Z_Exclusivas

Safra brasileira deve fechar o ano com crescimento de 30,4%, estima IBGE

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2017 com um crescimento de 30,4% em relação ao ano passado. Segundo a estimativa de agosto deste ano, do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado ontem (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas. A estimativa de agosto é, no entanto, 0,5% inferior ao levantamento de julho, ou seja, 1,2 milhão de toneladas a menos do que o IBGE previu na ocasião. Com alta esperada de 19,6% em relação a 2016, a produção de soja deve ter safra recorde de 115 milhões de toneladas. Para o milho, que deverá ter aumento de 54,7% na produção, também é esperado resultado recorde, de 98,4 milhões de toneladas. É estimada ainda alta na produção do arroz (16,2%). Vinte dos 26 produtos pesquisados pelo IBGE devem ter crescimento, entre eles o café canephora (33,3%), as três safras de feijão (40%, 26,9% e 7,2%, respectivamente), a laranja (6,9%), o algodão herbáceo (10,5%), a cebola (7,8%), cana-de-açúcar (1,3%) e as três safras de batata-inglesa (5,1%, 7,2% e 2,8%). Entre os seis produtos com queda estimada na produção aparecem o trigo (-18,8%), café arábica (-13,1%) e a mandioca (-12,6%). Área colhida O IBGE estima aumento de 7% na área colhida, em relação a 2016. O total deve chegar a 61,1 milhões de hectares, área 0,05% inferior à estimativa de julho. Entre as três principais lavouras, são esperados acréscimos na área colhida da soja, de 2,3%, do milho, de 18,1%, e do arroz, de 4%. (Agência Brasil)

Safra brasileira deve fechar o ano com crescimento de 30,4%, estima IBGE Read More »

Salvemos o sombreado do Espinheiro (por Francisco Cunha)

Tive a sorte de, embora não tendo nascido no Bairro do Espinheiro, tê-lo frequentado diariamente praticamente durante toda a minha vida, desde os três anos de idade. Morei, estudei e trabalho lá até hoje. E durante esse tempo pude testemunhar muitas mudanças. De todas, a que mais me incomoda e entristece é a sua contínua, perseverante e, até agora, irreversível, desarborização. Surgido na segunda metade do Século 19 em torno do Beco do Espinheiro (atual Rua), uma conexão entre eixos pioneiros de transporte ferroviário urbano no Recife: a Avenida João de Barros (por onde trafegava a maxambomba que ia para a Encruzilhada e, de lá, para Olinda e Beberibe); e a Avenida Rosa e Silva e Estrada do Arraial, por onde trafegava a maxambomba que ia até Casa Amarela. O Beco do Espinheiro margeava a “Matinha” (onde havia muitos “espinheiros”) e, mais do que os eixos, ligava os locais das conexões ferroviárias da Encruzilhada e da hoje Praça do Entroncamento (onde se encontravam as linhas de maxambomba que iam para Casa Amarela, Apipucos/Dois Irmãos e Caxangá). O bairro, no início do Século 20, foi arborizado com os famosos oitizeiros que, ao longo do tempo deu-lhe uma configuração toda especial, transformando as ruas em verdadeiros “túneis verdes”, com sombra farta e alguns graus a menos de temperatura em comparação com as áreas não arborizadas da cidade. Com a progressiva mudança, ao longo das últimas décadas, do uso do solo do Espinheiro (de predominantemente residencial unifamiliar para comercial e residencial multifamiliar em edifícios de apartamentos construídos em mais de um lote original), verifica-se uma ação sistemática de erradicação sem substituição dos oitizeiros e o consequente desmantelamento do efeito “túnel verde”, com abertura de “clareiras”, aumento da incidência solar e da temperatura média. Em suma, o espírito sombreado construído ao longo de um século inteiro está sendo progressiva e aceleradamente destruído. Não podemos deixar que isso aconteça! A perda sistemática da arborização secular de um bairro significa o empobrecimento ambiental irremediável de uma cidade inteira. Precisamos salvar o sombreado do Espinheiro porque, assim, estaremos ajudando a preservar a integridade verde da cidade tropical, castigada pelo sol a pino de sua condição quase equatorial. Sem árvores na rua não há sombra pública e, sem ela, não é possível caminhar de dia no Recife!

Salvemos o sombreado do Espinheiro (por Francisco Cunha) Read More »

Recife é a primeira cidade do Brasil a receber o novo Bike PE

O sistema de compartilhamento de bicicletas do Recife mudou. O Bike PE inaugurou na última segunda-feira  (11), na Rua da Aurora, a nova e primeira estação e bicicletas. A capital pernambucana é a primeira cidade do país a estrear as novidades do maior programa de empréstimo de bikes do País. Hoje, os usuários já podem experimentar as inovações das bikes que vão desde da ergonomia dos equipamentos até a forma utilizar o sistema. A iniciativa é patrocinada pelo Itaú, tendo a tembici. como operadora e o apoio da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco e da Prefeitura do Recife. Para a secretária de Turismo, Esportes e Lazer do Recife, Ana Paula Vilaça, o Bike PE beneficia recifenses e turistas, além de consolidar a bicicleta como um modal na cidade. “As mudanças trazem modernidade e facilidade para os usuários. O sistema pode ser usado para o lazer e no dia a dia das pessoas. Os nossos atrativos turísticos, como Paço do Frevo e o Cais do Sertão, além do todo o Bairro do Recife, são beneficiados com diversas estações. O Bike PE cria uma nova forma de conhecer e contemplar a cidade”, afirmou. A implantação do sistema ocorrerá em quatro etapas entre setembro e dezembro de 2017. A cada mês serão instaladas 20 novas estações com 200 bicicletas. A previsão é que até o final do ano estejam disponíveis 80 estações e 800 bikes. Uma das novidades apresentadas é a possibilidade do usuário não cadastrado no sistema comprar o passe diretamente nos totens de atendimento, ou seja, sem necessidade de cadastro prévio no site do Bike PE. Esse modelo é ideal para turistas e pessoas que estão de passagem pela cidade. Cerca de 30% das estações oferecerão esse diferencial, todas distribuídas em pontos estratégicos do Recife. Além de todas as mudanças estruturais, outra novidade é que as estações poderão homenagear personalidades. A primeira inaugurada hoje, levará o nome do ex-secretário da Prefeitura do Recife, Camilo Simões. A notícia foi anunciada pelo secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras. “Batizamos essa primeira estação com o nome de Camilo Simões, que era um jovem muito ligado a questão da mobilidade e o uso da bicicleta como meio de transporte para os recifenses e pernambucanos”, lembrou. Para aproveitar, a pessoa pode se cadastrar no site do projeto (www.bikeitau.com.br), no aplicativo Bike Itaú, nas estações com totem de autoatendimento ou na sede física, de acordo com a modalidade de utilização. É possível adquirir passes por dia, por mês e por ano com valores de R$ 8 (diário), R$ 15 (3 dias), R$ 20 (mensal) e R$ 160 (anual). Há ainda a possibilidade de fazer viagens gratuitas, durante todo o dia, dependendo do tempo de uso. “Visitamos mais de oito cidades no mundo com sistemas de bike sharing para inaugurar esse novo sistema. Acreditamos que esta é uma iniciativa que melhora o mundo”, disse a Luciana Nicola, Superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco. Rede cicloviária – O Recife está ganhando mais duas ciclofaixas em Jardim São Paulo e Santo Amaro. Elas vão compor a Rede Cicloviária Complementar, que está sendo implantada pela Prefeitura do Recife em consonância com o Plano Diretor Cicloviário da RMR (PDC/RMR). Com isso, a cidade vai ganhar mais 4,7 quilômetros de rotas exclusivas para ciclistas, alcançando a marca de 51,4 quilômetros de rotas existentes, sendo 27,3 (53%) implantados desde 2013. Em Jardim São Paulo, nova ciclofaixa vai se conectar com a Rota Tiradentes à Praça Jardim São Paulo. O trabalho de sinalização já foi iniciado e devem ser concluídos até o dia 15 de setembro. (PCR)

Recife é a primeira cidade do Brasil a receber o novo Bike PE Read More »

Roberto Harrop registra 75 aves de Aldeia em livro

Dizem que a câmera fotográfica é o segundo olho do ser humano, pois ela consegue captar momentos e guardá-los na memória por meio da imagem. Foi pensando nisso que o cientista social e pesquisador de mercado Roberto Harrop começou a registrar os pássaros que existiam na sua casa de campo, em Aldeia, aonde ele geralmente vai nos fins de semana e feriados. A paixão pela fotografia do ornitófilo, como ele costuma se autodeclarar, fez com que após fotografar 75 espécies, produzisse Aves de Aldeia, um manual para os aficionados pelos animais e estudiosos da área. A casa, que possui há 20 anos no Bosque Águas de Aldeia, está localizada num território que contém grande variedade de pássaros, alguns típicos do Nordeste. Neste recanto, Harrop contabilizou 92 espécies de aves, além de outros animais como capivara, bicho preguiça, esquilo, cobra e morcego. “Costumo acordar bem cedo, pego minhas máquinas, quando o tempo está bom, e vou dando minha volta pelo condomínio que tem 50 hectares. Fico atento a qualquer movimento e quando percebo uma ave que não registrei capricho na foto”, relata. A ideia de fotografar passarinhos surgiu há cerca de 10 anos, quando Harrop passou a perceber que bastava colocar pedaço de fruta num local para atrair os pássaros “Eram de diferentes cores e tamanhos. Todos muitos lindos. Foi então que decidi comprar uma máquina fotográfica e passei a fotografá-los”, recorda. Depois de um bom tempo reunindo um acervo com imagens dos animais, o observador de aves decidiu que era hora de publicar o seu trabalho. “Utilizo as redes sociais para divulgar as fotos que tiro e meus amigos ao vê-las ficavam pedindo para reuni-las num livro contendo esse material Foi então que, após insistirem bastante, busquei patrocínio para fazer o lançamento”, destaca. Aves de Aldeia será lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e possui além de fotos, glossário e duas apresentações, uma de Harrop e outra do ornitólogo Glauco Pereira, que organizou a nomenclatura e descrição sumária das espécies. “O livro servirá para os moradores de Aldeia, que poderão fazer consultas de espécies que habitam aquela região, para os observadores de aves, que terão mais um documento para ajudar nos registros, e também para estudantes, pesquisadores, pessoas interessadas em fotografia e defensores de animais”, explica. As fotos dos pássaros virão acompanhadas do nome popular, do nome científico e agrupados por família e tamanho. O livro também vai abordar a história de Aldeia e a necessidade de proteção e conservação do local. A obra ainda conta com a participação do engenheiro e ornitólogo Johan Dalgas Frisch, que desenvolve projetos importantes com estudos de pássaros e autor de livros, como Aves brasileiras e plantas que as atraem. Harrop conta que quando tinha dúvidas a respeito de algumas espécies sempre recorria aos livros de Dalgas. “Comecei a registrar os pássaros em 2007, quando foi em 2008, entrei em contato com ele para tentar identificar uma ave. Sempre conversávamos. Até que Johan resolveu me presentear com o seu livro”, recorda o cientista social. Com grande afinidade e interesses em comum, os dois apaixonados pela ornitologia foram estreitando a relação. Até que ao decidir fazer o livro, Harrop solicitou a Dalgas que escrevesse um testemunho para colocar em uma das páginas. Mas, em vez disso, enviou o prefácio do seu livro. “Para mim foi algo inesperado”, ressalta Harrop, que garante que a fotografia é um apenas passatempo. “É uma maneira de caminhar e fazer exercício físico. Vou andando pelo condomínio e registrando as desavenças, a disputa pela comida e de território entre os animais”, justifica. Entretanto, o cientista social acredita que o livro Aves de Aldeia é de grande contribuição para a ornitologia brasileira. Embora não exista comprovação científica, Harrop tem observado que algumas espécies que fotografou, como o Pintor-verdadeiro (Tangara fastuosa), uma ave de penugem azul, que habita a região onde mora, vem frequentando cada vez menos a mata.“O livro servirá para eternizar os momentos fotografados por mim”, sintetiza. Aves de Aldeia será lançado em outubro na livraria Jaqueira, no Recife, e em Aldeia, na Galeria Boulevard. A data, até o final do fechamento desta edição, ainda não estava confirmada.

Roberto Harrop registra 75 aves de Aldeia em livro Read More »

Transformação digital: 6 modelos de negócios mais adotados (por Bruno Queiroz)

A transformação digital vem mudando os mercados com muita velocidade, mas nem sempre é fácil entender como funciona na prática. Para facilitar esse entendimento, preparamos um guia dos modelos de negócios mais usados atualmente no mundo digital: 1. Grátis – Como o próprio nome diz, o cliente não precisa pagar. Contudo, as informações pessoais dos usuários servem de base para a oferta de anúncios publicitários. É o modelo mais usado na internet atualmente. É o preferido dos buscadores (Google) e das redes sociais (Facebook, Instagram). 2. Assinatura – O modelo oferece produtos e serviços por meio de um pagamento mensal. Normalmente, possui diversos tipos de planos que vão dando acesso às funcionalidades avançadas. A tendência é que esse seja o modelo de maior crescimento por ser bastante lucrativo. Serviços de streaming de vídeo (Netflix) são os que mais usam a assinatura. 3. Freemium – É a união do modelo grátis com o modelo de assinatura. Funcionalidades básicas são oferecidas gratuitamente. Funcionalidades avançadas são cobradas. Esse modelo permite receita com assinatura mensal, venda de dados e de publicidade. É usado, por exemplo, pelos serviços de áudio (Spotify) e compartilhamento de arquivos (iCloud). 4. Demanda – Só paga quando usa. Operado da maneira correta, é um dos modelos mais disruptivos, por entregar normalmente um serviço inovador por um preço baixo. É também um dos que oferecem maior risco, devido à imprevisibilidade entre demanda e oferta. O Uber é a empresa que tornou esse modelo mais conhecido. 5. Marketplace – É uma plataforma que serve como vitrine e estabelece um contato direto entre vendedores e compradores, facilitando as transações e lucrando por meio de comissões em cada venda. O Mercado Livre é a empresa que mais simboliza esse tipo de modelo, que vem sendo adotado também por lojas de e-commerce, como Americanas.com. 6. Compartilhamento – Nesse modelo, uma parte oferece algo de sua propriedade durante tempo limitado à outra parte, que também é conhecida como economia compartilhada. O Airbnb, que permite o aluguel de quartos em casas e apartamentos, é a empresa símbolo desse modelo. Atualmente, é o mais novo e mais inovador dos modelos. 7. Ecossistema – Normalmente, é caracterizado por um sistema principal, que possui vários outros pequenos sistemas, como os aplicativos. Este é o modelo usado pelo Google, pela Microsoft e pela Apple, que criaram uma grande variedade de produtos e serviços interligados à sua rede, como o Android, o Windows e o IOS. É o mais antigo dos modelos e continua sendo muito lucrativo, mas também muito criticado por gerar uma “dependência” nos seus usuários.

Transformação digital: 6 modelos de negócios mais adotados (por Bruno Queiroz) Read More »

Conexão com a Holanda para inspirar novos negócios

O projeto Nave pretende reduzir a distância entre as empresas pernambucanas e holandesas. O caminho para promover essa aproximação é levar executivos ou diretores de corporações do Estado para uma imersão de seis dias no país europeu para participação da Dutch Design Week (uma das mais relevantes feiras de design do continente). Outro objetivo é criar um network entre as organizações dos dois países. A iniciativa é da empresa pernambucana Orbe e da holandesa Borda, com apoio do Consulado da Holanda, do Porto Digital e do Porto Mídia. A proposta do projeto, de acordo com o diretor da Orbe, Cézar Cavalcanti, é de levar para o evento organizações de Pernambuco que investem em inovação para buscar inspiração para os desafios de competitividade e gerar conexões com as corporações holandesas. Ele ressalta que o público-alvo da missão empresarial é bastante amplo, pois o conceito de design abordado no evento não é tão restrito como é associado no Brasil. “No Recife esse mercado está muito restrito a quem faz comunicação. Mas a feira tem uma abordagem mais abrangente, que é de buscar soluções para negócios e para a gestão das empresas a partir do design”. De acordo com os organizadores da missão, a Dutch Design Week é uma feira que trabalha inovação, inclusive, no seu campo mais conceitual. “Além de apresentar inovações que podem ser aplicadas hoje, como uma série de experiências sobre cidades inteligentes, o evento discute tendências tecnológicas, sociais, urbanísticas, entre outros assuntos. Um dos temas, por exemplo, será a forma como vamos nos alimentar no futuro”, explica Cézar. A cidade de Eindhoven, que receberá a Dutch Design Week, é também a sede da Philips, que é uma das empresas globais referência em inovação. Esse reconhecimento, aliás, é o que levou o Consulado dos Países Baixos a apoiar a iniciativa. “A Holanda é muito conhecida por seus pintores, museus e pelas tulipas. Mas essa iniciativa ajuda a consolidar a imagem da País como player internacional inovador. Hoje somos muito fortes em tecnologia, inovação e design”, afirma o cônsul Hugo Hunijk. Além de conhecer as soluções inovadoras de design da Dutch Design Week, o projeto prevê um trabalho de consultoria com as empresas participantes para maximizar o aproveitamento das oportunidades de negócios com o país europeu. “Pretendemos envolver os times de inovação e de novos negócios das empresas participantes num processo de mapeamento dos desafios da organização. A proposta é construir um diário de bordo e ir coletando os insights que surgirem ao longo da feira, tanto de negócios como de práticas de tecnologia e processos”, afirma Cézar. Mais informações: cezar@orbelab.com | (81) 98132.8723

Conexão com a Holanda para inspirar novos negócios Read More »

Não formalize demais a empresa familiar

Existe circulando por aí uma espécie de “receita de bolo” sobre como deve ser formalizada uma empresa familiar com procedimentos mandatórios do tipo: “retire os familiares”, “contrate gestores do mercado”, “crie um conselho administrativo”, “implante uma rígida governança” etc… Acontece que essa receita pode até dar certo com empresas de grande porte, aquelas que já ultrapassaram a fase heroica da luta pela sobrevivência e pela consolidação. Todavia, em se tratando de empresas de médio e pequeno porte, como são a grande maioria das empresas familiares pernambucanas, formalizar demais por conta de receitas de livro ou de manuais de “boas práticas” remete ao sério risco de engessamento em ambientes geralmente competitivos em demasia, em especial durante momentos de crise do tipo que sofremos e que já dura três anos. O fundamental, em qualquer circunstância, é a profissionalização que não rima com excesso de formalização. Profissionalizar é privilegiar a competência e a aptidão para a ocupação de cargos-chave da empresa. É ter rigor com os gastos. É ter uma estratégia bem elaborada e discutida com os gestores. É prestar contas a todas as partes interessadas. É não deixar que os interesses familiares se sobreponham aos interesses e necessidades da empresa. Dependendo do caso, ir além disso, em termos de formalização, pode ser demasiado e contraproducente. Criar, por exemplo, um “conselho de administração” formal como 10 entre 10 receitas prontas recomendam, pode simplesmente fazer a diferença entre o engessamento e a flexibilidade necessária para fazer frente ao ambiente competitivo da empresa. Se for preciso ou recomendável um conselho, ele deve ter mais caráter consultivo do que deliberativo, menos formal e mais facilitador do desempenho. Pode até mesmo ser um conselho familiar para ajudar na implantação da profissionalização requerida, tornando-se, pela prática, o embrião de um conselho mais formal à frente. Todo cuidado deve ser tomado, portanto, com as orientações excessivamente formalistas. São baseadas em padrões de outros lugares e não consideram as realidades particulares. No que que diz respeito a organizações, na maioria das vezes, as receitas prontas são contraproducentes. Cada caso, tende a ser um caso diferente que precisa ser tratado à luz da experiência, mas longe do formalismo empobrecedor. Empresa Familiar robusta e longeva. O que fazer para reforçar a competitividade da empresa familiar ao longo do tempo. Esse será o tema do evento promovido pela TGI no dia 20 de outubro. Inscrições abertas em: www.tgi.com.br/eventoempresafamiliar

Não formalize demais a empresa familiar Read More »

12 concursos com salários de até R$ 27,5 mil em Pernambuco

Quatro novos concursos e seleções públicas com vagas em Pernambuco foram anunciados na última semana: Perpart, Prefeitura de Ibirajuba, Prefeitura de Taquaritinga do Norte e o TRF 5ª Região. Ao todo são 12 editais com inscrições abertas no Estado. O salário mais alto em disputa é de R$ 27.500, para juiz substituto do TRF. Alguns editais tem inscrição se encerrando hoje (11/09). Confira abaixo o quadro de vagas e as informações referentes às inscrições e salários de cada seleção. Pernambuco Participações e Investimentos S/A (PERPART) Vagas: 60 Oportunidades: Advogado (15), assistente social (15), engenheiro cartógrafo (1), arquiteto (1), analista de Gestão da Informação (3), analista de Arquivo e Escrituração (2), fiscal de Topografia (8), auxiliar operacional (6), atendente (3), cadista (3) e técnico em gestão da Informação (3). Inscrições: Até o dia 27 de setembro. Os candidatos devem preencher o formulário no link a seguir: http://www.perpart.pe.gov.br (após o preenchimento, encaminhá-lo, junto com os documentos exigidos, à Comissão Executora do processo seletivo). Salários: De R$ 937 e R$ 4.590 Confira o edital:  Edital do Perpart Prefeitura de Ibirajuba Vagas: 142 Oportunidades: Agente comunitário de saúde, agente de vigilância sanitária, agente de endemias, auxiliar de farmácia, Eletricista Predial, Técnico Agrícola, Técnico em Enfermagem Plantonista, Agente Social, Assessor Técnico de Controle Interno, Assistente administrativo, Assistente Social, Contador, Enfermeiro Plantonista, Médico Auditor, Médico Ambulatório, Médico Plantonista, Nutricionista, Procurador Municipal, Psicólogo, Professor Ensino Fundamental I, Ciências, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Educação Física, entre outras. Inscrições: Até o dia 10 de outubro, pelo site da www.consulpam.com.br Salários: Entre R$ 937,00 e R$ 2.500 Confira o edital: Edital da Prefeitura de Ibirajuba Prefeitura de Taquaritinga do Norte Vagas: 23 Oportunidades:  Assistente Social, Psicologo, Coordenador do Programa de Erradicação do Trabalho – PETI (ensino superior nas áreas de serviço social, psicologia ou pedagogia), Visitador do Programa Criança Feliz, Cadastrador/ Entrevistador do Bolsa Família, Facilitadores de Oficina de (Esporte – Futebol, Danças Multiculturais, Dança – Ballet, Artesanato, Capoeira e Informática). Inscrições: Até o dia 11 de setembro, na sede da Secretaria Municipal de Ação Social (rua Raul de Souza Amaral, até às 12h30). Salários: Entre R$ 1.000 e R$ 1.900 Confira o edital: Edital de Taquaritinga do Norte TRF 5ª Região Vagas: 20 Oportunidades: Juiz Federal Substituto Inscrições: Até o dia 26 de setembro, no site da Cebraspe: www.cespe.unb.br/concursos/trf5_17_juiz Salários: R$ 27.500,17 Confira o edital: Concurso do TRF 5ª Região Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf): Vagas: 41 Oportunidades: Para professores Adjunto, Assistente e Auxiliar, para trabalhar nos campi localizados em Petrolina, São Raimundo Nonato (PI), Juazeiro(BA) e Paulo Afonso (BA). As vagas são nas seguintes áreas de docência: Administração Geral e Operações, Arqueologia, Bioarqueologia, Ciência Política, Didática da Educação Física, Engenharia Agrícola, Engenharia Financeira, Estradas e Transportes, Handebol, Gestão e Organização de Eventos Esportivos, Metabolismo Animal/Tecnologia de Produtos de Origem Animal, Pneumologia, Química Analítica, Sistemas de Energia, Teorias da Arte Moderna e Contemporânea, Urgência Médica, Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular, Ginecologia e Obstetrícia, Hematologia, Infectologia, Medicina de Família e Comunidade, Morfologia Humana, Neurologia, Nutrição, Oftalmologia, Oncologia, Pediatria, Psiquiatria, Reumatologia e Semiologia Inscrições: Até o dia 15 de setembro no seguinte endereço eletrônico: www.concurso.univasf.edu.br Salários: Entre R$ 2.426 e R$ 9.585,67 Confira o edital: Edital 1 e Edital 2 Prefeitura de Correntes Vagas: 104 Oportunidades: Médico – SMS, Médico Ambulatorial– SMA, Médico Plantonista – SMP, Assistente social, auxiliar administrativo, auxiliar de enfermagem, auxiliar de serviços educacionais, assistente administrativo educacional, bioquímico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, guarda municipal, motorista, motorista escolar educacional, nutricionista, odontólogo, operador de máquinas pesadas, professor do ensino fundamental, psicólogo e vigia. Inscrições: Até o dia 1º de outubro, pela internet, no endereço eletrônico www.funvapi.com.br Salários: De R$ 937 até R$ 2.200 Confira o edital: Concurso de Correntes Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI) Vagas: 20 Oportunidades: Arquiteto de Software, Analista de Negócios, Administrador de Dados, Testador/Analista de Qualidade de Software, Desenvolvedor Mobile, Desenvolvedor, Analista de Infraestrutura em Datacenter, Analista de Infraestrutura de Redes, e Desenvolvedor de Front-end/Web Designer. Inscrições: Até 11 de setembro de 2017, via SEDEX ou presencialmente na própria ATI (na Gerência De Gestão de Pessoas, localizada na Av. Rio Capibaribe, 147 – São José/Recife – CEP: 50.020-080). Salários: Entre R$ 3.500 mil e R$ 5.500 Confira o edital: Diário Oficial de Pernambuco (Poder Executivo, edição 26 de agosto de 2017, página 5) Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco Vagas: 5 Oportunidades: Para função de calculista (candidatos devem ter graduação de nível superior completo em qualquer área e possuir experiência profissional de pelo menos um ano). Inscrições: Até o dia 15 de setembro, via Sedex, com aviso de recebimento ou presencialmente (Rua do Sol, nº 143, CEP 50.010-470, bairro de Santo Antônio, Recife – Sobreloja). Salários: R$ 3.300 Confira o edital: Diário Oficial de Pernambuco (Poder Executivo, edição 26 de agosto de 2017, página 10)   Prefeitura de Calçado Vagas: 117 Oportunidades: Agente de controle interno, agente administrativo, auxiliar de saúde bucal, médico plantonista, médico ambulatorista, médico veterinário, enfermeiro, odontólogo, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, assistente social, farmacêutico, professores, secretário escolar, agente de endemias, agente de consultório dentário, técnico em enfermagem, Recepcionista Hospitalar, Assistente Administrativo Educacional, Auxiliar de Serviços Educacionais, Auxiliar de Serviços Gerais, Lavadeira Hospitalar, Eletricista, Guarda Municipal, Motorista, Coveiro, Copeira Hospitalar, Cozinheiro Hospitalar e Auxiliar de Sala de Parto Inscrições: Até o dia 30 de setembro, pela internet, através da página da Prefeitura de Calçado (www.calcado.pe.gov.br) ou no site Instituto ADM&TEC (www.admtec.org.br). Confira o edital: Edital Pref. Calçados Secretaria de Saúde de Pernambuco Vagas: 45 Oportunidades: Para atuar no Serviço de Verificação de óbito (SVO, em Caruaru e Recife) e na Vigilância Epidemológica Hospitalar, na Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (SEVS), para as funções de apoiador sanitarista, apoiador do sistema de informação em saúde, apoiador enfermeiro sanitarista, apoiador enfermeiro, apoiador codificador de cauda básica do óbito e apoiador auxiliar de necropsia. Salários: R$ 3.720 Inscrições: Até o dia 13 de setembro, via sedex, com aviso de recebimento (AR), encaminhadas à Vigilância em Saúde ou em lugares presenciais indicados no edital. Confira o edital: www.cepe.com.br (Diário Oficial de Pernambuco, dia 24 de agosto, página 6) Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho Vagas: 2.242 Oportunidades: nas áreas de educação, saúde, defesa social, planejamento e meio Ambiente, programas sociais e para a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do

12 concursos com salários de até R$ 27,5 mil em Pernambuco Read More »

Os novos talentos da música pernambucana

Se você quiser criar uma playlist para ouvir só música pernambucana não faltarão opções de qualidade. Os ritmos e composições que já embalaram o País pela sanfona de Luiz Gonzaga ou pelo mix de sons do manguebeat seguem em destaque no cenário nacional. Em dias em que o sertanejo universitário toma quase todo o espaço da mídia brasileira, é no Estado que estão surgindo novos nomes da MPB, do forró pé-de-serra e do rock. Os críticos ressaltam a qualidade e diversidade da produção, que já eram características de músicos consagrados como Alceu Valença e Lenine, também estão presente no trabalho da nova geração. Os novos nomes da música pernambucana já despontaram em grandes prêmios e festivais nacionais. Na lista dos vencedores do Prêmio da Música Brasileira deste ano, lá estava Zé Manoel, que ganhou na categoria álbum especial. Em 2015, foi Johnny Hooker quem levou o troféu de melhor cantor na categoria canção popular. Ayrton Montarroyos ficou em segundo lugar no The Voice, em dezembro de 2015, antes já havia sido indicado ao Grammy Latino. A banda Fulô de Mandacaru foi campeã do SuperStar 2016. Uma série de reconhecimentos que vão atestando a qualidade do trabalho da música local. Para o jornalista e crítico musical José Teles, a atual safra de talentos é caracterizada pela diversidade. “É tanta gente fazendo música que não podemos dizer que há uma linha pernambucana. Nos últimos 25 anos, depois do manguebeat, nunca houve um tempo de ter poucas produções. Temos muitos estúdios e músicos de qualidade”. Teles compara a importância para o Recife do movimento encabeçado por Chico Science, no início da década de 90, com o movimento dos Beatles para Liverpool. “De repente surgiram um monte de bandas em Liverpool e até hoje a cidade continua sendo um centro musical importante. O mesmo aconteceu com o manguebeat. Foi criado um mercado interno para a música pernambucana que não existia desde a década de 70, quando a indústria cultural aqui era relevante, com as TVs e rádios muito fortes e com a atividade da gravadora Rozenblit”. Da nova geração, o crítico destaca como grande expoente o cantor e compositor Zé Manoel, descreve Ayrton Montarroyos como um grande cantor e de personalidade muito forte e aponta Juliano Holanda como maestro da atual cena musical. Entre as vozes femininas pernambucanas ele ressalta Isadora Melo, Ylana Queiroga e Elayne Bione. “Há ainda projetos de qualidade como os de samba, no Morro da Conceição, e o do chamado forró pé-de-serra, que concentra aqui as melhores produções do Nordeste”. O diretor e roteirista João Falcão é um dos fãs dessa produção cultural. “Fico impressionado com a qualidade, quantidade e diversidade da produção local. É um momento muito especial da música pernambucana. O País está começando agora a descobrir esses trabalhos, que chegam primeiro em São Paulo”. Falcão valoriza ainda a nova geração de compositores do Estado. “Em breve teremos artistas de diversos lugares gravando os compositores pernambucanos”, prevê. Ele está dirigindo o musical Dorinha, meu amor, estrelado por Isadora Melo, uma das maiores promessas da nova geração de cantoras pernambucanas. Ela lançou recentemente o seu primeiro disco, Vestuário. Neste ano ela fez a abertura do Festival de Inverno de Garanhuns e circulou bastante no Estado com o álbum. Neste semestre, além da realização do espetáculo, estão nos planos da cantora levar seu show para outras regiões do País. “Esse novo momento da música pernambucana é marcado pela força da canção mais pura. É a volta a esse modelo de concepção: um violão e uma mensagem, que há um tempo não era valorizado”, avalia a intérprete. Essa característica ressaltada por Isadora tem relação com o estilo dos músicos, mas também pelos espaços nos quais se apresentam. O caminho trilhado pela maioria deles é o das casas menores, onde estão mais próximos das pessoas. “Antes havia no Estado uma política pública que privilegiava espaços maiores e grandes públicos. Hoje em dia, seguimos por uma outra diretriz. Se é para tocar em lugares menores a letra e melodia têm papel muito mais importante. É o momento da música-artesanato. Saindo de uma produção industrial para uma produção artesanal mesmo. Há um cuidado, como de uma joalheria. Isso está se modificando porque o público está muito perto do artista e da sua música”, destaca Juliano Holanda. O primeiro disco de Holanda, A Arte de Ser Invisível, lançado em 2013, é apontado como um dos marcos dessa cena musical. O músico tem uma atuação bastante transversal como letrista, arranjador, produtor musical e instrumentista de várias produções pernambucanas, como da Banda Marsa, Almério, Thiago Martins, Jr Black e Isadora Melo. Os novos nomes estão também atravessando as fronteiras do Estado, principalmente para São Paulo. Esse foi o caminho trilhado por Zé Manoel, há pouco mais de um ano. “Essa trajetória foi muito importante. Abriram-se novas oportunidades a partir de toda movimentação daqui, que concentra muito da cultura de todo o Brasil”, relata o cantor. Nesse período na capital paulista, ele gravou o álbum Delírio de um romance a céu aberto, que contou com diversos intérpretes de peso nacional, como Fafá de Belém, Ana Carolina e Elba Ramalho. Um ponto alto também desse trabalho foi o show que aconteceu no Teatro Itália, em junho, sob direção do badalado Paulo Borges e vai virar um DVD. Para Zé Manoel, a efervescência cultural pernambucana é reconhecida por onde ele passa. “É um Estado especial. Sempre que se fala que é pernambucano, dá um brilho nos olhos das pessoas. Pernambuco é muito rico em manifestações populares e com uma pluralidade muito grande. Chegamos neste lugar de reconhecimento pela construção feita desde Luiz Gonzaga até os dias de hoje”. Com disco recém-lançado, outro expoente pernambucano que está ganhando espaço entre os ouvintes do Sudeste é Ayrton Montarroyos. No primeiro semestre do ano, ele começou uma turnê que teve início no Rio de Janeiro e está em São Paulo. “Estou num momento muito interessante, tendo a sorte de lançar o primeiro disco com as pessoas já sabendo quem eu sou. Nunca

Os novos talentos da música pernambucana Read More »

Brasil e China fecham parceria de tecnologia de produção de biocombustível

A cooperação em biotecnologia e agricultura, a colaboração no desenvolvimento de nanotecnologia e a criação de novos laboratórios e plataformas conjuntas foram alguns dos temas discutidos, na última terça-feira (5), na IV Reunião da Subcomissão de Ciência, Tecnologia & Inovação (CT&I) da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília. No encontro, Brasil e China discutiram monitoramento das ações planejadas e firmaram acordo para a utilização de nova tecnologia de produção de biodiesel. A empresa chinesa Biostar Company vai adquirir 80% das ações da usina brasileira Biopar – Produção de Biodiesel Parecis Ltda, localizada no estado do Mato Grosso, que passará a se chamar New Biopar. O investimento de R$ 880 mil dará a oportunidade dos chineses produzirem biodiesel, que será vendido para o mercado interno. O Itamaraty espera que a aplicação da nova tecnologia possa contribuir com a concretização do compromisso firmado pelo Brasil, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima, a Cop 21. O país concordou em aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética brasileira para aproximadamente 18% até 2030, expandindo o consumo de biocombustíveis. A nova tecnologia de produção é baseada na catalise heterogênea e enzimática e no craqueamento do óleo vegetal. Essa nova rota de produção é parte de convênio, estabelecido a partir das discussões da subcomissão, em 2009, entre a Universidade de Tsinghua, em Pequim, e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que criaram o Centro China – Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia. Desenvolvida na China, essa forma de obtenção do biocombustível foi objeto de uma experiência piloto no Coppe, onde se provou sua viabilidade comercial. Com o acordo firmado, a cooperação avança do campo da pesquisa para o da transferência de tecnologia. Acompanhamento A Cosban foi instituída em maio de 2004 e, até hoje, quatro reuniões da subcomissão que trata de ciência e tecnologia foram realizadas. Nesta última, Brasil e China decidiram criar um secretariado permanente da comissão, a fim de acompanhar a execução das ações conjuntas. O secretariado terá reuniões trimestrais para fazer o acompanhamento de prazos e metas das iniciativas no nível técnico. Semestralmente, autoridades dos dois países discutirão as políticas. Na reunião de hoje, a delegação brasileira foi chefiada pelo subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador José Antônio Marcondes Carvalho. Já a delegação chinesa contou com a presença do vice-ministro da Ciência e Tecnologia, Xu Nanping. A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2016, o intercâmbio bilateral alcançou US$ 58,5 bilhões. (Agência Brasil)

Brasil e China fecham parceria de tecnologia de produção de biocombustível Read More »