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Novembro Azul: apenas 3 a cada 10 homens fazem check-up e somente 40% realizam todos os exames pedidos pelo médico

Especialista alerta para o risco de negligenciar a volta ao consultório e a contradição com temor em relação ao câncer – sobretudo de próstata A aversão dos homens a cuidar da própria saúde de modo preventivo e regular é uma conduta histórica constatada diariamente do consultório às pesquisas e reflete aspectos culturais baseados na associação equivocada entre virilidade e infalibilidade do organismo – a doença é percebida como fraqueza, um abalo à masculinidade. A distorção tende a atrasar o zelo com corpo, o rastreio recomendado pelos médicos e os tratamentos para doenças identificadas em fase avançada por ausência de exames no tempo correto – como o câncer de próstata, no foco de conscientização do Novembro Azul. O comportamento procrastinador costuma ser interrompido apenas com o surgimento de sintomas e contrasta, de forma contraditória, com o medo de desenvolver problemas graves detectáveis por avaliações de rotina – dois traços alarmantes flagrados em um levantamento recente do Ipsos-Ipec sobre a saúde masculina. Resultados A pesquisa identificou reflexos dessa conduta temerária na negligência com as consultas de retorno aos médicos para apresentar os exames solicitados pelo profissional de saúde – um em cada cinco homens da Região Metropolitana do Recife (RMR) admitiu ter deixado de regressar ao atendimento para mostrar os resultados das avaliações de imagem ou laboratoriais. “É um dado preocupante porque os médicos precisam analisar os exames para saber o real estado de saúde dos pacientes. Essa falta pode agravar um quadro e dificultar a implementação de um tratamento até mais simples, se a doença for descoberta em estágio inicial”, observa o radiologista e presidente da Sociedade Pernambucana de Radiologia, Fernando Gurgel, área determinante para o diagnóstico do câncer de próstata. O levantamento apontou como preocupação prioritária dos homens justamente o receio de ter câncer (49% ), ao lado de sofrer de uma doença limitadora (52%) e, depois, ter um AVC (37%). O temor, no entanto, não se traduz em ação para minimizar os riscos, como identifica a sondagem realizada com quase 2 mil pessoas também nas regiões metropolitanas de Belém, do Rio de Janeiro, do Distrito Federal e em São Paulo. Boa parte dos homens (39%) afirmou só procurar um médico quando apresenta sintomas (32%), contra 34% habituado a fazer check-up pelo menos uma vez ao ano (30% ). A situação abre brecha para um outro indicador preocupante relativo ao câncer da próstata, neste Novembro Azul: 48% dos entrevistados não têm ciência do potencial de malignidade da doença, um dos tipos mais letais dos cânceres entre os homens. Tecnologia A evolução tecnológica tanto no mapeamento quanto na abordagem do câncer de próstata pode ajudar a mudar esse quadro e ampliar uma confiança apontada pela pesquisa em relação à cura do problema – 58% dos homens acreditam na possibilidade de vencer a doença se a identificação ocorrer de forma precoce, uma condição capaz de levar a mais de 90% o patamar de sucesso dos tratamentos. A inteligência artificial, por exemplo, aprimora a capacidade de gerar precisão nos exames e diminuir as intervenções invasivas ou desconfortáveis responsáveis, muitas vezes, por inibir a procura por ajuda pelos pacientes. A biópsia transperineal reduz o risco de infecção porque evita o contato com o canal retal, uma área colonizada por bactérias inevitavelmente introduzidas na próstata durante o procedimento. A técnica proporciona mais segurança e atenua os tabus associados ao receio de sequelas no trato urinário e sexual e à invasibilidade do exame. A conscientização dos pacientes através dos recursos informativos e da popularização de procedimentos aperfeiçoados pelo uso da tecnologia é fundamental, vale frisar, para reduzir a desconfiança e o receio de lidar com essas doenças características típicas do universo masculino. “Quanto mais a conscientização ocorre, maior a busca por cuidados preventivos e, claro, a adoção de tratamentos para debelar situações em estágio inicial. A evolução por conta da negligência pode levar a consequências graves, com sequelas ou mesmo a morte”, observa Fernando Gurgel. Alerta A reversão desse cenário é essencial para ampliar o cuidado, prevenir o agravamento da doença e criar uma compreensão coletiva sobre o verdadeiro impacto do câncer – sobretudo de próstata – e a necessidade de cuidados regulares entre a população masculina. A doença é a segunda causa de morte por câncer entre homens no Brasil e no mundo, com estimativa de mais de 70 mil casos no triênio 2023-2025, de acordo com Instituto Nacional do Câncer (Inca). A enfermidade se caracteriza pelo crescimento anômalo da glândula da próstata, localizada abaixo da bexiga, e é rastreada através de exames de toque, de sangue (PSA) e por biópsia (a partir de alterações percebidas em outras avaliações). Controle da dor é parte essencial no cuidado ao paciente com câncer de próstata O médico especialista em dor e acupuntura, Helio Pinheiro, diretor da Intrador, no Recife, chama atenção para um aspecto muitas vezes deixado em segundo plano no tratamento do câncer de próstata: o controle da dor. Em estágios mais avançados, especialmente quando há metástases ósseas, a dor se torna um dos sintomas mais incapacitantes, impactando diretamente o bem-estar físico e emocional do paciente. “Tratar o câncer não é apenas combater o tumor, mas cuidar do paciente de forma geral. A dor não pode ser vista como algo inevitável, pois ela precisa ser avaliada e tratada com a mesma atenção dada às outras etapas da doença”, afirma Helio Pinheiro. Para ele, o manejo da dor é fundamental para melhorar o humor, o sono, o apetite e até a resposta do organismo aos tratamentos oncológicos. O especialista explica que abordagens integrativas, como a acupuntura e a neuromodulação periférica, têm apresentado resultados promissores na redução da dor e na melhora da qualidade de vida de pacientes oncológicos. “A acupuntura estimula a liberação de substâncias analgésicas naturais e ajuda a regular a resposta do sistema nervoso, proporcionando alívio mesmo em casos de dor crônica”, observa. Estudos apontam que mais de 60% dos homens com câncer de próstata avançado relatam dor moderada ou intensa, e que o acompanhamento por uma equipe multidisciplinar — com oncologistas, fisioterapeutas e

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HCP 80 anos

80 anos do Hospital de Câncer de PE: transformando dor em esperança

Responsável por atender mais de 50% dos pacientes oncológicos do SUS no Estado, o HCP comemora oito décadas de fundação ao se consolidar como um centro de tratamento, de pesquisa e de ensino de qualidade, e faz planos de expandir a atuação para o interior. *Por Rafael Dantas Há 80 anos um grupo de 13 senhoras decidiu criar uma instituição para atender os pacientes indigentes no Recife. Esse grupo se constituiu inicialmente na Sociedade de Assistência aos Indigentes Hospitalizados de Pernambuco que, alguns anos depois, se constituiu na SPCC (Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer), entidade que fundou o HCP (Hospital de Câncer de Pernambuco). “Elas transformaram compaixão em ação. São verdadeiras heroínas da saúde pública”, resume Ricardo de Almeida, atual presidente do Conselho de Administração da SPCC. Mais que prestar assistência à saúde, a instituição atua também na formação de profissionais no setor – com programas de residência e até doutorado – e contribui com importantes esforços na pesquisa do tratamento e diagnóstico da doença. Muita gente pode imaginar que o HCP é um hospital estatal. No entanto, apesar de todos os seus atendimentos serem de pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde), trata-se de uma entidade privada filantrópica. Ou seja, todos os meses luta para fechar as contas e garantir o atendimento de milhares de pacientes, com tecnologias avançadas e medicações de referência. Nos cálculos da instituição, passam por dia 2,3 mil pessoas pelos corredores do hospital, seja para fazer exames, consultas ou internamentos. Uma das pernambucanas que recebeu atendimento no HCP foi Andréa Mota da Silva, de 58 anos. Em 2018, ela começou a perceber sinais de que algo não ia bem: um incômodo na mama, aparentemente inofensivo, mas que despertava uma sensação persistente de alerta. Determinada a entender o que estava acontecendo, Andrea insistiu na investigação – e só em 2019, após realizar uma ultrassonografia em uma clínica popular, veio o diagnóstico: um câncer de mama agressivo. “Foi um soco no estômago. Muito forte”, recorda. Entre o medo e a incerteza, ela enfrentou o início do tratamento em busca de respostas e do apoio da família. O tumor, de crescimento rápido, exigiu um tratamento rigoroso: 16 sessões de quimioterapia, seguidas de cirurgia em março de 2020, durante o início da pandemia. Ela relata que tinha apenas 30% de chances de sobrevivência, mas decidiu não baixar a cabeça. “Encarei o câncer como vida, não como morte”, relembra. No HCP, além de todo o tratamento e da cirurgia, ela ainda participou de uma pesquisa clínica, com medicação experimental para o pós-operatório, ajudando a desenvolver alternativas no tratamento do câncer. Ela fez também fisioterapia e recebeu atendimento psicológico. Ainda hoje participa de consultas periódicas, de forma semestral. Encontrou no hospital um segundo lar no momento mais difícil da sua vida. Além do tratamento, Andréa tornou-se voluntária no Hospital de Câncer de Pernambuco no projeto Mulheres de Rosa. Feliz com sua história de superação e grata aos médicos, familiares e a Deus, ela distribui abraços, informações e apoio emocional, compondo uma rede forte de acolhimento de pacientes em tratamento. “Salvar vidas é minha maior alegria. Se eu puder ajudar alguém, estarei à disposição”, afirma. A trajetória dela sintetiza um pouco as diferentes áreas de atuação do HCP e exemplifica a história de muitos pacientes que passam pelos corredores do hospital. Com o crescimento do número de diagnósticos de câncer no mundo, muitos brasileiros e pernambucanos vivem dramas semelhantes e precisam de tratamento e apoio.  De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), apenas os casos de mama devem superar os 73 mil novos diagnósticos no Brasil em 2025. O número total deve ultrapassar a marca dos 700 mil casos. Números que têm levado a uma expectativa entre os especialistas de que a doença se torne a principal causa de morte no Brasil em 2030. EXPANSÃO E INVESTIMENTOS TECNOLÓGICOS Para atender à crescente demanda, o HCP tem investido para crescer. Novos equipamentos e reformas vêm sendo realizadas para aumentar a eficiência dos tratamentos. A entidade atende 56% dos pacientes de câncer de Pernambuco que dependem do SUS. Ao todo, são mais de 22 mil consultas por mês em 15 especialidades médicas. “Uma cidade inteira passa aqui por dia. O Hospital de Câncer de Pernambuco é um dos quatro únicos do País que são filantrópicos, 100% SUS e 100% oncológicos. Mesmo com todas as dificuldades, não tenho um paciente internado que não tenha um antibiótico ou qualquer material”, ressaltou o superintendente Sidney Neves. A modernização da infraestrutura tem sido uma prioridade. Nos últimos anos, o HCP instalou um novo acelerador linear (equipamento de radioterapia), reestruturou laboratórios e unificou o serviço de imagem que passou a funcionar até mais tarde e agora oferece tomografia 24 horas. “São mudanças com impactos grandes, com resultados mais rápidos para os pacientes. Melhoramos muito a assistência”, comemora o gestor. Essas melhorias ampliaram a capacidade de atendimento e reduziram o tempo de espera dos pacientes. Para 2026, estão previstos novos investimentos como a chegada de um segundo tomógrafo, e a substituição do antigo equipamento de cobalto por mais um acelerador linear.  Cada nova máquina que chega e cada setor modernizado são celebrados na instituição, pois o tratamento de câncer é caro e conta sempre com novas tecnologias. O recém-chegado Acelerador Linear Halcyon custou R$ 6,5 milhões, sendo adquirido a partir de emenda parlamentar do deputado Eduardo da Fonte. Com inauguração prevista para novembro, o novo equipamento ampliará a capacidade da radioterapia do hospital em 50%, com a realização de até 100 atendimentos adicionais por dia. Além de novas estruturas e a garantia das medicações para os tratamentos, Sidney destaca entre os avanços o trabalho de manutenção preventiva adequada dos equipamentos. “Não podemos deixar esse parque hospitalar velho e muito menos sem segurança para o paciente. No nosso centro cirúrgico todos os equipamentos têm a manutenção em dia e estão calibrados. Isso garante uma segurança fantástica para a assistência do paciente”. DESAFIO DO CUSTEIO Todos os meses, o HCP tem uma conta entre R$ 18 milhões e

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HCP Gestão espalha a expertise do hospital pelo Estado

Nova fase da HCP Gestão aposta em eficiência, humanização e ampliação dos serviços públicos de saúde em Pernambuco. Ao celebrar os 80 anos do Hospital de Câncer de Pernambuco, o HCP Gestão inicia também uma nova fase voltada à qualificação e à expansão dos serviços públicos de saúde sob sua responsabilidade. Criada pela SPCC (Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer)  em 2014, a organização social (OS)  é responsável pela administração de nove unidades hospitalares e ambulatoriais em Pernambuco. À frente desse novo ciclo está a médica Isabela Coutinho, que assume a superintendência-geral com o propósito de fortalecer os processos internos e aprimorar a assistência. “Nossa prioridade inicial é melhorar os processos internos das unidades que já administramos para dar ainda mais qualidade na assistência aos pacientes. E, claro, sem jamais deixar de pensar em nossos funcionários, aqueles que fazem tudo acontecer no dia a dia”, afirmou Isabela. Com quase dez anos de experiência na direção do Hospital da Mulher do Recife, a médica traz para o HCP Gestão a mesma filosofia de cuidado humanizado e eficiência. Atualmente, o HCP Gestão é responsável por um conjunto expressivo de unidades de saúde distribuídas em diferentes regiões do Estado. Juntas, elas somam mais de 80 mil atendimentos por mês. Entre elas estão as UPAEs (Unidades Pernambucanas de Atenção Especializada) de Arcoverde, Belo Jardim, Palmares, Caruaru e Arruda; o Hospital São Sebastião e o Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru; a UPA de Igarassu – Honorata de Queiroz Galvão; e o Hospital da Mulher do Recife. Somadas, essas instituições realizam mensalmente mais de 15 mil consultas médicas, cerca de 4 mil atendimentos multiprofissionais, 23 mil exames laboratoriais e de imagem e uma média de 200 internações hospitalares.  Entre as metas para o novo ciclo, está o fortalecimento da integração entre as unidades e o incentivo à troca de experiências bem-sucedidas. Isabela, acrescenta que pretende ampliar a atuação da OS com a gestão de novas maternidades e serviços de saúde da mulher. “Esse é sempre um objetivo a ser alcançado. Fazer mais e melhor. Uma das nossas principais expertises é a maternidade. Em especial, a gestação e parto de alto risco. Então, novos serviços dessas especialidades, certamente, serão de nosso interesse”, afirmou a nova superintendente.

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Pernambuco no pódio: Plataforma inédita ajuda auditores na regulação de exames

Startup pernambucana se destaca entre 20 competidoras na maior feira de negócios em saúde do Norte e Nordeste, com tecnologia que integra inteligência artificial e automação para tornar a regulação médica mais ágil, precisa e humanizada. A pernambucana Novvus HealthTech conquistou o 2º lugar na Batalha de Startups da HospitalMed 2025, competição que reuniu 20 startups com soluções inovadoras para o setor de saúde. O evento foi realizado entre os dias 22 e 24 de outubro, no Pernambuco Centro de Convenções. A empresa apresentou sua plataforma Novvus Regula, uma solução inédita que utiliza inteligência artificial e automação para apoiar auditores médicos e equipes de regulação na análise e aprovação de exames de alta complexidade. A tecnologia visa otimizar processos, reduzir desperdícios e melhorar a eficiência no cuidado, contribuindo também para evitar o overdiagnosis, realização de exames desnecessários que podem gerar riscos ao paciente e aumento de custos. “Vivemos uma era em que a tecnologia pode e deve servir ao cuidado com o paciente não apenas como suporte, mas como protagonista de fluxos mais seguros e eficientes”, destaca o médico e especialista em inovação, Sormane Britto, COO da Novvus HealthTech. Com o reconhecimento na HospitalMed 2025, a Novvus HealthTech reforça seu papel como referência em inovação aplicada à saúde. A empresa segue expandindo sua atuação no país, com foco em desenvolver soluções que unem tecnologia, eficiência operacional e cuidado centrado no paciente.

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Obesidade na gestação traz inúmeros riscos para a saúde da mãe e do bebê

Obstetra Natascha Fox diz que a prevenção deve começar antes da gestação A obesidade e o sobrepeso são problemas de saúde pública, sendo considerados uma “pandemia” pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados do Ministério da Saúde e outras fontes atestam que a prevalência da obesidade entre adultos, no país, mais que dobrou, passando de 11,9% em 2006 para 22,4% em 2021. No mesmo período, a taxa de sobrepeso subiu de 37,3% para 58,8%. “São números alarmantes que afetam especialmente mulheres em idade reprodutiva, com a gestação entre os fatores de risco”, alerta a ginecologista e obstetra do Grupo MaterCore, Natascha Fox. Considerada uma doença crônica e multifatorial, a obesidade não tem cura definitiva. Por isso, o controle de peso antes e durante a gestação é essencial, trazendo efeitos benéficos na própria gravidez e na saúde do bebê. Os riscos da obesidade gestacional são diversos. Dentre eles, está o aumento de complicações antenatais, intraparto, pós-parto e neonatais. “Esses problemas elevam as chances de doenças como diabetes gestacional, hipertensão e pré-eclâmpsia, além dos riscos de indução do trabalho de parto, cesarianas, hemorragia puerperal e crescimento intrauterino restrito”, explica Natascha. A obesidade materna também pode gerar recém-nascidos grandes ou pequenos demais para a idade gestacional. A criança também pode ter complicações como dislipidemia, hipoglicemia neonatal, trauma fetal, defeitos do tubo neural, sofrimento fetal, prematuridade e até risco aumentado de aspiração de mecônio. “Sem falar que a taxa de malformações fetais é maior em mulheres obesas”, comenta a obstetra. PREVENÇÃO – Segundo a médica, para prevenir a obesidade é indispensável cuidar da alimentação antes da gestação. A tentante deve manter hábitos alimentares saudáveis, seguindo ingestão calórica apropriada e praticar atividades físicas. “Para controlar o peso durante a gestação, é importante ter um plano alimentar saudável, seguindo as instruções do obstetra e do nutricionista”, orienta. Para Natascha, a gestante deve monitorar o ganho de peso por meio de intervenções nutricionais e orientação individualizada. Assim, aumentam as chances de um resultado mais favorável e se reduz a morbidade materna e fetal. Quanto à fase de puerpério e amamentação, os cuidados são basicamente os mesmos com uma alimentação rica em produtos in natura. “A paciente deve priorizar pratos à base de legumes, verduras, arroz, feijão e frutas, bem como alimentos ricos em cálcio, carnes, ovos e cereais”, recomenda.  Serviço: Fala que Alimenta oferece formação gratuita para jovens do Recife sobre comunicação e alimentação saudável A Prefeitura do Recife, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Umane e a Angola Comunicação, está com inscrições abertas até 9 de novembro para o Fala que Alimenta. O projeto oferece formação gratuita para jovens de 18 a 29 anos interessados em aprender sobre comunicação, nutrição e alimentação saudável. A iniciativa disponibiliza 60 vagas, priorizando mulheres (cis e trans), pessoas negras, com deficiência, LGBTQIAPN+ e jovens em situação de vulnerabilidade. A formação acontece entre dezembro de 2025 e abril de 2026, com seis módulos presenciais e online. Os participantes terão acesso a temas como segurança alimentar, produção de conteúdo digital, inteligência artificial e comunicação comunitária, além de receber ajuda de custo para transporte, alimentação e recarga de celular. Para se inscrever, é necessário preencher o formulário disponível em bit.ly/inscricoes_falaquealimenta até o dia 9 de novembro. A lista de selecionados será divulgada no dia 17 de novembro no Instagram do projeto (@falaquealimenta) e da Secretaria de Assistência Social do Recife (@sas.recife). Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato.falaquealimenta@gmail.com ou pelo WhatsApp (81) 9201-3466. Que tipo de pão pode ser incluindo em uma vida saudável e equilibrada? Especialista explica como incluir o pão nas refeições e o que observar na hora da escolha Um dos alimentos mais amados pelos brasileiros, o pão é também um dos mais malcompreendidos quando o assunto é dieta ou adoção de hábitos mais saudáveis. Mas segundo a Doutora em Ciência dos Alimentos e coordenadora de qualidade/P&D da Ultra Pão Alimentos, Ana Caroline, o problema não está no pão em si, mas no tipo que se consome. Para a especialista, o pão pode fazer parte de uma alimentação equilibrada e estar presente em até duas refeições do dia, como no café da manhã e no lanche da tarde, desde que seja preparado com ingredientes naturais, tenha boa qualidade nutricional e seja consumido em porções adequadas. “O ideal é que o pão tenha farinha integral ou fermentação natural, e que o número de ingredientes seja reduzido. A ausência de conservantes e açúcares adicionados faz toda a diferença no impacto que ele tem na dieta”, explica. Ainda de acordo com a profissional, o segredo está em saber ler o rótulo e entender a diferença entre um pão ultraprocessado e um de fermentação natural. Pães saudáveis X pães vilões da dieta Pães ultraprocessados, com açúcar, gordura vegetal, conservantes e aditivos químicos, costumam ter baixo valor nutricional e alto índice glicêmico, o que causa picos de glicose e sensação de fome pouco tempo após o consumo. Além disso, são produtos que costumam depender de aditivos artificiais para manter textura e durabilidade, o que os torna menos interessantes para quem busca bem-estar e equilíbrio alimentar. Existem no mercado alternativas criadas justamente para transformar essa relação do consumidor com o pão. Produzidos com apenas cinco ingredientes naturais farinha, água, sal, massa madre e fermento natural , esses pães não contêm conservantes, nem gorduras e açúcar adicionados. O resultado é um produto artesanal que cabe em uma rotina equilibrada. De acordo com Ana Caroline, antes de colocar o pão no carrinho, vale observar: Seguindo esses critérios, é possível manter o pão dentro de uma alimentação saudável e balanceada. Ana Caroline é coordenadora de qualidade/P&D da Ultra Pão Alimentos – Leviassa

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Diagnóstico tardio agrava desemprego entre adultos neurodivergentes

Estudo revela que a falta de apoio e desconhecimento sobre neurodiversidade dificultam inserção profissional e vida independente no Brasil Uma pesquisa realizada pela Consultoria Maya em parceria com a Universidade Corporativa Korú revelou um cenário preocupante sobre a inclusão de pessoas neurodivergentes no mercado de trabalho. Segundo o levantamento “Neurodiversidade no Mercado de Trabalho”, quase metade dos entrevistados nunca trabalhou com pessoas neurodivergentes; 21,4% relataram experiências desafiadoras; e apenas 30% tiveram vivências positivas. Embora 75% dos brasileiros afirmem conhecer o termo “neurodiversidade”, que abrange o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições, 48,6% demonstraram conhecimento limitado e 25% nunca haviam ouvido a expressão. A psicóloga Geórgia Menezes, mestre e doutoranda em Psicologia pela UFPE e sócia do Instituto Harmonia e Neurodiversidade (IAN), explica que a dificuldade de inserção profissional ainda é um dos principais desafios enfrentados por adultos neurodivergentes. “Esses adultos têm taxas de emprego muito inferiores à população geral e até mesmo a outros grupos com deficiência”, destaca. “Apesar do desejo de trabalhar e do impacto positivo do emprego na qualidade de vida, muitos enfrentam obstáculos desde o processo seletivo até a progressão na carreira”, acrescenta. De acordo com estudos recentes publicados na revista Neuropsychiatry pelos pesquisadores Nancy B. Brown e David B. Nicholas, as dificuldades dessa população vão além do ambiente de trabalho. A psicóloga Geórgia Menezes reforça que “a transição para a vida independente pode ser marcada por desafios em tarefas cotidianas, como organização do tempo, planejamento financeiro, gestão da casa e autocuidado”. Esses aspectos demonstram que o apoio à neurodiversidade precisa ultrapassar o campo profissional e alcançar a vida prática e emocional dos indivíduos. Os obstáculos enfrentados por adultos neurodivergentes não estão ligados à falta de inteligência, mas a diferenças cognitivas e sensoriais que afetam habilidades como planejamento, memória e flexibilidade cognitiva. “Muitos adultos acabam relatando frustração, dependência familiar prolongada e barreiras para alcançar seus objetivos pessoais, o que reforça ciclos de baixa autoestima e isolamento social”, observa Menezes. Essa realidade reforça a necessidade de políticas públicas e estratégias corporativas voltadas à inclusão efetiva e ao respeito às diferenças neurológicas. Para superar essas barreiras, Geórgia Menezes defende o investimento em estratégias práticas e apoio especializado. Ferramentas tecnológicas como aplicativos de organização, planilhas adaptadas e lembretes digitais podem auxiliar na rotina, assim como o treino de habilidades de vida diária e o acompanhamento psicoterapêutico. “O cuidado precisa ser multiprofissional e personalizado. Psicólogos, terapeutas ocupacionais, psiquiatras e educadores podem, juntos, construir ferramentas que favoreçam a autonomia, sempre em parceria com a própria pessoa atendida”, conclui.

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Programa Cuidados Paliativos melhora qualidade de vida dos pacientes e dá novo alento às famílias

Programa da Unimed Vale do São Francisco completa 10 anos levando assistência humanizada e multiprofissional a pacientes com doenças avançadas em Petrolina e Juazeiro *Por Carlos Laerte Quando a jornalista e servidora pública Denise Soares recebeu a notícia que sua mãe fora diagnosticada com Alzheimer e o pai com demência por Corpos de Levy (DCL), a primeira reação foi de choque e negação. Uma profunda tristeza, seguida de medo do futuro e do que as doenças reservariam para Dona Maria das Mercês (87 anos), Sr. Raimundo Rodrigues (falecido em maio de 2022 aos 86 anos) e toda a família. Passados os obstáculos iniciais, incluindo a perda gradual da memória e das capacidades físicas, comportamentais e cognitivas de seus pais, Denise resolveu entrar em ação de forma enérgica e deliberada. Alugou uma casa mais espaçosa e adequou um quarto para amenizar as dificuldades e melhorar o tratamento dos seus familiares. A ajuda médica, que já chegava através do programa da Unimed Vale do São Francisco, Unimed Lar, recebeu um reforço substancial através de uma abordagem holística ativa para indivíduos de todas as idades que enfrentam sofrimento grave: a prática dos Cuidados Paliativos, que surgiu na década de 1960, no Reino Unido, e chegou ao Brasil na década de 1980. O trabalho pioneiro da médica inglesa Cicely Saunders, que beneficia atualmente mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Aliança Mundial de Cuidados Paliativos (WorldwidePalliative Care Alliance), modificou sensivelmente a rotina da casa dos Rodrigues Soares, dando um novo alento à família e qualidade de vida ao Sr. Raimundo e Dona Maria das Mercês. Com uma equipe interdisciplinar, formada por médico, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e assistente social, o programa, hoje de referência nacional, passou a avaliar e cuidar quinzenalmente das necessidades emocionais, sociais e espirituais dos pacientes e da família. “A doença do meu pai era mais complexa, mas podemos acompanhar todo o processo de finalização com a presença terapêutica e tranquilizadora desses profissionais que passaram a ser nossos amigos. Apesar do meu pai ter falecido, foi bem cuidado e assistido. O tempo que ele viveu, viveu bem”, recorda emocionada Denise. Após a partida do Sr. Raimundo, o tratamento prosseguiu com Dona Mercês com a mesma assistência e cuidados adequados, sem custos adicionais para os beneficiários do plano. Além das visitas domiciliares regulares e das medicações, a paciente sempre tem à mão, quando necessário, o auxílio e o cuidado atencioso do programa, que chegou às cidades de Petrolina-PE e Juazeiro-BA, há 10 anos pelas mãos da Unimed Vale do São Francisco. De acordo com o coordenador dos Cuidados Paliativos, os médicos geriatras Fabrício Cagliari, neste tempo, já foram atendidos à domicílio mais de 180 pessoas, entre idosos, jovens e até crianças. São pacientes encaminhados por profissionais ou pelas famílias dos beneficiários com doenças em fase avançada, que vão dos casos neurológicos, como as demências e os acidentes vasculares encefálicos, até os oncológicos, gastroenterológicos, pneumológicos e cardiológicos. Hoje o programa atende entre 18 e 20 pacientes por mês, através do controle da dor e outros sintomas; prevenção de agravos e incapacidades; promoção da independência e autonomia, além da ativação de recursos emocionais e sociais, de redes sociais de suporte; apoio e orientação à família e cuidadores. Uma prática reconhecida e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para todos os países, particularmente para os de baixa e média renda, onde há menor acesso a estes cuidados. Segundo o presidente da Unimed Vale do São Francisco, Francisco Otaviano, os Cuidados Paliativos representam um dos principais diferenciais da cooperativa médica, refletindo a qualidade do cuidado e o bem-estar do paciente. “Nosso programa vem sendo avaliado positivamente, desde os primeiros anos, principalmente pelo cuidado humanizado, o acolhimento e o suporte integral às famílias, proporcionando ao paciente uma vida plena e digna até o fim”, destacou, ressaltando o aumento global da demanda por cuidados paliativos, impulsionada pelo envelhecimento populacional e pelas doenças crônicas. “Nosso maior contentamento é entrar na casa, que nos confiou um bem precioso, estabelecer um vínculo de confiança e amizade e passar a fazer parte daquela família. Nesses 10 anos dos Cuidados Paliativos o que mais nos orgulha é ter feito a diferença na vida de cada um desses pacientes e de suas famílias“, revela Fabrício Cagliari. O geriatra e paliativista também não esconde a satisfação em frisar que o programa foi um dos primeiros serviços de Cuidados Paliativos do Vale do São Francisco e do interior do Norte-Nordeste, e que na região também surgiu a primeira Residência de Medicina Paliativa do interior do Norte-Nordeste, na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), que acabou de concluir sua primeira turma. Outra realização recente também trouxe muita alegria à equipe e aos beneficiários do programa. Dona Maria das Mercês, apesar das limitações físicas e emocionais, realizou um sonho há muito desejado. Conduziu com beleza, charme e elegância, até o altar da Igreja Matriz de Petrolina, as alianças de casamento da sua neta, Vitória com o noivo, Sheldon. Uma conquista inesquecível para a família Rodrigues Soares, que contou com o suporte, o profissionalismo e o carinho do programa de Cuidados Paliativos da Unimed Vale do São Francisco. “Uma equipe que tem sido uma benção para mim, minha casa e toda a família“, conclui Denise Soares.

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HospitalMed 2025: Norte e Nordeste recebem maior feira de saúde e bem-estar

Evento apresenta inovações, lançamentos e tendências para o setor, conectando profissionais e negócios em Pernambuco A HospitalMed 2025, maior feira de saúde, bem-estar e negócios do Norte e Nordeste, começou ontem (22) e segue até sexta-feira (24) no Pernambuco Centro de Convenções. Em sua 13ª edição, o evento reunirá mais de 300 expositores e 400 marcas, com expectativa de receber 26 mil visitantes, incluindo profissionais de saúde, gestores, investidores e representantes de toda a cadeia produtiva do setor. Organizada pela Insight Feiras & Negócios, a HospitalMed reforça o papel da região como segundo maior polo médico do Brasil, fomentando inovação, conhecimento e geração de negócios. “A HospitalMed é a principal plataforma de crescimento e inovação para o Norte e Nordeste. Cada ambiente é estruturado para garantir que o visitante saia com acesso às tecnologias e soluções que revolucionarão seus negócios e a qualidade do atendimento à população da região”, destaca Rodrigo da Fonte, presidente da HospitalMed. Conteúdo especializado e experiências práticas A programação conta com mais de 60 eventos simultâneos, incluindo o 14º Congresso de Gestão e Saúde, workshops, fóruns temáticos e a Carreta da Saúde, unidade móvel que leva exames e serviços médicos a comunidades de difícil acesso. Entre os eventos paralelos, destacam-se a Star Health Innovation, voltada para startups e tecnologias pioneiras, a HFacilities, focada em tendências para edificações hospitalares, e o Vida60+ Expo, dedicado à longevidade e qualidade de vida do público sênior. “Nossos corredores contam sempre com um alto fluxo de um público exigente e qualificado porque oferecemos mais do que produtos, oferecemos uma imersão no que há de mais novo e essencial para a gestão e a assistência em saúde”, afirma Tatiana Menezes, diretora de Marketing da HospitalMed. Networking e soluções estratégicas O evento também disponibiliza espaços de networking de alto nível, como o Lounge da Presidência, reunindo autoridades, executivos e convidados especiais. Além disso, a feira promove sessões interativas e showcases em robótica, batalha de startups e workshops temáticos, garantindo que os participantes obtenham aprendizado aplicado e oportunidades de parcerias estratégicas. Segundo Carol Baía, diretora comercial da HospitalMed, “após a edição histórica de 2024, que ultrapassou R$ 1 bilhão em negócios, nossa meta para 2025 é elevar ainda mais o patamar. É o ambiente ideal para que fornecedores estabeleçam parcerias estratégicas e garantam mais volume de negócios, mais expositores líderes e, fundamentalmente, mais investimentos diretos para a saúde da nossa região”. Destaques da HospitalMed 2025 Entre os principais eventos e ambientes da feira estão: Serviço

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Tem ordem certa para fazer musculação? Especialista explica como organizar o treino para melhores resultados

Saiba qual é a melhor ordem dos exercícios na musculação e como organizar o treino para ganhar força, hipertrofia e resistência. O personal Hilto Garcia explica o que vem primeiro: cardio ou musculação?

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Congresso Estudantil da FPS e IMIP destaca 245 pesquisas em saúde

Evento reúne trabalhos de graduação e pós-graduação entre quarta (22) e sexta (24), no Centro de Eventos Recife Pesquisas e projetos nas áreas de Educação Física, Nutrição, Farmácia, Enfermagem, Medicina, Fisioterapia, Psicologia, Odontologia e Pós-Graduação estarão em destaque no XVI Congresso Estudantil FPS-IMIP, que acontece de quarta (22) a sexta-feira (24), no Centro de Eventos Recife. O encontro tem como objetivo incentivar a produção científica e o intercâmbio entre estudantes e professores das instituições. Segundo o coordenador acadêmico da FPS, Gilliatt Falbo, “são 245 pesquisas de iniciação científica que serão apresentadas, representando o trabalho de 490 estudantes e 238 docentes da graduação, da pós-graduação e preceptores”, explicou. A programação de abertura contará com palestra do professor titular sênior da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), Ulisses Araújo, que abordará “a importância da aprendizagem baseada em problemas no desenvolvimento dos soft skills nas profissões de saúde”. Também haverá a premiação dos melhores trabalhos apresentados em 2024 e apresentações orais por curso ao longo da tarde. O evento inclui ainda a XXI Jornada de Iniciação Científica do IMIP, o XVII Seminário Avançado de Saúde Integral do IMIP e a VII Semana de Educação e Cultura da FPS, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão. ServiçoXVI Congresso Estudantil FPS-IMIP📍 Local: Centro de Eventos Recife📅 Data: 22 a 24 de outubro de 2025🎤 Palestra de abertura: Prof. Ulisses Araújo (USP)Tema: A importância da aprendizagem baseada em problemas no desenvolvimento dos soft skills nas profissões de saúde

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