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Hospital Santa Joana Recife figura entre os melhores do mundo no ranking World’s Best Hospitals 2026

Unidade é reconhecida pelo quinto ano consecutivo pela revista norte-americana Newsweek O Hospital Santa Joana Recife, integrante da Rede Américas, foi incluído mais uma vez entre os melhores hospitais do mundo em qualidade assistencial, segundo o ranking World’s Best Hospitals 2026, organizado pela Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista. Esta é a quinta vez que a unidade pernambucana aparece na lista, consolidando sua posição entre instituições de referência em saúde no cenário internacional. Segundo a diretora-geral do hospital, Erica Batista, o reconhecimento reflete um histórico consistente de investimentos em alta complexidade e segurança do paciente. “Estar entre os melhores hospitais do mundo pelo ranking da Newsweek, pela quinta vez, é motivo de grande orgulho para todos nós do Hospital Santa Joana Recife. Esse reconhecimento internacional reforça nosso compromisso diário com a excelência assistencial, a segurança do paciente e a inovação em saúde. Nada disso seria possível sem uma equipe altamente dedicada, competente e movida por propósito”, afirma. A metodologia do ranking é baseada em quatro pilares: métricas de qualidade hospitalar, com dados sobre segurança do paciente e higiene; recomendações de especialistas, a partir de pesquisa com médicos, gestores e profissionais de saúde; experiência do paciente, medida por pesquisas de satisfação e acolhimento; e PROMs (Patient Reported Outcome Measures), que consideram os desfechos relatados pelos próprios pacientes após o tratamento. O estudo World’s Best Hospitals 2026 avaliou 2.530 instituições de saúde em 32 países, incluindo Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália, Canadá, Brasil, Austrália, Espanha e Emirados Árabes Unidos. Nesta edição, 120 hospitais brasileiros foram selecionados, cinco a mais do que no levantamento anterior. A presença do Hospital Santa Joana Recife na lista reforça a posição da Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do país, como um dos principais grupos do setor, com atuação em oito estados e no Distrito Federal.

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Romã alia tradição cultural e alto valor nutricional, destaca especialista

Fruta é rica em antioxidantes e pode contribuir para a prevenção de doenças e a promoção da saúde Muito associada à sorte, prosperidade e fertilidade na cultura popular brasileira, a romã também se destaca pelo seu perfil nutricional e pelo potencial de benefícios à saúde. De acordo com a nutricionista e professora da Wyden, Profa. Dra. Tâmara Oliveira dos Reis, a fruta reúne vitaminas, minerais, fibras alimentares e compostos bioativos essenciais ao bom funcionamento do organismo. Segundo a especialista, o consumo regular de frutas e vegetais é um fator decisivo na prevenção de doenças crônicas. “A ingestão adequada de frutas e vegetais pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares, oncológicas, obesidade e diabetes. Além disso, ajuda a regular a microbiota intestinal, reforça o sistema imunológico e promove a hidratação e a saúde geral”, afirma. A romã se diferencia pela presença de fitoquímicos como licopeno, ácido elágico e flavonoides, responsáveis pela proteção das células contra danos oxidativos. “Os compostos fenólicos presentes na romã, como antocianinas, quercetina, ácidos fenólicos e taninos, conferem à fruta um potencial antioxidante cerca de três vezes superior ao do vinho tinto e do chá verde”, explica Tâmara. Pesquisas no campo da medicina integrativa também apontam o potencial terapêutico da fruta. Além de preservar uma tradição cultural, a inclusão da romã na alimentação pode representar uma estratégia simples para fortalecer a saúde ao longo do ano. “A romã tem uma composição rica em polifenóis, flavonoides, taninos e antocianinas está associada a propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antimicrobianas e até anticancerígenas, atuando na prevenção de doenças cardiovasculares e na melhoria da memória”, ressalta. Principais benefícios da romã para a saúde:

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Com inscrições abertas, Olinda Run 21K acontece no dia 1º de março com homenagem ao Homem da Meia-Noite

Corrida percorre a orla e o sítio histórico ao amanhecer, terá três distâncias e homenageia o Homem da Meia-Noite, integrando esporte, hidratação estratégica e a tradição cultural do Carnaval de Olinda Com apoio do Shopping Patteo, a Olinda Run 21K chega à terceira edição fortalecida, unindo esporte, cultura e tradição. A prova é realizada pela Corpore Sano Running e pela Criação Mídia & Promo e terá largada às 5h30 do dia 1º de março, com percursos de 5 km, 10 km e 21 km. O trajeto valoriza a orla e o cenário histórico da cidade, oferecendo aos atletas pontos estratégicos de apoio e hidratação ao longo do percurso, garantindo segurança e conforto aos participantes. O evento se destaca pela proposta cultural. A cada edição, a corrida homenageia uma agremiação do carnaval olindense. Em 2026, o destaque será o Homem da Meia-Noite, um dos maiores símbolos do carnaval da cidade, reforçando o vínculo entre a prática esportiva e as manifestações culturais locais. A expectativa da organização é reunir milhares de corredores nesta edição, mantendo a proposta de crescimento sustentável e a essência que transformou a prova em referência: uma corrida que celebra a cidade, o carnaval e a paixão pela corrida de rua. As inscrições seguem abertas, com vagas limitadas. Os interessados podem se inscrever pelo Instagram oficial @OlindaRun21K, por meio do link disponível na bio, ou diretamente no site www.ticketsports.com.br.

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“Evidência de fatores de risco preveníveis e terapias modificadoras do Alzheimer em estágios iniciais são avanços”

Fevereiro é o mês de conscientização do Alzheimer e há novidades a serem divulgadas para a população, segundo a geriatra e professora da Unicap, como o desenvolvimento de novos fármacos e a consolidação de evidências sobre fatores de risco que podem ser modificados. A ação de vacinas na prevenção ainda não está comprovada, mas é um achado promissor. O avanço das pesquisas sobre Alzheimer vem redesenhando o entendimento científico da doença e ampliando o debate público sobre prevenção, diagnóstico e cuidado. Se antes o tema estava restrito à neurologia e à geriatria, hoje ocupa espaço estratégico nas políticas de saúde, especialmente diante do envelhecimento acelerado da população brasileira. Entre terapias modificadoras recentemente registradas no País, novos biomarcadores sanguíneos e evidências robustas sobre fatores de risco preveníveis, a discussão deixa de ser exclusivamente clínica e passa a dialogar com educação, vacinação, controle de doenças crônicas e organização da rede assistencial. Em Pernambuco, onde o envelhecimento populacional avança em ritmo significativo e os desafios estruturais do sistema de saúde persistem, o enfrentamento das demências exige integração entre atenção primária, especialistas e suporte às famílias. O subdiagnóstico ainda é uma realidade preocupante, particularmente no Nordeste, e reforça a necessidade de qualificação profissional, campanhas de conscientização e políticas públicas efetivas que garantam diagnóstico mais precoce e acompanhamento contínuo. Para analisar esse cenário sob a perspectiva científica e assistencial, a médica geriatra Carla Núbia Nunes Borges concedeu entrevista a Larissa Aguiar. Geriatra, docente da Unicap, coordenadora dos programas Idoso e Seus Mundos e Como Cuidar do Idoso em Casa, médica da Rede D’Or Star Recife e da UTI Geral do Hospital Agamenon Magalhães, além de ex-diretora da Abraz (Associação Brasileira de Alzheimer), Carla detalha os avanços mais recentes da ciência, explica por que o Alzheimer ainda é identificado tardiamente e aponta caminhos concretos para fortalecer a prevenção e o cuidado integral no Brasil. Do ponto de vista científico, o que há de mais recente e consistente nas pesquisas sobre o Alzheimer, especialmente em relação à prevenção e ao tratamento da doença? Nos últimos anos houve uma evolução expressiva no diagnóstico, no tratamento e, principalmente, na incorporação da prevenção ao centro da discussão científica. A doença foi descrita em 1906 por Alois Alzheimer que identificou alterações fisiopatológicas características. Contudo, apenas cerca de 80 anos depois consolidou-se a hipótese da placa beta-amiloide como marcador central do processo patológico. Na década de 1990 surgiram os primeiros tratamentos sintomáticos. Já entre 2017 e 2020, a prevenção passou a ocupar posição estratégica no debate científico. Hoje destaco dois grandes avanços. O primeiro é a consolidação das evidências sobre fatores de risco modificáveis. A atualização de 2024 da Lancet Commission estima que cerca de 45% dos casos de demência possam ser potencialmente preveníveis ao longo da vida com o enfrentamento de 14 fatores de risco, incluindo hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, depressão, inatividade física, isolamento social, poluição do ar, perda auditiva, perda visual e colesterol LDL elevado. No Brasil, considerando a prevalência desses fatores na população, o potencial preventivo pode ser ainda maior. O segundo avanço é o surgimento das terapias modificadoras de doença em estágios iniciais. Anticorpos monoclonais antiamiloide, como o lecanemabe e o donanemabe, demonstraram desacelerar o declínio cognitivo em pacientes com comprometimento cognitivo leve ou demência leve por Alzheimer, desde que haja confirmação da patologia amiloide. A magnitude do benefício é considerada modesta, porém clinicamente relevante para parte dos pacientes. No Brasil, a Anvisa registrou o donanemabe em 2025 e o lecanemabe no fim de 2025/início de 2026, com indicações e critérios rigorosos de uso. Apesar dos avanços da ciência, o diagnóstico precoce ainda é apontado como um dos maiores desafios. Por que o Alzheimer continua sendo identificado tardiamente na maioria dos casos? Porque a doença se instala de forma insidiosa. No início, a pessoa costuma compensar esquecimentos com anotações, rotinas estruturadas ou ajuda do cônjuge, o que mascara o impacto funcional real. Além disso, persiste a ideia cultural de que “esquecer faz parte da idade”, somada ao medo do diagnóstico, o que contribui para a normalização dos sintomas e para o estigma. Há também gargalos estruturais: a atenção primária nem sempre dispõe de tempo, treinamento ou protocolos padronizados para rastrear declínio cognitivo precocemente. O acesso a especialistas é limitado e exames confirmatórios, como PET amiloide ou biomarcadores no líquor, ainda são restritos. Estima-se que cerca de 80% das pessoas com demência no Brasil não tenham diagnóstico formal, situação ainda mais grave no Norte e Nordeste. Quais são os primeiros sinais cognitivos e comportamentais que familiares e profissionais de saúde devem observar, e que ainda costumam ser confundidos com o “envelhecimento natural”? O envelhecimento normal pode trazer lentificação (processamento mental mais lento), mas não costuma provocar perda progressiva com impacto funcional. Entre os sinais precoces estão repetição de perguntas, esquecimento de conversas recentes, dificuldade para planejar finanças ou organizar medicações, desorientação em datas e trajetos familiares e dificuldade para encontrar palavras. Mudanças comportamentais (alterações de comportamento) também merecem atenção: apatia, retraimento social, irritabilidade ou desconfiança podem ser interpretados como “traços de personalidade” ou “depressão da idade”, quando na verdade podem representar pródromos (sinais iniciais) da doença. Alterações nas atividades instrumentais da vida diária (tarefas complexas do cotidiano, como compras e gestão financeira) costumam ser um dos melhores termômetros clínicos. Existe hoje algum marcador clínico ou exame que já permita maior precisão no diagnóstico em estágios iniciais, ou ainda estamos dependentes principalmente da avaliação clínica? A avaliação clínica (análise médica baseada em sintomas e exame do paciente) continua sendo central, mas houve avanço importante nos chamados marcadores biológicos (substâncias ou exames que indicam presença de doença). PET amiloide e PET tau (exames de imagem que detectam proteínas anormais no cérebro) apresentam alta acurácia, embora tenham custo elevado e baixa disponibilidade. Biomarcadores no líquor são bem validados e amplamente utilizados em centros especializados. Mais recentemente, biomarcadores sanguíneos, como o pTau217 (proteína tau fosforilada detectável no sangue associada ao Alzheimer), começaram a sair do ambiente exclusivamente laboratorial para a prática clínica. Nos Estados Unidos, um teste sanguíneo foi liberado como ferramenta

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Justiça Federal autoriza produção de medicamentos à base de cannabis pela Aliança Medicinal

Sentença garante cultivo da planta para fins terapêuticos e assegura continuidade do atendimento a pacientes associados em Pernambuco A Aliança Medicinal, associação de pacientes de cannabis medicinal, obteve sentença judicial que autoriza o cultivo da Cannabis sativa como insumo para a produção de medicamentos destinados exclusivamente aos seus associados. A decisão, assinada pela juíza federal titular da 7ª Vara/PE, Amanda Torres de Lucena Diniz Araújo, determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não imponha à entidade as exigências previstas nas RDC nº 327/2019 e RDC nº 658/2022, normas direcionadas à indústria farmacêutica. A medida assegura segurança jurídica à associação, que desde 2023 atuava amparada por liminar do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. A sentença reconhece a necessidade dos medicamentos à base de cannabis para os associados e confirma o direito à produção própria. “A Aliança consolidou seu trabalho nos últimos anos respaldada pela liminar, também da Justiça Federal, e vem recebendo novos associados todos os dias em busca dos tratamentos com a cannabis medicinal. Agora com a sentença,nossa associação pode continuar fornecendo seus medicamentos para os atuais e novos associados ainda mais respaldada”, declarou o diretor executivo da entidade, Ricardo Hazin Asfora, engenheiro agrônomo responsável pelo sistema de cultivo indoor da planta. No entendimento judicial, a magistrada destacou que a Aliança atende seus associados sem registro de intercorrências, o que foi considerado indicativo relevante de segurança. “A magistrada destacou que a Aliança atende seus associados sem registro de intercorrências, considerando esse dado um forte indicativo de segurança. Também foi reconhecido o esforço contínuo para organizar processos, garantir controle de qualidade e atuar com responsabilidade”, observou o advogado Rafael Asfora. Para a presidente da associação, Hélida Lacerda, a decisão representa reconhecimento do direito à saúde e ao uso terapêutico com respaldo médico. “Este é o propósito que me levou a unir pacientes, mães e familiares que já não tinham mais esperança com tratamentos convencionais para diversas doenças, e precisavam usar o óleo medicinal. Enfrentamos riscos, até de prisão, mas contamos com a sensibilidade de médicos pesquisadores, que já prescreviam a cannabis, e seguimos em frente. Hoje temos a garantia de que não vai faltar o óleo para o tratamento de todos”, afirmou. Hoje temos a garantia de que não vai faltar o óleo para o tratamento de todos“Hélida Lacerda A sentença também determina que a Anvisa continue acompanhando as atividades da associação, reforçando os critérios de qualidade e segurança dos medicamentos produzidos. “É uma decisão de mérito amplamente fundamentada”, completou o advogado. Segundo a direção da entidade, o reconhecimento judicial confirma que é possível manter padrões sanitários e responsabilidade mesmo sem enquadramento como indústria farmacêutica. “Fomos reconhecidos pelo esforço em cumprir as principais determinações da Anvisa, mesmo não sendo uma indústria. Fazemos de tudo para produzir e dispensar medicamentos de qualidade, com supervisão técnica e legalizada. É num trabalho sério e estruturado que vem sendo desenvolvido por nossa associação, desde o cultivo da cannabis até a entrega do medicamento ao associado”, declarou Asfora. A decisão se insere no contexto do chamado sandbox regulatório, espaço criado após regulamentação da Anvisa em janeiro para permitir que associações de pacientes produzam medicamentos à base de cannabis de forma experimental e supervisionada. Para a advogada Lyane Menezes, o modelo reconhece o papel das associações no acesso à cannabis medicinal no país. “O sandbox regulatório representa um reconhecimento de que as associações de pacientes já desempenham um papel essencial no acesso à cannabis medicinal no Brasil”, resumiu. Segundo ela, a sentença demonstra que é possível conciliar controle sanitário, qualidade e responsabilidade sem aplicar automaticamente regras da indústria farmacêutica. “Trata-se de um modelo que permite à Anvisa aprender com a realidade concreta dessas entidades, ao mesmo tempo em que garante o direito fundamental à saúde e preenche uma lacuna histórica deixada pelo Estado”, complementou.

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Sindicato dos Hospitais debate Inteligência Artificial, judicialização e Reforma Tributária em encontro no Recife

3º Encontro da Região Metropolitana do Sindhospe acontece no dia 25 de fevereiro e reúne especialistas do setor saúde O Sindicato dos Hospitais Particulares e Filantrópicos de Pernambuco (Sindhospe) promove, na próxima quarta-feira (25), o 3º Encontro da Região Metropolitana, reunindo especialistas para discutir os principais desafios do setor saúde. O evento será realizado na sede da instituição, no bairro de Santo Amaro, no Recife, das 9h às 17h15. De acordo com o presidente do Sindhospe, o médico George Trigueiro, o cenário atual é marcado por transformações que impactam diretamente os estabelecimentos de saúde. “Estamos muito atentos a todas as mudanças que têm ocorrido com Inteligência Artificial e com as dinâmicas que interferem diretamente com os estabelecimentos de saúde, como a Reforma Tributária, que já está em vigor, e a questão da judicialização”, afirmou. A programação será dividida em dois turnos. Pela manhã, o encontro contará com a participação do desembargador e vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6), Dr. Eduardo Pugliesi, que abordará temas ligados à Justiça do Trabalho. Também participam os advogados Solange Bezerra e Guilherme Tavares de Melo, com palestras voltadas ao direito trabalhista e à legislação aplicada ao setor. No período da tarde, o debate será voltado para os impactos da tecnologia e da Reforma Tributária nos serviços de saúde. A professora de análise e desenvolvimento de sistemas Rafaella Nascimento ministrará a palestra “I.A. para estabelecimentos de saúde, da recepção ao prontuário”. Em seguida, o especialista tributário Flávio Cesário discutirá os efeitos da Reforma Tributária nos estabelecimentos de saúde, e o gestor Allan Ramgund abordará o ciclo da receita e a cadeia de faturamento na área. As inscrições para o 3º Encontro da Região Metropolitana do Sindhospe estão disponíveis no site www.sindhospe.org.br. O Sindhospe atua desde 1988 como representante do polo médico de Pernambuco, com mais de 200 associados e mais de 4.000 unidades de saúde representadas no Estado. Serviço:Evento: 3º Encontro da Região Metropolitana do SindhospeData: 25 de fevereiro, das 9h às 17h15Local: sede do Sindhospe – Rua Dom Vital, nº 129, Santo Amaro, Recife-PEInscrições: www.sindhospe.org.br

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Brasil busca cooperação com a Índia para produção de medicamentos e vacinas

Parceria prevê atuação conjunta de instituições públicas e empresas dos dois países, com foco em remédios oncológicos, doenças tropicais e inovação em saúde (Com informações da Agência Brasil) O governo brasileiro manifestou, nesta quarta-feira (18), a intenção de estabelecer cooperação com a Índia para a produção de medicamentos e vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, integra a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Nova Délhi, onde ocorre uma cúpula sobre o impacto da inteligência artificial. Segundo Padilha, a proposta de parceria inclui instituições públicas e empresas dos dois países para a produção de medicamentos oncológicos e também de remédios para combater doenças tropicais. Em encontro com os ministros indianos Jagat Prakash Nadda (Saúde e Bem-Estar da Família) e Prataprao Jadhav (de Medicina Tradicional), o ministro apresentou ainda a intenção de ampliar ações e trocas de experiências sobre o acesso gratuito da população aos serviços de saúde. “Brasil e Índia têm sistemas públicos robustos, forte capacidade científica e papel estratégico no Sul Global. Nossa cooperação em saúde pode ampliar o acesso da população a medicamentos, fortalecer a produção local e impulsionar a inovação”, afirmou o ministro brasileiro. Padilha também convidou os indianos para integrar a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. “Queremos que Índia e Brasil estejam na linha de frente de uma nova agenda internacional de saúde baseada em produção local, inovação e cooperação solidária”, ponderou. Outra discussão entre autoridades dos dois países envolveu o uso de tecnologias digitais e de inteligência artificial para a organização dos sistemas públicos de saúde. De acordo com Padilha, o intercâmbio em saúde digital pode colaborar com a modernização do sistema brasileiro, ampliar o acesso e qualificar o cuidado à população. Também foi proposta a implementação de uma biblioteca digital de medicina tradicional, reunindo evidências científicas, protocolos, estudos clínicos, registros históricos e boas práticas sobre práticas integrativas e complementares em saúde.

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21.01.2026

Cuidado com otites e doenças respiratórias no verão

Especialista alerta sobre os cuidados que devem ser adotados após o banho de mar ou piscina e durante o uso do ventilador ou ar-condicionado Dias mais longos, calor e sol marcam a temporada de verão, estação considerada a mais feliz do ano por cerca de 60% dos brasileiros, de acordo com diversas pesquisas comportamentais. Com celebrações e férias escolares, o período é associado a atividades ao ar livre, viagens, renovação e bem-estar. Um dos benefícios é a maior exposição à luz natural, o que contribui para o aumento da serotonina. A substância conecta o cérebro ao corpo e é conhecida como o “hormônio da felicidade” por promover sentimentos de prazer e satisfação, proporcionando mais qualidade de vida. A médica Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do Hospital de Olhos de Pernambuco, o HOPE, dá algumas recomendações importantes para quem quer aproveitar a estação com segurança e sem contratempos. De acordo com a médica, “a maioria das pessoas sabe que neste período é importante se hidratar e proteger a pele dos raios solares, mas também é preciso lembrar que os ouvidos são órgãos muito sensíveis, além de cuidar das mucosas do nariz e da garganta” “Uma medida essencial é secar muito bem as orelhas após o banho de mar ou de piscina. A água acumulada pode tornar o canal auditivo um ambiente propício para micro-organismos, como bactérias e fungos, que se proliferam causando inflamação ou infecção, as chamadas otites”, alerta a otorrinolaringologista.  Dicas para prevenir otites:  Incline um pouco a cabeça para o lado, sacudindo suavemente para ajudar a água a sair do ouvido; Seque com uma toalha macia ou lenço de papel; Se preferir, utilize um secador no modo frio e em velocidade baixa, mantendo dois palmos de distância; Não introduza cotonetes ou outros objetos no canal auditivo, pois há risco de machucar ou de empurrar a cera para dentro; Tampões de ouvido de silicone ou protetores auriculares personalizados podem ser utilizados para evitar a entrada de água; Outra opção são os secadores de ouvido portáteis, desenvolvidos especificamente para proteger a pele sensível do canal auditivo e o tímpano, que estão disponíveis em compras online internacionais.  A otite pode causar dor ou coceira no ouvido, sensação de que está tampado ou com pressão, saída de secreção e perda temporária da audição. Nos casos mais severos, o paciente pode apresentar febre, tontura e zumbido. A consulta com o otorrinolaringologista é fundamental para o diagnóstico e o tratamento correto, que poderá incluir analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos ou antifúngicos. Já as pessoas que costumam ter rinite, sinusite ou inflamações de garganta, devem ter cuidado com o uso do ventilador. “Nunca aponte o equipamento diretamente para o rosto ou corpo, principalmente durante o sono. O ventilador pode ressecar as mucosas do nariz e da garganta, por isso o ideal é que seja direcionado para uma parede ou para cima, fazendo o ar circular indiretamente. Outro cuidado é mantê-lo sempre limpo, a fim de evitar que espalhe ácaros e poeira”, recomenda a médica. A utilização de ar-condicionado também exige cautela, pois o ar frio e seco pode agravar quadros de irritações nas vias aéreas, tosse e chiados. De acordo com Raquel Rodrigues, “é importante evitar temperaturas muito baixas ou grandes variações de temperatura, assim como garantir a troca periódica do filtro do equipamento”. A especialista reforça ainda que o ideal é nunca passar de um ambiente muito frio para outro muito quente, e vice-versa. Se você quer aproveitar o verão de forma saudável, beba bastante líquido, prefira peças de roupas leves e claras, evite refeições pesadas e priorize os horários em que o sol está menos intenso para sair de casa. Em caso de sintomas de alergia, resfriado, dor de garganta ou de ouvido, marque uma consulta com o especialista e siga todas as orientações para poder curtir este período com mais saúde e disposição.

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Segurança nas academias: desmistificando os riscos e promovendo a quantidade de vida

*Por Elton Alves | Foto: Freepik O ambiente de academia é, em geral, muito mais seguro do que se pode imaginar. Quando olhamos para os dados, percebemos que as taxas de lesões graves são baixas; a maioria dos problemas é leve e, sobretudo, passível de prevenção. Os benefícios de saúde do exercício superam e muito os riscos. Estudos internacionais apontam que a maior parte das lesões é musculotendínea, concentrada em ombros e nos membros inferiores, e costuma estar associada a erros de técnica, cargas acima da capacidade do praticante ou progressão inadequada. É importante ter esses dados em mãos para dissipar a ideia de que os acidentes se resumem a falhas catastróficas de equipamentos ou outros possíveis perigos do ambiente. Há formas de mensurar a incidência de lesões e uma delas é comparar a quantidade de eventos por 1.000 horas de treino. Dentro dessa perspectiva, estudos apontam que a musculação apresenta taxa de aproximadamente 0,24 a 1 lesão para cada 1.000 horas de treino, valores comparáveis ou até menores do que os observados em muitos esportes coletivos. Mesmo modalidades mais intensas, como o CrossFit, mostram incidências próximas de 2 a 3 lesões por 1.000 horas, um resultado semelhante ao de outras atividades físicas recreativas, que cai ainda mais quando há supervisão adequada. No cenário brasileiro, as pesquisas realizadas com praticantes de musculação em academias relatam que a maior parte das pessoas não sofre episódios que exijam afastamento prolongado, e muitos eventos são dores ligadas à fadiga ou à má execução. É importante ressaltar que os principais gatilhos de lesão não são “perigos intrínsecos” da academia mas, sim, comportamentos de risco, como aumento de carga sem planejamento adequado, treinar sem orientação profissional, ignorar sinais de dor ou copiar treinos de amigos ou influenciadores digitais. Essa perspectiva é fundamental para o debate público pois mostra que a responsabilidade precisa ser compartilhada entre gestão, profissionais e usuários. Para lidar com problemas estruturais e eventos adversos, normas internacionais e nacionais regem os ambientes de treinamento. As normas internacionais para academias tratam esses espaços como ambientes de saúde e orientam triagem cardiovascular na admissão do praticante, especialmente em pessoas com maior risco. Também são recomendados planos de emergência, presença de profissionais capacitados em suporte básico de vida, DEA (desfibrilador externo automático) disponível e manutenção periódica dos equipamentos.  Outros pontos são o controle de lotação, sinalização de riscos, instruções claras de uso das máquinas e supervisão profissional ativa. No Brasil, resoluções do sistema Confef (Conselho Federal de Educação Física)/Cref (Conselho Regional de Educação Física) estabelecem anamnese e triagem de risco, limites de alunos por profissional, registro de incidentes e procedimentos de emergência. Além disso, a vigilância sanitária condiciona o funcionamento à licença específica, boas condições estruturais, responsável técnico habilitado e cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico. Podendo variar entre estados e municípios, há ainda exigência de DEA e de profissionais treinados em primeiros socorros. Do ponto de vista de saúde pública, o risco de se manter sedentário é incomparavelmente maior do que o risco de frequentar uma academia. A literatura científica indica com robustez que atingir cerca de 150 minutos semanais de atividade física moderada está associado a reduções no risco de mortalidade, doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer, com ganhos particularmente grandes em quem sai do sedentarismo.  No caso específico da musculação, estudos indicam que apenas 30 a 60 minutos semanais de atividades já podem trazer reduções de 10% a 17% em mortalidade geral, doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, mesmo quando se controla a influência da atividade aeróbica. Isso significa que deixar de treinar por medo de um evento raro e pontual aumenta muito mais o risco de adoecer e morrer precocemente do que continuar frequentando uma academia organizada e bem supervisionada. Quando essas boas práticas são implementadas, a academia se mostra como um ambiente estruturado de promoção de saúde, no qual o risco é comparável ou inferior ao de outras atividades cotidianas que normalmente encaramos sem medos. O debate público deve se apoiar em dados como esses para mostrar que o melhor caminho não é fugir das academias mas, sim, exigir qualidade na gestão, qualificação profissional e na segurança, para que cada vez mais pessoas se tornem adeptas de uma prática que tem muito a contribuir com a sua saúde. *Elton Alves é profissional de educação física e especialista em treinamento feminino e de alta performance.

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Carnaval sem dor de barriga: especialistas ensinam como evitar infecções intestinais na folia

Altas temperaturas, aglomeração e alimentação de rua exigem atenção redobrada com higiene e hidratação O Carnaval leva milhares de foliões às ruas e, com a mudança de rotina, cresce também o risco de infecções intestinais associadas ao consumo de alimentos e água contaminados. Especialistas do curso de Enfermagem da alertam que altas temperaturas, exposição inadequada de alimentos e falhas de higiene criam um ambiente favorável à proliferação de vírus, bactérias e parasitas durante o período festivo. Segundo , coordenador do curso, as contaminações costumam estar ligadas à conservação inadequada dos alimentos. “Quando temos a exposição de alimentos, conservação e refrigeração inadequadas, além de pouco ou nenhum controle com a higiene, o ambiente se torna favorável para a proliferação de agentes infecciosos”. Os sintomas mais comuns incluem diarreia, náuseas, vômitos e dor abdominal, que podem evoluir para febre e desidratação, especialmente em crianças, idosos e pessoas com a imunidade comprometida. Para reduzir os riscos, a recomendação é evitar alimentos crus ou com molhos e reforçar a higiene das mãos antes das refeições. A hidratação também é fundamental, com preferência por água filtrada, água de coco e frutas higienizadas. “Se alimentar bem antes de sair para brincar o carnaval também é ideal para fortalecer o organismo. A preferência deve ser para frutas e proteínas como ovos, para garantir uma nutrição equilibrada, além de energia para acompanhar os momentos de festa”, afirma , especialista em parasitologia médica. Em caso de infecção intestinal, a orientação é ajustar a alimentação e buscar apoio profissional. “Durante um quadro infeccioso, o paciente deve evitar o consumo de alimentos industrializados e gordurosos. Também é importante reforçar a hidratação e procurar seguir a orientação de uma equipe de saúde, a fim de evitar automedicação, que pode agravar o quadro”. O controle do consumo de álcool também é importante, já que a bebida favorece a perda de líquidos. “O álcool tem um efeito diurético que faz com que o indivíduo elimine mais líquido pela urina. O ideal para quem consome bebida alcoólica é intercalar o consumo com água e evitar os excessos”. Serviço — Cuidados para evitar infecções intestinais no Carnaval: evitar alimentos crus ou mal conservados; higienizar as mãos com frequência; priorizar água filtrada e alimentos higienizados; manter alimentação equilibrada antes da folia; moderar o consumo de álcool e reforçar a hidratação.

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