentou maior nível de execução até o momento, com 28,1%, seguido pelo grupo Eletrobras, com 14,2%. Endividamento O endividamente das estatais também apresentou queda. De acordo com os dados divulgados, houve redução de 21,3% do total de endividamento das empresas estatais federais de 2015 ao 2º trimestre de 2017. A dívida dessas empresas atingiu um pico de R$ 544 bilhões em 2015. Atualmente, está em R$ 428 bilhões. Em relação aos empregados, no primeiro semestre de 2017, seguindo tendência observada em 2016, houve diminuição do quadro de pessoal efetivo das empresas estatais federais de 16.701 empregados. Somente a Caixa Econômica Federal o quadro de empregados foi reduzido a 4.777. Em relação a dezembro de 2015, a redução do total do quadro de pessoal foi superior a 33 mil empregados, ou seja, uma redução de mais de 6% do quadro total. Segundo a publicação, a redução decorreu, principalmente, de PDVs. Dos reajustes salariais feitos este ano, apenas um apresentou ganho real, devido a decisão judicial, os demais seis ou apenas rephttp://portal.idireto.com/wp-content/uploads/2016/11/img_85201463.jpgam a inflação ou ficaram abaixo dela. “Como tudo no governo, estamos fazendo um esforço de contenção de despesas, que tem que se refletir também em questões salariais e essa é a orientação que estamos trabalhando na secretaria”. (Agência Brasil)

Estatais tiveram aumento de quase 20% no lucro do primeiro semestre Read More »

Varejo e setor de serviços devem criar 51 mil vagas no final do ano

Os setores do comércio varejista e de serviços devem criar 51 mil vagas extras no final deste ano. A expectativa é do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). No entanto, oito em cada dez empresários disseram que não devem reforçar o quadro de funcionários para este fim de ano, o que aponta, segundo as entidades, que o período ainda não deve ser totalmente positivo para o setor. “O último trimestre do ano traz sempre grandes expectativas para o comércio e o setor de serviços, que costumam ampliar estoques e fazer investimentos para atender a demanda normalmente aquecida das festas do Natal e réveillon. Neste ano, porém, a crise econômica deverá novamente inibir o volume das tradicionais contratações de mão de obra temporária e também de trabalhadores efetivos”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior. Um levantamento feito pelas entidades constatou que, do total de empresários que não pretende fazer contratações no último trimestre de 2017, quase metade (49%) acredita que sua atual equipe de funcionários atenderá ao volume de clientes esperado. Por outro lado, 13% dos consultados pelas entidades disseram que pretendem reforçar o quadro de funcionários. A principal motivação, neste caso, é suprir o aumento da demanda. Vendas O volume de vendas deve crescer 1% este ano na comparação com 2016, apontaram os empresários ouvidos na pesquisa. É a primeira vez, nos últimos dois anos, que a pesquisa aponta uma expectativa positiva nas vendas para o final do ano. Entre os entrevistados, 38% estão otimistas com as vendas, enquanto 34% deles apontam neutralidade e 21% esperam uma piora. “O estudo revela que a tímida melhora do cenário econômico, promovida sobretudo pela queda da inflação, das taxas de juros e pela tímida melhora nos níveis de desemprego, parece em alguma medida ter injetado boas expectativas nos empresários brasileiros”, disse Pellizaro Junior. Para a pesquisa foram ouvidos 1.168 empresários dos setores de serviços e de comércio varejistas, localizados nas capitais e interior do país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. (Agência Brasil)

Varejo e setor de serviços devem criar 51 mil vagas no final do ano Read More »