Z_Exclusivas

O que muda a partir de hoje no Plano de Convivência de Pernambuco?

A partir de hoje (05.07), o Governo de Pernambuco permite a realização de eventos sociais e ampliação de horários de funcionamento de atividades. Na Macrorregião 1, que contempla o Grande Recife, Mata Norte e Sul e parte do Agreste, os eventos sociais – como aniversários, batizados, casamentos e formaturas – poderão acontecer das 8h às 23h durante a semana, e das 8h às 22h nos finais de semana. Já nas Macrorregiões 2, 3 e 4, essas celebrações estarão permitidas entre 8h e 22h ao longo da semana, e das 8h às 21h aos sábados e domingos. O número máximo de participantes permitido nos eventos, em todas as macrorregiões, será de 50 pessoas, ou 30% da capacidade do local, o que for menor. O secretário estadual de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes, explicou as novas regras também para eventos corporativos. “Na macro 1, vão funcionar das 8h às 22h, tanto durante a semana quanto aos sábados e domingos. Antes, podiam acontecer até às 21h nos finais de semana. Já nas macros 2, 3 e 4, os eventos vão poder ocorrer das 8h às 22h na semana, e das 8h às 21h nos finais de semana. O número de participantes, em todas as macrorregiões, será ampliado de 50 para 100 pessoas, ou 30% da capacidade”, esclareceu. Especialmente para ocasiões como colação de grau, aula da saudade e culto ecumênico, que já estavam permitidos, as novas regras seguem os mesmos horários dos eventos sociais, de acordo com cada macrorregião, e a capacidade permitida nos eventos corporativos. Nesse caso, alimentos e bebidas continuam proibidos. As apresentações e shows com música ao vivo, em qualquer tipo evento, também seguem suspensos. Ainda de acordo com Rodrigo Novaes, na Macrorregião I os bares e restaurantes terão funcionamento permitido até às 23h nos dias de semana e 22h nos fins de semana. Já nas Macros 2, 3 e 4, poderão funcionar até 22h durante a semana e até 21h aos sábados e domingos. “Além disso, no que diz respeito ao funcionamento desses estabelecimentos, eles ganham mais uma hora. Essa é mais uma iniciativa importante para o setor. Evidentemente, os empresários devem seguir cumprindo os protocolos determinados”, complementou. A secretária executiva de Desenvolvimento Econômico do Estado, Ana Paula Vilaça, anunciou a ampliação no horário de funcionamento de outras atividades. “Com as novas regras, os clubes sociais terão permissão para funcionar uma hora a mais na Macrorregião 1, das 5h às 23h na semana, e das 5h às 22h nos finais de semana. No restante do Estado, esses estabelecimentos estarão liberados das 5h às 22h na semana, e das 5h às 21h nos finais de semana”, explicou. Seguem vedados, nos clubes, o uso de saunas e as apresentações de músicos ao vivo. Na macro 1, cinemas, teatros e circos que podiam funcionar das 10h às 22h na semana, e das 10h às 21h aos sábados e domingos, agora vão poder abrir às 9h e seguir até 23h durante a semana, e das 9h às 22h nos finais de semana. Já nas macros 2, 3 e 4, vão poder funcionar das 9h às 22h na semana, e das 9h às 21h nos finais de semana. O número de pessoas permitido nesses locais, em todas as macrorregiões, passará de 100 para 200, ou 50% da capacidade do local, o que for menor. Os museus e demais equipamentos culturais também terão a carga horária ampliada. Na Macrorregião 1, vão funcionar das 9h às 22h na semana e nos finais de semana. Antes, a regra de funcionamento era das 10h às 22h na semana, e das 10h às 21h aos sábados e domingos. Já nas Macrorregiões 2, 3 e 4, estarão abertos das 9h às 22h na semana, e das 9h às 21h nos finais de semana. Continua valendo a regra de distanciamento social, com um visitante a cada 20 metros quadrados nas áreas expositivas internas e um visitante a cada 10 metros quadrados nas áreas expositivas externas.

O que muda a partir de hoje no Plano de Convivência de Pernambuco? Read More »

SESI-PE oferece 200 vagas gratuitas para cursos à distância

Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos à distância “Gestão do Tempo” e “Satisfação do Cliente”, oferecidos pelo SESI-PE. Ao todo, estão sendo oferecidas 200 vagas – sendo 100 para cada curso – e as inscrições podem ser feitas pelo site www.pe.sesi.org.br, na seção “Educação a Distância”, até o dia 15 de julho ou até as vagas serem preenchidas. Os pré-requisitos para realizar a matrícula são ter e-mail, acesso à internet e noções básicas de informática. Após a confirmação da inscrição, o estudante tem o prazo de 30 dias para realizar e concluir o curso desejado. Entre as vantagens dos cursos do SESI-PE está o fato de todos serem autoinstrucionais, ou seja, não precisam de acompanhamento de um tutor online. O curso “Gestão do Tempo”, com carga horária de 8 horas, abordará a importância da organização e do planejamento como estratégia para alcançar maior produtividade e eficiência no ambiente de trabalho. Entre os conteúdos estudados estão O tempo e seu impacto nas organizações; A questão do tempo na contemporaneidade; Administrando o tempo; Quantidade X Qualidade; e os Desafios da gestão do tempo nos âmbitos pessoal e profissional. Já o curso “Satisfação do Cliente” tem carga horária de 40 horas e tem o objetivo de promover conhecimentos com foco no assunto, considerando que todo serviço e produto ofertado passam pelo crivo de análise da clientela de uma empresa. Os temas trabalhados serão Conceito de cliente; Produtos ou serviços? Qual a diferença; Definindo a satisfação do cliente; Atendimento ao cliente; e Uso das ferramentas de marketing. Depois de cumprir a carga horária total do curso escolhido, o aluno participará de uma avaliação na plataforma educacional e, caso alcance 70 pontos no exame, receberá a Certificação de Conclusão. Outras informações pelo e-mail educacao.distancia@pe.sesi.org.br. Serviço: Cursos SESI-PE / EAD“Gestão do Tempo” e “Satisfação do Cliente” 200 vagas gratuitas Inscrições até 15 de julho (ou as vagas serem preenchidas) pelo site www.pe.sesi.org.br

SESI-PE oferece 200 vagas gratuitas para cursos à distância Read More »

Agricultura urbana resiste em Petrolina

*Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais Petrolina tem pelo menos 5 hectares de agricultura urbana em atividade. A extensão é equivalente a 6 campos de futebol. A plantação dentro da cidade é uma característica antiga do município, de acordo com Helder Ribeiro Freitas, professor do Colegiado de Engenharia Agronômica e do programa de pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial da Univasf. “As principais experiências de Petrolina são com as hortas comunitárias, não são no quintal das casas, embora devam haver também. Apesar da pandemia, elas continuam. Aqui tem hortas que iniciaram sua produtividade nos anos 80, ou seja, já possuem de 30 a 40 anos de atividade. A maioria não são iniciativas recentes”, conta o pesquisador. As hortas estão espalhadas pela cidade, em propostas e públicos diferentes também. “Tem horta no centro, horta na periferia, tem horta em todos os ambientes. As hortas do centro ao longo do tem enfrentado pressão pela valorização dos espaços. Já tivemos o caso de uma bem antiga que acabou sendo bem extinta. Tentaram promover uma mudança de lugar, mas não funcionou.  Foi feita uma reimplantação, mas a maioria deixou de trabalhar. No entanto, a maioria dessas hortas não parou na pandemia”. O pesquisador explica que a maioria está situada em terrenos públicos e até em escolas. . . Com a pandemia, apesar das dificuldades na assistência técnica e no acompanhamento de profissionais que davam apoio a essas iniciativas, a necessidade de produção de alimentos e geração de renda foi o combustível para mantê-las ativas. Helder conta que muitos desses produtos, além de servir para o autoconsumo das famílias produtoras, tem chegado também aos supermercados e quitandas.  “Elas são importantes para a gerança de renda, emprego e também para o abastecimento da cidade. Hoje, todos os supermercados tem uma gôndola de produtos orgânicos, além das próprias feiras orgânicas de Petrolina e Juazeiros”. Além do esforço das próprias famílias produtoras, que é a principal coluna da agricultura urbana, na experiência de Petrolina, essas iniciativas de cunho comunitário por vários momentos tiveram incentivo do poder público, devido a sua importância social. “Sempre houve algum viés de uma iniciativa pública. Seja da escola, de alguns vereadores, líderes comunitários, associações de bairro. A agricultura urbana aqui tem muito haver com as fragilidades sociais. Isso foi mobilizando a comunidade, os agentes políticos e gestores públicos”, afirma Helder Ribeiro.

Agricultura urbana resiste em Petrolina Read More »

Água de pote: a boa água de beber

A boa água é essencialmente limpa, e quando fresca melhor ainda. São muitos os imaginários sobre a água, e a esses imaginários integram-se os cenários culturais e sociais que ritualizam esse tão precioso líquido.  Água de pote é uma categoria regional, uma tipologia de “lugar” para a água na casa. É a água guardada em potes de barro com várias características estéticas. Geralmente um pote de barro pode comportar de dez a vinte litros de água. Além de ser um utensílio, o pote é também um objeto fundamental por preservar a água de beber; ele exibe e comunica: “temos água, água boa porque está no pote”. Quase sempre os potes têm tampas de madeira que são feitas especialmente para o uso doméstico. Ainda, é comum que a boca do pote esteja protegida por uma toalha de pano, pano alvíssimo, como se atestasse uma qualidade de limpeza, assim, a água ali guardada é tão limpa, tão pura, quanto a brancura do pano. Normalmente, o pote está na cozinha ou, como ocorre em muitas casas do Nordeste, ou em ambiente único da casa. O pote quase sempre, nesse contexto, ocupa um tipo de mobília chamada de banca de pote, que é “entronizado” com destaque na casa. Geralmente no entorno do pote estão às fotografias da família, os quadros de santos, ou outras informações visuais importantes que são concentradas e exibidas próximas ao espaço da água; assim, como os copos, as canecas, as cuias, e as meias cabaças, que são para se beber a água, e também os utensílios para se retirar a água dos recipientes. Vê-se o aproveitamento do coco seco para se fazer o “coco d’água” – tipo de caneca especial para se retirar a água do pote. Há outro tipo de utensílio para se retirar água do pote que é feito de flandres, e apresenta as bordas dentadas, justamente para evitar que se coloque na boca, e assim se mantém a água limpa e boa para o consumo. Sem dúvida, o pote participa do processo de decantação das impurezas da água, pois as águas chegam de muitos e diferentes lugares. O pote confere à água odor e sabor especial que vem do barro. Essa água é comparada à “água de quartinha”, que é outro tipo de recipiente de barro, só que de uso individual, para conter e servir água.  Há a tradição de se dizer que: “água de quartinha e água de pote são mais gostosas”. Atribui-se, por isso, uma qualidade especial a esse tipo de armazenagem. Esses recipientes mostram as possibilidades de preservação da pureza desse tão preciosos líquido para o consumo humano. Esse é um processo tradicional de filtragem. Como ainda acontecem com os tradicionais filtros de barro, alguns artesanais e outros industrializados. Beber água de pote é um componente da construção do paladar, é a inclusão de um novo sabor que também está na comida preparada com esta água de sabor especial e peculiar. O pote na maioria dos casos é a única opção de se ter água “potável” em casa. São milhares de casas no Nordeste, na região amazônica, e em outras regiões que utilizam esse utensílio como sendo a única maneira possível de acondicionar água. A água de pote é um forte retrato da vida de milhares de brasileiros que ainda recorrem a esse costume para se ter certa qualidade na água que é destinada ao consumo na casa. Água para se beber e para se fazer comida. Em outros cenários é crescente o cuidado gastronômico no consumo da água, inclusive numa valorização que requer até os serviços de um “sommelier” especializado para água.

Água de pote: a boa água de beber Read More »

8 fotos do Recife com paisagem ainda rural

Nesta semana, a reportagem de capa da Revista Algomais foi sobre as experiências de agricultura urbana no Recife. Se hoje as hortas e experiências de plantação na cidade ocupam os pequenos espaços nos quintais, praças ou até nas varandas dos apartamentos, no passado o verde tomava conta da cidade. A maioria das imagens são do início do século passado, dos Acervos de Josebias Bandeira e de Manoel Tondella, ambos na Villa Digital da Fundaj. . Trecho do rio, registrado no Bairro da Várzea (Acervo Josebias Bandeira, Fundaj) . Mangue, entre os Remédios e a Madalena, em 1905 (Acervo Manoel Tondella) . Arruado no Recife, identificado como na Caxangá, na foto do Acervo de Manoel Tondella, em 1905 . Ponte de madeira sobre o Rio Beberibe, em 1905 (Acervo Manoel Tondella) B . Porta d´água, bairro não identificado no Recife, em 1905 (Acervo Manoel Tondella) . Ponte Ferroviária atravesando o Recife, em 1900 (Acervo Manoel Tondella) . Reservatório de Dois Irmãos, em 1905 (Acervo Manoel Tondella) . Ciclistas em um passeio no Recife, em 1905 (Acevo Manoel Tondella) . *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com)

8 fotos do Recife com paisagem ainda rural Read More »

Cais do Sertão reabre para o público

O Centro Cultural Cais do Sertão, equipamento gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e a Empetur e localizado no Bairro do Recife, na capital pernambucana, reabre para visitação presencial nesta quinta-feira (1º), seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. Por enquanto, a capacidade admitida é de 50 pessoas dentro do museu ao mesmo tempo. Para esta fase de retomada, o Cais anuncia o seu funcionamento nos seguintes horários: quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h, e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. Quem for ao museu vai perceber que toda a área expositiva do equipamento conta com sinalização especial, com lembretes sobre higienização das mãos e o distanciamento social obrigatório de 1,5m. Durante todo o tempo da visita, o público deve permanecer de máscara. O secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes, comemora a reabertura do equipamento turístico-cultural, fechado desde março deste ano. “Voltar a receber o público neste espaço que tanto agrega ao resgate e à afirmação da cultura nordestina, trata-se de um passo significativo para a retomada do nosso turismo. Seguindo cuidadosamente os protocolos sanitários, teremos o Cais completamente aberto à disposição dos visitantes”, destaca. Os ingressos para o Cais do Sertão seguem no valor regular de R$10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada), com uma novidade: é possível agora efetuar o pagamento via pix. PROGRAMAÇÃO ONLINE SEGUE FIRME O fato de reabrir as portas não significa dizer que o Cais do Sertão vai relegar a segundo plano a programação online nas redes sociais, considerada um diferencial entre os centros culturais do País na pandemia . Ao longo do mês, o museu promete manter o alto nível de discussões e do conteúdo oferecido pelo Instagram, YouTube e Spotify. Um dos destaques desta semana é a faixa Conexão Cais, que ganha um programa especial nesta semana. Agora aprovado pela Lei Aldir Blanc (LAB-PE), o quadro conta com entrevistas de Patrimônios Vivos de Pernambuco. Nesta quarta-feira (30), a gestora do Cais, Maria Rosa Maia, e o fotógrafo Fred Jordão, revelam a trajetória artística do Mestre Biu, propagador no coco, rima, ciranda e embolada em Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Outro quadro que segue firme na programação da casa é o Papo de Museu, que promove a interlocução entre artistas, pesquisadores e gestores culturais do Estado e de todo País. Entre os convidados do mês de julho, a cantora e compositora Terezinha do Acordeon, a coquista de Olinda Mestra Ana Lúcia, a Quadrilha Pisa no Espinho, filho do artesão de couro Mestre Aprígio, Romildo Aprígio, e a contadora de histórias Mariane Bigio. O perfil do Spotify continua a embalar e inspirar os ouvintes-internautas com a seleção de artistas locais e nacionais. Para este mês, está programado repertório dedicado às coquistas do Estado, passando pelo legado de Terezinha do Acordeon ao Cangaço cantado por mulheres. E a criançada também será contemplada com uma seleção infantil, remetendo às férias. SERVIÇO: Centro Cultural Cais do Sertão, Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n – Recife, PE, 50030-150. Horários: quintas e sextas-feiras, 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, 10 às 17h. Tel.: (81) 3182-8268. Ingressos:R$ 10 (inteira) e R $ 5 (meia-entrada)

Cais do Sertão reabre para o público Read More »

Suape lança projeto para produção mel e derivados

A meliponicultura, que consiste na criação e preservação de abelhas sem ferrão, para fomentar o desenvolvimento social e a geração de renda em sintonia com a preservação da natureza, é o mote do projeto que o Complexo Industrial Portuário de Suape lançou em parceria com moradores de comunidades consolidadas em seu território, que ocupa área de 13,5 mil hectares nos municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, no Grande Recife. “Com essa ação socioambiental, vamos capacitar as famílias cadastradas para o manejo e recolhimento de mel e processamento de produtos derivados”, explica Carlos Cavalcanti, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade (DMS) da estatal portuária. O trabalho consiste na implantação de 30 meliponários, cada um com 20 colmeias. O investimento é de R$ 321,2 mil e será executado num prazo de dois anos. O lançamento ocorreu, recentemente, durante encontro virtual entre a equipe da DMS, colaboradores de Suape e o presidente da Associação dos Apicultores e Meliponicultores do Cabo de Santo Agostinho (AAMC), Antônio Ferreira. A AAMC foi a vencedora da licitação para execução do projeto, que começa a dar os primeiros passos. Nessa etapa, 200 abelhas nativas brasileiras sem ferrão serão adquiridas pela entidade, mas o programa prevê em torno de 600 exemplares ao longo do seu desenvolvimento. A família das abelhas é composta por rainha, princesas, zangões e operárias. “A meliponicultura é considerada uma atividade sustentável, já que contribui diretamente com os biomas por meio da polinização das espécies nativas da Mata Atlântica presentes no território de Suape”, pontua o diretor Carlos Cavalcanti. A equipe da Associação dos Apicultores e Meliponicultores também utilizará a técnica de caixas-iscas para a captação de colmeias que forem identificadas em troncos de árvores envelhecidas para serem deslocadas para o meliponário das comunidades. O programa beneficiará, diretamente, 30 famílias. Técnicos da entidade também realizarão oficinas sobre a biodiversidade do território e manejo das abelhas visando o fomento do empreendedorismo social. SUSTENTABILIDADE – “Além da empresa ser signatária do Pacto Global pela Sustentabilidade instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece o cumprimento de 10 princípios que cumprem responsabilidades nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, buscamos alcançar a certificação ESG (sigla em inglês para designar Governança Ambiental, Social e Corporativa) com o desenvolvimento de nossa estratégia e práticas socioambientais, a exemplo dos projetos de meliponicultura e os laboratórios de ecotecnologias, entre outros que estão em andamento”, ressalta o diretor da DMS, Carlos Cavalcanti. “A adoção desses princípios e ações cria um ambiente favorável à imagem do complexo e à chegada de novos negócios, ajudando na descarbonização da economia, com crescimento econômico e equidade social em Pernambuco e no Nordeste”, reforça o gestor. POLINIZAÇÃO – As abelhas têm importante papel na natureza para a polinização das plantas.  “A manutenção e perpetuação das espécies nativas é um dos principais objetivos do projeto. Se a gente multiplica o número de abelhas nas áreas de proteção ambiental de Suape, efetivamente, vamos conseguir ter plantas com o maior poder germinativo, e é nesse momento que há a interface entre a abelha e a natureza. O mel, então, chega como um subproduto, e com o decorrer da produção, poderá ser comercializado com o auxílio técnico da associação”, explica Antônio Ferreira, presidente da AAMC. O projeto sempre tem início no período da entressafra (maio a agosto, que corresponde ao período chuvoso na Zona da Mata pernambucana, em que não há floração suficiente para que as abelhas produzam mel. Entre setembro e março de 2022, as famílias poderão começar a ver a produção do mel aparecer, pois esse ciclo corresponde aos meses de safra, momento ideal para que o mel seja recolhido para comercialização.

Suape lança projeto para produção mel e derivados Read More »

Estudo aponta maior risco de infecção de Covid-19 em terminais de ônibus

Da Fiocruz A crença de que as pessoas estão mais expostas a contraírem o novo coronavírus (SARS-CoV-2) no transporte público acaba de ganhar respaldo científico. Um novo estudo da Fiocruz Pernambuco – que recolheu amostras de superfícies situadas em vários pontos do Recife para identificar a presença desse vírus, causador da Covid-19 – concluiu que os lugares com maior risco de contaminação são os terminais de ônibus, com 48,7% das amostras positivas, seguidos dos arredores de hospitais (26,8%). Para essa investigação, foram coletadas 400 amostras de superfícies muito tocadas por diferentes usuários, como maçanetas, torneiras, vasos sanitários, interruptores de luz, leitores de biometria, catracas, corrimão de escadas, entre outros, em diversos pontos da capital pernambucana. Os lugares foram selecionados por atenderem a duas condições: grande fluxo e alta concentração de pessoas; e organizados em seis grupos: terminais de passageiros, unidades de saúde, parques públicos, mercados públicos, áreas de praia e centro de distribuição de alimentos. As amostras foram submetidas ao exame padrão ouro para detecção do novo coronavírus, o RT-qPCR. Do total de amostras obtidas, foi confirmada a presença do SARS-CoV-2 em 97 (24%). Quase metade delas foram recolhidas em terminais integrados de ônibus (47 amostras positivas ou 48,7%), onde as superfícies com maior índice de contaminação foram os terminais de autoatendimento e os corrimões. O pesquisador da Fiocruz PE e coordenador do estudo, Lindomar Pena, ressalva que não foi detectado vírus ativo nos exames. “Porém em algum momento ele esteve ativo naquele local, o que demonstra serem ambientes onde há mais gente infectada circulando”, explica. As áreas próximas às unidades de saúde ficaram em segundo lugar, com 26,8 % das amostras positivas. Seguidas dos parques públicos (14,4%), mercados públicos (4,1%), praias (4,1%) e outros lugares (2,2%). O vírus foi encontrado predominantemente em banheiros, terminais de autoatendimento, corrimões, playgrounds e equipamentos de ginástica ao ar livre. As coletas utilizaram ferramentas de georreferenciamento para situar os locais com exatidão. Outro aspecto contemplado pelos estudiosos foi a classificação das superfícies pelo tipo de material. O vírus foi encontrado com maior frequência em superfícies metálicas (46,3%) e plásticas (18,5%). “Tomados em conjunto, os resultados indicaram contaminação extensa por SARS-CoV-2 em superfícies públicas, sugerindo a circulação de pessoas infectadas nessas áreas e um risco potencial de infecção. Os resultados podem ajudar as autoridades de saúde pública a priorizarem recursos e estabelecerem políticas eficazes para conter a transmissão comunitária do SARS-CoV-2 nos pontos de controle críticos da Covid-19 identificados no estudo”, complementa Lindomar. O doutorando em Biociências e Biotecnologia em Saúde (BBS) na Fiocruz PE e autor principal do artigo, Severino Jefferson Ribeiro, ressalta a importância dos achados da pesquisa. “Além desses resultados servirem como subsídio para as autoridades de saúde, este trabalho permitiu observar que a população não está seguindo rigorosamente as medidas voltadas para prevenir a transmissão do vírus. E infelizmente, isso acaba refletindo no que estamos vivendo atualmente com o aumento descontrolado do número de casos de Covid-19 no estado”, explica Jefferson. Além dele, outros dois pós-doutorandos, cinco doutorandos e duas mestrandas da instituição participam da pesquisa, que conta ainda com a participação do pesquisador da Universidade de Glasgow (Escócia) Alain Kohl.

Estudo aponta maior risco de infecção de Covid-19 em terminais de ônibus Read More »

Recife Antigo recebe investimento de R$ 30 milhões com primeiro hotel Motto by Hilton do Nordeste

Da Prefeitura do Recife O Recife receberá um grande investimento no setor de serviços. O primeiro hotel do Nordeste da rede Motto By Hilton será instalado no Bairro do Recife. O investimento, da ordem de R$ 30 milhões, acontece num momento central de retomada da economia com o avanço da vacinação e é estratégico para o resgate do bairro histórico e do centro da cidade como um todo. A expectativa é que sejam gerados 250 empregos diretos e indiretos e a inauguração está prevista para dezembro de 2024. João Campos, prefeito do Recife, participou da apresentação e comemorou a chegada de mais um grande investimento na cidade. “É um investimento significativo, de vanguarda, sendo feito em nossa cidade em um momento desafiador. É fundamental a sintonia entre poder público e o privado, sobretudo para gerar crescimento, desenvolvimento e oportunidades”, ressaltou. “Junto com outros empreendimentos que estão em andamento aqui no Bairro do Recife, o hotel Motto by Hilton representa uma mudança de patamar do centro da nossa cidade. Significa a consolidação com o que há de mais moderno, na área do turismo, de serviços, tecnologia, que são vocações que a nossa cidade tem”, acrescentou. O novo hotel tem o projeto assinado por Juliano Dubeux e Metro Arquitetura, e estará localizado na Rua Domingo José Martins, estando em linha com o planejamento da rede em se instalar em bairros privilegiados e estratégicos, como é o caso do Recife Antigo. A unidade terá 132 apartamentos. O empreendimento será operado pela Atlântica Hotels International, maior administradora hoteleira multimarcas da América do Sul, no conceito “condo-hotel”, atraente para investidores, que poderão comprar apartamentos com escritura individualizada. Entre os diferenciais, estão as várias fontes de receita, que serão geradas pela locação dos apartamentos e faturamento das áreas comuns, como café boutique, rooftop pub e restaurante. “É um prazer enorme poder fazer parte deste movimento que está acontecendo aqui no bairro junto com outros empreendimentos. A gente teve muito cuidado na construção desta parceria, entendendo que o Recife Antigo é um lugar muito especial. Era um desejo antigo, tanto da população recifense, quanto do poder público e de empresários, trazer um equipamento deste porte para o bairro para poder reativar a região e transformá-la em um grande destino turístico. Pelas características da nossa cidade e perfil da marca, juntando cultura, tecnologia, lazer, negócios e tudo que a gente encontra no Bairro do Recife, se encaixa perfeitamente aqui no Porto Digital”, apresentou Danilo Canuto, presidente da RevPar, um dos responsáveis pela unidade no Recife. “Acreditamos que este empreendimento será um ponto de mudança dentro do Bairro do Recife. Mesmo com a pandemia, estamos vendo uma pujança de outros empreendimentos, o que mostra que tem muita gente acreditando e que o Bairro do Recife tem uma excelente perspectiva de futuro. O objetivo deste hotel também é para reter mais o turista que chega na cidade e acaba indo para o litoral sul do estado. E com o hotel no coração do bairro, o turista poderá se integrar e fazer várias programações a pé mesmo, sem precisar nem pegar um táxi ou Uber”, continuou João Domingues Azevedo, da MUV Empreendimentos, outro responsável pelo empreendimento. Em 2020, mesmo com o cenário imposto pela pandemia do covid-19, Pernambuco registrou um fluxo global de turistas de 2.281.115. Em 2019, antes da pandemia, o número chegou a 3.425.796. Atualmente, Recife conta com 85 meios de hospedagem e 17,1 mil leitos disponíveis, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Pernambuco (ABIH-PE). “No momento em que vivemos um dos momentos mais difíceis da economia de toda a história, o Recife está fazendo o anúncio de um empreendimento que envolve atores internacionais, nacionais e locais, e que será transformador para a cidade. O Bairro do Recife é o segundo bairro de todo recifense e ver esta região crescer e se transformar de maneira estruturante é fundamental. Além disso, este hotel deverá ser um grande instrumento para a consolidação e fortalecimento do Porto Digital. A marca vai proporcionar inserir o turista internacional aqui no Bairro do Recife e no Porto Digital”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio. REDE – Presente nas principais metrópoles ao redor do mundo, como Nova Iorque, Singapura, Rotterdam, Dublin, Londres e Boston, a unidade recifense do Motto by Hilton será a segunda do Brasil. A primeira será em São Paulo. O empreendimento abraça o perfil de viajantes conectados, sendo uma marca de hotéis convidativos e inteligentes. Os quartos contarão com um sistema de automação, controlados por alguns cliques no próprio smartphone, a partir do aplicativo Hilton Honors. Os destaques na unidade do Recife serão o Rooftop Pub, com vista para o bairro histórico,e o café boutique localizado no lobby com um um espaço descontraído para trabalhar e se divertir. Uma característica marcante dos hotéis Motto by Hilton é sua versatilidade e integração com o entorno.

Recife Antigo recebe investimento de R$ 30 milhões com primeiro hotel Motto by Hilton do Nordeste Read More »

Prefeitura do Recife abre vacinação para novo grupo

A Prefeitura do Recife anunciou a abertura de um novo grupo para vacinação contra covid-19 na capital pernambucana. O anúncio foi feito pelo prefeito João Campos, que detalhou que as pessoas com 40 anos ou mais já podem realizar o agendamento através do site ou aplicativo do Conecta Recife. O novo público já começa a ser vacinado hoje (29). A estimativa é que mais de 76 mil recifenses sejam beneficiados. “Já está aberto no Conecta Recife o agendamento para pessoas com 40, 41 e 42 anos de idade tomarem vacina contra covid-19. Você faz o agendamento no Conecta Recife, anexa seu comprovante de residência da cidade do Recife e já pode tomar a vacina. Vamos juntos vencer a pandemia. Lembrando: vacinas salvam vidas”, defendeu o prefeito João Campos. O cadastro e o agendamento devem ser feitos através do site conectarecife.recife.pe.gov.br ou do app Conecta Recife, que está disponível gratuitamente na PlayStore, para Android, e AppStore, para quem utiliza o sistema iOS. As pessoas incluídas neste grupo devem anexar no ato do agendamento cópia de um documento oficial de identidade e um comprovante de residência. Esses mesmos documentos devem ser levados no dia da vacinação. PONTOS DE VACINAÇÃO – A Prefeitura do Recife disponibiliza 20 pontos de vacinação, entre salas e drive-thrus. Todos os locais funcionam de domingo a domingo, das 7h30 às 18h30. As salas de vacinação estão localizadas na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), na Boa Vista; Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Dois Irmãos; Parque de Exposição de Animais, no Cordeiro; na Unidade de Cuidados Integrais (UCIS) Guilherme Abath, no Hipódromo; Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro; Ginásio Geraldão, na Imbiribeira; Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), na Tamarineira; Parque da Macaxeira, na Macaxeira; UPA-E do Ibura. Já os drive-thrus, que permitem atendimento sem sair do veículo, estão localizados no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), na Tamarineira; Parque de Exposição de Animais, no Cordeiro; Fórum Ministro Artur Marinho – Justiça Federal de Pernambuco (Avenida Recife), no Jiquiá; Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Dois Irmãos; Juizados Especiais do Recife, na Imbiribeira; Parque da Macaxeira, na Macaxeira; Geraldão, na Imbiribeira; Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária; Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Bairro do Recife; BIG Bompreço de Boa Viagem e BIG Bompreço de Casa Forte.

Prefeitura do Recife abre vacinação para novo grupo Read More »