logística

Porto de Suape recebe navio de 330 metros pela primeira vez

Do Porto de Suape Ao longo dos últimos anos, os navios empregados pelas companhias de navegação evoluíram em capacidade e tecnologia, podendo transportar mais produtos com redução de custos. Um tipo de embarcação de grande porte é o navio porta-contêiner da classe Sammax (a maior disponível na América do Sul), que pode chegar a medir 336 metros de comprimento, 48 metros de largura e 15,2 de calado máximo. Foi um navio dessa classe que o Porto de Suape recebeu nessa quinta-feira (23), pela primeira vez. E desatracou na manhã desta sexta (24). A embarcação MSC NITYA B, pertencente à companhia MSC – Mediterranean Shipping Company, atracou no cais 2 para o desembarque de 233 contêineres e embarque de 55, num total de 288 movimentados. O navio veio do Porto de Valência (Espanha) e deixou Suape, ao nascer do dia, com destino ao Porto de Salvador (Bahia). A embarcação possui 330 metros de comprimento (LOA), capacidade para transportar 12 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 15,2 metros de calado máximo (distância medida entre a lâmina d’água e fundo da embarcação). Navios desse tipo só podem atracar em portos com grande profundidade e infraestrutura adequada. Anteriormente, o maior porta-contêiner que havia atracado no porto pernambucano tinha 305 metros de comprimento e 48,2 metros de largura. No ano passado, a Portaria Suape 136/2019 estabeleceu parâmetros operacionais e de manobra de navios para que Suape pudesse receber embarcações com até 336,99 metros de comprimento total e 48,99 metros de largura máxima (boca máxima). A viabilidade para receber a classe Sammax foi comprovada através de estudo da Universidade de São Paulo (USP), contratado no início do ano passado. “Receber megaconteineiros é condição primordial para que Suape se consolide como hub port nacional, por isso a primeira ação de nossa gestão foi contratar esse estudo. A participação da Praticagem de Pernambuco, da Capitania dos Portos de Pernambuco e da Marinha do Brasil foi fundamental desde o planejamento desse processo, passando pela simulação em São Paulo, treinamento e avaliação contínua, até este momento onde recebemos, com sucesso, a primeira operação”, comemora o presidente de Suape, Leonardo Cerquinho. “Todos os envolvidos trabalharam com muito profissionalismo”. Para realizar manobras de entrada e atracação ou saída e desatracação, é necessário o emprego de alguns requisitos, como atuação de pelo menos dois práticos a bordo e as manobras devem ocorrer somente com luz natural. Além disso, deve-se utilizar o mínimo de três rebocadores. Uma vez atracado, o navio pode operar em qualquer horário, já que o Porto de Suape funciona durante 24 horas. “Suape é um porto de classe mundial, tem águas profundas, localização estratégica e profissionais capacitados para garantir uma atracação segura, estamos preparados para as grandes embarcações”, salienta o diretor de gestão portuária, Paulo Coimbra. Líder na movimentação de contêineres na região Nordeste, Suape fechou o primeiro semestre deste ano com 230.504 TEUs e 2,4% de crescimento em relação ao mesmo período de 2019. No ano passado, bateu recorde histórico na carga conteinerizada com o total de 476.304 mil TEUs e 4,7% de aumento em relação a 2018.

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Aeroporto do Recife ganha nova rota internacional de carga

O Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, administrado pela Aena Brasil, recebeu no final da noite desta terça-feira (21) o voo inaugural da Lufthansa Cargo, que passa a manter operações fixas no terminal aéreo, localizado na Zona Sul da capital pernambucana. Serão duas frequências semanais com destino à cidade de Frankfurt, na Alemanha, com capacidade de 90 toneladas de carga. As operações acontecerão todas as terças-feiras e sábados – no início da semana aterrissando às 14h e partindo às 16h e, no fim de semana, chegando às 15h50 e decolando às 17h25. Os voos virão do Aeroporto de Viracopos (em Campinas, São Paulo) e, do Recife, seguirá com destino final a Frankfurt. Pontualmente nesta terça-feira, o voo inaugural foi realizado por volta das 23h40 por um ajuste operacional da companhia aérea. As viagens serão feitas principalmente por aeronaves modelo MD11F com capacidade máxima de carga de cerca de 90 toneladas, podendo ser substituído por aviões B777F, que transporta até 100 toneladas por voo. Atualmente as operações de carga correspondem a 11% das movimentações do Aeroporto Internacional do Recife, com cerca de quatro voos cargueiros fixos por semana. Além da nova operação da Lufthansa, o outro voo internacional de carga operado no terminal é o da Latam originário do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo (SP), e que, do Recife, segue para Amsterdam, na Holanda. A expectativa é de que o novo voo da Lufthansa seja abastecido no Recife principalmente pela produção de frutas de todo o Nordeste, além de outros alimentos perecíveis. A nova rota é, também, uma oportunidade para importadores da região, já que se poderá contar com a regularidade dos voos para o abastecimento interno dos mais diversos produtos vindos da Europa. Apesar das dificuldades enfrentadas por todo o setor aéreo em decorrência dos impactos da pandemia do novo coronavírus, o segmento de cargas do Aeroporto Internacional do Recife vem se destacando justamente no apoio logístico das ações de combate à pandemia. Por ser considerado um hub de carga, o terminal aéreo atende a toda a região Nordeste, oferecendo desde o suprimento de equipamentos até o transporte de material biológico, a exemplo de amostras de sangue para testagem. Sobre a Aena Brasil Aena Brasil é a marca registrada da companhia espanhola Aena, considerada pelo Conselho Internacional de Aeroportos como a maior operadora aeroportuária do mundo em número de passageiros, com mais de 275,2 milhões em 2019 na Espanha. Desde começo de 2020, administra a concessão de seis aeroportos da região Nordeste: Recife (PE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Aracaju (SE) e Maceió (AL). Em 2019, os seis aeroportos somaram 13,7 milhões de passageiros. Na Espanha, opera 46 aeroportos e 2 heliportos. É acionista controlador, com 51%, do aeroporto de Londres-Luton no Reino Unido, além de gerenciar aeroportos no México (12), Colômbia (2) e Jamaica (2), que totalizaram um volume de passageiros de 78,2 milhões em 2019. Além disso, presta serviços de consultoria para clientes estratégicos como a Companhia de Aeroportos de Cuba – ECASA.

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Governo apresenta ainda em junho projeto para estimular a cabotagem

O governo federal apresentará, ainda em junho ao Congresso Nacional, o projeto que pretende estimular a cabotagem no Brasil. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, a Casa Civil está avaliando o mérito da proposta, “o que deve ser feito de forma rápida, uma vez que ela já vinha sendo trabalhada a quatro mãos”. “O BR do Mar será o maior programa de estímulo à cabotagem de nossa história”, disse o secretário durante seminário virtual promovido pela FGV Transportes. Por meio do projeto, o governo federal pretende ajustar a legislação, de forma a aumentar a oferta, incentivar a concorrência, criar mais rotas e reduzir custos desse tipo de navegação, de forma a fazer dela uma alternativa logística à rodovia. “A gente acredita que em junho, impreterivelmente, esse projeto vai ao Congresso e, então, permitir avanço significativo no setor de cabotagem”, disse Sampaio ao antecipar alguns dos pontos que estarão contidos na proposta. “Ele possibilitará trazermos embarcações do estrangeiro para fazer parte de outras bandeiras e fazer cabotagem. Cria também a questão do bunker [combustível para navios], na parte de combustível para o setor; e mexe com o Fundo da Marinha Mercante, permitindo movimentações que não eram permitidas. É grande seu potencial para incentivar e fomentar a navegação em nossa costa”, disse o secretário. Sampaio destacou que, com relação aos acessos portuários, há dificuldades para algumas ações do Ministério da Infraestrutura devido ao fato de o acesso a alguns portos ser por meio de rodovias municipais ou estaduais. “São locais de vulnerabilidade de nossa malha. Fica difícil uma atuação mais intensa do ministério nesse sentido. O que temos buscado fazer é a manutenção de alguns desses pontos tanto no setor portuário como no rodoviário, nos principais acessos”, disse. Aeroportos O secretário disse, ainda, que o governo projeta R$ 3,5 bilhões em investimentos ao longo dos próximos 30 anos, pela iniciativa privada nos 12 aeroportos concedidos em 2019. Ele, no entanto, admitiu que os investimentos não têm sido feitos com a velocidade esperada. “Mas acredito que já a partir de junho ou julho eles virão”. (Da Agência Brasil)

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Empresa Ziranlog aporta no Complexo Industrial Portuário de Suape

Com investimento R$ 15,5 milhões, a empresa Ziranlog, do grupo Ziran, acaba de aportar no Complexo Industrial Portuário de Suape. Gerando 95 empregos diretos e 120 indiretos, a operadora logística está localizada na Zona Industrial, com 5,6676 hectares de área. A Ziranlog armazena e transporta contêineres e, em Suape, vai atender diretamente importadores e exportadores do Porto, reforçando os prestadores de serviço no núcleo de apoio logístico do Complexo. Original do Rio de Janeiro, a Ziranlog conta com outras cinco filiais espalhadas pelo Brasil: Guarulhos, Betim, Itaguaí, Vila Velha e Salvador. Há 17 anos no mercado, a unidade de Suape tem capacidade para armazenar até 15 mil TEUs (do inglês Twenty-foot Equivalent Unit – unidade equivalente a 20 pés). A empresa tem área total de 56.676 metros quadrados, sendo 54 mil metros quadrados de pátio e 2 mil metros quadrados de instalações físicas (escritórios). O pátio de contêiner também possui tomadas para contêiner reefer (usado no transporte de mercadorias sensíveis à temperatura). “A chegada da Ziranlog no Complexo de Suape fortalece o segmento de transportadoras de contêineres e armazenamento, integrando a cadeia logística de Pernambuco”, afirma Luiz Alberto Barros, Diretor de Desenvolvimento de Negócios. “Queremos, além de entregar o melhor para os nossos clientes, participar desse cenário em Pernambuco que só faz evoluir, contribuindo também para que o Porto de Suape cresça cada vez mais. As expectativas são as melhores para esse início de parceria”, destacou Admar Pereira, CEO da Ziranlog. (Da Comunicação do Complexo Industrial e Portuário de Suape)

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Grupo SADA vai investir R$ 110 milhões e gerar 300 empregos

A Sada Transportes, que é a operadora logística do grupo Fiat Chrysler Automobiles, assinou um protocolo de intenções para ampliar os investimentos no Estado. A empresa anunciou o aporte de R$ 110 milhões para a construção de um novo terminal logístico e de uma usina de geração de energia solar. AA operação dessa expansão irá gerar mais 300 empregos diretos e indiretos nos próximos cinco anos. “As obras já iniciaram. Até julho terminaremos terraplanagem e até dezembro deste ano o nosso objetivo é construir a primeira etapa dessa ampliação”, afirmou Marcelo Loureiro, gerente regional de operações da Sada. A empresa faz a distribuição dos veículos no Norte e Nordeste, que saem da fábrica de Goiana. Outra unidade do grupo, instalada em Minas Gerais, distribui os veículos comercializados no Sul e Sudeste. O grupo está no Estado há quase uma década e desde 2015 trabalha com a FCA. “Desde a nossa chegada estamos acompanhando a trajetória de desenvolvimento do Estado e a transformação de Goiana. Nos sentimos confortáveis em fazer esse investimento, tanto para acompanhar movimento da FCA (que anunciou investimento no final do ano passado), como todo o desenvolvimento de Pernambuco. Como o grupo coloca sempre em primeiro lugar a sustentabilidade dos negócios e  das operações, faremos também o investimento em energia fotovoltaica”, anunciou Loureiro. A partir do anúncio de ampliação da FCA, o Grupo SADA adquiriu uma nova área de 63 hectares ao lado da fábrica. Nela funcionará essa unidade de geração de energia solar, com a capacidade de 5 MWh. Com o investimento do grupo, a Sada passará a oferecer os serviços de unidade de PDI (Pre-delivery Inspection), para revisão de entrega dos veículos; transporte de veículos; carga geral, armazenagem e distribuição, unitização e desconsolidação de contêiner. De acordo com o secretário executivo de Infraestrutura e Atração de Investimentos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sdec), Felipe Mançano, o Governo do Estado acelerou o trabalho de atração de empreendimentos conectados ao pólo automobilístico, após o anúncio bilionário da ampliação da Fiat. “O anúncio do investimento da Fiat provocou toda a cadeia de fornecedores e gerou oportunidades para a gente. Fizemos a aproximação para viabilizar a vinda da Sada. Estamos monitorando outras oportunidades. Há vários investimentos em potencial que são esperados para o pólo”. Um dos movimentos do Governo de Pernambuco para facilitar a vinda da Sada, por exemplo, foi a alteração de uma legislação que facilitar a subcontratação de transportadoras, com o pagamento de um frete único, que era uma demanda do grupo. As oportunidades geradas serão diretamente no apoio logístico, em postos como motorista, conferentes e amarradores, de acordo com informações do Grupo Sada.

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Porto de Suape bate recorde de movimentação de cargas

O Porto de Suape bateu novo recorde histórico em seus 41 anos de funcionamento: em 2019, foram 23,8 milhões de toneladas de cargas movimentadas, volume 2% superior ao do ano passado, quando foram movimentadas 23,4 milhões de toneladas. O recorde anterior havia sido batido em 2017, com 23,6 milhões de toneladas. Além de um sinal de reação econômica, o resultado está diretamente associado à diversificação de cargas movimentadas no porto e foi anunciado na manhã de hoje (23). É o que comprovam os números da carga conteinerizada, que também bateu recorde histórico. Houve um crescimento de 5,7%, passando de 5 milhões de toneladas em 2018 para 5,3 milhões, no ano passado, totalizando 291.166 toneladas a mais. Em TEUs (do inglês Twenty-foot Equivalent Unit – unidade equivalente a 20 pés), esse crescimento foi de 4,7 % (de 454.721 mil TEUs para 476.304 mil TEUs). Nas duas medidas, o volume também é o maior até hoje e mantém Suape na liderança regional em movimentação de contêiner. A movimentação de granéis líquidos (combustíveis, GLP, óleos minerais, etc.) ficou estável, com crescimento de 0,1%, passando de 17,624 para 17,634 milhões de toneladas, consolidando Suape como maior hub de granéis líquidos do país. Esse tipo de carga representa 74% de toda a movimentação no Porto e também é responsável por Suape ser o principal porto de cabotagem do Brasil, pois, a partir dele, os produtos são distribuídos para outros terminais em navios menores. A carga geral solta foi a que apresentou o maior percentual de crescimento entre todos os tipos de mercadorias, encerrando o ano com 386,5 mil toneladas e 54,8% de aumento, tendo em vista que em 2018 o total movimentado foi de 249,6 mil toneladas. Nesse grupo, estão as cargas como açúcar em saco (aumento de 346%), torre e pá eólica (aumento de 323%), chapas e bobinas de aço (aumento de 77%), tarugos e veículos, entre outros. O grande incremento na carga solta se deve às exportações de açúcar para países da África e para a Turquia, e ao embarque das peças de aço para Colômbia, Peru, Jamaica e Canadá. “O resultado nos dá ainda mais confiança no crescimento econômico do porto, principalmente porque esse crescimento é baseado na carga conteinerizada, que é a mais nobre e com maior potencial para desenvolver o Estado de uma maneira geral e que reforça o potencial de Suape como centro de distribuição regional”, observou o presidente de Suape, Leonardo Cerquinho. “Temos boas perspectivas para os granéis líquidos, sólidos e as cargas soltas, que tiveram um aumento significativo porque o setor de energia eólica ganhou fôlego. Estamos certos de que 2020 será um ano de resultados ainda melhores”. Granéis sólidos registraram crescimento de 5,5%, fechando o ano com 490,8 mil toneladas, 25 mil toneladas a mais do que em 2018, impulsionado pela primeira movimentação de coque da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), que embarcou 31 mil toneladas do produto para a China. Trigo e escória completam esse grupo de carga. O número de navios que atracaram no Porto de Suape subiu de 1.461 para 1.474 em 2019. Na navegação de longo curso, a importação de mercadorias aumentou 8,7%, somando 5,62 milhões de toneladas em 2019, 450 mil toneladas a mais que 2018. A exportação de cargas caiu 5,3%, totalizando 2,33 milhões de toneladas no ano passado ante 2,46 milhões em 2018. Um dos principais fatores foi a movimentação de veículos, que somou 46.721 unidades em 2019, 19.563 unidades a menos que em 2018, queda motivada pela crise econômica na Argentina, principal destino dos veículos exportados via Suape. Mesmo com a redução, Suape continua sendo o porto com maior movimentação de veículos no Nordeste. O secretário Bruno Schwambach reforçou que as perspectivas para 2020 são muito positivas para Suape e para o Estado. “Estamos muito animados, entre outras coisas, com a venda da refinaria. Hoje ela tem operado com praticamente a metade de sua capacidade (de 230 mil barris por dia), porque não conseguiu concluir o segundo trem. Então, a perspectiva é de que um operador privado, no mínimo, conclua o que está faltando”, declarou. Ele registrou que o Estado fechou cerca de R$ 15 bilhões em investimentos em 2019 e que os novos negócios vão gerar cerca de 22 mil empregos em Pernambuco. E destacou que mesmo empresas instaladas fora do território de Suape, como a Ypê, que vai ser implantada em Itapissuma, no Grande Recife, deverá aumentar a movimentação no porto. (Da Comunicação do Complexo Industrial e Portuário de Suape)

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Movimentação de carga do Porto do Recife já supera o total de 2018

Em meio as turbulências da economia nacional e acompanhando o Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, o Porto do Recife tem registrado números positivos ao longo de todo o ano de 2019. Nos primeiros dias de novembro já foram movimentadas 107.097 toneladas de produtos, o que totaliza uma movimentação de 1.230.728 toneladas durante o ano. De janeiro a dezembro de 2018 o Porto do Recife movimentou 1.228.167 toneladas de cargas e a expectativa é que esse valor seja 14% maior em 2019. “Temos que comemorar e ter a convicção que esse número pode crescer muito quando conseguirmos realizar a dragagem do Porto. É preciso considerar que estamos trabalhando com a capacidade mínima em função da profundidade de nossos berços de atracação”, ressalta Carlos Vilar, presidente do Porto do Recife. “O Governo de Pernambuco já conseguiu inúmeros avanços, junto ao Ministério de Infraestrutura, para viabilizar a dragagem do Porto do Recife, um serviço extremamente importante, que manterá o porto competitivo. No último encontro com o ministro Tarcísio Freitas, nos foi garantido o direcionamento de R$ 23 milhões para a obra. O Termo de Compromisso já está em fase de minuta”, enfatizou o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, MOVIMENTAÇÃO – O mês de outubro foi o terceiro maior mês em movimentação até o momento. Exatas 135.306 toneladas de produtos passaram pelo ancoradouro recifense, número 53,5% maior do que no mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, até outubro, o Porto movimentou 1.123.631 toneladas, o que corresponde a um aumento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. “A nossa preocupação maior foi manter a atração das cargas tradicionais e já consolidadas no Porto do Recife, como açúcar, malte, barrilha, fertilizante e trigo e concomitante buscar outras cargas, como o coque de petróleo. A estratégia deu certo e já podemos celebrar. Agora já estamos trabalhando a atração de novas cargas para 2020, como a Ilmenita, minério de ferro extraído de um jazida em Floresta, sertão pernambucano”, enfatiza Carlos Vilar, presidente do Porto do Recife. O açúcar foi o produto mais movimentado no mês de outubro. Seguido do coque de petróleo, fertilizante e do malte de cevada. Saíram do Porto recifense 42.335 toneladas de açúcar com destino a América do Norte e a África. O produto ajudou a alavancar a exportação que registrou um crescimento de 145%, no ancoradouro. No acumulado do ano já foram movimentadas 64.665 toneladas de açúcar a granel, o que representa um aumento de 17%, e 53.170 toneladas de açúcar ensacado, um crescimento de 130% na movimentação do produto. O coque de petróleo, combustível fóssil sólido, muito utilizado na siderurgia, foi o segundo produto mais movimentado em outubro. 30.875 (aumento de 6,6%) toneladas do produto saíram em navegação de cabotagem para o sudeste do país. De janeiro a outubro já foram embarcadas 193.837 toneladas de coque, o que representa um crescimento de 43% no acumulado do ano. O total de coque do ano passado foi de 135.725 toneladas. A importação do malte de cevada, matéria-prima do pólo cervejeiro de Pernambuco, concentrado em Igarassu e Itapissuma, também continua em franca expansão. Em 2018 não foi registrada movimentação do produto no mês de outubro, já no mesmo mês de 2019, 18.113 toneladas foram desembarcadas. No acumulado, 182.198 toneladas de malte já seguiram do ancoradouro recifense para a indústria cervejeira esse ano, um crescimento de 52% em relação ao ano passado e que já ultrapassa o total (148.543) de toda a cevada movimentada em 2018. Só agora em novembro mais 20 mil toneladas foram desembarcadas e a expectativa é que outras 19 mil toneladas cheguem em dezembro. “Até o final de novembro devemos receber mais 80 mil toneladas de produtos e em dezembro outras 145 mil. Se tudo acontecer como esperado, fecharemos o ano com a movimentação de 1 milhão e 400 mil toneladas, 14% a mais do que no ano passado” ressalta Carlos Vilar. Essa movimentação garante a manutenção de 1,3 mil empregos diretos ligados à carga e descarga de produtos no ancoradouro recifense, de acordo como Sindicato dos Trabalhadores de Serviços Portuários. (Do Porto do Recife)

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Baterias Moura fecha parceria com a Rappi

A Moura é a primeira fabricante de baterias a fechar parceria com a Rappi. Agora, os consumidores terão mais uma ferramenta para acessar o MouraFacil.com, plataforma de vendas online de baterias automotivas. Por meio do aplicativo especializado em entregas – que também funciona como ampla vitrine de vendas para produtos e serviços – o cliente que estiver em busca de uma bateria será direcionado para o MouraFacil.com, que assume a responsabilidade da operação a partir de então. Lá, o consumidor poderá escolher a bateria com praticidade e personalização para, em até 50 minutos, ter o produto devidamente instalado no automóvel. A parceria já entrou em operação e permite à Moura compartilhar a base de usuários e o raio de alcance do Rappi. “Aumentamos nossa visibilidade e o Rappi amplia as suas conversões, agregando mais um produto ao seu amplo portfólio. É a união de dois grandes players do mercado e quem ganha são os consumidores, com mais uma inovação comercial para atender suas demandas”, destaca a diretora de Marketing, Andréa Lyra.

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Evento debate potencial logístico e inovador de Pernambuco

No dia 12 de março, Recife irá sediar o evento “Logística & Inovação: uma estratégia para Pernambuco”. A iniciativa é do Cone – Condomínio de Negócios, empresa líder do Nordeste, que, por meio do Fórum Solution To Suit, visa integrar a iniciativa privada e pública em eventos e debates com a participação de especialistas de abrangência mundial. A proposta do encontro, que ocorrerá no Teatro RioMar, é abordar a vocação estratégica de Pernambuco para a logística e analisar maneiras de conectar novas tecnologias para gerar vetores de crescimento, buscando, assim, mais eficiência e padrão global de qualidade. O evento – idealizado pelo empreendedor Marcos Roberto Dubeux, presidente do Cone – terá como convidados dois grandes nomes da logística. Um deles é Yossi Sheffi, diretor do Centro de Transportes e Logística do Massachusetts Institute of Technology (MIT), uma das mais importantes instituições de ensino e pesquisa dos Estados Unidos; autor de diversos livros premiados e empreendedor de sucesso. Também irá apresentar sua vasta experiência no setor, o CEO do Canal do Panamá, Jorge L. Quijano. Considerada a maior obra de logística do mundo, o Canal do Panamá é a principal via interoceânica que serve o comércio marítimo mundial. “O MIT foi a primeira instituição a utilizar o termo logística e Yossi o primeiro a denominar os conglomerados dessas empresas como cluster logístico. Já Quijano é uma referência na administração de grandes empreendimentos, tendo em vista a importância do Canal do Panamá”, relata Marcos Roberto Dubeux. Outro grande momento da programação será o anúncio das diretrizes do Tecon2, o novo terminal de contêineres do Porto de Suape. O terminal terá capacidade projetada para movimentar cerca de 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida equivalente a 20 pés) por ano. A expectativa é que a licitação ocorra ainda no primeiro semestre deste ano. O anúncio marca os 40 anos do Porto de Suape, completados em 2018. Apesar da localização estratégica do Porto de Suape, Pernambuco ainda não atingiu a marca de primeira parada dos navios do comércio marítimo mundial. Com a ampliação do Canal do Panamá, que atingiu 77km de extensão, a expectativa era que – em rotas que incluem o Brasil – os navios atracassem, primeiramente, no Estado. Entretanto, eles continuam seguindo direto para São Paulo. “Por que isso ocorre? O que falta para que o Porto de Suape passe a atender essas demandas? O que precisa ser feito pelos entes públicos e privados para consolidar Pernambuco como líder do Nordeste e entre os primeiros do Brasil e se tonar um destino relevante globalmente? São questões como essas que o evento irá debater”, adianta Marcos Roberto Dubeux. O evento possibilitará, também, a união do Porto de Suape e do Porto Digital, por meio de um desafio proposto pela AD Diper e coordenado pelo C.E.S.A.R. O objetivo é linkar empresas a startups, apostando na inovação para otimizar resultados, agilizar os processos e diminuir os custos. Deverão ser propostas estratégias macro e por nichos, sempre com foco em tecnologia e inovação voltadas ao setor de logística. Antecedendo o evento, estão sendo promovidos debates em parceria com o Comitê de Logística da AMCHAM, associações e empresas. Os resultados serão apresentados à sociedade civil, com a criação da “Carta dos Portos”. O documento apresentará sugestões, diretrizes e prioridades, com o objetivo de destravar gargalos e firmar parcerias. As inscrições para participar do evento estão abertas e podem ser feitas no site http://www.logisticaeinovacao.com.br/. A página também traz a programação completa e outras informações.

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PIB do setor de transporte cresce 2,8%

Depois de nove trimestres consecutivos de resultados negativos, o PIB – Produto Interno Bruto do setor de transporte e logística registrou crescimento de 2,8% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao último trimestre de 2016. Esse é o resultado divulgado no dia primeiro de junho pelo IBGE que, no mesmo período apurou crescimento de 1% no PIB geral do Brasil. Assim como o resultado geral, o PIB do transporte foi beneficiado pelo escoamento da safra recorde de soja. A agropecuária registrou incremento de 13,4% também em relação ao último trimestre do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o setor de transporte ainda registra queda de 2,2%. No acumulado dos quatro últimos trimestres, transporte e logística registram queda de 5,9%. Segundo o presidente da Confederação Nacional do Transporte – CNT, Clésio Andrade, o leve crescimento do PIB é mais um sinal de recuperação da economia indicando que as políticas adotadas nos últimos meses estão dando resultado e devem ser mantidas. “Além dos esforços para equilibrar a macroeconomia, é preciso dar prosseguimento às reformas Trabalhista e Previdenciária sinalizando um compromisso do Estado brasileiro com a criação da um ambiente favorável ao investimento produtivo e com a geração de empregos”. Clésio Andrade citou a melhora da projeção de crescimento do Brasil divulgada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE como mais um sinal de que a economia está saindo do quadro de recessão. “Mais do que isso, a visão otimista da OCDE indica recuperação da imagem do Brasil no mercado internacional, uma condição essencial para que o país possa retomar os fortes investimentos em infraestrutura e iniciar um novo ciclo de desenvolvimento econômico sustentável”, concluiu o presidente da CNT. A projeção de crescimento do Brasil em 2016 feita pela OCDE subiu de zero para 0,7%.

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