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Lucas Torres traz turnê “Signoser” ao Recife nesta quarta (13)

Considerado um dos novos expoentes da música autoral pernambucana, o cantor Lucas Torres traz a turnê “Signoser” ao Recife, nesta quarta-feira (13/11). O show do álbum eleito Melhor Disco Pop pelo 10º Prêmio da Música de Pernambuco acontece no Teatro Apolo, no Bairro do Recife, às 20h, com entrada a preço popular de R$ 5. A turnê “Signoser” teve sua primeira etapa iniciada em setembro e contou com shows no projeto Aldeia Olho D’Água dos Bredos (Arcoverde) e no Nuvem – Festival de Música de Serra Negra (Bezerros). Em novembro, a circulação foi retomada em Goiana (09/11) e chega de volta ao Recife depois de um ano e meio do lançamento do disco na capital pernambucana. A finalização do ciclo conta com revisita ao repertório do disco, com direito ainda a canções inéditas, composições tanto autorais quanto de artistas parceiros de Lucas. A sonoridade exalta o pop experimental, com pitadas de psicodelia, performance e poesia, combinação que tem projetado Torres no cenário estadual. Em palco, o artista recebe no Recife duas participações especiais – Juliano Holanda e Isaar. A cada canção, o artista conduz o público por questionamentos sentimentais e existenciais, abordando as sensações sinestésicas de ser e estar o mundo. “O Signoser é um show poético, que fala sobre mergulhar em si para descobrir nosso lugar no mundo. Fala sobre resistência e sobre a importância de sermos a nossa própria luta, as nossas próprias bandeiras”, comenta o artista. A turnê “Signoser” é realizada com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco. O encerramento oficial do projeto acontece na próxima sexta-feira (15/11), com show no festival Sertão Alternativo, em Afogados da Ingazeira, no Sertão, totalizando cinco apresentações em quatro macrorregiões do Estado. LUCAS TORRES – Cantor, compositor e instrumentista natural de Goiana-PE, Lucas Torres cumula 14 anos de trajetória artística. Nos anos 2000, integrou bandas da cena independente da Mata Norte. Em 2015, lançou-se carreira solo que renderam dois EPs gravados e dezenas de apresentações na Zona da Mata Norte e participações especiais em shows de outros artistas. Em 2018, lançou seu disco de estreia, “Signoser”, com produção musical de Juliano Holanda, com o qual tem circulado por todo Estado. Das 10 faixas do álbum, seis são de autoria de Torres. Destaque para “Alvorada”, canção do artista com mais execuções nas plataformas digitais, e “Quando”, single entoado com Almério e que virou videoclipe. Além de shows solo e da turnê, Torres também percorre o Estado e o Nordeste com apresentações junto ao projeto Tertúlia – coletivo de artistas goianenses – e a Mostra Reverbo – que reúne sonoridades de cantautores proeminentes da atual cena musical do Estado. SERVIÇO: Show “Signoser” com Lucas Torres Quando: quarta-feira, 13 de novembro de 2019, 20h Local: Teatro Apolo – Centro Cultural Apolo Hermilo (Rua do Apolo, 121 – Bairro do Recife) Ingressos: R$ 5 (preço único), disponíveis na entrada do evento.

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Um encontro entre Accioly Neto e Leonardo Bastião

De uma ponta a outra, Pernambuco é um celeiro cultural. Inúmeros são os nomes que contribuíram para a construção de uma identidade estadual e que garantem, até os dias atuais, a manutenção desta pluralidade. Por isso, a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) recebe o lançamento de duas obras que celebram a música e a poesia popular do estado: a coletânea “Natureza Sonhadora – um tributo a Accioly Neto” e o documentário “Leonardo Bastião, o poeta analfabeto”, de Jefferson Sousa. O evento será promovido no dia 25 de novembro, às 19h, no Museu do Homem do Nordeste, localizado em Casa Forte, no Recife. O público poderá participar da audição, comprar e autografar o álbum duplo em tributo ao cantor Accioly Neto, que reúne 37 nomes da música pernambucana e nacional, de Flávio José a Zélia Duncan. “A intenção é manter viva essa obra e, também, demonstrar a diversidade dela. Para o público mais novo, Accioly ficou conhecido pelo forró e não é só isso”, destaca a produtora Talitha Accioly. Na sequência, às 20h, o Cinema da Fundação/Museu exibe o curta-metragem “Leonardo Bastião, o poeta analfabeto” (2019), do jornalista Jefferson Sousa. Após rodar em festivais da Ásia a Europa e ganhar prêmios de “melhor roteiro”, “melhor edição” e “melhor documentário em curta-metragem”, o filme terá sua terceira exibição oficial, em Pernambuco, e contará com a presença do cineasta. “Por mais que tenha rodado festivais e recebido prêmios, é um filme que funciona muito mais no seu discurso e mais do que nunca é popular”, reflete Sousa. Natureza Sonhadora Em meados dos anos 2000, o cantor Accioly Neto nos deixou precocemente aos 50 anos. Famoso por composições como “Espumas ao Vento” e “A Natureza das Coisas”, escreveu cerca de 800 músicas, das quais 300 foram gravadas por artistas de todo o Brasil. Quase duas décadas após sua morte, ele ressurge na coletânea “Natureza Sonhadora”, idealizado pela filha e produtora Talitha Accioly e pelo diretor musical André Macambira. Produzido com incentivo Funcultura, o álbum duplo reúne 33 faixas da obra do artista, interpretadas pelos amigos Maciel Melo; Santanna, O Cantador; Petrúcio Amorim e contemporâneos como Chico César, Elba Ramalho e Fagner. Além de novos nomes da música brasileira, dentre eles Almério, Clayton Barros (Cordel do Fogo Encantado), Flaira Ferro e Mariana Aydar, entre outros. Distribuído pela Tratore, a coletânea chega às lojas no dia 22, quando estará disponível também nas principais plataformas digitais. O poeta analfabeto Há 387 quilômetros da capital pernambucana, no Sertão do Pajeú, vive Leonardo Bastião. Sob uma casinha de taipa na zona rural do município de Itapetim, ele transforma os causos vividos nos seus 74 anos e a saudade em poesia. O “universo avassalador” que representa Bastião é composto dos contrastes de um sertanejo que não sabe ler ou escrever, mas que domina a complexa técnica da métrica. O prodígio observado pelo jornalista Jefferson Sousa, conterrâneo do poeta, rendeu, em 2017, a série de reportagens “Poetas analfabetos do sertão do pajeú de Pernambuco”, para o Jornal do Commercio. Dois anos depois, o jornalista retorna à terra natal para acompanhar Leonardo Bastião, que enfrenta uma depressão em meio ao isolamento enquanto se torna um fenômeno na internet. Filme: Leonardo Bastião, o poeta analfabeto Duração: 22 minutos Prêmios: “Melhor Roteiro” no Viva Film Festival, na Bósnia-Herzegovina; “Melhor Edição” no Indo-Global International Film Festival, na Índia; e “Melhor Documentário em Curta-metragem”, no Top Indie Film Awards, no Japão. Serviço Lançamento “Natureza Sonhadora – um tributo a Accioly Neto” + exibição do documentário “Leonardo Bastião, o poeta analfabeto”, de Jefferson Sousa Local: Museu do Homem do Nordeste (Av. Dezessete de Agosto, 2187 – Casa Forte, Recife) Data: 25 de novembro de 2019 Horário: 19h Gratuito

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21º Festival Recife do Teatro Nacional celebra autores nordestinos

Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, entra em cartaz, entre os próximos dias 16 e 24 de novembro, a 21ª edição do Festival Recife do Teatro Nacional, realização da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife. Ao todo, serão apresentados 12 espetáculos, entre produções nacionais e locais, inéditas e cativas para o público recifense. Como de costume, o Festival Recife do Teatro Nacional terá o cuidado de celebrar vários gêneros da produção cênica nacional e recifense, do humor ao infantil, com ênfase em textos carregados da estética e da temática fincadas no solo rachado e árido do Nordeste, embora alguns desses textos tenham sido montados e até escritos em outras regiões do país. “Essa programação celebra a enorme contribuição nordestina para o teatro brasileiro ontem, hoje e sempre. Neste momento em que a política nacional insiste em tirar o povo nordestino do foco, fizemos questão de voltar para nós os holofotes”, diz o coordenador do Festival, Romildo Moreira, demarcando territórios políticos com arte. Já na abertura do Festival, a companhia carioca Os Ciclomáticos apresenta “Ariano – O Cavaleiro Sertanejo”, espetáculo aclimatado sob o sol a pino da literatura nordestina de Ariano Suassuna. A apresentação será no Teatro Luiz Mendonça, às 20h dos dias 16 e 17. Também é à imagem e semelhança de Ariano e seu universo particularmente nordestino que o Festival encerrará, no dia 24, com o espetáculo “Auto da Compadecida”, com direção cênica de Gabriel Villela para o Grupo Maria Cutia, de Belo Horizonte, numa montagem que une a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, trilhando os passos do Movimento Armorial de Ariano. O espetáculo será apresentado nos dias 23 e 24, no Teatro de Santa Isabel, às 20h. Outra companhia nacional que virá ao Festival com texto nordestino é a LaMínima, de São Paulo, que apresentará “Ordinários”, espetáculo escrito pelo pernambucano Newton Moreno. Com direção cênica de Álvaro Assad, terá apresentação única, no Teatro Luiz Mendonça, às 20h do dia 24. Em Fortaleza, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional foi buscar a brisa fresca do espetáculo “Senhor Ventilador”, do Grupo Bagaceira, montagem infantil que trata de coisas e sentimentos que são perecíveis e eternos, não necessariamente nesta ordem. A peça tem indicação livre e será apresentada no Teatro Barreto Júnior, nos dias 23 e 24, às 16h30. Aracaju retorna à programação do Festival cheia de história para contar. Nos dias 19 e 20, respectivamente, o Grupo Imbuaça apresentará os espetáculos “Mar de Fitas Nau de Ilusão” e “A Peleja de Leandro da Trilha do Cordel”, trazendo para o Teatro Luiz Mendonça a vasta experiência acumulada com os teatros ambiente e de rua. Os grupos e espetáculos recifenses terão cadeira cativa na programação. Para esta 21ª edição, foram escolhidas para representar a produção cênica local as montagens: “Apenas o Fim do Mundo”, do Magiluth, que será apresentado no Teatro Luiz Mendonça, às 20h do dia 22; “Opá, uma Missão”, com a atriz Lívia Falcão”, no Teatro Hermilo Borba Filho, dia 17, às 18h; “Cartas”, do Coletivo Caverna, no mesmo Hermilo, às 19h do dia 20; “Pá(Ideia)”, solo de Junior Aguiar, dia 21, às 19h, de novo no Hermilo; “A Trilogia do Feminicídio”, do Criativo Soluções, no Barreto Júnior, às 20h do dia 22; e “O Açogueiro”, com Alexandre Guimarães, no Hermilo Borba Filho, às 19h do dia 23. Os ingressos serão vendidos nas bilheterias dos teatros, por R$ 20 (R$ 10 meia entrada). Palestra – Embaixo dos palcos, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional também terá atividade. No dia 22, às 15h, a diretora do Instituto Martim Gonçalves, Jussilene Santana, ministrará uma palestra gratuita e aberta ao público, no Salão Nobre do Teatro Santa Isabel, sobre o Centenário de Martim Gonçalves, pernambucano que percebeu, ainda nos idos do século XX, a importância e a urgência de fomentar a criação de um ambiente de aprendizado permanente dedicado aos profissionais das artes cênicas e criou a primeira escola cênica do país, a Escola de Teatro da Bahia (UFBA). Homenageada – A força e o vigor nordestinos traduzidos em programação pela 21ª edição do Festival Recife do Teatro Nacional ganham rosto, voz e talento com a homenagem que será rendida este ano à atriz Lúcia Machado. Com diversos serviços prestados ao teatro recifense, Lúcia Machado foi integrante e uma das fundadoras, junto com Antônio Cadengue, da Companhia Teatro de Seraphim, pela qual defendeu e imortalizou dezenas de personagens. Também tem atuação marcada na coordenação de cursos de teatro, na gestão pública e na literatura, tendo coordenado e participado de várias publicações, como “A Modernidade do Teatro (Ali e Aqui) – Reflexos Estilhaçados” e “O Teatro de Aristóteles Soares – Volumes 3 e 4 – Dossiê Crítico – Informativo”, entre diversas outras empreitadas cênicas de sucesso, na teoria e na prática. Confira a programação: 21º FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL De 16 a 24 de novembro ARIANO – O CAVALEIRO SERTANEJO Companhia Os Ciclomáticos (RJ) Dias 16 e 17 Teatro Luiz Mendonça, às 20h O espetáculo, em comemoração aos 22 anos de existência da Companhia Os Ciclomáticos, é uma viagem nas vivências populares tão presentes na obra de Ariano Suassuna, tais como: o cancioneiro, o sertanejo, o repente, o forró, o movimento armorial, o mamulengo, prestando assim uma homenagem à cultura popular nordestina. Texto e direção: Ribamar Ribeiro Elenco: Carla Meirelles, Getúlio Nascimento, Julio Cesar, Nívea Nascimento, Renato Neves e Fabíola Rodrigues. Músicas: Getúlio Nascimento Cenografia: Getúlio Nascimento e Cachalote Mattos Iluminação: Mauro Carvalho. Sonoplastia: Getúlio Nascimento e Ribamar Ribeiro Fotos: Zayra Lisboa OPÁ, UMA MISSÃO Duas Companhias (PE) Dia 17, às 18h Teatro Hermilo Borba Filho O monólogo interpretado por Lívia Falcão traz à cena a Palhaça Zanoia, uma benzedeira antiga, que recebeu de suas antepassadas a missão de rir de si mesma nas “sete direções”: Leste, Oeste, Norte, Sul, Acima, Abaixo e Dentro. Cumprindo essa missão, Zanoia encontrará a dádiva-diamante escondida em seu corpo. Dramaturgia e roteiro: Silvia Goes Fragmentos

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Joca Souza Leão lança novo livro de crônicas amanhã

“A vida não é o que você viveu, mas, sim, suas recordações e como se lembra para contá-la”. É com essa citação de Gabriel García Márquez, espécie de declaração de amor à crônica colocada já na epígrafe, que o cronista Joca Souza Leão dá o tom do seu quarto livro, A Primeira Vez. Crônicas e 101 Diálogos (Im)prováveis. Editado pela Cepe, o livro será lançado no dia 12 de novembro, terça-feira, no Bar Real, em Casa Forte, às 19h. Ao longo de suas 236 páginas, o livro divide-se em duas partes. Na primeira, o colunista da Revista Algomais escreve 70 crônicas com prefácio de Everardo Maciel. Na outra, encontram-se os 101 diálogos com prefácio do jornalista, escritor e compositor Aluízio Falcão. As crônicas de Joca, tanto neste livro quanto nos anteriores, traduzem o que se pode chamar de ethos pernambucano: gostos, costumes e valores de personagens anônimos e famosos. Quando não pernambucanos, vistos com um olhar pernambucano ou, pelo menos, a partir de Pernambuco. O cronista registra as passagens de sua época, com um olhar especial e bem-humorado, produzindo testemunhos documentais da micro-história cotidiana. Joca define seu ofício de cronista como “um escriba de coisas miúdas”, resume citando Machado de Assis. Perguntado se os 101 diálogos (im)prováveis são, de fato, prováveis ou improváveis, o cronista não titubeou. “As duas coisas. Prováveis e improváveis”, deixou no ar. “Alguns são literais, ipsis litteris. Outros, mezzo a mezzo. E em alguns, os personagens talvez não tenham falado exatamente o que anotei; mas que pensaram, pensaram (risos). No livro, eu explico tudo direitinho”, esclarece. Joca é um observador atento do cotidiano, além de leitor voraz e tudo isso faz parte do seu processo criativo, marcando sua escrita. “Pincei esses diálogos de romances, poemas, livros de história, entrevistas, mesas de bar, ouvir dizer… e de tudo mais que você possa imaginar.”, detalhou. “Por exemplo: o governador da Paraíba João Suassuna foi inaugurar um hospital psiquiátrico e reconheceu um doido que estava empurrando um carro de mão emborcado. ‘Gaudêncio, eu vou lhe ensinar como se usa o carro de mão’. E ouviu como resposta: ‘Saber eu sei, governador; mas se usar direito, eles me botam pra carregar pedra’. Assim foi a conversa do governador com o doido que, como se vê, nem era tão doido assim, né?”, afirmou dando uma “degustação” do livro. “Também juntei e colei séculos e continentes; gente que nunca, sequer, teve notícia uma da outra. Mas o que dizem nos ‘diálogos’ tem tudo a ver com suas personalidades e convicções. Por isso, os diálogos são prováveis e improváveis; ou seja, ‘(im)prováveis’, como grafado no livro”, justificou. Já o repertório das crônicas é variado: política, assunto inevitável nesses tempos atuais, a cidade em si, questões urbanas sobre as quais o cronista se permite sugestões concretas, pequenos dramas e comédias do cotidiano, reminiscências pessoais para além do meramente nostálgico, futebol, cultura, e tudo o mais que se passar na mente inquieta do cronista. Quem procurar uma característica comum nas crônicas de Joca encontrará esta: a inteligência com que os assuntos são tratados. Se estiver buscando uma leitura leve, agradável, bem humorada e atual, tenha certeza de que é o livro certo pra você. As crônicas de Joca traçam um panorama da realidade pernambucana, por vezes cobrando melhorias na cidade, outras apenas rememorando divertidas histórias. O antigo publicitário encontrou nas crônicas uma nova função, em que passa a impressão de que nasceu fazendo isso. A verdade é que se a publicidade perdeu um grande redator, o público pernambucano foi agraciado com seu talento de contar histórias. Serviço: Lançamento livro: A Primeira Vez. Crônicas e 101 Diálogos (Im)prováveis, de Joca Souza Leão, dia 12 de novembro, no Bar Real, Av. Dezessete de Agosto, nº 1.761, às 19h.

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Núcleo Popular da Orquestra Criança Cidadã se apresenta na CAIXA Cultural

  Banda pop do projeto social transita do rock à MPB, passando pelo frevo, com arranjos ousados e interpretações de alto nível Assessoria de Comunicação O Núcleo Popular, um dos grupos representativos da Orquestra Criança Cidadã, realiza apresentação exclusiva no Teatro da CAIXA Cultural Recife, no próximo dia 14 de novembro, às 19h30. A apresentação trará canções de sucesso da Música Popular Brasileira (MPB), do rock/pop nacional e internacional e de ritmos regionais. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos iniciada uma hora antes do evento. O concerto do grupo – criado em 2012 e coordenado pelo professor de Teoria Musical da OCC Manassés Bispo – traz canções de sucesso de bandas e artistas brasileiros como Skank (“Te ver”), Maria Gadu (“Who new”) e o frevo “Ninho de vespa” (de Dori Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro), com espaço também para peças instrumentais de Hermeto Pascoal (“O ovo” e “Bebê”) e do grupo gospel Trazendo a Arca. Alguns clássicos da MPB também terão destaque, como “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) e “O bêbado e o equilibrista” (João Bosco e Aldir Blanc), bem como canções de artistas da terra, a exemplo de “Grandes lições” (João Paulo Albertim e Marco Cesar), “Sandaia de coro” (Adriano Coelho) e “Moça bonita”, de Wanessa Mouta, vocalista do grupo. “Creep”, do Radiohead, e “Carousel”, de Dave Weckl e Jay Oliver, completam o programa. O Núcleo Popular é formado pelos professores da OCC Manassés Bispo e Eduardo Flor (guitarra e violão) e os alunos e ex-alunos Orlando Araújo (contrabaixo e teclado), Caio Fidelis (contrabaixo), Diógenes Saraiva (bateria), Rayanna Lima (percussão) e Wanessa Mouta (voz). O conjunto contará com a participação especial dos músicos João Paulo Albertim (cavaquinho) e Adriano Coelho (percussão). A Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque é um projeto social realizado pela Associação Beneficente Criança Cidadã e incentivado pelo Ministério da Cidadania, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio máster da CAIXA Econômica Federal e do Governo Federal. Incentivo à cultura: A CAIXA investiu mais de R$ 400 milhões em cultura nos últimos seis anos. Em 2019, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 150 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências. A CAIXA Cultural Recife oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praça do Marco Zero, conta com duas galerias, teatro, sala multimídia, e salas de oficinas. Link para fotos:https://bit.ly/2PKgHkt Crédito das fotos: Orquestra Criança Cidadã/Divulgação.

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Encontrinho de pets vai animar o final de semana no Recife

Música e atividades vão garantir muita diversão no encontrinho gratuito de pets que acontece no Espaço 46, no bairro do Espinheiro, neste sábado, 9 de novembro. Já os papais e mamães serão recepcionados com um coquetel. Além da integração entre as pessoas e os bichinhos, o momento vai possibilitar que os tutores possam tirar dúvidas sobre o comportamento de seus amiguinhos com o adestrador Marlio Ramos, da Pet Esperto. Entrega de brides e sorteios completam a programação do evento promovido pelo Espaço 46, idealizado por Karol Arruda, em parceira com a AuPet.dog. Com selo pet friendly, o espaço colaborativo também tem opções para aqueles que desejarem fazer comprinhas para os seus animais. São dois boxes destinados aos pets, como a AuPet.dog, que será inaugurada na data, e a S.O.S Vida Animal. Acessórios para os bichinhos, como lacinhos, biscoitos e brinquedos, são alguns dos produtos disponíveis no local. O encontro acontecerá das 10h às 17h. Na ocasião, doações também estarão sendo arrecadadas para a ONG S.O.S Vida Animal. Entre os itens estão: ração, coleira, caminha, produtos para higiene dos animais, remédios, entre outros.

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A Poesia de Jomard Muniz de Britto, na peça Tango en Trapos!

O espetáculo Tango en Trapos, foi convidado pelo SESC de Piedade para se apresentar no dia 13 de novembro de 2019, quarta-feira, ás 16h, em frente ao Cine Teatro Samuel Campelo, Praça Nossa Senhora do Rosário, 510,Jaboatão Centro, com acesso gratuito. Tango en Trapos retrata de forma poética a vida das pessoas excluídas pela sociedade de consumo. São personagens do cotidiano: a lavadeira de roupa, o flanelinha que espalha perfume no ar, o porteiro do prédio que vive para lavar o chão pisado pelo poder, o músico de rua que troca canções por um punhado de vida, e o vendedor de pipoca que busca sentido para sua vida. Juntos eles se revezam em narrar o imaginário coletivo e, assim,provocar emoção e poesia através da linguagem característica do teatro popular. As músicas contribuíem para criar um ambiente poético e convidam o público para uma celebração,bem próprios do teatro de rua: circular,horizontal, e inclusivo para subverter a rotina das cidades. Ficha Técnica: Realização: SESC Piedade Produção: Trupe Arte na Mochila e MDias Produções Texto:Jomard Muniz de Brtto Direção: Juca dos Santos Fotografia, Filmagem, Edição e Programação Visual: Miguel Igreja Direção Músical e Arranjos: Celso José Direção de Arte:Maria Dias Plano e Execução de Maquiagem: Roberta Lucia No Elenco: Celso José, Juca dos Santos, Manuca Bandini, Pedro Dias e Roberta Lúcia. Serviço: Peça: Tango en Trapos Local: Em frente ao CineTeatro Samuel Campelo, Praça Nossa Senhora do Rosário, 510, Jaboatão Centro, Jaboatão dos Guararapes-PE. Dia/Data: 13 de novembro de 2019, quarta-feira. Horário:16h Censura: Livre Entrada: Acesso gratuito Informações: 81:99536-4746 Duração: 60 minutos

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Final de semana com muita música

Por Yuri Euzébio O fim de semana reserva opções variadas para quem, assim como esse intrépido colunista que vos escreve, curte uma boa música. Diversos shows estão programados para acontecer e abrangem os mais variados públicos. Cometo a ousadia de tentar convencer você que lê essa ilha textual sonora a acompanhar alguma dessas apresentações. Por minha conta e risco. Comemorando 30 anos de carreira em 2019, a banda Eddie participa do 3° Festival da Juventude, que é uma realização da Prefeitura do Recife em parceria com o No Coquetel Molotov, e acontecerá amanhã (9/11), a partir das 13h, no Parque da Macaxeira, Zona Norte do Recife. O grupo, desde o seu início, no fim da década de 80, sempre levantou a bandeira de Olinda, levando o som urbano da periferia da cidade misturado ao rock, punk e outros ritmos, como samba, frevo, reggae, surf music, coco e pop numa embalagem que os músicos batizaram de Original Olinda Style, título de um dos clássicos álbuns da banda. A trupe liderada por Fábio Trummer já lançou oito discos, incluindo clássicos como “Metropolitano” (2006) e Carnaval no Inferno (2008). Dentre seus maiores sucessos estão “Pode me Chamar”, “Baile pra Betinha” e “Bairro Novo/Casa Caiada”. Ano passado, eles lançaram seu último disco de estúdio “Mundo Engano”, produzido por Pupillo. Com o tema #DefendendoDireitos, o Festival da Juventude completa três anos e se consolida no calendário cultural da capital, com a proposta de promover um encontro de celebração entre as diversas expressões da juventude da cidade. Para 2019, a estimativa é de um público de mais de 5 mil jovens. A prévia do Festival No Ar Coquetel Molotov é aberta ao público, e contará além da apresentação da Eddie, com os shows Margot, Arrete, Halo, 9K, Okado do Canal e o Afoxé Omim Sabá. Além disso, o Festival traz artistas circenses, oficinas, feira com artesanato e gastronomia, apresentações dos grupos culturais juvenis selecionados em edital, exposição e discotecagens, contemplando os mais variados gêneros musicais curtidos pela juventude pernambucana.   IVO THAVORA E DIZMAIA NO TERRA CAFÉ BAR   Já nesta sexta 08/11, Ivo Thavora e a banda Dizmaia se unem para uma festa dançante no Terra Café Bar. Ivo traz o repertório do seu disco de estreia, Rebento, lançado este ano, com algumas músicas de artistas que influenciam a sua carreira, como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Sandra de Sá. Já a Dizmaia, vem com pérolas do síndico mais querido do Brasil: Tim Maia, além de composições autorais de um novo projeto musical, que a banda pretende lançar no próximo ano. A noite ainda reserva um encontro dos artistas no palco, com clássicos da música popular swingada do Brasil. Ivo Thavora e DizMaia no Terra Café Bar Rua Bispo Cardoso Ayres, 467, Boa Vista – Recife Ingressos à venda no local ou através do sympla: https://www.sympla.com.br/ivo-thavora-e-dizmaia-no-terra-cafe-bar__704414   Recife recebe Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba Voltando ao sábado, Recife receberá também a segunda edição do “Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba”, com homenagem à cantora e compositora Leci Brandão, referência para todas as mulheres que trabalham com música. O evento tem início às 15h, no Terra Café – Bar, localizado no bairro da Boa Vista. A entrada do show, que conta com as apresentações de Karynna Spinelli, Nena Queiroga e Carla Rio, entre outras cantoras que representam o samba, custa R$ 10 + 1kg de alimento não perecível. Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o projeto vai acontecer simultaneamente em 19 estados brasileiros. Além do Brasil, haverá representação de mulheres do samba em três países no exterior: Argentina (La Plata), Portugal (Lisboa) e, por último, Itália (Florença), totalizando 25 cidades. A abertura da roda de samba acontecerá às 17h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no Facebook, contemplando todas as cidades participantes. Na capital pernambucana, grandes expoentes do ritmo estarão presentes, como: Karynna Spinelli, Gracinha do Samba, Helena Cristina, Nena Queiroga, Amanda Cabral, Mannu Travassos, Michelle Monteiro, Monica Feijó, Carla Rio, Riá, Selma do Samba, Monike Carvalho, Pandora, Keka Villaverde, Leide do Banjo, Sofia Souza, Kelly Rosa, Chris Mendes, Mayra Clara, Amanda Gânimo, Isadora Melo, Luisa Perola, Tambores de Saia, Gerlane Gell, Marilia Fernandes, Martha Lacerda, Ana Carolina, Gabriela Wanda, Ana Paula Marinho, Aryane Vieira, Babis Regina, Gilvânia Leal, Carla Souza, Erlani Silva, Eneyda Rodrigues, Cinthya Pimentel, Paloma Lima, Laura Proto, Mannu Ferreira, Suelen Nunes e Rhaissa Silva comandam agito. Com o intuito de promover a representatividade feminina no samba, o projeto ainda conta com as participações de mais de 25 cantoras, 15 instrumentistas, produtoras, técnicas, fotógrafas, batuqueiras locais, além do Cortejo do Tambores de Saia, Feira de Artesanato com o Coletivo Quilombar, e Feira das Mulheres Pretas.

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Ciranda de Lia, cinema, circo e mais cultura no fim de semana

O fim de semana está repleto de ótimas atrações para os recifenses e visitantes. Nesta sexta, o Pátio de São Pedro recebe audição do novo disco da nossa rainha da ciranda e Doutora Honoris Causa, Lia de Itamaracá. A magia encantadora dos picadeiros segue tomando conta de teatros e outros locais da cidade com o Festival de Circo do Recife. Os cinemas São Luiz, da Fundaj e UFPE apresentam a última leva de filmes da 12ª edição do Festival Janela de Cinema. O Olha! Recife convida o público a visitar o Palácio do Campo das Princesas. CULTURA Pátio de São Pedro recebe audição de novo disco de Lia de Itamaracá “Ciranda sem fim” é o nome do novo disco de Lia de Itamaracá – artista Patrimônio Vivo de Pernambuco e Doutora Honoris Causa, título concedido em agosto deste ano pela UFPE. Nesta sexta, a partir das 19h, ocorre audição pública do álbum, com participação do Som na Rural, do agitador cultural Roger de Renor, DJ Adriana Pax e Hélder Aragão, o DJ Dolores, responsável pela produção musical da obra. O evento é gratuito e aberto ao público. 12º Janela Internacional de Cinema vai até domingo Programação forte e plural, que celebra o cinema que somos e o que queremos ser, a 12ª edição do Festival Janela de Cinema chega ao fim neste fim de semana. Até domingo (10), mais uma leva de filmes clássicos, lançamentos e estreias, curta e longas-metragens do Brasil e do mundo, serão exibidos nos cinemas São Luiz, Fundaj e Cinema da UFPE. O Festival, que teve essa 12ª edição ameaçada pela falta de recursos, saiu do papel em função de uma grande mobilização que envolveu desde a Prefeitura do Recife, que dobrou o aporte feito no evento, até o público, que se engajou numa campanha de financiamento coletivo, para suprir a lacuna deixada por importantes patrocinadores, que deixaram de investir no Janela, em resposta a um cenário nacional de retrocessos nas políticas culturais. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma online www.sympla.com.br/xiijaneladecinema (exclusivamente para sessões no Cinema São Luiz) e nas bilheterias dos cinemas. Confira a programação dos filmes: http://bit.ly/2qw68qH Últimos dias do Festival de Circo do Recife O fim de semana marca os últimos dias do Festival de Circo do Recife, realizado pela Luni Produções, com apoio da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife. Até domingo (10), artistas e grupos da Espanha, da França, do Uruguai, da Argentina, de São Paulo e Santa Catarina, Ceará e daqui mesmo de Pernambuco combaterão toda apatia e toda descrença com riso, mágica, palhaçada e contorção. Informações e programação: www.festivaldecircodobrasil.com.br. Exposição Cinco Pontas no Museu da Cidade No Museu da Cidade, localizado no Forte das Cinco Pontas, no Bairro de São José, a exposição Cinco Pontas estará aberta durante todo o fim de semana, reunindo achados arqueológicos, pinturas e documentos que mostram a importância da fortificação e de seus 400 anos de história para a capital pernambucana. O museu fica no Bairro de São José e o acesso é gratuito. Informações: (81) 3355-3108. Mamam apresenta exposição inédita de Rose Klabin O corpo – em especial, o feminino – é o eixo temático da atual pesquisa de Rose Klabin. O resultado está sendo apresentado na exposição “Memórias da Resistência”, individual, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). A mostra, gratuita e aberta ao público, fica em cartaz até 19 de janeiro de 2020. A curadoria é de Douglas de Freitas. Serviço Memórias da Resistência, de Rose Klabin Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães – MAMAM Abertura: 17 de outubro, quinta-feira, às 19h Período expositivo: Até 19 de janeiro de 2020 Endereço: Rua da Aurora, 265 – Boa Vista, Recife – PE Visitação: de terça a sexta das 12h às 18h. Sábados e Domingos, das 13h às 17h Telefone: (81) 3355-6870/ 3355-6871/ 3355-6872 TURISMO E LAZER Palácio do Campo das Princesas é destino do Olha! Recife Como intuito de fomentar o lazer e a atividade turística da cidade de forma diferenciada, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, oferta passeios gratuitos acompanhados por guias de turismo para turistas e cidadãos recifenses. A proposta é fazer com que as pessoas possam conhecer a cidade a partir dos quase 300 roteiros ofertados durante o ano. Neste domingo (10), o destino é o Palácio do Campo das Princesas. O tour pelo Palácio do Campo das Princesas começa às 9h, com saída da Praça do Arsenal, no Recife Antigo. Localizado em frente à Praça da República, a construção do Palácio é de 1841. O passeio é uma aula de história sobre a cidade e o estado. Atualmente, o palácio é a sede administrativa do Governo de Pernambuco. Os passeios do Olha! Recife são gratuitos, mas é solicitado que os participantes colaborem com doações que serão encaminhadas para instituições de caridade. Neste mês estão sendo arrecadados material escolar, como lápis, borracha, envelopes, papel ofício, caderno de pauta, canetas e etc. As inscrições são pelo site www.olharecife.com.br, a partir desta sexta-feira (8). SERVIÇO Olha! Recife a pé Tema: Palácio do Campo das Princesas Dia: 10/11 Hora: 09h Saída: Praça do Arsenal

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Santa Isabel em Cena recebe espetáculo de dança “Abaixo do Equador”

Um romeiro católico, devoto de Nossa Senhora de Nazaré, luta contra o tormento da escolha entre seguir a religiosidade, na festa do Círio de Nazaré, no Pará, ou ceder a desejos profanos. Este é o mote principal do espetáculo de dança “Abaixo do Equador”, que será apresentado, nesta terça (12), às 15h, no Santa Isabel em Cena. A obra artística é conduzida pelo ator Sergio Galdino. Com 24 anos de carreira, o artista construiu sua formação bebendo nas fontes da dança popular de Pernambuco, balé clássico e contemporâneo, teatro e cinema. Já representou obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais, a exemplo de Débora Colker, Andonis Foniadakis, Joelle Bouvier, Henrique Rodovalho. Sergio Galdino participou de importantes eventos no Brasil e exterior, a exemplo dos festivais de dança de Joinville e de Lyon, na França. Este ano, como coreógrafo, criou o espetáculo “Enquadrados”, para a Companhia Jovem de Ballet, de Campina Grande. O Projeto de Educação Patrimonial – Santa Isabel em Cena é destinado a instituições de ensino, ONGs, centros comunitários, grupos artísticos e demais interessados. Durante o encontro, os visitantes passeiam pelos pavimentos do Teatro de Santa Isabel e tomam contato com sua deslumbrante arquitetura. Em seguida, assistem a uma apresentação cultural gratuita, com o objetivo de aproximá-los das linguagens artísticas. Serviço Projeto Santa Isabel em Cena – Teatro de Santa Isabel “Abaixo do Equador” Dia 12/11 às 15h – Gratuito, mediante agendamento. Agendamentos: teatrodesantaisabel.educativo@gmail.com Informações: (81) 3355.3323/ 3355.3324

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