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Recife ganha Clínica de Reabilitação e Cuidados Paliativos

Com uma proposta de cuidado integral de pacientes e seus familiares, em suas dimensões física, psicológica, espiritual e social, chega no Recife a Clínica Florence. A clínica de transição especializada no tratamento de pacientes em Reabilitação e Cuidados Paliativos dá início a suas operações na cidade no mês de dezembro. O espaço fica localizadao no bairro das Graças, no Pátio Rui Barbosa, com 76 leitos. Essa é a primeira unidade da Florence fora de Salvador (BA), o que dá início a sua expansão para outras capitais do Nordeste brasileiro. A clínica conta com uma equipe médica e de enfermagem 24 horas por dia, os sete dias da semana. Os médicos diaristas de diversas especialidades possuem formação em terapia intensiva (cuidados pós-agudos), geriatria, clínica médica ou cuidados paliativos. A coordenação médica da Unidade da Florence em Recife é da Dra. Lívia Interaminense, geriatra e paliativista. Também há uma equipe interdisciplinar composta por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, nutricionistas, farmacêuticos, serviço social e de psicologia. “Ao longo dos últimos quatro anos, a Florence tem impactado a qualidade de vida de muitos pacientes e familiares, sendo motivo de orgulho para o seguimento de saúde na Bahia. Neste contexto, nossa aspiração de crescimento se torna um dever, uma obrigação de levar o Jeito Florence para mais pessoas”, afirma Dr. Lucas Andrade, médico, idealizador e CEO da Clínica Florence. “A chegada em Recife é motivo de grande entusiasmo. É um sonho nascido ainda no primeiro ano, quando constatamos o impacto que podemos ter na vida de pacientes e familiares nos momentos mais delicados”, complementa. A Florence atende pacientes, em sua maioria procedentes de hospitais gerais, com indicação de cuidados multidisciplinares complexos, com intuito de reabilitação intensiva (funcional e adequação de cuidados), redução da complexidade dos cuidados, capacitação de familiares e controle de sintomas em todas as suas dimensões. A estrutura física foi construída oferecendo uma acessibilidade completa, com banheiros amplos e adaptados, janelas baixas e corrimões duplos, corredores, portas e elevador que possibilitam o acesso dos pacientes cadeirantes ou acamados. Os 76 quartos são privativos, com iluminação e ventilação naturais e possibilidade de customização através de mural de fotos e desenhos. A Florence atende os principais convênios do país e de forma particular. Com investimentos de mais de R$ 20 milhões, o empreendimento vai gerar cerca de 250 empregos diretos. Para conhecer mais sobre a Clínica e conferir as vagas de emprego disponíveis, os interessados devem acessar o site www.clinicaflorence.com.br.

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“Se todos estiverem vacinados e sem sintomas, pode-se tirar a máscara nos pequenos grupos familiares no Natal”

Após quase dois anos de pandemia e com o avanço da vacinação, o que se pode ou não fazer para evitar o contágio da Covid? Como se comportar nas reuniões familiares de fim de ano? E nas viagens de avião? Para esclarecer essas dúvidas, Cláudia Santos conversou com a infectologista Millena Pinheiro, supervisora médica da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Português. A especialista também comenta o que se sabe até agora sobre a nova variante Ômicron, analisa o ressurgimento de casos e mortes pelo coronavírus na Europa e ressalta que os casos da doença que chegam hoje ao hospital são, em sua maioria, mais brandos. “As formas, mesmo as graves, estão ficando mais leves, por causa da vacina. E sempre que alguém se interna e é grave, é uma pessoa que não se vacinou”. Como a senhora analisa o cenário da Covid no Brasil e em Pernambuco? Em Pernambuco, estamos numa estabilidade de casos graves, agudos, leves e também de óbitos. Há uma quantidade baixa de casos, que não deixam de surgir, mas não estão acarretando sobrecarga aos hospitais. Mas existe o viés de que testamos menos que os países da Europa, porém, se há vírus circulando, ele deve ser responsável por casos muito leves ou assintomáticos que não estão chegando ao sistema de saúde. Temos quase 74% da população de Pernambuco vacinada (dado referente ao dia 29/11), então, provavelmente, isso seja um bloqueio para a disseminação do vírus. Acho que o Brasil vem acompanhando a mesma média. Muitos Estados estão liberando a circulação de pessoas. Essa é a grande questão do momento: o que vai acontecer com esse aumento de circulação de pessoas em ambientes fechados, como shows? Isso está causando uma grande polêmica, com as entidades se posicionando contra, como o Cremepe e o Sindicatos dos Médicos em Pernambuco. Diante desse novo momento da pandemia, o que se pode e não se pode fazer? O que se deve fazer: continuar usando máscaras, principalmente quando você sai de casa. Na sua residência, em reuniões familiares com um grupo pequeno de pessoas, estando todos vacinados, sem queixas ou sintomas, você pode tirar a máscara. Agora, num local onde você não conhece as pessoas, não sabe se elas estão vacinadas completamente, ou estão com algum sintoma, a melhor maneira de controlar essa situação é o uso de máscara. As pessoas devem se vacinar, oferecer ajuda, orientação para quem não se vacinou completamente, ponderar bastante o impacto que possa ter ao participar desses eventos divulgados na mídia: você tem grupo de risco em casa? Você está completamente vacinado? Esse show ou evento vai pedir comprovante de vacinação com pré-requisito para a entrada? Sei que as pessoas estão cansadas, muitas estão depressivas, querem voltar a ter um convívio social, porém chegamos até aqui e a nossa tendência é não regredir. Se a gente regredir, em alguma medida será um impacto ruim para todos. É um momento de muita precaução. Quais os cuidados que se deve tomar nos encontros de final de ano, como o Natal? Esse questionamento foi muito discutido no ano passado, quando estávamos com uma circulação maior do vírus, começando a subir o número de casos e, por isso, recomendamos que fossem feitos pequenos grupos, no máximo 10 pessoas, que estivessem sem sintomas, que preferencialmente se evitasse a presença de grupos de risco e idosos, mas caso estivessem presentes, tivessem distanciamento das demais pessoas. Todos deveriam usar máscaras, porque ainda não estávamos vacinados. Este ano o que pode mudar: agora que estamos vacinados, podemos aumentar o nosso grupo familiar que vai participar dessas reuniões para um pouco acima de 10 pessoas, e tirar a máscara, desde que todos estejam vacinados, sem sintoma, mas mantendo os cuidados de higienização das mãos. As crianças presentes devem estar bem de saúde, sem queixas. Às vezes, desconsideramos uma coriza, “é só o narizinho escorrendo”. Se tiver mesmo um sintoma leve, coriza, tosse mais persistente, espirro, elas devem evitar o contato com os idosos e pessoas do grupo de risco, porque as crianças abaixo de 12 anos não foram vacinadas. Os idosos devem, de preferência, ficar em ambientes mais ventilados. As pessoas podem se cumprimentar? Sim, mas, principalmente, idosos muito frágeis ou alguém que seja do grupo de risco, como um paciente oncológico, devem ser cumprimentados de uma forma mais distante ou passar álcool nas mãos antes de cumprimentá-los. Deve-se evitar falar muito próximo do outro, se for um idoso muito frágil ou um paciente em tratamento quimioterápico evitar beijar no rosto. Beije no ombro. O ideal é ficar próximo, mas sem precisar tocar. Leia a entrevista completa na edição 189.1 da Revista Algomais: assine.algomais.com

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Sicredi Recife neutraliza 100% das emissões de gases de efeito estufa

A Sicredi Recife neutralizou 100% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em 2020 e, neste ano, criou o Comitê de Sustentabilidade, que será responsável por contribuir com o pacto global, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Utilizamos como critérios de escolha projetos que tenham impactos sociais, ambientais e econômicos positivos. Deste modo, podemos valorizar a economia da região direcionada para o crescimento sustentável das pessoas, proporcionando não só o crescimento econômico, mas também o social e ambiental, gerando valor e impacto positivo na sociedade”, afirma Floriano Quintas, presidente da Sicredi Recife. Em Pernambuco, o apoio é realizado no ‘Projeto Buenos Aires’, situado no município de Buenos Aires. A iniciativa propõe a substituição de lenha nativa como combustível por biomassa renovável, em uma fábrica de cerâmicas. Essa é a segunda iniciativa com foco em neutralização de Gases de Efeito Estufa da Sicredi Recife. A aferição das emissões é realizada através do Inventário Sistêmicos de Emissões de GEE, publicado junto ao Programa Brasileiro GHG Protocole.

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O emocional das equipes no pós-pandemia

Com a pandemia da Covid-19, veio à tona uma nova realidade com fortes impactos emocionais com os quais não estávamos acostumados a lidar no nosso dia a dia: o medo constante da morte e da perda, o imprevisível indesejado, o sentimento de impotência diante de fatos fora do nosso controle. Tudo isso passou a habitar o nosso cotidiano, provocando num grande número de pessoas, de faixas etárias diversas, distúrbios de natureza emocional como ansiedades, crises de pânico, entre tantos outros. Neste momento em que as organizações traçam seus planos de retomada, o que necessariamente implicará em realizar adequações para enfrentar os desafios do chamado novo normal, é importante dar atenção a essas sequelas emocionais que poderão afetar com maior ou menor intensidade os integrantes de suas equipes. Um estudo da The School of Life – referência em ensino sobre inteligência emocional – feito em parceria com a Robert Half Talent Solutions – empresa de recrutamento especializado – entrevistou 491 profissionais em atividade de diferentes regiões do Brasil (296 líderes e 195 liderados), entre 15 de julho e 10 de agosto de 2021. Mapeou, entre outros aspectos, os principais impactos da pandemia na saúde mental dos participantes, tendo chegado aos seguintes resultados em relação a cada um dos grupos, considerando opções em múltipla escolha:  A relação dos impactos na saúde mental dos líderes é a seguinte: ansiedade (63,51%); estresse (47,64%); insônia (27,36%); burnout (distúrbio psíquico causado pela exaustão extrema) (19,59%); e depressão (9,80%).  Já entre os liderados aparecem: ansiedade (64,10%); desânimo (51,79%); estresse (46,15%); insônia (16,41%); depressão (10,26%); e burnout (8,72%). Considerando o total, somente 12,50% dos ocupantes de cargos de liderança e 7,69% dos liderados disseram não terem sido atingidos emocionalmente pela pandemia. O fato da ansiedade estar no topo da lista de efeitos negativos, segundo os analistas do estudo, é muito preocupante por ser a causa da “grande maioria dos nossos bloqueios mentais” e a “grande inimiga dos bons pensamentos”. De fato, a ansiedade, independentemente de sua origem pessoal ou ocupacional, pode afetar o rendimento de um profissional, dificultando sua interação com os colegas de trabalho, provocando a baixa autoestima, a queda da produtividade e outras consequências graves que prejudicam o desenvolvimento da sua função e da sua carreira, produzindo reflexos nos resultados da empresa como um todo. Essa relação de interdependência associada a outros índices resultantes do estudo, como o fato de que parte dos entrevistados (em torno de 15% nos dois grupos) assumirem que não cuidam pessoalmente de sua saúde mental e emocional, têm sido um aviso para que as empresas adotem iniciativas que atenuem tais problemas e suas consequências. A elevação dessas ocorrências de natureza emocional, ao lado das novas adaptações necessárias para o trabalho em home office, ou as exigências para a segurança do trabalho presencial, constitui um novo grande desafio para os gestores de equipes que precisam usar de forma competente a sua habilidade de lidar com pessoas e de administrar essas situações atípicas. As medidas facilitadoras podem ser de diversas naturezas, sempre com o objetivo de promover a reintegração, o engajamento, o reforço à comunicação, ficando atento, se necessário, à necessidade de ajuda profissional. *Fátima Guimarães é sócia da TGI Consultoria em Gestão

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Artistas pernambucanos participam do 1º Bazar 110 Volts

Com a intenção de movimentar a economia criativa no Centro do Recife, o Ateliê Rec Lab realiza o 1º Bazar 110 Volts, que ocorre no dia 11 de dezembro, das 10h às 22h. O bazar será realizado no térreo do Espaço Criadouro, um ecossistema de empreendimentos da cultura e da arte, localizado na Rua Ulhôa Cintra, 122, bairro de Santo Antônio. A entrada é gratuita. O evento reúne 50 artistas pernambucanos que irão expor obras autorais para vendas no valor simbólico de R$ 110, cada. “O bazar foi criado para que as pessoas tenham mais acesso aos trabalhos dos artistas, além de ser uma forma de fortalecer os profissionais no final de ano”, afirma Cajú, artista visual, grafiteiro e coordenador do Ateliê Rec Lab. O artista também idealiza o Bazar 110 Volts, inspirado em eventos vividos em outro estado brasileiro. O evento também abre um leque de opções para os visitantes, como o flash de tattoo organizado pelo Studio Arte Livre, que apoia o projeto junto ao Espaço Criadouro, gastronomia e a possibilidade de fazer networking profissional. Para marcar o encerramento da atividade, os visitantes poderão contar um setlist especial, que se estenderá até às 22h no galpão. SERVIÇO O quê? Bazar 110 Volts Quando? 11/12/2021 Quanto? Gratuito Onde? Espaço Criadouro (Endereço: Rua Ulhôa Cintra, 122, bairro Santo Antônio, Reife – PE – São duas ruas depois da Agência dos Correios na Av. Guararapes) Apoio: Espaço Criadouro e Studio Arte Livre Realização: Ateliê Rec Lab . LEIA TAMBÉM https://revista.algomais.com/videos/renascimento-do-edificio-douro

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Recife Outlet recebe evento que reúne amantes de carros esportivos

O Recife Outlet recebe neste domingo, no dia 5, a 9ª edição do PEEX, encontro de carros esportivos, a partir das 13h. Para a entrada no evento, os organizadores pedem aos expositores e admiradores que levem 2kg de alimento para arrecadação e doação. Além disso, é obrigatório o cumprimento dos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. O evento, criado em 2015, tem como objetivo reunir os apaixonados por carros e os proprietários deles em um domingo especial em um ambiente totalmente familiar. A edição de 2021 é a primeira após o retorno dos eventos e reunirá pessoas de todo o Nordeste. Já estão confirmados carros do estado da Paraíba e das cidades de Maceió e Natal.

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Expedição Voz dos Oceanos, da Família Schurmann, chega ao Recife

Com o objetivo de conscientizar as pessoas a respeito do lixo nos oceanos, especialmente os plásticos, e buscar soluções no país e no exterior para combater este problema, a expedição Voz dos Oceanos, liderada pela Família Schurmann com Natura Kaiak entre seus parceiros, terá sua próxima parada no Recife. Os navegadores irão registrar a condição atual dos mares para aumentar o engajamento do público para questões contemporâneas urgentes, como o descarte de resíduos e o consumo consciente. O Veleiro Sustentável Kat chega à Veneza Brasileira hoje (3) e ficará atracado no Cabanga Iate Clube até o dia 13 do mesmo mês. A expedição partiu de Balneário Camboriú (SC) no fim de agosto e, com o apoio global do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), os velejadores e demais tripulantes da embarcação envolvidos nessa missão de dois anos de duração passarão por 60 destinos nacionais e internacionais, entre Brasil e Nova Zelândia. O veleiro passará por diversas cidades brasileiras, dentre elas, o Recife. Comprometida com a conscientização sobre a importância de cuidar dos oceanos, Natura Kaiak está com a Família Schurmann nesta embarcação visando não apenas aumentar a visibilidade sobre consumo consciente, mas também mostrar que é possível fomentar a cadeia de reciclagem e evitar a produção de mais resíduos, que em grande parte, poluem as águas. “Sustentabilidade sempre foi um dos pilares da Natura e, dentre tantas marcas de prestígio, uma delas nasceu inspirada no movimento das águas, Kaiak. No ano em que a marca celebra 25 anos, Kaiak faz um convite para um olhar mais consciente sobre o lixo que geramos e o impacto dele em nossos oceanos. Sermos parceiros da expedição Voz dos Oceanos é um presente para Kaiak e para o planeta” afirma Fernanda Rol, diretora de marketing Brasil da Natura. Família Schürmann participa da 1a reunião de gestores ambientais do Litoral Norte Igarassu é um dos municípios contemplados para receber a família Schürmann. A prefeitura , através da secretaria de Meio Ambiente e outras pastas , irá apresentar as suas práticas de preservação e discutir pautas relacionadas ao tema. Além da visita a algumas escolas e programas do município, a família vai prestigiar a 1ª reunião de gestores ambientais do litoral norte, que será nesta segunda-feira (06) a partir das 14h. no Catamarã Beach Club , em Mangue Seco. Com apresentações culturais que farão abertura, o encontro terá o tema: “Os Oceanos Sem Plástico”, e propõe a assinatura de um pacto entre os municípios envolvidos , visando o comprometimento com as ações voltadas à preservação e conservação ambiental. A prefeita de Igarassu professora Elcione Ramos é a representante das cidades litorâneas do país pela Frente Nacional dos prefeitos —  FNP e será a anfitriã da família Schürmann e gestores da região.

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Feira da Literatura Infantil acontece até domingo

  Depois de quase dois anos de um hiato causado pela pandemia de Covid-19, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) retoma a realização de suas feiras presenciais e a primeira já começou e segue até domingo (5 de dezembro). É a 3ª Feira da Literatura Infantil (Flitin), que acontecerá nos jardins da Academia Pernambucana de Letras, bairro das Graças, oferecendo para a criançada uma programação totalmente gratuita com mais de trinta atrações, entre lançamentos de livros, oficinas artesanais, contações de histórias, cineminha, atividades recreativas, espetáculos teatrais e shows musicais. A Flitin funcionará das 9h às 20h, obedecendo a todos os protocolos sanitários estabelecidos pelo Governo do Estado. “A Flitin marca o início das feiras literárias presenciais da Cepe, dentro do Circuito Literário de Pernambuco, sempre caracterizando a ação de fomento do livro e da leitura que a empresa executa há sete anos. No ano passado, em decorrência da pandemia, as feiras presenciais foram suspensas, até que a melhoria das condições sanitárias permitisse o retorno dos eventos presenciais. A Flitin terá programação semelhante a de 2019, mas obedecendo a todas as medidas de precaução necessárias contra a transmissão da Covid-19″, enfatiza o diretor-presidente da Cepe, jornalista Ricardo Leitão. Entre as atrações da Flitin, destaque para os quatro lançamentos literários programados pela Cepe Editora: Xicaré contra o monstro do vaso, de Marcela e Artur Pandolfi; Contos com gigantes, de Carolina Becker; A biblioteca da Bia, de Viviane Ferreira Santiago – ambos vencedores do II Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil -, e Os pés nos quintais e os olhos no mundo: um menino chamado Paulo Freire, de Targelia de Souza Albuquerque, que apresenta para o público juvenil a história e o legado deixado pelo educador pernambucano, falecido aos 75 anos, em 1997. Com a ideia de desmistificar o desfralde, um dos grandes tormentos de pais e mães, a nefrologista pediátrica pernambucana Marcela Pandolfi decidiu escrever Xicaré, que aborda de maneira lúdica o momento certo para abandonar as fraldas. O livro conta com ilustrações da designer Deirdre Holanda. “Artur, meu filho mais novo, foi um grande incentivador do Xicaré. Ele estava terminando o seu desfralde noturno (aos 6 anos) quando começamos o projeto do livro. Ele ficou encantado com os personagens e se divertiu muito com os vídeos e brincadeiras que criamos”, conta a autora, que assina a obra em parceria do filho. Voltado para os mais graúdos, o livro Contos com Gigantes apresenta uma instigante viagem à cultura e mitologia de diversos países reunindo histórias protagonizadas por gigantes. O livro conta com ilustrações do premiado artista gráfico mineiro Cau Gomes. Para a autora, Carolina Becker, o título foi uma rica experiência que a levou a lugares inimagináveis e que resultou em oito contos sobre dez personagens. “Todos eles muito conectados entre si e ao meu imaginário. Espero que a profundidade com que vivi essa experiência chegue também aos leitores”, afirma. O terceiro desses quatro lançamentos é A Biblioteca da Bia, um livro sobre sonhos e amizades, que gira em torno de um tema tabu, a morte. Um assunto sempre muito melindroso para ser conversado com as crianças e que através da literatura torna essa tarefa menos difícil. Na história de Viviane Ferreira e ilustrações de Luísa Vasconcelos, Bia tem o sonho de ser dona de uma biblioteca e esse desejo costura a narrativa repleta de lições. “A Biblioteca da Bia é um sonho, mas também é a vida da gente”, ressalta a escritora. Os pés nos quintais e os olhos no mundo: um menino chamado Paulo Freire, livro da escritora e educadora Targélia de Souza Albuquerque, tem formato, conteúdo e projeto editorial pensado com carinho para jovens que mal imaginavam nascer quando o patrono da educação brasileira, cujo centenário de nascimento é comemorado este ano, já ensinava que “não se pode falar em educação sem amor”. Targelia teve a formação profissional e humana influenciada por Paulo Freire, sendo uma importante pesquisadora do patrimônio intelectual e de vida deixado por ele. Em seu livro revela o educador na mais tenra idade, a fome, as muitas dificuldades enfrentadas e de que forma as intempéries da vida o tornam um dos mais importantes pensadores de todo o mundo. Todos os livros lançados ganharão contações de histórias durante a Flitin. ATIVIDADES – Oficinas e shows também merecem destaque na programação. A educadora do Museu do Homem do Nordeste, Tayane Ferreira, conduzirá a oficina “Memória ao Pé da Letra”, para confecção de cartas de jogo de memória inspiradas nos livros A Menina que Engoliu um Céu Estrelado (Cepe, 2020), de Gael Rodrigues e A Domadora de Palíndromos (Cepe, 2020), de Fred Bellintani. Na oficina “Metademetade”, o artista visual Emerson Pontes utilizará papelão e tinta para ajudar a garotada a criar figuras mitológicas híbridas. Leandro Roberto coordenará as oficinas “Estamparia com Folhas: Imprimindo Texturas Botânicas” e “A Arte de Frottage: Revelando Texturas das Superfícies”. Na primeira, os alunos vão trabalhar a transferência de formas e texturas de folhas de plantas no papel e tecido, com a técnica da impressão. E na segunda, os jovens aprenderão a revelar texturas de folhas de plantas no papel e/ou tecido pela fricção com lápis ou giz. Com mais de uma década de estrada, Rodrigo Lima promete para a Flitin o que sabe fazer de melhor: mágica e ventriloquia com muita diversão. A Fada Magrinha, outra atração de quem tem lugar cativo no coração da garotada, apresentará o seu “Natal Encantado” com muita dança, brincadeira e canções tradicionais. A vocalista Cacau e sua Banda Mini Rock também se inspiram no momento natalino para colocar todo mundo para dançar na feira literária. Formada por músicos, dançarinos e cantora, a banda musical pernambucana Bandalelê promete revisitar em seu show os grandes clássicos  infantis.Além da Cepe Editora, a 3ª Flitin contará com estandes e atividades da Grão Livraria, Zeppelin, Cia Pilar de Leitura, Bakamoon, Além da Lenda, Saber Publicações, Casa de Artesanato, Fundação Gilberto Freyre e Editora Coqueiro. a 3ª Feira da Literatura Infantil tem a curadoria da Fundação Gilberto Freyre.Acompanhe a programação da 3ª Feira da Literatura Infantil (Flitin)Quando: 02 a 05 de dezembroOnde: Academia Pernambucana de LetrasEndereço: Avenida Rui Barbosa, 1596, GraçasEntrada francaDia 02 de dezembro, quinta-feira9h –

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“Empresas podem e devem contribuir para minimizar a síndrome de burnout.”

Além de enfrentarem as angústias e os medos provocados pela pandemia, de terem que se adaptar inesperadamente ao home office, com uma grande sobrecarga de trabalho, muitos profissionais recebem uma dose extra de estresse com a chegada o final do ano. É quando o cotidiano fica ainda mais corrido e há um aumento de expectativas para o início de um ciclo e a necessidade de finalizar projetos pessoais e profissionais. Um quadro estressante que pode resultar num aumento de casos da síndrome de burnout. Nesta entrevista a Cláudia Santos, a psicóloga e consultora da TGI Luciana Almeida, explica o que é essa doença ocupacional, como a pandemia impactou a sua disseminação e como pode ser tratada. Luciana também dá dicas de prevenção para os profissionais e defende medidas adotadas no ambiente de trabalho para evitar que os funcionários sejam acometidos pela síndrome. “Ações institucionais e o apoio das lideranças no dia a dia podem fazer muita diferença na qualidade de vida dos profissionais”, alerta a psicóloga. O que é a síndrome de burnout? A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento, é uma doença ocupacional caracterizada pela fadiga extrema e absoluta falta de energia e capacidade laboral. Esse termo foi criado em 1974 por um psicanalista norte-americano para descrever o próprio adoecimento. Também pode-se descrever como um estado de adoecimento do indivíduo devido à exaustão e ao cansaço extremos quando relacionados ao trabalho. É um distúrbio emocional que vem sendo cada vez mais comum entre profissionais que assumem uma alta carga de atividades e responsabilidades, trabalham intensamente e em ambientes de muita pressão por resultados e produtividade. Ao mesmo tempo, é comum que, diante de um cenário mais exigente de trabalho, profissionais acabem reduzindo o investimento em atividades que podem fazer o contraponto com o trabalho. Ou seja, reduz o tempo de lazer, os momentos em família, a prática de atividades físicas, o tempo para uma alimentação mais regular e saudável, etc… Essa é uma doença bastante comum entre os profissionais de saúde ou outros que lidam com o sofrimento humano. Porém, cada vez mais, vem se alastrando dentro das empresas também. Uma pesquisa realizada pelo Isma (International Stress Management Association) com pessoas entre 20 e 60 anos apontou que no Brasil 30% dos profissionais sofrem com a doença. Mas atenção: é importante compreender que burnout é um desequilíbrio entre fatores profissionais, pessoais e sociais. Pode- -se dizer que é a soma do excesso de demandas e exigências profissionais, aliada a um perfil também de muita exigência pessoal, e junto com a diminuição do cuidado com a saúde, do tempo para atividades prazerosas que resultam nesse estado de adoecimento e passa a ser bastante preocupante. Quais são os sintomas? Normalmente os sintomas são percebidos pelo indivíduo ou pela família, mas também é comum que no próprio ambiente de trabalho fique fácil de identificar o adoecimento do profissional, afinal, alguns dos primeiros sinais do burnout são a queda de produtividade e a incapacidade de trabalhar. Junto a isso, o profissional também pode apresentar um quadro de aumento da ansiedade, impaciência, mudança no apetite gerando emagrecimento ou sobrepeso, cansaço extremo e falta de vigor físico, dores de cabeça, insônia e tensão muscular. Também é comum que o pensamento fique mais negativo, confusão mental, medo e insegurança, tristeza e, às vezes, pode até chegar ao quadro de depressão profunda. É por isso que há necessidade de buscar ajuda diante dos primeiros sinais de adoecimento. É fundamental que esse quadro seja avaliado por um profissional de saúde capaz de identificar a presença da doença e sugerir o tratamento adequado. A síndrome é mais presente em homens ou mulheres? Por quê? Pesquisas têm mostrado que as mulheres são mais suscetíveis ao burnout. A explicação mais comum está na reunião de atividades e no acúmulo de funções normalmente mais presente na população feminina. Ou seja, além da dedicação ao trabalho, as mulheres também tomam a frente das atividades domésticas e do cuidado com a família, marido e filhos, gerando uma sobrecarga física e mental. Existem ainda pesquisas que apontam que é comum o direcionamento às mulheres de algumas atividades “extracurriculares”, como por exemplo, a organização do ambiente de trabalho e as atividades de convivência social como festas, lanchinhos, etc. Outra questão, já muito discutida em pesquisas, trata da diferença salarial que existe entre homens e mulheres. Esse é um dado real que também dialoga com a falta de reconhecimento das profissionais no ambiente de trabalho, a necessidade de maior engajamento e o esforço para atender expectativas, maior risco de vivenciar situações de assédio moral e sexual, entre tantos outros desafios de gênero que aumentam o nível de estresse que acomete as mulheres no trabalho. Qual a sua orientação para evitar o burnout? Investir em autoconhecimento é muito importante. Dessa forma será possível entender melhor os gatilhos para a crise e como evitá-la. Buscar alternativas que possibilitem o maior equilíbrio entre o trabalho e o prazer também contribui. Avaliar se o estresse causado pela atividade profissional pode estar associado ao desinteresse ou à falta de gosto pelo que se faz. Essa falta de associação de prazer e trabalho geralmente é muito prejudicial. É mais saudável quando conseguimos encontrar propósito no que fazemos, por exemplo. Buscar uma rotina mais equilibrada também ajuda a não esticar tanto a corda do estresse e não deixar que ela se rompa ou perca a elasticidade. Nesse contexto é importante praticar atividade física, ter uma boa rotina de sono, investir em uma boa alimentação e buscar momentos de descanso com a família e amigos. De toda forma, conseguir identificar o quanto antes os primeiros sinais de desconforto e buscar ajuda logo no primeiro momento é o grande passo para não adoecer de forma grave. LEIA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO 188.4 DA REVISTA ALGOMAIS: assine.algomais.com

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Prefeitura do Recife não promoverá shows no Réveillon

Da Prefeitura do Recife Em função das incertezas do atual cenário sanitário mundial, com notícias de nova variante que acendem o alerta sobre um possível agravamento da pandemia de covid-19, a Prefeitura do Recife não realizará os tradicionais shows da programação de Réveillon, no próximo dia 31 de dezembro, que costumam marcar a virada do ano na orla do Pina e Boa Viagem. O anúncio foi feito ontem (30) pelo prefeito João Campos, que garantiu a realização da queima de fogos na orla de Boa Viagem, e também descentralizada em outros bairros da cidade. “Não haverá shows promovidos pela Prefeitura do Recife no Réveillon da nossa cidade. Então não vai haver grandes shows como sempre acontece na avenida Boa Viagem, no Polo Pina, que são as principais praias do Recife. Mas nós vamos fazer queimas de fogos sem estampidos descentralizadas na cidade. Vamos ter na Zona Sul, na Zona Norte e na Zona Oeste e a queima tradicional de fogos na orla de Boa Viagem, mas sem promoção de shows, que promovem grandes aglomerações, chegando a registrar mais de 1 milhão de pessoas na orla”, disse o prefeito em entrevista ao programa Em Ponto, da GloboNews. Ainda de acordo com o prefeito João Campos o momento de incertezas no cenário da pandemia, causado com o surgimento de uma nova variante exige responsabilidade e cautela do poder público. “Entendendo que vivemos um momento no qual aparece uma nova variante, de muitas incertezas em torno dela. Nós temos avançado muito na vacinação, mas o momento ainda não chegou para promover um encontro de tal tamanho. Então vamos manter a queima de fogos, de forma descentralizada, mas não vamos promover shows pela Prefeitura do Recife na orla de Boa Viagem”, afirmou. Para receber o ano de 2022 com cores e a mensagem de esperança, a Prefeitura do Recife vai realizar a tradicional queima de fogos na Orla de Boa Viagem, com 17 minutos de um show no céu recifense. Serão quatro balsas dispostas no mar e que serão responsáveis por dar suporte aos fogos que serão projetados sem estampidos. Para levar a celebração a ainda mais recifenses, também haverá cinco minutos de fogos em polos descentralizados no Ibura, Jardim São Paulo, Morro da Conceição e Lagoa do Araçá. Todos os espetáculos acontecem usando apenas fogos sem estampido, em cumprimento ao decreto municipal, vigente desde o último dia 4 de novembro, que proíbe a utilização de artefatos e fogos de artifício que provoquem poluição sonora em eventos públicos e festivos organizados pelo poder público municipal. No ano passado, a queima de fogos não aconteceu por conta da pandemia e as medidas restritivas em vigor na época.

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