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Modelo híbrido é aposta do Centro Universitário UniFBV a partir do segundo semestre

Um ano já se passou desde o início da pandemia do novo coronavírus. Com ela vieram mudanças significativas em diversos setores da economia. Na Educação, por exemplo, embora o ensino a distância já venha crescendo há alguns anos, experimentamos uma transformação nos últimos meses, com a ampliação do uso da tecnologia. O segundo semestre letivo de 2021 será marcado por uma importante novidade: a oferta de modelos híbridos, para atender a múltiplos perfis. Os modelos híbridos geram novas experiências de aprendizado a partir dos recursos tecnológicos, tanto para docentes quanto para alunos, com diversos ganhos em flexibilidade de horário e redução de deslocamentos, entre outros fatores. A demanda dos estudantes por um modelo mais flexível levou as instituições de ensino a criarem ovos modelos. O UniFBV, por exemplo, investe no desenvolvimento de conteúdo digital robusto, com metodologias próprias de ensino, que usam vídeos curtos, podcasts, exercícios de fixação interativos e bibliotecas virtuais, que passam pela curadoria e pelo tratamento de educadores renomados. Para atender a essa nova demanda, o UniFBV criou um modelo semipresencial em cursos de diferentes áreas, como exatas, humanas, saúde, entre outras, com o mesmo currículo e validade do diploma dos cursos já existentes. Nessa integração entre o digital e o presencial, a maior parte dos conteúdos é ofertada dentro de uma plataforma digital, com a possibilidade do aluno cursar, também, disciplinas presenciais, garantindo, assim, a experiência no campus, até duas vezes por semana. Segundo o Gerente da Área de Produtos da instituição, Hugo Silva Santos Neto, a metodologia utilizada conecta  a expertise  do presencial à inteligência do digital, tornando a sala de aula mais interativa e colaborativa. “Utilizamos para o semipresencial a mesma matriz de outras modalidades. Dessa forma, conseguimos montar a união perfeita entre o modelo digital e presencial. Ideal para quem quer ter mais autonomia nos estudos e flexibilidade de horário, mas não renuncia à experiência em sala de aula. Além de permitir ao estudante ajustar o tempo de estudo à rotina pessoal e profissional, o nosso modelo de semipresencial ainda possibilita a escolha do aluno pelas disciplinas que quer estudar em cada formato. Com isso, conseguimos equilibrar a oferta e atender a todas as possibilidades para aqueles que também querem o contato presencial”, explica. Além das novas ofertas no modelo híbrido, o UniFBV também revisitou seu modelo de ensino, inserindo atividades de campo e trazendo mais tecnologia para as mãos dos professores e alunos. Hugo comenta que os principais legados desse período serão o avanço no relacionamento com os alunos e mais possibilidades para os docentes. “O UniFBV é uma instituição tradicional e de renome em nosso Município e visando atender a todo perfil de aluno vem se modificando e inovando na forma de ensinar. A Instituição oferece laboratórios super equipados, com infraestrutura nova e moderna, que busca entregar ao aluno qualidade de ensino e principalmente, satisfação pessoal. Nosso intuito como Instituição de Ensino Superior é transformar o aluno ao longo de sua jornada acadêmica, preparando-o com eficiência para o mercado de trabalho”, conclui Erika Machado, reitora da instituição. Este cenário de pandemia, certamente, contribuiu para deixar os professores mais preparados digitalmente e quebrou o receio que alguns deles tinham de contato com o mundo digital, já que a tecnologia foi dominante no seu dia a dia de trabalho. O digital pode aumentar o tempo de contato do aluno com o professor, já que pode ser consumido em qualquer lugar e a qualquer hora, se tornando uma espécie de dever de casa do Século XXI, em formato de quiz, podcast e testes adaptativos. O professor, portanto, passa a ter mais ferramentas à disposição. “O professor é um eterno aprendiz. Nosso conteúdo robusto, com informações em diversos formatos, possibilita uma aula mais rica e maior retorno do aprendizado. Ao mesmo tempo, os alunos conseguem ter a experiência prática no campus, já com todo o conteúdo digital a seu favor”, explica a reitora do UniFBV. O SuperVestibular do UniFBV, acontecerá nos dias 23 e 24 de julho, e tem vagas disponíveis para 13 cursos oferecidos no modelo semipresencial, além de vagas para os cursos presencias e digitais. O vestibular é gratuito e será realizado mais uma vez de forma remota, atendendo aos protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, com o desempenho na avaliação, o candidato concorre a bolsas que podem chegar a 50% no início dos cursos e de 40% no restante da graduação. Para efetuar a inscrição ou obter mais informações, basta acessar o site: https://inscricoes.unifbv.br/

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Celebração dos 70 anos da SBPC Regional de Pernambuco: diálogos com o passado na perspectiva do futuro

*Por Maria do Rosário Andrade Leitão e Maria do Carmo F. Soares (Secretária adjunta e Secretária Regional da SBPC-PE ) O olhar ao passado nos conduz a fundação da SBPC em 8/7/1948 em São Paulo, mas logo capilarizou-se para os demais estados do país e desta forma tem cumprido seus objetivos expressos na ata de fundação, que se propõe a “apoiar e estimular o trabalho científico”. Com ações ancoradas nos objetivos a sociedade não encontra barreiras sejam regionais, nacionais ou internacionais. Neste contexto, no ano seguinte, 1949, foi criada em Curitiba sua primeira representação regional, seguida neste mesmo ano, da representação do Rio de Janeiro. Em 1950, surgia a terceira representação em Belo Horizonte. E, no ano de 1951 surgiram, concomitantemente as representações regionais de Recife e de Salvador, conforme consta na ata de reunião do Conselho e da Diretoria de 10/07/1951. Para organizá-las o próprio secretário geral, da primeira diretoria da SBPC, prof. Paulo Sawaya, viajou às duas capitais. No Recife instalou a comissão de organização, composta por: Newton da Silva Maia (professor da Escola de Engenharia); Nelson Ferreira de Castro Chaves (professor da Faculdade de Medicina); Luiz Siqueira Netto (professor da Escola de Engenharia), Aluízio Bezerra Coutinho (professor da Faculdade de Medicina), Luiz Siqueira Carneiro (professor da Escola de Veterinária) e Bento Magalhães Neto (assistente da Faculdade de Medicina e professor do Ginásio do Estado, conforme consta na Ciência e Cultura, v.3, n. 2, 1951. Foi eleito seu primeiro secretário, em 1951, o Prof. Newton da Silva Maia. As secretarias regionais da SBPC dos estados de Pernambuco e da Bahia completaram neste mês de julho de 2021, a trajetória de 70 anos, desde a sua fundação. Portanto, desde o início a SBPC proporcionou a abrangência de sua representatividade e o seu caráter nacional que se fortaleceu ao longo do tempo. As reuniões anuais da SBPC, vêm ocorrendo de forma descentralizada, em várias partes do Brasil. Com a estruturação composta originalmente de conferências, simpósios, mesas redondas e apresentação de trabalhos. Mas, a cada reunião que acontece, de forma multidisciplinar, novas atividades surgiram e foram incorporadas na sua grande estrutura, tornando essa reunião o maior evento científico do país. Recife já foi palco de 5 (cinco) reuniões anuais da SBPC, das 72 reuniões realizadas até a presente data pela sociedade em território nacional, conforme consta no quadro síntese: Quadro síntese: Reuniões Anuais da SBPC realizadas em Recife, PE com seus respectivos períodos e homenageados A celebração rumo aos 70 anos da representação de Pernambuco, teve seu auge em 10 de julho de 2021 e contou com a agenda comemorativa, possibilitada pela confluência de esforços entre Presidência/Diretoria da SBPC e Conselheiros da Região B, liderada pela Secretária Regional Maria do Carmo F. Soares e Secretária Adjunta Rosário Andrade, envolvendo a comissão organizadora, constituída de professores, pesquisadores e estudantes sócios ativos da SBPC. Compreendeu a série de debates on line, realizadas por meio da plataforma digital Zoom Cloud Meetings e transmitidas pelo canal do Youtube do Núcleo Econômico Integrado da UFRPE, na última semana de cada mês. Os temas abordados de fevereiro a julho de 2021 incluíram: 1) A pandemia e a importância da ciência; 2) Mulheres na ciência; 3) SBPC-PE histórias e memórias; 4) Paulo Freire e seu centenário: O Recife – sua cidade natal – e as experiências fundantes; 5) A Pós-graduação brasileira é necessária. E, no dia do aniversário, aconteceu o webinário de celebração com o tema: A SBPC-PE em Defesa da Ciência. O evento iniciou com o vídeo no qual alguns sócios locais e o presidente eleito da SBPC, Renato Janine Ribeiro expressaram sua homenagem à instituição, em especial congratulando-se com a Regional de Pernambuco. A mediação foi realizada pela Secretária Maria do Carmo F. Soares e contou, no momento da abertura, com a presença do presidente da SBPC Ildeu Moreira e da presidente de honra Helena Nader. Para conduzirem o tema da tarde foram convidados o ex-ministro de ciência e tecnologia, também presidente de honra da SBPC, Sergio Rezende; o Conselheiro da Região B Anderson Gomes e as recém-eleitas Conselheira da Região B Lúcia Melo e a Secretária Regional Rosário Andrade. Foram também convidados para comporem o painel neste momento comemorativo, os ex-secretários regionais dos quais se fizeram presentes: José Aleixo (atual Conselheiro da Região B, concluindo seu mandato), Hélio Coelho, Celso Melo, Rejane Mansur e Marcos Lucena. No desenvolvimento do tema, iniciado pela conselheira eleita (mandato 2021-2025), Lucia Melo fez menção de homenagem ao presidente eleito da SBPC Renato Janine e agradeceu a confiança depositada por todos os sócios que a horaram e a prestigiaram com o voto nesta eleição. Em seu discurso destacou o momento extremamente difícil onde a SBPC precisará participar simultaneamente da resistência e da necessidade de reconstrução, com o olhar prospectivo aos desafios nacional e global atuais que se impõem à ciência. Informou ter acabado de escrever um capítulo para o ebook a ser lançado em breve pela SBPC, onde é destacado a presença desta sociedade na constituição de 1988. Discorreu sobre a resistência da regional de Pernambuco e sua importância na criação da fundação de apoio à pesquisa e também da secretaria de C&T no estado. Imagina, para o futuro, que as regionais serão extremamente importantes pois “precisaremos liderar no Brasil um movimento que será global, regional e local pois, a ciência está em processo de transformação, reorganizando os sistemas de ciência e tecnologia, com novos princípios, como por exemplo, os princípios de Hong Kong, estabelecidos recentemente, de integridade e maior humanização da ciência”. A valorização da ciência aberta será significativa e as políticas de C&T, onde a SBPC tem histórico recorde de influenciar, a exemplo do marco de C&T, que teve em Helena Nader, uma grande protagonista, serão imprescindíveis. Chamou atenção da responsabilidade do estado nesta reconstrução e dos caminhos a serem trilhados. Na sequência o conselheiro Anderson Gomes, afirmou que nossa regional cresceu, mas como todas as representações tem suas oscilações, mas vem resistindo. Recordou o ingresso das pessoas, em geral, na SBPC por meio de suas grandes

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“Ajustes nas mudanças do IR devem continuar surgindo”

Há muito tempo se fala na necessidade de se promover mudanças no imposto de renda. A tabela do IR, por exemplo não era corrigida pela inflação desde 2015. Há duas semanas, finalmente, o Governo Federal apresentou o projeto de Lei 2337/21, com modificações da “mordida do leão” para pessoas físicas, empresas e investimentos financeiros. Se não foi a reforma esperada por muitos, a proposta traz mudanças significativas e gerou críticas da classe empresarial, que alega sofrer um aumento da carga tributária. Nesta semana, relatório apresentado na Câmara dos Deputados por Celso Sabino (PSDB-PA), mudou uma série de pontos na reforma proposta pelo governo. Para explicar o projeto encaminhado pelo Ministério da Economia, as mudanças realizadas pelo relator e os impactos que todas essas modificações podem provocar, Cláudia Santos conversou com André Morais, presidente do Conselho Regional de Economia de Pernambuco. O economista também analisou as possíveis mudanças nos regimes do MEI (microempreendedor individual), do Simples e do Lucro Presumido, conforme antecipou o secretário da Receita Federal José Tostes. O senhor poderia resumir as mudanças no imposto de renda previstas na proposta do Ministério da Economia? A proposta da reforma está dividida em três grandes frentes: pessoa física, jurídica e investimentos. Para as pessoas físicas, a reforma vai mexer na tabela de imposto de renda, atualização nos valores dos imóveis e tributação de lucros/dividendos. Em relação à tabela de IR, a proposta da reforma amplia a faixa de isenção, que antes era de R$ 1.903,98 para R$ 2.500. Segundo o governo, só esse aumento de faixa promete que mais de 5,6 milhões de pessoas deixariam de pagar imposto de renda. Para a declaração de imposto simplificada, o desconto será de até 20%, limitado a quem tem renda de até R$ 40 mil por ano. Em se tratando das remessas para os chamados paraísos fiscais, teriam um aumento na alíquota, indo para 30%. A proposta também prevê a atualização dos imóveis incidindo apenas 5% de imposto sob a diferença. Hoje, ao vender um imóvel, o cidadão paga entre 15% e 22%. Já os lucros e dividendos, que hoje são isentos, passariam a ser tributados em 20% na fonte. O governo alega que essa não tributação gera uma distorção na economia, pois estimula a pejotização, assim como pode forçar novos investimentos, visto que boa parte dos lucros poderiam ser reinvestidos na empresa. Para as empresas, teríamos uma redução gradativa de alíquota, que hoje é de 15% para 12,5% em 2022 e 10% em 2023. O adicional de 10% para as empresas de maior porte continua. Para os investimentos, a promessa é de uma alíquota única de 15% para produtos de renda fixa, como Tesouro Direto e CDB, (que hoje é escalonada, começando em 22,5% e caindo para 15% em 2 anos). Já as operações em bolsa passariam a ter uma apuração trimestral e não mais mensal como é hoje, mantendo, também, a alíquota única de 15%. Já os fundos imobiliários, em que os cotistas recebem dividendos, devem passar a ser tributados também com alíquota de 20%, além do ganho de capital na venda das cotas, que reduziria de 20% para 15%. Empresários, tributaristas e agentes financeiros criticam a proposta argumentado que ela vai provocar um aumento da tributação, pesando a carga sobre as empresas, além de aumentar a burocracia. O senhor concorda? É uma preocupação legítima. A nossa tributação, além de elevada, é complexa. Quando posta em cadeia, percebemos o quanto é alta. Essa é a grande crítica. Porém, a ideia principal da reforma é de um rearranjo dos impostos a fim de simplificar, como no caso do CBS (contribuição sobre bens e serviços) que vem para substituir o PIS/Pasep em várias frentes em âmbito federal. Se bem-sucedida, além do ganho de produtividade das empresas, com essa simplificação teremos uma maior transparência da população quanto aos impostos que paga. Todas as etapas da reforma se mostram alinhadas a modelos mais transparentes, que gerem mais eficiência no nosso sistema tão complexo de arrecadação. Mas, na prática, o que vimos foi a proposta de acabar com os juros sobre capital próprio (JCP) e uma redução de forma muito tímida da alíquota do imposto de renda para pessoas jurídicas. O senhor acha que esta reforma afasta o investidor e compromete o emprego? O que afasta investidor é falta de segurança jurídica, complexidade tributária e instabilidade política. Portanto, concomitante a essa proposta de reforma, são necessários outros instrumentos que desburocratizem e tragam mais segurança e transparência para o investidor, seja ele da bolsa ou da economia real. Um problema que poderemos ver à frente, visto que historicamente a nossa taxa de juros é alta, e já está retomando essa trajetória, é vermos empresas sendo vendidas para o empresário viver de juros. Ainda não sabemos em que grau, mas certamente deve acontecer e impactar negativamente nos empregos. Um grupo de 120 empresários solicitou ao Congresso mais tempo para debater a proposta e que seja criada uma comissão especial para analisar o projeto. O senhor acredita que a partir dessas medidas possa surgir um acordo? Uma reforma desta magnitude precisa ser mais bem debatida, tendo em vista os impactos que ela pode causar, não sendo recomendável que tramite de forma apressada, pois podemos correr riscos de erros graves e que podem ser difíceis de se reparar no futuro. Acho salutar que se chegue num consenso, e Guedes já se mostrou receptivo às críticas e tem feito encontros com empresários para debater a questão. Portanto, acredito que ainda deveremos ver alterações no texto base. O ministro já sinalizou a empresários que a Receita Federal talvez tenha errado na dose das medidas, e que, segundo ele, a reforma deverá ser neutra, ou seja, haverá uma redistribuição das cobranças e não um aumento da carga tributária.

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Jogadores do Náutico doam camisa autografada para sorteio da campanha de Rafinha Melo

A solidariedade no esporte é sempre bem-vinda para quem precisa dela. A campanha do @amerafinha chegou até os jogadores do Náutico, que sensibilizados com a causa, doaram uma camisa autografada para sorteio. O sorteio será no dia 04 de setembro e todos podem participar doando R$10,00 para receber um número para concorrer. De forma simples, basta enviar via redes sociais ou whatsapp o comprovante para receber o seu número da sorte. O Rafinha foi diagnosticado com AME tipo 1 e precisa da sua ajuda para conseguir o melhor tratamento. A atrofia muscular espinhal é uma grave e rara doença. Ele precisa de uma medicação que custa R$ 9 milhões e precisa tomar antes que complete dois anos de idade. Instagram: @amerafinhamelo Fone/Whatsapp: +55 81 8950-1556

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Como está Israel após 60% da população receber segunda dose da vacina?

*Por Débora de Souza Leão Albuquerque O Estado de Israel começou a oferecer gratuitamente a todos os seus residentes doses das vacinas da Pfizer/BioNTech a partir de dezembro de 2020. Por causa da minha faixa etária e de eu não ser pertencente a nenhum grupo de risco, eu estava em um dos últimos grupos na fila para receber as doses, tendo recebido a primeira em fevereiro deste ano e a segunda dose, 3 semanas depois da primeira. Passado uma semana da segunda dose, recebi minha declaração de imunizada, ou o certificado “passe verde”. A negociação do país para obter as vacinas envolveu não apenas a compra delas, mas também o comprometimento da nação em oferecer ao laboratório dados que ajudassem a entender a efetividade da vacina, a duração de sua eficácia e seus possíveis efeitos colaterais. Com todos os seus 9.3 milhões de habitantes tendo acesso exclusivamente à vacina de um único laboratório, Israel ofereceu à Pfizer um importante grupo amostral para o estudo científico deste produto medicinal. Por ser um produto novo, o governo se esforçou na comunicação com a população para encoraja-la a aderir a campanha de vacinação. O então primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi o primeiro a ser vacinado, juntamente com as autoridades máximas do país, para dar o exemplo para todos. No mesmo dia, milhares de profissionais de saúde também receberam a primeira dose. A campanha de vacinação foi um sucesso: no final de janeiro deste ano metade da população já havia tomado pelo menos uma dose da vacina. Recentemente, as pessoas de 12 a 15 anos começaram a ser vacinadas, depois que as autoridades concluíram sobre a segurança das doses também para essa faixa etária. Michal Bennett, a filha de 14 anos do atual primeiro-ministro, deu o exemplo tomando a vacina final do mês passado. O esforço coletivo no combate à pandemia trouxe resultados positivos para a qualidade de vida de todos que moram por aqui. Por exemplo, depois de muitos e muitos meses de obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos, no dia 18 de abril a máscara foi dispensada em ambientes públicos abertos; conseqüência da drástica redução do número de novos infectados pelo coronavírus. Em 7 de junho tivemos o primeiro dia com zero novos casos de infectados, padrão que se manteve por vários dias depois. Como conseqüência, em 15 de junho ficamos livres das máscaras também em ambientes públicos fechados. As autoridades pediram para a população evitar viagens ao exterior, porque a entrada no país de uma variante do vírus poderia trazer o retorno da obrigatoriedade das máscaras. Apesar das restrições impostas na entrada e saída do país, a variante indiana chegou por aqui, o número de novas pessoas com COVID-19 ultrapassou os 100 por dia, e em 25 de junho a obrigação do uso de máscaras em ambientes públicos fechados voltou! Também houve um pedido para o uso delas quando houvesse aglomeração em ambientes abertos, como durante a parada LGBT+, que reuniu dezenas de milhares de pessoas nas ruas de Tel Aviv, também em 25 de junho. As limitações no número de pessoas em reuniões foram sendo eliminadas paulatinamente: em fevereiro eram permitidas reuniões com no máximo 5 pessoas em ambientes fechados e 10 pessoas em ambientes abertos, restrições válidas inclusive para cultos religiosos. Existiam multas para quem descumprisse a regra. Expectadores de futebol ficaram sem freqüentar estádios por mais de um ano! Finalmente, em março foi permitido até 1.500 pessoas assistindo partidas de futebol, condicionadas ao passe verde (certificado de imunização). Já em abril, as reuniões em ambientes fechados poderiam ter no máximos 20 pessoas e a as reuniões em ambientes abertos poderiam ter no máximo 100, já os imensos estádios de futebol ao ar livre poderiam abrigar até 10.000 pessoas. As restrições no número de pessoas tanto em ambientes fechados como em abertos foram totalmente eliminadas em 1 de junho. A partir dessa data também não havia mais a necessidade de se mostrar o passe verde para se juntar a quaisquer reuniões. Dessa forma, desde janeiro até final de junho deste ano estávamos assistindo às flexibilizações nas restrições, conforme o número e a gravidade dos novos casos de pacientes com COVID-19 se reduziam drasticamente. Mas esses números voltaram a subir. Acontece que a pessoa imunizada aqui no país tem pouco mais de 90% de chance de não adoecer caso entre em contato com o vírus em sua forma original. Porém, esse percentual se reduz para pouco mais de 60% no caso da variante delta. Mesmo assim, atualmente a vacina ainda previne a ocorrência de 93% dos casos graves de covid-19 e hospitalizações, ante 98% em fevereiro, segundo recente comunicado do Ministério da Saúde daqui. Nesse contexto, a Pfizer comunicou sua ideia de uma terceira dose da vacina, para nos deixar mais protegidos contra a variante. Logo em seguida, o Ministro da Saúde Nitzan Horowitz convidou todos os pacientes imunocomprometidos para o imediato exercício do direito ao recebimento da terceira dose. Diante da possibilidade de aumento futuro na demanda pela vacina, ainda neste mês de julho o primeiro-ministro Naftali Bennett oficializou intenção, junto com o ministro das finanças e o ministro da saúde, de estabelecer uma fábrica de vacinas contra o coronavírus no território nacional. As vacinas poderiam ser as estrangeiras ou a nacional em fase de testes no Instituto de Pesquisa Biológica. Nesse sentido, são varias as iniciativas do país para aumentar a oferta mundial de produtos medicinais. Por exemplo, milhões de máscaras de grau médico N95 estão sendo produzidas e exportadas desde junho do ano passado pela fábrica da Sion Medical localizada na cidade de Sderot. Trata-se da primeira linha de produção desse tipo em Israel e são poucas as existentes ao redor do mundo. O país também lidera em acordos internacionais para promoção da oferta mundial de produtos médicos: depois da proposta ter sido aceita e, posteriormente rejeitada por autoridades vizinhas de Israel, foi fechado com a Coreia do Sul o primeiro swap de vacinas de COVID-19 do mundo: neste momento a Coreia do Sul está

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Recife é apontada como uma das cidades que lideram o futuro da indústria TI no mundo

Da Prefeitura do Recife A capital pernambucana foi destaque em um material publicado pelo portal internacional Rest of World como uma das seis cidades do mundo que lideram a construção do futuro da indústria de TI. A publicação destaca o papel do hub de tecnologia do Porto Digital, que transformou o Recife em referência no assunto não só no Brasil, mas no mundo. O material aponta que, ao contrário da expansão não planejada do Vale do Silício, o Porto Digital se trata de uma iniciativa planejada, administrada pelo Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), formado pelo governo local, universidades e empresas em 2000. É a esse grupo que cabe a missão de trazer alunos qualificados, conectar empresas com cadeias de abastecimento locais e lançar startups para investidores. “O setor de tecnologia e inovação é decisivo para a economia do Recife e do mundo. Felizmente, o Recife tem a oportunidade de abrigar um dos principais pólos tecnológicos e de inovação da América Latina, o Porto Digital, que emprega cerca de 20 mil pessoas. Esse ecossistema proporcionou dinamismo à economia da cidade, registrando um crescimento robusto mesmo em plena pandemia. Sob a liderança do prefeito João Campos, o processo de transformação digital dos serviços públicos da cidade e da economia vai poder contar com um parceiro importante”, ressaltou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Dubeux, destacando que o Recife é a capital brasileira, proporcionalmente, com maior quantitativo de estudantes em tecnologia, com 357 alunos por 100 mil habitantes. “A Prefeitura do Recife está empenhada em estimular que os setores da nossa economia, como os da Saúde, da Construção Civil e da Engenharia, por exemplo, também promovam um processo de transformação digital, com o apoio das empresas incubadas no Porto Digital, incorporando inúmeras tecnologias para fazer negócios e expandir serviços”, completou. O secretário Rafael Dubeux ressalta que a Prefeitura do Recife também está empenhada e iniciou uma série de ações para estimular a tecnologia e inovação na cidade. Para tanto, ele realça que a gente está investindo em formação de mão de obra e apoio técnico especializado para o setor, está atualizando o regime tributário do município de modo diferenciado, criando um ambiente de estímulo à criatividade, elaborando políticas públicas favoráveis à inovação e tradição empreendedora, tudo se soma para formar o Porto Digital. Desde 2019, o Porto Digital gera, anualmente, US$ 430 milhões em receitas. A publicação do portal salienta ainda que o trabalho realizado pelo NGPD vem transformando a área histórica do Recife, levando escritórios, espaços de coworking e empresas para o local, gerando emprego e renda para a cidade. Em 2020, em plena pandemia da covid-19, o hub de tecnologia e inovação genuinamente pernambucano registrou crescimento de 21,7% no faturamento, gerando receita de R$ 2,86 bilhões em negócios. No ano passado, o parque tecnológico empregava mais de 13,7 mil profissionais e 349 empresas no ambiente. Além do Recife, foram destaque as cidades de Lagos, na Nigéria; Bangalore, na Índia; Shenzen, na China; Tel Aviiv, em Israel; e Medellin, na Colômbia. FOTO: Dondinho / SeTur PCR

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Prefeitura do Recife lança edital de chamamento público para fomento de ações de políticas sobre drogas

Da Prefeitura do Recife A Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria Executiva de Políticas Sobre Drogas (Sepod), lança edital com o intuito de garantir apoio para execução do Mobiliza Recife, programa que faz parte do pilar de prevenção do Sistema MAIS Recife de Políticas sobre Drogas. O Edital de Chamamento visa a seleção de uma organização da sociedade civil interessada em formalizar um Termo de Fomento. No total, será investido R$ 1 milhão nas ações. Os interessados em participar do edital devem protocolar a proposta no gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Juventude e Políticas sobre Drogas e Direitos Humanos (SDSDHJPD), na sede da Prefeitura do Recife, em envelope fechado, contendo a identificação da instituição que está fazendo a proposta e o respectivo contato. O envelope deve conter a seguinte identificação: Proposta – Edital de Chamamento Público nº 001/2021. Os protocolos serão realizados nos dias úteis, das 9h às 17h, até o dia 13 de agosto. Os recursos destinados à execução do Termo de Fomento são provenientes de orçamento de Emenda Parlamentar Federal repassado para o município através do Ministério da Cidadania. O valor de referência para a realização do objeto do termo de fomento é R$ 1,02 milhão. O exato valor a ser repassado será definido no Termo de Fomento, de acordo com a proposta apresentada pela organização social selecionada. “A iniciativa visa, sobretudo, incentivar projetos estratégicos e integrados, que executem atividades que tenham o objetivo de não só aumentar os de fatores de proteção, mas também diminuir os fatores de riscos do uso e abuso do álcool e outras drogas”, reforça Ana Karla de Andrade, secretária executiva de Políticas sobre Drogas do Recife (Sepod). Podem se inscrever organizações civis que executem atividades ligadas à política de drogas, assistência social e prevenção social. O Programa Mobiliza Recife é a parte de prevenção do Sistema MAIS Recife de Políticas sobre Drogas que atua em diversas esferas da sociedade como, por exemplo, nas comunidades, por meio dos Comitês Locais, que ouvem as demandas dos territórios para fazer os devidos encaminhamentos, e dentro das escolas, visando sensibilizar estudantes na prevenção do uso de drogas. O Sistema MAIS Recife de Políticas sobre Drogas da Sepod trata-se de um conjunto integrado de programas estratégicos para estabelecimento e desenvolvimento de políticas sobre drogas na cidade do Recife, envolvendo o poder público municipal e entidades do terceiro setor. Por se tratar de um problema social que envolve diversas políticas de estado, a política pública sobre drogas é planejada e executada de maneira integrada e com responsabilidade compartilhada entre governo e sociedade.

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Tour rural do engenho Sanhaçu é opção para férias de julho

O Engenho Sanhaçu, na Zona Rural de Chã Grande, município distante 15 km de Gravatá, no interior de Pernambuco, ampliou os dias de visitação neste período das férias de julho. A programação especial, que oferece tour rural, é voltada para toda família. No espaço, o visitante passa a conhecer a produção dos produtos orgânicos do grupo como cachaça, açúcar mascavo, rapadura e mel de engenho. O local dispõe de atrativos para o público infantil como balanços na área de proteção ambiental e amarelinha, uma das brincadeiras mais preferidas pelos pequenos. Quando se fala em doce, impossível não ter semelhança com as crianças, durante o passeio elas podem degustar rapadura e mel de engenho, por exemplo. Além dessas mesmas degustações, o público adulto pode degustar outros produtos. “A sanhaçu conta também com espaço pet friendly, onde crianças podem trazer seus pets e desfrutar de toda área rural, pois afinal os bichos adoram”, adianta Elk Barreto, diretora do grupo. Diante das restrições causadas pela pandemia, Elk reforça a importância do distanciamento social. “Para a visitação é necessário que os visitantes utilizem máscaras e respeitem as medidas de segurança estabelecidas pelas organizações sanitárias de saúde”, acrescenta. A rota, que já faz parte do turismo rural de Pernambuco, inclui tour rural e pedagógico, onde além de conhecer todas as etapas de fabricação dos produtos do Engenho, o visitante volta para casa com a degustação da Sanhaçu na lojinha, que dispõe mais de 30 produtos da marca com preço de fábrica. Para mais informações, agendamentos e dúvidas, a Sanhaçu atende pelo telefone: (81) 9 9226.6474. Criança de até 10 anos não paga. A adesão aos adultos é de R$17,00.

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Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pode punir empresas e órgãos públicos a partir de agosto

A Lei Geral de Proteção de Dados pessoais (Lei n. 13.709, de 14 de agosto de 2018) foi aprovada em 2018 e entrou em vigor 2020, porém, sem penalizações. Depois de ser adiada três vezes, a expectativa agora é que elas aconteçam em agosto deste ano. Entre as punições previstas, a que mais preocupa empresas é a aplicação de multas, que podem chegar a R$ 50 milhões. A Lei, que representa uma inovação na área de tratamento de dados, funciona como um seguro, já que protegem a maneira como instituições coletam, armazenam e disponibilizam as informações de usuários. Sua importância é clara para a integridade e segurança dos conteúdos. “As punições podem ser de diversas formas, como simples advertência, multas diárias ou multas sobre o faturamento, com o valor máximo de 50 milhões de reais. Além disso a empresa pode ser suspensa de utilizar dados pessoais, que pode gerar até a pausa de funcionamento. A Agência Nacional de Dados pode tornar público esse descumprimento, que pode gerar um grande dano para o estabelecimento”, explicou a advogada especialista em LGPD Daniela Vasconcelos. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que será responsável pela fiscalização e aplicação de sanções, tem como alvos principais os bancos, e-commerces e empresas de telefonia, já que eles têm os maiores bancos de dados e precisam da segurança adequada. Empresas menores, porém, devem ficar atentas, seguindo o processo à risca. Com o mundo em constante tecnologia e a ameaça de exposição frequente, o ideal é que a lei seja cumprida devidamente. “A LGPD não é exclusiva para empresas. Todo profissional que exerça atividade com intuito de aferir vantagem financeira, ou seja, atividade comercial, deve se enquadrar à LGPD”, acrescentou o advogado especialista em LGPD Gabriel Vasconcelos. O cidadão que se sentir lesionado, porém, poderá entrar na justiça com ações, levando à formalização de possíveis processos. Essas instituições públicas também têm grandes riscos em relação ao vazamento de dados. “O princípio básico da LGPD é a transparência, as empresas precisam mostrar o que fazem com os dados dos clientes. Não se trata apenas de dados de internet, mas os dados colhidos presencialmente, tudo isso é protegido pela lei. Exemplo: quando vamos a uma farmácia, sempre solicitam um cadastro, com várias informações pessoais. Se a empresa não demonstrar ao cliente o que fará com esses dados, ela estará descumprindo a Lei. Se a empresa utilizar o dado sem autorização do cliente, ela pode ser penalizada”, acrescentou Gabriel. Com a maior proteção e segurança em compras online, contas em bancos, redes sociais e inscrições, a LGPD ajuda diferentes setores e serviços, e a esperança é de que as falhas de sistemas sejam corrigidos, além das aplicações de multas e o benefício do cidadão.

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Pernambucano será técnico do Brasil em Tóquio

Íntimo do atletismo desde os seus 16 anos, quando era atleta e participava de competições estaduais e regionais, o pernambucano Ismael Marques, que tem em sua bagagem mais de 21 anos no esporte, foi convocado para ser treinador da Seleção Brasileira de Paratletismo nas Paralimpíadas de Tóquio, que tem início em 24 de agosto. Embora hoje tenha sido chamado para Tóquio, essa não é a primeira experiência internacional de Ismael. Ele já participou dos Jogos Parapanamericanos de Lima, em 2019, como técnico da Seleção Brasileira. Tendo passado pelas funções de atleta, apoio técnico, em 2001, e estagiário no NEFD, da UFPE (Núcleo de Educação Física e Desportos – Universidade Federal de Pernambuco), Marques mudou de lado em relação à modalidade e resolveu não ser mais atleta. Há 6 anos virou treinador após se formar noUniFBV, na época FBV, em Educação Física. E foi logo após se formar, em 2014, que Ismael começou a treinar uma paratleta que foi campeã brasileira no primeiro ano de parceria e bronze nos 100 metros rasos no mundial do Catar. Dois anos depois, em 2016, ela participou da sua primeira paralimpíada, no Rio 2016. “Nesse período, a Ana Claudia Silva bateu diversos recordes nas Américas e hoje se mantém entre as duas melhores do mundo, revezando entre primeiro e segundo lugar. Ismael carrega vários anos sendo treinador de campeões em disputas do Norte e Nordeste. O NEFD, núcleo onde Marques iniciou sua carreira e é treinador, está entre os cinco melhores clubes do Brasil e conta com treinamento de PCD (Pessoas com Deficiência). “O projeto paratleta da UFPE atende a comunidade estudantil e seus arredores oferecendo várias modalidades esportivas adaptadas desde 2002”, comenta. O treinador cita como destaque dos jogos um atletas com destaque especial: é o mais rápido do mundo no paratletismo. “O destaque paralímpico da seleção brasileira é o Petrucio Ferreira, da Paraíba. Ele vem como destaque para arrebentar e quebrar recordes”, comemora. No dia 5 de setembro conheceremos todos os medalhistas da competição. Ismael Marques está confiante em relação aos atletas. “Estamos na expectativa para trazer muitas medalhas e bater recordes de boas colocações. Temos a certeza que daremos nosso melhor”, termina.

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