Arquivos Notícias - Página 591 De 660 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

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Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias

A Petrobras anunciou a redução do preço da gasolina em 3,2% em suas refinarias, a partir da zero hora do sábado, dia 15. Também haverá redução de 2,7% no preço do diesel. Os reajustes são reflexo de uma nova política de preços aprovada na última quinta-feira (13) pela empresa. A redução é para o combustível vendido no atacado para postos de gasolina. O impacto dessas reduções no bolso do consumidor dependerá das estratégias de cada posto. Mas, se o repasse da redução no preço na refinaria for feito integralmente para o preço ao consumidor, as reduções serão de 1,4% na gasolina e 1,8% no diesel. A nova política terá preço de paridade internacional (PPI), margem para remuneração de riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado. A empresa estabeleceu, entre outras coisas, que nunca terá preços abaixo da paridade internacional. A política de preço de paridade internacional (PPI) inclui os custos com frete de navios, custos internos de transportes e taxas portuárias. Os preços serão revistos pelo menos uma vez por mês. Eles podem ser reduzidos, aumentados ou mantidos.

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Me interesso mais por literatura do que por pintura

Todos os dias, nos mesmos horários, João Câmara labuta no seu ateliê. Ele brinca dizendo que a rotina de expediente de trabalho é um hábito herdado do pai, funcionário público. Talvez isso explique o volume de sua produção tão grande quanto o tamanho dos painéis que caracterizam sua obra. Quadros, aliás, que podem ser apreciados e adquiridos no casarão nas Graças que pertenceu a José Antonio Gonsalves de Mello (autor do clássico No tempo dos Flamengos). Lá o artista recebeu a equipe da Algomais para uma conversa sobre suas influências artísticas, o mercado de arte e a paixão por textos “pedreiras”, como os de James Joyce. Você nasceu na Paraíba e veio para o Recife. Conte um pouco dessa trajetória. Nasci em João Pessoa, em 1944. Quando era menino ainda, nos mudamos para o Rio. Meu pai trabalhava nos Correios e foi transferido para lá. Passamos dois anos e meio no Rio, depois meu pai foi retransferido para o Recife, em 1957. Meu pai é pernambucano e minha mãe, paraibana. Estudei no Salesiano, Nóbrega e fiz Faculdade Católica para psicologia. Por que o interesse pela psicologia? Não sei. Ia fazer medicina, mas achava que requeria muita matemática. Terminei fazendo psicologia, mas nunca exerci porque nesse meio tempo eu também fazia curso livre de belas artes. A medicina escapou de mim (risos). Essa inclinação pela artes plásticas veio desde a infância? Eu desenhava um pouquinho melhor que os outros meninos, mas não exageradamente bem. No Salesiano havia um colega que desenhava bem direitinho e disse que ia fazer o curso na Escola de Belas Artes. Ele perguntou se eu não queria fazer também. Fui, sem muita pretensão. Fiz o exame para desenhar modelos de gesso e fiquei lá três anos. Como eu tinha outras atividades, não dava para cumprir os horários. Fiz algumas cadeiras: paisagem, natureza morta, figura e história da arte. Você faz arte por dois motivos: uma vocação irresistível (porque ninguém é obrigado a fazer isso), ou porque você quer se profissionalizar. Comecei a fazer pintura porque achava bonitinho e depois me profissionalizei. Minha única atividade é a de artista plástico. Algum artista o influenciou? Na época da Escola de Belas Artes convivi muito com Vicente do Rego Monteiro. Fui aluno dele durante pouco tempo na cadeira que ele regia de natureza morta. Mas Vicente viajava muito para a Europa. Com ele teve uma coisa muito boa: os alunos mais jovens levavam as obras para ele dar a sua opinião, era uma espécie de aula informal. Depois tive um bom professor que era Laerte Baldini, um iberoargentino. Conhecia muito a arte e com ele aprendi muita coisa de cultura. Minha formação foi mais ou menos essa. Então o que aprendi foi vendo, olhando, fazendo, experimentando, errando. As pessoas ocupam um espaço privilegiado no seus quadros. A única coisa que sei fazer é figura. Quando eu era estudante de Belas Artes a voga era a pintura abstrata por causa das bienais nos anos 60 e de artistas como Pollock. Todos nós, jovens da Escola de Belas Artes, queríamos ser mais modernos do que o que era ensinado lá. Uma vez peguei uma tela muito grande e gastei uma fortuna das minhas pobres tintas para fazer um quadro abstrato, que resultou num desastre (risos). O professor Baldini quando viu disse: “volta a fazer suas figuras porque você não é muito bom na arte abstrata”. O homem era sensato (risos). Você é conhecido por suas séries de pinturas. Uma delas é Cenas da Vida Brasileira, em que você se inspira na Era Vargas. Por que Vargas? A partir dos anos 70 comecei a trabalhar em conjuntos mais fechados que são séries. A mais volumosa foi a Cenas da Vida Brasileira, que começou em 1974 e concluí em 1976. São 10 painéis de pintura muito grandes que estão no Mamam e 100 litografias. Vargas porque, quando eu era menino, em 1954, estava no Rio quando ele se suicidou. Tenho uma lembrança infantil do acontecimento. É uma série com personagens e eventos políticos, tentei fazer uma espécie de rememoração da minha infância política. Nessa época o País estava sob ditadura. Ainda estava. Era 1974, mas estava em curva descendente, porque aí veio o Geisel e a abertura. Tive alguns problemas, com obras apreendidas, a exposição de Cenas da Vida Brasileira foi monitorada pelo Dops, foi filmada, fotografavam quem ia visitar. Essas coisas. Mas nada muito heroico, viu? E a série Dez Casos de Amor? Enquanto a série sobre Vargas é um discurso visual sobre o estado político e da rememoração, Dez Casos de Amor é uma espécie de teorema em quarto fechado, porque são temas amorosos, sobre a pintura tomada como uma relação amorosa. Depois passei 14 anos desenvolvendo uma série chamada As Duas Cidades, onde retratei o ambiente externo de novo, mas dessa vez, quase sem figuras. São paisagens, o ambiente, os emblemas das cidades de Olinda e Recife. Como é a sua relação com as duas cidades? Tive um ateliê em Olinda em 1965, depois, quando me casei em 1971 comprei uma casa lá. Depois fiz a reforma da casa que virou também um ateliê. Em seguida comprei outra que virou só residência. Esta casa (Casarão que pertenceu a Gonsalves de Mello) veio depois porque estava ficando muito incômodo mostrar minhas obras. Olinda é uma cidade que tem muito turismo. É um aborrecimento, as pessoas batem na porta pra ver os quadros. Transferi as obras para cá para poder ficar mais trancado dentro das minhas coisas. Qual a importância da Oficina Guaianases de Gravura? A experiência na Oficina Guaianases foi importante para nós - um grupo de artistas de diversas orientações estéticas - exercermos a administração e a gerência do trabalho coletivo, darmos perfil profissional e negocial à editora de gravura, trabalhar de forma cooperativa com impressores e colaboradores não artistas. (Conheça a história da oficina Guaianases no site da Algomais http://migre.me/vcrVH) Você publicou livros e tem um texto interessante. Você gosta de literatura? Eu me interesso mais por literatura do

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Banda Sinfônica do Recife celebra 58 anos com concerto no Santa Isabel

O 8º Concerto Oficial da Banda Sinfônica do Recife, nesta quarta-feira (19) no Teatro Santa Isabel, será ainda mais especial. Na ocasião, a Banda comemora seus 58 anos de dedicação à música erudita com um concerto de aniversário. No programa, a BSR executa, entre outras obras, composições de artistas da terra - como Leão do Norte, de Lenine, Valsa Verde, de Capiba -, com arranjos especialmente criados para a data de aniversário. O público confere a apresentação especial às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo na bilheteria do teatro Santa Isabel. O concerto de aniversário começa com a peça A Little Concert Suite, do compositor norte americano, Alfred Reed. A suite tem como característica a prática de reunir vários pedaços menores independentes e contrastantes de música, aqui com Intrada, Siciliana, Scherzo e Gigue. Na sequencia, a banda executa In the Steppes of Central Asia, do compositor russo, Alexander Borodan, uma peça composta em 1880, para celebrar o aniversário de 50 anos de reinado de Alexander II, da Rússia. Em seguida, a Banda Sinfônica do Recife, toca duas músicas dos compositores pernambucanos, Lenine e Capiba, com arranjos especiais criados para esta celebração. Primeiro Lenine, com a composição Leão do Norte, música emblemática que retrata e exalta valores da cultura pernambucana. Do mestre Capiba, a BSR toca Valsa Verde, uma composição de 1932, ano em que o músico já era reconhecido como um compositor de talento, membro da Jazz Band Acadêmica, de Recife. A apresentação segue com as peças Lassus Trombone, de Henry Filmore, o medley Great Themes from italian movies, finalizando com Malagueña, de Ernesto Lecuona.

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Franchising na Região Nordeste cresce 10,5%

O Nordeste do País já é visto como uma das regiões promissoras para contribuir com o crescimento do setor de franchising nos próximos anos. De acordo com recente levantamento da ABF, o mercado de franquias na Região Nordeste faturou cerca de R$ 9,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um crescimento de 10,5% em relação aos seis primeiros meses do ano passado. A região corresponde a 14% do faturamento do mercado nacional de franquias no período, que foi de R$ 68,888 bilhões. Em relação ao final de 2015, o mercado Nordestino expandiu 12%, chegando a 23.700 unidades, o que equivale a 16,3% do mercado nacional. “Em marcas, crescemos 4,4%, somando 239 redes. Se olharmos o crescimento de unidades, esses números provam que o Nordeste tem uma grande importância no sistema de franquias brasileiro. É a demonstração de que os empreendedores estão buscando espaços fora do eixo Rio-São Paulo. Somos uma região promissora, temos muitas oportunidades de crescimento”, destaca o diretor da regional Nordeste da ABF, Leonardo Lamartine. A região é responsável por 7,5% das redes no Brasil e diversas delas têm projeção nacional. Mesmo em tempos de instabilidade econômica, todos os estados da Região Nordeste são importantes e têm potencial para crescer nos próximos anos. “O Nordeste é uma região com excelentes oportunidades para os diversos segmentos de franquias. Temos muitos municípios que possuem estrutura para receber grandes marcas e expandir suas unidades. É perceptível que o movimento do franchising para o interior se tornou mais intenso, chegando a cidades com menos de 50 mil habitantes. Várias cidades do interior se desenvolveram muito, formando um novo mercado potencial”, concluiu Lamartine.

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CBF lança Campeonato Brasileiro de PES

Os torcedores do Brasileirão vão entrar em campo e representar os 20 clubes da Série A. Entre os pernambucanos, Spor e Santa Cruz estão na disputa. O gramado é virtual, mas a emoção será pra lá de real. Com patrocínio da Pepsi, Brahma e Konami, a CBF realizará este ano o 1º e-Brasileirão com Pro Evolution Soccer (PES 2017). O campeonato será disputado em três fases. Haverá partidas disputadas nos estádios e premiação no encerramento do Brasileirão 2016. A primeira fase será online. Serão aceitas até 1.000 inscrições por clube, no site www.cbf.com.br/e-brasileirao, entre os dias 11 e 27 de outubro. Nos dias 29 e 30 deste mês, torcedores do mesmo time disputarão as eliminatórias entre eles, todos jogando com seu clube do coração. Dessa grande peneira sairão oito representantes de cada clube. Eles vão se enfrentar, presencialmente, no estádio em que seu time é mandante, no dia de uma partida do Brasileirão. Os 20 classificados (um de cada clube) passam à fase final, que será disputada no dia 1º de dezembro, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O campeão do e-Brasileirão 2016 - o primeiro oficial da história - receberá o troféu no evento de encerramento do Brasileirão, em 5 de dezembro.

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Mais prazo para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana

O governo federal editou medida provisória (MP) que altera a Lei 12.587 de 3 de janeiro de 2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A MP foi publicada no Diário Oficial da União. O objetivo da MP foi mudar o prazo de três para sete anos para que os municípios elaborem o Plano de Mobilidade Urbana. O prazo também mudou de três para sete anos para que o Plano de Mobilidade Urbana seja integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração, contado da data de vigência da lei 12.587/2012. Encerrado o prazo, os municípios ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam à exigência estabelecida na lei. O Plano de Mobilidade Urbana deverá contemplar os serviços de transporte público coletivo; a circulação viária; as infraestruturas do sistema de mobilidade urbana; a acessibilidade para pessoas com deficiência e restrição de mobilidade; a integração dos modos de transporte público e destes com os privados e os não motorizados; a operação e o disciplinamento do transporte de carga na infraestrutura viária; os polos geradores de viagens; as áreas de estacionamentos públicos e privados, gratuitos ou pagos; as áreas e horários de acesso e circulação restrita ou controlada; além dos mecanismos e instrumentos de financiamento do transporte público coletivo e da infraestrutura de mobilidade urbana. (Agência Brasil)

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Nova Adutora do Sistema Tapacurá em teste

A Companhia Pernambucana de Saneamento - Compesa inicia, em novembro, a fase de testes da nova Adutora do Sistema Tapacurá, que irá beneficiar os 160 mil moradores do município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata. A ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) de Vitória, será possível graças a construção de uma adutora de 27,5 mil metros de extensão, que vai captar água num dos principais reservatórios da Região Metropolitana do Recife (RMR), a Barragem de Tapacurá, localizada em São Lourenço da Mata. A Adutora de Tapacurá, irá dobrar a oferta de água na cidade, que enfrenta um rigoroso calendário de abastecimento, de um dia com água contra 17 dias sem. Todas as intervenções físicas para a implantação da adutora já foram concluídas. Agora, o novo SAA está na fase de energização para começar a funcionar. O investimento em todo o projeto é de R$ 32 milhões, com recursos do Ministério da Integração Nacional, Banco Mundial, Governo do Estado/Compesa. Atualmente, Vitória de Santo Antão recebe água de duas adutoras que bombeiam 200 litros de água por segundo para o município. Com a Adutora de Tapacurá, essa vazão vai dobrar, passando para 400 litros/segundo, o que irá permitir que a água chegue com mais frequência e pressão, alcançando também o Distrito Industrial e Bonança, em Moreno. “Esta é uma das obras mais importantes do Estado na área de abastecimento de água, que vai trazer um benefício enorme aos moradores de Vitória, reduzindo o rodízio e permitindo que a população tenha água de qualidade com maior regularidade, além de beneficiar o Distrito Industrial, alavancando a economia local”, avaliou o diretor Regional do Interior, Marconi de Azevedo. A partir dessa obra, a Compesa já está fazendo projetos para que o município tenha água todos os dias. A companhia vai ampliar a capacidade da Estação de Tratamento de Água-ETA Vitória e adaptar e ampliar/modernizar a rede de distribuição. “Os projetos que vão nortear essas obras estão previstos para serem concluídos também em novembro , mas as ações ainda não têm data definida para começar, pois ainda estamos captando recursos”, informou Azevedo. O sistema da Adutora de Tapacurá conta com uma Estação de Bombeamento Flutuante, com cinco conjuntos de bombas que irão captar a água do leito do reservatório da Barragem Tapacurá e enviá-la para a Estação Elevatória de Água Bruta. Neste ponto, outras cinco bombas “jogarão” essa água para Bonança, Distrito Industrial e ETA Vitória, de onde será distribuída para a cidade. A energização do sistema, que é a última etapa da obra, consiste em fazer as interligações entre a rede de energia da Celpe e a subestação. Desse local, é feita a ligação elétrica para as Estações de Bombeamento Flutuantes e a Estação Elevatória de Água Bruta, bem como a instalação dos quadros e painéis elétricos necessários para deixar o sistema em condições de operar. Estudos estão sendo realizados para definir qual a redução do racionamento de água na cidade e quando será anunciado um novo calendário de abastecimento. (Governo de Pernambuco)

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Cresce número de autônomos e de desempregados

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou novos indicadores do mercado de trabalho. Entre os novos indicadores, que são analisados dentro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), está a subocupação por insuficiência de horas trabalhadas. Segundo o IBGE, a população brasileira em idade de trabalhar, ou seja, acima de 14 anos, é dividida em pessoas dentro da força de trabalho e pessoas fora da força de trabalho. As pessoas dentro da força de trabalho podem estar trabalhando (pessoas ocupadas) ou desempregadas (ou seja, procuraram emprego mas não conseguiram). Subocupação Entre as pessoas ocupadas estão aquelas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas, ou seja, aquelas que trabalham menos de 40 horas semanais, mas gostariam de trabalhar um período maior. De acordo com o IBGE, os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas chegaram a 4,8 milhões no segundo trimestre de 2016. No primeiro trimestre do ano, esse contingente era de 4,2 milhões. Já os desocupados, ou seja, pessoas que procuraram emprego mas não conseguiram, somaram 11,6 milhões no segundo trimestre, ante os 11,1 milhões do primeiro trimestre. Juntando os dois indicadores (subocupação e desocupação) chega-se a um total de 16,4 milhões de pessoas que ou não trabalham dentro do período que gostariam ou estão desempregadas. No primeiro trimestre, esse número era de 15,3 milhões. A taxa de subocupação e desocupação em relação ao total de pessoas na força de trabalho subiu de 15% no primeiro trimestre para 16% no segundo trimestre deste ano. Força de trabalho potencial Dentro do total de pessoas em idade de trabalhar (14 anos) também há aquelas que estão fora da força de trabalho. O contingente dos fora da força de trabalho é constituído por aqueles que não querem trabalhar (pessoas fora da força de trabalho potencial) e aquelas que querem trabalhar, mas não procuram emprego ou não estão disponíveis para o trabalho oferecido (pessoas na força de trabalho potencial). As pessoas na força de trabalho potencial subiram de 5,4 milhões no primeiro trimestre de 2016 para 6,2 milhões no segundo trimestre deste ano. A taxa de pessoas nessa categoria em relação a todas que estão fora da força de trabalho cresceu de 8,4% para 9,8%. Somando-se a desocupação, a subocupação por horas insuficientes e a força de trabalho potencial, o IBGE consegue analisar a subutilização da força de trabalho. A taxa de subutilização é conseguida somando-se os três indicadores e dividindo-se pela soma das pessoas ocupadas (incluindo as subocupadas), das pessoas desocupadas e da força de trabalho potencial. Essa taxa subiu de 19,3% para 20,9%. A jornada média de horas trabalhadas ficou em 39,1 horas no segundo trimestre deste ano. No segundo trimestre de 2012, a jornada média era de 40,1 horas. Além disso, o IBGE verificou que 2,8% dos ocupados tinham dois ou mais trabalhos, enquanto que há quatro anos, o percentual era de 3,5%. Trabalhadores por conta própria Outro novo indicador da Pnad Contínua é o dos trabalhadores por conta própria com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). De acordo com o IBGE, no segundo trimestre deste ano, entre os 22,9 milhões de trabalhadores por conta própria, apenas 4,4 milhões (ou 19,3% do total) estavam registrados no CNPJ. No primeiro trimestre, eram 4,6 milhões entre 23,2 milhões (20%). (Agência Brasil)

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Janela Internacional anuncia programa de clássicos

Aguardada sempre com muita expectativa, em sessões lotadas, a programação de Clássicos do Janela volta a ocupar a grande tela, com filmes que marcaram época e gerações. Pelo sétimo ano consecutivo, a mostra leva sucessos de bilheteria ou de crítica, para o deleite de cinéfilos durante o Janela Internacional de Cinema do Recife. A nona edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife é organizada pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Funcultura/Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco. Este ano são treze longa-metragens que integram a grade do festival nos próximos dias 28 de outubro a 6 de novembro. Os filmes serão exibidos em cópias novas ou restauradas. Como todos os anos, o Cine São Luiz, pepita de resistência entre os cinemas de rua no Brasil, será uma das salas de exibição, que, desde o ano passado, conta com equipamentos de projeção digital, incluindo novos processadores e amplificadores de som para formato Dolby 7.1. Outra sala de exibição dos clássicos é o Cinema do Museu, em Casa Forte.. A novidade deste ano é a inclusão de um filme-surpresa que será anunciado somente na sua projeção. “Essa série de filmes do passado dialogam claramente com o presente em que a gente vive. E não só isso, os Clássicos do Janela também se comunicam com os filmes atuais que são exibidos no festival. Todos os anos é difícil essa escolha, porque temos muitos arquivos de distribuidoras da França, Inglaterra e Estados Unidos, com as quais temos contatos há anos. E fazer com que os filmes dialoguem entre si é um desafio instigante e interessante de ver”, explica o diretor e curador do Janela Internacional de Cinema do Recife, Kleber Mendonça Filho. O programa, que este ano tem como tema desobediência, é um dos mais esperados e disputados do Janela Internacional de Cinema do Recife e desta vez traz obras de mestres como Francis Ford Coppola (com o épico Apocalypse Now, vencedor da Palma de Ouro em Cannes), John Carpenter (com o thriller oitentista Eles Vivem, que estreou em 1988 no extinto Art Palácio e volta à grande tela do Recife 28 anos depois), Sidney Lumet, Milos Forman, Abel Ferrara, além de títulos emblemáticos de animação, aventura e ficção, entre eles Pinóquio (1940), de Walt Disney, e Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutierrez Alea. “O tema da ‘desobediência’ é o fio condutor da seleção deste ano e está presente não somente nos filmes mas também nas personagens. De alguma forma, eles ilustram uma ideia que vai de encontro com o que está estabelecido, seja em relação a uma regra social, a imposições políticas ou simplesmente a uma maneira de reagir a alguma coisa. Mas sempre se coloca neles a ideia de um cinema como uma arte social, humana”, comenta Kleber. “Muitos dos filmes têm uma relação forte com Recife, como é o caso de Apocalypse Now, que ficou seis meses em cartaz no Cine Veneza no ano de 1980, e acho que agora vai ser uma sessão bem forte no São Luiz. Outro título é Robocop, lembro de ver esse filme no Cine São Luiz 29 anos atrás, exatamente neste mês de outubro, uma produção muito anárquica e irreverente”. Outras sessões de destaque são O Porteiro da Noite, de Liliana Cavani, obra de 1974 que projetou a atriz Charlotte Rampling para o estrelato na pele de Lucia Atherton, uma sobrevivente de campo nazista que reencontra seu torturador num hotel de Viena; e o clássico underground 1 Berlim-Harlem, dos cineastas Lothar Lambert e Wolfram Zobus, que será exibido em cópia de 35mm cedida pela Cinemateca Alemã. Projetado na Berlinale deste ano, em homenagem aos 30 anos do prêmio Teddy, essa película borra as fronteiras de ficção e documentário com a história de um soldado negro americano que, ao tentar viver em Berlim, tem sua vida marcada por aventuras sexuais racismo e fetichismo. “1 Berlim-Harlem é um filme de baixíssimo orçamento e completamente underground tanto na forma de se fazer quanto na maneira de incorporar a atmosfera da Guerra Fria, de modo anárquico, por vezes sórdido. O retrato da Berlim da época é marcado por vários cameos de figuras do grupo ligado aos cinemas underground, e até Fassbinder faz uma ponta. Um filme raro sem sinal de exibição recente na América do Sul.”, justifica Luís Fernando Moura, coordenador de programação do Janela. Mais informações: www.janeladecinema.com.br Clássicos do Janela 2016: Apocalypse Now (EUA, 1979), de Francis Ford Coppola Eles vivem (EUA, 1988), de John Carpenter Hair (EUA, 1979), de Milos Forman Memórias do Subdesenvolvimento (Cuba, 1968), de Tomás Gutierrez Alea O Criado (Reino Unido, 1963), de Joseph Losey O Porteiro da Noite (Itália, 1974), de Liliana Cavani O Tambor (Alemanha, 1979), de Volker Schlöndorff Pinóquio (EUA, 1940), de Walt Disney Robocop - O policial do futuro (EUA, 1987), de Paul Verhoeven Sedução e Vingança (EUA, 1981), de Abel Ferrara Um dia de cão (EUA, 1975), de Sidney Lumet 1 Berlim-Harlem (Alemanha, 1974), de Lothar Lambert e Wolfram Zobus

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Outubro Rosa: dicas de prevenção ao câncer de mama

O câncer de mama é tipo o mais comum entre as mulheres, depois do de pele não melanoma. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama responde por cerca de 25% dos novos casos registrados anualmente da doença. Pesquisa divulgada pelo Inca para o biênio 2016-2017 aponta a ocorrência de 57.960 mil casos novos de câncer de mama no país em 2016. Apesar de os números serem grandiosos, segundo o médico Carlos Frederico Lima, mastologista e cirurgião oncológico da Fundação do Câncer, o câncer de mama é um tumor curável, em até 98% dos casos, se detectado na fase inicial, reduzindo significativamente a necessidade da mastectomia (retirada dos seios), tão temida pelas mulheres. Somente o exame de mamografia pode mudar a curva da doença. Uma das barreiras para a detecção precoce do câncer de mama é o medo. Muitas mulheres têm receio do exame e demoram a procurar orientação médica para realização da mamografia. No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres entre 50 e 69 anos, ou antes disso caso haja histórico familiar de câncer de mama ou a indicação do profissional de saúde. Pesquisas científicas mostram que o desenvolvimento de até 13 tipos tumores está relacionado a comportamento. Com a adoção de medidas simples é possível reduzir a incidência do câncer de mama. Confira algumas dicas importantes que a Fundação do Câncer preparou para a campanha mundial Outubro Rosa. Confira. Procure um profissional de saúde O autoexame é uma maneira importante de a mulher conhecer o próprio corpo e perceber possíveis alterações, mas, muitas vezes, o tumor não consegue ser percebido apenas através do toque. Especialmente na fase inicial - quando o nódulo tem tamanho muito reduzido e, consequentemente, a chance de cura é maior - é imprescindível a realização da mamografia para detecção da doença. Por isso, a premissa básica é: faça acompanhamento regular com um especialista, que irá avaliar clinicamente a paciente e fazer as prescrições de acordo com o seu perfil e necessidades. Pratique atividade física A prática de atividade física diminui em cerca de 1/3 os riscos de desenvolver câncer de mama. Pratique 30 minutos de exercício aeróbico, pelo menos três vezes na semana, ou de acordo com as suas necessidades. Procure um profissional da área para pedir orientação na escolha da atividade física e acompanhamento para ter uma prática mais adequada. Controle a alimentação Uma dieta equilibrada evita o sobrepeso e melhora a qualidade de vida. Alimentos industrializados, enlatados e conservados contêm agentes cancerígenos na composição e devem ser evitados. É o caso das carnes processadas, defumadas, curadas ou salgadas (carne de sol, charque e peixes salgados) e embutidos, como salsicha, linguiça, mortadela e salame. Dê prioridade aos vegetais e coma pelo menos cinco porções ao dia de frutas, legumes e verduras. São alimentos ricos em vitaminas essenciais, sais minerais e fibras, além de substâncias antioxidantes que protegem contra a maioria dos tipos de câncer. Não fume O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, que levam a uma série de doenças, entre elas, o câncer. O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – 4,9 milhões pessoas (mais de 10 mil por dia) morrem todos os anos em decorrência do cigarro – e estima-se que 30% de todos os casos de câncer são devido ao tabagismo. Por isso, não fume e proteja-se da fumaça do cigarro. Deixar de fumar é uma das decisões mais importantes na vida de um fumante e para quem convive com quem fuma. Sempre vale a pena! Não consuma álcool De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o alcoolismo causa entre 2% e 4% das mortes por câncer, sendo um dos fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tumores, incluindo o de mama, principalmente se o uso for combinado com o tabaco. Além do câncer, o consumo de álcool está associado a mais de 200 tipos de doenças, entre cardiovasculares, mentais e hepáticas. Reduzir a frequência do consumo pode diminuir as chances de desenvolver a doença, mas a escolha mais saudável é não beber ou evitar ao máximo a ingestão de bebidas alcoólicas. Sobre a Fundação do Câncer: A Fundação do Câncer é uma instituição privada e sem fins lucrativos que, há 25 anos, realiza ações estratégicas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil. Atua em promoção à saúde, diagnóstico precoce, assistência, cuidados paliativos, educação e pesquisa, além de projetos relacionados a transplante de medula óssea e sangue de cordão umbilical e placentário.

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