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“É preciso mais investimentos em energia. É uma questão de segurança nacional.”

Felipe Valença, Diretor-presidente da Copergás, detalha planos e ações para tornar o gás natural um indutor do desenvolvimento, em especial no interior, como nos Polos Gesseiro e de Confecções. Também ressalta a importância do GN na transição energética e alerta que o País necessita investir em fontes diversificadas Há pouco mais de um mês, a Copergás anunciou que vai investir R$ 986 milhões até 2029, isso significa 65% a mais que o patamar previsto anteriormente, de R$ 596 milhões. Também planeja até 2025 levar o GN para o Polo Gesseiro na região do Araripe, num investimento inicial de R$ 6 milhões, e faz estudos para também beneficiar o Polo de Confecções do Agreste. Seus planos preveem ainda a implantação do gás natural veicular no transporte público em Pernambuco, que já está em fase de testes, além de um projeto-piloto para um novo caminhão movido a GNV. Além disso, a partir de setembro, a Copergás passa a ofertar gás natural 100% renovável, o biometano, por meio da interligação, no Ecoparque da Muribeca, do supridor Orizon. À frente desse arrojado planejamento da empresa está Felipe Valença que, há menos de um ano, assumiu a presidência. Para obter esse investimento de quase R$ 1 bilhão, ele mostrou a Commit Gás e a Mitsui Gás – sócios da Copergás juntamente com o Governo de Pernambuco – a vantagem de reduzir a distribuição dos dividendos a 25% para permitir que os 75% restantes fossem reinvestidos. Nesta conversa com Cláudia Santos, Felipe Valença ressalta a urgência de ampliar a infraestrutura do gás natural como forma de induzir o desenvolvimento no Estado. Também salienta a importância dessa fonte energética como transição para uma matriz sustentável e para a própria segurança nacional. A Copergás divulgou que, na sua gestão, pretende estimular o desenvolvimento econômico de microrregiões do Estado ou segmentos econômicos com foco principalmente na indústria. Como isso tem sido executado? Nesse novo ciclo, em que buscamos alavancas de crescimento, percebemos que a Copergás deveria estar mais conectada como indutor de desenvolvimento do Estado e temos uma grande oportunidade no interior. Enxergamos que existe uma série de polos industriais em Pernambuco que ainda não são abastecidos pelo gás, entre eles, o Polo do Araripe que foi mencionado pela maioria das lideranças que ouvimos durante a revisão do nosso planejamento estratégico. Hoje temos uma malha de gás que margeia a BR-232, vai pelo litoral até chegar a Belo Jardim. Mas há outras regiões em que precisamos atuar como, por exemplo, a área têxtil de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. É uma região que representa em torno de 20% do jeans do Brasil e, assim como o Polo do Araripe, não tem infraestrutura de gás. A boa notícia é que conseguimos aumentar o investimento da Copergás nos próximos seis anos em 65%. Isso representa quase R$ 1 bilhão. No ano passado, com a revisão do planejamento estratégico, conseguimos a confiança dos sócios para reinvestir o resultado da empresa no Estado de Pernambuco. Até então, tínhamos uma política de distribuição de 100% dos dividendos, ou seja, sobrava menos dinheiro para investir. Hoje a política de dividendos é de 25%, que é o mínimo de uma S/A. Boa parte desse recurso é para o interior, então setores, como o Polo Têxtil, serão contemplados. É um projeto de expansão que vai sair de Caruaru para o polo do Agreste. Mas isso não é para este ano porque os estudos só começam a partir do ano que vem. Levar essa solução para as indústrias impulsiona o desenvolvimento porque traz economia para empresas como o Lafepe que acabou de virar nosso cliente e tem a expectativa de economizar R$ 1,2 milhões por ano. Além de ajudar na economia, o uso do gás natural faz com que as empresas possam participar ativamente na agenda de transição energética. Há muitas indústrias que ainda queimam óleo ou madeira, como o caso do Araripe. Isso arrasa a mata nativa e cria desertos. O gás natural é muito menos poluente, oferece uma economia de pelo menos 25% de CO2. Então é realmente sustentável. Como tem sido a receptividade das empresas do gesso ao gás natural? Muito positiva. Já temos cerca de 18 cartas de intenção de empresários locais manifestando interesse. De fato, existe uma demanda. Nosso cronograma está bem definido. Nunca um presidente da Copergás esteve lá e nós já estivemos várias vezes, sempre em companhia de diversos órgãos e lideranças estaduais, pois é um assunto de interesse de todos. Na última vez, estivemos com a governadora do Estado, que anunciou a desoneração do ICMS para o Polo Gesseiro. Isso gerou confiança do empresariado local. Temos lá um projeto-piloto que começa em abril, em que um empresário está fazendo investimento e nós estamos atuando para colocar o gás em teste e, em seguida, montar a infraestrutura pra valer. Nossa previsão é que as obras sejam iniciadas até o final do ano e que, a partir do primeiro semestre de 2025, iniciaremos o fornecimento. A Copergás anunciou que também vai intensificar o acesso em localidades que já contam com rede de gás. Ainda é baixo o número de conversões em locais que já contam com a oferta de GN? Para se ter uma ideia, no ano passado, quando começamos a fazer a revisão do planejamento estratégico, identificamos que só existem nove clientes da Copergás em Caruaru e a empresa está há 15 anos lá. Queremos universalizar o consumo. Existem outras cidades que, como Caruaru, contam com uma malha de gás para uso de uma indústria ou posto de gasolina, mas não atende o pequeno e médio comércio, por exemplo. Como está o projeto em relação ao consumidor residencial? O programa Morar Bem vai entregar as casas populares com gás natural? O gás residencial no Brasil é muito elitizado. Hoje, em Pernambuco, há apenas 90 mil usuários, é um leque muito pequeno. Para ampliar esse número, fizemos uma parceria com a Secretaria de Habitação para inserir gás natural em empreendimentos do programa Morar Bem. A preferência é instalar o gás

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62% dos brasileiros já ouviram piadas ofensivas no trabalho, diz pesquisa

Responda com sinceridade: você já testemunhou brincadeiras ofensivas no ambiente de trabalho? Se sua resposta for positiva, saiba que isso não é por acaso: de acordo com 63% dos brasileiros entrevistados na nova pesquisa da Preply, as empresas são o espaço onde mais se reproduz piadas insensíveis ou de mau gosto — à frente do círculo familiar, grupos de amigos e até mesmo das redes sociais. Isso porque, em um contexto no qual muitos humoristas têm sido criticados por, não raramente, normalizarem discursos de ódio, a especialista em idiomas pediu que centenas de pessoas de todas as regiões revelassem suas experiências com certas piadas de mau gosto (seja como reprodutoras ou ouvintes), entre os preconceitos mais ouvidos sob a forma de “gozação” e como costumam reagir ao ouvi-los. Durante o levantamento, aliás, mesmo quem afirmou reproduzi-las no dia a dia também não negou: já se sentiram pessoalmente ofendidos ao ouvir certas “gracinhas” por aí. Principais conclusões: 52,6% dos entrevistados reproduzem ou já reproduziram piadas insensíveis Isso porque, ao serem perguntados sobre suas participações nessas supostas “brincadeiras”, 5 em cada 10 respondentes afirmaram fazer ou já ter feito alguma “gracinha” considerada insensível ou de mau gosto socialmente, muitos dos quais também fazem parte dos grupos que disseram ficar constrangidos por outras pessoas (82,6%) ou se ofenderem com certas piadas de terceiros (71,6%). Tal incômodo, de toda maneira, nem sempre é o suficiente para justificar eventuais confrontos durante esse tipo de situação. Afinal, mesmo ao ouvirem piadas que avaliam como insensíveis (seja porque se utilizam de temas delicados, discriminatórios ou que podem causar desconforto), somente cerca de 10% das pessoas revelaram manifestar a própria desaprovação (13,6%) ou educar os demais sobre os impactos negativos (11,4%) desse tipo de humor. Piadas no trabalho: quando as brincadeiras se tornam ofensas Nem na faculdade, nem entre os colegas: de acordo com o que responderam a maioria dos brasileiros, o lugar onde mais escutam piadas insensíveis ou de mau gosto diariamente é, na verdade, o ambiente de trabalho (62,6%) — o mesmo espaço em que, segundo um estudo da Workplace Bullying, práticas intimidatórias afetam mais de um terço dos funcionários. Só então (e já fora do meio profissional) é que viriam outros locais e circunstâncias onde tendem a surgir “gozações” do tipo, como em meio a conversas em grupos de amigos (56,8%), ambientes escolares (49,6%), eventos sociais (48,2%) e espaços públicos (44,2%). Ora, mas e quanto à internet, esse terreno em que piadas se confundem com discursos de ódio e ofensas gratuitas com grande frequência? Para 6 em cada 10 entrevistados, estamos falando de um dos espaços onde mais se encontram “brincadeiras” ofensivas, sobretudo em três redes sociais específicas: Instagram (46,6%), Facebook (28,2%) e TikTok (27,6%), as mais mencionadas nas respostas. As reuniões de família, como imaginado, também não ficam muito atrás no quesito passar do ponto em nome do riso, tendo em vista que familiares como primos (39,8%), tios (37,6%) e até mesmo os próprios pais (25,2%) foram classificados como reprodutores de piadas desconfortáveis na visão dos ouvidos pela Preply. Sexismo, racismo, xenofobia: preconceitos disfarçados de piada Mas, afinal, se experiências com piadas de mau gosto não faltam entre os brasileiros, que temas sérios têm sido menosprezados em prol da “gozação” entre a população? Como uma pesquisa atenta à relação entre certos estigmas, possíveis discursos de ódio e comentários humorísticos, esse foi um dos questionamentos da Preply aos entrevistados, que dividiram com a plataforma o que mais ouvem da boca dos outros disfarçado de humor. Ao que demonstram os respondentes, são três os tópicos que mais aparecem nas piadas ouvidas no dia a dia: mensagens sexistas (56,6%), por trás, por exemplo, de brincadeiras envolvendo mulheres loiras e sogras, zombarias à aparência física (55,8%), como aquelas que envolvem pessoas gordas, e, ainda, piadas racistas (54,4%). Somam-se a eles, por sua vez, comentários jocosos sobre grupos como a população LGBTQIA+ (45,2%), membros de determinados grupos religiosos (35,6%), pessoas em situação de vulnerabilidade social (29,6%) e indivíduos com deficiência (30%). “Quando usado de forma positiva, o humor promove conexão e empatia, serve como um quebra-gelo universal e permite que as pessoas riam juntas. Sua verdadeira potência reside na capacidade de nos unir na alegria sem fazer de ninguém o objeto de ridicularização”, destaca Sylvia Johnson, líder de Metodologia da Preply. “Assim, devemos tomar precauções para evitar o humor que zomba, diminui ou ofende com base em gênero, raça ou cultura”.

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lucas pedretti lima foto arquivopessoal

Violência de Estado persiste na democracia, alerta historiador

(Da Agência Brasil) Estima-se que na ditadura militar morreram 8.350 indígenas nas disputas de terra e na implantação de grandes projetos em áreas florestais. No mesmo período, 1.200 camponeses também teriam morrido em conflitos semelhantes. Segundo relatório da Comissão Nacional da Verdade, de 2011 a 2014, essas mortes foram causadas pela ação do Estado autoritário ou por omissão. Apesar de constarem em relatório oficial, essas mortes são menos conhecidas e por que não despertam tanta atenção? Na avaliação do historiador e sociólogo Lucas Pedretti, esse apagamento se assemelha ao que acontece hoje em dia com as pessoas mortas em operações policiais em comunidades e áreas periféricas: a sociedade brasileira se importa pouco com essas vidas. “A gente dá mais valor a algumas vidas do que outras e, portanto, a gente chora mais determinadas mortes do que outras”, diz o estudioso. Ele acrescenta: “O que chamamos de democracia tolera e aceita a violência de Estado contra a juventude negra periférica.” Esses assuntos são tratados no livro A transição inacabada: violência de Estado e direitos humanos na redemocratização, que Lucas Pedretti está laçando pela editora Companhia das Letras. A seguir, os principais trechos da entrevista do autor à Agência Brasil: Agência Brasil: Somos um país de história extremamente violenta: tivemos genocídio indígena desde a colonização, por 350 anos a exploração de pessoas escravizadas foi o motor da economia; e nossa miscigenação se deu com estupro de mulheres indígenas e pretas escravizadas. Os indicadores de violência na ditadura e na democracia são coerentes com esse legado? Lucas Pedretti: Sem dúvida nenhuma. Precisamos olhar para o período da ditadura militar como mais um capítulo dessa longa história de violência, de barbárie. O livro questiona exatamente como e por que diante dessa história, em que a violência é a marca fundamental, apenas em torno de determinados assuntos houve mobilização capaz de levar o Estado a admitir a violência e produzir, ainda que de forma muito limitada, políticas de reconhecimento com o funcionamento da Comissão de Mortos e Desparecidos Políticos [Lei nº 9.140/1995], Comissão de Anistia [Lei nº 10.559/2002] e Comissão Nacional da Verdade [Lei nº 12.528/2011]. São momentos únicos da história do Brasil em que o Estado assume que violou direitos e tenta de alguma maneira reparar. Mas por que a gente não tem uma comissão da verdade indígena, ou sobre a escravidão negra ou sobre a violência policial pós-1988? É evidente, como tento mostrar no livro, que raça e classe pesam nisso. Os alvos da violência política da ditadura reconhecida pelo Estado são historicamente mais protegidos: a juventude branca, universitária, de classe média ou, muitas vezes, filhos da elite. Agência Brasil: Você escreve no livro que “para casos como a Chacina de Acari [1990] não houve comissões da verdade, programas de reparação ou políticas de memória. Pelo contrário, a resposta da Nova República foi aumento das formas de violência do Estado”. A sociedade brasileira é mais sensível à violência política do que à violência urbana cotidiana? Lucas Pedretti: A gente dá mais valor a algumas vidas do que outras e, portanto, a gente chora mais determinadas mortes do que outras. A ideia de violência política, tal como foi construída na redemocratização, teve a função de permitir a reintegração de militantes da oposição. Esse discurso foi capaz de reabilitar politicamente sujeitos que o regime militar chamava de subversivos e terroristas. Mas esse discurso mantinha uma certa divisão entre uma violência tolerável e uma violência intolerável. Quando a violência do Estado atinge uma juventude branca universitária gera repúdio porque extrapola aquilo que a sociedade brasileira considera normal, como a morte de um jovem negro na periferia ou um massacre indígena. Agência Brasil: Recentemente, foi encerrada Operação Verão, na Baixada Santista, com 56 pessoas mortas pela Polícia Militar de São Paulo. Essas operações especiais das polícias, feitas em diferentes estados, têm alguma semelhança com a repressão política? Lucas Pedretti: Todas essas operações policiais estão ancoradas numa lógica na qual determinadas pessoas e determinados territórios da cidade não são dignos dos direitos, da cidadania e das proteções constitucionais. Diante de uma pessoa cuja humanidade não se reconhece e é considerada uma ameaça, nós autorizamos socialmente que a polícia vá lá, torture, prenda e mate arbitrariamente. A ditadura estabelece mecanismos institucionais, jurídicos e legais que seguem até hoje e que dão respaldo à situação das polícias. Os autos de resistência, por exemplo, são instituídos durante a ditadura. A atribuição de uma Justiça Militar para julgar militares acusados de cometer crimes contra civis é uma criação da ditadura. A própria organização institucional das polícias militares, como esse corpo se funciona como força auxiliar do Exército, é também uma herança da ditadura militar. Para além desses mecanismos jurídicos, institucionais e administrativos, existe algo do ponto de vista discursivo. A ditadura foi o momento em que a ideia de que a mão pesada do Estado deve se fazer valer – independente das leis e garantias constitucionais – e de que as polícias devem atuar autonomamente – sem nenhum tipo de controle externo, sem nenhum tipo de submissão ao poder político civil – tem como contrapartida a garantia da impunidade de policiais. É importante dizer que a nossa democracia foi capaz de aprofundar todos esses mecanismos. Isso é algo que precisamos pensar. O que chamamos de democracia tolera e aceita a violência de Estado contra a juventude negra periférica, talvez hoje de forma mais grave do que como acontecia no próprio regime autoritário. Agência Brasil: A impunidade e a maneira como a polícia se comporta hoje são sinais da atuação autônoma das polícias e de perda de controle dos governos estaduais? Lucas Pedretti: É difícil diagnosticar de forma definitiva que todos os governos estaduais perderam o controle das polícias. O que é possível dizer é que estamos diante de um movimento em que no lugar das corporações policiais se submeterem a um controle rígido civil – como seria esperado em um regime democrático, uma vez que eles são os profissionais que usam a violência cujo monopólio legítimo o Estado detém – vemos

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Morêdas anuncia primeira galeria de rua de Pernambuco

A Morêdas, empresa responsável pela sinalização de vias da cidade através de placas indicativas que integram mensagens publicitárias, realizará o lançamento de sua nova identidade visual no dia 10 de abril (na Christal Galeria), além de novos produtos e projetos da empresa, resultado da recente renovação na gestão, ocorrida há pouco mais de 1 ano. Além da expansão das atividades da marca para outras cidades, a Morêdas também anunciará oficialmente a inauguração da primeira galeria de rua em postes indicativos do estado, que ocupará a Rua Almirante Tamandaré, em Setúbal. Composta por obras de artistas pernambucanos selecionados através de um edital, a galeria contará com 18 postes indicativos exibindo exclusivamente obras de arte, apresentando tanto as peças quanto seus respectivos autores e autoras. A Galeria de Rua receberá o nome de Jobson Figueiredo, artista plástico responsável pelo design das placas de rua que indicam caminhos pela cidade e que construiu, junto a Francisco Brennand, as obras do Parque das Esculturas. “É uma forma de homenagear o design criado por ele e criar ponte entre nossa trajetória de 5 décadas e o novo momento que estamos imprimindo à empresa, destacando nossa identidade de tradição que inova”, pontua Mário Morêda, atual diretor da Morêdas.

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Saiba como proteger os dados da empresa e garantir a segurança das informações

Para garantir o progresso de uma empresa, é fundamental utilizar a tecnologia para gerenciar seus negócios e informações. A maioria das organizações, independentemente do tamanho ou setor, lida com dados pessoais e corporativos sensíveis, como informações de clientes, registros financeiros e planos de negócios. No entanto, o armazenamento desses dados também traz consigo riscos significativos, incluindo ameaças cibernéticas. Portanto, é essencial que as empresas tomem medidas proativas para proteger suas informações contra vazamentos ou invasões por hackers, a fim de evitar potenciais crises. “Os riscos cibernéticos estão ligados a qualquer tipo de ataque criminoso feito em ambientes virtuais, seja em busca de dinheiro, dados pessoais, ou até mesmo para realizar extorsão virtual. Para evitar que isso aconteça, muitas empresas estão utilizando o seguro cibernético, também conhecido como seguro de segurança cibernética ou seguro de risco cibernético, que é um tipo de seguro que ajuda a proteger empresas e organizações contra os riscos associados a ataques cibernéticos e violações de dados.”, esclarece o CEO da MRR & PVA Corretora de Seguros, Manoel Resende. Segundo o especialista, embora a prevenção seja a melhor abordagem, as organizações também devem se preparar para a inevitabilidade de potenciais violações de segurança cibernética. Mesmo com medidas preventivas robustas, sempre haverá um certo risco de invasão. Portanto, é crucial que as empresas considerem adquirir um seguro cibernético especializado. Ao optar por esse tipo de seguro, adaptado às necessidades de cada negócio, as empresas têm acesso a um time de especialistas em segurança, que auxiliam na negociação com os criminosos, além de oferecer suporte financeiro. Isso significa que os prejuízos, gastos e dificuldades enfrentados são compartilhados com a seguradora contratada. Além disso, a empresa que estiver protegida pelo seguro estará livre de possíveis penalidades da LGPD por vazamento de dados pessoais. Lembrando que o seguro não cobre o não atendimento a LGPD, ele cobre as consequências jurídicas de um vazamento, seja por um ataque cibernético, seja por uma falha interna. “Ter o seguro cibernético não significa que você pode relaxar na segurança da informação e o fato de investir na segurança da informação, não quer dizer que você não precisa do seguro, os dois andam de mãos dadas, com o seguro você divide o risco”, enfatiza. Ele avalia que o fato de as empresas terem uma operação de Cyber Segurança terceirizada ou madura, contribui muito para as seguradoras avaliarem as taxas do seguro, o programa de segurança madura tem que estar em conjunto com o seguro.

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Instituto Banco Vermelho realiza hoje (5) ativações em espaços públicos do Recife

A data de 05 de abril presta homenagem à Mirella Sena, vítima de feminicídio Integrantes do Instituto Banco Vermelho promovem uma ação de conscientização nas ruas do centro do Recife-PE nesta sexta-feira (05), em apoio ao #FeminicídioZero e contra a violência à mulher. No Dia de Combate ao Feminicídio em Pernambuco, placas com mensagens impactantes são exibidas, convidando os transeuntes a se engajarem na causa. Os participantes também incentivam o registro de fotos para compartilhamento nas redes sociais, fortalecendo o apoio e solidariedade à luta contra o feminicídio. “Nós, juntamente com a Uninassau, nosso maior apoiador na causa, iremos circular pelas principais ruas do dentro do Recife com placas que remetem às placas de advertência de trânsito. Isso para que os transeuntes identifiquem a importância de frearmos a violência contra as mulheres no nosso estado, para que se conscientizem sobre a importância do feminicídio zero”, pontua Andrea Rodrigues, presidente do Instituto Banco Vermelho. PROJETOS E ARTICULAÇÕES Ainda marcando o Dia de Combate ao Feminicídio em Pernambuco, a Câmara Municipal do Recife aprovou e protocolou na data de hoje (05.04.20244) para ser incluído no calendário municipal o “Projeto Banco Vermelho”, proposto pela vereadora Liana Cirne. O Projeto consiste na instalação de bancos na cor vermelha em espaços públicos de grande circulação de pessoas, por meio das iniciativas do Instituto Banco Vermelho. Os equipamentos contarão com frases de estímulo à reflexão a busca pelo #FeminicídioZero e contatos de emergência para denúncia e suporte às vítimas. A intervenção urbana terá por finalidade prevenir e combater o feminicídio e a violência de gênero, bem como fornecer informações sobre o acesso à rede de apoio para as vítimas. O Instituto também conta com um Projeto de Lei Estadual protocolado proposto pela deputada Dani Portela, um Projeto de Lei Federal já aprovado e frente de articulação direta junto ao Senado Federal, proposto pela Deputada Maria Arraes.

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Instituto Conceicao Moura

Instituto Conceição Moura possibilita dedução do Imposto de Renda com doações

O Instituto Conceição Moura, registrado no Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, permite que pessoas físicas e jurídicas realizem doações dedutíveis do Imposto de Renda (IR). Além de contribuir para a promoção da Educação e Cultura entre crianças e jovens, as doações geram uma dedução no imposto a ser pago pelos contribuintes. As contribuições para o Instituto são direcionadas para ações que visam à proteção e ao desenvolvimento integral de crianças na Primeira Infância, além de investimentos em projetos de inovação para adolescentes e jovens, apoio à Educação de qualidade e fortalecimento da Arte e Cultura como agentes de transformação social. Para aproveitar a dedução do Imposto de Renda, é necessário utilizar o modelo completo na declaração do IR, já que no modelo simplificado essa operação não é possível. É importante ressaltar que nem todas as doações podem ser deduzidas do Imposto de Renda, sendo necessário direcioná-las para organizações que fazem parte dos fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa Nacional, como é o caso do Instituto Conceição Moura. Saiba como contribuir com o Instituto Conceição Moura e reduzir o valor do Imposto de Renda• Opte pelo modelo completo na plataforma de declaração do IR• Na aba “Criança e Adolescente”, clique em “Doações Diretamente na Declaração• Escolha no “tipo de fundo” a opção “Municipal”, Estado “PE”• Indique o município Belo Jardim – CNPJ 23.881.117/0001-27• Confirme o valor que foi gerado automaticamente e clique “OK”• Envie o DARF junto com o comprovante de pagamento para o Whatsapp (81) 99332-5160

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Senac Porto Digital

Senac-PE lança incubadora i.de.i.a.S. no Porto Digital

A partir desta semana chega ao pólo tecnológico do Recife a i.de.i.a.S. A Incubadora para o Desenvolvimento de Inovação e Aceleração do Senac será lançada hoje (4), na unidade embarcada do Porto Digital, e pretende fomentar a criação e o crescimento de empresas inovadoras no setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo em Pernambuco. A iniciativa é fruto do PRINTS, o Programa de Inovação e Tecnologia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O diferencial da nova incubadora será promover ideias e propostas apresentadas por alunos e egressos do Senac que sejam viáveis para o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. A intenção é que ela seja uma expoente para o desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis no Estado, contribuindo para a criação de novos negócios, para a geração de emprego e renda e para o aumento da competitividade do setor. A Apé passou recentemente por um período de prototipação de 60 dias dentro da i.de.i.a.S. Durante esse processo, foram testados serviços, ações e atividades que a incubadora vai prover às empresas. “Durante a prototipação, participamos de inúmeros workshops pensados justamente para startups que estão iniciando, o que ajudou muito no nosso desenvolvimento. Maturou nossos conhecimentos sobre tecnologia, legislação e negócios. Agora, nossa expectativa é que sejamos incubados”, afirma a hoje sócia Juliane Reis. De acordo com Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, o plano é que a i.de.i.a.S. promova a integração entre empresários, atores do ecossistema de inovação de Pernambuco e as representatividades empresariais e sindicais da Fecomércio-PE. “Queremos criar um canal permanente de projeção de negócios entre esses setores e os empreendimentos incubados,  impulsionando assim o desenvolvimento de novas soluções para o Comércio. Nosso objetivo é muito mais do que simplesmente incubar empresas. Queremos criar um ambiente colaborativo e dinâmico entre a academia e o mercado”, destaca. A seleção de empreendimentos a serem incubados na i.de.i.a.S. obedecerá a um edital específico, ainda a ser lançado, com critérios para seleção, julgamento das propostas e organização de comissão avaliativa. O ciclo de incubação, com duração de 24 meses, com a possibilidade de extensão do período por mais 12, terá as seguintes etapas: Pré-Incubação, Ideação, Validação, Operação, Tração, Scale-Up e Graduação. As propostas apresentadas deverão seguir alguns pré-requisitos, como viabilidade técnica e econômica, seu potencial inovador e integração com a estrutura de ensino e pesquisa do Senac-PE. Além disso, devem apresentar aderência às áreas de atuação do setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

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Ausência de gestão do tempo derruba produtividade e qualidade de vida dos profissionais

Se você não organiza bem sua agenda e nunca refletiu de fato como faz a gestão do seu tempo, sua produtividade pode estar muito abaixo do que poderia ser. Além disso, esse descuido com a organização das tarefas e compromissos é um dos motivos que afeta muito também a qualidade de vida dos profissionais. Essas constatações foram reveladas em uma série de pesquisas, nacionais e estrangeiras, que avaliaram as práticas dos profissionais e gestores. Para orientar profissionais e gestores, o consultor Tiago Siqueira faz no dia 4 de abril, às 20h, o workshop Gestão do Tempo e Produtividade para Líderes, que será remoto e gratuito para os inscritos no link: atqv.com.br Uma pesquisa da Acuity Training revelou que 82% dos profissionais não têm nenhum sistema de gerenciamento de tempo e ainda que uma em cada 8 pessoas, nunca se sente no controle das demandas em seu trabalho. TEMPO FORA DE CONTROLE 82% dos profissionais não têm um sistema de gerenciamento de tempo; 1 em cada 8 pessoas, nunca se sente no controle das demandas em seu trabalho. Fonte: Acuity Training (2022) Mesmo para as pessoas que têm cuidado do seu tempo, mas não têm as devidas técnicas de gestão, os problemas de produtividade podem aparecer. Tiago Siqueira cita, por exemplo, um estudo liderado pelos especialistas Joshua Rubinstein, Jeffrey Evans e David Meyer que destacou para o fato de que alternar entre tarefas pode reduzir nossa produtividade em até 40%. Os profissionais, portanto, que pensam estar produzindo mais, intercalando diferentes funções ao longo do dia, podem na verdade estar perdendo minutos e até horas da sua jornada. Além de derrubar a produção, a qualidade de vida de quem não arruma o tempo é imensamente prejudicada. Uma pesquisa publicada pelo Centro de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no ano 2020 indicou que 56% das pessoas têm dificuldade em equilibrar vida profissional e pessoal. O advento do home office foi apontado como um dos motivos que ampliou essa dificuldade. Apesar de trazer vantagens, como na redução das horas desperdiçadas nos deslocamento, a falta de ferramentas de organização do tempo e melhor distribuição da agenda pessoal e de trabalho, criou esse desconforto em muitos profissionais. QUALIDADE DE VIDA PREJUDICADA 56% das pessoas têm dificuldade em equilibrar vida profissional e pessoal Fonte: FGV Para aprender técnicas de gestão do tempo e compreender como essa reorganização pode trazer benefícios para a atividade profissional e qualidade de vida, faça a inscrição no workshop Gestão do Tempo e Produtividade para Líderes. Tiago Siqueira, autor do livro “Quem tem prazo não tem pressa”, será o condutor do encontro virtual ao vivo acontecerá na plataforma Zoom.

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mulher de porte medio que trabal

Último dia para pessoas negras se inscreverem em preparatório para advocacia pública 

A iniciativa conjunta entre Advocacia-Geral da União, Ministério da Igualdade Racial e Instituto de Referência Negra Peregum inclui uma bonificação para estudantes ou graduados em Direito que moram das regiões Norte e Nordeste  Hoje (03/04) é o último dia para se inscrever no Programa Esperança Garcia, que oferece 130 vagas em um curso preparatório para carreiras da advocacia pública destinado a pessoas negras. A iniciativa é uma parceria entre a Advocacia-Geral da União, o Ministério da Igualdade Racial e o Instituto de Referência Negra Peregum. Haverá bonificação para residentes das regiões Norte e Nordeste, com pelo menos 39 vagas reservadas para essas áreas. As inscrições são gratuitas e estão abertas para graduados ou graduandos em Direito de todo o Brasil, podendo ser realizadas até o dia 03/04. Do total de 130 vagas, 30 incluem um programa de bolsas no valor de R$ 3 mil mensais por três anos. O edital completo, contendo os requisitos e a documentação necessária para a inscrição, está disponível em https://programas.peregum.org.br/esperanca-garcia. O programa foi desenvolvido com base em um diagnóstico que revela uma disparidade étnico-racial nos quadros da advocacia pública, não condizente com a demografia do país. Embora os negros representem 56% da população brasileira, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Advocacia-Geral da União (AGU), por exemplo, apenas 44% dos membros são homens brancos, enquanto mulheres negras compõem apenas 6% do quadro. Em procuradorias estaduais, um estudo recente realizado pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo em 2023 revelou que 81% dos procuradores entrevistados se autodeclararam brancos. Para corrigir essa disparidade e promover a igualdade racial nos quadros da advocacia pública, o curso preparatório oferecerá aulas no formato virtual, além de monitorias e tutorias para esclarecimento de dúvidas, revisão, correção de exercícios e atualização de conteúdos. Os alunos também serão informados sobre editais de ingresso na advocacia pública, tanto abertos quanto previstos ao longo do curso. Além disso, serão realizados simulados e acompanhamento do desempenho individual nessas atividades. Claudia Trindade, assessora especial da Diversidade e Inclusão da AGU “A existência desse programa é uma sinalização para o futuro. Certamente trará mais efetividade na implantação dessa política pública essencial que é a de cotas para negros no serviço público. Ganha não só a Advocacia Pública Federal, mas também toda a Advocacia Pública brasileira.” Combate ao racismo  O Instituto de Referência Negra Peregum pretende capacitar pessoas negras para concursos, oferecendo suporte e insumos necessários para atuação na Advocacia Pública Nacional a pessoas compromissadas com a agenda do movimento negro e o combate ao racismo no Brasil. A seleção dos candidatos levará em conta critérios de vulnerabilidade socioeconômica, diversidade de gênero, orientação sexual, população quilombola, pessoas com deficiência e diversidade etária e regional.  “Temos um enorme histórico de atuação por meio da educação popular para levar pessoas negras e periféricas a universidades, também com o sucesso do sistema de cotas universitário. Agora, é a vez de contribuir para aqueles que alcançaram a graduação, e têm plena consciência da importância em ocupar espaços institucionais”, afirma Vanessa Nascimento, diretora-executiva do Instituto de Referência Negra Peregum.  Com o término dos três anos de programa espera-se um real enfrentamento ao racismo institucional, por consequência estrutural, e as desigualdades no acesso aos espaços de poder e de decisão. Além disso, é fundamental a viabilização de ações afirmativas para apoio ao processo de preparação de pessoas negras para os concursos da Advocacia Pública Nacional, bem como promover a igualdade racial nos quadros da advocacia pública por ações afirmativas. 

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